segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Reflexões sobre o panorama dos professores

Todo mundo tem o que merece

Olá amiguinhos, estou escrevendo hoje com o simples propósito de atualizar o blog e ocupar algum tempo. Embora não me sentindo totalmente confortável com isso, por este ser um blog pessoal que acompanha minha linha de pensamento, acredito que a única coisa cabível a escrever aqui, é sobre isso: sobre meu pensamento atual quanto à classe dos professores. Não me sinto confortável por isto ser uma crítica pesada a esta classe, porém, ultimamente eu tenho estado sem muitas novas idéias interessantes, já que a maioria delas é relacionada ao livro, e eu to sem assunto para atualizar meu blog, que eu mantenho em compromisso com minha essência filosofa. Sobre as novidades clássicas para encerrar o primeiro parágrafo, comecei a dirigir e pretendo dar entrada na papelada para, pelo menos, registrar o meu livro, e quem sabe, conseguir alguém que se interesse pelo assunto no departamento de psicologia, mas isto é algo realmente complicado, pois sinto que a recepção do sistema, enquanto sistema rígido formado por pessoas, não será muito boa, já que meu comportamento não faz parte de suas expectativas, embora que, devamos lembrar que as pessoas são flexíveis, e por isso, com o devido forçamento para fazer surgir possibilidades ocultas, talvez seja possível eu alcançar meu objetivo, e, além disso, estou me convencendo racionalmente que eu não deva sentir nenhum tempo de receio quanto ao fato de que meu livro deva ser atendido por uma instituição pública, que são as faculdades federais, bem como bem recepcionado, ou no mínimo, chame a atenção de alguém, já que devemos lembrar que minha geração é o futuro da nação, e se algum cientista velho não trata bem um cientista jovem, mesmo que ele pareça prepotente, como é a imagem que eu imagino que passarei, este cientista velho não pode reclamar do que a próxima geração se tornará, do nível que ela alcançará. Afinal, estou prestando um serviço social me sacrificando pelo bem do conhecimento que, a princípio, é o bem mais precioso das sociedades, já que dele deriva a tecnologia.

Sobre os professores, devo admitir que tenho uma visão pessoal do assunto, que se resume aos da minha escola, porém, pelos relatos dos mesmos, essa falta de respeito com os professores não se resume somente na minha, e sim, confirmado por estes dados, a uma pequena parcela das escolas recifenses, isto não levando em consideração as escolas as quais não temos nenhum dado, mas que se seguirmos o padrão de comportamento, também tem o mesmo problema, e iremos fazer isso, até mesmo apoiado no fato de que em todo a reclamação de salário de professor é no país inteiro. Enquanto que a maioria das pessoas diz que o salário de professor deva ser aumentado, e eu discordo inteiramente disso por diversos fatores. Um dos argumentos que os professores dizem para que haja o aumento de salário é que, com um salário maior, eles não precisam dar tantas aulas por dia, tendo mais tempo de preparar uma aula melhor para os alunos, argumento este que eu acredito que deva simplesmente ser forçado pelo instinto de tais professores no desejo de ganhar mais, pois quando vamos analisar psicologicamente o assunto, o professor sempre quer evoluir, e se ele quer ganhar mais, significa que sua evolução se liga a algo que o dinheiro traga, o que supõe-se que é o consumo, afinal, qual outra atividade evolutiva um professor tem, se não produzir conhecimento ou consumir? Sendo assim, mesmo que se aumente o salário do professor, ele vai consumir mais, já que ganha mais, e ao consumir mais, vai precisar trabalhar mais da mesma forma, ou ainda nem se quer deixará de reduzir sua carga horária, resultando então no mesmo cenário de antes do aumento de salário: professores endividados e trabalhando bastante, sem tempo para preparar boas aulas, a diferença é que estes professores terão um pouco mais de qualidade de vida. Outro ponto a se observar deste argumento é que, se o professor diz que ganha pouco de mais para se sacrificar para ensinar, podemos considerar isto uma profunda falta de compromisso com a função social do professor, a qual os mesmos dizem que é muito importante, já que o professor está deixando de se dedicar para melhorar a vida de seus alunos, como protesto contra o pouco ganho que o mesmo tem. Pensando por outro lado, será que o aluno tem alguma culpa pelo professor ganhar pouco? E será que a qualidade de vida daquele professor vale tanto a ponto dele sacrificar o conhecimento de seus alunos? É então que entra o argumento: ser professor é difícil, pois não há respeito no Brasil, por isso, não vou me sacrificar.

A ultima parte deste argumento já foi rebatida a cima, porém, a primeira parte, que fala sobre dificuldade e falta de respeito, será refletida neste parágrafo. Fazendo a analise do porquê ser professor é difícil, podemos perceber o seguinte: Quando se há reclamações, significa que o conjunto de expectativas referentes a alguma coisa não está sendo atendida de alguma maneira, daí então pesquisamos quais são as expectativas que não estão sendo atendidas, que são os motivos da reclamação, e percebemos principalmente duas coisas: falta de respeito dos alunos e seus respectivos pais, com os professores, e a ausência em alguns casos, do apoio da direção e dos altos cargos da escola. Abordando a primeira reclamação, é interessante os professores da minha amostra pessoal, aos quais eu tomo como modelo, costumam freqüentemente comparar os costumes do ensino médio brasileiro, com o costume dos países desenvolvidos, destacando, principalmente, o grande status que se tem lá fora, e não se tem aqui dentro, sem contar com o salário superior, porém, antes de enfatizar o clímax desta questão, que também envolve o segundo ponto de reclamação, gostaria de estender analisar esta comparação mais profundamente, em seus fatores sociais/econômicos envolvidos que acabam sendo, muitas vezes, despercebidos ou ignorados, como a enorme quantidade de dinheiro e tecnologia rolando, o que faz os pais se importarem com a qualidade de ensino dos alunos, além de vários outros aspectos, vamos a analise. Primeiro devemos nos perguntar o porquê desta falta de consideração com a profissão de professor, e com o ensino médio geral, já que os pais acabam querendo apenas que seus filhos passem de ano, ou que, quando querem que seus filhos estudem, acabam tendo a tendência de pensar que o professor é o malvado da história, e para entendermos isto, temos que voltar a história da educação do Brasil. O Brasil tem apenas 500 anos, isso dá um pouco mais que cinco gerações, se contarmos que até terceira geração, o Brasil ainda era visto como um lugar onde só se tinha agricultura, enquanto os EUA já estavam ficando ricos com a guerra, podemos ver que, em relação a educação, o povo brasileiro acabava sentindo pouca necessidade de estudar, já que a maioria trabalhava no meio rural, costume este que acabou a poucas gerações atrás, com os país, ignorantes, sentindo a necessidade de por seus filhos em uma escola para que estes estudem e consigam subir na vida, dando total autorização aos professores e diretores que, diante do grande poder em mãos, e da total falta de comprometimento com o conhecimento científico, até mesmo devido a reputação do Brasil, juntamente com falta de país que soubessem e tivessem condições de exigir os direitos de bons tratamentos dos seus filhos, deixavam que seus filho fossem submetidos a um rigoroso e ineficaz sistema de estudos, complexos e, na visão dos alunos, desnecessários, contendo inúmeras agressividades ao instinto, obrigando-o, de forma cruel, a aprender determinado assunto para sobreviver, utilizando-se de mecanismos improvisados de memorização e aprendizagem.

