quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Reflexões sobre qualquer coisa para fim de ano

Postagens de bobagens para o fim de ano

Olá amiguinhos, nossa, já estamos no penúltimo dia do ano. Eu vou escrever mais para manter a meta de quatro postagens por dia, está cada vez mais difícil de mantê-la. Neste momento estou escutando red hot chili peppers, e realmente fico na duvida se presto atenção na música ou escrevo, mas bem, eu nunca vou ter tempo de apenas prestar atenção na musica mesmo, a menos que esteja dirigindo ou dançando, alias, nem assim, muito complicado isso. Realmente não sei sobre o que falar hoje, tenho muitas idéias, muitas delas relacionadas com o livro, ou sobre o livro, por isso não as escrevo aqui, e sobre o livro, devo admitir que estou tendo um resultado realmente satisfatório, embora demorado porque eu tive que pesquisar, muito mais do que esperado, mas eu estou aprendendo bastante, a propósito, a parte de pesquisa bruta já acabou, e agora provavelmente meu ritmo vai se acelerar muito, fiz uma página em um dia e revisei em apenas meia hora hoje, o que me deixa com tempo livre pra escrever aqui, na verdade, se compararmos com antes, que era meio parágrafo por dia, dá pra sentir a diferença de ritmo. Bem, estou viciado em The big bang theory, nossa, a Penny é linda e os personagens bem elaborados e muito engraçados, enfim, quando acabar vou sentir tanta saudade quanto eu senti com “the guild”, possivelmente. Jogando também Wesnoth, acabei de fazer uma sugestão sobre a criação de um macro de probabilidades de vitória por facção para auxiliar o desenvolvimento de novos mapas, pois eu comecei a fazer novamente, vamos ver o que vai dar essa rápida aventura artística. As vezes me pergunto se esses vícios paralelos não atrapalham o desenvolvimento do meu livro, mas é complicado quantificar todas as necessidades humanas, inclusive do quanto de diversão é necessário ou não, ou se é necessária, embora que teoricamente seja, e escrever meu livro não está sendo algo gratificante no sentido de esforço/recompensa, por isso desestimula, embora seja gratificante de certo modo e eu tenha esperanças de que ele realmente vá dar certo, sem contar com meus planos paralelos.

Dentre esses planos paralelos, estão o manifesto evolutivo e a apresentação do meu livro em faculdades, e se caso algo der errado, ter uma vida técnica e pragmática. Ah! Merda, eu realmente não sei sobre o que escrever. Ok, tudo bem, parece que eu estou escrevendo para o twitter agora, que a propósito, tenho atualizado bastante, escrevendo sempre entre 135-140 caracteres, e eu acho tão legal isso. Ter trocado a foto da minha gosminha por uma foto minha realmente foi interessante, mudou totalmente a imagem que se passava do meu twitter, resultado: satisfatório. Aproveitado a ocasião de sem assunto: Eu estive pensando, mais uma vez, sobre a estrutura de nossa sociedade, é interessante pensarmos que com a psicologia evolutiva, podemos classificar com certo atributo cientifico coisas antes não classificáveis, como bem e mal, embora que não defina, o que de certa forma, para alguns, continua sendo a mesma coisa, e para mim, ter argumentos para a classificação permite um melhor estudo, analise, além do instintivo. Notemos também que o meu livro tem como propósito, não dizer que o sentimento está errado, e sim explicá-lo, e apenas isso, e cada pessoa faça o que quiser comi sua explicação, e eu gosto disso. Faz tanto tempo que eu não me permitia tanta pessoalidade no meu blog, pelo o que eu lembre, é até interessante estar escrevendo isso, e eu sei que ninguém vai ler mesmo, embora eu entenda a atitude destas pessoas, pois a expectativa que se tem ao entrar na internet é de fazer coisas rápidas, por isso, um blog com o intuito de pegar leitores causais deve utilizar uma “tecnologia”, ou “arte”, se preferirem, de ser rápido e preciso, e é interessante como a maioria dos blogueiros e vlogers sabem disso, e por isso fazem seus blogs e vídeos rápidos e direto ao ponto, o que não é de todo ruim, embora, de tão rápido que seja, as vezes falta o que assistir destas pessoas que fazem coisas rápidas, o que me faz recorrer ao TBBT. Nota: eu twitto mais quando estou sozinho, e essas madrugadas eu tenho passado sozinho, então eu to twittando mais essas madrugadas.

Enfim, para encerra, o cd do RHCP já está no final, acho que eu curti, embora não tenha feito muita diferença escrever com ou sei, na verdade não sei, mas é bom ter uma música de fundo, de qualquer forma, isso é um dilema que as vezes eu tenho, respeitar o artista e não escutá-lo como música de fundo, e apenas prestando atenção, embora eu nunca faça isso, ou escutá-lo sem prestar atenção e como música de fundo. Enfim, não sei. No mais, considerarmos essa postagem como postagem especial de bobagens de fim de ano, mas ninguém lerá de qualquer forma, e este ultimo parágrafo realmente será curtinho, embora eu odeie isso, e até enrolo quando isto acontece no meu livro, quero nem saber. Mas no blog será permitido, porque ninguém lerá, eu não tenho essa expectativa, e nossa como o dia está ótimo para uma praia, red hot lembra praia, esse som e esse vento lembra praia, meu deus, uma ultima coisa: esse ano eu escrevi menos postagens que o ano passado, embora devamos admitir que eu escrevi dois livros durante este tempo, certo. Também pretendia fazer umas postagens com as imagens que eu gosto, talvez eu o faça para inaugurar o ano, pois é, seria um bom tema, já que eu estou cada vez mais tendo dificuldade de tê-los, embora que se eu botasse meu livro aqui, separado, três páginas por postagens, daria mais de cinqüenta postagens, risos. Abraços a todos e até mais. Ah, e a propósito, feliz natal atrasado.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Reflexões sobre movimento das posições culturais e intelectuais, além de outros segundo a psicologia evolutiva

Movimentos Intelectuais

Galera, não vou mentir, ta cada vez mais difícil atualizar esse blog. A propósito, se vocês notaram que eu parei de usar o “Olá amiguinhos”, estão certos, provavelmente eu estou mudando, e isso se reflete também nos meus objetivos e além disso, a obrigação de utilizar o “olá amiguinhos” parece ter tirado seu sentido, por isso eu quero chacoalhar pra ver o que realmente está firme e o que está desnecessário, apenas de enfeite. De qualquer forma, mudar a proposta do blog se torna uma tarefa relativamente difícil, porque ele no começo, surgiu como uma coisa legal, e evoluiu para um registro de idéias, que se torna desnecessário, já que eu escrevo pra ninguém ler. Escrever pra alguém ler também não me agrada, é chata a obrigação de escrever coisas boas e fazer bem feito, na verdade é necessário muito empenho para que este objetivo seja alcançado, coisa que eu não tenho. Enfim, com minhas constantes conversas com meu amigo Bruno, notei faltava alguns complementos em minhas pesquisas, e me confirmou que é um erro fechar minhas idéias ao meu mundo, principalmente devido ao fato das experiências feitas em mim mesmo serem um tanto quanto limitadas, o que eu preciso mesmo é de uma fonte de fatos mais abrangente para que eu possa refinar ainda mais meus métodos, além de organizá-los. Neste livro, escrevei apenas a base de toda a aplicação da teoria, e ele terá como principal objetivo, fazer as pessoas refletirem de forma cientifica e ter um maior conhecimento sobre as possibilidades humanas, o que nem sempre encontramos por ai, porém, eu notei que, de um modo ou outro, mudar o mundo é muito mais difícil do que se imaginava, e que os distúrbios realmente mais complicados devido a propriedades que eu descobri a pouco tempo, que na verdade, eu “defini” a pouco tempo, na verdade to começando a definir agora, vamos a postagem.

Parei de escrever essa postagem ontem, salvando-a num documento chamado “Terminar depois”, pois bem, estou terminando agora ao som de Linkin Park, só pra matar as saudades dos velhos tempos de adolescente (ou pré-adolescente), enfim, tempos de nostalgia. Continuando, eu ia falar que eu descobri uma propriedade no humano muito importante, que determina suas expectativas de evolução, porém, lembrei que já tinha descoberto, e inclusive, escrito essa teoria no meu livro, no capítulo sobre “poderes humanos e formação de valores”, de qualquer forma, eu não dei a devida atenção a esta propriedade, que é bastante importante. Foi explicá-la de forma resumida: O mesmo elemento que me faz ter nostalgia ao escutar música (exemplo gerado ao acaso), é também o elemento que me faz apegar as minhas idéias e filosofia, pois são de grande valorização do instinto por nos associar a um bom passado, a boas pessoas que nos fizeram bem, sendo assim, o nosso instinto valoriza e se apega a isso, e monta sua vida através dessas expectativas, portanto, mudar de expectativas seria algo como mudar de vida, como se tudo vivido anteriormente não tivesse tido valor, por isso, quanto mais velha a pessoa fica, mais difícil se torna para mudá-la. Esta propriedade deve ser levada muito em consideração enquanto se analisa a psicologia de alguém e se decide qual a melhor forma de se manipular algum fator para, por exemplo, diminuir o agravamento de algum distúrbio ou trama, já que estes também se ligam a filosofia, que se ligam a propriedade de expectativa criada durante a vida. É como eu costumo dizer, dez anos de comportamento com distúrbios não podem ser resolvidos em dez dias, a menos que a técnica seja totalmente ultra-avançada e as condições sejam todas favoráveis, coisa muito, muito rara de acontecer. Normalmente as pessoas acabam mudando de posição com os avanços tecnologicos, que deixa uma pessoa pobre em rica por exemplo, ou que descobre algum novo conhecimento, ou novas situações que a demonstram novos sentimentos ou novas situações aos quais os humanos podem se encontrar, coisa obtida através da experiência de viver, ou seja, entender a relatividade humana. Porém, normalmente quando há mudança na posição, é porque este novo conhecimento os possibilita adotar posições que melhore suas chances de sobreviver e reproduzir, caso contrário, provavelmente não haverá tal mudança.

Por ter começado a escrever ontem, tinha uma idéia relacionada a isso que eu quase esqueço, e demorei alguns minutos agora tentando lembrar, mas, ao vasculhar vários acontecimentos durante alguns minutos, acabei lembrando o que era. A umas três noites atrás, deitado em minha cama com a cabeça a mil, pensei em três assuntos, sendo dois deles não relacionados aqui, que eram uma resolução para um problema encontrado na escrita do livro, e, espero não estar enganado, uma reflexão sobre o lucro que gerou essa frase: O lucro vem do sol e da tecnologia e é determinado pela lei da oferta e procura regulada pelo interesse de consumo e dificuldade de produção (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/16000331632615424). A terceira reflexão relacionada com o tema falado a cima foi sobre o movimento da cultura de acordo com a nossa história, focando-me na cultura intelectual. Esse pensamento foi inspirado na minha professora de história e sociologia, que mesmo sendo racionalizada, luta por seus idéias e valores de forma instintiva, ou seja, luta pelo aquilo que ela acha certo sem se preocupar com a racionalidade, os motivos que formaram aquilo que ela acha errado, e até mesmo, notamos que mesmo ela sendo racionalizada, o “certo” e “errado” estão na perspectiva humana dela, e não propriamente racional, já que para a racionalidade, não existe certo e errado, apenas causas e conseqüências, a menos que certo e errado for atributos de classificação. Sendo assim, eu ampliei este comportamento para os outros pensadores e filósofos famosos, e notei que pelo o que me parece, pelo pouco estudo e conhecimento que eu tenho sobre o assunto, eles agem exatamente dessa forma: tomam uma posição humana e utilizam seus conhecimentos racionais para defender aquela posição humana, e diante da propriedade do instinto controlar o raciocínio e vice-versa, eles acabam produzindo argumentos para defender sua posição humana de qualquer forma, e é com isto que vemos discussões filosóficas sobre o que é melhor. O mesmo acontece com a população inteira na verdade, cada uma se apega aquela posição que melhor lhe beneficia de uma forma geral, porém, quando sua posição muda, seu pensamento demora um pouco para se reformular, mas acaba se reformulando, mas a questão é que os filósofos famosos normalmente se prendem a uma posição humana por serem peculiarmente ligados a elas, após tanto as defender, embora isso seja apenas uma suposição.

