terça-feira, 29 de março de 2011

Evolução instintiva e artificial e relação com a obrigação e o lazer

Como equilibrar: obrigação e lazer

Olá amiguinhos, cá estou eu novamente para falar sobre o assunto que eu ia falar na ultima postagem, que é evolução artificial e instintiva. Mas antes, uma introdução, que dessa vez terá haver com o assunto principal. Não sei se já escrevi sobre isso aqui antes, mas agora eu estou passando por um momento bastante curioso na vida dos humanos, que é o inicio das obrigações de produção social. Produção social significa trabalho, e o trabalho é determinado pelo nível de evolução de cada pessoa, isto significa que é neste momento da vida que o jovem se depara com sua evolução social, seja esta desenvolvida ou não. Evolução social é todo aquele conjunto de qualidades que ajude a um humano, a produzir recursos para sociedade, e isto significa que mesmo que uma pessoa tenha uma evolução instintiva altíssima, sua evolução social pode ser baixa, e isto causa uma enorme confusão na cabeça dos jovens, inclusive na minha. Como já falei outra vez também, evolução pode significar qualquer qualidade humana, nativa ou desenvolvida, que contribua para um determinado fim, sendo este fim classificado de modo geral em instintivo, social ou racional, e por evolução ser um conjunto de qualidades que podem ser desenvolvida, como por exemplo, saber efetuar alguma operação matemática ou racional, desenvolver algum tipo de carisma, moda, personalidade, beleza, comportamento, dentre várias outras coisas, temos então que existe a evolução artificial. A principal diferença entre a evolução instintiva e a evolução artificial, é que na instintiva, o humano sente sua própria evolução por meio das emoções, por meio do apego e da certeza que está desenvolvendo algo único e que lhe complete, uma qualidade que defina seu ser, uma característica que o destaque dos demais, já que este algo único possivelmente aumente fortemente suas chances de sobreviver e reproduzir, já na evolução artificial, o humano não sente exatamente suas emoções devido ao desenvolvimento da determinada qualidade, mas sente as emoções devido ao que essas qualidades lhe proporcionam como recursos, ou seja, ele se obriga, ou é obrigado, a evoluir artificialmente, para alcançar um determinado estado que só uma evolução artificial consiga chegar, onde neste estado haja uma recompensa, e será nesta recompensa que estará focada as emoções, já que será ela que trará maiores chances de sobreviver e reproduzir para o humano. O exemplo disto é estudar.

É estudar do que eu preciso, amigos. Embora eu tenha bastante apego ao conhecimento em geral, e tente sempre re-desenvolver estes conhecimentos com o intuito de ter uma “re-evolução”, é impossível que eu desenvolva mil anos de produção cientifica, até mesmo porque eu não tenho informações de pesquisa o suficiente para isso, sem contar no tempo que, dependendo da técnica, seria insuficiente, e é disso o que precisamos para passar no vestibular e ter condições de aprender as técnicas avançadas das matérias especificas. Na minha “re-evolução”, de algum modo, eu tinha uma evolução instintiva, pois todo o conhecimento a qual eu re-desenvolvia, eu o entendia de maneira bastante profunda e abrangente, e então passava também a compreender as técnicas que eram desenvolvidas a partir de tal conhecimento, tendo um maior domínio sobre as mesmas, eu realmente sou apaixonado por desenvolver conhecimentos, pois sinto o enorme potencial disto tudo para a melhoria do nosso mundo, de nossas vidas, porém, aprender uma técnica simplesmente por aprender é algo um tanto vazio, artificial, e eu tenho uma enorme dificuldade de balancear minha vida, minhas evoluções, organizar a aderência destas técnicas de maneira organizada e eficiente, e devo salientar que é inevitável que a aderência de técnicas com o objetivo de passar no vestibular se torne uma evolução artificial, já que quando se vai aprender uma técnica matemática, por exemplo, sem antes investigar seu funcionamento para entender suas particularidades, é muito comum haver pequenos erros na execução da técnica, o que leva ao erro da questão, e para que não haja este tipo de deslize é que se mostra necessário treinamento o através de exercícios repetitivos, além disso, se levarmos em consideração que enquanto se investiga determinada matéria com o sentimento de evolução, nossa memória fica mais atenta aos detalhes, já que a memória funciona através do sentimento, e além disso, também utilizamos as técnicas daquela matéria para investigar algum novo comportamento, o que nos leva também a aprender sobre o assunto.

