terça-feira, 30 de junho de 2009

Analise sobre os Reis da sociedade, Michael Jackson, o Rei do Pop.

Michael Jackson, o Rei do Pop

Olá amiguinhos, faz algum tempo que não escrevo e também to meio sem assunto, to sem assunto até pra enrolar no primeiro parágrafo, como sempre faço, por isso, vou logo adiantando o assunto dessa postagem de hoje. A morte de Michael Jackson. É, eu sei que esse assunto já foi bem falado e ele já foi bem homenageado, ele merece, de fato, mas não vou falar especificamente dele aqui, mas sim da sociedade no aspecto de idolatrarão de reis de um modo geral.

Ser rei de alguma coisa, na sociedade atual, é muito complicado. Ser considerado assim, ser aceito assim, é muito difícil, por isso que entre bilhões de pessoas, poucas conseguem o título de “Rei” na sociedade, o Michael Jackson é o rei do pop, dentre bilhões de pessoas, ele é o rei do pop, e como rei, ele foi muito assediado, como todos os reis são.

Vou tratar neste parágrafo do assedio que as celebridades sofrem. O que causa nas pessoas, vontade de assediar as celebridades? A resposta dessa questão se define pelo o que ser uma celebridade trás a você. A coisa mais importante, dinheiro, muito dinheiro, isso por si só atrai muitas pessoas. Celebridades geralmente tem a capacidade de fazer coisas que só elas conseguem fazer, e por isso ficam famosas, e por isso, ganham dinheiro fácil e tem uma vida fácil, e isso atrai gente também. E não é só isso, o fato dessa pessoa ser capaz de fazer o com facilidade o que as outras não conseguem, gera nas pessoas um sentimento de superioridade, e essas pessoas também idolatram isso. Se houver mais fatores, eu não to lembrado agora ou talvez nem tenha notado, o fato é que é esse.

Mas então, seguindo essa lógica, uma celebridade é uma pessoa especial, com talentos únicos e muito sortuda por ser assim. Esse “sortuda” gera nas pessoas um sentimento de inveja, já que algumas pessoas acham que também tem direito de ser igual aquela celebridade, e só não são assim porque não tiveram a sorte de nascer com talento, e ainda sim, tem gente que é tão talentosa quanto a celebridade em questão ou talvez mais, mas mesmo assim não vira uma celebridade. Isso porque, na verdade, só ser talentosa não é o suficiente pra ser celebridade, pra ser celebridade, você tem que ser o modelo, pois toda sociedade estará te observando e as pessoas buscam defeitos em você pra se sentirem superiores, já que pra elas, você é o superior com talentos e elas não, e se acham defeito em você, te desvalorizam, e você desvalorizada, ganha menos e também tem menos glamour, e conseqüentemente, te desvalorizam no teu meio de trabalho.

Mas então, você é especial por ter talentos e ainda sim ter condições de ser modelo na sociedade não é? É. Mas as vezes, esse “especial” vem com muito treinamento e as pessoas nem sabem, pensam que é fácil. Outras vezes, é sorte mesmo, já que na sociedade, alguém tem que ser o modelo, tinha que ser alguém, e esse alguém, por sorte, foi você. Mas na verdade nem sempre é sorte, a mídia também pode aumentar muito sobre você, pra te admirarem mais, e você ser ainda mais famoso, mas isso vai aumentar a pressão em cima de você. A mídia também pode procurar alguém que ela está procurando, e transformar essa pessoa no que ela precisa pra ganhar dinheiro, tornando essa pessoa uma celebridade.

Existem muitas celebridades no meio artístico, de fato. Entretanto, poucas se tornam rei de alguma coisa, que é o caso do Michael, o rei do Pop. Ele não é rei a toa, ele teve sorte, pra ser o que a mídia e a sociedade precisava, com suas músicas dançantes e cantantes e teve talento e treinamento, pois treinou desde criança com seu pai, já fazia sucesso nos Jackson 5 e também pra criar as músicas. Mas o treinamento dele, o que o tornou bom, também teve seus efeitos colaterais, já que desenvolveu vários complexos psíquicos nele, que geraram maior escândalo. Se ele sempre foi modelo a sociedade eu não sei, mas deve ter sido, tirando os escândalos. Enfim, o posto de rei gera uma pressão muito grande, e isso é um preço que se tem a pagar pelo cargo.

Outra coisa também, é muito estranho quando um Rei morre, pois Rei que é Rei é Rei durante muito tempo. Elvis morreu mas ainda é o Rei do Rock, acredito que continuará sendo assim com o Michael durante muito tempo, e quando ele morre, não é que uma pessoa tenha morrido, pois isso acontece todo o tempo, é um Rei, uma pessoa muito importante instintivamente, e além de tudo isso, uma pessoa que jamais será igualada nesses tempos, e que você teve a chance de viver na época dela, e que quando ela morre, você sente que não terá mais coisas novas dela, e você sente que você também está perto de morrer, já que todo mundo morre, até as mais importantes.

Eu acredito que, num caso desses, a felicidade pessoal não importa, já que você movimenta a felicidade do mundo. Não sei explicar direito, é como se você tivesse que abdicar do seu direito de ser feliz pra você poder exercer seu cargo, por causa de todo o sistema. Se for isso, talvez valha a pena, mas não sei, é muito complicado e me faltam dados pra analisar, acho que só vivendo pra saber. E pouco importa como vive, tem gente que vive a vida toda passando fome e morre de fome, ou então tem gente com quarenta anos que nunca deu um beijo na vida. Tanto faz, enfim, é isso amiguinhos, até mais.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Definições sobre conceitos de estudos e sua importância

Definições e importância

Olá amiguinhos, é em meio ao calor do dia e uma música de fundo que eu procuro escrever essa postagem. Na verdade, eu já estou pensando em escrevê-la há uns dois dias, mas devido à constante irregularidade do sono e a uma boa quantidade de preguiça, eu venho adiando até agora, nesta tarde desocupada, barulhenta e calorenta.

