quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Reflexões sobre o liberalismo econômico e as mudanças na tecnologia

Adam Smith e o Liberalismo atualmente

Olá amiguinhos, finalmente eu terminei o surgimento da economia, e ficou bem satisfatório, embora eu realmente tenha demorado. Notei que meu rendimento ao escrever o livro tem decaído muito, principalmente por eu estar cada vez mais precisando pesquisar pra escrever as coisas que eu falo no livro, pelo pouco conhecimento que eu tinha antes, de qualquer forma, isto têm se mostrado bastante proveitoso para o meu crescimento pessoal, por isso eu não considero essa experiência negativa, e além disso, mais uma vez me encontrei trancado numa parte do livro, sem conseguir sair dela, pois tudo o que eu escrevia parecia desorganizado e incompleto, e é incrível que quando sempre que isto acontece, significa que eu utilizei os princípios mecânicos de desenvolvimento teórico de forma errônea, e é incrível também como estes princípios se guiam por si sós enquanto escrevemos. Hoje irei começar a falar sobre o desenvolvimento e já tenho uma noção sobre como irei fazer isso, coisa que me tranqüiliza. Fiz prova hoje, cheguei cedo, to jogando mech hero, escutando alguma música e escrevendo, embora eu não goste de escutar música enquanto eu escrevo, mas daqui a pouco vou assistir TV globinho, faz tempo que eu não assisto, hehehe. Eu tenho alguns assuntos interessantes para falar, mas eu vou pô-los no livro, em forma de tópicos de encerramento, tais como dualidade entre esforço x técnica, evolução levada pela sobrevivência x reprodução, por isso, o que eu vou falar aqui hoje é sobre uma observação que fiz quanto ao modelo teórico de Adam Smith, modelo cujo qual eu não tenho certeza se compreendo ou não, mas pelo o que eu compreendo, o que entra de acordo com os resumos vistos por aí, dá pra ter uma razoável noção de quais são os princípios que levaram a formação do modelo a qual ele defende como melhor. Notem uma coisa interessante também, vou defender um ponto de vista de uma pessoa antiga, mas que ainda sim pode ser aplicado hoje em dia, como tantos filosóficos, mas que sua aplicação hoje em dia assume diferentes conseqüências do que aconteceria antigamente, principalmente devido a diferença cultural e econômica que temos, o que leva também a uma diferença política. Vamos à postagem.

Adam Smith viveu numa época a qual surgia as primeiras noções de modelos econômicos, os governos vigentes, com pouca a experiência sobre o assunto vindas dos acontecimentos do império romano, dentre outros, além de querer seu próprio beneficio, criava empresas que dominavam o monopólio do mercado, e não permitia que ninguém mais criasse empresas comercializando o mesmo produto, além disso, a riqueza de um país era medida pela sua quantidade de metais valiosos, que eram principalmente o ouro e a prata, e não pela força de trabalho de sua população. Ele fez parte do movimento iluminista, movimento guiado pelos comerciantes que notavam na livre economia e no poder na mão deles e por merecimento, em vez de na mão dos nobres por hereditariedade, a melhor forma para fazer nossa sociedade evoluir. Adam Smith argumentava que a melhor forma de economia era aquela livre, que as pessoas fizessem as coisas por seu próprio interesse, e sendo essas coisas feitas da maneira certa, acabava contribuindo para a sociedade, e se fosse feita de maneira errada, como os crimes, seria recriminado, e com o tempo, uma “mão invisível” iria guiar a sociedade pelo melhor caminho econômico a qual ela pode pegar. Temos então que uma sociedade da forma que ele imaginou, onde as pessoas levadas pelo instinto de querer se tornar melhor, iriam procurar as melhores formas de contribuir com a sociedade, por meio do poder social, ou seja, toda qualidade que possa fazer bem a sociedade, que são as outras pessoas, para então se investir nesse poder social em próprio interesse instintivo, acabando por conseqüência, contribuindo com a sociedade, desta forma, cada pessoa iria procurar na sua sociedade, uma forma de melhorar, e o que não estivesse tão bom quanto poderia ser, seria melhorado por aqueles que querem se tornar melhores, e por isso às coisas acabaria se tornando melhor de qualquer forma, ao contrario do que era feito naquela época, que as pessoas simplesmente não tinham chance de melhorar por causa de impedimentos culturais ou políticos, tais como as classes sociais, impedimentos estes impostos pelas pessoas que dominam a política ou a cultura, como a nobreza e a igreja, por isso, Adam Smith não aconselhava o intrometimento do estado nos assuntos econômicos. Atualmente esta idéia ainda é posta em prática, e ela se chama liberalismo. Existem pessoas que a defendem, outras que consideram que o estado deveria controlar os meios econômicos para melhor beneficio da população, pois acreditam que o acumulo de renda provocada pelo liberalismo é uma coisa desfavorável e conseqüência da liberdade e do instinto humano de ganância.