Seguindo essa linha de raciocínio, a melhor forma de se tornar um estudioso e entender tudo o que está em volta é não ter posição humana, porque a partir do momento que se tem uma posição, alguns tipos de argumentos serão valorizados pelo instinto e outros serão ignorados, por exemplo, se você fala pra alguém que é feio, mas inteligente, que beleza é importante, e dê um motivo qualquer para justificar isso, e após algum tempo fale que inteligência é importante, e dê outro motivo qualquer para justificar isso, muito provavelmente esta pessoa acabará dando mais importância ao motivo da inteligência que da beleza, principalmente se estes forem contrários. Além disso, quando se toma uma posição, normalmente se relaciona com as coisas com o sentimento, ou seja, “não gosto disso”, “gosto disso”, e este “gostar ou não gostar” irá fazer com que você perca informações para estudo, quando simplesmente você não se relaciona com algo simplesmente por não gostar. Enfim amiguinhos, acho que a postagem chegou no fim, espero alcançar minha meta de quatro postagens por mês, agora vou comprar pão e depois assistir star wars, que nunca assisti direito. Também to mexendo no twitter, é interessante mudar foto, e também imagino quem lê meus tweents. Depois disso acho que vou jogar wesnoth pra aprender estratégia e tática e tal, e também escrever o livro, no fim da noite, como sempre. To a uns três ou dois parágrafos de terminá-lo. Linkin Park realmente é bom, só música das antigas e boas, vou dar pause nessa música e terminar de escutá-la quando voltar eu acho, abraço a todos e até mais.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Estudos das diferenças das fases da vida

Mudança de fase

Olá amiguinhos, estou imerso num tédio profundo, seguido dum calor grande que me dá preguiça de escrever o livro a esta hora. Ultimamente eu tava notando que eu tenho enjoado dos jogos e de usar a internet, principalmente por me focar no livro, e isso me fez lembrar o que quando eu era pequeno, eu imaginava que nunca iria enjoar de jogar, porque é bom, enfim, estou enjoando, embora nem tanto, já que existem alguns jogos aos quais eu ainda me aventuro, porém, principalmente os de estratégias, mas até mesmo estes, quando eu noto que está ficando difícil e que eu tenho que me dedicar pra ficar bom, eu desisto, os jogos de habilidade já são assim por natureza, os jogos que são fácies são perca de tempo, já que não me trazem melhorias nas chances de sobreviver e reproduzir, nem nos conhecimentos e nem nada, as vezes eu só jogo pra passar tempo, mas também eu fico pensando que eu poderia estar fazendo algo melhor, ou simplesmente não consigo me envolver. De qualquer forma, o fato é que eu não consigo mais me envolver porque, devido a experiência adquirida com o livro, eu vejo que há coisas maiores para eu me envolver, que é o mundo dos adultos, e isto me levou a refletir no que, de fato, é o mundo dos adultos. Mas antes de falar sobre isto, vamos as novidades: Parei de jogar Mech Hero novamente, tava ficando difícil, e então eu passei a jogar enigma, joguinho muito bom que mescla um ótimo mecanismo 2D, habilidade e raciocínio, mas ai eu notei que iria demorar de mais pra eu ficar bom e também desisti parcialmente, foi quando eu voltei a jogar wesnoth com meu amigo, e me sinto movido pelo desafio de vencer uma tática dele, mas notei que pra vencer a tática dele, eu preciso, além de raciocínio, conhecimento no jogo, e conhecer sobre o jogo exige esforço e experiência, e isso me fez também meio que desistir de jogar, embora que ainda sim, aquele jogo apresente uma evolução racional grande. Além disso, to quase no final do ano, vamos ver se eu passo não é? É uma pena se alguns amigos forem embora da escola, mas outros virão, e assim segue a vida, e alias, estou virando uma pessoa muito técnica, isso me preocupa um pouco, depois eu penso num equilíbrio harmônico. Ao som de Falamansa, ótimo CD, vamos a postagem.

O que diferencia o mundo dos adultos, dos adolescentes e das crianças? Esta será a pergunta que eu tenho como objetivo responder hoje, e para isto, vamos seguir a ordem de idade, que também é a ordem de amadurecimento dos fatores. Quando se é criança, a principal preocupação do instinto é reter conhecimentos, desenvolver habilidades para depois, na adolescência, poder encontrar uma boa maneira de garantir as chances de sobreviver e reproduzir. Esta característica da criança foi a própria seleção natural que a concedeu, já que como o humano se tornou um ser relativo e perfeitamente adaptável, a melhor coisa para os humanos é ser capaz de se adaptar independente do ambiente a qual ele vive, e a fase infantil é esta fase de adaptação e aprendizagem, quando, segundo informações que eu tenho, as formações neurais começam a se formar, formações estas que irão durar até o fim da vida e sofreram poucas alterações. Na adolescência é quando o corpo humano começa a estar desenvolvido o suficiente pra reproduzir e sobreviver, pois o corpo também está em seu auge hormonal e as células não estão tão velhas assim, além disso, nem o corpo e nem a experiência do adolescente estão desenvolvidos a tal pondo de obter grandes responsabilidades, no mundo paleolítico, a grande responsabilidade seria cuidar do grupo, dos jovens, das crianças, e passar o conhecimento obtido de caça, atualmente, o grupo é contribuir ativamente com a sociedade, assim como ter a um a enorme responsabilidade instintiva de reproduzir (que antes era dada aos jovens com a ajuda dos velhos, mas devido ao custo de ter um e fazê-lo evoluir atualmente, já que antes era só preciso colher, agora é necessário comprar comida e dar educação para chegar ao nível de contribuição social, fica difícil ter filho na adolescência), por causa disto, ao adolescente atualmente é atribuída o dever do amadurecimento técnico e humano, sendo o técnico transmitido pela escola, e o humano transmitido através da convivência com outros humanos, conhecimento este que servirá para instruir bem a próxima geração.

É no período do final da adolescência, geralmente 18 anos, que um humano tem o conjunto de conhecimentos necessários, transmitidos seja da escola, como também dos familiares, além do desenvolvimento mental e corporal quase completo, que ele ganha condições o suficiente para começar a assumir responsabilidades sociais e contribuir com a sociedade. Desta forma, enquanto quando se é criança, a preocupação é brincar pra se desenvolver e conhecer o geral de todas as coisas, adolescente como aprender conhecimentos técnicos e também desenvolver habilidades e conhecimentos sociais complexos, através das experiências de namoro ou jogos (já que jogos exigem um conjunto de habilidades e conhecimentos mais complexos, capazes de serem adaptados a outras situações, bem como serem adaptados para contribuir com a sociedade, além de dar uma falsa impressão de poder ao instinto, já que jogos não geram, de fato, contribuição social), que são muito importantes para adolescência, na fase adulta, o humano já tem condições o suficiente para fazer com que seu esforço gere uma maior quantidade de contribuição social, contribuição esta que o dá mais chances de sobreviver e reproduzir, porque a contribuição social obriga a sociedade a se tornar dependente dele, ou seja, o dinheiro que ele ganha faz com que as pessoas façam o que ele quer, sendo assim, ele perde o interesse pelos jogos, já que o ambiente ao qual ele está imergido, e que exige toda a atenção dele para que ele ganhe o máximo, que é a contribuição social, faz com que se esse esforço for direcionado para os jogos, isto se configure uma perca de chances de reprodução e sobrevivência. O humano contribui com a sociedade uns trinta anos, ou quarenta, ou seja, dos 20 aos 60, quando ele se aposenta, e no meio deste período, o humano passa por várias fases, dentre casar e ter filho, importantes, já que o casamento significa que sua evolução será redirecionada para o filho com aquela pessoa, e que você irá se preocupar com o bem-estar daquela pessoa sempre. Na fase idosa, o humano acaba por viver de tudo o que ele construiu, que caso não seja acumulado pessoalmente, a sociedade tem obrigação de o dar, mas em menor quantidade, já que aquele acumulo dele foi depositado na sociedade e ele precisa viver, além disso, toda a sua experiência e tempo livre acaba sendo depositado para ajudar os filhos e os netos, para que estes tenham mais chances de reproduzir e sobreviver, contribuindo assim com o futuro da geração, e também ajudar a si mesmo se desnecessário, já que seu instinto entende que morte está próxima graças as condições humanas, por isso, o instinto prefere se preocupar com os filhos e os netos, que são a continuação de tudo o que foi construído em vida, para que a evolução não se perca.

Enfim, no momento eu estou numa fase de transição entre adolescente e adulto, pois passei muito tempo me preocupando com os jogos, desenvolvimento minhas habilidades abstratas e tal, e agora me sinto pronto pra adentrar no mundo adulto através do meu livro (ou não), além disso, ao escutar o cd de Falamansa a escrever, notei que o Cd passou bem rápido e eu curti pouco, nem notei passar, por isso eu não gosto muito de escutar música enqunato escrevo, jogo ou converso, embora tenham algumas musicas que só sejam boas assim, e que ao prestar atenção, nem trazem muita sensação boa, e isto se mostra um interessante tópico a ser estudado. Outra coisa que eu notei é que eu já falei sobre este assunto no blog, mas de forma menos explicada, ou não sei, na verdade eu lembro pouco, portanto, não seria errado considerar essa postagem como um update (pra não falar que eu to repetindo o tema, pois já são tantas postagens que eu nem lembro mais sobre o que eu falei) de uma opinião ou da postagem, aqui vai o link: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/01/diferenca-filosoficas-basica-entre-as.html . No mais amiguinhos, espero daqui a umas três ou quatro horas, começar a produção do meu livro, uma boa noite pra vocês e até a próxima postagem, abraços. OBS: Ao termianr de escrever isso aqui, eu notei que no quesito sentimental, eu ainda sou meio adolescente, isto se deve porque a transição ainda não foi muito bem feita, já que se considera que um adulto já tenha os conhecimentos humanos necessários para chegar a cortejar uma mulher, enquanto o adolescente ainda está desenvolvendo.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Reflexões sobre o liberalismo econômico e as mudanças na tecnologia

Adam Smith e o Liberalismo atualmente

Olá amiguinhos, finalmente eu terminei o surgimento da economia, e ficou bem satisfatório, embora eu realmente tenha demorado. Notei que meu rendimento ao escrever o livro tem decaído muito, principalmente por eu estar cada vez mais precisando pesquisar pra escrever as coisas que eu falo no livro, pelo pouco conhecimento que eu tinha antes, de qualquer forma, isto têm se mostrado bastante proveitoso para o meu crescimento pessoal, por isso eu não considero essa experiência negativa, e além disso, mais uma vez me encontrei trancado numa parte do livro, sem conseguir sair dela, pois tudo o que eu escrevia parecia desorganizado e incompleto, e é incrível que quando sempre que isto acontece, significa que eu utilizei os princípios mecânicos de desenvolvimento teórico de forma errônea, e é incrível também como estes princípios se guiam por si sós enquanto escrevemos. Hoje irei começar a falar sobre o desenvolvimento e já tenho uma noção sobre como irei fazer isso, coisa que me tranqüiliza. Fiz prova hoje, cheguei cedo, to jogando mech hero, escutando alguma música e escrevendo, embora eu não goste de escutar música enquanto eu escrevo, mas daqui a pouco vou assistir TV globinho, faz tempo que eu não assisto, hehehe. Eu tenho alguns assuntos interessantes para falar, mas eu vou pô-los no livro, em forma de tópicos de encerramento, tais como dualidade entre esforço x técnica, evolução levada pela sobrevivência x reprodução, por isso, o que eu vou falar aqui hoje é sobre uma observação que fiz quanto ao modelo teórico de Adam Smith, modelo cujo qual eu não tenho certeza se compreendo ou não, mas pelo o que eu compreendo, o que entra de acordo com os resumos vistos por aí, dá pra ter uma razoável noção de quais são os princípios que levaram a formação do modelo a qual ele defende como melhor. Notem uma coisa interessante também, vou defender um ponto de vista de uma pessoa antiga, mas que ainda sim pode ser aplicado hoje em dia, como tantos filosóficos, mas que sua aplicação hoje em dia assume diferentes conseqüências do que aconteceria antigamente, principalmente devido a diferença cultural e econômica que temos, o que leva também a uma diferença política. Vamos à postagem.

