sábado, 26 de dezembro de 2009

Evolução do s. economico e moedas e relação com a sociedade e tecnologia

Sistema economico e tecnologia

Olá amiguinhos, minha internet, por algum motivo, está desconectada, o que me força a arrumar algo pra fazer. Estava jogando Age of Empires 2, mas não gostei muito, pois achei-o muito confuso. Há algum tempo eu estou querendo escrever sobre economia, e vou aproveitar hoje para escrever sobre isso, e logo para não esquecer, feliz natal para todos.

Para iniciar, vou falar genericamente sobre a evolução dos sistemas econômicos. As primeiras formas de economia muito provavelmente começaram com trocas. Quem tem muita carne troca com quem tem muito arroz, e todo mundo ficava com a mesma quantidade de mercadorias em geral. O problema dessa economia, é que ela é muito instável, dependia muito do interesse de cada pessoa quanto ao valor do produto.

Por exemplo, uma pessoa que precisasse de comida trocaria um quilo de comida por pedras muito raras que achou, já que a pedra não dá pra comer e a comida dá. Contudo, o valor da pedra é muito maior, e, se essa pessoa tivesse pensado melhor, trocaria a pedra por itens de valor parecido, só que números, para poder trocar uma pequena parte desses itens por comida, e não perder o “valor” inteiro das pedras preciosas.

O nome disso é escambo, pelo o que eu lembre. As pessoas começaram a perceber isso, e para resolver, escolheram um produto como referência, e esse produto foi o metal. Na verdade, as diferentes formas de metais tinham diferentes valores. E notando também que antes estávamos falando de uma época com baixíssima tecnologia, e agora, com tecnologia o suficiente para usar os metais. Meu professor de geografia que falou dessas coisas de metais.

Acredito que de metal para dinheiro foi um passo. E agora entramos na parte interessante. O dinheiro, nada mais é do que a representação física do valor abstrato da mercadoria ou força de trabalho, de forma que nada se perca, apenas se transforme em dinheiro, para de dinheiro, se transformado em outra mercadoria.

Para provar isso, o dinheiro nada mais é do que papel, sem utilidade nenhuma na prática, apenas com um valor a qual cada cidadão acrescenta e aceita como valor abstrato de troca. Uma história interessante e que eu adoro, é que na china, o imperador teve que obrigar o povo a trocar seu alimento por dinheiro, pois o povo não acreditava que um pedaço de papel valesse igualmente ou mais que arroz. Na verdade, não vale mesmo. E alias, eu acredito que o que viabilizou as moedas em forma de papel atualmente foi além da evolução das ideias, a tecnologia, pois antigamente, como não se tinha tecnologia, utilizava-se ferro.

Mas o que mais me interessa é o seguinte. Como marcar o valor de uma coisa referente a todas as outras? Por exemplo, como dizer que seu trabalho vale um salário mínimo e que um quilo de arroz vale dois reais? Será que se todo o esforço utilizado por você em seu emprego fosse redirecionado para a fabricação de arroz, fabricaria a mesma quantidade que você foi capaz de comprar com o valor do seu emprego?

Eu acredito fortemente que sim, e ainda mais, como há grandes industrias fabricando arroz, o valor de trabalho de cada pessoa numa industria é menor, podendo fabricar mais coisas com menos esforço, ainda mais com a ajuda das maquinas. O mesmo acontece para todas as outras coisas. Notem também a evolução, pois a cada nova ferramenta criada para facilitar o trabalho humano e poupar o esforço, é mais liberdade para gastarmos esforço com complexidade social. Já explico isso melhor.

Uma nova ferramenta significa, um pequeno valor de esforço físico junto com a tecnologia e conhecimento adquiridos anteriormente para a fabricação de algo que exercerá uma tarefa que para ser feita sem ferramenta, seria necessário um grande valor de esforço humano. Copiadoras são um belo exemplo. Com uma quantidade mínima de trabalho, apenas uns botões, é capaz de se copiar livros em dias, o que antigamente era feito em meses.

Se supusemos que no mundo, todas as trocas forem juntas mesmo em diferentes tempos, o esforço o humano em diferentes tempos seria redirecionado de diferentes formas. Nos princípios da economia, cada coisa valeria apenas o seu valor de necessidade. Pedras preciosas, embora bonitas, não valeriam carne, pois carne é muito difícil de se conseguir, e cada cidadão só conseguia para si próprio.

Com o avanço da sociedade, as tarefas como caçar foram redirecionadas para certas pessoas, que faziam aquilo pela tribo inteira, em troca de certas coisas. Essa pessoa passava o seu tempo todo caçando, e por isso, conseguia o suficiente pra tribo toda, que fazia outras coisas. E também, começa ai a entrar o fator “conhecimento”, como essa pessoa começou a ter conhecimento no assunto, ela caçava melhor e com menos esforço, passando isso para seus filhos e assim, a sociedade conseguia comida com menos esforço.

Isso foi acontecendo em todas as áreas do conhecimento. Aos poucos, a sociedade tinha o que precisava com pouquíssimo esforço, e sobrava tempo para as pessoas fazerem o que quisessem, o instinto básico de evolução de cada pessoa, de sempre querer melhorar, começou a surgir na sociedade também, e ela começou a investir em artes como dança e música, e assim foram surgindo as culturas.
A coisa continuou evoluindo. Cada vez mais fácil da sociedade consegui o que quisesse, uma mínima quantidade de pessoas conseguia comida para a tribo inteira, e isso fez a tribo, além de criar arte, criar artesanatos, itens de valor que serviam apenas para enfeitar e deixar uma pessoa melhor que a outra. Ai as pessoas começaram a trabalhar não por necessidade de sobrevivência, mas sim por necessidade de reprodução.

Funcionava da seguinte forma: Um homem conseguia carne para si próprio e para os outros, então ele trocava a carne com um homem que fazia artesanato. O homem que fazia artesanato conseguia conquistar as mulheres com sua arte, mas não conseguia comida. O homem que trabalha com caça, conseguia comida, mas não conseguia conquistar mulheres com sua arte, então eles trocavam. Vejam que a evolução atuando nesse exemplo. Antigamente, não precisava-se de arte para conquistar mulheres, agora precisa-se.

Quando eu digo arte, considerem como coisas que fazem as mulheres se sentirem superiores em relação as outras. E já que toda mulher quer um homem que a deixe superior, e todo homem quer uma fêmea boa, e o cara que faz arte conseguia fazer a fêmea se sentir superior e por conseqüência, conquistá-la, e todos os homens queriam conquistar mulheres, e todos os homens sabiam caçar, e só o cara que faz arte sabia fazer arte, o cara que sabe fazer arte vende toda sua arte para todo o grande mercado, conseguindo assim mais poder que os outros.E quando eu digo poder, é produtos, como variações de comida e trabalho dos outros. Isso se já não existir moedas.

Lembrando que a arte só é possível por causa do conhecimento. Mas claro, esse exemplo é mais complexo, pois existem outras variáveis. Contudo, vamos avançar um pouco mais. Supondo que esse cara saiba fazer diferentes tipos de artes, e que artes simples sejam rápidas de fazer, e artes complicadas sejam demoradas de fazer, surgem dois níveis de artes. As mulheres com níveis de arte complicada se sentem mais superiores que as que usam arte simples, e só os homens que conseguem ter poder o suficiente para fazer o fornecedor de arte achar que é melhor demorar para fazer uma só arte complicada do que muitas simples, conseguem ter as artes complicadas, então esse homem vai ter a arte mais complicada e por conseqüência, a mulher mais bonita de sua sociedade, já que o motivo de se ter arte é conquistar mulheres.

Vejam então o surgimento de níveis sociais e a beleza predominando como determinadora de poder. Eu já disse antes aqui que beleza é poder, beleza é complexidade. Para os humanos, tudo o que é bonito, é complexo, e por isso tem seu valor. Agora, meus amigos, imaginem a sociedade continuando sua complexidade. Surgem várias formas de se passar o tempo, várias formas de se demonstrar poder, e como tudo é representado pelo dinheiro. Lembrando que não é só de mulheres que vive um homem.

Só para terminar, é interessante notar a diferença entre as moedas dos países. O dólar e o real, por exemplo, o que se é capaz de se conseguir no Brasil com 2 reais, é possível conseguir no EUA com 1 dólar. Isso se a cotação do dólar estiver a dois reais. Isso porque o EUA é mais evoluído que o Brasil, e tem mais no que se gastar, mais indústrias, e por isso, seus produtos são mais baratos. Se não fosse isso, se o dólar fosse igual ao real, uma pessoa poderia ir no EUA, comprar lá uma certa quantidade de produtos em dólar, e vim vender aqui no Brasil, por uma quantidade maior de reais, pois o produto aqui vale, lá não. Vejam ai que pessoas iam ganhar dinheiro muito fácil.

E com isso amiguinhos, vou me despedindo. Notei agora que falei sobre dois assuntos, lembrando que é tudo teoria minha, com fontes de informações não confiaveis e tudo mais. Mas não vou dividi-los. Talvez outra hora, e alias, até mesmo é por isso que eu estou pensando em fazer um outro blog, um blog mais profissional, com meus artigos revisados e bem escritos. Esse aqui ta super mal escrito e com uma coisa dentro da outra, só o fiz pra passar o tempo. Se fosse num blog profissional, seria organizado e cada assunto com sua postagem. Enfim, com isso, abraços a todos, feliz ano novo e até mais.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Diablo 2 e seus jogadores e a vida real, característica e relação de ambos segundo a psicologia evolucionista

Diablo II e as várias formas de se jogar

Olá amiguinhos, sem nenhuma novidade ultimamente, tirando a de que voltei a jogar Diablo II, e com tudo. O Diablo II ocupa meu tempo total, se eu não o tivesse, não sei como ocuparia meu tempo, e isso é uma coisa que deve ser notada, pois preciso ocupar meu tempo com coisas úteis, contudo, não sei com o que. Mesmo assim, só passarei uns dois meses jogando diablo, no máximo, e é sobre ele que eu vim falar hoje.

Na verdade, não propriamente dele, mas sim do que eu acho dele e em como ele pode ser usado no interessante no ponto de vista da psicologia evolucionista. Primeiro, vou falar um pouco sobre o diablo II. Um jogo de RPG que mistura habilidade, sorte e estratégia, tendo como diferencial dos outros jogos de RPG, o fato de o jogo é salvo constantemente sem a sua autorização, dando-o assim um ar mais dramático, pois caso você faça alguma burrada, essa burrada se seguirá para o resto do seu personagem.

Outro fator interessante no diablo, é que a cada morte, você perde experiência de evolução do seu personagem e dinheiro, e já que se você morrer, o jogo salva automaticamente, a tensão de não morrer faz com que seu corpo lance adrenalina, fazendo o jogo ficar mais emocionante. Agora que já falei sobre as características gerais, vou me aprofundar na ótica dos interesses da psicologia evolucionista.

Como diablo é um jogo com evolução progressiva e lenta, porém muito longa, ele acaba fazendo com que você se prenda nele por alguns meses. Quando você joga alguns meses com seu personagem, você acaba se apegando sentimentalmente, acaba valorizando-o bastante e, ao ver seu processo de evolução se estendendo, ficar satisfeito ao ver todo o esforço do jogo sendo concretizado. Isso é uma demonstração prática de como o instinto humano se apega a evolução, seja lá qual for.

Contudo, não podemos esquecer as pessoas com filosofia “ruim” e que se esquece de evoluir por esforço. Temos como exemplo, pessoas que usam programas ilegais para evoluir numa velocidade muito maior do que as demais pessoas. Isso gera um evento interessante. A pessoa que usou programa para evoluir seu personagem sem fazer esforço, mesmo tendo seu personagem no nível máximo de evolução, acaba tendo menos apego sentimental do que uma pessoa que se sacrificou bastante evoluindo lentamente, esta se sente muito mais realizada ao ver seu personagem no jogo, mesmo tendo menos da metade da força do personagem de uma pessoa que evoluiu de forma ilegal. Para confirmar isso, a possibilidade de uma pessoa que se sacrificou muito para evoluir seu personagem é muito menor do que uma pessoa que usou programas ilegais. Muito menor mesmo. (Lembrando que ninguém tem culpa da filosofia que tem)

Isso pode ser exemplificado na vida real, já que pessoas que conseguem dinheiro de forma fácil, sem ser por sua própria evolução, não dão tanto valor assim, se sente pouco realizada na vida. Já as outras, que conseguem as coisas com mais dificuldades e vêem o resultado de sua própria evolução, se sentem mais realizadas com suas vidas. Ainda dentro dessa analogia entre vida real e diablo, podemos verificar outro exemplo, a de pessoas que usam programas ilegais para se dar bem e a analogia com pessoas que só pensam em se dar bem na vida real também.