Segundo minha visão de mundo, as idéias de Adam Smith, para o tempo dele, são totalmente válidas, pois naquele tempo, o conhecimento técnico era simples, pois uma pessoa bem empenhada, se interessada, poderia aprender o conjunto de conhecimentos necessários para exercer uma profissão e fazer competência a aquelas que dominam o mercado, e as pessoas iriam fazer concorrência no que tivesse mercado, contudo, a coisa começa a se tornar complicada com o surgimento da tecnologia e dos enormes investimentos que devem ser feitos para montar uma empresa grande ou de produtos complexos, isto acaba por violar a visão de mundo vista por Adam Smith, já que como poucas pessoas tem capacidade de montar tais empresas, o mercado fica carente e sem concorrência, havendo um monopólio não do melhor produto, mas sim do produto a qual uma única pessoa pode fazer em sua região. Nestes casos, a intervenção do governo é necessária para que não haja injustiças com a população nem com os empregados, além disso, o governo que também trabalha como um mediador entre os interesses da população, da cultura, e da economia, dos empresários, também é bastante interessante, já que sem isso, a população e a economia brigariam constantemente, cada um querendo apenas o seu bem, e esquecendo-se do que o país realmente precisa para crescer, como foi o caso de umas greves que ocorreram no Brasil, onde os empregados exigiam mais do que os empresários podiam dar, causando por conseqüência, uma bolha econômica que acabou prejudicando a economia futuramente. Por isso, acabo me tornando a favor da intervenção do governo em certos casos. O interessante é que qualquer empresa motivada pela concorrência e competição acaba sendo mais produtiva que uma empresa que tem o monopólio, justamente porque a concorrência acaba por instigar mais o instinto humano, e como a empresa é feita de humanos, instiga também o instinto da empresa, por isso eu sou a favor que as empresas sejam livres para ganhar de acordo com o seu livre interesse, desde que o conhecimento seja distribuído igualmente para que haja a concorrência e tudo mais.

É interessante notarmos que, para to tempo Adam Smith, sua idéia era a melhor, contudo, se nós adicionarmos o avanço tecnológico que torna inviável a concorrência a qual ele tanto prezava, notamos que seu modelo de não interferência governamental não é o mais eficaz para o bem geral da população, por isso, seguir suas idéias a priori não é o que mais beneficiaria nossa população atualmente. Essa questão de evolução incentivada por sobrevivência e evolução incentivada por reprodução se aplica, por exemplo, a empresas que competem e empresas que não competem, onde a primeira tem uma tendência maior a gastar esforços humanos para melhorar que a segunda, coisa que eu pretendo explicar no final do meu livro, por isso não vou entrar em detalhes agora. Do mesmo jeito que Adam Smith, acredito que seja razoável que outros filósofos ou teóricos de antigamente, ao entrarem em contato com nossa nova realidade, tenham grandes chances de aperfeiçoar, adaptar ou até mesmo mudar suas idéias, acho um desperdício ignorar todo o conhecimento científico atualmente, e isto leva a concepção de filosofia a qual irei expor no meu livro. Com isso amiguinhos, termino essa postagem, sei que escrevi desorganizado como sempre, mas de qualquer forma, pouca gente lê isso aqui mesmo, que fique para registro essa minha idéia. Também escrevi hoje para manter minha meta racional de quatro postagens por mês, abraços e até a próxima postagem.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Estudos sobre as o cérebro humano e sua estrutura de desenvolvimento