Adam Smith viveu numa época a qual surgia as primeiras noções de modelos econômicos, os governos vigentes, com pouca a experiência sobre o assunto vindas dos acontecimentos do império romano, dentre outros, além de querer seu próprio beneficio, criava empresas que dominavam o monopólio do mercado, e não permitia que ninguém mais criasse empresas comercializando o mesmo produto, além disso, a riqueza de um país era medida pela sua quantidade de metais valiosos, que eram principalmente o ouro e a prata, e não pela força de trabalho de sua população. Ele fez parte do movimento iluminista, movimento guiado pelos comerciantes que notavam na livre economia e no poder na mão deles e por merecimento, em vez de na mão dos nobres por hereditariedade, a melhor forma para fazer nossa sociedade evoluir. Adam Smith argumentava que a melhor forma de economia era aquela livre, que as pessoas fizessem as coisas por seu próprio interesse, e sendo essas coisas feitas da maneira certa, acabava contribuindo para a sociedade, e se fosse feita de maneira errada, como os crimes, seria recriminado, e com o tempo, uma “mão invisível” iria guiar a sociedade pelo melhor caminho econômico a qual ela pode pegar. Temos então que uma sociedade da forma que ele imaginou, onde as pessoas levadas pelo instinto de querer se tornar melhor, iriam procurar as melhores formas de contribuir com a sociedade, por meio do poder social, ou seja, toda qualidade que possa fazer bem a sociedade, que são as outras pessoas, para então se investir nesse poder social em próprio interesse instintivo, acabando por conseqüência, contribuindo com a sociedade, desta forma, cada pessoa iria procurar na sua sociedade, uma forma de melhorar, e o que não estivesse tão bom quanto poderia ser, seria melhorado por aqueles que querem se tornar melhores, e por isso às coisas acabaria se tornando melhor de qualquer forma, ao contrario do que era feito naquela época, que as pessoas simplesmente não tinham chance de melhorar por causa de impedimentos culturais ou políticos, tais como as classes sociais, impedimentos estes impostos pelas pessoas que dominam a política ou a cultura, como a nobreza e a igreja, por isso, Adam Smith não aconselhava o intrometimento do estado nos assuntos econômicos. Atualmente esta idéia ainda é posta em prática, e ela se chama liberalismo. Existem pessoas que a defendem, outras que consideram que o estado deveria controlar os meios econômicos para melhor beneficio da população, pois acreditam que o acumulo de renda provocada pelo liberalismo é uma coisa desfavorável e conseqüência da liberdade e do instinto humano de ganância.

Segundo minha visão de mundo, as idéias de Adam Smith, para o tempo dele, são totalmente válidas, pois naquele tempo, o conhecimento técnico era simples, pois uma pessoa bem empenhada, se interessada, poderia aprender o conjunto de conhecimentos necessários para exercer uma profissão e fazer competência a aquelas que dominam o mercado, e as pessoas iriam fazer concorrência no que tivesse mercado, contudo, a coisa começa a se tornar complicada com o surgimento da tecnologia e dos enormes investimentos que devem ser feitos para montar uma empresa grande ou de produtos complexos, isto acaba por violar a visão de mundo vista por Adam Smith, já que como poucas pessoas tem capacidade de montar tais empresas, o mercado fica carente e sem concorrência, havendo um monopólio não do melhor produto, mas sim do produto a qual uma única pessoa pode fazer em sua região. Nestes casos, a intervenção do governo é necessária para que não haja injustiças com a população nem com os empregados, além disso, o governo que também trabalha como um mediador entre os interesses da população, da cultura, e da economia, dos empresários, também é bastante interessante, já que sem isso, a população e a economia brigariam constantemente, cada um querendo apenas o seu bem, e esquecendo-se do que o país realmente precisa para crescer, como foi o caso de umas greves que ocorreram no Brasil, onde os empregados exigiam mais do que os empresários podiam dar, causando por conseqüência, uma bolha econômica que acabou prejudicando a economia futuramente. Por isso, acabo me tornando a favor da intervenção do governo em certos casos. O interessante é que qualquer empresa motivada pela concorrência e competição acaba sendo mais produtiva que uma empresa que tem o monopólio, justamente porque a concorrência acaba por instigar mais o instinto humano, e como a empresa é feita de humanos, instiga também o instinto da empresa, por isso eu sou a favor que as empresas sejam livres para ganhar de acordo com o seu livre interesse, desde que o conhecimento seja distribuído igualmente para que haja a concorrência e tudo mais.

É interessante notarmos que, para to tempo Adam Smith, sua idéia era a melhor, contudo, se nós adicionarmos o avanço tecnológico que torna inviável a concorrência a qual ele tanto prezava, notamos que seu modelo de não interferência governamental não é o mais eficaz para o bem geral da população, por isso, seguir suas idéias a priori não é o que mais beneficiaria nossa população atualmente. Essa questão de evolução incentivada por sobrevivência e evolução incentivada por reprodução se aplica, por exemplo, a empresas que competem e empresas que não competem, onde a primeira tem uma tendência maior a gastar esforços humanos para melhorar que a segunda, coisa que eu pretendo explicar no final do meu livro, por isso não vou entrar em detalhes agora. Do mesmo jeito que Adam Smith, acredito que seja razoável que outros filósofos ou teóricos de antigamente, ao entrarem em contato com nossa nova realidade, tenham grandes chances de aperfeiçoar, adaptar ou até mesmo mudar suas idéias, acho um desperdício ignorar todo o conhecimento científico atualmente, e isto leva a concepção de filosofia a qual irei expor no meu livro. Com isso amiguinhos, termino essa postagem, sei que escrevi desorganizado como sempre, mas de qualquer forma, pouca gente lê isso aqui mesmo, que fique para registro essa minha idéia. Também escrevi hoje para manter minha meta racional de quatro postagens por mês, abraços e até a próxima postagem.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Estudos sobre as o cérebro humano e sua estrutura de desenvolvimento

Um pouco mais a mente humana e seu desenvolvimento

Olá amiguinhos, faz realmente muito tempo que eu não posto, isto se deve ao estar jogando Mech Hero e escrevendo muito, geralmente, ou eu estou fazendo um, ou outro, ou ainda no MSN e raramente, assistindo a vídeos. De qualquer forma, soube de uma noticia que me deixou muitíssimo aliviado, The Guild provavelmente será traduzido fim do ano, mas o que realmente importante: Será traduzido. Isto realmente me deixa feliz, quero re-assistir tudo de novo, duas vezes. Quanto ao livro, vai andando, utilizando os métodos racionais está previsto pra terminar o fim de ano, to entrando em desenvolvimento da economia, e quando eu sem aula, ficará melhor para escrever. Agora mesmo estou escutando uma seleção de músicas feita por meu amigo, ok, chega de novidades, não é? Vamos a postagem. Eu estava pensando esses dias sobre a mente humana, as informações que eu tenho dela, meus pré-supostos e tudo mais, e então tentei aprimorar o modelo já mostrado neste link: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/ola-amigunhos-hoje-to-sem-muita-vontade.html e será nesta postagem que eu irei apresentar minhas conclusões. Esses dias meu professor me falou que as estruturas neuras de uma pessoa se definem quando ela é criança, e que estas ligações começam a se desfazer enquanto a pessoa vai se tornando velho, e é por isto que há problemas de memória e inteligência na velhice. Embora eu também acredite que a falta de compromisso com a evolução que há na velhice também interfira nisso, fazendo com que o idoso se torne mais passivo a tédio e de aceitar as coisas, por suas forças físicas não serem já como antigamente, se a informação anterior for verdadeira, ela pode nos dar melhores pistas sobre quais tecnologias o cérebro humano usa para formar sua inteligência. Outra informação interessante que há para trabalhar é a capacidade que alguns têm e as quais chamamos de dom, e muito me intriga saber se estas habilidades surgiram por causa de diferentes regiões do cérebro que melhor se desenvolveram, ou se foi algum estimulo ocorrido durante a infância que contribuiu para isto, ou se mesmo foi os dois.

Sobre o desenvolvimento do cérebro, isto é algo também curioso. Na pratica, nenhum cérebro é igual ao outro, embora tenha as mesmas tecnologias ou princípios de funcionamento, provavelmente sempre haverá uma diferença ou outra, seja causada por alguma individualidade na genética ou no processo de gestação, seja por ter diferentes átomos arrumados de diferentes formas por causa das diferenças climáticas, nutricionais ou etc, mas seguindo um padrão, ou até mesmo pelo diferente tamanho da cabeça das pessoas, diferentes formas, fazendo com que uns cérebros sejam maiores, outros menores, alguns com mais capacidade de desenvolver a parte frontal, por exemplo, tendo mais neurônios nela, ou a parte traseira, até que ponto tudo isto influencia? De qualquer forma, o que me interessa mais é saber o que pode ser mudado para ser melhorado, e a informação sobre as pessoas desenvolverem uma estrutura cerebral enquanto crescem, me parece ser uma boa base de pesquisa para isto. Lembrando os princípios da psicologia evolutiva, a memória sempre memoriza experiências que tragam sentimentos fortes, seja ela de qualquer tipo, e se nós pressupormos que esta é a única forma do cérebro armazenar informações, temos então que as experiências marcantes, segundo a perspectiva de uma criança, a faz aprender. É interessante notar que os princípios filosóficos que aquela criança irá levar para a vida toda também surge nesta fase, e isto pode também estar relacionado a forma como ela relaciona as coisas, como ela valoriza as coisas, e conseqüentemente, como ela aprende as coisas, interferindo assim em sua memória. Se uma criança, por exemplo, aprender a valorizar os sentimentos, ela irá se tornar sentimental e bastante perceptível as reações humanas, pois são os humanos a fonte de todos os sentimentos intensos, conseqüentemente, irá ignorar tudo aquilo que não traga sentimentos de imediato, que não seja prático, como o mundo abstrato das idéias, desta forma também acontece ao contrario, se uma criança não aprende a valorizar os sentimentos, também não valorizará tanto aos humanos, e por isto irá procurar outro algo a qual se apegar, se envolver, buscando assim encontrar sua natureza humana e suas chances de sobreviver e reproduzir.

A partir do momento que uma filosofia é formada e se solidifica, e que ao mesmo tempo, todas as experiências daquela pessoa sejam filtradas de acordo com aquela filosofia, torna-se complicado mudar a visão de mundo de tal pessoa, e mesmo que isto seja obtido, mudar os princípios filosóficos da mesma se torna uma tarefa mais árdua ainda, principalmente se ela relaciona bons valores com aquelas experiências ou algum sentimento relacionado à evolução. Paralelamente a isto, é importante lembrarmos que os cérebros humanos são diferentes, e por isto, pressupõe-se que alguns se mostram mais eficientes em determinadas tarefas que outros, embora seja algo realmente complicado de provar. Estas diferenças também podem fazer diferença na infância, fazendo com que as pessoas tendam a seguir determinados caminhos evolutivos e estilos de vida, e ainda, estas diferenças podem ter uma enorme contribuição para o desenvolvimento de habilidades consideradas como dons, ou também a filosofia de uma pessoa possa dar valor ao conjunto de experiências que melhor façam com que determinada habilidade cerebral, básica a todos os humanos, funcione melhor. Concluindo: O cérebro pode ter determinada facilidade em alguma tarefa, o que leva a pessoa desenvolver uma filosofia relacionada com aquela tarefa, ou ainda a filosofia da mesma possa filtrar as experiências necessárias pro cérebro trabalhar bem em alguma tarefa, ou mesmo os dois, sendo também possível a capacidade da filosofia também desestimular uma habilidade naturalmente boa do cérebro de alguma pessoa, embora isto seja extremamente difícil de observar e eu não tenha o feito também. Podemos observar com estas pré-suposições que são inúmeras variadas que desenvolvem a inteligência nas pessoas, ou também ao desenvolvimento de dons, embora eu ainda não tenha exatamente chegado a um conceito de inteligência, coisa que, acredito eu, demoraria uma postagem inteira, por isso não vou tocar no assunto agora.

Com isto amiguinhos, me despeço de vocês. Já são quase duas horas, nossa, demorei nesta postagem sem perceber, também jogando mech hero, agrr. Aqui caí uma pequena reflexão: Eu estou me dedicando de mais ao mech hero, um vício, o que possivelmente pode atrapalhar meus estudos, o que antigamente era um vício, agrr, é complicado administrar o que é necessário para o meu crescimento intelectual e humano de forma equilibrada, além disso, também vejo a necessidade de mudar alguns conceitos e principalmente: terminar este livro e começar a divulgação das minhas idéias em lugares sérios, como faculdades, e caso dê certo, fazer este livro da forma correta, com ajuda de profissionais. Já não basta eu estudar os mecanismos sentimentais, racionais e sociais, ainda tenho que entender sobre redação e escrita, duas habilidades que requerem tempo, é complicado, ainda tenho dezoito anos, deveria estar apenas terminando o colégio e ingressando numa faculdade. Enfim, notei também que jogo mech hero pelo mesmo motivo que ficava muito tempo no twitter: esperança que algo legal aconteça. Espero que aconteça, sério. Hoje talvez não dê tempo de escrever nada no livro, é uma pena, enfim, boa noite a todos, e até a próxima postagem, que será breve, espero.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Experiência: Constituição de direitos humanos segundo a P.E

O que custa testar?