Tem algumas pessoas que usam programas ilegais só para adquirir experiência, conhecer o jogo, e depois fazer um boneco pra jogar normal. Porém, há pessoas que gostam de jogar usando hacker. Isso se deve a principalmente um fator. Distúrbio de evolução social. Esse distúrbio é gerado por uma má construção dos valores morais enquanto criança e atua da seguinte forma, em vez da pessoa querer crescer normalmente, vagarosamente, passando por desafios, dificuldades, e superando-os, ela tem uma tendência muito forte a evoluir de outra forma.

Existem várias formas de se evoluir socialmente, mas eu considero que a melhor é a citada a cima. No caso de gente que usa programas ilegais no diablo, eles não estão nem ai para a evolução pessoal, mas sim para uma evolução social. Eles querem ficar fortes para se gabarem de serem bons em relação aos outros, gostam da sensação de poder que seus personagens de alto nível representam. E ainda, há outros que gostam de evoluir por meio da malandragem, por meio do “se dar bem”. Esse tipo de gente acha que todo é malandro, e que dentre os malandros, ele tem que ser o mais esperto, para se dar melhor. Vejam o “mais” como uma forma de evolução. Quando eles se dão mal em uma coisa, eles procuram saber como poderiam se dar bem, com alguma malandragem, e ficam melhores, ta ai a evolução.

Só para citar mais alguns tipos, tem aqueles que gostam de evoluir com os amigos, ajudando e sendo ajudado por eles, e outros que gostam de ser hardcoricos, jogar sem hacker, mas com a maior velocidade de evolução possível, esquecendo até da diversão. Lembrando que cada caso desse, normalmente é influenciado pela construção de valores de uma criança. Não sei ainda a origem de todos os tipos, mas se pensar, alguns são fácies de se saber. Se você quiser saber mais sobre construções de valores morais, eu fiz uma postagem sobre isso, ela se chama psicologia infantil, e o link segue abaixo.
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/11/psicologia-infantil-e-relacao-com.html

E antes de terminar a postagem, vou completá-la com dois parágrafos referidos a diablo, pois outra postagem eu não farei. O jogo, além dos aspectos que eu falei, tem uma coisa muito interessante, algo muito parecido com programação, mas deixa o jogo mais fantasioso, é o seguinte: Os títulos. Além do fundo da história de diablo, que é bastante rico, pois cada item do jogo tem um título. Por exemplo, cinto da sanguessuga, cujo qual absorve 5% dos pontos de vida do inimigo, ou então, Cajado envenenado da dor, cujo qual adiciona habilidades de veneno a quem o usa.

Essas coisas são muito excitantes se você usa a imaginação para imaginar o item, pois o gráfico é parecido com os outros, porém, se você imagina, “como seria um cinto sanguessuga? Teria ele uma boca?”, e então você imagina isso no seu personagem, o jogo ganha uma riqueza incrível. Isso é um artifício muito legal. Além disso, tem também os nomes dos lugares, que são parecidos em gráfico, mas diferente em nome e em história, por exemplo, “Pantano negro”, “Cidade perdida” e “Oasis distante”. Todos esses lugares são muito parecidos com os outros, tirando o detalhe das ruínas na “cidade perdida”, os lagos do “Oasis distante”, que são ambos num deserto, e o “Pântano negro” que é perecido com o “Bosque sombrio” ambos numa planície, muda só alguns detalhes nesse caso também.

Agora sim amiguinhos, terminei a postagem, que foi até um pouco longa, e vou jogar diablo. Normalmente eu faço a postagem de noite e digo boa noite para todos, mas ontem não deu tempo de terminar e por isso, eu terminei hoje de tarde. Então boa tarde para todos, forte abraço e até a próxima postagem.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O milagre da existência - Caçadores de chuva

O milagre da existência
(Caçadores de chuva)

Guilherme e Liliane estavam sentados na praia, de mãos dadas, se beijando, até que uma forte ventania os surpreendeu. As nuvens estavam fechando o céu, que já não mais tinha um sol muito forte. Começou a chover e o mar a se agitar. Eles correm para se abrigar debaixo de uma cabana de palha, então se sentam e ficam olhando a chuva e o mar.

Guilherme olha maravilhado as cores do mar azul se misturando com o cinza azulado da chuva. Aquele friozinho gostoso que vem da ventania o fez se agarrar ainda mais a Liliane, e ouvindo os coqueiros balançar por causa do vento, ele comenta:
- Liliane, olha que coisa surpreendente a chuva caindo sobre o mar agitado. Só de pensar que, cada gota de chuva, ao atravessar o ar, se torna a forma aerodinâmica mais perfeita conhecida pelo homem, e que ao bater na água, um impacto é gerado, e se esse impacto fosse calculado em um dos nossos computadores, mesmo sendo ele de ultima geração, demoraria anos para que pudéssemos simular esse impacto perfeitamente com todas as variáveis que aqui se encontra hoje, tais como a movimentação que a enorme força do vento causa no mar, formando as ondas, e que se multiplicarmos isso pelas milhares de gotas de chuva que caem durante um segundo, demoraríamos milênios para calcular uma coisa que, simplesmente, acontece em uma fração de segundo.
- Nossa, que interessante Gui. Fala Liliane, se abraçando ainda mais nele, que continua a falar.

- Eu como físico acho isso surpreendente, e é nessas horas que eu fico pensando na presença de Deus, e em como ele age na natureza. Se ele é as equações físicas, que determinam como cada coisa será, ou se foi ele quem criou tudo isso, e deixa as coisas acontecerem, e fica lá, só contemplando sua criação. De qualquer forma, eu acho um milagre estarmos aqui agora, observando isso, com a consciência de nossas complexas mentes, o computador mais avançado já visto pelo homem, e que foi sendo feito através dos tempos, pela evolução. Se isso foi ao acaso ou não, eu não sei. Eu só sei que temos sorte por esse planeta ser da distancia exata do sol, o suficiente para manter o planeta entre 0 e 40 graus, dando condições a existência da vida, pois se a terra fosse alguns quilômetros mais próxima do sol, nossa temperatura ultrapassaria os 70 graus, desestruturando a maioria das formas de vida simples que se formaram, e se fosse alguns quilômetros mais distantes, faltaria calor para mover as mesmas, fazendo tudo se congelar, inclusive a água, que ora está na chuva, ora está nos seres vivos, prejudicando assim, a evolução da vida.

- Incrível isso, eu não sabia de nada disso. Comenta Liliane.
- Existir por si só já é um milagre, sendo de Deus ou não. Eu e você estarmos aqui hoje, abraçadinhos, de mãos dadas, vendo essa chuva caindo sobre o mar e sentindo o frio que o vento dela trás pra cá que balança os coqueiros. Sentindo também o calor que nossos corpos produzem por estarem vivos, sentindo os nossos lábios se tocando, se beijando... E o amor, o amor que eu sinto por você, isso tudo é incrível, e é por isso temos que aproveitar, contemplar, cada minuto desse maravilhoso evento que é a vida que temos.
Liliane, emocionada, abraça Guilherme com muita força e o beija brevemente, interrompendo o beijo para dizer:
- Que lindo Gui, te amo.

Por: Leandro de Andrade Moura

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Texto/poema endereçado a minha Namorada

Aqui vai um pequeno texto que eu escrevi pra minha Namorada, por quem estou relativamente bastante apaixonado:

"Agora eu sei por que os romancistas, escritores, compositores, querem eternizar o tempo, mas na verdade, não é o tempo o que eles querem eternizar, mas sim os doces abraços dos braços da sua Amada, de seu cheiro e seus beijos. Foi assim que eu me senti quando estava com você, e como um pequeno surto de realidade que passou em minha cabeça quando eu olhei aquele céu estrelado, lembrei que até o universo, um dia, se acabará, assim como nosso abraço. Assim como os nomes que escrevemos na areia, não haverá mais vestígio do que nos aconteceu, e isso me deu medo. Mas se você quer saber, isso pouco me importa, o que eu quero, apenas, é estar com você, mais uma vez, mais uma vez."

O nome dela é Luana Gadelha, só to escrevendo para fins de evitar confusões, mas eu não sei se vocês sabem, mas quando se está apaixonado, sempre pensa-se que será para sempre. E realmente, é assim que eu desejo que seja. Essa postagem só foi para escrever esse poema/texto, acho que em algum tempo eu apareço aqui com postagens sobre antropologia ou qualquer outra coisa, abraços para todos e até mais.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Psicologia infantil e a relação com profissão, sonhos e velhice

Psicologia infantil

Olá amiguinhos, é com muita preguiça que eu venho aqui para a produção de mais uma postagem. Tirando o meu recente namoro, nada de novo aconteceu ultimamente, e eu venho cá postar sobre um assunto que eu gostaria de postar a algum tempo, mas pela preguiça, só vou posta-lo agora. E esse assunto é o principio da psicologia infantil.

Eu sempre ouvi falar que, é quando se é criança, que você aprende os valores que levará pro resto da vida. De certo modo, eu sempre achei estranha essa afirmação. Pensava que, se uma criança tem uma concepção filosófica de alguma coisa, ela nunca iria mudar tal concepção, por isso, sempre achei errado.

Eu já falei aqui sobre a psicologia de pessoas velhas, e as crianças são o contrario. Os velhos, como já sabem das cosias, não precisam aprender, pois tem toda sua filosofia firmada nas experiências de sua vida, já uma criança não, aprende tudo mais rápido. Em cima dessas observações, pude notar que o idoso carrega consigo um conjunto de idéias, pelo menos primitivas, a qual ele não muda de forma alguma. Foi então que eu comecei a encontrar a relação com a frase que iniciou o primeiro parágrafo.

Outra coisa que eu não pude deixar de notar é a diversidade de pensamentos que os jovens tem consigo, principalmente no âmbito da personalidade. Alguns, acreditam que o melhor é ficar, já outros, namorar. Alguns, pensam que é melhor rock que pagode, outros, o contrario. Tudo bem que, dentro dessas situações, existe o meio em que cada um desses jovens vive, e que tal os influencia em suas decisões, contudo, uma coisa que eu notei é que, geralmente, a personalidade de cada jovem está, de certa forma, ligada a quando ele é criança.

Por exemplo, se teus pais te dão uma criação mais ou menos romântica, assim você tenderá a ser, mesmo que tudo ao seu redor tente fazer você mudar de filosofia, da mesma forma que ocorrerá caso você for um canalha, pagodeiro, rockeiro, entre outras coisas. Porém, não é apenas a influencia dos pais que conta, mas sim de qualquer pessoa que pereça, para a criança, possuidora de bastantes poderes instintivos.

Geralmente, quem possui maior poder instintivo para as crianças são seus pais, mas outras pessoas também podem influenciar, se a criança considerá-las com grandes poderes instintivos, podendo, inclusive, influenciar mais que seus pais. Isso explica o caso de, muitas vezes, as crianças crescerem com filosofias diferentes de seus pais. Se a pessoa quiser mudar sua filosofia, até conseguirá, mas não se sentirá 100% verdadeira, mesmo que vivendo bem.

Normalmente, são dessas experiências que nascem os sonhos que algumas pessoas carregam pro resto da vida, como por exemplo, ser modelo, cantor, cientista, entre outras coisas. E isso também está relacionado com a profissão que a pessoa se sente bem seguindo no futuro. Eu pude ter a confirmação disso após ser submetido a vários testes vocacionais feitos pela psicóloga da escola, nas aulas de teste vocacional, e todos eles estão se referindo a uma coisa mais profunda do seu ser, que dificilmente será modificada. Meu teste vocacional deu ciência da computação.

