terça-feira, 14 de agosto de 2007

Cap. III

Cap. III

Um novo dia nasce. O despertador completa sua função novamente, manhã fria e agradável. Com pouca vontade de ir para a escola, me levanto lentamente da minha confortável e desarrumada cama. Dirijo-me a cozinha e encontro o meu café da manhã pronto, feito por minha mãe. Sento-me à mesa como todos os dias e começo a comer. Naquele momento eu comecei a pensar na escola e no clã, e logo depois começo a pensar naquela garota. Tão cedo, e eu já pensando nela, coisa estranha. Talvez isso seja causado devido à inigualável presença dela, tão forte e sutil que eu nunca senti antes em nenhuma garota. Termino o café da manhã, troco de roupa e sigo pra escola. No meio do caminho, ouço a voz do meu amigo que tinha jogando videogame no dia anterior comigo. Era o Junior, ele mandava que eu o esperasse, então foi o que eu fiz. Ele atravessou a rua e começamos a andar, comentando sobre a manhã, que estava muito fria. Chegamos à escola, algumas garotas vieram falar com o Junior, que era popular entre as garotas da escola, talvez pelo seu jeito extrovertido e sistemático, sistema esse constituído por regras e mais regras de joguinhos de sedução, dos quais todas as garotas se interessam. Ao terminar de falar com as garotas, Junior sugere que fossemos direto para sala de aula, então fomos. Chegando lá, sentamos nas ultimas cadeiras da sala, que era nossas cadeiras preferidas. A sala estava quase vazia, se não fosse por nós e mais três alunos, que estavam sentados na frente. O Junior comentava sobre as garotas que ele havia pegado nas férias, quando o sinal bate. Nós preparamos para a chegada do professor. Todos os alunos que antes estavam pela escola, começam a entrar para suas respectivas salas de aula, isso causava típico barulho nos corredores. De pouco em pouco, em poucos minutos todos os alunos se encontravam na sala de aula, e o professor chegava dando bom dia. Era o primeiro dia de aula depois das férias. Alguns alunos novos, e aquele velho clima de rever os amigos depois das férias, e de entusiasmo pra voltar a estudar, que logo depois acabaria assim que as provas começassem. O professor da primeira aula era extrovertido e alegre, resolveu fazer uma dinâmica de socialização entre os alunos. Percebi que havia algumas cadeiras vazias, isso significava que alguns alunos ainda não chegaram ou faltaram ao primeiro dia de aula, o que era bem comum a primeiros dias de aula. A dinâmica era simples, deveríamos apenas escrever uma pergunta num papel, trocar os papeis entre os alunos da sala e responder o papel. Depois, ele escolheria o aluno, o aluno se levantava, dizia seu nome e de onde veio e respondia a pergunta e fazia a resposta, para outro aluno responder com o que tinha no seu papel. E assim, passamos a primeira aula com varias risadas. Havia poucos alunos novos, a maioria dos alunos do ano passado continuavam lá. Eu estava um pouco curioso para saber quais alunos haviam faltado. A dinâmica estava rolando, enquanto eu segurava o papel na mão e pensava sobre quais seriam aqueles alunos, se seriam alunos novos ou os alunos veteranos ,quando de repente, me passa à cabeça o breve pensamento daquela garota, um breve pensamento que se prolonga, e de repente, me encontro em desnorteantes pensamentos referentes a aquela inigualável garota que ainda não tinha deixado minha cabeça, pensamentos estes dela estudando na mesma sala que eu, fiquei imaginando se conseguiria me concentrar na aula com a presença dela. O sinal toca e eu volto a mim. O professor se despede dos alunos enquanto virava na porta da sala e a fechava, ninguém ligava muito. Os alunos que faltavam começaram a entrar, primeiro, entrou umas duas garotas, e depois entrou um garoto, meio nerd, usando óculos e tímido. Faltavam ainda duas pessoas, dentre elas, Juliana. O professor da segunda aula demorava a chegar, eu e os alunos antigos conversávamos sobre as férias. A porta se abria novamente, dessa vez era o professor, acompanhado por duas lindas garotas, uma delas era a Juliana, simpática e educada como sempre, e do lado dela ninguém menos que a garota que eu venho pensado desde o dia em que eu a encontrei, Amanda. Ela entrou junto com o professor e Juliana, sentou nas bancas vazias, junto com Juliana. Juliana parecia ser uma grande amiga delas, pois elas mostravam certa intimidade. Fiquei lá, na minha, chamei Junior e mostrei a garota pra ele, disse que ela parecia ser comum. Não concordei, e fiquei conversando com ele lá no fundo, sobre isso. O professor começou a aula, todos da sala começavam a dar atenção ao professor, e estava acontecendo tudo exatamente do jeito que eu imaginei. Eu não tava conseguindo me concentrar, tinha mais vontade de ficar olhando para ela do que assistir a aula do professor, mesmo sabendo que era importante. Fiquei um bom tempo apenas olhando para ela, com apenas a preocupação que ninguém percebesse, acho que o único que percebeu foi o Junior, já que eu havia contado pra ele. O tempo passou, a aula terminou, os