Muitos tentam aplicar respostas prontas para a vida. No entanto, apenas o que é vivo pode responder a vida, do contrário, tornam-se apenas coisas mortas reagindo à estímulos mecânicos. O que é, contudo, estar vivo? Por certo, sabemos que Cristo nos trouxe a vida através do seu sacrifício. Através dele, temos acesso ao espírito santo, e este nos capacita para a vida eterna, aonde as respostas não são encontradas fora, mas sim na palavra e dentro de nós.
Muitos, porém, que não nasceram de novo tentam desenvolver uma resposta pronta à vida. Um sistema capaz de responder a todo estímulo de maneira automática, de modo que nós não precisaríamos mais confiar em nós e naquilo que há dentro de nós, mas sim neste sistema. Entretanto, para implantar este tais sistemas, agem como servos da morte, pois sustentam que o sofrimento e sacrifícios são necessários para um bem maior. Afinal, que bem comum é este construído em cima de morte e sofrimento?
Cristo, pois, já nos ensinou qual é o maior bem comum: usar nossa própria vida como sacrifício para servir as pessoas. Portanto, independente de qual sistema estamos inseridos, o que mais importa é usarmos nossa própria vida para servir as pessoas. Isto significa que para cada problema seremos capazes de observá-lo e usar o que tem dentro de nós para trazer boas respostas ao mundo. Sem o espírito santo, contudo, o que temos a oferecer? Apenas mais morte, naturalmente, até que alguém guiada pelo espírito consiga converter aquilo que é produzido por pessoas naturais aos propósitos de Deus.
Portanto, que tipo de reformas deveremos desejar ao nosso país, senão aquelas que nos permite a servir mais? Através do serviço é que poderemos responder à vida, pois nós somos o que realmente são vivos. Quanto mais o espírito de Deus puder atuar na nossa sociedade, mais próximos da volta estaremos. Entretanto, quanto mais outros sistemas governarem, mais próximos do pecado estaremos.
Portanto, reconciliar este sistema, que foi construído por mentes naturais e, portanto, que não contemplam a relação com Deus e só produzem pecado, é nosso ministério enquanto Cristãos. Este é o caminho para converter o pecado do mundo à glória do Senhor, oferecendo nosso próprio corpo como sacrifício vivo a serviço de Cristo e não buscando o sacrifício do próximo, renovando este século através da renovação das nossas mentes.
Seguir leis sem saber o porquê de sua existência ou significado é uma ignorância que pode levar a burrice ou perda de pontos estratégicos. Por isso, sigo apenas as minhas próprias regras. Por: Leandro Moura
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
sábado, 11 de agosto de 2018
A relação do indivíduo com a verdade
Introdução:
Durante esta semana eu escrevi algumas importantes postagens no Devir Social. Acontece que todas estas postagens, que buscam criar ferramentas para observar o indivíduo sociologicamente, também nos direcionam a refletir a relação do indivíduo com a verdade. Portanto, a postagem de hoje terá como objetivo entender um pouco melhor algumas das grandes questões da nossa sociedade à luz das ferramentas criadas no Devir Social. Quem desejar ler antes sobre quais textos que estou falando dirijam-se aos seguintes links: Linguagem dos organismos sociais, Análise das autoridades segundo a linguagem dos organismos.
Relação dos organismos com a verdade segundo a linguagem dos organismos:
O que é a verdade, segundo a linguagem dos organismos? É possível conceituar a verdade como, simplesmente, como a existência. No entanto, no contexto deste estudo, entende-se que a verdade é percebida pela forma como ela se efetiva. Isto porque existe uma produção social e uma linguagem, e se a linguagem consegue resultar na produção social, então ela é verdadeira. Do contrário, obviamente, a linguagem é falsa. Caso um organismo se estruture sobre uma linguagem falsa, ele não produz, porque a falseabilidade se dá com a não conferência da linguagem com a realidade. Este conceito de efetivação de verdade, um tanto simples, pode ser bastante intrigante quando relacionamos as diferentes formas que as autoridades dos organismos sociais são legitimadas.
A religião, por exemplo, busca construir uma linguagem que é capaz de compreender as verdades eternas sobre a realidade do ser humano. A ciência, por sua vez, a mesma coisa, no entanto, seu foco é compreender as verdades eternas sobre a realidade da matéria. A política, entretanto, busca utilizar as verdades e aplicando-as ao contexto econômico e cultural daquele tempo, objetivando seus fins eleitoreiros. Portanto, ela se preocupa muito mais com os resultados práticos, mesmo que neles haja imprecisões, manipulações ou mesmo mentiras, do que com sua a integridade à longo prazo. Se dá resultado, então, provavelmente, a política se “apodera” destas ferramentas que, naquele contexto, se mostram verdadeiras.