Ao analisar outros testes vocacionais dos meus amigos, pude confirmar isso. Bom, com isso amiguinhos, vou embora, um grande abraço pra vocês e boa noite, até a próxima postagem.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Não tão sem sentido assim - Caçadores de chuva

Não tão sem sentido assim
(Caçadores de chuva)

Guilherme estava sentado na sua cadeira, olhando para a tela do seu monitor e pensando no seu novo projeto, mais uma vez. Ele já estava cansado dessa vida de rotina, onde resumia-se em, fazer projetos de acordo com os objetivos estabelecidos pela empresa nos dias de semana, e nos finais de semana, ficar em casa, lendo algum livro, escutando alguma musica ou navegando na internet. Ele queria mudar de vida, já estava pensando sobre isso, mas não sabia como.

A ultima vez que se sentiu empolgado com alguma coisa foi quando entrou na empresa, ele levava seus trabalhos no tom de desafio e isso o empolgava, mas tal desafio se tornou também rotineiro e por isso não trazia mais empolgação. Ele queria fazer algo novo e diferente na sua vida, algo imprevisível, diferente do seu trabalho, algo que o permitisse sair totalmente da rotina e do futuro que ele estava vendo em si mesmo, ao pensar que aquela situação rotineira poderia se estender até os restos dos seus dias.

E enquanto ele olhava para a tela do seu monitor, pensando na situação em que sua vida estava e em como não queria continuar assim, ouviu o som da chuva batendo na janela e algo na mesma chamou a atenção de sua visão, que ao olhar por ela, viu pessoas correndo da chuva procurando abrigo. Aquela cena o fez lembrar-se de quando era criança e de como era divertido correr na chuva, sem direção alguma, sem ter nenhuma preocupação ou pensamento, simplesmente se divertir, pular, brincar, rir e se entregar as emoções.

Levantou-se completamente animado com a idéia e motivado por aquela sensação que experimentou quando criança, olhou pela janela e pensou, vou fazer igual ao que eu fiz quando eu era criança, vestiu uma camisa e foi correndo em direção a porta, a qual abriu com tanta empolgação que quase se esqueceu de fechar, e esqueceu de trancar. Foi em direção ao elevador, apertou o botão várias vezes, olhou o marcador e viu que o elevador estava distante, pensou ele, só são quatro andares mesmo, e então saio disparado descendo as escadas, correu até a portaria, abriu a porta e lá estava ele, na chuva.

Ele mal pôde conter sua alegria, então começou a gritar e pular, as pessoas achavam estranho, pensou que ele tinha ganho na loteria ou semelhante, mas ele não percebeu os olhares, andou pulando por alguns quarteirões, ele não pôde expressar com palavras a ótima sensação que era a água batendo em seu rosto, o gostinho da água que tocava em seus lábios e a o friozinho bom que sentia em seu corpo enquanto corria, sentia-se incrivelmente feliz naquele momento.

E aquele momento passou, assim como sua empolgação, e ele começava a pensar na bes-teira que fizera. Resolveu voltar pra casa, ele estava resmungando enquanto andava e ainda estava chovendo forte. Subindo no elevador, olhou a si próprio no espelho que havia lá, estava todo molhando, ele não pensava em outra coisa além daquilo ter sido a coisa mais louca e sem sentido que fez em sua vida e a maior perca de tempo, pois aquilo não o ajudaria aparentemente em nada.

Chegou a sua casa, notou que se esqueceu de trancar a porta por toda a empolgação, e aquilo só ajudou a firmar sua opinião de que o que tinha feito não tinha sentido algum. En-trou no chuveiro, tomou um banho rápido, pôs suas roupas e resolveu voltar ao trabalho, e lá estava ele, sentado na sua cadeira, olhando para a tela do seu monitor e pensando no seu novo projeto, mais uma vez. E enquanto olhava para tela do monitor, teve pequenos flash-backs de toda sua empolgação e dos momentos de prazer que teve enquanto corria na chuva e pensou, não foi tão ruim assim.

Por: Leandro de Andrade Moura

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Reflexão sobre a minha realidade e o futuro

Que fazer agora?

Olá amiguinhos, sinceramente, há algum tempo que eu não escrevo e que também não penso em nada de interessante, as coisas estão ficando estranhas pro lado do MSN, e o que piora é o fato deste PC está em outra casa, em vez da que eu durmo. Tudo isso ta fazendo eu ficar no PC uma coisa meio estranha, agrr. Hoje eu to escrevendo só por escrever, pra manter a média de quatro postagens por mês, mas acho que eu tenho o que falar hoje, que meus dedos me guiem!

Pra começar, esse blog ta ficando estranho também, quando eu penso em escrever sobre algum tema, eu penso, eu já escrevi sobre ele antes? E fico nessa. Outra que ninguém lê, isso é meio chato, talvez eu deva fazer um outro blog, mais profissional, pra fazer eu me valorizar mais como humano e fazer parte da evolução do mundo (em vez de ser apenas uma evolução alternativa, paralela). Outra idéia é fazer uma lista de melhores postagens do blog, coisa que vai me ajudar a ver quais temas eu já fiz ou não.

To perdendo muito tempo com jogos de novo, tenho que parar com isso, realmente a blogosfera me parece a melhor alternativa a jogos entre outras coisas. Jogo realmente tem pouco futuro, embora, com o Wesnoth, eu tenha aprendido um pouco melhor sobre táticas e esse conhecimento em ajude no futuro. A preocupação quanto ao mercado de trabalha ainda ronda os meus pensamentos, e a preguiça de fazer algo para mudar ainda continua sendo superior, principalmente em relação aos estudos, a qual eu vou deixar minha dedicação para o próximo ano.

Dia quinze vem o vestibular seriado, não estudei nada, as outras pessoas também não estudaram, pelo percebido, vou me confiar pelo o que eu sei e entendo das aulas. Acho que tirarei uma nota razoavelmente boa, principalmente sendo prova do ENEM, o qual dizem que vale mais o pensamento e conhecimento que técnicas e frases decoradas. Será realmente difícil conciliar estudos com a rotina que eu tenho em frente ao computador, mas ou eu faço isso, ou futuramente, terei um salário menor, porque provavelmente vai ser mais difícil eu entrar em faculdade e vai atrasar tudo.

Ainda estou no segundo ano, a dois do vestibular, tempo o suficiente pra estudar, prestando atenção nas aulas ainda fica melhor, pois estudar sozinho parece ser um tanto sem rumo. Pelo o que eu notei, não vou conseguir ter outro meio social, se não pela internet, por isso, é bom eu me socializar com os futuros amigos da escola como rota alternativa de socialização. Não é que eu não consiga ter outro meio social além da internet, é porque a internet me parece a melhor opção, a que dá mais futuro, entre todos os meios sociais. E, dentro da internet, de todos os meios, eu tenho que escolher uma sub-cultura, por isso eu disse que irei escolher a blogosfera em vez de jogos.

A adolescência é uma coisa engraçada para a evolução, pois é o tempo em que as pessoas tem para se dedicar ao crescimento cultural e diversificado da sociedade em torno da euforia máxima dos instintos. A arte entre os adolescentes evolui muito devagar, pois é de muito, instintiva, ao contrario da arte entre os adultos, que é mais racional e cheia de conceitos, e inovação é algo com conceito novo, entre os jovens, inovação é algo que é mais legal, e “conceito” é racional, “legal” é instintivo. Ou seja, a idade jovem é a idade em que a sociedade mais evolui a arte instintiva.

De uma certa maneira, é bonito ver essas ordens das coisas. Quando os jovens crescem, entram no mercado de trabalho, talvez aprendem a ser mais racionalizados e com isso, abandonam suas praticas anteriores, se dedicando a algo mais racional, se for seguir o caminho da arte. Eu acho engraçado é ver bandas com componentes com vinte e cinco, trinta anos, fazendo música para pessoas com menos de vinte anos. Mas eles ganham dinheiro, e é isso o que importa no final, pois o dinheiro é o medidor da evolução para a sociedade, quem tem mais, é o mais evoluído para a sociedade.

Atividades esportivas também não me atraem muito por ser instintivo de mais, só te dá vontade de fazer quando você é bom, to pensando em dançar como hobby, é divertido e é exercício físico, contudo, às vezes eu acho um pouco exposição de mais dançar, instintivo de mais, humano de mais, por isso que eu fico meio assustado quanto a isso. Porque no mundo dos humanos é assim, quando se tem uma coisa, alguns gostam, outros odeiam, e eu sou perfeccionista de mais, e quero que todo mundo goste. Tá ai um erro, isso vem deu estar sempre em cima do muro, com minha racionalização, em vez de escolher um lado do “gostar” e odiar alguma outra coisa, e não ligar para as pessoas que odeiam o que eu gosto e que eu odeie o que elas gostam, algo tipo Rock e Pagode.

Pois é, ainda perdido em minha personalidade e em meu destino, não me tornei humano, por isso aqueles pequenos versos no perfil do meu Orkut ainda são adequados para mim, “Tornei-me pensamento, Mas tento voltar a ser humano, Ou pelo menos encontrar um equilíbrio”. Quando eu fiz isso eu era muito mais pensativo, agora to mais humano, talvez quase em um equilíbrio, sem saber se é melhor continuar a transformação em humano ou não. Se eu me transformar em humano, de qualquer forma, quando eu entrar no mercado de trabalho acho que terei que voltar ao equilíbrio, mas jovens geralmente são humanos, o que me deixa meio deslocado. Pra falar a verdade eu ainda tenho uma certa aversão a humanos.

Com isso amiguinhos, termino aqui, boa noite para vocês e até a próxima postagem.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

4 Poemas: "Viver", "Sociedade à frente", "A arte", "A importância dos números"

Viver

Erguam seus corações para o alto,
Orgulhem-se de o sentir batendo,
E pensem no caminho a frente,
Pois evolução os espera!

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Sociedade à frente

Vindo o futuro
Deixando de ser criança
Descobrindo o mundo
A obrigação, a solidão, a confusão
A insegurança de um adulto

A imaginação de uma criança
Trocada pela realidade do mundo
A expectativa de ser uma grande pessoa
Confrontada com a realidade de você não ser
O único, e de o mundo não caber todos

Competitividade cada vez maior
Para aqueles que maiores querem ser
Poucos vão ser grandes e muitos serão pequenos
Que buscam sempre algo a mais para ser

E aqui estou eu, como todos alguma vez
Prestes a entrar nesse novo mundo
Sem saber se estou pronto
Para entrar na selva de concreto

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A arte

Todo artista vira sua arte,
A arte então se torna humana,
Querendo ser admirada, seguida,
Lutando pela sobrevivência,
Evoluindo!

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A importância dos números

O zero sem dúvidas é o número mais mistérioso do mundo.
Pois como sendo a ausência de qualquer coisa, o zero está em todo lugar,
E ao mesmo tempo em lugar nenhum. Na multiplação ele é malvado,
Pois quem chega perto, logo se torna ele. Já na divisão ele é um mistério.
Ele também tem diferentes efeitos em diferentes posições, como na radiciação,
Em que ele transforma qualquer número em um.

Falando em um, existe um em tudo quanto é lugar, tudo pode ser um,
talvez por isso ele passe despercebido. Em várias coisas ele é neutro,
Já em outras, ele faz muita diferença. Ele, no sistema binário, representa
A existência, e com o sistema binário pode-se fazer todos os números,
Por isso, o um pode ser considerado o representante da existência.

Um mais um é dois, esse número tem uma grande importância.
É um par, um casal, um homem e uma mulher, algo que origina um filho.
Um par de namorados, um par de olhos, um par de ouvidos, um par de membros
Um par de narinas, aparacere também na simetria, e em entre várias outras coisas.
Um par aparece muitas vezes na natureza, na vida humana também.

(Esse ainda to terminando e quem quiser ajudar, só avisar)
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Todas por: Leandro de Andrade Moura

Situação da minha escola e possiveis soluções de P.E para problemas comuns em escolas

Sobre a escola

Olá amiguinhos, hoje venho aqui por puro tédio, mas também por ter alguns assuntos. Mas antes de tudo, as novidades. Dia quinze eu tenho prova e eu não to estudando nada, estudar sozinho é um saco, é sem rumo, ano que vem vou me dedicar aos estudos, ainda há tempo, to no segundo ano. Além disso, tenho voltado novamente ao meu vicio de jogos, melhor eu voltar a estudar psicologia, acredito. (melhor mesmo é fazer agora algo que me renda dinheiro no futuro, to um tanto preocupado com isso).

Resumo e o mais importante de tudo o que eu escrevi abaixo está na parte de tópicos listados em diante. Antes da lista, é só história e lorota. Caso esteja com preguiça de ler lorotas, é só pular pra lá.

