segunda-feira, 19 de junho de 2017

O Deus a que eu sirvo


      O Deus a que eu sirvo é o Deus do Amor, da Verdade e da Justiça. Porém, muitos pensam que estes são valores intangíveis à natureza humana. Para provar que não, para provar que é possível ser como Deus, ele nos enviou seu filho em carne humana, com as mesmas fraquezas para pecar, porém com o poder divino para saciar seus pecados. No entanto, o filho, buscando ser a imagem e semelhança de seu pai, não buscou uma solução divina para seus problemas, mas sim a oração, a fé e e a vida, coisas alcançáveis a qualquer ser humano. Ele demonstrou, portanto, que este é o caminho que Deus quer que sigamos para que alcancemos verdadeiramente a Ele, nosso criador. Sendo Jesus aquele que trilhou o caminho, Jesus é o exemplo, o próprio caminho, que demonstra que há homem, além do pecado vindo da carne, valores divinos que o tornam semelhantes ao Pai, pois foi assim que ele nos criou. Jesus validou seu amor, sua verdade e sua justiça quando aceitou seu destino na cruz, mostrando que ele é verdadeiramente o pai. Ressuscitou, no entanto, para demonstrar o milagre divino que há em todo ser humano de sair de sua vida de carne para vida santa que Deus espera de nós. Levemos, portanto, a notícia de que é possível ser como Jesus, para aqueles tocados pelo espírito santo saibam o que verdadeiramente os tocou, para então construirmos verdadeiras obras santas para agradarmos alegremente ao pai e anunciarmos a volta de Cristo a terra.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Não existem humanos sagrados, existem apenas humanos.


O humano sagrado é aquele que busca puramente o eterno. Mas ele tende a ser corrupto por sua própria natureza, pois sua constituição é efêmera. Chegamos aqui a um paradoxo: como buscar sagrado e ao mesmo tempo não ser corrupto? É possível encontrar na efemeridade no eterno e vice-versa? Sim, e a solução é a existência!

O humano existe através do trabalho e da família. Estes são os atributos sagrados de todo ser humano, que ao mesmo tempo são efêmeros. Somente através do amor esta construção resistirá a corrupção, que é o teste ao sagrado, pois apenas o que não é sagrado se corrompe.

O amor, que surge somente através da fé no sagrado, é o que é capaz de enxergar na corrupção o que é eterno. Mas sem corrupção, para onde o amor olharia e como se definiria o sagrado? A corrupção faz parte do amor, porque o amor é a ponte entre o sagrado e o efêmero.

Prova disto são os sistemas construídos através de desejos: e uma vez que o desejo seja consumido, este sistema perde seu fundamento. Mas são estes sistemas, efêmeros, que permitem a existência, e é através deles que aqueles que amam validam o seu amor ao buscar o eterno. Sem a contribuição destes, que encontraram o sagrado, o ser humano estaria perdido e não teria a base para criar nenhum dos seus sistemas.

O amor é a solução do paradoxo da existência, e por isto mesmo é uma propriedade que sempre emergirá dos seres humanos: bem como o sagrado e o efêmero, bem como o pecado e a virtude. Sem erros não há acertos: mas que o amor seja o maior aprendizado, pois esta é a maior validação da existência humana.


PS: Seja santo, mas não aparenta o ser. Pois sendo tu santo assustarás quem é do mundo, e tirará dele a oportunidade de ser como tu. Aparenta, portanto, normalidade, quando realmente és santo, e deixas que isto seja demonstrado, através do tempo, para o mundano. Pois verdade é que, antes de Santo, sós humanos, e aparentar santidade todo tempo é mentira. Verdade é também que haverá tempo apropriado para demonstrares tua santidade, principalmente naqueles aonde a igreja se reúne para demonstrar sua fé, sua alegria e sua graça. Neste tempo, também demonstrarás ao mundano que, para ser santo, não é preciso muito além de acreditar e não desistir de viver em santidade.