Isto me leva a um outro ponto, se na evolução artificial, não há ligações de sentimentos enquanto a evolução ocorre, há somente a obrigação para o alcance de um determinado objetivo, enquanto que na evolução instintiva, há o prazer em se tornar melhor em determinada atividade, prazer este que nos trás sensações boas, sensação de bem-estar, felicidade, de estar completo, e etc., e levando em consideração que várias pesquisas dizem que o corpo humano precisa de bons sentimentos, já que sentimentos, em parte, também são hormônios, para continuar exercendo bem suas funções de funcionamento, e que estes bons sentimentos são geralmente trazidos na evolução instintiva, através das boas emoções, como então equilibrar a evolução artificial, necessária para o futuro, e a evolução instintiva, necessária para o presente? É uma situação realmente complicada, porque uma é obrigação racional, outra é prazer instintivo, porém, ao contrario do que eu pensava quando era menor, a sabedoria popular é boa, e ela mesma já desenvolveu um mecanismo para isto, é o chamado por mim de chave-cadeado obrigação-recompensa, consiste no seguinte: Através de um equilíbrio entre o que se deseja no futuro, e o que se precisa no presente, para que não haja um desequilíbrio, principalmente o desequilíbrio que enfoque no instinto, que se preocupa com o presente, esse mecanismo faz com que algo presente só seja desbloqueado quando algo do futuro for realizado, ou seja, num exemplo popular, só sair com os amigos caso resolva a tarefa de casa. Embora a teoria deste mecanismo seja simples, a execução dele não é exatamente fácil, e nem sempre ocorre sob as condições que se possa considerar como boas, isto porque, acredito que a grande maioria de nós entenda a complexidade humana, e das mais relativas linhas de pensamento e evolução que o humano pode tomar, desta forma, ter um mecanismo fechado, que é este, num sistema aberto, que é os humanos, admite muitas falhas, como a burla do sistema de tarefas ou estudo, ou a desvalorização do mesmo, não dando o devido valor para os tempos reservados para o estudo, ou seja, em vez de estudar, ficar pensando na vida e passar de ano arrastado, na última da última recuperação. Estes casos geralmente acontecem quando o mecanismo é imposto a alguém, sem que este alguém entenda os reais benefícios deste mecanismo, clássico caso dos estudantes, e resolver este problema realmente não é uma tarefa fácil, pois é necessária a conscientização da parte diretamente manipulada pelo mecanismo, para que ele funcione na sua melhor eficiência.