Olá amiguinhos, a muito tempo eu estive querendo fazer uma constituição de direitos humanos sob a perspectiva da psicologia evolutiva. Devo admitir que é um tanto de pretensão minha fazer isto, porém, considero interessante mostrar, ao menos de uma forma muito pouco trabalhada, como a psicologia evolutiva pode ajudar nos assuntos éticos e morais. Eu tentei chegar a ler a constituição brasileira, mas é complicado, por isso as bases que eu tive pra fazer esse texto foram de experiências em artigos com citações freqüentes, como livros penais ou bíblia. Sobre a constituição seguinte, não faço a menor idéia de como ela pode ser eficiente, se é eficiente, ou se ao menos chega a ser uma constituição segundo o conceito de constituição adotado, mas como eu já disse antes, foi só uma experiência.

Constituição de direitos humanos segundo a P.E

Sobre a evolução humana:
1. Todo humano tem direito a buscar sua boa evolução.
1.1. Portanto, todo humano deve ter condições básicas de saúde, trabalho, educação, estrutura e segurança.
2. Todo humano tem direito de escolher o que é bom para si.
2.1. Portanto, todo humano deve ter acesso aos conhecimentos técnicos e abstratos.
Sobre a evolução social:
3. Para quaisquer humanos ter direitos as garantias sociais, este deve contribuir com a sociedade.
3.1. A contribuição é medida através do dinheiro.
4. O governo tem direito de cobrar impostos para os serviços básicos.
4.1. Os impostos não devem comprometer mais que 50% da renda familiar, sendo os outros 50% aplicados em sua própria evolução/diversão, e é direto das pessoas saber onde seu dinheiro está sendo aplicado.
4.2. O dinheiro deve ser aplicado para atender as necessidades gerais da população citadas no item 1.1.
5. Aquele humano não-capaz de contribuir terá seus direitos básicos atendidos com o dinheiro dos contribuintes.
5.1. É dever do governo profissionalizar aqueles não-capaz para contribuir, para que estes se tornem capazes e passem a ser contribuintes.
5.2. A falta de vontade de contribuir com a sociedade deve ser considerada como um ato anti-evolutivo.
Sobre competição:
6. É direito de todo humano mostrar que é melhor através da competição.
6.1. A competição deve ser justa, de forma a filtrar aqueles com melhores técnicas ou mais esforçados.
6.2. Quaisquer meios de desvalorização de esforço ou técnica alheia por meio métodos anti-evolutivos deve ser punido. (Métodos anti-evolutivos: Métodos que manipule a verdade, seja omitindo, manipulando, disfarçando ou negando-a conscientemente)
Sobre cooperação:
7. Todo humano deve ter direito de organizar esforços em grupo em pró de um objetivo.
7.1. Esta organização deve ser feita mediante a contrato ou testemunhas, com finalidade de evitar métodos anti-evolutivos.
Sobre punição:
8. A punição para quem cometer atos anti-evolutivos deverá ser ou reclusão social, ou contribuições obrigatórias para a sociedade.
8.1. Quem cometer atos anti-evolutivos deverá passar por um processo de aprendizado sobre Psicologia Evolutiva, após isso terapias psicológicas, com a finalidade de não haver reincidência no crime.
Sobre o governo:
9. O governo terá como objetivo administrar o esforço grupal colhido através dos impostos para melhor evolução grupal e social.
9.1. O governo deverá presar pela boa evolução social, tendo consciencia da necessidade de haver na sociedade, condições para para a evolução dos três poderes humanos, o instintivo, o social e o racional.
9.2 As pessoas do governo compreender sobre o assunto, e se não compreendem, buscar compreender através dos mecanismos racionais, para que desta forma, as chances de boa escolha aumentem.
9.3 O governo deverá ser fiscalizado por quaisquer pessoas, para que caso estas suspeitem de atos anti-evolutivos, possa alertar a sociedade e fazer as devidas alterações.

Por hoje é só, vou tentar terminar de o capitulo do livro hoje, to enrolando de mais, falta de disciplina é complicado, pois perco tempo de mais olhando besteiras na net, e se contar com o horário de estudo matinal, eu sinto falta de tempo. Boa noite a todos e até mais.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Analises sobre conflitos pessoas, respeito e comportamento

A verdade dói?

Olá amiguinhos, é com muita preguiça/sono que vos escrevo hoje, e também terei que escrever meu livro hoje, haja coragem! De qualquer forma, agora vou falar sobre algo que aconteceu comigo e me fez refletir sobre a importância do respeito e o porquê de sua necessidade. Eu estava com alguns amigos brincando com outro menino no recreio, quando este veio até mim e me xingou, disse que não tinha medo de mim e me xingou novamente. Provavelmente ele me xingou por causa das brincadeiras, contudo, eu não consegui me racionalizar na hora, sentido um forte sentimento de raiva e vontade de partir pra briga, porém não o fiz, pois isto seria muito desvantajoso para mim, mas eu fiquei o resto do recreio sentindo isto, e sempre que ele se aproximava de mim, a sensação aumentava. Não sabia porque estava daquele jeito, só sei que tentei irritá-lo até atingi-lo, porém, não cheguei ao ponto que desejava, por isso, sentindo que ainda deveria fazer alguma coisa para evitar que aquela situação se repita, ao acabar o recreio, quando estávamos todo em sala de aula, eu comecei a falar pra ele que ele deveria me respeitar, pois ele não me conhece e embora que eu parecesse uma coisa, eu sou outra, repeti isso umas dez vezes, senti meu sangue agitado pela adrenalina e vontade de partir pra briga novamente, meus amigos se aproximaram de mim receosos que eu não me segurasse e meu professor tentou acabar com a discussão com bom humor, mas a discussão só acabou depois que eu respirei muito fundo e me convenci racionalmente que eu fiz tudo o que eu tinha pra fazer, e que fazer mais que aquilo me prejudicaria e seria desnecessário, me acalmei. Após certo período de tempo e de conversas paralelas, meu amigo chegou para mim e comentou que ele havia dito que a verdade dói, e que isto explicava meu comportamento agressivo, e sinceramente meus amigos, minha raiva voltou após saber disso, e na hora da saída, senti o mesmo sentimento de agressividade, porém, não fiz nada, não sabia com quais argumentos atacar e também não queria partir para a agressividade, o fato dele ter dito que a verdade dói realmente me incomodou, pois eu não sabia como mostrar pra ele que aquela afirmação era falsa, além disso, vários dos meus amigos disseram que não era pra eu ligar para aquilo, e que coisas parecidas com aquela já aconteceram, mas somente aquela vez eu liguei, o que acontece afinal?

Primeiramente vamos analisar segundo a psicologia evolutiva, sabemos que a raiva sempre ocorre quando algo atrapalha nossas chances de sobreviver e reproduzir de alguma maneira, a raiva nos faz querer eliminar aquele algo, portanto, eu quis eliminar serafim por ele ter dito aquilo, porque de alguma forma, aquilo atrapalhou minhas chances de sobreviver e reproduzir. Porque afinal aquilo atrapalhou minhas chances de sobreviver e reproduzir? Ora, se eu fosse realmente um idiota, minhas chances de conquistar alguma garota na escola iria ser diminuída, e a raiva seria agravada caso eu estivesse apaixonado, que ai seria quando meus instintos estariam mais ativos. De alguma forma, eu acreditei que o que ele falou era realmente a imagem que eu passava, principalmente pelo fato das brincadeiras que eu estava brincando com ele serem um tanto quanto infantis, e se eu passasse aquela imagem para ele, eu também passaria aquela imagem pra outras pessoas, contudo, como ele foi o único a falar, a raiva foi transmitida toda pra ele, e aliás, podemos ainda supor que eu ainda senti mais raiva dele ainda por ele ter sido o único a falar. Aliado a isto, está o fato dele ter dito que não havia medo de mim, sendo que eu sou mais forte que ele. Obviamente, não é pra ele ter medo de mim, afinal, somos racionais, força instintiva não deve ser levada em consideração sobre quem está certo e qual é a verdade, contudo, instintivamente eu poderia agredi-lo, mas preferi não fazer, pois sei que é desnecessário. A vontade de agredi-lo parte também da raiva, por dois motivos, o primeiro é por ele não saber o perigo que ele correu por ter dito aquilo, afinal, se eu fosse outro, poderia bater nele tranquilamente, o segundo é que segundo meus instintos e raciocínio, ele não pode continuar com aquele comportamento de desrespeito, bater seria uma forma de eliminar instintivamente aquele comportamento. Porém, bater é uma forma ineficiente de resolver as coisas, pois põe um bloqueio instintivo em um comportamento, e as vezes este bloqueio não é forte o suficiente pra cobrir o fator que provoca aquele comportamento, e ele continua. Continuando, eu não quis esquecer este fato simplesmente pelo fato da minha nova filosofia me afirmar que eu não devo ignorar as coisas, e sim resolve-las, para desta forma ter um mundo melhor. Se eu não posso bater nele, então como resolver essa situação? Fiquei realmente irritado, foi quando eu pensei em ter um estouro de agressividade instintiva por meio da fala, e discuti com ele falando frases de efeito, ou seja, frases que façam uma associação de informações importantes para a sobrevivência minha e dele, tais como “Tu não mal me conheces, portanto, não podes afirmar isto sobre mim.”. Foi quando temporariamente eu me contentei, pensando que melhor eu não poderia fazer, afinal, ele não valia tanto esforço instintivo por minha parte.

Mas ainda veio a segunda parte, o desafio racional, pois ele disse: “A verdade dói”. Eu realmente fiquei sem argumentos contra isso, e sempre que eu pensava que a verdade era que eu passava uma imagem de idiota, isso me incomodava. Teoricamente, eu não deveria ligar para qual imagem eu passo, pois eu sei racionalmente que eu sou o que sou, sei quais são os motivos que me fazem ser o que sou, e também sei como classificar minhas atitudes, contudo, como eu estava meio afim de uma menina lá, aquilo me irritava instintivamente, pois a imagem instintiva que você passa é importante para relacionamentos superficiais, ou seja, sem raciocínio, de qualquer forma, sendo eu um amante da verdade, não iria me rebaixar a ser uma coisa que eu não sou, ou seja, mentir e não fazer as coisas que eu estou com vontade, pra conquistar uma garota. Continuando, eu ainda me sentia na obrigação de quebrar o argumento dele de que “A verdade dói”, para ter argumentos racionais e convencê-lo de que aquele comportamento dele não é bom pra ele nem pra sociedade, e então alcançar o meu objetivo de melhorar as coisas sem violência instintiva. A verdade meus amigos, é que o que doeu foi a possibilidade de perder chances de reprodução aliado com o comportamento afeito dele e também pelo fato dele AFIRMAR sem ter provas racionais, uma coisa que me irrita muito devido a minha personalidade cientifica. Devido a minha natureza cientifica, eu atribuo racionalmente minhas chances de sobreviver e reproduzir ao conhecimento e as metodologias científicas, por isso eu valorizo mais a minha natureza cientifica e ser verdadeiro do que passar uma imagem falsa pra menina no caso citado anteriormente, afinal, o desejo que eu sinto por ela não é apoiado pelo meu raciocínio, pois sei que só gosto da imagem de garota educada, bonita e divertida que ela passa, pois só a conheço no dia-a-dia escolar. “A verdade dói” a qual ele se refere na verdade, não é uma verdade, e sim uma hipótese, ou ainda, não é a verdade que eu seja idiota, mas sim a verdade que se eu passar a imagem de idiota para a turma, e inclusive para ela, isto me prejudicaria, logo, ele está errado.