Hoje eu vim falar sobre a minha escola. Eu não sei se sou a favor ou contra o regime adotado em minha escola. Na verdade eu não tenho argumentos nem pra defender nem pra apoiar. A situação da minha escola é a seguinte: Por ela barata, mas nem tanto assim, a maioria dos alunos que está lá é de classe media-baixa, onde seus pais estão fazendo o maior esforço para deixá-los lá dentro, por isso, a maioria deles não tem uma vida estável psicologicamente, estão sobre pressão dos seus pais, que são aperreados por causa de dinheiro e por terem que trabalhar.

Isso faz com que a grande parte da sala seja mal educada. Os professores tentam ser compreensíveis, pois eles têm uma pequena base psicológica, tanto de sua experiência pessoal quanto de conselhos profissionais, de que o aluno, passando por problemas em casa, acaba por descarregar na escola, e por isso o professor deve ser tolerante. Contudo, como sendo mais da metade de sala de aula mal educada, acaba atrapalhando todo o resto, que perde o interesse de estudar por causa do barulho e do professor sendo interrompido várias vezes.

Devo dizer que, a má educação desses alunos é seguida também por falta de interesse nos estudos em grande parte deles, e também por atitudes agressivas a outros para manterem seu status superior e se divertirem, como xingar, jogar bolinha de papel, esconder caderno, gritar em sala de aula, falar palavrão na sala de aula (inclusive alguns professores escutam e não falam nada, por palavrão se tornar meio banal hoje em dia) entre outras coisas. Os professores, novamente, são tolerantes e não dão limites a esses alunos.

Essa falta de limite é extremamente prejudicial, pois se um aluno disputa pra ser melhor que o outro, se não tiver limites, essa disputa vai crescendo e crescendo até chegar a um ponto máximo e insuportável. Por exemplo, um aluno começa a falar mal do outro e a jogar bolinha de papel, depois já está xingando a mãe, o pai e a jogar cadernos, as atitudes anteriores já se tornaram normais. Algumas vezes, eles próprios notam que a coisa ta saindo de controle e param com as picuinhas instintivamente. (Não estou totalmente certo se isso acontece pois não lembro exatamente se isso já aconteceu em sala de aula, mas eu acho que sim)

No recreio, todos ficam sem nada pra fazer, pois a maioria não lancha, por isso, no recreio as brincadeiras ainda continuam. Os zeladores estão freqüentemente prestando atenção para não haver nenhuma brincadeira de violência física. O diretor, por sua vez, para conscientizar os alunos, faz uma serie de discursos com palavras fortes para ver se isso surge efeito nos alunos. Eu acredito que surge, mas pouco, pois a falta do que fazer é maior do que a consciência moral deles. Esse mesmo diretor se considera um disciplinador, onde todos tenham respeito por ele, mas já está perdendo essa fama, pois quando chega à sala de aula, os alunos ainda continuam conversando e fazendo outras coisas que não seja prestar a atenção nele.

Freqüentemente ele vai lá por causa da professora de espanhol, que não consegue dar aula de modo algum. Ela é competente, pelo o que eu vi, profissionalmente, mas humanamente ela não tem muita experiência no âmbito disciplinar, junto com sua voz baixa e sua personalidade pouco instintiva, apenas três pessoas conseguem escutar a voz dela, pois o resto da sala de aula está gritando, ao contrario de outros professores, como de matemática, que consegue manter a ordem significativamente. Por isso esse diretor ta indo freqüentemente nesses últimos tempos conversar sobre isso, pois esse é o caso mais grave entre os professores que não conseguem dar aula.

Como medida de solução, o diretor já falou que vai expulsar todos que não querem seguir a normalidade comportamental da escola, ou seja, os marginais de comportamento, e que vai diminuir o preço para o número de alunos aumentar e marketing, tendo por isso, condições de filtrar quem fica na escola ou não. Esta é à medida que ele vai usar para acabar com a situação dos alunos não conseguirem ter aula lá. O motivo dessa minha postagem é saber: Essa é ou não é a melhor solução?

Antigamente, eu considerava que a solução era simplesmente por atividades sociais para os alunos, pois eu considerava que a culpa deles perturbarem tanto era não ter nada pra fazer, pra se ocupar, algo que una eles em torno de um objetivo em comum e que também dê a eles o preenchimento do vazio que eles sentem em suas vidas, ou seja, torne eles importantes em alguma cosia, isso ajudaria em alguma coisa o comportamento deles, mais para uns, menos para outros, e principalmente nos recreios e fora da escola. Contudo, eu esqueci o fato de que para alguns professores, eles se comportem, e em outros não, então o problema também estava nos professores.

Eu já falei da de espanhol nessa postagem e do professor de português e filosofia em outra postagem, a maior diferença entre eles é o grau de bom instinto humano. O professor de português consegue dá aula que é uma beleza, assim como o de matemática, pois ambos sabem balancear o que é importante no conteúdo, passar apenas as informações necessárias para que o aluno passe de ano, e o aluno sente isso, fazendo assim o aluno prestar atenção na aula, e também não tolerando conversas. O de geografia é legal também, ele consegue manter a sala quieta a base dos gritos e da recompensa, assim como o de física, mas eles pecam um pouco, principalmente o de geografia, porque quando eles falam do assunto, não dá aquela coisa de importância, mas sim curiosidade. O de história também entra nesse quadro.

Então é isso: fazer com que o professor dê suas aulas de forma a expor o importante para o aluno passar de ano e aumentar as atividades sociais. Só não sei se iria dar certo. Uma coisa a observar também é que aquele colégio tem poucos alunos, introduzir atividades sociais ali dentro é algo muitíssimo difícil, e também cada atividade deveria ter o fator educativo e conscientizado, que nem os lutadores não poderem lutar fora do ring como regra, porque se não se tornariam atividades agressivas de qualquer forma.

Fazer discursos também com estudo na realidade da sala de aula, coisa que o diretor de lá não faz. Nos discursos dele, há varias coisas em que os alunos não concordam, e por isso, o discurso perde efeito. E os alunos não concordam porque sabem que o que ele está dizendo está fora da realidade da sala, pois realmente está. Ele fala coisas que parecem a ele, e isso é bem errado. Contudo, um diretor fazer um estudo dessa forma é difícil.

Como a postagem foi muito grande, eu vou fazer um resumo em tópicos de situação, causa e solução.

Situação:
- Os alunos conversando, brincando e gritando na aula de alguns professores, principalmente os mais tolerantes.
- Metade dos alunos com falta de interesse em sala de aula, prejudicando assim, a outra metade, pois há professores que nem mesmo conseguem dar aula.
- Falta de respeito entre os alunos.

Causa:
- Má estruturação familiar.
- Querer ser melhor que os outros.
- Professores com falta de disciplina e com aulas desinteressantes, por não fazem os alunos pensar que aquele assunto é importante, por dar curiosidades ou falta de ênfase de mais.

Solução:
- Atividades sociais.
- Treinamento humano nos professores para que eles saibam como expor o assunto de modo a chamar o interesse dos alunos.
- Conscientização de educação aos alunos.

Agora que eu to pensando bem, sinceramente, eu esqueci de mencionar meus conceitos de psicologia evolutiva nesse texto. Bem, alunos com boa estruturação familiar geralmente gostam do que são, por isso, não buscam ser melhores que ninguém e são comportados, sua filosofia os faz pensar que tem boa chances de sobreviver e reproduzir, mas não são muito de namorar, pensam também mais no futuro. Já os que não tem boa formação familiar são ao contrario, pensam no agora, querem ser os melhores para poder reproduzir, e por isso, rebaixam os outros. Eles conseguem namorar mais porque mentem para conquistar a fêmea e sabe fazer o parceiro se sentir especial e segura, tudo o parceiro quer.

Os professores falarem coisas que o aluno considera besteira, mesmo sendo interessante do ponto de vista humano-cientifico, faz com que os alunos não prestem atenção na aula, pois eles só querem coisas que façam eles terem chances de sobreviver e evoluir no agora, e isso seria conteúdo que faça eles passarem nas provas, porque com boas notas, ganham coisas dos pais. Por isso o professor tem que passar os assuntos de forma bem a cair na prova, isso ajuda ao aluno a se interessar mais, pois ai o aluno sabe que se ele prestar atenção, tira nota boa, por isso não dorme.

Quando a aula ta chata, o aluno ganha mais chances de sobreviver e evoluir no presente conversando com os seus amigos e perturbando, por isso, o fazem. Contudo, se o professor for durão e não aceitar que o aluno não converse em sala de aula, o aluno dorme, se a aula for desinteressante pra ele. Por isso, além de dar aula boa, o professor tem que se preocupar com a disciplina em sua sala de aula, pois, muitas vezes, mesmo o professor dando o conteúdo de uma boa forma, os alunos ainda estão conversando, e isso se deve ao fato dos alunos acharem que a conversa vale mais a pena evolutivamente que a aula, pois o sentimento dá mais valor ao agora que ao futuro.

Conscientização racional de que estudar agora dá mais chances de sobreviver no futuro para todos, e de que viver com respeito é melhor do que querer ser o melhor, socialmente. Isso faz com que a pessoa mude seus conceitos do que querer e se contentem em ser apenas mais uma, e viver bem, do que viver disputando por ser a melhor. Contudo, isso é bastante difícil, admito. Mas, fazendo isso, o respeito mutuo dentro de uma sala de aula iria aumentar bastante.

Atividades sociais agiria como algo que os alunos pudessem se dedicar para ocupar o tempo e também saberem que estão aumentando as chances de sobreviver e evoluir no futuro do que o agora. Fazer exercícios físicos e vez de ficar perturbando com os outros, por exemplo. Perturbar com os outros dá chances de reproduzir agora, mas no futuro não, já exercícios dá chances de sobreviver no futuro, mas agora não. Atividades sociais também aumentariam o nível de entrosamento entre as pessoas, também educando-as, fazendo o meio social ficar mais humano (o governo sabe bem disso, cheio de programas sociais por ai nos lugares pobres.) e entre outras coisas.

Bem amiguinhos, essa postagem ta enorme, faz tempo que eu não escrevo assim. Parte disso eu devo a estar meio sem rumo sobre o assunto, mas com vontade de escrever para passar o tempo. Na verdade foi um saco escrever sobre isso, mas tudo bem, eu queria escrever sobre isso há algum tempo já. A parte de baixo é importante, psicologia evolutiva é boa, e com isso eu me despeço de vocês, boa noite pra geral.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Texto/poema: Ela não sabe amar

Ela não sabe amar

Ela não sabe amar, me doe ao concluir isso, mas é a única coisa que me vem à cabeça para explicar tudo o que nós passamos juntos. Todo esse tempo e ela nunca me perguntou se eu a amava, ou se eu a queria, apenas duvidava, silenciosa, se defendia, nunca atacava, nem por um momento entre as trocas de beijo, abraços e cafungadas. Ela não sabe amar, mas sempre quis que eu a amasse, ela demonstrava isso em suas poucas conversas sobre nós, onde, por alguma pouca intimidade sentimental que tínhamos, ela desabafava que queria sentir-se envolvida e entusiasmada. Para ser sincero, eu não sabia o porquê ela estava comigo, pois era obvio para mim que eu não a fazia se sentir assim, até porque eu também desejava me sentir assim, e não me sentia, mas sua respiração, tão gostosa, perto da minha, entre os tantos beijos, me fazia desistir de abandoná-la, não sei se esse era o mesmo motivo pelo qual ela estava comigo, mas de qualquer forma, eu queria mudar aquela situação, queria dar o que ela queria ter, queria ter o que eu queria sentir, queria que nós dois sentíssemos algo juntos, algo especial, algo que nos ligasse e que nos tornasse um só, como um casal deve ser, mas parecia ser uma tarefa difícil de mais para mim, pois ela sempre me deixava um obstáculo a frente. Eu tentava conversar com ela, mas ela nunca demonstrava interesse no que eu falava. Eu tentava ouvi-la, mas ela nunca quis falar nada a mim. Pouco eu sabia de sua vida, seus medos e desejos. Pouco podia ajudar caso ela precisasse de ajuda, pois ela a mim, nunca falará nada. Eram só beijos, abraços e cafungadas. Faltavam-me idéias e esperança, quando ela chegou a mim e pediu para acabar, eu a perguntei por que, ela disse que eu não sabia amar. Fiquei triste, mas aceitei, afinal, o que ela queria era ser amada, e eu não sabia amar, mas depois de saber o que é o amor eu conclui, que primeiro deve-se amar, para depois ser amado.