Este tipo de educação acabou sendo bom para aqueles que conseguiram ganhar dinheiro com isto, que passaram este tipo de ensino, embora, imagino, de forma mais razoável, aos nossos avós e pais, sendo nossos pais, os nossos professores atualmente, que respondem todo este desnecessário mecanismo de aprendizagem por meio da ameaça instintiva, com um mecanismo ameno, simplificado e livre, que dá a chance do aluno fazer suas próprias escolhas, e ensina ao aluno da maneira mais simples possível. A partir deste cenário também, é que temos nossos país, que acabam sempre acreditando no abuso de poder do professor, até mesmo por traumas de abusos de poder em suas próprias experiências de vida, e é mesmo daí que vem a agressividade dos pais, que acabam pressionando os diretores, que, para não perder dinheiro e devido a falta de provas ou tato para lidar com a situação, acaba induzindo ao professor a trabalhar com menos rigidez, ou menos simular que não viu tal ato de falta de respeito e perturbação a aula, para evitar conflito com o aluno, por isso vem a segunda reclamação. Já entendido as causas, devemos entender o que está acontecendo agora. A falta de apoio dos diretores já foi respondida, que é a causa da segunda reclamação e é causada pela pressão dos pais, tudo já explicado, agora vamos ao ponto mais interessante, que é a primeira reclamação: a dificuldade e o esforço enorme que deve ser desempenhado para dar aula. Quanto a esta reclamação, que é o principal motivo dos professores reivindicarem salários melhores, gostaria de lembrar uma propriedade bastante interessante da tecnologia em geral: quanto melhor a técnica, menor o esforço, quanto pior a técnica, maior o esforço, ambos para alcançar o mesmo resultado. Ou seja, se temos um cenário onde os professores se esforçam muito, ou significa que eles estão realmente enfrentando um problema monstruoso, cujo os conhecimentos para desenvolver tecnologia da nossa sociedade ainda não estão preparados para domar esta situação, ou a tecnologia aplicada é muito mal formulada, ou não é aplicada com sua total eficiência por falta de pericia e entendimento dos conhecimentos que a sintetizou, o que também se constitui em negligencia, já que o professor acaba por negligenciar importantes procedimentos, ou seja, ignorar informações importantes que, teoricamente, se aprendeu durante o curso de pedagogia. Contudo, devemos ainda considerar se o treinamento dado aos professores de fato é tão eficiente quanto deveria ser, ou se tal treinamento se mostra ineficiente para a nova realidade social, trazida pela inovação da internet, além do ambiente liberal que se tornou a escola, graças as pressões sofridas pelo professor.

Falando pela psicologia evolutiva, e através de várias experiências e de tentativas de extrair informações dos professores, que me levassem a entender como se constitui as cadeiras de pedagogia que todo professor é obrigado a pagar, observei que tal cadeira é bastante desatualizada, ou menos incapacitada de tecnologias para que o professor possa exercer sua função com total eficiência, função esta que será explicada a seguir, a titulo de curiosidade e com alguns comentários da psicologia evolutiva. Chego a esta conclusão através de observações feitas em sala de aula, onde cada professor tem sua metodologia de trabalho, aplicando o conjunto de comportamentos, técnicas e atitudes que acha mais cabível a situação, e acreditem, a variação é enorme, alguns chegam até a ser conflitantes e opostas, e de acordo com o principio da tecnologia, se um professor consegue chegar a um resultado, ele tem um motivo para isto, se outro professor não chega a um determinado resultado, ele também tem um motivo para isto, e se nota uma total falta de comunicação entre os professores sobre o ocorrido em suas aulas, bem como o espírito cientifico dentro destes professores, que acabam aceitando os resultados, sem se questionarem ou mesmo testarem novos métodos, novas variações. Chegamos agora, na minha opinião, a raiz do problema, que é a total falta de união da classe dos professores, bem como a falta de profissionalismo técnico/cientifico dos mesmos, e isto acaba resultando num ambiente onde o professor é fraco, tem uma técnica ruim, e diante de uma técnica ruim, que apresenta poucos resultados, tanto a população quanto os diretores não sentem necessidade instintiva de aumentar o salário dos mesmos, já que se salário representa esforço, ninguém vai se esforçar muito pra aumentar o salário destes, tendo suas técnicas melhoradas pouquíssimas, e com poucos resultados. Notem também que teoricamente, se houvesse uma reunião maior entre os professores, tal como, segundo minhas observações, há em outros sindicatos mais antigos e mais explorados, quaisquer atos de abuso de poder, sem justa causa, ou algo do tipo, seria motivo de sérios protestos e processos direcionados ao alvo de tal atitude injusta, tendo o professor mais segurança para expressar seu ponto de vista e sua verdade. Resumindo, não tem como o professor querer ganhar mais, tendo uma técnica ruim, que produz pouco resultado, e que até mesmo deixa sua classe fraca para reivindicar, juntamente com a falta de união da classe, que acaba por deixar isto mais grave. Reconheço que o professor está exposto a um ambiente hostil, contudo, acho desnecessário o professor brasileiro se comparar com os professores de outros países, pois afinal, a realidade social econômica é totalmente diferente, é a mesma coisa que na constituição da África dizer que todo o cidadão tem direito a alimentação, moradia, saúde, e nenhum africano trabalhar pra pagar ao governo para que isto se realize.

Chegando a uma conclusão pessoal, sugiro que os professores que reclamam, movam-se para melhorar, e merecerem, ou ao menos terem força de conquistar algo melhor, é interessante que, acredito eu, o professor que se move para ter algo melhor é o que menos reclama, assim como nas outras áreas da vida humana, acaba sendo um padrão de comportamento humano, mas é apenas uma observação e eu não tenho certeza disso. Agora falando segundo os conhecimentos da psicologia evolutiva, aplicado sobre o que eu entendi que é o curso de pedagogia, que lida principalmente com história e métodos, não com psicologia e funcionamento da mente humana, há muita coisa que pode ser melhorada, principalmente quando pensamos na função do professor. Afinal, qual é a função do professor? Segundo a psicologia evolutiva, é tornar o conhecimento científico, que é frio e imparcial, em humano, que é especifico e acolhedor, isto significa que o professor tem como principal diretriz pra desenvolver uma metodologia, que se interaja com o instinto humano, e consiga se especificar a cada aluno. São teoricamente, duas técnicas distintas, e igualmente importantes. A segunda se baseia no tipo de forma que os humanos guardam as informações na memória, que é através da associação de informações, tendo prioridade aquela que o instinto valoriza, que é geralmente informações que aumentam as chances de sobreviver e reproduzir, o que acaba, por conseqüência, se expandido sobre os gostos dos alunos, as informações que eles tem mais facilidade de associar ou não. Quando há um assunto que determinado aluno não consegue compreender, significa que falta nele, as informações necessárias para que ele consiga relacionar aquela informação especifica, com sua visão de mundo, e seria este o trabalho do professor, ter a certeza que o aluno foi capaz de compreender as informações cientificas dadas, para que ele tenha oportunidade de progredir em seus conhecimentos sobre o nosso universo. O segundo, é que o professor tem como objetivo de sua função, interagir com o instinto do aluno, e isto significa que o instinto do aluno deve se sentir instigado a aprender tal assunto, e isto se consegue apresentando um desafio ao aluno, um desafio que este aluno sinta que é capaz de vencer, e que também não seja tão fácil a ponto do aluno se sentir desestimulado a fazê-lo. Contudo, devemos observar também que o aluno tem que encontrar motivos para se interessar pelo desafio, e este motivo deve ser: o desafio vai melhorar as chances de sobreviver e reproduzir, desta forma, o desafio acaba se configurando como uma forma de evolução, e todo o humano gosta de evoluir. Não devemos ignorar a importância dos pais dos alunos, estes são um grande determinante para o que os alunos sabem, ou o que os alunos se interessam, no que os alunos acreditam que terão mais chances de sobreviver e reproduzir. É esta forma que, teoricamente, deve ser introduzida para estimular o gosto dos alunos, e após esta iniciação ser feita, e próximo do mercado de trabalho, é responsabilidade, que será sentida pela própria cobrança do mercado, aprender as técnicas devidas para exercer sua função, e neste caso, o aluno já terá toda a bagagem de experiência cientifica necessária para saber interpretar bem as técnicas derivadas do conhecimento.