Portanto, cada indivíduo, que é a autoridade de menor grau de uma sociedade e, portanto, possuí uma linguagem e uma produção social, se relaciona com as diferentes verdades produzidas pelos diferentes organismos sociais, cada um a seu nível de responsabilidade e comprometimento com sua própria produção social dentro daqueles organismos. Por possuir uma produção social, cada indivíduo, também, tem sua própria relação com a verdade, sendo ele aquele que seleciona e gera pequenas mutações nas verdades que chegam até ele, sendo também o responsável pela reprodução daquilo que ele acha verdadeiro. Assim, concluí-se que é possível analisar a relação do indivíduo com as formas que ele efetiva as verdades que ele emite.
Relação do indivíduo com a verdade segundo a linguagem dos organismos:
Se o indivíduo é capaz de produzir suas próprias maneiras de efetivar as verdades, isto significa que ele é capaz de produzir uma linguagem e relacionar sua linguagem com sua produção. Obviamente, cada ser humano é capaz de associar novas informações, das diferentes fontes dos agentes, de uma maneira inovadora, de modo a ter uma produção mais eficiente. Esta produção, que é coordenada e anunciada através da linguagem, pode se reproduzir entre outros seres humanos e ter um enorme impacto nos próprios organismos sociais. Tanto é que a história está lotada por grandes seres humanos que revolucionaram a religião, a ciência e a política.
No entanto, esta interpretação nos permite ir um pouco além. Isto porque diferentes indivíduos estão em diferentes posições nos organismos sociais, de modo que a produção social e linguagem que saí deles tem diferentes impactos. Por consequência, toda a percepção de realidade deles é alterada por conta destes impactos que aquilo que é produzida causa no mundo. Em outras palavras, a depender da relação do indivíduo com o organismo, ele tem uma diferente percepção acerca da verdade. Esta é uma conclusão muito importante, pois permite que analisemos cada indivíduo e sua relação com a verdade a depender da sua relação com os organismos sociais.
Inicialmente, já é possível compreender os indivíduos que tem uma relação “determinística” ou de “livre-arbítrio” com a realidade, isto porque se forma como eles efetivam a verdade que saí deles tem algum impacto nos organismos sociais aos quais eles pertencem, eles sentem que, de fato, tiveram escolha, do contrário, eles sentem que de nada adianta tentar contra a verdade que se propagada, portanto, ou a reforça ou a ignora. Também é possível entender a relação do indivíduo com o coletivo no sentido de “é o indivíduo que faz o coletivo ou vice-versa?”. Isto também é algo relativo, uma vez que é preciso analisar o impacto do que é produzido pelo indivíduo em relação ao coletivo e vice-versa.
Verdade: eterna ou uma decisão política?
É possível perceber duas características acerca da efetivação da verdade: ela pode ser eterna ou efêmera. No entanto, se a a efetivação for efêmera, ela só tem utilidade material. Se ela for eterna, ela só tem utilidade ideal. É o ser humano que decide, afinal, quais verdades ele vai inserir na sua vida. A consequência de ser uma pessoa que busca apenas a verdade de utilidade ideal é que ela apenas irá saber como as coisas devem ser para que sejam coerentes, mas nunca vai conseguir traduzir essa verdade para seu próprio tempo histórico. A pessoa que só utiliza verdades de utilidade material vai ser muito hábil em manobrar a matéria, mas não saberá o que fazer com ela de modo a se harmonizar com os outros indivíduos.
A ciência busca a verdade eterna sobre a matéria, enquanto que a religião busca a verdade eterna sobre o ser humano. Cada uma ao seu modo são produtoras de verdade, portanto, são elas as fontes das verdades que irão alimentar os indivíduos da sociedade. Estas fontes necessariamente precisam preocupar-se em anunciar uma verdade que seja eterna, pois, do contrário, elas estão anunciando uma verdade que visa à utilidade, e uma vez que visa a utilidade ela se transforma em uma verdade política. Portanto, se estas autoridades basearem sua busca em verdades temporais, certamente correm o risco de poluir sua própria produção com princípios e método de efetivação de verdade que não pertencem a elas próprias.