Isto me faz pensar seriamente na questão do respeito para com os outros, pois afinal, se a pessoa está num momento instável em sua vida, tais como no meio de uma grande paixão, um grande projeto, desemprego, quaisquer coisas que mecha com a chamada “auto-estima”, ou seja, projeção que uma pessoa faz de si mesma para adequar-se as projeções do que ela esperar do resto das coisas, por exemplo, uma pessoa se acha burra, ela só vai esperar conquistar coisas que gente burra conquista, já que esta é a projeção que ela faz de si mesma para o que ela pode ter, contudo, se uma pessoa é inteligente, ou bonita, ela vai projetar coisas que pessoas inteligentes, ou bonitas, tenham, ou seja, vai criar a expectativa, vai querer e desejar ser como tal, vai criar a possibilidade e seu instinto vai se acostumar com isso. A pessoa bonita pode conquistar um homem bonito, o que representa uma maior chance de reprodução pra ela, logo, a principio, ela não vai se contentar com um homem feio, ou idiota, no meu caso. De qualquer forma, quando a pessoa projeta e descobre ou alguém a fez pensar que ela não pode conquistar aquilo que projetou, ela sente raiva ou fica triste, porém, nada que o instinto não se acostume após entender a realidade e fazer novas projeções, contudo, o contrário também pode acontecer, a pessoa projetar algo ruim e na realidade, acontecer algo bom, neste caso ela se sentirá feliz. Em momentos difíceis, mesmo que a verdade seja uma, a pessoa, por estar pressionada, pode acreditar que a verdade seja outra, principalmente se estimulada por outras pessoas, e quando isto acontece, ela fica triste ou com raiva, por isso, é importante que se tenha respeito nas coisas certas no dia-a-dia, e também se aprenda a conviver e entender, para que desta forma, diante momentos difíceis, o que a maioria dos adultos tem devido à grandeza de seus projetos, as pessoas consigam conviver bem. Notem que também, como uma pessoa vai interpretar o que você fala depende da imagem que ela tem de você, onde, por exemplo, existem pessoas que quando formam a imagem negativa da outra, qualquer besteira que ela fala é mal interpretado ou ignorado, mesmo que a pessoa esteja tentando ajudar ou falar a verdade da melhor maneira possível, mas isso é assunto pra outra postagem.

Resumindo e concluindo: A verdade só dói se esta representar uma perca de chances de sobrevivência e/ou reprodução para as expectativas, notem que se esta representar ganhos, ela será boa e prazerosa, os argumentos já foram visto a cima, e, não deixarei de fazer as coisas que eu quero pra criar uma imagem diferente, afinal, imagens do dia-a-dia são difíceis de lidar, por isso que é melhor ser verdadeiro. Acabei de lembrar que falta eu comentar uma coisa, se em todo caso, esse garoto continuasse me incomodando, mesmo eu sendo mais forte que ele, é minha obrigação recorrer aos mecanismos sociais para resolver isto, pois afinal, já que se ele fosse mais forte que eu, eu teria que recorrer a este meio para resolver isto, mas como ele é mais fraco, não me aproveitar de uma vantagem que eu tenho por sorte, que é ser fisicamente mais forte que ele. Outra vantagem disso é que, caso alguém venha discutir comigo e seja mais forte, eu terei justificativa para não aceitar a briga, mesmo que a pessoa diga “Tu só vai recorrer aos mecanismos sociais, que neste caso é a diretoria, porque tu é mais fraco que eu”, eu poderei dizer “Eu faria isto com qualquer um”, e realmente acreditaria nisto, ou seja, não estarei mentindo pra mim mesmo, pois sei que esta é a melhor solução, conseqüentemente, não terei nenhuma crise na consciência ou coisa parecida, nem terei a auto-estima abalada por não consegui bater em ninguém, além disso, sem violência isto será resolvido da forma mais amena possível. Violência instintiva só deve ser usada em ultimo caso, pois afinal, ainda somos instintivos, mesmo sendo sociais e racionais, para todos os outros, o pensamento e os mecanismos sociais. Enfim meus amigos, nessa postagem considero que expus, organizei e registrei toda minha linha de pensamento sobre isto, penso até mesmo em fazer uma versão reduzida disso aqui e mandar pra esse meu amigo, pra ele perceber um pouco mais sobre a verdade. Diante isto, acredito ter terminado esta postagem, um abraço para todos e até a próxima. PS: Meia noite e meia e eu ainda não escrevi nada no livro, tudo bem que o dia foi como se fosse feriado porque eu saí, mas, aonde eu vou parar? Abraços.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Tecnica para fazer teorias, desenvolver tecnologias e viver bem, lembrete

Faça sua teoria, modifique a realidade e viva bem!

Olá amiguinhos, hoje eu vou escrever sobre a mecânica de trabalho racional que eu acabei desenvolvendo, diante as experiências da minha vida, sem perceber, e com as quais eu estou escrevendo meu livro agora, e graças aos estudos, eu fui capaz de perceber. Odeio contar com a sorte, e foi a sorte que me conduziu até aqui, até agora, contudo, contar com ela é realmente chata, principalmente num trabalho de desenvolvimento do livro que está demorando meses, por isso, a postagem de hoje será apresentar e registrar, até mesmo para eu não esquecer, quais são os procedimentos básicos que devem ser tomados quando se está trabalhando racionalmente. Esses procedimentos se baseiam em duas coisas, a primeira, o mundo é feito de lógica e leis, não há para onde correr, está parece ser a única verdade cabível para explicar o porquê a matemática, as mecânicas e as tecnológicas sempre dêem certo, sim meus amigos, estou falando do determinismo. A segunda coisa são as propriedades básicas do cérebro humano, propriedades emocionais e racionais. O cérebro humano realmente é uma incrível maquina, capaz de reconhecer formas, cheiros, sons, cores, processar e simular tudo seguindo um conjunto de leis formulados por ele mesmo diante suas observações, para então pré-determinar o futuro, este processamento ocorre num lugar ao qual eu chamo de modulo de simulação, e é por causa deste processamento que o humano consegue trabalhar com coisas tão abstratas, para especificar melhor, nosso cérebro cria um conhecimento básico sobre qualquer coisa, e aprofunda este conhecimento criando novos objetos, com atributos ou qualidades diferentes, dessa forma, ele é capaz de associar uma enorme quantidade de informações e simular todas quando necessário. É diante destes dois mecanismos que eu criarei este método próximo, que se iniciou com minha busca pela verdade absoluta, pelo amor ao conhecimento, pela filosofia, e acabou se tornando uma ciência técnica e precisa, ou quase isso.

1. Visão geral e busca por objeto a ser alcançado ou situação problema a ser envolvido. Notem que a visão geral é a obtençaõ de informações e objetos, e atribuição de valores aos mesmos, da mesma forma que o conhecimento de suas léis e comportamentos básicos, padrões, coisas que o humano consegue fazer com certa facilidade. Seria algo como prever pra onde a bola vai, caso a chute, ou ainda saber o que vai acontecer caso você aperte um botão, ou coisas mais complicadas como reações humanas.

2. Investigar fatores que podem diretamente e indiretamente estar contribui ou alterar os elementos da visão geral do objetivo ou situação problema.

3. Criar uma simulação geral destes fatores e analisar se eles simulam perfeitamente a visão geral feita do objetivo ou situação problema.

3.1. Se os fatores não conseguem simular perfeitamente a visão geral do objetivo ou situação problema, investigar quais elementos os elementos não estão sendo simulados perfeitamente e quais fatores podem estar relacionados a este elemento.

3.2. Se tudo der errado, buscar abrir ainda mais o leque de visão da visão geral, pois existe a possibilidade da visão geral não abranger todos os fatores e elementos recorrentes a aquela situação problema ou objetivo. (Mais informações: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/pequena-mas-importante-descoberta-sobre.html)

3.3. Buscar saber o motivo de tudo.

4. Simular novamente e notar se a simulação está ocorrendo perfeitamente.

4.1. Lembrar sempre de fazer a simulação com bastante atenção, utilizando o módulo de simulação como auxilio, ou seja, visualizar a situação-problema/objetivo com o auxilio da imaginação.

4.2. Se existem informações dos fatores que contribuam para um elemento agir de tal forma, criá-los de tal maneira que se aproxime de acordo com os dados da realidade.

4.3. Revisar os dados da realidade.

5. Se tudo ocorrer bem, provavelmente irá ter criado um mecanismo que indique como a realidade se comporta, seu passado e seu futuro, portanto, será possível fazer previsões e/ou
hipóteses de acordo com o que se conhece.

6. Para resolver situação-problema ou alcançar os objetivos, deve-se saber quais fatores podem ser manipulados, a partir de então fazer manipulação nestes fatores, simulá-los já manipulados e, a partir de então, fazer uma nova simulação mental para prever os resultados da modificação.

7. Se a modificação alcançou o objetivo ou resolveu a situação-problema, procedimento deverá ser posto em testes, se a modificação não deu certo, continuar buscando novas informações, novas modificações, ou mesmo levar em hipótese se o objetivo/situação problema é possível de ser realizado.

8. Se deu certo, modificar a realidade e ver se ela se comportou da mesma forma que na simulação mental, caso isto não aconteça, significa que algo foi simulado de forma errada ou as informações estavam erradas, pode-se verificar o quanto errado a simulação está comparando-a com a realidade e verificando se os resultados são parecidos, se houve muitos acertos ou erros.

9. Utilizar as novas informações da realidade como base de auxilio para saber o que na simulação não deu certo, além de buscar novas informações sobre o assunto e utilizar o modulo de simulação. Quanto mais próximo o resultado da simulação se aproxime da realidade, melhor.

10. Continuar repetir procedimento até que tudo dê certo, o objetivo seja alcançado ou a situação-problema seja resolvida.

Pois é amiguinhos, este é o conselho, que na verdade é uma ténica, eu dou para quem quiser começar a fazer suas próprias teorias e para eu também lembrar a voltar para a racionalidade, notem que ela está toda relacionada com a busca do conhecimento da realidade, informações sobre a mesma, e a utilização do módulo de simulação para encontrá-la. Neste esquema, caso haja algum empecilho racional, ele deve ser resolvido até que tudo esteja ok e possa continuar. No meu caso no livro, quando eu travar em alguma parte, recorrer a este esquema, ou pelo menos tentar recorrer a ele neh, já que eu estou fazendo o livro com a estrutura de parágrafo para uma idéia um período de tempo, se eu não sei uma idéia, não posso continuar o parágrafo, basicamente isso. Enfim, encerrando a postagem, desculpem-me se não fui claro e objetivo, mas eu realmente ainda não reviso, abraços e muito estudo a todos, desenvolvam boas tecnologias para melhor modificar nossa realidade tornando-a mais agradável para nós vivermos, e sejam humanos, vivam bem! (leiam o poema Viver, eu gosto dele).
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/11/4-poemas-viver-sociedade-frente-arte.html

domingo, 10 de outubro de 2010

Pequenas reflexões sobre política, equilibrio e universos humanos

Reflexões e tudo mais

Olá amiguinhos, hoje estou meio cansado, não me perguntem de quê, acabei percebendo que cada vez mais to desequilibrado, e isso é uma situação complicada, mas afinal, o que fazer? Por falar nisso, revisei meu conceito de equilíbrio, afinal, o que é equilíbrio? Teoricamente, equilíbrio seria uma média entre todos os fatores, mesmo quando aplicamos o conceito de equilíbrio a uma enorme quantidade de variáveis, mas quando damos um objetivo a estas variáveis, o equilibro, na verdade, é a melhor forma de se alcançar este objetivo. A questão meus amigos, é que todo humano é muito parecido, portanto, o equilíbrio que cada humano deve buscar é parecido, isto porque, pelo fato de sermos humanos, existem propriedades básicas que existem em todos nós, daí então é por este motivo que pode se existir uma formula para alcançar o equilíbrio. Porém, eu disse que todo humano é quase igual, não que é exatamente igual, aspectos geográficos e históricos fazem com que cada pessoa seja única, se você acha quatro bilhões de pessoas únicas muito, saibam que a diferença entre um homem e um macaco em seu DNA é de apenas 2%, imaginem se fosse 4%, então estamos falando de valores realmente grandes. Reflexão sobre o equilíbrio já feita, também gostaria de fazer alguns comentários quanto à propriedade associativa do cérebro humano e a capacidade do humano dar muita importância a alguma coisa, é realmente complicado, faz os humanos criarem universos incríveis, impressionais e totalmente diferentes. Eu pude perceber isto enquanto estava pesquisando sobre as primeiras civilizações, todas diferentes uma da outra, com sua própria visão de mundo, de reprodução, de sobrevivência, e se buscarmos levar esta visão para atualmente, podemos ver que ainda hoje há muito disso, notem por exemplo, nos clipes músicas, cada um mostrando seu universo.