Sem isto, o professor acaba deixando o aluno solto, e como o aluno não terá nenhum objetivo evolutivo relacionado a escola, este acabará utilizando a escola como apenas mais uma ferramenta para alcançar seus objetivos evolutivos, que geralmente se relacionam com diversão, socialização e etc., o que é agravado pela liberdade que os alunos acabam encontrando devido a nova mentalidade liberal dos professores atualmente, que ao invés de direcionar o comportamento dos alunos a hábitos saudáveis e relacionados a escola, simplesmente fazem o seu trabalho pressionados e não encontram nenhum método para melhorar. Devo admitir que este cenário é muito difícil de se obter, principalmente se o professor não for instruído com o conjunto de conhecimentos necessários para tal, porém, teoricamente, ele é o que é mais adequado para que o aluno produza ciência ou trabalhe com as técnicas de forma eficiente, que é, acredito, o principal objetivo da escola. Devemos também lembrar que, em ambientes hostis onde falta no aluno total vontade de aprender as técnicas científicas, o professor pode ir com a possibilidade de procurar a melhor alternativa para aqueles alunos, que neste caso, seriam trabalhos complementares de conscientização e estimulação do aprendizado de conhecimentos que serão úteis na perspectiva de vida deles, estou me referindo neste caso, por exemplo, em regiões pobres, onde a população não sente o mínimo estimulo pelo conhecimento, ou em escolas cuja maioria dos alunos não entenda a significância do estudo, estimulados por seus pais ou por outros fatores. Também acredito que novas cadeiras possam ser adicionadas ao ensino médio, cadeiras voltadas para que o aluno se auto-conheça e conheça o seu universo, e entenda sobre o que a metodologia científica e a tecnologia se baseiam para funcionar, como aulas de psicologia, ou aulas sobre a natureza do universo.

Enfim, concluído este artigo. Tenho a consciência que ele foi absolutamente redundante, podendo dar três páginas de Word, ao invés de cinco, mas pelo menos está registrada minha opinião. A propósito, ainda acredito que também possa ser introduzido sistemas políticos dentro das escolas, e ainda vejo algo de funcional no projeto que já fiz a algum tempo e que se encontra neste link: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/02/meu-novo-sistema-disciplinar-escolar.html Com isto, me despeço de todos vocês, pensava que tava atualizando pouco esse blog, mas acho que não, to quase na média de quatro por mês. Ah, e pra quem prestou atenção no título desse texto, pode encontrar explicações sobre ele aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/05/lista-de-frases-ou-coisas-importantes.html Abraços gerais.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Consequencias dos disturbios e reflexão sobre atitudes

Distúrbios tendem a se propagar

Olá galera, essa semana eu entrei em conflito com o método de raciocínio que eu utilizo, que se baseava na técnica de procurar cada fator envolvido em um acontecimento, para a partir destas informações, montar uma linha de raciocínio. Esse método é bastante interessante para pesquisa e investigação, mas para raciocínio rápido, não é tão interessante, pois devemos admitir a complexidade do universo, observada, por exemplo, nas inúmeras propriedades que existem nos átomos, e em como tais propriedades, se juntadas com a física, apresentam reações bastante diferentes ainda no contexto da química. Acabei voltando a adotar um método mais intuitivo, pensando em grandezas, não em detalhes, já que para raciocinar grandezas, se tais grandezas forem compostas da maneira correta, daí necessária a investigação para compor tais grandezas de tal maneira, é mais eficiente. Já no segundo dia trabalhando com este novo método de raciocínio, notei pequenas diferenças. Mas este não é o assunto principal da postagem de hoje, assim como não é a única coisa de interessante que aconteceu essa semana comigo. Como todos sabem, terminei meu livro que eu demorei uns seis meses para escrever, sem contar com as outras versões e com a própria criação do conteúdo, isto significa que eu desempenhei bastante esforço nele, ele acabou se tornando meu objetivo evolutivo, e como tal, preciso concluir este objetivo, que é, se não conseguir, pelo menos tentar que minha teoria da psicologia evolutiva seja divulgada. Como eu estou me sentindo muito prepotente em ir numa faculdade pedir que alguns acadêmicos avaliem meu livro, eu antes, também incentivado por alguns sentimentos de curiosidade e por ter compartilhado com algumas pessoas sobre meu objetivo evolutivo, que é o livro, principalmente com meus amigos, decidi mostrar meu livro na escola, a todos os professores e aos meus amigos. Devo admitir que, em parti, nutri uma expectativa positiva sobre a recepção dos professores, já que eu fiz o livro ficar quase exatamente como eu queria, e isto me faz pensar que ele tem bastante qualidade para chamar a atenção de acadêmicos, como deveria ser o caso dos professores. Cometi um engano parcial.

Houve várias e várias reações, variando do professor. Alguns leram a introdução, outros simplesmente ignoraram, outros me deram conselhos, e um deles até se interessou em ler, interesse esse que parece ter sido esquecido nas aulas seguintes. Imaginei que eles, por serem acadêmicos e por lidarem com os humanos no seu dia-a-dia, se sentiriam interessados em pelo menos, em buscar novos conhecimentos sobre os humanos, pois a final, acredito que a suposição mais básica é que se eu fiz um livro com uma estrutura bem formulada, algo que pode ser verificado no índice de conteúdo, eu poderia ter algumas informações novas e interessantes a serem usadas no dia-a-dia, mas nem isso. Ao pensar sobre as possibilidades destes comportamentos, pensei em preguiça, falta de interesse, falta de tempo ou até mesmo inveja, já que até mesmo minha professora, a qual os professores costumam elogiar, diz ter feito uma monografia menor que o meu livro, lembrando que meu livro só ficou grande por causa da redundância e deu ter tentado abordar um espectro muito grande de assuntos. Há ainda outra possibilidade a ser abordada, que acredito eu, será um empecilho quando eu for mostrar meu livro a alguma universidade, que é a descrença na minha capacidade, enquanto estudante de ensino médio, de fazer ciência de qualidade, mesmo num assunto tão pouco explorado e cheio de informações como a psicologia, ou seja, os acadêmicos vão apresentar uma forte resistência por minha, em parte, falta de atenção com os dispositivos da metodologia cientifica, como a falta de compromisso em registrar as fontes que eu pesquisei para me auxiliar em minha teoria, bem como as observações feitas por mim, para montar as premissas de tal teoria, coisa que de fato, terei muita dificuldade em demonstrar, caso necessário, já que muitas delas se baseiam na simples observação do dia-a-dia.

Sinceramente, eu esperava ao menos algumas perguntas, alguma excitação, afinal, estão em frente a um trabalho bastante interessante, pelo menos para mim que conheço o trabalho, que poderia ajudá-los quanto ao comportamento dos alunos em sala de aula, imagino eu, mas isto não ocorreu. Eu realmente não sei por quais motivos isto aconteceu, e tenho como melhores palpites, os que eu já dei a cima, deste modo, se for por alguns destes motivos, posso considerar de certa forma um distúrbio, já que eles nem mesmo se interessaram em ler o índice de conteúdo e fazer perguntas, o que, de alguma forma, se os conhecimentos do livro realmente forem o bastante para fazer ótimas ferramentas para trabalhar com os humanos, como imagino, iria ajudar muito no trabalho deles, de professores, falando de uma outra forma, por eles não conhecerem o mínimo do meu livro, e se meu livro for bom, eles perderam chances de sobreviver e reproduzir ao ter a falta de curiosidade, julgarem pela capa, ou qualquer outro comportamento e/ou sentimento que os impediram de conhecer uma nova coisa importante, sem contar em outras coisas. Por falar em distúrbio, devo admitir também que ter trabalhado um ano inteiro em todas as versões somadas desse livro, ou mesmo ter formulado essa teoria nesta fase da minha vida, já pode ser considerada se não um distúrbio, já que eu não tenho certeza se isto de fato me fará perder chances de sobreviver e reproduzir, mesmo que no presente já tenha feito, um comportamento bastante anormal se comparado com o comportamento de todos os outros jovens da minha idade, já que eu histórico bastante diferenciado, por fatores pessoas que acabaram me levando para o estudo das atividades racionais e a busca da verdade desde cedo, juntamente com a novíssima ferramenta que a internet, se comparada aos tempos das gerações, não tenho certeza o quanto, mas estou próximo, inclusive, da tão falada geração Y do noticiário, ou seja, a geração que já nasceu com tecnologia.