Cada decisão do indivíduo tem suas consequências, tanto para bem quanto para o mal. É dele o dever de encontrar o caminho da sua própria evolução. Se o indivíduo busca usar uma mentira que funciona socialmente para alcançar seus objetivos, deve ser dele a responsabilidade de arcar com as consequências desta mentira. Sob o ponto de vista do conceito de efetivação verdade anunciado neste texto, uma mentira também é uma verdade, pois ela causa produção social. No entanto, é uma verdade de prazo limitado e com consequências incalculáveis. De um modo geral, a mentira é rejeitada pelas linguagens religiosas, podendo até mesmo ser chamada de blasfêmia. Já na linguagem científica, ela é chamada de falsidade e descredencia metodicamente a autoridade que a emite.
Naturalismo ou moralismo:
Uma consequência muito séria deste conceito de efetivação de verdade aqui anunciado e a relação do indivíduo com ele é que várias questões que antes se buscava serem absolutas se provam relativas. Em especial é preciso discutir como se construir e validar as verdades políticas, afinal, se sabe com mais clareza qual é a fonte da verdade religiosa, que são os livros sagrados, e da verdade científica, que é o método científico, mas, no entanto, as verdades políticas são uma área cinzenta. É possível entender que a fonte da verdade política é o documento de constituição de um país sobre o qual se derivam todas as leis. Este documento é uma peça natural aplicada a todos os seres humanos aplicado a um território e características especificadas. No entanto, também tem um aspecto interpretativo em si, uma vez que são leis que guiam ações de seres humanos. Portanto, como resolver esta situação?
Um dos maiores exemplos disto pode ser observado na questão “naturalismo VS positivismo” que muito se discute nas academias jurídicas. Qual é a verdadeira, afinal? Ora, segundo a interpretação deste texto, a verdade vai depender da relação do indivíduo com a sociedade e até mesmo com a própria lei. Portanto, esta é uma questão política, então é necessário que se pense em resolvê-la politicamente. No entanto, o que se vê é que apenas os mais graduados na área jurídica têm acesso a este tipo de discussão. Isto parece um absurdo, pois o poder judiciário também é um poder político, portanto, precisa ser construído politicamente e não impositivamente.
Uma alternativa seria construir um modo de fazer este tipo de questão ser resolvido democraticamente, por exemplo. Ou ainda pode ser que exista alternativas, como construir um sistema de hierarquia que seja construída sobre determinados valores e resultados. Porém, é preciso que esta fonte de produção de verdade entre na discussão política e seja resolvida também politicamente, e não simplesmente imposta pelo poder judiciário. Afinal, o poder judiciário é um poder político, e se ele estiver corrompido, como imaginar sua devida restauração sem que haja um processo político que misture as outras esferas do poder constitucional? Sei que são os outros poderes que constroem o topo do poder judiciário. No entanto, através deste texto, gostaria apenas alertar que isto é uma pauta de discussão que pode ajudar ao Brasil a diminuir esta discrepância entre o que o povo espera e o que realmente acontece na política para, portanto, ajudar no processo de validação da nossa democracia.
Durante esta semana eu escrevi algumas importantes postagens no Devir Social. Acontece que todas estas postagens, que buscam criar ferramentas para observar o indivíduo sociologicamente, também nos direcionam a refletir a relação do indivíduo com a verdade. Portanto, a postagem de hoje terá como objetivo entender um pouco melhor algumas das grandes questões da nossa sociedade à luz das ferramentas criadas no Devir Social. Quem desejar ler antes sobre quais textos que estou falando dirijam-se aos seguintes links: Linguagem dos organismos sociais, Análise das autoridades segundo a linguagem dos organismos.
Relação dos organismos com a verdade segundo a linguagem dos organismos:
O que é a verdade, segundo a linguagem dos organismos? É possível conceituar a verdade como, simplesmente, como a existência. No entanto, no contexto deste estudo, entende-se que a verdade é percebida pela forma como ela se efetiva. Isto porque existe uma produção social e uma linguagem, e se a linguagem consegue resultar na produção social, então ela é verdadeira. Do contrário, obviamente, a linguagem é falsa. Caso um organismo se estruture sobre uma linguagem falsa, ele não produz, porque a falseabilidade se dá com a não conferência da linguagem com a realidade. Este conceito de efetivação de verdade, um tanto simples, pode ser bastante intrigante quando relacionamos as diferentes formas que as autoridades dos organismos sociais são legitimadas.
