Como equilibrar: obrigação e lazer
Olá amiguinhos, cá estou eu novamente para falar sobre o assunto que eu ia falar na ultima postagem, que é evolução artificial e instintiva. Mas antes, uma introdução, que dessa vez terá haver com o assunto principal. Não sei se já escrevi sobre isso aqui antes, mas agora eu estou passando por um momento bastante curioso na vida dos humanos, que é o inicio das obrigações de produção social. Produção social significa trabalho, e o trabalho é determinado pelo nível de evolução de cada pessoa, isto significa que é neste momento da vida que o jovem se depara com sua evolução social, seja esta desenvolvida ou não. Evolução social é todo aquele conjunto de qualidades que ajude a um humano, a produzir recursos para sociedade, e isto significa que mesmo que uma pessoa tenha uma evolução instintiva altíssima, sua evolução social pode ser baixa, e isto causa uma enorme confusão na cabeça dos jovens, inclusive na minha. Como já falei outra vez também, evolução pode significar qualquer qualidade humana, nativa ou desenvolvida, que contribua para um determinado fim, sendo este fim classificado de modo geral em instintivo, social ou racional, e por evolução ser um conjunto de qualidades que podem ser desenvolvida, como por exemplo, saber efetuar alguma operação matemática ou racional, desenvolver algum tipo de carisma, moda, personalidade, beleza, comportamento, dentre várias outras coisas, temos então que existe a evolução artificial. A principal diferença entre a evolução instintiva e a evolução artificial, é que na instintiva, o humano sente sua própria evolução por meio das emoções, por meio do apego e da certeza que está desenvolvendo algo único e que lhe complete, uma qualidade que defina seu ser, uma característica que o destaque dos demais, já que este algo único possivelmente aumente fortemente suas chances de sobreviver e reproduzir, já na evolução artificial, o humano não sente exatamente suas emoções devido ao desenvolvimento da determinada qualidade, mas sente as emoções devido ao que essas qualidades lhe proporcionam como recursos, ou seja, ele se obriga, ou é obrigado, a evoluir artificialmente, para alcançar um determinado estado que só uma evolução artificial consiga chegar, onde neste estado haja uma recompensa, e será nesta recompensa que estará focada as emoções, já que será ela que trará maiores chances de sobreviver e reproduzir para o humano. O exemplo disto é estudar.
É estudar do que eu preciso, amigos. Embora eu tenha bastante apego ao conhecimento em geral, e tente sempre re-desenvolver estes conhecimentos com o intuito de ter uma “re-evolução”, é impossível que eu desenvolva mil anos de produção cientifica, até mesmo porque eu não tenho informações de pesquisa o suficiente para isso, sem contar no tempo que, dependendo da técnica, seria insuficiente, e é disso o que precisamos para passar no vestibular e ter condições de aprender as técnicas avançadas das matérias especificas. Na minha “re-evolução”, de algum modo, eu tinha uma evolução instintiva, pois todo o conhecimento a qual eu re-desenvolvia, eu o entendia de maneira bastante profunda e abrangente, e então passava também a compreender as técnicas que eram desenvolvidas a partir de tal conhecimento, tendo um maior domínio sobre as mesmas, eu realmente sou apaixonado por desenvolver conhecimentos, pois sinto o enorme potencial disto tudo para a melhoria do nosso mundo, de nossas vidas, porém, aprender uma técnica simplesmente por aprender é algo um tanto vazio, artificial, e eu tenho uma enorme dificuldade de balancear minha vida, minhas evoluções, organizar a aderência destas técnicas de maneira organizada e eficiente, e devo salientar que é inevitável que a aderência de técnicas com o objetivo de passar no vestibular se torne uma evolução artificial, já que quando se vai aprender uma técnica matemática, por exemplo, sem antes investigar seu funcionamento para entender suas particularidades, é muito comum haver pequenos erros na execução da técnica, o que leva ao erro da questão, e para que não haja este tipo de deslize é que se mostra necessário treinamento o através de exercícios repetitivos, além disso, se levarmos em consideração que enquanto se investiga determinada matéria com o sentimento de evolução, nossa memória fica mais atenta aos detalhes, já que a memória funciona através do sentimento, e além disso, também utilizamos as técnicas daquela matéria para investigar algum novo comportamento, o que nos leva também a aprender sobre o assunto.