Uma coisa devo admitir, por ter trabalhado tanto tempo no livro, tendo ele acabado se tornando meu objetivo evolutivo, e por ter criado uma expectativa mais positiva quanto a recepção dos professores, é muito improvável que eu receba essa má recepção sem nenhum tipo de sentimento ruim, algo misturado entre raiva e vingança passou pela minha cabeça, onde, por exemplo, em vez de tentar ajudar a todos ensinando-os minha teoria, mesmo tendo consciência que eles não sentem que precisam, não pediram ou mesmo não precisam de verdade, utilizar todos os conhecimentos da psicologia evolutiva, bem como os do funcionamento dos mecanismos racionais, que eu acabei, acredito eu, compreendendo de forma bastante próxima durante o desenvolvimento do livro, apenas para mim, em vez de tentar transmitir através do livro e me esforçar em tentar divulgar, como eu estou fazendo. Teoricamente, isto que eu estou fazendo pode ser chamado de sacrifício, ou, de forma mais precisa, jogada arriscada, já que eu depositei bastante tempo na construção de algo, pensando nos outros e sacrificando minhas próprias chances de evolução, com a intenção de ter colher coisas melhores no futuro, e caso não dê certo, pensando de forma não aprofundada, perdi meu esforço, pois o certo seria eu fazer algo pensando em mim e no grupo, e não somente no grupo, por isso meu instinto acaba tendo sentimentos agressivos. De qualquer forma, ao retornar ao conceito da racionalização, eu entendo que amadureci bastante fazendo esse livro, e que além disso, eles realmente não pediram, acham que não precisam ou realmente não precisam, motivos que mesmo de forma superficial, já se mostram bastante convincentes para apoiar o comportamento deles de forma que meu instinto aceite bem, ou seja, eu só fico com raiva porque eu penso: eles bem que poderiam ter sido mais curiosos, eles deveriam ter sido mais curiosos, e por não terem sido, eles acabaram me atrapalhando; quando o pensamento correto é: se eles não foram curiosos, há um motivo real para isto, e devo aceitar e, ou buscar uma forma de mudar estes motivos, ou procurar outra coisa pra fazer. É necessário também falar que é difícil absorver a raiva e transformar, através da racionalização, em atitudes equilibradas, que gerem evolução, já que a raiva me faz querer eliminar tudo aquilo que me atrapalhou, mas é algo necessário, afinal, isto tudo é um enorme distúrbio, e eu posso escolher entre continuar ou não com isso, já que eu tenho o domínio sobre as técnicas racionais/instintivas, e eles aparentemente não.

Enfim, seja lá como esta história se desenrolar, pois foi esta semana que aconteceu isto tudo e ainda não acabou, eu vou tentar me racionalizar e me sacrificar um pouco mais, pois ainda tenho esperanças de completar o meu objetivo, mesmo que ele seja um distúrbio, e salientando que como eu falei antes, todo mundo tem seu distúrbios, e este distúrbio está me fazendo aprender muitas coisas, que podem ser usadas quando se um dia eu me recuperar dele, ou mesmo se eu ainda estiver nele. Para encerrar o assunto, continuo me sentindo prepotente em ir numa faculdade e mostrar esse livro, mas como eu considero que ele foi o resultado de um distúrbio, eu irei continuar até acabar a esperança, como eu disse antes, mesmo que isso me faça passar por ridículo na faculdade, tentando sugerir algo aos acadêmicos, pois como meu amigo falou antes, embora eu chame o conteúdo do meu livro de teoria, ele é apenas uma opinião cientifica. Enfim amiguinhos, é tudo por hoje, vou assistir the walking dead, depois the big bang theory, depois, quem sabe, estudar um pouco os assuntos do ensino médio e jogar diablo II, mas só até completar uma ou duas missões. No mais, um grande abraço para vocês e até a próxima postagem.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Reflexão sobre como a verdade nos leva a escolher o bem

O bem tende a vencer

Olá pessoinhas, fazia muito tempo que eu não escrevo, eu sei, da última vez que eu tentei, lembro-me que deixei a introdução salva na minha área de trabalho, e ela falava bastante sobre minecraft, pois era o jogo que eu estava viciado a um mês atrás. Bem, agora as novidades, e a novidade é que eu estou viciado em outro jogo, Diablo II. Dessa vez fiz uma ótima build de Amazon, flecha de fogo+gelo+valkyria, e to conseguindo zerar muito mais rápido que da ultima vez, e quero zerar no hell. Hoje, sinceramente, estou com preguiça de fazer uma introdução grande, e vou falar sobre algo que me levará diretamente a postagem. Estava cá pensando sobre o comportamento humano, e sobre os porquês dos padrões de nossa sociedade, aliados com certa fé, alimentada por uns sentimentos e experiências, juntamente com conceitos de perfeição matemática próprios, além de uma discussão com minha amiga, sobre acontecimentos da vida real e as conseqüências da psicologia evolutiva postas em prova, conclui que, de alguma forma, a verdade sempre é o melhor caminho, e que o bem sempre vence. Pode parecer estranho, mas se os humanos soubessem da verdade em toda sua totalidade, eles sempre escolheriam a mesma, porque ela é a melhor, ou seja, a boa, o bem. De alguma forma, a verdade, sem que as pessoas percebam, prevalece nos nossos sentimentos, porque o nosso sentimento de preguiça nos faz lutar só por aquilo que realmente acreditamos, e durante essa luta, se o que acreditamos não for verdade, acabamos mudando de caminho ou desistindo. Por conseqüência disto e do sentimento humano ter surgido para evoluir, e já que a evolução é do bem, este último, que é evolução, ou seja, quando dizem que o bem sempre vence, estão se referindo, na verdade, ao fato de que é mais fácil o humano tender a evoluir que anti-evoluir, e dado qualquer grupo de humanos, mais de 50% vai querer evoluir, portanto, mais de 50% vão fazer o bem, e o bem “vence”.