alunos voltaram à conversa no pouco tempo que os professores trocavam de sala. Eu comentei ao Junior que não estava conseguindo me concentrar, que quase sempre me perdia em meio aos desejos calorosos que eu tinha de ter aquela garota em meus braços. Ele respondeu pra min que eu estava simplesmente ficando louco. Fiquei pensando se não estava, mas eu ainda tinha capacidade de capacidade de tomar uma decisão consciente, então não estava louco, por mais que parecesse. O recreio toca, todos saem para se destruírem e lancharem. Eu me juntei com alguns amigos e foi também. Ficamos lá no canto da quadra, sentados e conversando sobre as férias. Um certo tumulto começou no meio do recreio, no outro lado da quadra onde eu e os meus amigos estávamos sentados. Levantamos e fomos ver o que era rapidamente. Era o diretor da escola dando boas vindas para todos os alunos com uma noticia empolgante. – Sejam bem vindos todos os presentes novatos e a aqueles que voltaram de férias. Somos o colégio Spitfire, e também queremos anunciar que o torneio de clãs locais está Spitfire está aberto, organizem-se e treinem, pois irão precisar disso para conseguir uma boa colocação. As premiações serão decididas de acordo com a quantidade de clãs que se escreverem. Teremos belos combates aqui senhores, e conto com vocês no meio. Bom dia a todos, e aproveitem tudo o que poderem! Antes mesmo do diretor termina de falar, podia-se ver a euforia em muitas pessoas ali presentes. O torneio de clãs locais estava dali a alguns meses, e todos esperam pelos dias de competição. Pouco tempo depois do pronunciamento, o sinal toca, eu caminho até a sala e me separo dos outros. Ao entrar, vejo umas meninas dançando sedutoramente no meio da sala, com um aparelho de som na cadeira, ligado na tomada da parede. Eu entro e sento na minha banca, e fico olhando, calado, aquela imprópria cena. Logo mais chega Junior, Juliana e Amanda entram conversando, e, ao me ver, Junior vem direto pra cadeira do meu lado. Ele senta todo espalhado, e se inclina pro meu lado e fala – gostosas não? Eu, ao escutar aquilo dou um pequeno sorriso, e digo num tom de quem está gostando – São sim cara. Juliana começa a dançar junto com as outras, e chama Amanda pra ir, que aceita sem hesitar. As duas dançando sedutoramente, eu e o Junior ficamos com olhares vidrados nelas. Eu preferia Amanda, mas com certeza Juliana não ficava atrás. Enquanto elas dançavam, Junior se inclina um pouco pra mim e diz – Cara, eu pego a Juliana e você a Amanda ok? Eu levo um susto ao escutar aquilo, e fico com uma fisionomia um pouco assustada e respondo pra ele – Cara, a Amanda é muito linda, mas não sei se consigo ficar com ela. Junior olhou para mim espantado e também como quem não estivesse entendendo. – Como não? Ela é linda cara, e gay você não é que eu sei. Aquela outra guria que você deu um trato um dia desses até hoje não se esqueceu de você. – Pode ter certeza cara, gay não sou. Mas não me sinto à-vontade ficando com ela. Não sei explicar, mas só sei que é assim. Ele olha pra mim com uma cara feia e fica calado, e depois volta sua atenção para as meninas de novo. Nesse momento, a professora chega, dando um animado bom dia, e bastante disposta pra começar a aula. As meninas recolhem o som e arrumas as coisas. A professora fez um pequeno comentário sobre a animação das meninas. E logo depois começou a aula de inglês. Dessa vez, tentei me concentrar mais na aula, em vez de ficar apenas olhando pra ela, como eu havia fazendo nas aulas passadas. O tempo passava, às vezes eu olhava para Amanda, sem saber o porquê. Eu apenas olhava, mas gostava daquilo. Isso é de longe, a coisa mais estranha que eu já senti. O tempo continuava a passar, o sinal demorava a tocar, a professora tava dando um assunto meio chato, e fácil. Pouco antes de tocar o sinal, todos já estavam arrumando suas bolsas, para quando o sinal tocar, saírem disparados para onde tiverem que ir, isso é até engraçado. O sinal toca, e todos pegam suas bolsas e saem disparados para a porta, como sempre fazem. Isso já vem dos anos anteriores. Pego minha bolsa, e saio também, vou em direção a saída. Lá, por acaso, encontro Junior conversando com alguns caras que eu não conhecia. Ele me viu, e fez sinal para que eu o esperasse. Sentei num banco que tinha lá e fiquei esperando ele. Não demorou muito, já vinha ele, dizendo “vambora” e começando a andar. No meio do caminho, nós viemos conversando sobre varias coisas, mas nada muito importante. No meio do caminho nós nos separamos, ele pegou o caminho dele, e eu o meu, e o resto do caminho foi rápido, e eu também já estava apresando os passos, pois estava com fome. A primeira coisa que eu fiz quando cheguei em casa foi ir direto pra cozinha, pegar meu almoço. No meio da sala, eu encontrei minha mãe, um braço cruzado e com a outra mão na boca, roendo unha. Ela parecia meio preocupada com a noticia na televisão, mas eu estava com tanta fome que passei direto pra cozinha, sem nem perguntar muita coisa.
By: Leandro Moura