Agora voltando um pouco ao meu problema atualmente em equilibrar estas situações, acredito eu que eu não tenho as condições necessárias para aplicar o mecanismo citado a cima em mim mesmo, já que não há algo que necessariamente me faça ter prazer, ou seja, não há algo em que eu evolua atualmente, pois minha evolução está um pouco dispersa, e isso talvez responde o porquê eu sinta falta de um objetivo de vida, as vezes, embora eu saiba que este objetivo esteja em pesquisas. Se eu realmente me dedicar a uma evolução artificial, eu preciso de uma evolução instintiva, nem que seja dada por um mecanismo de fácil evolução instintiva, que são as atividades que são ligadas a diversão, como jogos de computador, ou seja, eu preciso me envolver com alguma coisa agora, para arrumar energias para me envolver também com coisas futuras. Não lhes nego, amigos, uma namorada é um artifício de evolução instintiva bastante eficiente, que até entra em minhas hipóteses, atualmente, mas isto deve ser algo pensando com cuidado. Primeiro ponto para o ajuste da minha vida pode ficar então por arrumar uma evolução instintiva, que me dê sentimentos bons e prazer para encarar a evolução artificial. Segundo ponto, de alguma forma, eu percebo que a evolução artificial, dependendo do modo que você organize o mecanismo, pode ser mais ou menos eficiente. No meu caso especificadamente, eu adoro investigar conteúdos, isto realmente me agrada, e eu estava pensando em aliar isso a resolução dos exercícios, de modo a ter um conhecimento técnico-abstrato mais aprofundado e enraizado, contudo, não sei se isso será fácil, mas se for por questão de tempo, tenho alguns meses pelo menos. No final dos estudos, perto do vestibular, posso me enfocar no aspecto técnico, que é o que realmente importa para produzir recursos para a sociedade, ou seja, adianta pouco entender bastante de teoria matemática se não se consegue resolver uma equação física. Enfim, acredito ter falado tudo o que eu gostaria de falar aqui, embora eu não tenha chegado a uma conclusão sobre qual mecanismo eu vá aplicar em mim para estudar, qualquer novidade sobre isso eu atualizo aqui, vou tentar fazer alguns testes e ver no que eu me adapto, e também tentar organizar algumas outras coisas. Encontro-me num conjunto de pensamentos muito confusos a cerca de alguns grupos sociais, preciso reverter isso, algum dia eu comento aqui. Abraço a todos, desculpem-me por ter mesclado de mais a postagem com a introdução, isso ficou confuso e depois eu penso sobre isso, até mais.

domingo, 27 de março de 2011

Pequeno poema para o Quem sou eu e reflexão sobre história pessoal

Minha história virtual

Olá amiguinhos, novamente me encontro naquela situação propensa a me fazer escrever no blog, que é a reunião de não ter nada pra fazer junto com já ter feito tudo o que há pra fazer, misturado com um pouco de não querer fazer de novo o que eu já fiz pra fazer quando não tem nada pra fazer. Esses dias meu Orkut foi deletado de forma muito grosseira, e isso me deixou primeiramente triste, pois a esta conta estavam associadas várias das minhas informações virtuais, incluindo as participações nos fóruns, bem como várias horas de dedicação de relacionamento com amigos, essa conta virou um fantasma, em seguida, comecei a perceber o quão minha vida estava ligada ao virtual, e como o virtual é, de alguma forma, delicado, e estou até mesmo pensando em fazer um back-up das minhas postagens do blog, afinal, é a minha história, e isto me leva a pensar neste sentimento de história e nostalgia, do passado. É complicado se apegar a fatos passados, coisa que eu costumo fazer bastante, pois o passado não muda, não se torna nem melhor nem pior, e quando ele é bom, isto se torna um atributo atrativo, porém, o dever de todo humano é sempre se tornar melhor, e isto só pode ser feito no presente e futuro. Eu sempre me satisfazia a ver, por exemplo, uma postagem minha de três anos atrás em alguma comunidade, o quanto eu mudei e melhorei, ou ainda alguma comunidade que tenha alguma história interessante ligada a ela, era de alguma forma prazeroso, me tornava complexo e rico, e estava lá para eu provar a alguém ou utilizar como um mecanismo de socialização, mas agora, está tudo apenas na minha memória, que nem tão boa assim é. É nessas horas também que se torna complicado o sentimento de justiça, e a ação de fazer justiça, atividade este que eu acredito não ter recursos o suficiente para exercer com as devidas técnicas, para eu obter o resultado esperado, que é a restauração do meu perfil, e se por curiosidade, alguns de vocês se perguntar o que eu acho injusto, não é o fato deu ter sido punido, e sim o peso da punição que caiu sobre mim, e a eficiência da mesma, que na minha opinião, foi desnecessário e prejudicial tanto a mim quanto ao Orkut.