Amiguinhos, depois de algumas provas de matemáticas, algumas reflexões do que um formado em filosofia me disse na internet, estudos de psicologia e de fazer muita besteira por desorganização de pensamentos, eu cheguei a algumas conclusões: A mais importante é a de que eu não sou um computador; a segunda é que nem tudo na mente humana é necessariamente filosofia, como eu vinha dito, eu misturava tudo, incluindo fé e distúrbios comportamentais, em filosofia, e não é necessariamente assim.

Portanto, nessa postagem de hoje eu vou me dedicar a me definir o que são separadamente cada coisa que compõe o conhecimento humano, por começar com as matérias que eu mais gosto, começarei a escrever a baixa em forma de lista, onde terá o nome, e ao lado do nome, a explicação do que vem a especificar tal conhecimento, e como eu cheguei a conclusão de que tal é tal.

Filosofia: Ouço falar que considera-se filosofia como o amor pelo pensamento ou a arte de pensar, mas ao contrário do que eu pensava, não é qualquer tipo de pensamento, mas sim um pensamento lógico, baseado em argumentos, onde tais argumentos exploram campos que não necessariamente existem na natureza do universo, mas sim na natureza humana, que também faz parte do universo.

Religião: Religião, ao contrário de filosofia, não se dedica ao argumento lógico das coisas, mas sim em um argumento mais instintivo. Os argumentos provenientes da religião são carregados de chances de sobrevivência, embora para isso, seja necessário ignorar o lógico, e o lugar onde mais necessariamente esses argumentos apontam é para seus sentimentos. Pode-se ligar fé a chances de sobrevivência.

Psicologia Evolutiva: O estudo da psicologia é voltado para a mente humana. Psicologia evolutiva é o método que eu estudo, a psicologia evolutiva se baseia na teoria evolutiva, de que todos os animais evoluíram a partir do objetivo de sobreviver e reproduzir. Então se procura saber como a mente humana faz pra alcançar esse objetivo e os seus mecanismos para tal, e também como os mecanismos se embaralham de acordo com o meio para o ser se adaptar ao ambiente. Provavelmente há outras áreas de psicologia, mas eu não conheço nenhuma ao certo, talvez Freud, mas não sei se ele se baseia em evolução como eu, se sim, ambos estudamos a evolutiva.

Agora vou passar para as matérias escolares.

Matemática: O estudo dos números e das suas várias formas de se manifestarem, esta área se divide em várias outras, matemática está ligada a pratica e a filosofia, ao mesmo tempo, pois você precisa da pratica pra ter certeza e da filosofia pra ter a explicação, já que quem dá a explicação é nossa mente, pois a pratica simplesmente existe, ou pelo menos se acredita nisso.

Física: Estuda o comportamento dos corpos em relação ao meio, como as coisas se comportam sob determinadas situações que o ambiente exerce nela, pelo menos é o que eu acredito que é, de acordo com minha experiência em física, que não é lá tão grande.

Química: Estuda a composição da matéria e como ela se interage entre si. Física e química são muito ligadas, química também estuda mais o átomo em condições padrões e tudo mais.

Geografia: Geo é terra, grafia é escrita, estuda a escrita da terra, como a terra foi escrita e como pode-se ler isso, as leituras são feitas através de analogia e tudo mais, e tudo é registrado, mas não é feito um estudo aprofundado sobre a matéria isolada das coisas, da pedra por exemplo, só o que compõe e tal, daí tem a geologia, ou algumacoisa-logia, que é esse tal estudo, acredito ser isso.

Historia: A partir de documentos e tudo mais, tenta-se deduzir o que acontece, esse é fácil.

Literatura: Estudo da arte da escrita, mas não é somente a arte da escrita pelo o que eu entendi, é tudo o que compõe o que é escrito na arte da escrita, a situação do local e o que aconteceu para aquela escrita ser daquele jeito, algo como isso.

Português: Aprender a como se escrever agora, as regras e tudo mais.

Redação: Aprender a se comunicar, argumentar e tudo mais.

Biologia: Estudo da vida, de como funciona a sua, seu mente, seu corpo entre outras coisas e sobre outros animais e sistemas que compõe o delicado equilíbrio que permite a vida nosso planeta, pena que focam-se tão pouco na teoria evolucionista, pouca gente que termina o terceiro ano sabe explicar essa teoria tão legal.

Bom amiguinhos, por hoje é só, espero que tenham gostado, eu vou começar a estudar com um pouco mais de especificação e definição pra não perder muito tempo rebuscando as definições, afinal, eu não sou um computador e tenho que aceitar isso, também vai ser bom pra não cometer o erro novamente de que um tipo de religião é uma filosofia, ou coisa parecida, já que religião só se aproveita das chances de sobrevivência e isso é coisa do corpo, como se fosse uma droga. Até aproxima, abraço para todos.

domingo, 14 de junho de 2009

A preguiça e sua importância na visão da psicologia evolutiva e na evolução

Em defesa da preguiça, a quem quase todos a condenam como vilã

Olá amiguinhos, eu já estou começando a ficar com preguiça de atualizar meu twitter, mas mesmo assim dei uma atualizada agora, mas ninguém lê, como esse blog, eu acho isso irônico e meio divertido. Também to esperando o meu boneco do The West terminar de trabalhar, falta uns 15 minutos, é tempo que eu termino esta postagem, que será sobre a preguiça!