Esta conseqüência da bondade foi adicionada por mim agora, para aproveitar mais a postagem, mas a intenção agora é ter um maior aprofundamento sobre o meio do parágrafo anterior, quando eu começo a falar sobre a verdade. De alguma forma, para mim, os adultos eram adultos, racionalizados, como deveriam ser, e não como adolescentes, mas a verdade é bem mais complicada que esta, e nem sempre um adulto tem comportamento de adulto como já explicado anteriormente, mas, de alguma forma, se tem uma coisa que os adultos têm e os adolescentes não, é o tempo, e a experiência trazida por conseqüência, pois, por exemplo, se supormos que cada paixão dura dois anos, e que um humano só começa se apaixonar depois dos quinze, e que nós só aprendemos mais sobre os nossos sentimentos, por conseqüência, sentimentos alheios, e por mais conseqüência ainda, os sistemas políticos sentimentais que atuam no nosso mundo, e isto nos leva a pensar no porquê cada humano, tendo o mesmo tempo de vida, tem suas diferentes personalidades e filosofias. Vemos que algumas pessoas seguem uma linha mais racional, se preocupando com coisas práticas, enquanto outras seguem uma linha mais emotiva, que muitas vezes se traduz em artística. Imagino, por exemplo, um artista de trinta anos fazendo músicas que adolescentes de quinze anos curtam, significando que, de algum modo, os valores emocionais de ambas as partes são semelhantes, mas não parece estranho se há quinze anos de diferença? Isto nos leva a observar também as músicas ditas “de velho”, mais simples, mais românticas, mais diretas, mais emocionais, as quais geralmente aqueles que gostam, são pessoas com relacionamento pessoal e vida profissional bem equilibrados. De alguma forma, uma pessoa que tem a visão mais racional da vida, com contato com família e profissão, acaba se tornando mais amadurecida, e vendo a realidade dos sentimentos e da sociedade de perto, conhecendo mais a verdade, enquanto que a pessoa que acaba tendo um desenvolvimento emocional, que tende para o lado artístico, tem um estilo de vida diferente, o que acaba fazendo com que esta pessoa desenvolva e evoluam valores não relacionados com família e profissão, mas sim com outros valores, como o que faz o instinto sentir poder ou sentimentos relacionados a outras coisas, que geralmente acabam coincidindo com os dos jovens.

Entendido isso, podemos passar para o próximo ponto, embora que antes seja necessário fazer uma pequena ressalva quanto ao significado que equilibrado tem nesse texto, e ele é o seguinte: já que estamos falando de evolução, o equilibrado aqui significa equilíbrio de evolução, ou seja, individual, familiar e profissional, onde o individuo preocupa-se com si mesmo para ter bom emprego e família, família dá emoção e passa a evolução para a próxima geração, e emprego dá recursos para evoluir e/ou - sendo aconselhável que seja - também se configura como uma forma de evolução. Entendido isto, podemos observar que, por uma enorme variedade de motivos, algumas pessoas acabam não tendo necessidade ou não se aproximado dos núcleos familiares e profissionais, e a pessoa, motivada pelo seu instinto humano de sempre buscar melhorar, ou uma forma de ter mais chances de sobreviver e reproduzir, acaba encontrando formas alternativas de ter isso, sendo uma delas, a arte, e por isso, faz disso sua vida e evolução. Seja uma evolução equilibrada ou não, evolução é evolução, sendo assim, quer a melhoria tanto de si próprio, e quanto das pessoas ao redor, alcançando geralmente também a sociedade inteira, contudo, ainda podemos notar que algumas pessoas podem desenvolver um estado neutro, onde não tentam nem ajudar nem piorar nada, apenas viver sua vida, ou outras, na menor parte dos casos, encontra como forma de evolução, a anti-evolução, ou seja, encontram poder em destruir a sociedade. Podemos configurar este último caso como distúrbio, já que provavelmente esta pessoa está traindo alguns dos seus sentimentos, movida por um trauma ou uma ideologia racional errônea, não próxima da realidade sentimental humana e complexidade estrutural da sociedade, da qual, sem esta, este ser provavelmente não teria a mesma opinião. Devemos ainda relembrar que a culpa da causa do distúrbio de quaisquer pessoas, é a própria sociedade e/ou alguma condição especial que ela tenha, porém, nunca dela, pois se retirarmos tais fatores, ela irá provavelmente torna-se uma pessoa diferente, e se esta for a única causa do distúrbio, com boa evolução.

Através destas observações, podemos concluir que dependendo das condições de vida de uma pessoa, é que seu instinto decide qual é a melhor alternativa para viver, se é ter uma vida equilibrada, ou uma alternativa boa ou ruim, e como foi dito antes, há uma maior tendência das pessoas escolherem a equilibrada, e em seguida, alguma alternativa boa, já que estas refletem o desejo verdadeiro do instinto humano, que é evoluir. Contudo, existem ainda pessoas que mesmo equilibradas, apresentam algum pequeno distúrbio, e ainda as pessoas que apresentam um grande distúrbio, e isto acontece porque, por algum motivo, diante o adição de novas experiências, houve alguma confusão que distanciou esses humanos da verdade, fazendo-os travar em filosofias errôneas, porém, se este distúrbio não tivesse ocorrido, os humanos seguiriam pelo caminho da verdade, e desenvolveriam boas filosofias. O que eu quero dizer é que, como o humano não nasce sabendo, e vai adquirido conhecimentos baseadas nas diferentes formas de se ter uma experiência, os humanos vão montando sua filosofia através disso, porém, se tais humanos tivessem a oportunidade de conhecer realmente todas as variáveis da verdade sobre como as coisas funcionas, podendo parte desta verdade ser encontrada na psicologia evolutiva, eles iriam escolher o bem, já que a verdade é que o instinto humano prefere a evolução, e racionalmente seria muito mais confortável escolher uma boa evolução. A verdade é um ótimo caminho para se seguir, que a maioria das pessoas acaba seguindo, indiretamente, através do instinto, já que ele só luta por algo que realmente acredita, contudo, também é possível do instinto lutar por uma ilusão que ele acredita fortemente, ou ainda montar sua personalidade em cima desta ilusão, e enquanto as pessoas, ou o algo que mantém a estrutura dessa ilusão continuar, a pessoa também irá continuar com tal ilusão, e quando tal estrutura se quebrar, levará a pessoa junto, provavelmente, isto porque, a pessoa monta sua ilusão como espelho dum ambiente que é uma ilusão, para ter mais chances de sobreviver e reproduzir nele, se tal ambiente quebra, as chances de sobrevivência e reprodução dela também se quebram, mas às vezes, tal estrutura continua por muitos anos, e isto permite a pessoa a montar sua evolução. Resumindo, o verdadeiro conhecimento sobre como as coisas realmente funcionam, inclusive nós, nos leva a escolher o caminho do bem e da evolução, enquanto que o conhecimento incerto ou falta de conhecimento de algo, que nos leva a iludir com algo, nos faz fazer outras escolhas, inclusive escolhas ruins, por isso, teoricamente, dependendo dos conhecimentos e das experiências de uma pessoa, e do quanto eles são bons ou ruins, é que a pessoa decidira seu caminho.

Só para reformar mais um pouquinho, ter uma boa evolução significa se preocupar com sua própria evolução, como também com a evolução do grupo, e se o instinto tende a boa evolução, o bem tem mais forças que o mal, seguindo o conceito e bom e mal da filosofia evolutiva, além disso, quanto mais evolução, mais qualidade de vida, embora distúrbios possam causar qualidade de vida também em algumas áreas, mas não completamente, como é o caso de pessoas ricas, mas incompletas. Bom, faz tempo que eu não tinha atualizado o blog, o livro me fez parar de escrever bastante, e depois disso, os jogos, mas é sempre bom tentar manter esse blog atualizado, porque me obriga a sempre pensar. Quantos aos assuntos que irão se decorrer no blog, só o tempo dirá, mas eu já estou buscando formas de imprimir e mostrar meu livro ao público, para receber criticas e amadurecer minhas teorias, que serão postadas aqui. Para uso pessoal, acredito que minha filosofia esteja satisfatória, pois eu consigo entender e conviver relativamente bem com os fatores que me rodeiam, e assim seguir minha vida e sentimentos de humano, evoluindo, porém, também gostaria de fazer com a teoria da psicologia evolutiva torna-se algo mais profissional e útil para a sociedade, da forma como eu imagino e cito no decorrer do livro, mas só irei me dedicar a isto se houver um retorno financeiro, pois já estou chegando a fase adulta, e estou necessitando começar a produzir recursos para tornar-me independente. Se for o caso de começar a produzir e por minha teoria de lado, irei sempre estar preocupado em nutri-la para que ela ainda encontre-se firme em meu dia-a-dia, também não esquecendo o principio de racionalidade, para que eu sempre possa produzir uma boa evolução e qualidade de vida. Despedidas feitas, até a próxima postagem.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Psicologia Evolutiva - 5ª Edição