Na verdade, a intenção original desta postagem era falar sobre evolução instintiva e artificial, conceito possivelmente novo, já que minha memória já está ficando fraca o suficiente a ponto deu não lembrar se já falei disso antes, ou mesmo pela quantidade de teorias já feitas por mim a cerca da psicologia da evolução, mas, já que o meu primeiro parágrafo tradicionalmente é utilizado para relatar algumas novidades minhas, juntamente com o assunto principal, e neste eu só fiz falar sobre as novidades, vou aproveitar que eu achei o poema que eu fiz para o Orkut, que foi excluído, mas por sorte minha já tinha sido copiado para o facebook, e ainda está lá, e escrevê-lo aqui também, tornando-o o assunto principal da postagem, se ligando ao primeiro parágrafo. Honestamente, estou precisando de mudanças, mais flexibilidade para tentar atingir, pelo menos, a algum público, pois continuar com esta diretriz de escrever apenas para registro é bastante cansativa. Vou deixar a evolução artificial e instintiva para outro dia, ou talvez hoje, e irei apresentar o poema agora. Para vocês, o poema:

Quem sou eu:
Transformei-me em pensamento,
Mas tento voltar a ser humano,
Ou pelo menos achar um equilíbrio.

Não é apenas um ideal de eficiência encontrado pela razão,
Nem apenas um ideal de evolução encontrado pelo instinto,
Mas sim a realidade de existir da melhor maneira possível.

Torno-me humano, sentindo-me,
Torno-me humano, entendendo-me,
Torno-me humano, aperfeiçoando-me.

Mais sobre mim:
http://barnabasspenser.blogspot.com/
http://youtube.com/user/Kingreey
http://twitter.com/Kingreey

domingo, 20 de março de 2011

Psicologia na matemática e nova propriedade (re) descoberta por mim

Humanos: Instinto influencia o raciocínio e vice-versa.

Olá amiguinhos, novamente inicio esta postagem começando a refletir sobre esta saudação de inicio, mas eu não quero falar sobre isso hoje, porque ao invés disso, eu quero falar sobre umas coisas que me vieram a cabeça essa semana no horário escolar, e que para não escrever, tratei de fazer notas, as quais eu li para relembrar e começar essa postagem. Começando com a primeira, que será terminada ainda neste parágrafo, eu ultimamente tenho notado um excesso de ingenuidade em mim, o que eu quero dizer é que, devido aos estudos da psicologia evolutiva, que diz que todo humano tende a ser bom, já que a bondade, de forma indireta, significa evolução, e é isto o que todo humano busca, eu acabo esperando o melhor dos humanos, e quando um comportamento ruim aparece, eu simplesmente tento investigar qual é a fonte daquele comportamento, contudo, o problema é que eu acabei ponto esta visão na interpretação histórica do livro, onde eu mostro um mundo com uma sistemática muito mais simples e com menos distúrbios. Não sei exatamente se isso foi um erro, ou se foi falta de aprofundamento, ou falta de dados, enfim, o que importa é que eu anotei no meu caderno que eu deveria revisar toda a interpretação da história que escrevi no meu livro, contudo, não vou fazer isso, pelo menos não enquanto isto não me traga nenhum tipo de reconhecimento social. Mas os distúrbios sociais são um fato interessante a parte pois nascem, assim como a evolução, do acidente, e por algum motivo continuam a se multiplicar por não haver fatores que os filtre, mesmo eles prejudicando a evolução, um exemplo bem comum disto são pessoas com a filosofia totalmente individualista e com a falta de percepção sobre a evolução, ligadas somente ao resultado. A propósito, eu tenho sempre que me preocupar em não perder minha essência que me levou ao estado atual, ou esquecê-la para sempre e mudar para melhor! Agora vamos ao assunto principal.