Experiências profissionais

Experiências profissionais

Olá amiguinhos, há algum tempo eu não escrevo, mas ainda sim estou na média de postagens por mês, quatro. Parte dessa ausência se deve ao fato de que eu estava estagiando, e tomava minha tarde inteirinha, e a postagem de hoje é para falar sobre isso. Mas antes disso, vou enrolar dizendo que tenho algumas idéias para poemas, mas ainda não consegui concretizá-las, logo que consegui, postarei aqui. Agora, vamos ao assunto principal.

A cerca de vinte e cinco dias atrás, eu estava em casa, sem nada pra fazer, quando minha mãe me avisa que a moça do meu antigo curso me ofereceu um estágio. Como eu não tinha nada pra fazer, achei uma ótima idéia, e corri atrás dos documentos no dia seguinte, e dois dias depois, já estava empregado. Pra falar a verdade eu nem lembro direito como foi o primeiro dia, só sei que me senti meio frustrado, porque lá me tratavam mais como um funcionário, não como um estagiário, ensinando as coisas.

Contudo, continuei pensando que ia aprender algumas coisas boas. E realmente, aprendi. Eu nunca pensei como eram feito a maioria dos produtos, pensei também que trabalho manual estava fora a algum tempo, que tudo era feito a mão, mas esse trabalho serviu para me abrir os olhos de que nem tudo hoje em dia é industrializado, e que trabalho a mão, junto com boas técnicas, podem fazer trabalhos bastante profissionais.

Outra coisa, foi o autoconhecimento. Eu sou seguro do que faço, mas não tenho segurança do que fazer, por isso sempre peço permissão ou confirmo, e isso não é muito bom para o mercado de trabalho. Se bem que as coisas naquele estágio eram meio desorganizadas, e não havia trabalho definido para cada um, o que fazia eu, por esperar ser chamado para fazer algo, ficar parado esperando pelo o que fazer. Às vezes tinha, e me chamavam, outras realmente não tinha. Mas meu chefe queria que eu me dedicasse mais ao trabalho, tentasse aprender mais. Eu até poderia fazer isso, mas primeiro eu teria que mudar minha forma automática de agir, e além disso, não queria continuar trabalhando lá, depois que o estágio terminasse.

Uma outra coisa importante que eu notei é que os funcionários de lá, os antigos, primeiros, eram bastante competentes, mas ganhavam pouco. Então eu notei que, não adianta só você ser competente, tem que ter estudo. Estudo abre mais possibilidades do que se fazer no mercado, além da experiência. Experiência profissional também conta muito, pois quem já trabalhou, sabe mais ou menos como funciona e o chefe não perde tempo treinando. O meu chefe, notando um pouco minha insegurança em ter iniciativa para fazer as coisas, disse que ou eu mudava de atitude e mesmo quando não tivesse o que fazer, procurasse treinar mais as coisas do estágio, ou ele não iria continuar comigo no próximo mês.

Eu já estava quase ciente que ele não ia continuar mais comigo, e és que então acontece algo para adiantar a minha demissão, três faltas consecutivas em uma semana, duas para médico, uma para escola, além de outra anterior também escolar. Eu, como estagiário, tenho direito de faltar ao trabalho para algum compromisso, pois faltar a escola é o que eu não iria, e foi o que eu fiz. Amanhã será o dia do médico, e hoje foi o dia em que eu fui despedido, eu senti até um pouco de intimidação para dar a noticia que iria faltar precisar faltar um dia e trabalhar na metade no outro, não sei por que senti essa intimidação, algo como, esperar a hora certa, mas então, ele ia saindo, e eu resolvi falar. Ele veio logo com o papinho de me demitir final do mês de novo, então eu aceitei.

Algumas semanas antes, quando eu me dei conta de que o estudo era importante, eu tinha decidido estudar diariamente. E disse que iria fazer isso assim que fosse despedido. O dia foi hoje, e para ser sincero, eu não estudei, até porque eu decidi estudar as tardes, um pouco após acordar, e passei à tarde lá no estágio, mas amanhã começarei. Estudarei todos os assuntos de um livro fundamental que minha mãe comprou durante uns dois meses, e depois passarei pro médio pra fazer a prova do vestibular seriado, depois voltarei novamente para o fundamental até terminar de ler ele, e investirei no médio. Amanhã começarei, duas horas por dia, prentendo.

Com isso amiguinhos, me despeço de vocês, uma boa tarde para todos e até outra vez.

sábado, 10 de outubro de 2009

4 Poemas: "Humanos", "Poema", "Especial", "O que se é o que se tem"

Olá amiguinhos. Esta postagem de hoje terá poucas coisas, sem nenhuma novidade, tudo como sempre, tirando que estou trabalho, mas numa postagem posterior eu irei falar das minhas experiências profissionais. O meu objetivo dessa postagem hoje é publicar meus poemas, botar título é horrível. Vou publicá-los e depois eu explico-os.

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Humanos

Para aprender a amar é preciso ser sincero
Mas é a paixão, uma doce ilusão, que move o homem
É ai onde encontra-se todos nós, sem saída,
Entre a sinceridade do ser e o desejo do ter


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Poema

A cada poema, uma poesia
A cada poesia, um sentimento
A cada sentimento, uma pessoa
A cada pessoa, uma vida
A cada vida, uma poesia

Poesia que faz poema
Poema que faz sentimento
Sentimento trás pensamento
Pensamento que trás ação
Ação que transforma a vida

Vida que sente
Vida que pensa
Vida que cria
Cria o que sente, o que pensa, o que cria
Cria o poema e a poesia

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Especial

Dentre todas as mulheres do mundo, meu amor,
Você não é a mais linda.
Dentre todas as mulheres do mundo, meu amor,
Você não é a mais rica.
Dentre todas as mulheres do mundo, meu amor,
Você não é a mais inteligente.

Mas dentre todas essas mulheres, meu amor,
Foi você quem eu escolhi para amar.

Por que então, meu amor, dentre todas
Essas mulheres, você me escolheu para amar?

Porque dentre todos os homens do mundo, meu amor,
Eu não sou o mais lindo.
Porque dentre todos os homens do mundo, meu amor,
Eu não sou o mais rico.
Porque dentre todos os homens do mundo, meu amor,
Eu não sou o mais inteligente.

Porque eu quero alguém que me ame e que eu possa amar,
Da mesma forma que você, e por isso eu te escolhi,
Meu amor, assim como sinto que você escolheu a mim.


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O que se é o que se tem

O que se é, é aquilo que se torna
O que se tem, aquilo que se ganha

O que se é, é aquilo que se modifica
O que se tem, aquilo que se perde

O que se é, é aquilo que trás conforto
O que se tem, aquilo que trás euforia

É ai onde encontra-se o humano, sem saída,
Alguns, procurando em pequenas coisas
Outros, procurando em grandes coisas
E outros, nas pequenas e grandes coisas
Coisas que os traga conforto ou euforia.


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Todos por: Leandro de Andrade Moura

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Boa sociedade que eu imaginei e os problemas dela

Sociedade igual para humaons diferentes

Olá amiguinhos, hoje eu estou sem novidades, pois já escrevi ontem. Tirando que pouco antes de começar a escrever, eu estava numa crise humana, sem saber em que dedicar minha evolução. Olhei meu livro de relance hoje, acho que não é uma boa história, mas ainda há algo que me faz desejar continuá-lo, que logo desaparece ofuscado pela preguiça. Mas isso são coisas de pouca importância, hoje o que eu tenho a falar é sobre política, umas idéias que eu tive há pouco tempo atrás.

Uma coisa que eu noto muito é as pessoas falarem de igualdade e mesmo assim pagar escola particular para o seu filho, enquanto tantos outros estão em publicas, do mesmo modo que pessoas dizem não ter educação de qualidade nas escolas publicas e que o governo rouba, mas paga um terço do seu salário na escola particular de seu filho, e o mesmo acontece com a saúde publica e os planos de saúde, e estas mesmas pessoas reclamam e se negam a pagar impostos.

Interessante seria se cada pessoa que pagasse plano de saúde e escola particular, em vez de paga-los, desse o dinheiro para o governo poder melhorar as escolas e os hospitais públicos, para que dessa forma, de fato, todas as pessoas tenham direito a educação e saúde justa. Mas fato que é que isso não acontece. Por isso, eu acredito que o governo deveria adotar outro sistema econômico, um que forçasse a pessoa, em vez de pagar os itens referidos à cima mais segurança particular, dar todo o dinheiro gasto com isso ao governo, que ficaria responsável de dar Educação, Saúde e Segurança para todos, como se prevê na constituição.

Então o governo deveria fechar qualquer estabelecimento que tratasse de educação, saúde e segurança e que não fosse governamental, só deixando os de lazer e as outras áreas, para não virar um comunismo e manter as classes sociais, além de incentivar o consumismo e fazer o país crescer. Com isso, iria se diminuir a desigualdade social e, com isso, o descontentamento da maioria pobre do país, diminuindo a violência, e dando condições para que cada uma dessas pessoas pudesse, com seu estudo, criar mais desenvolvimento para o Brasil, em vez de ser apenas mais um que não trabalha e dá prejuízos ao governo.

Esse texto acima é um discurso bonito de mais da conta, eu admito, embora, acredito eu, que também muito falho. Eu só o fiz porque, em uma imaginação onde tudo é fácil e maravilhoso, essa constituição seria a solução dos nossos problemas e algo para que se valesse a pena lutar. Contudo, há muitos problemas em se fazer um país assim.

Acredito que alguns deles estão ligados com a maior aproximação entre pessoas de classes sociais diferentes, e outros no lado econômico. Aproximar essas pessoas poderia e forçar a igualdade entre elas faria com que vários sentimentos fossem gerados, e muitos ruins, pois, de uma forma ou de outras, elas não são iguais e o ser humano está sempre tentado ser o melhor. Isso causaria grandes agitações e problemas sociais, tornaria tudo mais instável que como é hoje, e esses problemas causariam protestos entre outras coisas por falta de costume, principalmente da parte que tem status na sociedade, pois ela teria que dividir o mesmo ambiente que pessoas de pouco status, além das pessoas de pouco status sentirem o abismo entre os poderes, mas não tenho certeza que seria assim.

Países de primeiro mundo teriam menos dificuldade com os problemas citados a cima, pois as diferenças entre as classes sociais seriam menores. O povo se acostumaria mais fácil com as diferenças de status e, devagarzinho, as pessoas iriam se igualando. O problema é que não se sabe o quanto essa igualdade seria boa, pois faria com que as pessoas brigassem para serem diferentes em outros setores. Mas acho que isso seria bom sim, mas renderia menos dinheiro para o pais, e conseqüentemente, menos poder para contra os outros países, já que a disputa não seria econômica, e sim em outras áreas sociais, como cultura, educação e poderes instintivos não relacionados a dinheiro, como beleza. Se todo mundo fosse igual e se preocupasse apenas em ser igual e em desenvolver seu país, o país em si se tornaria outro humano e a mesma coisa aconteceria com o planeta, caso viesse alienígenas para cá. Ou seja, a evolução sempre terá conflitos. Humanos são evolução, portanto, sempre terão conflitos.

Outro problema é que onde há tantas vagas que seja necessárias pessoas estudadas e o que aconteceria com as vagas onde não precisa de pessoas estudadas. Seria desperdício de dinheiro ter muita gente estudada se esse estudo não vai lhe valer de nada no trabalho que exerce. Temos como exemplos uma enorme quantidade de pessoas na área de prestação de serviços básicos, como limpeza e serviços de operação. Contudo, quanto a isso, eu acho que a chegada dos robôs virá para substituir todo esse povo, então esse é um problema que com o tempo, será resolvido.

Com isso amiguinhos, vou me despedindo de vocês, aqui fica meu abraço e boa noite para todos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Caligula e disturbios comportamentais

Caligula não era doido, apenas mal criado

Olá amiguinhos, mês passado eu não alcancei minha meta de quatro postagens, mas não foi nem por falta de assunto, mas sim por falta de tempo, então acho que esse mês irei passar de cinco e ficarei na média. Não sei se já comentei aqui, mas me mudei, e como minha net é compartilhada, tenho que vim pra casa antiga, que está em construção, pra poder acessar a inerente, isso reduziu drasticamente meu tempo aqui. Além disso, comecei a estagiar hoje, até que foi legal, tirando que eu fiquei meio tímido e tinha pouca coisa pra fazer. Tentarei melhorar amanhã.