Todo mundo reclama da minha preguiça, todos dizem que eu perco muita coisa por ser preguiçoso e tudo mais, e realmente, eu admito, perco algumas coisas por causa da preguiça. Entretanto, a preguiça não é de toda má, como muitos pensam. Irei falar uma frase que, em principio, parece paradoxal, mas vocês irão me entender quando eu explicá-la: A preguiça te leva a lugares incríveis.

A primeira linha de raciocínio que todos seguiram, acredito, é a dúvida de que para qual lugar ela vai te levar se você tem preguiça de se mover para qualquer lugar. E isto está a certo ponto correto. Mas, muitos esquecem que não temos só nossa estrutura física, mas também nossa estrutura mental, e temos que preparar nossa estrutura mental para ser preguiçosa, caso contrario, nós não agüentaríamos ser preguiçosos e com isso, faríamos o que a preguiça nos impediria de fazer.

Imaginem vocês uma pessoa cuja a estrutura mental queira tudo organizado e limpo para obter maiores chances de sobreviver por isso, ela, motivada pela ambição de ter mais chances de sobreviver, irá limpar tudo, certamente, mesmo cansada. Agora, imaginem outra pessoa não precisa limpar as coisas para ter chances de sobreviver por já haver chances de mais, e ao se encontrar em um ambiente sujo, pensa até em limpa-lo, mas nota seu corpo cansado, sente preguiça e por isso, não o limpa.

Se a preguiça sobreviveu à evolução e ainda está na psique humana, então ela não pode ser de todo o ruim. A preguiça, evolutivamente falando, serve pra você economizar energia com coisas fúteis, que te dão pouca chance de sobreviver, se você já as tem garantida por outro meio, então, neste caso, a preguiça é importante. Usem essa definição no caso a cima, e notem isso foi inspirado em um caso real, minha mãe, que limpava a casa todo o dia antes de começar a trabalhar e agora, mesmo vendo que a casa precisa ser limpa, tem preguiça e limpa apenas algumas vezes na semana.

Na verdade, a frase que eu citei anteriormente não é totalmente verdadeira, pois a preguiça não leva a lugar nenhum, a preguiça é apenas conseqüência das circunstâncias do meio, assim como a maioria dos outros comportamentos humanos, entretanto, a maioria das pessoas preguiçosas tendem para serem intelectualmente mais ativas, mas isso é apenas uma hipótese criada por mim levando em consideração as circunstâncias que levam ou não a preguiça.

A relação entre a preguiça mental e a preguiça física no meu modo de pensar é a seguinte, normalmente pessoas que são ativas fisicamente tem boas chances de sobreviver por isso e por isso o fazem, entretanto, tem preguiça de pensar muito, gostam das coisas simples e rápidas para poderem aproveitar melhor o mundo físico. Pessoas ativas mentalmente têm boas chances de sobreviver pensando, e por isso, tem preguiça de fazer coisas do mundo físico porque simplesmente aquilo vai melhorar pouquíssimo as suas chances de sobreviver.

Exemplos bons disso são aquelas meninas bonitas que estudam muito, elas decoraram todo o assunto, fazem tarefas, mas isso porque são tem boas chances de sobreviver fisicamente, mas não chances que as satisfaçam, por isso, estudam. Mas não trabalham com a mente, já que apenas decoram, o ato de estudar e decorar é apenas um complemento a sua beleza. Garotas muito lindas não precisam disso, pois já se sentem satisfeitas como são e por isso, aproveitam sua beleza física como podem.

O conceito de satisfeito nos casos a cima é complicado, é uma mistura bem doida de posição instintiva a qual ela espera ter que é gerada pela mistura de muitos elementos, incluindo familiares e etc. Outro exemplo, acredito, embora não tenho muita base, são pessoas que vão para a academia e não sentem preguiça, pois sabem que estão fazendo algo que vão melhorar. As que sentem, só sentem por não verem os resultados de imediato, mas continuam por algum tipo de pressão, e ai sentem preguiça, por causa da pressão, mas logo a preguiça é substituída pela satisfação dos resultados, ou não.

Citei a cima dois exemplos físicos, os mentais pode ser pessoas que tem um bom conceito das coisas, e se dá bem com esses conceitos, como por exemplo, conceitos românticos. Mas começam a provar o sabor de ter chances muito boas de sobrevivência, tal qual seu conceito não atinja. Embora essa pessoa não tenha nenhum motivo pra abandonar seus conceitos anteriores, ela começa a experimentar o sabor de ter muitas chances de sobrevivência, como por exemplo, pegar umas vinte garotas numa balada, e com isso, deixar seu lado romântico para depois ou eliminá-los completamente, pois, para seus conceitos românticos, pegar vinte garotas numa balada é feio e fútil.

O que gera conceitos românticos é parecido com os conceitos de satisfação, algo muito misturado. O “Deixar para depois” referente aos conceitos românticos citados a cima, tem o mesmo principio que o “deixar para limpar a casa depois”, a diferença é que um é mentalmente, coisas da mente, e outro é fisicamente. O fisicamente pode ser considerado preguiça, mas considerar o outro como preguiça é algo muito confuso, pelo menos pra mim, que sempre tive a idéia de preguiça como algo físico somente físico, o que realmente pode ser, ou não. Se for, a “preguiça mental” citada a cima não é preguiça, e sim apenas mudanças de conceitos. Acredito que o melhor seria definir preguiça mental para caso seja algo somente passageiro e mudanças de conceitos para caso seja algo definitivo, vejam isso no caso da balada.