A religião, por exemplo, busca construir uma linguagem que é capaz de compreender as verdades eternas sobre a realidade do ser humano. A ciência, por sua vez, a mesma coisa, no entanto, seu foco é compreender as verdades eternas sobre a realidade da matéria. A política, entretanto, busca utilizar as verdades e aplicando-as ao contexto econômico e cultural daquele tempo, objetivando seus fins eleitoreiros. Portanto, ela se preocupa muito mais com os resultados práticos, mesmo que neles haja imprecisões, manipulações ou mesmo mentiras, do que com sua a integridade à longo prazo. Se dá resultado, então, provavelmente, a política se “apodera” destas ferramentas que, naquele contexto, se mostram verdadeiras.
Portanto, cada indivíduo, que é a autoridade de menor grau de uma sociedade e, portanto, possuí uma linguagem e uma produção social, se relaciona com as diferentes verdades produzidas pelos diferentes organismos sociais, cada um a seu nível de responsabilidade e comprometimento com sua própria produção social dentro daqueles organismos. Por possuir uma produção social, cada indivíduo, também, tem sua própria relação com a verdade, sendo ele aquele que seleciona e gera pequenas mutações nas verdades que chegam até ele, sendo também o responsável pela reprodução daquilo que ele acha verdadeiro. Assim, concluí-se que é possível analisar a relação do indivíduo com as formas que ele efetiva as verdades que ele emite.
Relação do indivíduo com a verdade segundo a linguagem dos organismos:
Se o indivíduo é capaz de produzir suas próprias maneiras de efetivar as verdades, isto significa que ele é capaz de produzir uma linguagem e relacionar sua linguagem com sua produção. Obviamente, cada ser humano é capaz de associar novas informações, das diferentes fontes dos agentes, de uma maneira inovadora, de modo a ter uma produção mais eficiente. Esta produção, que é coordenada e anunciada através da linguagem, pode se reproduzir entre outros seres humanos e ter um enorme impacto nos próprios organismos sociais. Tanto é que a história está lotada por grandes seres humanos que revolucionaram a religião, a ciência e a política.
No entanto, esta interpretação nos permite ir um pouco além. Isto porque diferentes indivíduos estão em diferentes posições nos organismos sociais, de modo que a produção social e linguagem que saí deles tem diferentes impactos. Por consequência, toda a percepção de realidade deles é alterada por conta destes impactos que aquilo que é produzida causa no mundo. Em outras palavras, a depender da relação do indivíduo com o organismo, ele tem uma diferente percepção acerca da verdade. Esta é uma conclusão muito importante, pois permite que analisemos cada indivíduo e sua relação com a verdade a depender da sua relação com os organismos sociais.
Inicialmente, já é possível compreender os indivíduos que tem uma relação “determinística” ou de “livre-arbítrio” com a realidade, isto porque se forma como eles efetivam a verdade que saí deles tem algum impacto nos organismos sociais aos quais eles pertencem, eles sentem que, de fato, tiveram escolha, do contrário, eles sentem que de nada adianta tentar contra a verdade que se propagada, portanto, ou a reforça ou a ignora. Também é possível entender a relação do indivíduo com o coletivo no sentido de “é o indivíduo que faz o coletivo ou vice-versa?”. Isto também é algo relativo, uma vez que é preciso analisar o impacto do que é produzido pelo indivíduo em relação ao coletivo e vice-versa.
Verdade: eterna ou uma decisão política?
É possível perceber duas características acerca da efetivação da verdade: ela pode ser eterna ou efêmera. No entanto, se a a efetivação for efêmera, ela só tem utilidade material. Se ela for eterna, ela só tem utilidade ideal. É o ser humano que decide, afinal, quais verdades ele vai inserir na sua vida. A consequência de ser uma pessoa que busca apenas a verdade de utilidade ideal é que ela apenas irá saber como as coisas devem ser para que sejam coerentes, mas nunca vai conseguir traduzir essa verdade para seu próprio tempo histórico. A pessoa que só utiliza verdades de utilidade material vai ser muito hábil em manobrar a matéria, mas não saberá o que fazer com ela de modo a se harmonizar com os outros indivíduos.