Essa semana meu amigo me apresentou uma questão matemática com um aspecto realmente interessante, que eu nunca tinha visto em lugar algum. Me apego muito aos fatores que compõe um número na hora de pensar na sua natureza, e nesta questão, havia a mistura do fator dois com o fator cinco, resultado como resposta, apenas um fator dois, vou escrever a questão aqui, e quem quiser visualizá-la, é só copiar aqui, ir no wolframalpha.com e colar lá, a questão é: ((2^28+2^30)/10)^1/3 [obs.: adoro resolver equações no teclado]. O resultado, que para mim a princípio pareceu bastante estranho, era 2^9, eliminando completamente o fator do cinco, localizado no divisor dez. Nunca havia notado este comportamento antes, e por isso, deduzi logo de cara que havia algum erro ou transcrição da questão que meu amigo me fez, ou no próprio gabarito, e para agravar a situação, este mesmo amigo, responsável pela transcrição, corrigiu a primeira equação dada por ele, sendo a equação a cima a já corrigida. Isto me fez pensar que a questão realmente havia erros de transcrição, pois já que ele havia errado a primeira vez, por padrão ou indução, há a possibilidade da segunda correção, a correta, também estar errada. Dediquei pouquíssimo esforço tentando resolver esta equação, e ainda por cima, acabei utilizando a técnica de forma errada da primeira vez, dando um resultado muito diferente do gabarito. Devido a desconfiança que eu já nutria, ao errar a técnica, juntamente com meu amigo que também estava tentando resolver essa questão, supus que minha dedução sobre o erro realmente ser da transcrição estava correta, encerrei a questão e falei para o meu amigo me trazer o caderno de exercícios onde estava contida esta questão. Dois dias se passaram até que ele me trouxesse o tal caderno de exercícios, e para a minha surpresa, a questão estava corretamente transcrita. Eu fiquei um tanto surpreso e incrédulo, imaginando as várias possibilidades, mas diante a testes anteriores, realmente havia me agarrado a idéia que a questão estava mal escrita no gabarito, talvez por erro de impressão, mesmo meu amigo tendo dito pra mim que a resolveu. Outra coisa que eu devo ressaltar é que eu dou pouca credibilidade a este mesmo amigo, ele me parece ser um tanto simplista e materialista, que chega ao ponto de mentir levemente para defender seu ponto de vista, ou, utilizando um termo mais adequado, distorcer a realidade ao seu favor com certa freqüência, embora ele seja uma pessoa legal, é o que eu sinto vindo dele, e imaginei que fosse o caso, por isso dei pouca credibilidade quando ele disse que tinha conseguido resolver, sem contar a primeira solução que ele me deu continha um erro matemático grave, ele meio que forçou a resposta, pois não sabia, mas nesta hora eu mostrei-o seu erro e a propriedade, foi quando ele admitiu ter forçado, lá fui eu novamente aos cálculos para tentar achar novas informações sobre a questão.
Obs. Pra falar a verdade, agora eu to meio em dúvida se ele realmente errou ou se tinha feito a mesma metodologia, mas de modo diferente, de qualquer forma, ele não teve firmeza racional em sua técnica para provar-me que ele estava certo, mesmo estando, e por isso, independente dele ter errado ou não, não mudaria o que eu senti na hora.