Olá a todos, essa postagem é especialmente para anunciar que está concluída a quinta edição do livro: Psicologia Evolutiva, ensaio geral sobre uma nova forma de ver o mundo. O livro será disponibilizado para download através do link: http://www.4shared.com/document/Ulbhr5pn/Psicologia_Evolutiva.html

Quaisquer dúvidas, sugestões, comentários ou analises serão bem-vindas.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Reflexões sobre qualquer coisa para fim de ano

Postagens de bobagens para o fim de ano

Olá amiguinhos, nossa, já estamos no penúltimo dia do ano. Eu vou escrever mais para manter a meta de quatro postagens por dia, está cada vez mais difícil de mantê-la. Neste momento estou escutando red hot chili peppers, e realmente fico na duvida se presto atenção na música ou escrevo, mas bem, eu nunca vou ter tempo de apenas prestar atenção na musica mesmo, a menos que esteja dirigindo ou dançando, alias, nem assim, muito complicado isso. Realmente não sei sobre o que falar hoje, tenho muitas idéias, muitas delas relacionadas com o livro, ou sobre o livro, por isso não as escrevo aqui, e sobre o livro, devo admitir que estou tendo um resultado realmente satisfatório, embora demorado porque eu tive que pesquisar, muito mais do que esperado, mas eu estou aprendendo bastante, a propósito, a parte de pesquisa bruta já acabou, e agora provavelmente meu ritmo vai se acelerar muito, fiz uma página em um dia e revisei em apenas meia hora hoje, o que me deixa com tempo livre pra escrever aqui, na verdade, se compararmos com antes, que era meio parágrafo por dia, dá pra sentir a diferença de ritmo. Bem, estou viciado em The big bang theory, nossa, a Penny é linda e os personagens bem elaborados e muito engraçados, enfim, quando acabar vou sentir tanta saudade quanto eu senti com “the guild”, possivelmente. Jogando também Wesnoth, acabei de fazer uma sugestão sobre a criação de um macro de probabilidades de vitória por facção para auxiliar o desenvolvimento de novos mapas, pois eu comecei a fazer novamente, vamos ver o que vai dar essa rápida aventura artística. As vezes me pergunto se esses vícios paralelos não atrapalham o desenvolvimento do meu livro, mas é complicado quantificar todas as necessidades humanas, inclusive do quanto de diversão é necessário ou não, ou se é necessária, embora que teoricamente seja, e escrever meu livro não está sendo algo gratificante no sentido de esforço/recompensa, por isso desestimula, embora seja gratificante de certo modo e eu tenha esperanças de que ele realmente vá dar certo, sem contar com meus planos paralelos.

Dentre esses planos paralelos, estão o manifesto evolutivo e a apresentação do meu livro em faculdades, e se caso algo der errado, ter uma vida técnica e pragmática. Ah! Merda, eu realmente não sei sobre o que escrever. Ok, tudo bem, parece que eu estou escrevendo para o twitter agora, que a propósito, tenho atualizado bastante, escrevendo sempre entre 135-140 caracteres, e eu acho tão legal isso. Ter trocado a foto da minha gosminha por uma foto minha realmente foi interessante, mudou totalmente a imagem que se passava do meu twitter, resultado: satisfatório. Aproveitado a ocasião de sem assunto: Eu estive pensando, mais uma vez, sobre a estrutura de nossa sociedade, é interessante pensarmos que com a psicologia evolutiva, podemos classificar com certo atributo cientifico coisas antes não classificáveis, como bem e mal, embora que não defina, o que de certa forma, para alguns, continua sendo a mesma coisa, e para mim, ter argumentos para a classificação permite um melhor estudo, analise, além do instintivo. Notemos também que o meu livro tem como propósito, não dizer que o sentimento está errado, e sim explicá-lo, e apenas isso, e cada pessoa faça o que quiser comi sua explicação, e eu gosto disso. Faz tanto tempo que eu não me permitia tanta pessoalidade no meu blog, pelo o que eu lembre, é até interessante estar escrevendo isso, e eu sei que ninguém vai ler mesmo, embora eu entenda a atitude destas pessoas, pois a expectativa que se tem ao entrar na internet é de fazer coisas rápidas, por isso, um blog com o intuito de pegar leitores causais deve utilizar uma “tecnologia”, ou “arte”, se preferirem, de ser rápido e preciso, e é interessante como a maioria dos blogueiros e vlogers sabem disso, e por isso fazem seus blogs e vídeos rápidos e direto ao ponto, o que não é de todo ruim, embora, de tão rápido que seja, as vezes falta o que assistir destas pessoas que fazem coisas rápidas, o que me faz recorrer ao TBBT. Nota: eu twitto mais quando estou sozinho, e essas madrugadas eu tenho passado sozinho, então eu to twittando mais essas madrugadas.

Enfim, para encerra, o cd do RHCP já está no final, acho que eu curti, embora não tenha feito muita diferença escrever com ou sei, na verdade não sei, mas é bom ter uma música de fundo, de qualquer forma, isso é um dilema que as vezes eu tenho, respeitar o artista e não escutá-lo como música de fundo, e apenas prestando atenção, embora eu nunca faça isso, ou escutá-lo sem prestar atenção e como música de fundo. Enfim, não sei. No mais, considerarmos essa postagem como postagem especial de bobagens de fim de ano, mas ninguém lerá de qualquer forma, e este ultimo parágrafo realmente será curtinho, embora eu odeie isso, e até enrolo quando isto acontece no meu livro, quero nem saber. Mas no blog será permitido, porque ninguém lerá, eu não tenho essa expectativa, e nossa como o dia está ótimo para uma praia, red hot lembra praia, esse som e esse vento lembra praia, meu deus, uma ultima coisa: esse ano eu escrevi menos postagens que o ano passado, embora devamos admitir que eu escrevi dois livros durante este tempo, certo. Também pretendia fazer umas postagens com as imagens que eu gosto, talvez eu o faça para inaugurar o ano, pois é, seria um bom tema, já que eu estou cada vez mais tendo dificuldade de tê-los, embora que se eu botasse meu livro aqui, separado, três páginas por postagens, daria mais de cinqüenta postagens, risos. Abraços a todos e até mais. Ah, e a propósito, feliz natal atrasado.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Reflexões sobre movimento das posições culturais e intelectuais, além de outros segundo a psicologia evolutiva

Movimentos Intelectuais

Galera, não vou mentir, ta cada vez mais difícil atualizar esse blog. A propósito, se vocês notaram que eu parei de usar o “Olá amiguinhos”, estão certos, provavelmente eu estou mudando, e isso se reflete também nos meus objetivos e além disso, a obrigação de utilizar o “olá amiguinhos” parece ter tirado seu sentido, por isso eu quero chacoalhar pra ver o que realmente está firme e o que está desnecessário, apenas de enfeite. De qualquer forma, mudar a proposta do blog se torna uma tarefa relativamente difícil, porque ele no começo, surgiu como uma coisa legal, e evoluiu para um registro de idéias, que se torna desnecessário, já que eu escrevo pra ninguém ler. Escrever pra alguém ler também não me agrada, é chata a obrigação de escrever coisas boas e fazer bem feito, na verdade é necessário muito empenho para que este objetivo seja alcançado, coisa que eu não tenho. Enfim, com minhas constantes conversas com meu amigo Bruno, notei faltava alguns complementos em minhas pesquisas, e me confirmou que é um erro fechar minhas idéias ao meu mundo, principalmente devido ao fato das experiências feitas em mim mesmo serem um tanto quanto limitadas, o que eu preciso mesmo é de uma fonte de fatos mais abrangente para que eu possa refinar ainda mais meus métodos, além de organizá-los. Neste livro, escrevei apenas a base de toda a aplicação da teoria, e ele terá como principal objetivo, fazer as pessoas refletirem de forma cientifica e ter um maior conhecimento sobre as possibilidades humanas, o que nem sempre encontramos por ai, porém, eu notei que, de um modo ou outro, mudar o mundo é muito mais difícil do que se imaginava, e que os distúrbios realmente mais complicados devido a propriedades que eu descobri a pouco tempo, que na verdade, eu “defini” a pouco tempo, na verdade to começando a definir agora, vamos a postagem.