O cara romântico, pega vinte, tem preguiça de usar seu romance na balada mas no outro dia volta a ser romântico, então isso é preguiça mental, mas se ele pega vinte e no outro dia não volta a ser romântico e quer pegar mais vinte, isso é mudanças de conceitos. Normalmente pessoas não tão feias, mas, não tão bonitas assim tem o conceito mais romântico, e essas podem deixar de ser românticas caso tenham a oportunidade de ser assim, numa Rave com todo mundo doidão, por exemplo, mas ai é passageiro. Mas caso ela de repente passe a ser muito bonita, ela pode deixar de ser completamente romântica e passa a ser o que não é romântico, então isso é uma mudança de conceito, ou situação, o que é relativo.

Vejam então como tudo está interligado, psicologia evolutiva é um barato. Vejam que a preguiça não é um vilão, como todo o mundo pensa, pois ela nos ajuda a focar nossas forças para algo que nos dê bastante chances de sobrevivência, o contrario da preguiça é a empolgação, que é quando você ta fazendo algo que sabe que ta fazendo bem e aquilo vai te fazer muito bem, ou seja, melhorar suas chances de sobreviver e reprodução.

Embora seja verdade que, caso você ignore a preguiça, você consiga algumas chances a mais de sobrevivência aqui e ali, o que pode ser bastante útil. Como você supostamente não precisa economizar sua energia nos dias de hoje, que energia é o que não falta, é uma boa para você ignorar sua preguiça para obter tais pontos extras, preguiça pode está até a ponto de ser extinta daqui a uns anos, a preguiça física, claro. É comum pessoas pressionadas ignorar a preguiça, como é o exemplo da academia, citada a cima.

A preguiça rendeu um bom assunto e uma postagem bem grande, três páginas no Word, quem diria. Agora vou atualizar meu twitter avisando que terminei essa postagem, e como eu atualizei meu twitter antes de começar essa postagem e irei atualizar logo após de terminá-la, irei saber quanto tempo demorei nela, depois disso vou tomar banho e ir tentar dormir, embora eu odeie acordar de noite. Acordar de noite trás um vazio estranho, acho que é porque nosso subconsciente identifica a noite como quando tudo terminar e o dia como quando tudo começa, por isso o vazio, pois sinto que ta tudo terminando. Fuso horário desregulado é difícil. Boa dia a todos, abraços.

Meu Twitter

Um Microblog dentro do meu blog

Na verdade, era o que deveria ser, mas como eu não achei nenhum gadget pra por twitter e to sem saco pra procurar, vou deixar assim mesmo, como eu fiz com o LastFM e os outros. Enfim, só estou anunciando que estou de Twitter, vou upar a imagem a baixo.

[twitter.png]

Bem, pra falar a verdade, no começo eu acha o twitter uma coisa sem utilidade, e acredito não ser o único, mas agora eu acho o twitter um bom negocio para recadinhos rápidos, anúncios rápidos ou qualquer-outra-coisa rápida, embora eu não precise de muita velocidade na minha vida, eu to tendo um só pra ter a experiência e estar por dentro das tendências e tudo mais, na verdade eu to começando a me achar velho, e isso é uma pequena tentativa de fazer meu cérebro funcionar com as noticias de hoje em dia.

E é só isso mesmo, só pra adiantar, eu estou a anos planejando fazer uma postagem defendendo a preguiça, mas a preguiça não deixa. Com isso amiguinhos, vou acabar essa postagem de hoje e ir assistir O Ataque dos Vermes Malditos 3, ou então escrever sobre a preguiça aqui no blog ou algo no twitter e nem sei. Só sei que o twitter parece meu blog, eu escrevo pra ninguém ler. Abraço a todos.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Onde, porquê e como. - Douglas Adams

Onde, porquê e como

Olá amiguinhos, estou aqui para escrever mais uma postagem falando sobre qualquer coisa que ninguém vai ler. Entretanto, hoje estou fazendo algo diferente do que normalmente eu faço, agora eu estou escutando um belo Jazz, um cd chamado Kind of Blue, que eu vi passando na MTV e resolvi baixar porque queria conhcer um Jazz. O cd é só instrumental, por isso não estou tendo problemas para escrever também, embora tenha que tirar um pouco de atenção da musica para por no texto.

Gosto de imaginar que estou num bar, bebendo qualquer bebida quente gelada com o gelo, nas cadeiras que estão no canto da parede do bar, e lá na frente, há pessoas atentas a musica enquanto bebem, e eu estou aqui, escrevendo esse texto sozinho. É assim que eu gosto de imaginar, uma agradável noite. Bem, tirando tudo o que eu descrevi a cima, menos a música, essa não deixa de ser uma agradável noite.

Hoje vou falar sobre algo muito interessante que eu li nos livros de Douglas Adams, não lembro exatamente qual, nem exatamente em que momento, mas lembro que ele falava que as civilizações em geral, as pessoas também, normalmente passam por três etapas, o onde, o porquê e o como. Irei usar o exemplo que ele citou no livro, O restaurante do fim do universo, como Iremos comer? Porque iremos comer? Onde iremos comer?

Eu acredito que essa forma pode ser uma boa forma de resumir o estado das pessoas, mas, como o Douglas Adams não especificou exatamente como é cada etapa, elas estão passivas a interpretação e por isso, eu irei escrever a forma como eu interpretei cada uma. Então eu irei começar na ordem que disse a cima, tenho visão pouco aprofundada sobre como isso se expressa nas civilizações se comparado com o que eu sei sobre as pessoas, portanto, me enfocarei nelas.