A ciência busca a verdade eterna sobre a matéria, enquanto que a religião busca a verdade eterna sobre o ser humano. Cada uma ao seu modo são produtoras de verdade, portanto, são elas as fontes das verdades que irão alimentar os indivíduos da sociedade. Estas fontes necessariamente precisam preocupar-se em anunciar uma verdade que seja eterna, pois, do contrário, elas estão anunciando uma verdade que visa à utilidade, e uma vez que visa a utilidade ela se transforma em uma verdade política. Portanto, se estas autoridades basearem sua busca em verdades temporais, certamente correm o risco de poluir sua própria produção com princípios e método de efetivação de verdade que não pertencem a elas próprias.
Cada decisão do indivíduo tem suas consequências, tanto para bem quanto para o mal. É dele o dever de encontrar o caminho da sua própria evolução. Se o indivíduo busca usar uma mentira que funciona socialmente para alcançar seus objetivos, deve ser dele a responsabilidade de arcar com as consequências desta mentira. Sob o ponto de vista do conceito de efetivação verdade anunciado neste texto, uma mentira também é uma verdade, pois ela causa produção social. No entanto, é uma verdade de prazo limitado e com consequências incalculáveis. De um modo geral, a mentira é rejeitada pelas linguagens religiosas, podendo até mesmo ser chamada de blasfêmia. Já na linguagem científica, ela é chamada de falsidade e descredencia metodicamente a autoridade que a emite.
Naturalismo ou moralismo:
Uma consequência muito séria deste conceito de efetivação de verdade aqui anunciado e a relação do indivíduo com ele é que várias questões que antes se buscava serem absolutas se provam relativas. Em especial é preciso discutir como se construir e validar as verdades políticas, afinal, se sabe com mais clareza qual é a fonte da verdade religiosa, que são os livros sagrados, e da verdade científica, que é o método científico, mas, no entanto, as verdades políticas são uma área cinzenta. É possível entender que a fonte da verdade política é o documento de constituição de um país sobre o qual se derivam todas as leis. Este documento é uma peça natural aplicada a todos os seres humanos aplicado a um território e características especificadas. No entanto, também tem um aspecto interpretativo em si, uma vez que são leis que guiam ações de seres humanos. Portanto, como resolver esta situação?
Um dos maiores exemplos disto pode ser observado na questão “naturalismo VS positivismo” que muito se discute nas academias jurídicas. Qual é a verdadeira, afinal? Ora, segundo a interpretação deste texto, a verdade vai depender da relação do indivíduo com a sociedade e até mesmo com a própria lei. Portanto, esta é uma questão política, então é necessário que se pense em resolvê-la politicamente. No entanto, o que se vê é que apenas os mais graduados na área jurídica têm acesso a este tipo de discussão. Isto parece um absurdo, pois o poder judiciário também é um poder político, portanto, precisa ser construído politicamente e não impositivamente.
Uma alternativa seria construir um modo de fazer este tipo de questão ser resolvido democraticamente, por exemplo. Ou ainda pode ser que exista alternativas, como construir um sistema de hierarquia que seja construída sobre determinados valores e resultados. Porém, é preciso que esta fonte de produção de verdade entre na discussão política e seja resolvida também politicamente, e não simplesmente imposta pelo poder judiciário. Afinal, o poder judiciário é um poder político, e se ele estiver corrompido, como imaginar sua devida restauração sem que haja um processo político que misture as outras esferas do poder constitucional? Sei que são os outros poderes que constroem o topo do poder judiciário. No entanto, através deste texto, gostaria apenas alertar que isto é uma pauta de discussão que pode ajudar ao Brasil a diminuir esta discrepância entre o que o povo espera e o que realmente acontece na política para, portanto, ajudar no processo de validação da nossa democracia.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Renovem vossa mente através da palavra, não vossa sociedade
Caros irmãos, assim está escrito: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”. Sabemos que a palavra de Deus é a expressão da sua vontade, assim como o próprio Cristo o é. Portanto, o advirto: não desejei transformações fora, mas transformações dentro. Não use a palavra como instrumento para transformar as pessoas, mas sim para transformar a si mesmo e usa-te como exemplo de convencimento. Através da tua própria transformação, elevarás o padrão do mundo, para que ele se torne aceitável ao Senhor. Afinal, como a autoridade da matéria é do inimigo, somente através da renovação de vossa mente alcançarás o bem, pois tudo o que se torna sólido pode ser consumido pelo mal. Sabes, no entanto, que a capacidade de criação de Deus é infinita, basta que busques renovar a ti à luz da palavra que certamente conseguirás.