Parei de escrever essa postagem ontem, salvando-a num documento chamado “Terminar depois”, pois bem, estou terminando agora ao som de Linkin Park, só pra matar as saudades dos velhos tempos de adolescente (ou pré-adolescente), enfim, tempos de nostalgia. Continuando, eu ia falar que eu descobri uma propriedade no humano muito importante, que determina suas expectativas de evolução, porém, lembrei que já tinha descoberto, e inclusive, escrito essa teoria no meu livro, no capítulo sobre “poderes humanos e formação de valores”, de qualquer forma, eu não dei a devida atenção a esta propriedade, que é bastante importante. Foi explicá-la de forma resumida: O mesmo elemento que me faz ter nostalgia ao escutar música (exemplo gerado ao acaso), é também o elemento que me faz apegar as minhas idéias e filosofia, pois são de grande valorização do instinto por nos associar a um bom passado, a boas pessoas que nos fizeram bem, sendo assim, o nosso instinto valoriza e se apega a isso, e monta sua vida através dessas expectativas, portanto, mudar de expectativas seria algo como mudar de vida, como se tudo vivido anteriormente não tivesse tido valor, por isso, quanto mais velha a pessoa fica, mais difícil se torna para mudá-la. Esta propriedade deve ser levada muito em consideração enquanto se analisa a psicologia de alguém e se decide qual a melhor forma de se manipular algum fator para, por exemplo, diminuir o agravamento de algum distúrbio ou trama, já que estes também se ligam a filosofia, que se ligam a propriedade de expectativa criada durante a vida. É como eu costumo dizer, dez anos de comportamento com distúrbios não podem ser resolvidos em dez dias, a menos que a técnica seja totalmente ultra-avançada e as condições sejam todas favoráveis, coisa muito, muito rara de acontecer. Normalmente as pessoas acabam mudando de posição com os avanços tecnologicos, que deixa uma pessoa pobre em rica por exemplo, ou que descobre algum novo conhecimento, ou novas situações que a demonstram novos sentimentos ou novas situações aos quais os humanos podem se encontrar, coisa obtida através da experiência de viver, ou seja, entender a relatividade humana. Porém, normalmente quando há mudança na posição, é porque este novo conhecimento os possibilita adotar posições que melhore suas chances de sobreviver e reproduzir, caso contrário, provavelmente não haverá tal mudança.

Por ter começado a escrever ontem, tinha uma idéia relacionada a isso que eu quase esqueço, e demorei alguns minutos agora tentando lembrar, mas, ao vasculhar vários acontecimentos durante alguns minutos, acabei lembrando o que era. A umas três noites atrás, deitado em minha cama com a cabeça a mil, pensei em três assuntos, sendo dois deles não relacionados aqui, que eram uma resolução para um problema encontrado na escrita do livro, e, espero não estar enganado, uma reflexão sobre o lucro que gerou essa frase: O lucro vem do sol e da tecnologia e é determinado pela lei da oferta e procura regulada pelo interesse de consumo e dificuldade de produção (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/16000331632615424). A terceira reflexão relacionada com o tema falado a cima foi sobre o movimento da cultura de acordo com a nossa história, focando-me na cultura intelectual. Esse pensamento foi inspirado na minha professora de história e sociologia, que mesmo sendo racionalizada, luta por seus idéias e valores de forma instintiva, ou seja, luta pelo aquilo que ela acha certo sem se preocupar com a racionalidade, os motivos que formaram aquilo que ela acha errado, e até mesmo, notamos que mesmo ela sendo racionalizada, o “certo” e “errado” estão na perspectiva humana dela, e não propriamente racional, já que para a racionalidade, não existe certo e errado, apenas causas e conseqüências, a menos que certo e errado for atributos de classificação. Sendo assim, eu ampliei este comportamento para os outros pensadores e filósofos famosos, e notei que pelo o que me parece, pelo pouco estudo e conhecimento que eu tenho sobre o assunto, eles agem exatamente dessa forma: tomam uma posição humana e utilizam seus conhecimentos racionais para defender aquela posição humana, e diante da propriedade do instinto controlar o raciocínio e vice-versa, eles acabam produzindo argumentos para defender sua posição humana de qualquer forma, e é com isto que vemos discussões filosóficas sobre o que é melhor. O mesmo acontece com a população inteira na verdade, cada uma se apega aquela posição que melhor lhe beneficia de uma forma geral, porém, quando sua posição muda, seu pensamento demora um pouco para se reformular, mas acaba se reformulando, mas a questão é que os filósofos famosos normalmente se prendem a uma posição humana por serem peculiarmente ligados a elas, após tanto as defender, embora isso seja apenas uma suposição.

Seguindo essa linha de raciocínio, a melhor forma de se tornar um estudioso e entender tudo o que está em volta é não ter posição humana, porque a partir do momento que se tem uma posição, alguns tipos de argumentos serão valorizados pelo instinto e outros serão ignorados, por exemplo, se você fala pra alguém que é feio, mas inteligente, que beleza é importante, e dê um motivo qualquer para justificar isso, e após algum tempo fale que inteligência é importante, e dê outro motivo qualquer para justificar isso, muito provavelmente esta pessoa acabará dando mais importância ao motivo da inteligência que da beleza, principalmente se estes forem contrários. Além disso, quando se toma uma posição, normalmente se relaciona com as coisas com o sentimento, ou seja, “não gosto disso”, “gosto disso”, e este “gostar ou não gostar” irá fazer com que você perca informações para estudo, quando simplesmente você não se relaciona com algo simplesmente por não gostar. Enfim amiguinhos, acho que a postagem chegou no fim, espero alcançar minha meta de quatro postagens por mês, agora vou comprar pão e depois assistir star wars, que nunca assisti direito. Também to mexendo no twitter, é interessante mudar foto, e também imagino quem lê meus tweents. Depois disso acho que vou jogar wesnoth pra aprender estratégia e tática e tal, e também escrever o livro, no fim da noite, como sempre. To a uns três ou dois parágrafos de terminá-lo. Linkin Park realmente é bom, só música das antigas e boas, vou dar pause nessa música e terminar de escutá-la quando voltar eu acho, abraço a todos e até mais.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Estudos das diferenças das fases da vida