Um pouco mais a mente humana e seu desenvolvimento

Olá amiguinhos, faz realmente muito tempo que eu não posto, isto se deve ao estar jogando Mech Hero e escrevendo muito, geralmente, ou eu estou fazendo um, ou outro, ou ainda no MSN e raramente, assistindo a vídeos. De qualquer forma, soube de uma noticia que me deixou muitíssimo aliviado, The Guild provavelmente será traduzido fim do ano, mas o que realmente importante: Será traduzido. Isto realmente me deixa feliz, quero re-assistir tudo de novo, duas vezes. Quanto ao livro, vai andando, utilizando os métodos racionais está previsto pra terminar o fim de ano, to entrando em desenvolvimento da economia, e quando eu sem aula, ficará melhor para escrever. Agora mesmo estou escutando uma seleção de músicas feita por meu amigo, ok, chega de novidades, não é? Vamos a postagem. Eu estava pensando esses dias sobre a mente humana, as informações que eu tenho dela, meus pré-supostos e tudo mais, e então tentei aprimorar o modelo já mostrado neste link: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/ola-amigunhos-hoje-to-sem-muita-vontade.html e será nesta postagem que eu irei apresentar minhas conclusões. Esses dias meu professor me falou que as estruturas neuras de uma pessoa se definem quando ela é criança, e que estas ligações começam a se desfazer enquanto a pessoa vai se tornando velho, e é por isto que há problemas de memória e inteligência na velhice. Embora eu também acredite que a falta de compromisso com a evolução que há na velhice também interfira nisso, fazendo com que o idoso se torne mais passivo a tédio e de aceitar as coisas, por suas forças físicas não serem já como antigamente, se a informação anterior for verdadeira, ela pode nos dar melhores pistas sobre quais tecnologias o cérebro humano usa para formar sua inteligência. Outra informação interessante que há para trabalhar é a capacidade que alguns têm e as quais chamamos de dom, e muito me intriga saber se estas habilidades surgiram por causa de diferentes regiões do cérebro que melhor se desenvolveram, ou se foi algum estimulo ocorrido durante a infância que contribuiu para isto, ou se mesmo foi os dois.

Sobre o desenvolvimento do cérebro, isto é algo também curioso. Na pratica, nenhum cérebro é igual ao outro, embora tenha as mesmas tecnologias ou princípios de funcionamento, provavelmente sempre haverá uma diferença ou outra, seja causada por alguma individualidade na genética ou no processo de gestação, seja por ter diferentes átomos arrumados de diferentes formas por causa das diferenças climáticas, nutricionais ou etc, mas seguindo um padrão, ou até mesmo pelo diferente tamanho da cabeça das pessoas, diferentes formas, fazendo com que uns cérebros sejam maiores, outros menores, alguns com mais capacidade de desenvolver a parte frontal, por exemplo, tendo mais neurônios nela, ou a parte traseira, até que ponto tudo isto influencia? De qualquer forma, o que me interessa mais é saber o que pode ser mudado para ser melhorado, e a informação sobre as pessoas desenvolverem uma estrutura cerebral enquanto crescem, me parece ser uma boa base de pesquisa para isto. Lembrando os princípios da psicologia evolutiva, a memória sempre memoriza experiências que tragam sentimentos fortes, seja ela de qualquer tipo, e se nós pressupormos que esta é a única forma do cérebro armazenar informações, temos então que as experiências marcantes, segundo a perspectiva de uma criança, a faz aprender. É interessante notar que os princípios filosóficos que aquela criança irá levar para a vida toda também surge nesta fase, e isto pode também estar relacionado a forma como ela relaciona as coisas, como ela valoriza as coisas, e conseqüentemente, como ela aprende as coisas, interferindo assim em sua memória. Se uma criança, por exemplo, aprender a valorizar os sentimentos, ela irá se tornar sentimental e bastante perceptível as reações humanas, pois são os humanos a fonte de todos os sentimentos intensos, conseqüentemente, irá ignorar tudo aquilo que não traga sentimentos de imediato, que não seja prático, como o mundo abstrato das idéias, desta forma também acontece ao contrario, se uma criança não aprende a valorizar os sentimentos, também não valorizará tanto aos humanos, e por isto irá procurar outro algo a qual se apegar, se envolver, buscando assim encontrar sua natureza humana e suas chances de sobreviver e reproduzir.