Isto me leva a um outro ponto, se na evolução artificial, não há ligações de sentimentos enquanto a evolução ocorre, há somente a obrigação para o alcance de um determinado objetivo, enquanto que na evolução instintiva, há o prazer em se tornar melhor em determinada atividade, prazer este que nos trás sensações boas, sensação de bem-estar, felicidade, de estar completo, e etc., e levando em consideração que várias pesquisas dizem que o corpo humano precisa de bons sentimentos, já que sentimentos, em parte, também são hormônios, para continuar exercendo bem suas funções de funcionamento, e que estes bons sentimentos são geralmente trazidos na evolução instintiva, através das boas emoções, como então equilibrar a evolução artificial, necessária para o futuro, e a evolução instintiva, necessária para o presente? É uma situação realmente complicada, porque uma é obrigação racional, outra é prazer instintivo, porém, ao contrario do que eu pensava quando era menor, a sabedoria popular é boa, e ela mesma já desenvolveu um mecanismo para isto, é o chamado por mim de chave-cadeado obrigação-recompensa, consiste no seguinte: Através de um equilíbrio entre o que se deseja no futuro, e o que se precisa no presente, para que não haja um desequilíbrio, principalmente o desequilíbrio que enfoque no instinto, que se preocupa com o presente, esse mecanismo faz com que algo presente só seja desbloqueado quando algo do futuro for realizado, ou seja, num exemplo popular, só sair com os amigos caso resolva a tarefa de casa. Embora a teoria deste mecanismo seja simples, a execução dele não é exatamente fácil, e nem sempre ocorre sob as condições que se possa considerar como boas, isto porque, acredito que a grande maioria de nós entenda a complexidade humana, e das mais relativas linhas de pensamento e evolução que o humano pode tomar, desta forma, ter um mecanismo fechado, que é este, num sistema aberto, que é os humanos, admite muitas falhas, como a burla do sistema de tarefas ou estudo, ou a desvalorização do mesmo, não dando o devido valor para os tempos reservados para o estudo, ou seja, em vez de estudar, ficar pensando na vida e passar de ano arrastado, na última da última recuperação. Estes casos geralmente acontecem quando o mecanismo é imposto a alguém, sem que este alguém entenda os reais benefícios deste mecanismo, clássico caso dos estudantes, e resolver este problema realmente não é uma tarefa fácil, pois é necessária a conscientização da parte diretamente manipulada pelo mecanismo, para que ele funcione na sua melhor eficiência.
Agora voltando um pouco ao meu problema atualmente em equilibrar estas situações, acredito eu que eu não tenho as condições necessárias para aplicar o mecanismo citado a cima em mim mesmo, já que não há algo que necessariamente me faça ter prazer, ou seja, não há algo em que eu evolua atualmente, pois minha evolução está um pouco dispersa, e isso talvez responde o porquê eu sinta falta de um objetivo de vida, as vezes, embora eu saiba que este objetivo esteja em pesquisas. Se eu realmente me dedicar a uma evolução artificial, eu preciso de uma evolução instintiva, nem que seja dada por um mecanismo de fácil evolução instintiva, que são as atividades que são ligadas a diversão, como jogos de computador, ou seja, eu preciso me envolver com alguma coisa agora, para arrumar energias para me envolver também com coisas futuras. Não lhes nego, amigos, uma namorada é um artifício de evolução instintiva bastante eficiente, que até entra em minhas hipóteses, atualmente, mas isto deve ser algo pensando com cuidado. Primeiro ponto para o ajuste da minha vida pode ficar então por arrumar uma evolução instintiva, que me dê sentimentos bons e prazer para encarar a evolução artificial. Segundo ponto, de alguma forma, eu percebo que a evolução artificial, dependendo do modo que você organize o mecanismo, pode ser mais ou menos eficiente. No meu caso especificadamente, eu adoro investigar conteúdos, isto realmente me agrada, e eu estava pensando em aliar isso a resolução dos exercícios, de modo a ter um conhecimento técnico-abstrato mais aprofundado e enraizado, contudo, não sei se isso será fácil, mas se for por questão de tempo, tenho alguns meses pelo menos. No final dos estudos, perto do vestibular, posso me enfocar no aspecto técnico, que é o que realmente importa para produzir recursos para a sociedade, ou seja, adianta pouco entender bastante de teoria matemática se não se consegue resolver uma equação física. Enfim, acredito ter falado tudo o que eu gostaria de falar aqui, embora eu não tenha chegado a uma conclusão sobre qual mecanismo eu vá aplicar em mim para estudar, qualquer novidade sobre isso eu atualizo aqui, vou tentar fazer alguns testes e ver no que eu me adapto, e também tentar organizar algumas outras coisas. Encontro-me num conjunto de pensamentos muito confusos a cerca de alguns grupos sociais, preciso reverter isso, algum dia eu comento aqui. Abraço a todos, desculpem-me por ter mesclado de mais a postagem com a introdução, isso ficou confuso e depois eu penso sobre isso, até mais.