Como: Como iremos fazer isso ou aquilo? Esse é o momento em que as pessoas crescem o conhecimento, fazem sua filosofia de sobrevivência, escolhem um caminho pra ganhar dinheiro, acho que numa civilização seria algo como construir a cultura, mas não sei direito. As pessoas que estão na fase “como” são mais instintivas, querem o melhor por instinto, elas procuram como fazer alguma coisa da melhor maneira.

Porquê: Quando você já ta de saco cheio de todas as coisas que você faz, e como faz, e não consegue achar uma maneira de fazer outra coisa que te agrade ao ponto de você continuar gostando de fazer aquilo, você acaba entrando no porquê você faz aquilo, nessa fase, você fica pensando o porquê, construindo um pensamento mais refinado e mais calmo, pega um pouco de desapego com as coisas também.

Onde: Quando se passa pelo período de confusão e você já tem uma idéia relativa de como as coisas funciona, você percebe que não há mais nada a fazer além do que você já está fazendo, então sua única dúvida é, onde fazer o que você tem que fazer? Mas em qualquer lugar tanto faz, contato que seja um bom lugar, não ótimo, mas bom, razoável. Porque se for ótimo, vai ser parecido como “Como” a cima citado, se for ruim de mais, significa um nível de desapego, então é o “porquê”, enfim, quando se é o “Onde” é um equilíbrio entre os dois a cima.

Eu me considero um “onde”, embora as vezes haja como um “como” e “porque”, mas na maioria das vezes sou um “onde” mesmo. Bem, se você quer ser uma coisa que não é, certamente não dará certo, o conselho que eu lhe dou é ser sempre sincero consigo mesmo em qualquer ocasião, e alias, tentar ser sincero com tudo, pois ao ver a verdade, você pode evoluir junto com sua compreensão dela. E é só isso por hoje, acredito, até a próxima amiguinhos.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Hinos, seu valor e seu significado

A descoberta dos Hinos

Olá novamente amiguinhos, eu lembro que há algo a acrescentar na postagem de baixo, mas não lembro o que é, portanto, deixarei de me preocupar, pois muito provavelmente é algo com pouca importância, se eu me lembrar eu escrevo novamente. Dei essa enrolada clássica porque o tema que eu vou falar hoje é breve, resume-se a uns três parágrafos, e é sobre música.

Na verdade é sobre um estilo de musica em especial, que eu nunca notei ou dei tanta importância para seu valor, pensei que fosse só mais um estilo de música que servia pras pessoas cantarem juntas e pronto, mas não é. Essa música representa toda a simbologia ou poder do que ela está representando, e ela é feita pra isso, mostrar simbologia. As músicas comuns não são assim, pois são meio simples, sem muita simbologia, simbologia essa que normalmente representa poder.

Eu estava falando com minha amiga Britinei no MSN, comentando sobre as músicas de igreja, que eu gosto delas, dos coros. Então ela comentou umas coisas e de repente soltou a palavra Hino, e então tudo se encaixou pra mim. Aquelas músicas não eram músicas normais e sim Hinos, e finalmente eu entendi o significado de um bom hino, hinos para Deus ou hinos para o pais, são todos com a mesma intenção, unir as pessoas envolta de uma boa musica para contemplar ao que a musica se refere, e tendo essa musica, características dessa coisa. Um hino.

Normalmente hinos são bem bonitos porque os autores, acredito ao, ao compor as músicas, não pensam que é música “de humano para humano” e sim “de humano para Deus” ou “de humano para Pais” e então fazem uma música bem glamorosa, celestial, honrosa e entre outras qualidades que eu não analisei bem ainda, só sei que também serve para unir as pessoas em volta de um hino, enfim, hinos são legais.

Com isso amiguinhos, vou me despedindo, hoje realmente um pequeno tópico, espero lembrar o que falta no anterior para eu completá-lo, contudo, se eu não o fizer, até a próxima vez que eu escrever. Abraços.

----------------------- Edição ---------------------------------
Eu disse que no começo da postagem eu tinha esquecido de escrever algo importante sobre a postagem anterior, e lembrei agora, era sobre se era necessário ou não os humanos sofrerem e se poderia ser de outra forma, e eu só falei sobre os tipos de sofrimento, e não sobre a necessidade e se poderia ser de outra forma. E só.

Sofrimentos causados pela evolução intelectual do humano

Sofrimentos causados pela racionalidade

Olá amiguinhos, cinco da manhã e eu tenho algumas horas pra escrever sobre o tema de hoje. Embora eu esteja com uma certa preguiça de escrever sobre tal, eu acho que não poderei extrair mais nada de interessante dele e que se eu não escrever agora, eu vou acabar esquecendo. O tema de hoje é, como vocês puderam perceber no título, sofrimentos causados pela racionalidade.

Eu estive pensando sobre o sofrimento em alguns desses tempos e notei que a função mais útil do sofrimento é fazer querer você mudar pra melhor, fazer você notar que do jeito que você está, não está bem. Contudo, existem outras variedades de sofrimentos e nem sempre estes sofrimentos te fazem querer mudar, às vezes são fracos mas contínuos e outras vezes forte mas passageiros, enfim, são várias as ações-reações que causam as diferentes formas de sofrer.