Na segunda tentativa eu estava mais atento a mesma propriedade que eu errei antes, e que ele também errou, e fiz utilizando o método certo e cheguei a um dado momento da questão que o resultado ainda não parecia visível, quando deveria ser, porém, como resposta a estranheza que eu sentia na questão, a qual eu não havia a mínima idéia de como ocorria, e também não me puis a pensar, acabei me convencendo que tal questão se baseava em alguma propriedade ou técnica ainda desconhecida por mim, isto tudo me fez simplesmente desistir da questão ao invés de continuar fazendo tentativas entre as várias técnicas que eu conheço, e eu nem a menos havia depositado uns cinco minutos de tentativas. Pedi ajuda para este tal amigo, que me explicou como resolvia a questão passo a passo, da maneira correta, foi quando eu percebi que eu estava simplesmente a duas operações algébricas da resposta, uma de soma e outra de divisão, que me levariam ao resultado final da questão. Simplesmente fiquei abalado, primeiramente por minha falta empenho em resolver um desafio matemático, senti um vazio por dentro ao ser me revelado a questão tão facilmente, pois eu havia conhecimentos o suficiente para resolvê-la, só faltou-me tentar mais e errar mais, lembrei-me neste momento a quantidade de horas que eu dedicava a apenas uma equação, nos princípios dos meus estudos com matemática, ainda quando eu sétima serie, motivado pelo desafio de redescobrir os conhecimentos do nosso mundo, coisa que eu estava perdendo pela obrigação de ser rápido e preciso nas técnicas, e segundamente, eu não entendi o porquê eu desisti tão rápido a princípio, coisa que após reflexão, eu entendi e escrevi tais fatores aqui, que foram a incerteza sobre a transcrição e gabarito da questão, e a estranheza dela própria juntamente com o monstro que eu fiz desse aspecto, que me levou a me agarrar a idéia de que eu não tinha técnicas o suficiente para resolve-la, e ainda há um terceiro fator ainda não dito aqui, eu ultimamente tenho monitorado o tempo que eu levo para resolver uma questão, já pensando no vestibular, com o objetivo de me deixar mais confiante na técnica e parar de revisar sempre as mesmas e seus princípios, a propósito, foi este mesmo fator que me fez não responder a outra questão, juntamente com o orgulho de não utilizar um artifício que só poderia ser usado caso eu já soubesse a questão, que era retirar parte da resposta, da própria resposta, exemplificando: a multiplicação de dois números dá tal resposta, e aqui está as equações contidas em tais números e cinco alternativas de respostas, todas apresentando como fator comum o cinco, ou seja, o cinco é um dos números da multiplicação e da resposta.

Neste mesmo dia, eu tive uma séria reflexão sobre minha bagagem de conhecimentos e a quantidade de tempo que eu perdia me dedicando a outras evoluções não relacionadas ao conhecimento, e imaginei a quantidade de pessoas que dedicam somente sua evolução ao conhecimento, e senti que meu nível é baixo, se comparado a tais pessoas, e isto significa que eu não vou passar no vestibular. Esta questão é complicada, merece ser refletida e é tema para uma próxima postagem, contudo, para terminar esta, eu irei mostrar a resolução da questão transcrita a cima em equações representadas na linguagem computacional, que é a linguagem com símbolos matemáticos mais acessíveis ao teclado, e esta equação poderá ser conferida no mesmo site citado anteriormente, o wolframalpha.com, vamos a questão: ((2^28+2^30)/10)^1/3 >- (próximo passo: fator comum) -> (((2^28(1+2^2))/10)^1/3 >-(resolução da potenciação (1+2^2)=> (1+4)) -> (((2^28)5)/10)^1/3 >- (cortando o cinco resultado da soma com o cinco do divisor dez) -> ((2^28)/2)^1/3 >- (agora será cortado um dois da potenciação no numerador com o dois da divisão, resultado no elemento neutro, um) -> (2^27)^1/3 > - (como o 2 está sendo por 27, e isto tudo está sendo elevado por 1/3, a técnica nos diz que potencia elevada por potencia deve haver a multiplicação, mas eu não irei explicar os princípios desta técnica nesta postagem, embora eu já tenha pesquisado por isso antes, como resultado temos: 27.1/3 => 27/3=> 9, passando isto para a equação) -> 2^9 -> (este já é um resultado bastante simplificado, mas pode ser simplificado ainda mais) -> 512 Fim da questão. O momento que eu não continuei foi justamente na soma do (1+2^2), e como podemos perceber, as técnicas utilizadas nesta questão são as da potenciação e divisão, bastante conhecidas por mim, pois eu já fiz muitas pesquisas nestes campos dos fatores, não é a toa que a fatoração e os números primos me fascinam. Oh sim, quase ia me esquecendo da nova propriedade que esta expressão numérica nos mostra, a da soma de fatores. Vou apenas fazer um resumo aqui, pois nem mesmo eu pensei profundamente sobre isso até agora: Notamos que na soma de dois fatores com mesma base, poderá surgir uma base diferente, que pode ser prevista com a técnica a cima, o fator comum. Esta propriedade é importante para mim, pois a tempos eu venho buscando saber o que ocorre na soma de dois fatores de mesma base, e ela nos dá uma pista sobre isso.