A partir do momento que uma filosofia é formada e se solidifica, e que ao mesmo tempo, todas as experiências daquela pessoa sejam filtradas de acordo com aquela filosofia, torna-se complicado mudar a visão de mundo de tal pessoa, e mesmo que isto seja obtido, mudar os princípios filosóficos da mesma se torna uma tarefa mais árdua ainda, principalmente se ela relaciona bons valores com aquelas experiências ou algum sentimento relacionado à evolução. Paralelamente a isto, é importante lembrarmos que os cérebros humanos são diferentes, e por isto, pressupõe-se que alguns se mostram mais eficientes em determinadas tarefas que outros, embora seja algo realmente complicado de provar. Estas diferenças também podem fazer diferença na infância, fazendo com que as pessoas tendam a seguir determinados caminhos evolutivos e estilos de vida, e ainda, estas diferenças podem ter uma enorme contribuição para o desenvolvimento de habilidades consideradas como dons, ou também a filosofia de uma pessoa possa dar valor ao conjunto de experiências que melhor façam com que determinada habilidade cerebral, básica a todos os humanos, funcione melhor. Concluindo: O cérebro pode ter determinada facilidade em alguma tarefa, o que leva a pessoa desenvolver uma filosofia relacionada com aquela tarefa, ou ainda a filosofia da mesma possa filtrar as experiências necessárias pro cérebro trabalhar bem em alguma tarefa, ou mesmo os dois, sendo também possível a capacidade da filosofia também desestimular uma habilidade naturalmente boa do cérebro de alguma pessoa, embora isto seja extremamente difícil de observar e eu não tenha o feito também. Podemos observar com estas pré-suposições que são inúmeras variadas que desenvolvem a inteligência nas pessoas, ou também ao desenvolvimento de dons, embora eu ainda não tenha exatamente chegado a um conceito de inteligência, coisa que, acredito eu, demoraria uma postagem inteira, por isso não vou tocar no assunto agora.

Com isto amiguinhos, me despeço de vocês. Já são quase duas horas, nossa, demorei nesta postagem sem perceber, também jogando mech hero, agrr. Aqui caí uma pequena reflexão: Eu estou me dedicando de mais ao mech hero, um vício, o que possivelmente pode atrapalhar meus estudos, o que antigamente era um vício, agrr, é complicado administrar o que é necessário para o meu crescimento intelectual e humano de forma equilibrada, além disso, também vejo a necessidade de mudar alguns conceitos e principalmente: terminar este livro e começar a divulgação das minhas idéias em lugares sérios, como faculdades, e caso dê certo, fazer este livro da forma correta, com ajuda de profissionais. Já não basta eu estudar os mecanismos sentimentais, racionais e sociais, ainda tenho que entender sobre redação e escrita, duas habilidades que requerem tempo, é complicado, ainda tenho dezoito anos, deveria estar apenas terminando o colégio e ingressando numa faculdade. Enfim, notei também que jogo mech hero pelo mesmo motivo que ficava muito tempo no twitter: esperança que algo legal aconteça. Espero que aconteça, sério. Hoje talvez não dê tempo de escrever nada no livro, é uma pena, enfim, boa noite a todos, e até a próxima postagem, que será breve, espero.