Também é arte
Olá amigos. Cá estou eu escrevendo mais uma vez para o blog. Desta vez demorou para o velho senso de dever vencer a preguiça. Hoje irei falar sobre uns poemas, mas antes, vamos às novidades: continuo firme com minha rotina de estudo. Não tão pesada quanto eu gostaria, mas ainda sim forte se comparada a maioria dos estudantes. Junto a rotina de estudo, também preparei uma rotina de exercício que até o momento está me satisfazendo muito. Inclusive, hoje é dia, assim que terminar esta postagem. Embora eu esteja nesta rotina apertada, tenho tido algum tempo para ter algumas idéias. Na verdade, talvez até mesmo esta rotina apertada, que consiste de novos ambientes e costumes e me permite experimentar novas coisas, tenha inspirado alguma coisa. Provavelmente algumas destas coisas serão escritas aqui no blog, basta minha coragem deixar. Hoje, como já adiantado, só irei falar duas coisas que eu escrevi apenas à caráter experimental. Quis, de certa forma, sintetizar uma simbologia forte e que comunicasse o meu desejado. Foi disto que surgiram os dois poemas que serão mostrados a seguir, mas, desta vez, não farei comentários sobre eles. Pelo menos por enquanto.
Um merda feliz.
De que a felicidade é constituída?
Por definição, eu sou feito de merda.
Precisarei mudar para constituir uma felicidade?
Para que irei eu, um merda, querer viver?
Se nunca encontrarei a felicidade em lugar algum.
O que é preciso ter para possuir a felicidade?
Algum tipo de poder? Algum objeto comprável?
E os fracos e sem dinheiro, nunca serão felizes?
Crianças pobres morrem de fome e desejam comer,
Enquanto obesos ricos desejam emagrecer.
O que se nota nesta confusão sobre a felicidade,
É que ela não se encontra em objetos ou status.
Nem em classe social ou econômica, poder ou fama.
Todos buscam a felicidade, independente do que sejam.
Nisto se conclui que ela é imaterial, transcendental.
Nunca terão o suficiente aqueles que buscam erroneamente.
Para isto, terão de buscar naquele que é o lugar mais próximo,
Mais difícil e mais comum a todos: dentro de si mesmos.
Deste modo eu descubro de que se constitui a felicidade:
Ela se constitui do que eu sou, do que há dentro de mim.
É assim que mesmo sendo um merda, eu sei que sou feliz.
Este próximo não tem formato de poema, mas também foi sintetizado. Esclarecer que quando eu digo sintetizado, quero dizer que foi criado ao método de erro, tentativa e construção de acordo com o objetivo. Ou seja, não é algo que vem através e unicamente da inspiração, e que tende a demorar um ou dois dias, pelo menos, pra ser concluído. Este não tem título, mas qualquer referência da analogia do conhecimento sendo dominado igual a um cavalo selvagem é comôdo.
O conhecimento é como um cavalo selvagem. No começo parece indomável,
até que haja a coragem para a primeira tentativa. Haverá várias quedas,
mas a cada uma delas se notará que foi possível permanecer um pouco mais
no cavalo. Quanto mais forte ele for, mais preciosa será sua montaria. É
preciso ter força para cair e levantar tantas vezes forem necessárias
até dominá-lo, segurá-lo pelas rédeas e fazer dele o que bem quiser.
Encerramento: Enfim amigos. Espero que tenham gostado do que foi escrito por mim. Agora eu estou escutando Tuatha de Danann, ter jogado Settles Online, de alguma forma, me fez voltar a gostar dessa banda. Além disso, ela tem uma ótima sonoridade. Ainda continuo muito admirador da Lady Gaga, mas quero continuar explorando o mundo da música e não deixar a comodidade da velhice me possuir. Por falar em jogo, este jogo não tá atrapalhando muito a minha rotina de estudo pois, até agora, só precisa de meia hora por dia para fazer os ajustes na economia necessários. To gostando desse jogo também porque nele me sinto um arquiteto/economista, e isto me faz pensar sobre o quanto é difícil organizar uma cidade mal estruturada, e o quão é difícil também estruturar uma cidade. Os governadores devem ser pessoas com bastante conhecimento e boa vontade para ter paciência de absorver e utilizar de forma eficiente as ferramentas que o conhecimento traz. Boa noite a todos, até a próxima postagem.