Lembra-te: conheceres a verdade e a verdade vos libertará. Conhece a matéria para que submetê-la à tua autoridade santa e agradável a Deus. Sei, no entanto, que tua natureza urge por ver o espírito de Deus se materializando na face desta terra. Assim também é o desejo de Deus, meu caro amado, pois ele quer se relacionar com seu povo. No entanto, não pegue o caminho errado para alcançar a este destino. Lembra-te como Deus foi paciente, como Deus preparou cada detalhe para vinda do seu Filho. Assim também tu terás de ser para a volta dEle. O ministério de Cristo é um ministério de serviço, e somente aqueles que servem a seu próprio interesse, não por amor a Deus, são reprovados. A todos os demais Cristo serviu e amou. Sobre esta revelação te advirto: qualquer transformação social que tu pregas em nome de Cristo, se essa transformação não permitir que você sirva mais a sociedade, então ela é mentirosa.
Afirmo-te mais: esta transformação trata-se tão somente de tu usando a Cristo para proteger-te de teus próprios medos, tentando impor aos ímpios aquilo que Cristo não é. Isto envergonha a Cristo e entristece a Deus, portanto, dupla é tua perda de galardão. Envergonha a Cristo pois não é isto o que ele nos ensina e tão pouco é isto o que ele é. Entristece a Deus pois isto faz com que o povo não o reconheça dentro de si quando, diante das dificuldades, busca elevar sua alma ao eterno, mas não tem conhecimento da palavra. Desta forma, buscando agir em nome de Cristo, por amor a Cristo, mas sem realmente enfrentares o teu medo e transformares tua mente, torna-te tão somente aquilo que o próprio Cristo reprova: alguém que usa o serviço para seu próprio benefício. Tornaste-te, portanto, matéria, e o mal está exercendo autoridade sobre ti.
Ama a Cristo, meu caro, pois tu o tens dentro de ti. Confia nele e não tenta fazer justiça com tuas próprias mãos. Humilha-te, submete-te as autoridades, tanto as terrenas quanto as celestiais, para que ele tenha autoridade sobre ti, e assim serás verdadeiramente exaltado por Deus. Quando fores exaltado, tamanho será teu galardão que teu coração daquilo que só pode ser o próprio Deus. Tua paz será indestrutível, serás irrepreensível, tua palavra será tão pesada quanto rocha, mas carregará em si a verdade que não machuca, mas exorta em amor todos os corações que ainda estão distantes do relacionamento com o Pai. Amado, não enxergas que assim é como Cristo foi? Cristo encheu-se do Pai e provou-te ser possível. Não somente isto, mas deu a ti a autoridade de ser como ele, para que carregues o espírito santo dentro de ti e mostres ao mundo o verdadeiro amor do Pai. Não te intimides, pois Cristo profetizou: os que virão e crêem em mim farão obras maiores que as minhas.
Creia na palavra e cumpra-a, ame ao teu Deus e confia nEle. Assim o espírito santo te capacitará para toda boa obra de amor e de paz, te dará o que há de melhor neste mundo e, ainda sim, teu coração entenderá que tudo vem do altíssimo e tudo voltará para Ele. Somente assim teu coração será verdadeiramente nobre para governar a criação, então verdadeiramente estarás em Cristo, serás eterno e testemunharás a glória de Deus reinando na terra. Cristo já veio e se sacrificou por nós, suas palavras já foram lançadas, a profecia já foi estabelecida: ele irá voltar e glorificará nosso corpo. Não sejamos como os judeus, que crêem na letra, ou seja, na matéria, mas não crêem no Cristo, que também é o espírito santo. Rogo, irmãos, que não busquemos renovar este século através da nossa própria força ou justiça, fazendo uso da matéria e não do espírito, mas tão somente sejamos como Cristo para que assim a profecia se cumpra. Graça e paz para todos.
Lembra-te: conheceres a verdade e a verdade vos libertará. Conhece a matéria para que submetê-la à tua autoridade santa e agradável a Deus. Sei, no entanto, que tua natureza urge por ver o espírito de Deus se materializando na face desta terra. Assim também é o desejo de Deus, meu caro amado, pois ele quer se relacionar com seu povo. No entanto, não pegue o caminho errado para alcançar a este destino. Lembra-te como Deus foi paciente, como Deus preparou cada detalhe para vinda do seu Filho. Assim também tu terás de ser para a volta dEle. O ministério de Cristo é um ministério de serviço, e somente aqueles que servem a seu próprio interesse, não por amor a Deus, são reprovados. A todos os demais Cristo serviu e amou. Sobre esta revelação te advirto: qualquer transformação social que tu pregas em nome de Cristo, se essa transformação não permitir que você sirva mais a sociedade, então ela é mentirosa.