Entretanto, deparei-me com uma questão muito curiosa. Acreditando no fato de que no tempo em que o homem ainda estava no período que vem antes do primeiro passo que gerou a evolução intelectual humana, este homem, tinha como único sofrimento, as dores físicas, para ele obter consciência de está ferido, e as dores emocionais primarias, como a necessidade de sobreviver e de ajudar o bando a sobreviver, e ao desenvolver o intelecto, o homem passou a ter vários outros tipos de sofrimento, e se houve pouco tempo para isso acontecer geneticamente, como então, o instinto avançado do homem que permitiu a ele a desenvolver o raciocínio lógico faz para criar o sofrimento e como esse sofrimento nos ajuda a ter mais chances de sobreviver? Lembrando que ele, geneticamente, continuava parecido.

É uma questão muito interessante e para cada tipo de dor, há uma explicação diferente. Vou generalizá-las rapidamente, e quando eu falar antigamente, estarei me referindo ao tempo citado a cima, antes do homem ter a evolução intelectual, e o agora é o tempo em que o homem está a plena evolução intelectual. (isso eu escrevi após escrever metade do texto, acabei de notar que eu comecei a escrever mais “dor” que “sofrimento” por “dor” ter menos letra, a preguiça, o instinto humano que o faz economizar energia de coisas bestas, o qual eu sou lotado, me faz escrever “dor” em vez de “sofrimento”, então se quiser, aonde ler “dor” leia “sofrimento”, ou não, se tiver preguiça também.)

A solidão é uma dor de agora, ou seja, não existia antes, porque antes, acredito eu, não havia como você perder muito contato do seu grupo, pois sobreviver sozinho era bem mais complexo do que agora, onde você está ligado a rede da sociedade trabalho, mas não necessariamente socialmente. Além do mais, hoje, há muito níveis de poderes, e isso acaba fazendo com que pessoas de poderes parecidos se juntem para ficarem mais fortes e pessoas de poderes desiguais se afastem – não sendo necessariamente uma regra – e isso faz com que seu circulo de relacionamentos diminua drasticamente, e isso, antigamente, não existia, já que a maioria das pessoas eram iguais e as que fossem muito pior para não conseguir reproduzir ou sobreviver, seus genes eram eliminados, e por isso, as médias sempre achavam outras médias ou melhores, mas nunca ficavam sozinhas. Hoje em dia, pessoas sem perna conseguem ter filhos e há pessoas vivendo sozinhas durante longos períodos porque não encontra o parceiro parecido com sua evolução pessoal.

Outro tipo de dor é a insatisfação com si próprio. Esse tipo de sofrimento está normalmente ligado a pessoas que estão ativos no ciclo da evolução da sociedade, e tal ciclo exige sempre mais e mais das pessoas, para as pessoas se tornarem cada vez melhor, se sacrificando para isso, em busca de ser a melhor instintivamente, por exemplo, “a mais bonita, o mais inteligente, o mais rico, a/o mais-qualquer-coisa”. Esse tipo de sofrimento é levado porque essas pessoas passam por uma lavagem cerebral em que pensam que tem que ser sempre o melhor para poderem serem felizes, pensando elas que a felicidade é o grau de satisfação extrema, e por isso, elas só ficam satisfeitas quando tem o extremamente bom, e sofrem muito para conseguir. Sendo a felicidade um grau de satisfação qualquer, se você está satisfeito com o pouco que tem, você é feliz com o pouco que tem, nesse caso, esse tipo de pessoa só estará satisfeita quando for mais que a maioria.

Uma dor bem difícil de se definir é a dor de – eu quero um mundo melhor que esse -. Bem, para esse tipo de dor, existem duas variantes ou mais, pra dizer a verdade eu não fiz um estudo aprofundado sobre esse tipo de pessoa ainda, melhor dizendo, eu to enrolando porque eu só sei sobre duas dores, e o resto falta ver ainda, mas acredito ser essa uma das dores comuns também, voltando ao assunto, o que existe de comum entre as duas variantes dessa dor é a vontade de querer o mundo de outra forma, e por isso, se preocupam com problemas sociais, se mostra muito indignadas quando vêem algum normal passando na TV, entre outras coisas. Agora vou falar sobre as duas variantes que eu acredito conhecer.

A primeira variante é alguém que já descobriu o seu mundo onde pode ter boas chances de sobrevivência, e normalmente está ligado ao mundo a cima, mas essa pessoa não quer muito também não, pois já tem sabe que tem o suficiente desse mundo (quase sempre o adolescente) e não quer mais, por motivos de educação, romantismo ou qualquer outra coisa, então ela busca algo de outro mundo para se completar, pois ainda não se sente completa com este, esse algo do outro mundo, ainda do mundo real, são os problemas sociais. Ela gosta de ajudar os outros e se sente realizada por isso, não se sente uma pessoa egoísta e se sente a vontade para pedir ajuda a outras pessoas.

A segunda variante é a de pessoas que ainda não encontraram um mundo real a qual fiquem suficientemente satisfeita, como o caso a cima, mas ainda tem o romantismo que não as permitem desejar mal a outras pessoas, então elas passam a desejar um mundo de fantasia e passam a viver na atmosfera de outras historias românticas, que tenham a atmosfera de um mundo, apenas a atmosfera fantasiosa, apenas o que se pode ver na TV, pois o mundo mesmo, onde se pode sentir, não existe, mas elas vivem na atmosfera. Exemplos são high Schol Musical, Rebeldes, Harry Potter, Naturo, entre outros.

O sofrimento de não sei o que fazer da vida ou, quero alguma coisa que realmente valha a pena, é de pessoas que normalmente são desiludidas com seus próprios mundos ou então não tenham esse mundo, entretanto, sabem que tem potencial pra fazer alguma coisa no mundo, mas não sabem o que fazer, e por isso ficam perdidos, procurando um propósito pra fazer alguma coisa pela qual valha a pena existir.