Agora vamos a postagem de hoje, que é sobre um dos meus assuntos preferidos atualmente, psicologia. Eu assisti um filme muito interessante esses tempos, chamado Calígula. Conta a história de um imperador de Roma, da Republica, nos tempos antes da Roma ruir, acredito. Tínhamos então um governo corrupto que se diz republica, mas era uma ditadura, que tirava bastante do povo. O imperador, Calígula Cezar, representava o poder Maximo da republica. Resumidamente, o cara tinha o poder de fazer o que quisesse, e era, inclusive, considerado ditador final da justiça e da execução, o que ele decidisse deveria ser feito.

Imaginem um cara, com todo o poder do mundo e com a liberdade de fazer o que quiser. Eram os Cezars, segundo o filme. Os outros Cerzars já eram bem complicados, mas Calígula, pelo que se pôde perceber no filme, chegou aos extremos. Muitos o consideraram louco, mas eu não o consideraria assim, mas sim com vários distúrbios mentais decorridos de uma má filosofia misturado a ter tudo o que quer. Sua irmã é a única coisa que ele respeita, além de alguns amigos, mas o resto, ele se considera deus e tem direito de fazer tudo o que quer.

Tem uma parte do filme, que ele escolhe uma mulher pra se casar, mas sua irmã pede-o para ele não a querê-la, porque ela já vai se casar com um homem do exercito muito honrado e ela era virgem. Ele, pra não contrariar a irmã, deixou isso pra lá, mas escolheu, só por pirraça, a mulher mais safada do império. Depois, só pra mostrar que ele tem poder e não escolheu a mulher do cara pra se casar porque não quis, tirou a virgindade dela na festa de aniversario e ainda tirou a virgindade anal do cara, com a mão. Só pra mostrar seu poder de Deus.

Claro, ele fazia tudo isso porque ele não lutou pra ser o que foi, ele simplesmente recebeu, e isso o fez pensar que ele é especial, e mais especial que as outras pessoas, e isso o dá direito a fazer o que quiser, então ele se tornou egoísta. Acredito que esse comportamento de achar que é melhor que as outras pessoas dá mais chance de sobreviver, porque faz você agir de maneira melhor que as outras, não aceita o que normalmente a maioria das pessoas aceitaria, mas sim o mais especial. Embora, esse comportamento faça a pessoa ter muitas tendências egoístas, é bom ter o equilíbrio em se por no lugar das outras pessoas e ver que si próprio não é tão especial assim. Mas isso não acontecia com Calígula, já que todos o tratavam como um deus.

Outra coisa interessante de se notar é os distúrbios sexuais que se apresentam, não muito em Calígula, mas sim no imperador anterior. Ele mantinha uma sala cheio de gente bizarra e deformada, todas fazendo sexo. Esse distúrbio se apresenta, muito provavelmente, pelo fato do outro imperador enfatizar mais o sexo em sua vida, por algum motivo, seja porque gosta, por influencias ou porque é bom, e sempre alcança um limite e passa, e passa de novo, aquele limite que antes era emocionante, acaba ficando sem graça, e outro limite maior ainda é criado. Isso é um distúrbio muito grande e que acontece com muitas pessoas, e acontece devido ao fato de, quanto mais a evolução humana evolui, mais fácil se torna ultrapassar barreiras, e ultrapassar barreiras melhora as chances de sobrevivência porque torna a pessoa mais especial e diferente das demais, porque ela teve condições de ultrapassar. Bem, isso a muito tempo atrás, porque hoje se torna distúrbios sexuais que a sociedade repudia.

Já o Calígula não teve esses distúrbios sexuais tão graves, pelo menos foi o que eu percebi no filme. Ele já se preocupava com outras coisas, como manter a popularidade com o povo e mostrar poder para todo o mundo, e nisso ele teve distúrbios, e esses distúrbios, inclusive, foi o que fez o senado não agüentar mais ele e matá-lo. Eles não o mataram antes só porque tinham medo da reação do povo, pois ele era muito popular, mas preferiram matar ele e ter a reação do povo do que deixá-lo vivo. O mais legal que ele fez foi o bordel imperial, assistam o filme que vocês vão ver que legal que é, mas já aviso, o filme tem cenas de sexo explicito muito melhores que muitos filmes pornô que tem por ai.

Eu considero distúrbio comportamental tudo aquilo que o ser humano faz e que não necessariamente o dá maiores chances de sobreviver/reproduzir. Distúrbios comportamentais normalmente são causados pela mistura de falta de razão, ou razão, egoísmo e busca interminável por prazer, que pode ser gerada por alguma carência em outra parte de sua vida, e esses distúrbios comportamentais não necessariamente significam melhorias nas suas chances de sobreviver e reproduzir, e até ao contrario, pelo fato de as vezes prejudicar as outras pessoas e ser repudiado pela sociedade. Por isso, é aconselhável sempre a manter hábitos saudáveis e variados, que faça bem aos outros e a si mesmo.

Outros distúrbios que Calígula tem é a de ser apaixonado pela própria irmã, má formação filosófica, tudo isso se explica pelo fato dele ter crescido com a irmã e muito sozinho, eu acho, então eles se envolveram sexualmente e ele não teve como pensar no poder que ia receber porque não teve instrução pra isso. Acho que ele cresceu sem os pais, provavelmente. No Wikipédia tem mais coisas falando sobre ele, tudo isso que eu falei foi em relação ao filme, e acredito ser tudo verídico. O filme também é uma boa aula de história. Com isso amiguinhos, vou me despedindo. Abraços pra todos e até aproxima.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Relação entre as sociedades e seus bons humanos

Sociedade é que forma o humano

Olá amiguinhos, hoje eu vim aqui falar sobre um assunto que eu estava querendo falar já a algum tempo, mas como ele era uma única besteirinha pra tanta explicação, deu preguiça de falar sobre ele, mas agora eu já achei outro assunto para complementá-lo, e é sobre isso que irei falar hoje. Sobre as novidades, estou sem nenhuma, mas tenho três temas pra falar, mas não lembro muito bem deles agora, mas acho que lembrarei no futuro e postarei aqui. Agora vamos ao que interessa. Hoje irei falar sobre a sociedade formação de seus humanos.

Anteriormente eu falei sobre as características de um bom humano em relação à sociedade, mas um bom humano em relação a sociedade não pode ser um bom humano em relação as ciências, por exemplo, mas isso é só um detalhe, o que eu quero falar hoje é sobre a sociedade em si e como um bom humano pode variar de acordo de sociedade pra sociedade, pelo motivo que, já que um bom ser humano é considerado aquele que tem mais chances de sobreviver e reproduzir na sua sociedade, em diferentes sociedades, a característica de um bom ser humano pode variar, mas não sei exatamente o quanto.

Todo o mundo hoje em dia praticamente é capitalista, e todo regime capitalista é parecido. Porém, há uma grande diferença se levarmos em conta as condições sócio-econômicas de cada pais, e economia está diretamente ligada a social. Temos então três grandes grupos de países, os países desenvolvidos, os países em desenvolvimento e o resto dos países. Não fui eu quem criou esses termos e não sei o conceito exato sobre eles, mas vou utilizar só a idéia para ilustrar o que eu quero falar aqui hoje.

Considerando que países desenvolvidos são aqueles em que a sociedade já tem um nível alto de educação em geral, onde há industrias e tecnologia a evoluindo a todo o vapor e a maioria da população não tem carências de educação, lazer e emprego, a tendência é que toda essa população seja bem estruturada e as pessoas nela sejam mais educadas, menos egoístas, menos violentas e menos foras-da-lei. Em contrapartida, em desenvolvimento, a maioria do povo tem carência de lazer, educação e emprego, o que faz elas serem menos educadas, mais egoístas, mais violentas e mais foras-da-lei. Eu vou dar exemplos e detalhar nos próximos parágrafos.

Primeiro irei começar com as pessoas em um país subdesenvolvido. Imaginem então uma sociedade onde a educação, a saúde e o lazer são caros, pois o público não presta muito. Os pais então irão trabalhar para conseguir dinheiro principalmente pra educação, pois é isso o que faz, de um modo geral, a tecnologia crescer e conseqüentemente, o pais. Entretanto, esses pais terão pouco tempo para cuidar de seus filhos e pensar em seus problemas familiares, o que fará com que eles tomem decisões sem pensar e assim, seus filhos irão sofrer e desenvolver certa personalidade meio distorcida do que considerado “um bom humano para sociedade”.

Obviamente, não é apenas por uma má educação que uma pessoa vai virar uma delinqüente, mas essa pessoa que teve uma má educação tem uma grande chances de cometer os mesmos erros com o seu filho, ou tentar evitar errar de uma forma, mas entretanto, errando de outra forma, isso vai fazer com que as gerações degredam-se. Isso ainda piora se botarmos as diferenças sociais dos países, já que como a maioria do povo não tem educação, os empresários podem explorar a vontade essas pessoas. Essas pessoas vão ser sempre exploradas, nunca crescendo, e tendem a fazer favelas ou esses tipos de coisa.

Então teremos o seguinte quadro, os que exploram, cheio do dinheiro, e os explorados, incapazes de fazer dinheiro. Porém, nenhum desses dois tem uma boa educação, os cheio de dinheiro vão querer mais dinheiro para continuar evoluindo instintivamente e os explorados vão querer continuar vivos. Isso vai ficar nessa situação até o governo consegui se estabilizar, porque as vezes, a economia do pais é monopólica ou ainda está se desenvolvendo, quando o pais termina de se desenvolver, o próprio governo, além das pessoas, vão começar a compreender melhor as coisas, já que elas terão que trabalhar menos para se preocupar mais consigo mesmas. Essa preocupação também é gerada porque o ritmo das grandes cidades ficam frenéticos.

Já os países desenvolvidos, a maioria das pessoas, acredito eu, são bem estudadas e a política do pais já está bem organizada, assim como a tecnologia e as fontes de renda do pais, o que faz as pessoas se preocuparem menos em sobreviver, e então elas pensam mais em suas vidas e são mais educadas e coisa e tal. Acredito também que haja uma competição de reprodução maior nesses lugares, mas não tenho total certeza, pelo fato de que, já que os pais já tem dinheiro, os filhos fazem suas obrigações mas tem como curtir e expressar suas personalidade de uma forma muito significativa, com a ajuda do dinheiro. Eu já ouvi falar que em um pais desenvolvido, a media de suicido é alta em comparação a outros países, e acredito que isso seja verdade porque os adultos não tem muita coisa pra fazer na vida, e os adultos que não conseguem se enquadrar num circulo reprodutivo bom, acabam não vendo nada de bom na vida e se matando, não esquecendo que na sociedade desenvolvida.

A religião entra quando tem condições de vida ruins e pouco conhecimento. A religião é meio que uma coisa que ajuda a equilibrar as pessoas de uma sociedade, por isso que em regiões pobres tem muita religião e em lugares ricos tem pouquíssima. Quanto mais forte a religião, pior é o lugar e condições de vida. O tipo de religião também diz sobre as condições em que as pessoas estão envolvidas.

Acredito eu que bons humanos sejam um resultado de equilíbrio entre vários fatores, pode haver bons humanos tanto em sociedade em desenvolvimento quanto em sociedades desenvolvidas, o que define isso é se esse bom humano nascer em uma situação equilibrada ou não. Nenhum dos extremos é bom, porque sempre que é extremo e muito firmado no seu lado, o que gera pouco aprendizado do outro lado e por conseqüência, sobre si mesmo. Por exemplo, uma mulher muito bonita tem chances de não ser boa humana se não for bem instruída, da mesma forma que alguém com acesso a muito conhecimento mas com pouca socialização. Temos também exemplos de pessoas com uma vida difícil e com poucas recompensas ou vidas fácies o que as torna egoísta, entre outras coisas. Pessoas feias de mais também tendem a suprir com conhecimento, educação, culturas alternativas ou caridade, assim como as outras pessoas que não conseguem se enquadrar na cultura geral da sociedade.