Hoje eu planejava falar sobre política, algo como, se um político entra no cenário corrupto, cheios de distúrbios sociais, ele é obrigado a se tornar corrupto também e saber lidar com estes distúrbios com talvez, outros distúrbios para sobreviver, e então daria meus argumentos, mas não estou com paciência, realmente não. Esta seria na verdade a argumentação para minha frase contra todos aqueles que passam dez minutos estudando sobre política, mais dez trocando idéias com amigos, e então tomam uma posição e a defendem ela como a vida, sem nem ao menos ter sentido a pressão que é tomar decisões, sentir a pressão, as ameaças, as tentações de ganhar dinheiro fácil, enfim, de se estar dentro do governo, da maquina pública. Por isto, eu iria criar esta frase: “Na verdade, a única questão é: Eles poderiam fazer melhor? Se sim, como?”, é meus amigos, mas eu realmente estou estressado quanto ao andamento do livro, não escrevi nada hoje, pois tirei o dia para ir pra casa de um amigo e acabei voltando tarde. Eu realmente queria me desligar da vida social e me dedicar apenas ao livro, mas tenho medo que isto me faça perder conhecimentos importantes, além disso, eu sinto no fundo, que eu estou perdendo minha essência do objetivo do meu livro, que seria uma analise simples segundo a psicologia evolutiva, mas não tenho certeza disto, ou se é a melhor escolha ter a essência referida por mim antes, por isso, vou fazer algo realmente mais especializado como estou fazendo agora, demonstrar na faculdade e editora, e então decidir por qual dos dois objetivos eu irei querer seguir, se eu irei querer ser simples e pouco especifico, ou especifico, mas fazer um trabalho simples depois. A necessidade que eu sinto em fazer um trabalho de simples analise é para as pessoas que não tem tempo para estudarem, entenderem o básico dos mecanismos sociais, mas ao mesmo tempo, eu me sinto no dever de fazer algo mais especifico para demonstrar dos mecanismos de pesquisa da psicologia evolutiva, por isso estou nesse dilema, e por isso eu pretendo fazer as duas coisas, só não sei qual primeiro, deixarei pra decidir isso depois. Ah, claro, se meu livro realmente for pra frente, devo sempre me lembrar disso.

O twitter e MSN realmente atrapalham bastante, eu sempre penso em parar de entrar neles, mas não tenho coragem pelo mesmo motivo pelo qual não me afasto da vida social, além disso, me distancio cada vez mais da minha personalidade, minha cabeça está uma bagunça, não sei se sou eu que estou cada vez mais imparcial quanto ao que eu sinto ou se é tudo frescura minha por falta de evolução e firmação social, talvez seja os dois. Sinto pressa em terminar esse livro, pelo menos até o final do ano, pois próximo ano tenho que investir em algo realmente concreto, que é vestibular, fazer cursinho pré-vestibular no caso. Se eu já não tenho tempo agora, imagine quando eu começar o cursinho, meu deus. No mais, é tudo o que eu tenho pra escrever hoje, estou profundamente irritado e essa postagem é só pra atualizar, estou caindo da média de quatro postagens por mês. Boa noite amiguinhos, até mais.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Reflexões sobre filmes de zumbis e confirmação de teoria

Renovação nos filmes de zumbis

Olá amiguinhos, enquanto passa a novela, eu estou sem concentração, vontade e rumo para escrever o meu livro, ao mesmo tempo em que eu não tenho nada divertido e/ou interessante para fazer, desta forma, resolvi escrever para o blog sobre um assunto que de repente, me ocorreu, e este assunto é os filmes de zumbis. Mas antes disso, vamos as novidades, não é? Novidades? Nenhuma, contudo, descobri uma coisa interessante, que inclusive, puis no meu twitter, vou botar minhas mensagens referentes ao assunto para ilustrar, primeiro: Coragem Leandro, coragem. Junte todos os seus conhecimentos no seu módulo simulativo com a iniciativa e esperança no seu modulo evolutivo e transforme, através dos impulsos elétricos ordenados por seu módulo de pré-definições automáticas q mexem seus dedos, o virtual em realidade. Segundo: Fico até emocionado, é incrível como se você cria um mecanismo para processar elementos, e define quais são eles, a coisa funciona naturalmente... Estas duas frases se referem ao momento que eu passei esses dias, na construção do capítulo sobre cultura, resumindo: Me perdi no meio de tanta informação. Não sabia mais o que tinha escrito, o que estava faltando, o interessante é que eu notei e confirmei minha teoria escrita aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/pequena-mas-importante-descoberta-sobre.html , ou seja, depois de eu ler e reunir todas as informações sobre o capitulo que eu estava escrevendo, organizado tudo, estruturado, daí então eu notei a linha de raciocínio e objetivo que eu estava seguindo de capitulo a capitulo, e então que surgiu a segunda frase, confirmando os mecanismos racionais. Foi uma hora realmente emocionante, embora ainda me falte organizar o final, que ta meio desajustado, coisa que farei após o filme, hoje a noite. Notem também que quando estamos fazendo algo por obrigação racional, ou seja, quando sabemos que só vai fazer efeito num futuro muito distante, e nosso instinto não percebe isso, trabalhamos de forma preguiça e desatenciosa, é um pouquinho chato também, mas necessário. Agora, ao tópico.

Recentemente eu assisti zumbilandia, um filme sobre zumbi que me surpreendeu devido ao seu objetivo foco, que foi realmente ser bom, divertido e comercial. Porém, ele fugiu só um pouco da essência dos filmes de zumbis, que é o teste da natureza humana. Normalmente nos filmes de zumbis, vemos um grupo de pessoas com personalidade diferentes, que normalmente, no convívio comum e social, nunca se relacionam, contudo, são obrigadas a se relacionar e a trabalhar em equipe para sobreviver. O enredo se desenvolve normalmente sobre como estas pessoas irão sobreviver, suportar a pressão, o suspense, o perigo, a falta de esperança, a constante associação com o mundo que havia antes e a qual as pessoas atribuem sentimentos como afeto, a loucura e as baixas condições de sobrevivência que um ambiente de zumbi trás, onde, querendo ou não, algumas pessoas não suportam estes elementos, fazem alguma besteira e morrem. Ou seja, a morte nos filmes de zumbis são que nem os próprios zumbis, lenta e burra, por isso, mantendo o devido equilíbrio emocional e racional, é fácil fugir dela utilizando as ferramentas e métodos racionais que tornam os humanos diferentes dos outros animais, contudo, se o equilíbrio emocional e racional não for mantido, e há elementos que proporcionam o não equilíbrio, a pessoa acabará morrendo. Além disso, podemos perceber as dinâmicas de grupo para a sobrevivência que ocorrem durante o processo dos filmes de zumbis, onde alguns acabam se tornando lideres, e outros morrendo por não respeitar o grupo, mas a priori, o grupo sempre deveria sobreviver, como aconteceu no filme, zumbilandia. Resumindo, os filmes de zumbis, para mim, deveriam atuar como um laboratório, onde veríamos pessoas com personalidades diferentes sendo submetidas a perigos complicados e sendo obrigadas a se organizar para sobreviver, onde as personalidades ruins acabam morrendo devido a seus erros.

O que ocorre nos filmes de zumbis atualmente, é que eles não acabam desenvolvendo esta trama, apenas parte dela, e embora eu goste apenas da parte da trama, eu não gosto da outra parte, que é quando todo mundo acaba morrendo. É chato torcer por um personagem e ele acabar morrendo no final, dá um sentimento de falta de esperança e de falta de necessidade de todo o processo ocorrido naquele filme, ou seja, sento que assistir o filme foi algo inútil, como foi o caso de um filme chamado dawn of the dead. O filme zumbilandia, para mim, foi uma tentativa da industria de sair desses filmes que sempre acabam mal, levando os zumbis a um nível mais divertido e de passa tempo, ele também mantém a essência de fazer personagens bem legais e excêntricos, contudo, inteligentes, como é geralmente os personagens que morrem por ultimo nos filmes que todo mundo morre, porém, o que não me agradou muito no filme zumbilandia, foi a falta de personagens ruins e a falta de uma situação mais extrema, onde fatalmente estes personagens ruins morreriam, sobrevivendo apenas os bons, no zumbilandia, todos os personagens sobreviveram, menos um que teve a morte de zumbi mais cômica que eu me lembro, ao imitar um zumbi para o garoto mais medroso e precavido do filme, e levar um tiro, nossa, eu ri de mais, acho até mesmo que o caráter do filme zumbilandia é mais cômico mesmo, e neste ponto, ele alcançou seu objetivo. Enfim, gostaria de um filme de zumbie com o equilíbrio de cômico e extremo, e de bons e ruins, abalos de grupo, coisas do tipo, sem todo mundo morrer no final, seria bem interessante.

Com isso, concluo minha opinião sobre filmes de zumbis, assim como esta postagem. Provavelmente a novela daqui a pouco vai acabar, vou assistir o filme que irá passar e trabalhar no livro, pensando sobre qual será seu rumo e pesquisando na net pra confirmar minhas teorias. Desculpem-me por mais um texto sem revisão, acreditem, revisão melhora em muitas vezes qualquer texto, enfim, um forte abraço a todos, e até mais.

domingo, 19 de setembro de 2010

Diferenças entre formação da arte instintiva e racional

Objetivos racionais ou instintivos

Olá amiguinhos, realmente, faz muito tempo que eu não posto, não por falta de assunto, mas sim por falta de tempo. A verdade é que eu estou depositando todo o meu tempo de escrever pra o livre, sendo o resto do tempo depositado no MSN, escola, e as vezes saída. Hoje eu estou escrevendo por dois motivos, o primeiro é que aqui ta um pouco de barulho, por isso não dá pra me concentrar no livro, segundo é que o livro ta um pouco difícil, isso aumenta a preguiça. Sobre o livro, já estou na metade e realmente ouve uma grande adição de conteúdo, onde de 90 páginas, provavelmente irá pular para 120, contado com algumas imagens. A revisão realmente terá que ser feita de novo, mas isto eu vou deixar para fazer com a ajuda de alguém profissional. Sobre as novidades da minha vida, está tudo a mesma coisa de sempre, não tem o que comentar. Hoje eu vou falar sobre uma coisa que eu acabei notando, ao tentar criar definições coerentes com minha teoria sobre arte e filosofia, que é a arte racional e instintiva, uma coisa bastante interessante de se saber para compreender as correntes filosóficas e as tendências de moda atualmente.

Temos então dois tipos de formas para criar a arte, a racional e a instintiva. A criação racional de uma arte ocorre a partir do momento que alguém cria uma técnica, independente se é da área de pintura, literatura, musical, e etc, e adapta aquela técnica a sua filosofia racional, ou seja, transmite naquela arte, sua filosofia, seu modo de pensar, por isso, algumas técnicas se adéquam melhor para transmitir determinada idéia que outras, para provar isto, podemos conhecer as técnicas de escrita da literatura, por exemplo, onde dependendo do que o autor queira transmitir, ele utiliza uma forma de escrever diferente, ora falando diretamente com o leitor, outras utilizando repetições de palavra para enfatizar determinada idéia ou beleza. Com o surgimento de uma filosofia sendo passada através da arte, ela não somente é passada através da literatura, como falado aqui, mas também através das pinturas, da música, da modelagem, arquitetura, e outros tipos de meios artísticos, por isso, ao estudar arte, podemos observar as grandes escolas artísticas, que nada mais são que um grupo de pessoas reunidas para transmitir uma idéia por meio da arte. Ao estudarmos essas escolas, notamos que a melhor forma para se transmitir aquela idéia, foi a arte desenvolvida, e cada detalhe foi desenvolvido para este objetivo, por isso essas escolas são tão estudadas hoje em dia, elas tem bastante conteúdo. Normalmente, as pessoas que formam estas escolas estão sobre a influência do mesmo fator de moldagem cultural, ou seja, há um conjunto de características sociais, que fazem com que as pessoas estejam diretamente em contatos com determinadas idéias e sentimentos, de tal forma que estas idéias e sentimentos se manifestam de forma igual ou parecida, que é quando estas pessoas se juntam, ou são juntadas através dos estudos, e formam as escolas e períodos artísticos. Temos como exemplo, o romantismo brasileiro na literatura pode ser divido em três gerações, e estas gerações tem características parecidas e que é encontrada em todos os seus autores, além disto, estas características do romantismo brasileiro também podem ser encontradas na pintura.