Mudança de fase

Olá amiguinhos, estou imerso num tédio profundo, seguido dum calor grande que me dá preguiça de escrever o livro a esta hora. Ultimamente eu tava notando que eu tenho enjoado dos jogos e de usar a internet, principalmente por me focar no livro, e isso me fez lembrar o que quando eu era pequeno, eu imaginava que nunca iria enjoar de jogar, porque é bom, enfim, estou enjoando, embora nem tanto, já que existem alguns jogos aos quais eu ainda me aventuro, porém, principalmente os de estratégias, mas até mesmo estes, quando eu noto que está ficando difícil e que eu tenho que me dedicar pra ficar bom, eu desisto, os jogos de habilidade já são assim por natureza, os jogos que são fácies são perca de tempo, já que não me trazem melhorias nas chances de sobreviver e reproduzir, nem nos conhecimentos e nem nada, as vezes eu só jogo pra passar tempo, mas também eu fico pensando que eu poderia estar fazendo algo melhor, ou simplesmente não consigo me envolver. De qualquer forma, o fato é que eu não consigo mais me envolver porque, devido a experiência adquirida com o livro, eu vejo que há coisas maiores para eu me envolver, que é o mundo dos adultos, e isto me levou a refletir no que, de fato, é o mundo dos adultos. Mas antes de falar sobre isto, vamos as novidades: Parei de jogar Mech Hero novamente, tava ficando difícil, e então eu passei a jogar enigma, joguinho muito bom que mescla um ótimo mecanismo 2D, habilidade e raciocínio, mas ai eu notei que iria demorar de mais pra eu ficar bom e também desisti parcialmente, foi quando eu voltei a jogar wesnoth com meu amigo, e me sinto movido pelo desafio de vencer uma tática dele, mas notei que pra vencer a tática dele, eu preciso, além de raciocínio, conhecimento no jogo, e conhecer sobre o jogo exige esforço e experiência, e isso me fez também meio que desistir de jogar, embora que ainda sim, aquele jogo apresente uma evolução racional grande. Além disso, to quase no final do ano, vamos ver se eu passo não é? É uma pena se alguns amigos forem embora da escola, mas outros virão, e assim segue a vida, e alias, estou virando uma pessoa muito técnica, isso me preocupa um pouco, depois eu penso num equilíbrio harmônico. Ao som de Falamansa, ótimo CD, vamos a postagem.

O que diferencia o mundo dos adultos, dos adolescentes e das crianças? Esta será a pergunta que eu tenho como objetivo responder hoje, e para isto, vamos seguir a ordem de idade, que também é a ordem de amadurecimento dos fatores. Quando se é criança, a principal preocupação do instinto é reter conhecimentos, desenvolver habilidades para depois, na adolescência, poder encontrar uma boa maneira de garantir as chances de sobreviver e reproduzir. Esta característica da criança foi a própria seleção natural que a concedeu, já que como o humano se tornou um ser relativo e perfeitamente adaptável, a melhor coisa para os humanos é ser capaz de se adaptar independente do ambiente a qual ele vive, e a fase infantil é esta fase de adaptação e aprendizagem, quando, segundo informações que eu tenho, as formações neurais começam a se formar, formações estas que irão durar até o fim da vida e sofreram poucas alterações. Na adolescência é quando o corpo humano começa a estar desenvolvido o suficiente pra reproduzir e sobreviver, pois o corpo também está em seu auge hormonal e as células não estão tão velhas assim, além disso, nem o corpo e nem a experiência do adolescente estão desenvolvidos a tal pondo de obter grandes responsabilidades, no mundo paleolítico, a grande responsabilidade seria cuidar do grupo, dos jovens, das crianças, e passar o conhecimento obtido de caça, atualmente, o grupo é contribuir ativamente com a sociedade, assim como ter a um a enorme responsabilidade instintiva de reproduzir (que antes era dada aos jovens com a ajuda dos velhos, mas devido ao custo de ter um e fazê-lo evoluir atualmente, já que antes era só preciso colher, agora é necessário comprar comida e dar educação para chegar ao nível de contribuição social, fica difícil ter filho na adolescência), por causa disto, ao adolescente atualmente é atribuída o dever do amadurecimento técnico e humano, sendo o técnico transmitido pela escola, e o humano transmitido através da convivência com outros humanos, conhecimento este que servirá para instruir bem a próxima geração.

É no período do final da adolescência, geralmente 18 anos, que um humano tem o conjunto de conhecimentos necessários, transmitidos seja da escola, como também dos familiares, além do desenvolvimento mental e corporal quase completo, que ele ganha condições o suficiente para começar a assumir responsabilidades sociais e contribuir com a sociedade. Desta forma, enquanto quando se é criança, a preocupação é brincar pra se desenvolver e conhecer o geral de todas as coisas, adolescente como aprender conhecimentos técnicos e também desenvolver habilidades e conhecimentos sociais complexos, através das experiências de namoro ou jogos (já que jogos exigem um conjunto de habilidades e conhecimentos mais complexos, capazes de serem adaptados a outras situações, bem como serem adaptados para contribuir com a sociedade, além de dar uma falsa impressão de poder ao instinto, já que jogos não geram, de fato, contribuição social), que são muito importantes para adolescência, na fase adulta, o humano já tem condições o suficiente para fazer com que seu esforço gere uma maior quantidade de contribuição social, contribuição esta que o dá mais chances de sobreviver e reproduzir, porque a contribuição social obriga a sociedade a se tornar dependente dele, ou seja, o dinheiro que ele ganha faz com que as pessoas façam o que ele quer, sendo assim, ele perde o interesse pelos jogos, já que o ambiente ao qual ele está imergido, e que exige toda a atenção dele para que ele ganhe o máximo, que é a contribuição social, faz com que se esse esforço for direcionado para os jogos, isto se configure uma perca de chances de reprodução e sobrevivência. O humano contribui com a sociedade uns trinta anos, ou quarenta, ou seja, dos 20 aos 60, quando ele se aposenta, e no meio deste período, o humano passa por várias fases, dentre casar e ter filho, importantes, já que o casamento significa que sua evolução será redirecionada para o filho com aquela pessoa, e que você irá se preocupar com o bem-estar daquela pessoa sempre. Na fase idosa, o humano acaba por viver de tudo o que ele construiu, que caso não seja acumulado pessoalmente, a sociedade tem obrigação de o dar, mas em menor quantidade, já que aquele acumulo dele foi depositado na sociedade e ele precisa viver, além disso, toda a sua experiência e tempo livre acaba sendo depositado para ajudar os filhos e os netos, para que estes tenham mais chances de reproduzir e sobreviver, contribuindo assim com o futuro da geração, e também ajudar a si mesmo se desnecessário, já que seu instinto entende que morte está próxima graças as condições humanas, por isso, o instinto prefere se preocupar com os filhos e os netos, que são a continuação de tudo o que foi construído em vida, para que a evolução não se perca.

Enfim, no momento eu estou numa fase de transição entre adolescente e adulto, pois passei muito tempo me preocupando com os jogos, desenvolvimento minhas habilidades abstratas e tal, e agora me sinto pronto pra adentrar no mundo adulto através do meu livro (ou não), além disso, ao escutar o cd de Falamansa a escrever, notei que o Cd passou bem rápido e eu curti pouco, nem notei passar, por isso eu não gosto muito de escutar música enqunato escrevo, jogo ou converso, embora tenham algumas musicas que só sejam boas assim, e que ao prestar atenção, nem trazem muita sensação boa, e isto se mostra um interessante tópico a ser estudado. Outra coisa que eu notei é que eu já falei sobre este assunto no blog, mas de forma menos explicada, ou não sei, na verdade eu lembro pouco, portanto, não seria errado considerar essa postagem como um update (pra não falar que eu to repetindo o tema, pois já são tantas postagens que eu nem lembro mais sobre o que eu falei) de uma opinião ou da postagem, aqui vai o link: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/01/diferenca-filosoficas-basica-entre-as.html . No mais amiguinhos, espero daqui a umas três ou quatro horas, começar a produção do meu livro, uma boa noite pra vocês e até a próxima postagem, abraços. OBS: Ao termianr de escrever isso aqui, eu notei que no quesito sentimental, eu ainda sou meio adolescente, isto se deve porque a transição ainda não foi muito bem feita, já que se considera que um adulto já tenha os conhecimentos humanos necessários para chegar a cortejar uma mulher, enquanto o adolescente ainda está desenvolvendo.