Ser um bom humano em relação a sociedade ou não, não faz você ter uma vida melhor ou pior. Tudo é relativo e você pode ser feliz de diferentes formas. Um bom humano tem mais chances de sobreviver e reproduzir que as outras pessoas, mas isso não significa necessariamente que você não seja bom, até porque, você é bom ou ruim em relação a alguma coisa ou a alguém, e isso muda dependendo de quem esteja se falando. Eu mesmo não sou um bom humano. Com isso amiguinhos, estou terminando esta postagem, até a próxima e em breve, se eu lembrar os temas que eu pensei ontem a noite antes de ir dormir. Abraços.

sábado, 5 de setembro de 2009

Reflexão sobre o que é um bom humano segundo meus conceitos

Caracteristicas de um bom humano

Olá amiguinhos, eu me mudei, por isso o tempo que eu fico no computador poderá diminuir drasticamente. Além dessas novidades, eu não tenho nenhuma. Ao terminar de escrever, eu vou voltar pra outra casa, pois essa aqui passará por reformas e lá não tem internet. Ao final de tudo, irei voltar ao normal. Acho que uns três meses assim.

O assunto a que eu vim tratar hoje é algo que eu estive pensando há algum tempo. Ao notar a variedade enorme de tipos de pessoas, com diferentes comportamentos e pensamentos, entre esses, alguns bem opostos a outros. Então eu fiquei me perguntando, qual o melhor tipo de comportamento?

É uma pergunta complicada, pois na maioria dos casos, todas as pessoas têm um comportamento que lhe garantem melhor chance de sobrevivência de acordo com seu conhecimento e sua situação, e isso é nosso sentimento que garante. Entretanto, em alguns casos, e isto se torna cada vez mais comum com a evolução da sociedade, alguns tipos de traumas, complexos ou hábitos adquiridos devido a uma sociedade má formada fazem com que você trave seus sentimentos, e por isso, pare de evoluir e buscar as melhores chances de sobrevivência, mas de um modo geral, você sempre tem um comportamento adequado a sua situação e conhecimento.

E por algum tempo, essa resposta me satisfez. Contudo, eu sempre via umas pessoas bem egoístas ou sacanas, e outras, amáveis e que ajudam a todo mundo, e considerar as duas como melhores em relação às pessoas a quem pertencem, tudo bem, mas elas são diferentes, e em relação a outra coisa, eles há diferenças, e a intenção desse estudo era saber qual tipo de comportamento eu devo tomar na minha vida, enquanto não deixo meus sentimentos fluírem.

Então eu decidir saber pra que eu quero um comportamento pra depois escolher o melhor que supra esse objetivo, e descobrir esse objetivo não foi tão difícil. Pra que eu quero aprender a me comportar? Para viver na sociedade em conjunto para aumentar minhas chances de sobreviver e reproduzir. Bem simples. Então, qual o melhor comportamento para viver na sociedade aumentando as chances de sobreviver e evoluir? Ajudando ela a sobreviver e a evoluir também, mas tendo com o que ajudar individualmente, ou seja, ter um equilíbrio entre ajudar a si próprio e ajudar a sociedade evoluir.

O principal inspirador dessa teoria foi meu professor de português e filosofia, Vanildo. Além de ter cursado filosofia, ele tem curso de teologia e sua própria visão de Deus e um curso de psicologia incompleto. Pelos cursos, a opinião dele vale bastante, porém, além dele ter esses cursos todos, ele parece ser uma ótima pessoa e todos os respeitam. Numa escola de ginásio, ninguém quer saber de curso, querem saber se o professor tem ou não tem coisas importantes a falar, segundo a consideração deles. E esse professor, todos respeitam, e ele foi a minha principal peça pra formar essa teoria.

Ele tem uma evolução individual muito grande, além de ajudar todo mundo no que pode, cumprir o papel dele. Ele cria uma ótima imagem em torno de si mesmo, coisa que ainda vou estudar, e além disso, não confundi o lado emocional com o racional, consegue estabilizar os dois bem. Contudo, ele tem potencial pra crescer racionalmente, acredito, por esse equilíbrio que ele tem. Mas, se ele crescer racionalmente, ele perde o equilíbrio, de certa forma, vai acabar que nem eu, pensa muito, não vive nada. Em uma de nossas conversas, ele disse pra mim que os sentimentos dele, ele não analisa, ele vive, e isso é algo de certa forma, certo.

Ele tem suas paixões e pessoas que ele odeia, tal coisa que eu não consigo ter por causa da minha racionalidade. Se ele fosse estudar psicologicamente a si próprio, veria que não há motivos pra ele ter paixão ou ódio, contudo, ele prefere ficar como está, pois está bem. Em uma visão geral, ele evolui a sociedade ensinando e dançando quadrilha e evoluí a si próprio, criando sua própria filosofia com uma base bem fundada em fazer bem as outras pessoas mas buscando o bem de si próprio. Um belo equilíbrio humano.

Ou seja, eu o classifiquei como um bom humano. Eu mesmo não sou um bom humano e conheço poucas pessoas que o são devido a sociedade estar muito traumatizada. Vou listar agora as características, segundo a minha teoria, de um bom humano.

- Se preocupar com seus sentimentos e com os sentimentos dos outros.
Como eu já disse, sentimento é o que faz as pessoas evoluírem, se preocupar apenas com o seu sentimento faz apenas você evoluir, mas vivemos em sociedade, e se as pessoas ao redor de você evoluírem também, você evolui mais rápido e menos solitário. Se preocupar apenas com as outras pessoas também não é bom, porque você esquece de si próprio, os outros evoluem e você continua lá, parado no canto. Por isso, é preferível que você mantenha o equilíbrio.

- Produzir algo a oferecer a sociedade tanto racional quanto emocional.
De um modo geral, é o esforço gerado para que você tenha com o que trabalhar para que possa ganhar dinheiro, use o sentimento para saber no que você é bom, pois, acredito eu, que as pessoas tem diferenças genéticas entre si, tendências, as quais a torna mais capacitada para determinado tempo de trabalho ou não. E tem também o lado emocional, você ter com o que divertir as pessoas, empolgá-las, entreter-las, ensiná-las, você fazer algo e produzir algo que ajude ao próximo, isso é importante pois garante que as pessoas se aproximem de você, e você pode pedir a ajuda delas também.

- Saber do que é capaz mesmo não tendo feito.
Ou seja, ter auto-confiança. Criar uma auto-confiança em torno de si é importante, tanto para se relacionar pessoalmente, como racionalmente com as pessoas. Criar auto-confiança não é mentir, é apenas antecipar os resultados em alguma coisa que você sabe que pode fazer, ou sabe que pode se esforçar para conseguir. Ter auto-confiança para uma coisa que você sabe que não pode fazer já é mentir, e isso não é bom, além de se confiar apenas na auto-confiança e se esquecer de evoluir.

- Lidar com competição e outras coisas sempre com romantismo.
Eu já disse aqui que romantismo é a proteção contra sentimentos ruins, e é muito necessário fazer isso. Acho que o sentimento romântico mais importante é a humildade, pois quando você é humilde, você permite que as outras pessoas saibam que você está onde está por merecer, não forçado, e fazem elas aceitarem isso e menos pessoas irão ter sentimentos ruins contra você, e caso você esteja onde está e não merece estar lá, você será humilde o suficiente para reconhecer isso e tentar, ou melhorar, ou buscar outro caminho para crescer. Ser humilde significa escutar as pessoas, seja ela qual for, e escutar e tratar todas igualmente, sem se achar superior a ninguém, mesmo você tendo uma posição superior, você sabe que é igual a todo mundo e o motivo pelo qual está ali, que se você não procurar melhorar, uma pessoa buscando o melhoramento sempre pode superar você e você perder o cargo. Ou seja, ser humilde é o que mais melhora as chances de sobrevivência e reprodução. Ter afeto com as pessoas também é importante, pois você tem mais chances de sobrevivência confiando em uma pessoa meio ruim, mas que é seu amigo a anos do que a uma pessoa que pareça super boa, mas que você acabou de conhecer.

- Querer curtir a vida.
Essa é a parte boa de se evoluir, poder curtir depois. Quando se evolui racionalmente e emocionalmente, curtir a vida fica fácil, embora que sobre menos tempo, pois evoluir já toma algum tempo em ambas as partes. Acho que o momento certo é quando você não tem nada pra fazer, e se continuar na mesmice, acabará caindo em rotina e se acostumando a não evoluir. É sempre bom conhecer coisas, pessoas e fazer coisas novas, porque isso te garante que você sempre conheça as coisas que te dêem melhor chance de sobrevivência sempre. Mudar de hábito faz você não cair no conformismo. O conformismo é até que bom, se você já achou algo que te complete e mesmo conhecendo outras coisas, não ache nada melhor que aquilo. Eu não aconselho muito que você seja apaixonado por algo e apenas este algo, como esportes. Porém, se você faz isso um meio de vida satisfatório pra você, continue em frente. Muito provavelmente eu me apegarei bastante a ciência quando eu crescer, se eu for cientista.

- Saber ir equilibrando.
Equilíbrio é algo importante, e talvez a falta disso seja o fator que muitas pessoas no mundo sejam desequilibradas e não sejam bons humanos, mas ter equilíbrio é importante, não dar valor de mais a qualquer uma das coisas citadas a cima. Não dar valor de mais a seu trabalho, a sua família, a si mesmo, a seus amigos, a sua diversão, a sua evolução, ao em vez disso, fazer tudo no equilíbrio. Embora ser equilibrado as vezes necessite de alguns desequilíbrios, dependendo da situação, pois o mundo não é equilibrado, é dinâmico, o humano é um equilíbrio entre o animal e o racional, por isso ele tem a capacidade de equilibrar o racional com o emocional. Nesse tópico, estamos no meio da evolução, pois antes tinham os animais, e só faziam ter instintos, e futuramente teremos os robôs, que só tem raciocínio. Este é mais um argumento que me convence que é possível esse equilíbrio do qual eu falo, mas isso também depende da situação de vida que você tem.

Enfim, esses itens a cima citados são as principais características que eu acredito que qualifiquem alguém a um bom humano, de acordo com meus conceitos. Lembrando que, em nossa sociedade, muito provavelmente seja impossível todas as pessoas serem boas humanas, embora o nosso atual estado de desequilíbrio forçado e desnecessário faça com que muitas delas sejam. Com isso amiguinhos, vou terminar esta postagem, uma boa noite para todos e abraços, até a próxima.

-------------------------- Só uma edição -------------------------
Não é a pessoa que si faz boa humana, mas sim a sociedade que a torna desse jeito, pois tem gente que não tem estrutura para ser boa humana, mesmo querendo. Outra coisa também é se eu considero bom humano, considero bom humano em relação a sociedade, mas em relação a outra coisa, esse bom humano possivelmente é ruim, como por exemplo, a ciência, e não é necessário ser um bom humano para ser feliz, já que felicidade é um grau de satisfação pessoal, embora também seja moldado por suas condições. Dalhe determinismo.
Neste link há mais informações relacionadas:
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/09/relacao-entre-as-sociedades-e-seus-bons.html

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Quase largada no C. Claw e analise sobre a inveja na psicologia evolucionista

Inveja segundo a psicologia evolucionista

Boa noite amiguinhos, nesta madrugada fia de terça-feira, vos escrevo pois estou inspirado. Passei maior tempão ouvindo música, isso deixou meus ouvidos agitados e o resto do corpo calmo, mais o silencio que está lá fora e nada para fazer, condições favoráveis para eu escrever mais alguma coisa hoje. Estou fazendo curso de administração e antes de vim aqui escrever, estava olhando as coisas de economia no Wikipédia, é bastante interessante essa área. Ler a Wikipédia e ver como ele é útil me fez pensar em traduzir páginas do inglês para o português com o intuito de treinar o inglês e aumentar o número de páginas, acho que isso seria um bom passa tempo, além de aumentar meus conhecimentos gerais, é uma idéia.

Eu quase parei de jogar Capitain Claw por causa de um mestre difícil, eu desisto muito fácil, admito, eu tive que ver o spoil pra não desistir completamente. Digamos que isso seja uma ajuda social, fazer tudo sozinho é muito mais sacrificante, além do mais, de um modo geral, não ganho muita coisa perdendo tempo recolhendo informações se outra pessoa já o fez, até mesmo num pondo de vista de psicologia evolucionista. Agora fazendo referencia ao assunto de hoje, estive visitando uns sites e blogs tentando fazer da minha noite informativa e encontrei um blog cujo o autor falava sobre a inveja, e a algum tempo atrás eu fiz um conceito em relação aos meus estudos sobre a inveja e não publiquei aqui, mas é o que eu farei hoje.