Historia do Mamute

E aqui estava eu, como sempre, sentado, e como as vezes, escutando música. Eu tava procurando uma música no playlist quando eu encontrei nada menos que a Historia do Mamute! ahaha, botei a música e lembrei que tinha o clipe, então resolvi postar o clipe do Mamute bem conhecido da net x)
Aqui vai ele \/

Para aqueles que assistirem, espero que gostem ^^
Eu acho esse vídeo até muito educativo, deviam por isso pros alunos assistirem na esocla. hahaha. A sim, não esquecendo de lembrar... agora tem a comunidade do blog :D
Não serve para quase nada, mas existe. E eu posso dizer que esse blog tem uma comunidade! \o/ \/ http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37631617

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Escola, importante ou não? x)

Mais uma vez eu decido uma coisa que tinha decidido há tempos, mas que nunca fiz por não saber como fazer. Essa coisa é: Estudar. -.-
Para uma pessoa como eu, excessivamente preguiçosa, estudar certamente não é legal, é chato, entediante, eu sei que não só pra mim, mas principalmente pra mim, estudar é assim...
Há tempos eu tinha decidido estudar, mas nunca tive consegui arrumar um bom jeito de fazer isso. Hoje tava pensando o quanto tempo eu perco não fazendo nada na net, eu procurando o que fazer, ou lendo besteiras, ou jogando, eu sei que é bastante, mas como converte isso em estudo? Yeah, encontrei uma solução bastante simples, vou voltar a fazer reforço. x)
Simples, não? No reforço eu vou ter quem me guiar, vou ter quem me corrigir e quem me testar, coisas que eu sinto falta em fazer sozinho. x)
Qualquer treinamento exige isso, seja lutas, esportes, ou qualquer outra coisa. E estudo não deixa de ser um treinamento, não é? Por isso existem os professores, eles são nossos mestres, são eles que procuram o melhor jeito de por alguma coisa em nossa cabeça. Poucas pessoas valorizam isso, mas os professores sabem seu valor, e se fazem o que fazem, certamente não é apenas para ganhar dinheiro, lógico que há exceções, mas a grande maioria gosta do que faz.
Ensinar não é tão fácil, certo dia eu tentei ensinar matemática pro meu amigo, me dei mal, sorte dele que ele fazia reforço. Todos os professores usam técnicas para ensinar a seus alunos, por que não chamar essas técnicas de arte? Alguns usam passo a passo, outros desenham, outros escrevem textos gigantes, (os que eu menos gosto =X) e já outros, falam, falam, e falam...
Eu antigamente pensava que era uma perca de tempo estudar algumas matérias como historia, ciências, geografia, inglês entre outras, mas mudei de drasticamente de idéia (raro, porque normalmente, todas as minhas idéias estão certas, e se alguma está errada, é difícil eu me convencer do contrario o.o) depois que fui falar com alguns professores sobre a minha decisão de fazer supletivo. Todos eles não estavam de acordo com tal decisão, junto com minha mãe, que estava extremante preocupada. Na época, eu pensava que seria a melhor coisa, pois eu passaria series menos importantes, e pularia assuntos bestas, mas estava errado. Foi nesse dia que me chamaram pela primeira vez de cabeça dura (meu deus, cabeça dura? o.O) pela primeira vez, um cara lá pra mim disse que cabeça dura tem cabeça pesada. Oras, eu não queria saber, eu pensava que estava certo, queria pular logo as series para entrar pro vestibular e pro mercado de trabalho logo. Mas depois de uma longa conversa que me fez pensar, observei que era um erro, como eles disseram. Eu iria perde assuntos importantes, que futuramente iria me ajudar a compreender melhor o que viria pela frente, e também mal iria aprender. Se eu quisesse entrar pra vida vestibular seria mais complicado e mais algumas pequenas coisinhas que faziam a idéia ser mais desestimuladora. A parti de então, comecei a valorizar cada matéria, até historia. Oras, historia? Aprendemos o que com historia? Só como os povos se desenvolveram? Isso, como os povos se desenvolveram, o que aconteceu para sermos o que somos hoje. Sim, isso é importante, afinal, vivemos em sociedade, e aprender a historia da sociedade nós dá vantagens para viver nesse meio. E português, inglês, geografia, ciências, matemática? Uéh, Português porque devemos saber escrever nossa língua, inglês porque é a língua mundial, geografia porque devemos saber como funciona nosso mundo, ciências porque devemos saber como funciona nosso corpo (isso evita também que caiamos em crenças populares absurdas), matemática compõe a sinfonia da lógica, é complexa e exata, está presente em tudo, também, como faremos nossas contas no final do mês? ^^
Depois de descobrir que cada matéria é útil, comecei a pensar no sistema de estudo adotado pelo Brasil, vocês podem pensar que é besta, mas não é, é friamente calculado para melhor capacitação do aluno, para um novo e capaz cidadão no mercado de trabalho, para assim, por a sociedade pra frente. Uma entidade preocupada com tal coisa, certamente não iria por matérias inúteis para os futuros cidadãos do mundo estudarem. Nossos estudos é um treinamento para o mercado de trabalho, é ele que fará nossa presença na sociedade ser importante e assim, mais recompensadora. Afinal, quem iria contratar um qualquer para lidar com coisas importantes como dinheiro? Ou então um qualquer para ser medico? Ou então um qualquer para ser arquiteto? Tais coisas exigem treinamentos complexos, e poucas são as pessoas que completam tal treinamento, e são importantes para a sociedade, por isso são mais recompensadoras. E cabe ao sistema de estudo de hoje forma os futuros médicos, economistas, arquitetos e empresários futuros. Para garantir assim, a continuação de uma sociedade estável e coerente, que dê para se ter uma vida feliz.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Frase do Otoniel