Já a arte instintiva é feita de modo diferente, pois ela se cria com o objetivo primeiro de suprir os desejos do instinto de sobreviver e reproduzir e como complemento do comportamento “querer ser único”, já explicado aqui no blog. Embora tenha algumas artes que envolvam metade sentimento, metade racional, as artes instintivas as quais eu estou me referindo aqui se formam com o objetivo de suprir uma necessidade sentimental, não uma necessidade racional, e por haver diferentes formas de atender o sentimento, enquanto para atender as necessidades racionais, há poucas formas com muita eficiência, podemos ver uma grande variedade de surgimento de artes instintivas se formando. Por exemplo, há um determinado publico onde seu único objetivo é se divertir, portanto, aquela arte que melhor atinja tal objetivo, será a melhor. Devido à propriedade de o instinto modificar o raciocínio e vice-versa, vemos que nem toda arte é aceitada racionalmente por alguns povos, por elas conterem ou lembrarem elementos que aquele povo não aprova, embora que, dentro destes povos, há algumas pessoas que são adeptas de tal arte, seja por elas terem uma criação diferenciada do resto das pessoas, como também pelo comportamento “querer ser único”. Além disto, vemos na arte instintiva, uma constante necessidade de se inovar, de criar algo novo, de se tornar sempre melhor e melhor, isto porque, o principal sentimento que gera estas artes são a necessidade de diversão, e um principio do sentimento de diversão é enjoar quando estiver muito difícil, por isso, novas artes sempre se enjoam. Há ainda aquelas artes criadas para trazerem sentimentos não ligados a diversão, mas ligados a nostalgia, beleza, delicadeza, meiguice, intelectualidade, estranheza, agressividade, e tantos outros sentimentos encontrados por ai, nestas artes, o publico é pouco, pois o fator de modelagem cultural que gera tal cultura não é presente em muitas pessoas, além disso, esse tipo de arte não tem tanta necessidade de se inovar, embora também haja, já que a diversão, querendo ou não, estão um tanto que ligadas a estes sentimentos. Normalmente, quando as pessoas passam por experiências que mudam sua filosofia, ou seja, novos fatores de moldagem cultural, elas também mudam de gosto de arte, e embora continuem gostando, não sentem mais necessidade de escutar aquela arte como forma de complementá-las, mas sim encontram outra forma de fazer isso, mesmo que essa nova forma seja uma nova forma de arte. Exemplo disso é quando os adolescentes começam a se apaixonar, a arrumar emprego, a entender o sentido da vida, e abandonam a rebeldia pelo romantismo apaixonado.

Também devemos lembrar-nos das propriedades associativas da nossa memória, e como os fatores de moldagem cultural também influenciam estas associatividades, por isso, em determinadas regiões, variando da cultura, os sentimentos são expressados de uma forma diferente, ou seja, o que é bonito aqui é feio lá, vice-versa, isto porque os elementos que fazem aquele algo serem bonito aqui, só são valorizados, entendidos e associados pela memória das pessoas porque elas vivem aqui, da mesma forma que lá. Embora o contrario também possa acontecer, as pessoas que vivem aqui podem não ter uma boa associação com aqui, devido a traumas ou a sentimentos ruins, e associarem a lá uma condição melhor de sobreviver e reproduzir. Bom amiguinhos, estava com saudades de escrever sem compromisso, apenas deixando meus dedos me guiarem, no meu livro, eu não faço isso, se não ele seria no mínimo, o dobro maior que é, embora eu ainda queira aumentá-lo em algumas partes que eu achei mal explicadas, nos sentimentos, mas isto eu farei outra hora. Também tentarei atualizar o blog mais vezes este mês, pois quero manter minha média mensal, que não foi comprida mês passado, bem, farei isso depois. Um abraço a todos, até mais.

sábado, 21 de agosto de 2010

Reflexões sobre objetivo evolutivo e diversão segundo a psicologia evolutiva

Reflexões sobre Diversão X Trabalho

Olá amiguinhos, realmente estou meio com sono, talvez devido a ter dormido mal ontem e hoje, ruim não dormir em casa, de qualquer forma, agora estou escrevendo por dois motivos: O primeiro é para atualizar o blog, o segundo é para explicar minha atual dúvida. Como o primeiro parágrafo é para novidades, estava ainda pouco com o meu livro aberto, estou terminando um capítulo enorme, mas está ficando bom. Eu estou racionalmente querendo terminar isto, embora meu instinto não sinta presa, e o engraçado é que isto causa a minha desatenção por qualquer besteira. Qualquer coisa é motivo pra eu tirar minha atenção do livro, é complicado. Já pensei até em guardar uma hora apenas para escrever, e nesta hora, sair do MSN, twitter, sites, enfim, internet, mas não sei se vai adiantar, de qualquer forma. Mas devagarzinho vou escrevendo. Além dessas novidades, esta semana dormi na casa de uma amiga, e acabei faltando aula, eu realmente não queria, é uma pena. Vida social gasta bastante tempo, e ainda há uns que me perguntam porque eu não me socializo, enfim, faço isso apenas de uma maneira bem básica. Se socializar ou não tem haver com o assunto de hoje, já que é através da socialização, que há a diversão. A diversão é interessante para mim, pois segundo os meus conceitos atuais de psicologia evolutiva, é através dela que se há uma evolução geral, entretanto, é através dela também que não há uma evolução central, e isto me leva a um dualismo, evolução concentrada X evolução geral, ou seja, se dedicar para melhorar apenas uma coisa, que no meu caso no momento, é um livro, mas que geralmente pode ser um estudo, uma empresa ou um trabalho, ou se dedicar para evoluir em diferentes áreas, tendo diversão em todas elas.

Na verdade, isto não é propriamente um dualismo, não é algo como: Ou um, ou outro. Eu tenho a certeza que se deve existir os dois, mas o problema a qual me deparo é o quanto de tempo devo dedicar para cada um, e, como saber se já basta o quanto eu tive de um e outro. Fugindo do assunto, vale ressaltar que é interessante que enquanto eu escrevo, eu tenho novas idéias, voltando ao assunto, eu fico espantando como a filosofia popular parece ser inteligente para ter resultados práticos, e se não fosse os distúrbios e as variantes, a filosofia popular sempre seria uma ótima filosofia. Uma das frases populares é: Tudo tem sua hora. Essa frase nos diz que uma hora ou outra, algo vai acontecer, ou então que devemos reservar uma determinada hora para cada coisa que fazemos. Antigamente eu achava isto uma bobagem, pois não entendia nada com nada. Agora, e principalmente agora, esta frase me faz sentindo, pena que, assim como meu livro, ela não diz exatamente como eu deva fazer, apenas me dá uma idéia para que desta forma, eu construa a melhor coisa pra mim. É o que eu espero que as pessoas façam com o meu livro. No momento, meu principal projeto é meu livro, e meu racional e parte do meu instinto me faz querer terminá-lo, embora eu facilmente consiga me desprender a atenção dele, o tempo passa e eu nem sinto durante estes dias porque eu sempre fico com ele aberto, eu realmente queria cronometrar cada atividade minha. De qualquer forma, tirando os pequenos intervalos de tempo que eu dedico a outra coisa, a maioria do tempo é para o livro, ou seja, de três horas, duas é para o livro, uma é para coisas alheias. No PC, eu acabo só conseguindo trabalhar assim, é mania. A questão é: Quanto tempo eu devo me dedicar no livro e quanto tempo eu devo me divertir?

Sair com meus amigos é a diversão a qual eu estou me referindo no momento. Não raramente ultimamente aparece algum evento social para eu ir, e sempre eu vou, vou com um aperto no coração, pois preferia estar escrevendo meu livro. Porém, se eu não for, também fico com um aperto no coração, pois sei que eu poderia escrever depois, e as experiências que eu perdi em não ir são únicas, a certo modo, e isto me deixa ainda mais no dualismo. O estudo me faz perder muito tempo, as vezes eu penso que é por isso que eu sinto que tenho pouco tempo para escrever o livro, se o livro fosse realmente meu trabalho, de qualquer forma, ele é necessário, assim como a diversão, me dão aquisição de conhecimentos técnicos e abstratos, talvez conhecimentos que me ajudem a escrever o livro. Em termos normais, eu definiria que devemos passar certa quantidade de tempo evoluindo nossa forma de produzir na sociedade, ou seja, um trabalho ou um projeto, e quando não desse mais para evoluir este tal algo, dedicássemos o tempo restante para a diversão e socialização. Os termos normais a quais me refiro, é uma vida adulta, de classe média, com uma filosofia bem organizada e um conhecimento técnico que o permite um bom emprego. Mas agora eu percebo que talvez, isto haja um erro, e realmente seja necessário a definição de horários e programações, e se eu levar em consideração a solução do distúrbio que dei ao meu livro, sendo que ao contrario, isto se torna bastante perceptível. Ou seja, no meu livro eu disse que embora a diversão seja boa, e embora enjoe, sempre existirão outros mecanismos para a diversão, e é por isso que devemos guardar um tempo para nos dedicarmos a um projeto que nos permita contribuir para a sociedade, seja produzindo ou melhorando as técnicas de produção, e devemos fazer isso racionalmente, já que o instinto se sente tentado a sempre se divertir. Mas se pensarmos bem, se por outro lado o instinto sempre se manter tentado a trabalhar em um projeto, e este projeto, como é o caso do meu livro, sempre esteja disponível a se melhorar?

Sim meus amigos, encontramos uma situação que é realmente necessário dedicar um tempo para se divertir, e isto é algo realmente curioso na minha idade. Sabendo disto, preciso agora apenas organizar este tempo, onde eu tenha como três principais tarefas: O estudo, a socialização ou diversão e o livro. O estudo é todas as manhãs, e isto é fato consumado. Não há como mudar. A socialização pode ocorrer em fins de semana, já que nestes períodos não há escola, o que permite maior disponibilidade o dia todo, além de agradar mais aos pais dos adolescentes. Sendo assim, a parte da tarde e noite ficam para o meu livro, ou no meu caso, a parte da noite e madrugada. Mais uma vez demonstrada como o sistema montado pela filosofia popular funciona, pois é exatamente isto o que acontece com as famílias bem estruturadas, ou seja, elas obrigam a seus filhos a se organizarem desta forma. O problema disso é que essa idéia racional é dos pais, e os filhos só a seguem por pressão, pois a idéia racional deles é outra, de qualquer forma, quando crescem, aprendem, ou não. Se não, se tornam casos de distúrbio, e é justamente para estes casos que meu livro é direcionado, já que, como se é percebido agora, a maioria das pessoas com filosofia popular consegue evoluir bem sob condições normais, embora que ainda sim, com os conhecimentos do meu livro, ou quaisquer outros, todo mundo possa melhorar cada vez mais e mais, devido a dificuldade de se chegar a perfeição (Mais sobre essa reflexão pode ser lido aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/04/reflexao-sobre-evolucoes-comuns-ou-nao.html).

Agora está decidido assim: manhã, estudo, tarde, dormir, noite, escrever, madrugada, escrever e dormir, fins de semana, sair com os amigos quando der, ou ainda jogar, se eu assim achar que preciso. A diversão, de fato, não parece ser uma necessidade instintiva, mas sim os fatores a ela estão associados. Para a postagem não ficar muito longa, deixarei isto para uma próxima postagem, talvez a próxima mesmo, já que cada dia mais estou sem assunto para atualizar o blog. Outra coisa a esclarecer é que, objetivo evolutivo é algo que dedicamos bastante tempo em nossas vidas, e será explicado no meu livro, mas nesta postagem aqui, objetivo evolutivo seria um trabalho, um projeto artístico, no meu caso, um livro. E também, a ferramenta de busca que eu adicionei ao blog é bastante interessante, a blogspot melhorou, e isto é bom, e também foi legal reler parte do link que mandei a cima. Notem também que estas postagens de reflexões que eu faço, sempre utilizam conhecimentos científicos, e isso é bastante positivo para eu chegar a uma boa conclusão, ou seja, estas postagens podem ser um exemplo de como utilizar os conhecimentos da psicologia evolutiva para se chegar a uma boa conclusão. Enfim, no mais, um abraço para todos e até a próxima postagem.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Estudos sobre as propriedades da matrizes e multiplicação das mesmas

Matrizes, não tão óbvio quanto parece

Olá amiguinhos, hoje vou escrever não sobre psicologia, para minha enorme felicidade por conseguir variar o tema, mas sim sobre matemática. Mas antes de começar, gostaria de contar as novidades. A primeira novidade é sobre o livro, ele está sendo reeditado e está tomando um formato muito melhor, embora eu ainda não esteja seguro se ele está em sua melhor forma, e provavelmente não está, mas melhorou muito e aumenta as chances de alguma editora me aceitar. Além disso, to pondo imagens no livro, o que é de alguma forma engraçado, mas é difícil encontrar lugar para botar imagens nele. Tirando isso, minha vida está meio normal, tirando que eu estou começando a jogar Starcraft pra treinar o minha habilidade em jogos e morrendo de medo de me viciar. Além disso, os sentimentos de paixão querem me invadir com o mesmo caso de anos atrás, mas de qualquer forma eu não quero deixar, mas é bom, meus caros amigos. Agora vamos a uma mini introdução do tema de hoje. Tive aula de matemática e o professor explicou multiplicação de matrizes. Eu e meu amigo ficamos tirando onda por pensarmos que seria uma coisa obvia, mas para a minha enorme surpresa, não é. Multiplicação de matrizes é o que será explicado hoje.