Para descobrir como classificar um invejoso num ponto de vista da psicologia evolutiva, primeiro eu me perguntei, como ser invejoso melhora suas chances de sobreviver e reproduzir? Bem, levando em consideração que os instintos se desenvolveram, não para nossa sociedade atual, mas sim para uma sociedade primitiva onde não haviam palavras para serem ditas, eu simulei mentalmente uma situação entre três pessoas, sendo uma dessas invejosa. Imaginem comigo.

Há um homem bonito, um homem não muito bonito e duas mulheres bonitas, é bem comum inveja acontecer entre mulheres pois elas lidam com poderes de beleza, os mais fácies de serem notados, pelo o que saiba, por isso o exemplo. Uma das mulheres bonitas tem como namorado o homem bonito. A outra mulher, por instinto, deseja o homem bonito e vê ele com uma mulher tão bonita quanto ela, então ela logo associa que quem poderia estar ali é ela, não a outra, e logo surge um sentimento de ciúmes como resposta para a situação e estímulo para que algo deva-se ser feito por parte da mulher solteira.

Logo ela se move e tenta mostrar ao homem que é tão boa quanto a mulher que ele está. Ela pode fazer isso ou mostrando seu valor para o homem ou desvalorizando a tal mulher, sendo este ultimo talvez só possível em sociedade desenvolvida. Se a outra fêmea se sentir ameaçada, vai rolar um sentimento de ciúmes nela, se não, é porque a fêmea que está tentando se exibir não tem poderes o suficiente para roubar o macho dela, e então ela fica tranqüila. O macho então compara e fica com aquela que ele julgou a melhor, pode ser tanto uma quanto a outra, ou seja, inveja aumenta as chances de reprodução.

Mas vamos continuar a história. Imaginem agora a perdedora, ela verá o macho com a fêmea que ele escolheu. Se ela analisar e perceber que pode conseguir estar naquele lugar se si esforçar ou que aquela fêmea não merece estar lá, então rola ciúmes de novo, mas, se ela perceber que a fêmea que está lá merece estar lá mais que ela por ser mais bonita ou poderosa, então ela vai se contentar com sua posição. Muito provavelmente ela vai tentar um relacionamento com o macho não tão bonito assim, e ambos vão se relacionar bem. Lembrando duas coisas, primeira que em vez das mulheres poderiam ser os homens, mas o homem desse tempo mostra poder com força física, hoje em dia, tradicionalmente, com poder social e cada vez mais comum, poder de beleza. Segunda coisa, quando eu digo bonito, quer dizer também que a pessoa tem maiores chances de ter uma formação genética melhor, por isso beleza atrai tanto.

Atualmente, muitas pessoas não observam esse “ou poderosa”. Uma menina não pode ser tão bonita assim mas saber agradar o cara de um jeito que uma menina muito bonita não saiba, de tal forma que, se a menina bonita desejar estar no lugar da não tão bonita assim, e se achando merecedora de estar lá só por sua beleza superior, coisa que a outra não tem, vai rolar um sentimento de inveja, muito provavelmente. Os poderes podem ser inúmeros, pois o ser humano é muito adaptável. Acredito que cada pessoa possa achar um modo de expressar poder, mas isso significa filosofias totalmente diferentes de tal forma que o mundo nunca será padronizado, com igualdade social entre outras coisas, só mesmo com a manipulação genética.

Às vezes também, inveja pode ser causada por cobranças sociais. Se uma pessoa é cobrada por estar em certo nível elevado e não consegue, e outra consegue estar nesse nível elevado, a inveja poderá ocorrer. A pessoa se compara aquela outra de um modo muito superficial, e superficialmente, todos somos parecidos, de tal forma que aquela pessoa chega naquela conclusão e pensa consigo mesma, se ele está lá e é parecido comigo, eu também mereço. E rola o ciúmes, e então pode acontecer aquelas duas coisas que eu citei a cima, ou a pessoa procurar mostrar o seu valor e até mesmo inventar que tem valores nela mesma onde não tem ou tentará diminuir o valor da pessoa que ela sente ciúmes, seja por mentiras ou qualquer outro modo. Por isso que invejoso tem fama de mentiroso, traiçoeiro, entre outras coisas.

Até mesmo essas duas pessoas podem viver no mesmo meio social, tendo até laços de relação afetiva, mas as condições da situação fazem só que uma tenha tal poder, embora a outra seja cobrada também a ter, então o sentimento de inveja e a relação afetiva se misturará, ocorrendo assim, grandes confusões e até o rompimento dessa relação afetiva. Talvez nem sempre ocorra assim, há muitas outras saídas que as condições e o sentimento determinarão para as melhores chances de sobrevivência de todo mundo. Ser humano é parecido com Xadrez, assim como administração financeira, tem que se pensar as condições e o se que pode ser feito para melhor sair de uma situação.

Pois é amiguinhos, agora vou tomar banho pra possivelmente ir dormir. Gostei de escrever esse texto a cima, fluiu bem, a idéia também já é meio antiga e eu deveria ter posto-a a mais tempo aqui já, por isso essa maior satisfação, além do tema interessante. E além do mais, pela primeira vez, usei um dicionário on-line para achar um sinônimo para o titulo desse blog, olha eu evoluindo ai gente. Acho que irei usar de novo ainda hoje pra saber o que é "Insumos" exatamente. Enfim, boa noite para todos, abraços e até a próxima.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dúvidas quanto ao ser e analises sobre a personalidades

O que ser?

Olá amiguinhos, faz esse mês realmente eu escrevi pouquíssimo, eu já previa isso, manter o ritmo não é uma coisa fácil e meus pensamentos parecem estar se acalmando, entretanto, eles ainda não estão calmos, e eu espero nunca estarem para sempre escrever nesse blog. Como eu sempre começo o primeiro parágrafo com novidades, de boa, eu só tenho que eu achei dois jogos que eu vi na minha infância e agora estou jogando-os, eu escrevi a história em outra postagem pra não ficar muito grande nessa, no fim deste parágrafo mandarei o link, agora vamos ao assunto principal.
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/08/capitain-claw-gruntz-o-agora-e-minha.html

Esses tempos tem sido de grande aprendizado para mim devido ao contato próximo de uma amiguinha bastante humana, a Raabe, ela me ensinou bastante sobre a essência humana a qual eu perdi. Quando eu era criança, eu sempre quis como todas as coisas iriam acontecer apenas com a força do pensamento, e antes de entrar na adolescência, eu realmente me apeguei a essa idéia, por isso, eu desisti de certa forma de ter muito agitada, cheia de emoções, e me ocupei de filosofar e descobrir a ciência.

Contudo, a quanto mais o tempo passava, mais eu entrava no campo da psicologia e mais eu me apegava aos valores racionais e excluía os valores sentimentais, pois pra mim, eles valiam de pouca utilidade. Porém, em certo momento do caminho, eu notei que sentimento era a única coisa que me fazia estar vivo, pois nenhuma razão racional o faria, e então eu notei que eu muito distante para voltar ao mundo dos sentimentos, pois a racionalidade já tinha se tornado parte da minha personalidade e, por isso, comecei a estudar o propósito dos sentimentos do ser que compõe a personalidade, pois neste tempo, eu já tinha uma certa noção de como cada sentimento agia isoladamente, mas não em conjunto numa personalidade.

Comecei então a descobrir que cada pessoa era aquilo que melhor ela fazia, e que o sentimento estava era meio que um guia que mostrava a ela, o que ela faz de melhor. Se ela gosta de jogar futebol, é porque ela nota que tem um “dom” natural e isso a satisfaz, pois seu cérebro nota que ela tem grande capacidade de jogar futebol e com isso, ganhar fama, dinheiro e mulheres, e por isso, a pessoa acaba se envolvendo com o futebol por muito. Ou seja, seguir os sentimentos significa necessariamente evoluir. O romantismo, digamos assim, é a proteção contra os sentimentos ruins, pois se você é romântico a ponto de não ser egoísta, você não vai concentrar toda a evolução em você e não fará coisas que prejudiquem a evolução de outra pessoa em nome da sua, fazendo você ficar isolado em seu próprio ego, com medo que as pessoas façam isso com você também.

Porém, aqui estou eu, seguindo a racionalidade, tentando saber o porquê de todas as coisas, e descobrindo que, de certa forma, isso é inútil. Filosoficamente falando, existem infinitas possibilidades de explicar o porquê tudo é como é, isso nos força a ir para o campo da ciência, esse campo já está extremamente avançado, com capacidade de fazer cálculos modernos e elaborar coisas supimpas, enquanto eu estou aqui, redescobrindo as coisas básicas por meu próprio esforço, pior ainda, utilizando a sombra das grandes idéias já formadas a qual eu tive contato por internet. Ou seja, onde eu estou evoluindo? Evoluindo as idéias?

Meu amigo Thaylo, me dizia antigamente, “Cara, você quer redescobrir a roda”. Eu achava isso bom, significa que eu estou evoluindo. Porém, uma evolução desnecessária, já que a sociedade já descobriu a roda. O esforço que eu estou fazendo para descobrir algo, eu poderia estar aplicando para descobrir algo que a sociedade ainda não descobriu. Além de esforço, evoluir no campo da ciência se exige tempo, é muito mais complexo do que simplesmente ter a idéia e ser considerado um gênio.

Na verdade ninguém é gênio, é como a frase de Galileu diz, “Se enxerguei longe foi porque me apoiei no ombro de gigantes, Galileu”, e sem estes ombros, ou seja, a evolução das idéias anteriores, ele não poderia ter enxergado além, melhorando aquelas teorias, e assim, ninguém poderia ter se apoiado no ombro dele pra melhorar a teoria dele ainda mais, e é assim que funciona. Tem gente com tendência a descobrir mais porque se envolve mais, as diferenças entre um humano e outro são poucas, acredito, apenas tendências genéticas e estética.

E então me vem um outro problema, eu quero evoluir no campo da ciência, mas ainda estou no ensino médio. E o que fazer neste meio tempo pra lá? Grande problema para mim. Eu sempre me dediquei ao meu pensamento, e isso fez com que eu me afastasse da sociedade e dos meus sentimentos, se fosse pelo menos o pensamento da sociedade, mas não, eram apenas os meus, de certa forma, um egocentrismo da minha parte e eu nunca percebi que isso de fato, era isso, apenas agora. E o que fazer agora?

Os sentimentos tem uma grande capacidade de te enquadrar no lugar onde você é bom, o problema é que eu estou todo fora de lugar. Teoricamente, eu sou um adolescente e devia fazer coisas de adolescente. Eu sempre achei que eles equilibravam-se enchendo seus egos de coisas fúteis e sem muita profundidade de conhecimento ou sentimento, ou entre outros estereótipos, mas agora eu notei que todos esses estereótipos são os adolescentes evoluindo a cultura e a individualidade de cada meio onde eles vivem, nos tempo livres, o que é bastante para alguns, que geralmente não tem a pressão de estudar.

Na verdade, evoluir a cultura e a individualidade é apenas uma conseqüência de cada ser humano procurar algum lugar onde realmente seja bom. Acho que eu já postei aqui algo falando sobre isso, que se o jovem está em determinado grupo e neste grupo ele não é bom, e tem outro a qual ele é bom, a tendência dele passar para o outro grupo é altíssima, o que faz ele ter chances de sobrevivência e reprodução, e criar esses grupos é uma conseqüência de aberturas na sociedade, eu acredito.

É como se a sociedade fosse viva e estivesse evoluindo, e na verdade, eu considero que está. Bem, não sei o que fazer, vou pensar, procurar mais informações e etc até achar uma solução. Acho que quando eu entrar no meio cientifico, se eu entrar, as coisas vão se encaixarem direitinho, porém, como não estou ainda, e como eu tenho muito tempo livre pois não participo de nenhum movimento evolucionista, eu perco meu tempo jogando jogos antigos, até porque, eu não tenho condições de participar da evolução dos novos jogos, já que meu computador não é lá essas coisas.

Com isso amiguinhos, eu me despeço de vocês, boa noite, abraços e até a próxima postagem.