Numa curta despedida, é interessante que nesta postagem de hoje eu tenha arrumado temas para duas possíveis postagens: explicação sobre os fatores e reflexão sobre níveis gerais de evoluções individuais na sociedade, já fica registrado aqui para caso haja outro momento de tédio como o de hoje ou a necessidade de atualizar o blog para a meta de quatro postagens por dia, e é interessante também notarmos a quantidade de aprendizado sobre nós mesmos e sobre a psicologia humana que temos através da boa reflexão de uma experiência de vida como esta. No mais, encerro aqui, um abraço a todos e até a próxima.

domingo, 13 de março de 2011

Retratação sobre a postagem anterior

Explicações sobre mim

Olá amiguinhos, escrevo a caráter explicativo da minha última postagem, que eu acabo expondo minha visão pessoal acerca da classe dos professores. Devo admitir que, como estudioso, não posso deixar que os sentimentos interferiam no meu pensamento, mas a postagem anterior foi a prova que, de alguma forma, o instinto interfere no raciocínio, se não o foste, eu não teria dedicado tanto tempo de pensamento especificamente a esta classe. Para explicar os motivos que me fizeram escrever a postagem anterior, devo informar o momento de vida a qual me encontro agora, que é no ano anterior ao vestibular, tendo o ano de vestibular o significante que este é o primeiro ano que de fato, há a cobrança de resultados, sendo assim, há toda a insegurança humana de ser ou não ser capaz de obter tais resultados, que aumentam em muito nossas chances de sobreviver e reproduzir. O professor e sua metodologia se introduzem nisso a partir do momento que são estes que vão me prover as técnicas para necessárias para a obtenção do resultado, e quando eles acabam por não serem profissionais ou eficientes se comparados a média, significa que minhas chances de obter tais resultados, e por conseqüência, sobreviver e reproduzir, diminuem em muito, e, além disto, sendo este um motivo especifico ainda a mim, alguns dos meus professores deram várias e várias palestras defendendo o aumento do salário do professor, no exato momento em que os mesmos deveriam estar passando a mim as devidas técnicas que me ajudassem a passar no vestibular, ou aumentassem a minha bagagem de conhecimento sobre sua determinada matéria, coisa que além de me ajudar no vestibular, me ajudaria na vida. É através disto que eu nutro pessoalmente certa raiva quanto ao aumento de salário dos professores, e que motivou a me escrever a postagem anterior, que justifica a não modificação dos seus salários se estes continuarem com a atitude desleixada com sua melhora profissional e metodológica como eu vejo que estão. Cometi alguns erros, primeiro, generalizei. Há professores na minha que utilizam técnicas interessantes, assim como se dedicam a ficar bons nessa técnica. Segundo erro, esqueci as variáveis do sistema. Pensei num sistema fechado, simples, onde cada professor tivesse apenas a preocupação em evoluir na sua área educacional, esqueci-me também que o professor lida com humanos, e para exercer bem sua função, ele deve ser um bom humano. Na verdade, eu pensei nisso, mas esqueci a complexidade que é ensinar a uma pessoa, a como ser um bom humano, e na verdade, nem sei se na prática, minha teoria está certa, e se estiver errada, parte da solução anterior se mostra ineficiente.