Todos os sofrimentos acima podem ser explicados mais detalhadamente seguido as leis da evolução, que são sobreviver e reproduzir, e quando eu digo, “mundo”, faço uma metáfora entre “cultura que dê pra sobreviver e reproduzir”, pois o mundo de qualquer humano pode se resumir a isso, e a cultura dele resumi sobreviver e reproduzir, então a cultura é o mundo dele. Atmosfera é outra metáfora, e esta eu acabei de criar pro caso a cima, esse tem haver com a atmosfera do mundo, está lá no céu, ninguém pode alcançar mas todo mundo pode ver, podem ser as estrelas, que brilham e chamam atenção, e muita gente se reuni para vê-las, comentar sobre elas e tudo mais, essa atmosfera são os filmes referidos a cima e as estrelas os respectivos atores, e comentar sobre eles já gera um ciclo social, um mundo baseado na visão de cima, na visão da atmosferas.

Os sofrimentos a cima são todos modernos também, acho que primários, apenas uns básicos sociais e olhe lá. Quando se era antigamente, vários dos sofrimentos não existiam, como por exemplo, se locomover. A gente hoje se locomove e isso é um saco, tem que ir pra escola e da escola voltar pra casa, muita gente desejaria um tele-transporte, mas isso antigamente não era necessário, era necessário caçar pra comer, mas acho que caçar pra comer primitivamente não era tão chato quanto sair agora, talvez até eu esteja enganado, talvez até os caras sentiam o mesmo o que eu sinto quando vou pra escola, ao irem caçar.

Enfim, acredito haver inúmeros tipos de sofrimentos a serem verificados, mas eles se resumem aos de cima, qualquer dúvida é só comentar, um abraço para todos, até a próxima.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Um pouco sobre futebol com relações com o instinto de sobrevivencia e NFSMW

Descobertas ao jogar NFSMW

Olá amiguinhos, não muitas novidades para contar, além de eu estar com um pouco neurótico pra estudar psicologia entre outras coisas, uma das é que eu estou lendo a continuação do Guia do mochileiro das galáxias, que é o Restaurante no fim do universo (não lembro se é “do” ou “no”), e também jogando Need for Speed: most wanted, e é sobre este ultimo que eu vou falar agora, na verdade não necessariamente dele, mas sim de uns mecanismos psicóticos que eu descobri jogando ele.

Vou contar-lhes exatamente como aconteceu, segundo minha lesa memória. Eu estava jogando NFSMW, então eu notei que eu batia de mais em qualquer coisa, errava as curvas, batia de mais nos carros e etc., tudo isso porque eu me preocupava apenas em andar sem tirar o dedo do acelerador. Então eu resolvi fazer um estudo de mim mesmo e do jogo, foram resultados empolgantes.

Primeiramente, correr com um carro não se resume apenas em acelerar, você tem que saber andar nas curvas com o ângulo certo para perder o mínimo de velocidade possível nela, pois quanto maior a velocidade, menor será sua capacidade de fazer curvas por causa da quantidade de força acumulada no seu carro e desta força não ser tão de acordo assim com a inclinação da curva, que é pequena, e isso faz-se necessário muita força para virar o carro, por isso a necessidade de pelo menos tirar o dedo do acelerador, para não dizer apertar no freio.

Constatando isso, eu comecei a jogar bem melhor, entretanto, ainda precisava melhorar minha atenção na pista, pois era muito comum eu ir direto numa parede ou coisa parecida, então foi o que eu fiz, deixei de escutar musicas que eu gostava, pra não perder a atenção, tal como eu faço ao escrever no blog, e me enfoquei apenas em fazer o percurso certo da pista. E isso melhorou bem meu desempenho também.

Chegamos ao clímax desta postagem nesse parágrafo. Eu comecei a jogar bem melhor a pista depois que eu comecei a me preocupar em olhar cada detalhe dela com bastante atenção, entretanto, isso desencadeou um fenômeno interessante, eu, por estar muito preocupado em fazer a pista com muita perfeição, acabei me esquecendo dos carros, e no jogo, quando eu vi um carro na minha frente, eu fiquei sem saber o que fazer e dividido entre: desviar do carro e bater na parede e não fazer a pista com perfeição; bater no carro ou procurar outra solução.

Só tive dois segundos, como eu só decidi uma prioridade, que é a de correr bem, ao me deparar com um obstáculo que obstruísse minha prioridade, eu não soube o que fazer e nem tive tempo de pensar, visando que eu não tinha pensado sobre isso antes e só me restavam dois segundos, então eu pensei em achar uma solução que não fosse bater, mas não tive tempo de analisar, e isso me fez ficar nervoso e sem reação, e logo em seguida eu bati. Logo após, eu notei que a melhor decisão a ser tomada era bater na parede e continuar, mas acredito que o “nervoso e sem reação” possa ser expresso por pânico, e foi isso o que eu senti, e por isso não pensei em nada.

Então, devido a minha neurose deu estar sempre procurando experiências novas pra estudar, considerei essa uma ótima experiência. Comecei então a buscar os motivos desse caso, e escrevo agora a teoria para o tal: Quando eu enfatizei na minha cabeça que deveria fazer a pista totalmente certinha, eu guardei esse comando na parte do meu cérebro de instinto de sobrevivência, como se isso dependesse minha vida, e isso fez com que eu conseguisse focar bastante a atenção.