Para começar, precisamos entender qual é a natureza das matrizes. O que são, afinal, matrizes? Desde que eu mexo com programação, eu fico curioso pra saber sobre o porquê deste nome, descobri que ele veio do latim “Matrice”, e que seu significado está relacionado com algo que dá origem ou a qual depende outras informações, cópias, apropriações ou estabelecimentos. Na matemática, a matriz é uma lei informação que os elementos dependem para serem ordenados, acredito. Para saber como funciona a multiplicação de matrizes, eu teria que entender primeiramente, as propriedades básicas da matriz, e embora eu pensasse que sabia, minhas previsões estavam erradas ao eu ver o primeiro exemplo de uma multiplicação de matrizes, o que confundiu totalmente minha cabeça e me levou a pensar. Vou dar um exemplo aqui sobre o que eu pensei: Elemento Xij multiplicado pelo elemento Yij, onde a multiplicação ocorrente é X.Y. Por exemplo, matriz A, elemento 5 que fica em A11 multiplicado por elemento da matriz B que fica em b11, 3, será 3.5 que é 15. E isto se demonstra falso. Agora, meus amigos, a pergunta é: porque danado isto não ocorre desta maneira? A maneira a qual ocorre é bem diferente disto, onde uma coluna da matriz multiplica a linha da outra matriz, e a soma dessa multiplicação é o resultado. Mas pêra ae, pensei eu, “Soma em multiplicação? Agr, como pode?” Foi então que eu comecei as minhas investigações.

Definitivamente, o que é matriz? Me perguntei. Notei então que não poderia ser uma coisa simplesmente alheia, pois se o fosse, não teria significado organizá-la e ter todo o cuidado de manter seus elementos em ordem sempre. Notei também que uma matriz poderia ter um conjunto de informação a qual a formasse, ou seja, uma fórmula com duas variáveis, onde uma variável se baseia na linha e outra na coluna, e desta forma cada elemento da matriz deve estar naquele local, se não fica incompatível com a fórmula, que é o conjunto de informações. Esta informação me fez pensar que as propriedades da matriz profundas de uma forma que eu não havia imaginado, portanto, me puis a pensar. Tendo o exemplo em mãos sobre como funciona a multiplicação da matriz, tal exemplo dado por meu professor Belo, pude então fazer testes comparativos em busca de algum conhecimento, relação ou observação nova. Nada me foi dado. Parti então para um ato desesperado, que fui ver o funcionamento da matriz desde o princípio. Montei então uma matriz fictícia apenas com variáveis, onde estas variáveis se multiplicavam para formar o conjunto de informação da matriz. Foi então que veio a surpresa, a multiplicação da matriz ocorria de uma forma diferente, onde os elementos da coluna apenas se multiplicavam com os elementos da linha. Identifiquei então que isto era uma propriedade nova e, portanto, comecei minhas pesquisas por ai. Fiz outra matriz de mesmo formato com novas variáveis para continuar minha investigação, e felizmente, consegui alguns progressos. A baixo, a imagem de como isto tudo ocorreu: (OBS: Uma letra ao lado da outra significa que uma variavel está multiplicando a outra, assim como quando uma letra estiver abaixo da outra no mesmo campo da matriz, e para ampliar a imagem, clique nela)

Explicando a imagem: Notem que existem duas matrizes, cada uma com quatro elemento que multiplicam-se entre si, mas a coluna não multiplica a coluna e a linha não multiplica a linha, originando quatro informações. Como são duas matrizes, são oito informações multiplicando-se entre si, entretanto, a coluna não multiplica a coluna, e a linha não multiplica a linha. Lembrando que quando fazemos uma matrizes de 2x2, significa que são duas informações de linha e duas informações de coluna, desta forma, quando houver a multiplicação de duas matrizes 2x2, o resultado da multiplicação será uma matriz 2x2, e isto acontece pois, a principio, não existe motivos para a matriz mudar de formato, além disso, se ela mudar de formato, perde sua característica de informação, que é ter duas linhas e duas colunas, e isto não parece ser interessante. Além do mais, se a multiplicação de matrizes fosse feita de outra forma, não teria coerência racional, acredito, de determinar quem seria a linha ou quem seria a coluna da nova matriz diferente de 2x2, por isso, continuei minhas hipóteses sem me preocupar em mudar o formato da matriz. Continuando, ao multiplicar duas matrizes 2x2, o que na verdade acontece é que pegamos a coluna da primeira matriz e multiplicamos com a linha da segunda matriz, isto porque não podemos misturar coluna com coluna nem linha com linha. Porém, como são dois elementos por coluna e dois elementos por linha, e existem duas linhas e duas colunas em cada exemplo, e a nova matriz formada só terá dois elementos de cada matriz, e cada matriz tem quatro elementos, na verdade, ao multiplicar duas matrizes de 2x2, se forma duas matrizes de 2x2 como produto, como vocês puderam notar na imagem. Ao se formar estes duas novas matrizes, elas se somam, pois a intenção da multiplicação é juntar os números de forma coerente.

Notem também algumas coisas, primeira que não faz muito sentido lógico repetir um elemento de uma matriz-produto em outra matriz produto, pois como aquele elemento já foi usado, ele fica separado. A segunda é que não existe propriedade distributiva em multiplicação de matrizes devido ao fator que, segundo a lei das formações de matrizes, o primeiro número é sempre a coluna, e o segundo número é sempre a linha (ou vice-versa, não lembro), desta forma, em AxB, a matriz A que multiplica será a coluna, porque é a primeira, e B será a linha, da mesma forma que 2x3 é diferente de 3x2 em seu formato. Terceiro é que, a técnica ensinada na escola é uma versão prática e técnica de se fazer todo o processo percorrido aqui por mim, portanto não pode ser ignorada, mas notem que todas as leis de lá podem ser explicadas neste exemplo, como por exemplo, as duas coisas citadas a cima, e também o porque que ao multiplicar-se uma matriz AxB por YxZ, B tem que ser = Y, e o resultado desta matriz será AxZ. Isto acontece porque a coluna da matriz resultante será A, e a linha resultante da multiplicação será Z, e B e Y serão a quantidade de matrizes-produto que se originará, ou se utilizar a técnica mais rápido e fácil aprendida na escola, a quantidade de somas que serão efetuadas. As matrizes também devem ser compatíveis para que não haja multiplicações nulas, vazias, inexistentes, o que não seria zero, seria vazio mesmo, impossível, algo que se aproxime, mas não muito, eu acho, de dividir por zero, e isto não pode acontecer, embora eu ainda não saiba exatamente o porquê, mas seguindo o principio que se deve somar apenas matrizes iguais, este principio também deve se estender a multiplicação. Este processo é pode ser comparado ao processo quando se faz produto notável, a diferença é que os produtos notáveis se podem se somar se soubermos os valores, enquanto colunas com colunas e linhas com linhas não se somam nunca, nem se interagem.

Notem que os conhecimentos e técnicas que eu utilizei misturam bastante os conhecimentos abstratos que eu possuo sobre matemática, assim como os conhecimentos de investigação técnica. Uma coisa interessante que eu notei que é que os conhecimentos de investigação técnica se baseiam muito nos princípios geográficos explicados por meu professor de geografia, Felipe, que são extensão, analogia, causalidade, conexidade e atividade, além de outros processos técnicos, como mudar fatores ou utilizar valores mínimos para se testar as teorias (eu utilizei algo como 1, 2, 3 pra conferir, isso dá certo quase sempre). Além disso, utilizei o módulo de simulação para fazer simulações de comparações entre as formas de multiplicação possíveis, o que acelerou meu processo de descoberta. Pelo o que eu lembre, eu puis estes processos de investigação no meu livro, mas provavelmente vou dar ênfase a eles, principalmente ao processo geográfico que me pareceu muito interessante para investigar um conjunto de grandezas de fatores. No mais, um abraço para todos e até a próxima postagem.

domingo, 25 de julho de 2010

Postagem com reflexões e só para atualizar

Só para atualizar

Olá amiguinhos. Realmente sinto que estou em falta com este blog assim como com o compromisso de sempre criar novas idéias e teorias pra por aqui, mas cá pra nós, isto é bem difícil, tive sorte em encontrar a psicologia evolutiva pra ter o que escrever neste blog. Para além disto, não sei mais sobre o que postar, estou pensando seriamente em entrar no ramo da matemática e programação, caso psicologia evolutiva um dia se acabe para mim. De qualquer forma, vou atualizar o blog hoje falando sobre minha vontade de sair do mundo teórico e entrar no técnico, ao mesmo tempo em que eu não quero isso, é realmente complicado. No mundo técnico se vive as emoções humanas da melhor forma, seja boa ou ruim, mas as inovações são a custa de muito tempo, já no mundo teórico, não se vive emoções humanas, mas também nãos se vive nada se iludindo apenas. Num mundo técnico e teórico, as coisas seriam boas, mas não sei se tenho paciência de me jogar em algo com tudo, talvez seja isso o que eu estou fazendo com esse livro, por enquanto, mas e depois? Se pensarmos bem, talvez seja por isso que a família seja a melhor coisa a se investir, já que diferente de todos os projetos de nossa vida, que tem fim, a família sempre estará se multiplicando e carregando um pouco de nós.

Notem uma coisa interessante, minha idéia instintiva sobre parágrafos está mudando, se notarem o começo deste blog e o livro, notarão que os parágrafos estão com mais que o dobro de tamanho, mas não chegando ao triplo do que era no começo. Talvez isto esteja acontecendo por eu ter adotado a idéia de que cada parágrafo deve consistir numa pequena idéia que sozinha se sustente, mas que é a união dos parágrafos que dê a idéia completa ao capitulo. O conjunto de capítulos dá idéia completa ao livro, e um livro dá uma idéia completa para a vida, ou talvez não. Mas enfim, a postagem de hoje só tem como objetivo atualizar o blog, cujo qual eu já considero como sendo um blog de estimação, e legal vê-lo ás vezes. Falar sobre a minha vida aqui não tem graça no momento, muito sem movimento, e tudo o que eu escrevo no livro, um dia será publicado aqui, então não tem necessidade mais de eu falar sobre psicologia também. Utilizar o blog como twitter não é legal, até porque, ninguém o lê. Faz tanto tempo que eu não escrevo poemas ou histórias que isso me faz falta, as vezes, meus poemas antigo, quando eu os leio, sempre sinto sentimentos antigos, quando eu os escrevi, as vezes nostalgia, mas é interessante eles existirem. Imagens também me trás saudades de fazer, contudo, meu nível técnico pra desenhar imagens tem caído bastante, as vezes eu tento, mas não consigo. Queria muito pintar de verdade com alguma dessas tintas, seria uma experiência interessante para passar o tempo. Também penso sem fazer músicas, mas não tenho técnica para tal, e desenvolver uma técnica para isto demoraria muito tempo, embora aumente as chances deu me socializar, mas não quero desperdiçar tanto tempo não. Uma coisa que eu notei é que recife tem pouca movimentação para jovens, não sei, talvez tenha poucas casas de show, poucos barzinhos, poucas reuniões e movimentos, enfim, preciso encerrar essa postagem de hoje.

Vou encerrar só dando boa noite para todos, atingindo meu objetivo de escrever quatro postagens por mês, algo interessante que eu poderia dizer sobre as reflexões da minha vida, e suas conclusões, estão no livro, por isso é desnecessário eu falar aqui também. No mais, falarei. A proposto, é curioso escrever sobre um tema e pensar se eu já falei sobre ele no blog, e quando já se for escrito sobre todos os temas? Agora eu sei por que alguns blogs se consideram completos e fecham, e também tenho gostado da modernização do blogspot, estava precisando. Enfim, boa noite a todos e até mais.