Outro problema encontrado é que o professor é humano, e sendo assim, ele também sofre variações e tentações instintivas para não efetuar sua função como se deve. A função do professor realmente é muito complexa, por isso ele deve ter o envolvimento humano para aumentar as chances de evolução de outra pessoa, bem como entender as técnicas mais eficientes e necessárias para isso, então, sendo assim, se o professor não tiver o envolvimento humano com seus alunos, ou não entender as técnicas necessárias para o ensino, provavelmente ele vai criar um distúrbio no seu ambiente de trabalho, e aproveitar para evoluir outras áreas, que não a que por principio deve ser evoluída. Ou seja, o professor vai encontrar mais chances de sobreviver e reproduzir efetuando outra tarefa, como conversar, do que propriamente a que deve ser feita, que é ensinar, já que existe uma enorme dificuldade para ensinar, ou a falta de comprometimento a este tipo de evolução. Outra coisa que eu notei é que, além de ser professor, o professor também poderia ter sua evolução baseada na produção de novos conhecimentos, sendo então o professor, também um pesquisador, porém, imagino que estrutura para pesquisas só se encontra nas faculdades. Oh, as faculdades! Sério, gostaria muito de visita uma faculdade, local onde se produz conhecimento, se bem que eu devo supor que é menos o que eu imagino. Sinceramente eu perdi o rumo dessa postagem, assim como da minha teoria educacional, eu tenho a base, mas preciso por em prática, meio complicado isso. Enfim, essa postagem também é para atualizar o blog, e para aproveitar que essa postagem foi curta, vou escrever aqui também uma introdução sobre uma postagem que acabou tendo outra introdução, mas esta introdução acabou sendo gravada, ela será escrita abaixo, no mais, boa noite e abraços para quem preferir terminar aqui.

"Olá amiguinhos, minha vida ultimamente tem sido mais focada no minecraft, e de fato, tenho deixado meu livro um pouquinho mais de lado como sempre, mas não totalmente desanimado, eu todo dia, sempre tento fazer alguma coisa, embora eu faça muito menos coisas que antes, devido ao desanimo, mas ainda sim estou completando pelo menos uns dois parágrafos, ou mesmo um por dia, e pretendo terminar ele antes das férias. Sobre o minecraft, nossa, adoro jogos estilo roguelike, e ele é um jogo deste estilo de mão cheia, e ele é interessante, funciona a base de objetivos, pelo menos pra mim, por exemplo: eu me empenhei no meu objetivo de construir um castelo, apenas para utilizar o material retirado da mina, e então eu comecei a fazê-lo, e enquanto eu não terminava-o, era um motivo pra eu descer até as minas, enfrentar todos os perigos e trazer o material para cima, porém, ao terminar o castelo, fiquei sem essa motivação. Buscar outra motivação está fora do meu objetivo de vida, porque isto demoraria muito tempo, e eu quero fazer outras coisas, demoraria coisa de três a quatro, dias, ou mais, jogando direto pra construir algo realmente descente, contando com a fase de testes para saber o que realmente seria bom, estou dando essa estimativa baseado na minha experiência na construção do castelo, cuja estrutura era um pouco complicada, mas padronizada. Devo ressaltar também a experiência magnífica que foi explorar aquelas minas, criar um sistema de localização 3D não é nada fácil, contudo, a cada nova caverna sendo explorada, uma nova estrutura, materiais mais raros encontrados e a dificuldade e a engenhosidade para alcançá-los, caso estejam em lugares difíceis, o perigo dos monstros das cavernas o atacar, o medo de cair sem querer duma altura alta ou cair na lava, a sensação de estar realmente numa caverna, com rios subterrâneos tanto de água como de lava, muito interessante. Além disso, o gráfico a parte, todo trabalhado no conceito de pixels 3D é bastante interessante. Bom, falado do minecraft como introdução/novidades, vamos a postagem de hoje, que será mais uma vez sobre psicologia, ou melhor, antropologia."