E então eu comecei a correr, e foi tudo ocorrendo bem até aparecer o carro, o obstáculo, e como eu defini apenas fazer a pista certinha como meta, e nada mais, e isto foi definido por meu raciocínio, não pelo instinto que há dentro de mim, meu instinto de sobrevivência ficou sem o que fazer, vendo a o carro vindo em minha direção, enviando sinais nervosos para mim para eu fazer algo, sendo que eu, devido ao curto tempo, não tive oportunidade de fazer nenhuma analise e tal.

Jogadores de futebol também passam por isso, normalmente no momento em que estão na cara do gol e com vários jogadores do outro time na cola deles, ainda mais numa final de decisão, é uma carga muito grande de adrenalina que o cara deve receber nessa hora, pois de fato, fazer ou não fazer o gol está relacionado as chances de sobrevivência dele, pois se ele fizer o gol, será bem recompensado tanto pela torcida, como pelo dinheiro, além da vitória do time.

A experiência e você saber do que é capaz vai ter muito peso nessa hora, experiência para você saber o que fazer e não ficar que nem eu, em pânico, e você saber do que é capaz pra você não ficar inseguro ou ansioso e mandar a bola logo pra dentro do gol ou se for o caso de não der, a experiência volta a contar pra você passar a bola pra alguém ou fizer o que você achar que a situação pede com o objetivo de fazer o gol. Foi falta de conhecimento que me faltou no jogo naquela hora.

O instinto usa algo para persuadir você a fazer o que você definiu necessário racionalmente para melhorar suas chances de sobrevivência. Eu e o jogador de futebol somos bons exemplos, mas vou usar apenas o jogador de futebol pra não falar sempre de dois casos. O jogador de futebol, quando define que sua meta é fazer gol, o instinto associa isso a emoção, pro corpo, além de dar a atenção necessária, também poderá usar cargas de adrenalina e outras coisas se necessário, e não é só isso.

Quando o jogador ganha, o instintivo envia emoções boas pra ele, fazendo ele continuar do jeito que está pra continuar ganhando (acho que quem inventou a frase “em time que ganha não se mexe foi o próprio instinto” Hehehe), e se o jogador perder, o instinto põe cargas de emoções ruins nele, pra ele saber que precisa mudar, e isso faz ele procurar um jeito de melhorar, seja por meio do raciocínio ou atitudes instintivas. Meu caso, eu bati no carro, pensei “merda” e busquei uma solução racional, então achei a de desviar, e se isso acontecer de novo desviarei por causa da experiência.

Uma atitude instintiva seria o ciúmes por uma fêmea, por exemplo. Tem gente que cultua mais o instinto e outras mais o raciocínio, meu caso é o raciocínio. Ambos, na sociedade atual, tem seus lados positivos e negativos, estamos numa época meio equilibrada, embora tenda mais pro instintivo ainda, pelo menos em meu meio social. Mas eu botaria em termos, racional bom pra você, instintivo bom pra comunidade, algo nessa base. Um dia eu faço uma postagem explicando sobre isso, se eu lembrar.

Futebol, o esporte mais popular do mundo

E a propósito, futebol é um ótimo esporte, envolve raciocínio e instinto de uma ótima forma respectivamente nas táticas do time como um inteiro e no pessoal de cada jogador, e na emoção que gera apenas uma mudança, que é o gol, e não é a toa que é o esporte mais popular do mundo, além de ser fácil de ser jogador por qualquer um e com qualquer renda, abraços a todos, até outro dia.

-------------------- Acréscimos----------------------

Farei apenas uma pequena edição acrescentando uns dois parágrafos de um assunto relacionado à cima e que eu me esqueci de citar.

Segundo minha teoria, o nervosismo de instinto de sobrevivência também tem outras ligações, por exemplo, se você está na sala de aula e tem a garota que você é pseudo-apaixonado ou apaixonado, e ela olha pra você, você fica nervoso e sem saber o que fazer. Você fica desse jeito porque o seu instinto dá um grau de importância pra ela muito grande, e ao você notar que ela ta olhando pra você, seu instinto envia o nervosismo pra você fazer alguma coisa para que mude aquela situação, de alguma maneira.

Isso também pode aplicar-se a diversos outros exemplos. Há vários complexos relacionados a isso, tais como o medo da violência excessivo, que o faz ficar com medo de qualquer coisa com comportamento meio fora do padrão, ou complexo de mentiras e inclusive, complexos sexuais. O racional consegue meio que configurar o instinto para fazer as condições que ele acha que tem mais chances de sobreviver e reproduzir, se uma pessoa recebe durante o dia um turbilhão de noticias de assaltos e mortes, o que acontece nos jornais, ela fica com certo complexo por causa disso, mas quando na verdade, os assaltos e mortes acontecem em uma enorme quantidade de população, por isso é meio que um complexo.

Tinha planejando apenas dois parágrafos, terminei de escrevê-los e publiquei a postagem, mas lembrei de uma coisa, que vai ser do tamanho de um parágrafo. O Instinto de sobrevivência também está ligado à memória, quando você define racionalmente que há uma meta de se preocupar, por exemplo, apenas em lembrar todas as formulas matemáticas que o professor passa em sala de aula, apenas isso, você provavelmente irá não se lembrar do nome dele, mesmo ele tendo repetido umas duas ou três vezes. Isso se aplica a vários outros casos também, minha falta de memória foi devido a um certo tempo, eu apenas ter me preocupado com explicações filosóficas, esquecendo todo o resto, mas agora tentando entrar no equilibro.

Com isso amiguinhos, termino minha edição, abraços a todos novamente.