Afirmo-te mais: esta transformação trata-se tão somente de tu usando a Cristo para proteger-te de teus próprios medos, tentando impor aos ímpios aquilo que Cristo não é. Isto envergonha a Cristo e entristece a Deus, portanto, dupla é tua perda de galardão. Envergonha a Cristo pois não é isto o que ele nos ensina e tão pouco é isto o que ele é. Entristece a Deus pois isto faz com que o povo não o reconheça dentro de si quando, diante das dificuldades, busca elevar sua alma ao eterno, mas não tem conhecimento da palavra. Desta forma, buscando agir em nome de Cristo, por amor a Cristo, mas sem realmente enfrentares o teu medo e transformares tua mente, torna-te tão somente aquilo que o próprio Cristo reprova: alguém que usa o serviço para seu próprio benefício. Tornaste-te, portanto, matéria, e o mal está exercendo autoridade sobre ti.
Ama a Cristo, meu caro, pois tu o tens dentro de ti. Confia nele e não tenta fazer justiça com tuas próprias mãos. Humilha-te, submete-te as autoridades, tanto as terrenas quanto as celestiais, para que ele tenha autoridade sobre ti, e assim serás verdadeiramente exaltado por Deus. Quando fores exaltado, tamanho será teu galardão que teu coração daquilo que só pode ser o próprio Deus. Tua paz será indestrutível, serás irrepreensível, tua palavra será tão pesada quanto rocha, mas carregará em si a verdade que não machuca, mas exorta em amor todos os corações que ainda estão distantes do relacionamento com o Pai. Amado, não enxergas que assim é como Cristo foi? Cristo encheu-se do Pai e provou-te ser possível. Não somente isto, mas deu a ti a autoridade de ser como ele, para que carregues o espírito santo dentro de ti e mostres ao mundo o verdadeiro amor do Pai. Não te intimides, pois Cristo profetizou: os que virão e crêem em mim farão obras maiores que as minhas.
Creia na palavra e cumpra-a, ame ao teu Deus e confia nEle. Assim o espírito santo te capacitará para toda boa obra de amor e de paz, te dará o que há de melhor neste mundo e, ainda sim, teu coração entenderá que tudo vem do altíssimo e tudo voltará para Ele. Somente assim teu coração será verdadeiramente nobre para governar a criação, então verdadeiramente estarás em Cristo, serás eterno e testemunharás a glória de Deus reinando na terra. Cristo já veio e se sacrificou por nós, suas palavras já foram lançadas, a profecia já foi estabelecida: ele irá voltar e glorificará nosso corpo. Não sejamos como os judeus, que crêem na letra, ou seja, na matéria, mas não crêem no Cristo, que também é o espírito santo. Rogo, irmãos, que não busquemos renovar este século através da nossa própria força ou justiça, fazendo uso da matéria e não do espírito, mas tão somente sejamos como Cristo para que assim a profecia se cumpra. Graça e paz para todos.
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Não negue tua natureza, mas encontre-a em Cristo Jesus.
Ouça-me: a única forma de destruir os preconceitos daqueles que produzem é tomando o seu lugar. No entanto, a única forma de tomar o lugar de alguém que produz é sendo melhor que ela naquilo que ela produz, mas não somente isto, também provar isto a sociedade. Sei que parece ser algo absurdamente improvável, mas lembre-se que a quebra de um preconceito é um ato heróico, digno de notas em livros históricos. E se dúvidas que alguém pode fazer algo deste tipo, rogo que olhe os livros de história. Se ainda sim não tiveres convencido, rogo-lhe que observe ao próprio Jesus, que destruiu, através da sua própria vida, um verdadeiro império de pessoas que usavam a palavra de Deus para criar problemas e oferecer a solução através da hipocrisia.
No entanto, o advirto: se acaso sua alma buscar tamanha grandeza ao ponto de buscares conhecer a Cristo, o conheça profundamente. Nele, verás que o espírito santo fortalece aqueles que são fracos. Tenha em ti a força do espírito de Deus para cumprir com o propósito da tua vida, para que assim tenhas paz e vida eterna. No entanto, para isto, é necessário que faças parte do corpo de Cristo, pois ninguém que nega ao corpo tem a autoridade de usar o nome do filho. Se não és capaz de amar a um corpo, que convive na sociedade, tão pouco és capaz de amar a sociedade, portanto, que moral tens para propor melhorias a ela?
Bem sei que, para os que nunca viveram em autoridade, deve ser difícil submeter-se a alguma. No entanto, ao submeter-se ao corpo de Cristo, te submetes à autoridade da palavra. Se algum líder te fizer algo que não está na palavra, estás livres para abandonar aquele corpo, desde que haja em ti a tentativa de repará-lo através da exposição das escrituras. No entanto, é necessário falar de algo específico neste texto para convencer tua alma à necessidade de respeitar e submeter-se as escrituras: trata-se da sexualidade. Digo-te o seguinte: o masculino e o feminino não são somente gêneros biológicos, são formas que a energia encontra para manifestar sua existência. Por isto, na natureza, as formas com maior capacidade de adaptarem-se a vida encontram-se especializadas nestes dois gêneros. No entanto, desde que o ser humano começou a modificar o ambiente a seus próprios propósitos, um novo ambiente se construiu: o espiritual.
Negar isto é negar a própria natureza, e negar a própria natureza é negar ao próprio corpo. Através destas negativas, qualquer coisa pode surgir. No entanto, a principal questão é: estas coisas são verdadeiras? Se forem, certamente fará com que vós produzais melhor que qualquer outro que não está sobre esta verdade, e tomarás o lugar daqueles que produzem na sociedade. No entanto, o que eu acredito é que esta negativa não é verdadeira. Se insistires a continuar negando teu próprio corpo, passarás tua vida lutando, tentando destruir preconceitos, mas no final das contas aqueles que aceitam sua natureza produzem mais, e por produzir mais, dominam a sociedade de modo a perpetuar a sua própria cultura. Sim, eu sei que te sentes fraco neste momento, no entanto, lembra-te somente disto: o Espírito Santo fortalece ao fraco que nEle habita. Buscai aprender sobre a palavra, te santifica no corpo de Cristo e então terás algo maravilhoso para oferecer a este mundo.
No entanto, o advirto: se acaso sua alma buscar tamanha grandeza ao ponto de buscares conhecer a Cristo, o conheça profundamente. Nele, verás que o espírito santo fortalece aqueles que são fracos. Tenha em ti a força do espírito de Deus para cumprir com o propósito da tua vida, para que assim tenhas paz e vida eterna. No entanto, para isto, é necessário que faças parte do corpo de Cristo, pois ninguém que nega ao corpo tem a autoridade de usar o nome do filho. Se não és capaz de amar a um corpo, que convive na sociedade, tão pouco és capaz de amar a sociedade, portanto, que moral tens para propor melhorias a ela?
Bem sei que, para os que nunca viveram em autoridade, deve ser difícil submeter-se a alguma. No entanto, ao submeter-se ao corpo de Cristo, te submetes à autoridade da palavra. Se algum líder te fizer algo que não está na palavra, estás livres para abandonar aquele corpo, desde que haja em ti a tentativa de repará-lo através da exposição das escrituras. No entanto, é necessário falar de algo específico neste texto para convencer tua alma à necessidade de respeitar e submeter-se as escrituras: trata-se da sexualidade. Digo-te o seguinte: o masculino e o feminino não são somente gêneros biológicos, são formas que a energia encontra para manifestar sua existência. Por isto, na natureza, as formas com maior capacidade de adaptarem-se a vida encontram-se especializadas nestes dois gêneros. No entanto, desde que o ser humano começou a modificar o ambiente a seus próprios propósitos, um novo ambiente se construiu: o espiritual.
Negar isto é negar a própria natureza, e negar a própria natureza é negar ao próprio corpo. Através destas negativas, qualquer coisa pode surgir. No entanto, a principal questão é: estas coisas são verdadeiras? Se forem, certamente fará com que vós produzais melhor que qualquer outro que não está sobre esta verdade, e tomarás o lugar daqueles que produzem na sociedade. No entanto, o que eu acredito é que esta negativa não é verdadeira. Se insistires a continuar negando teu próprio corpo, passarás tua vida lutando, tentando destruir preconceitos, mas no final das contas aqueles que aceitam sua natureza produzem mais, e por produzir mais, dominam a sociedade de modo a perpetuar a sua própria cultura. Sim, eu sei que te sentes fraco neste momento, no entanto, lembra-te somente disto: o Espírito Santo fortalece ao fraco que nEle habita. Buscai aprender sobre a palavra, te santifica no corpo de Cristo e então terás algo maravilhoso para oferecer a este mundo.
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Devir Social
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