"Você pode ser uma grande arvore, mas lembre-se que eu sempre serei um pequeno marchado afiado, pronto pra derruba-lo."

Essa frase é do Otoniel, a minha preferida vindo dele x)

Espero que todos curtam.


quarta-feira, 8 de agosto de 2007

CONTA-SE A HISTÓRIA DE DOIS HOMENS…

CONTA-SE A HISTÓRIA DE DOIS HOMENS…

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.
Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. Sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e familias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago.
Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos.
Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar.
Embora o outro homem nao conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram.
Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela.
A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora.
Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela...que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede."Talvez ele quisesse apenas dar- lhe coragem...".
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
"O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."

Só há duas maneiras de viver a vida: A primeira é vive-la como se os milagres não existissem. A segunda é vive-la como se tudo fosse um milagre.
(Albert Einstein)

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Aeee, terminei o menu :D

Olhem lá >>>
viram um menu? Então, terminado :D
Vai ficar mais organizado assim, eu acho =X, mais trabalhoso também...
Bha, olhem que estranho, eu preferindo algo trabalhoso e organizado do que virce-versa. Hahahah
sinistro...
T+'s ae.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Aee galera, acabei de turbina o segundo Cap. agora eu to sem saber o que por no 3ª, mas é a vida x). Espero que gostem, e releiam novamente... ah sim, vou montar o novo menu hoje, ou amanhã. Vai ser mais trabalho, porém mais eficaz ^^.

Manhã Maravilhosa

Aqui estou eu, às 6:43 de uma manhã maravilhosa, enrolado num coberto que está comigo dês da madruga. Está chovendo, daqui a pouco eu vou pra escola, li um texto bastante esclarecedor sobre paroxítonas ^^, me ajudou a entender melhor essa maldita regra de acentuação gráfica.
http://kplus.cosmo.com.br/materia.asp?co=43&rv=Gramatica Pra quem quiser.
Todos os meus textos são corrigidos ortograficamente e, as vezes, gramaticalmente pelo Word. Em alguns textos o Elon me ajuda com as correções ortográficas que o Word deixa de corrigir. Esse é o meu macete. Ohohoh.
Vou ter que ir agora, minha mãe gritando irritantemente para eu ir trocar de roupa me tira a paciência. Bom dia para todos. Mais uma manhã maravilhosa, mais um dia feliz :D
A sim. Mesmo se eu decorar as regras, eu nunca me lembro de usar, então, tecnicamente eu nunca vou parar de usar o Word o.o HUahuauhuha
Ah, claro. Lembrei de outra coisa, revisar o segundo Cap., vou dar uma melhorada nele.
Flw's galera, Beijo pras gurias, abraço pros marmanjos!

Cap. II

Cap. II

Pisei na rua, olhei para os lados, e lá estava ela, encostada na parede, segurando os livros na parte da frente da cintura com as duas mãos, olhando pro lado, parecia estar esperando alguma coisa. Ela estava tão linda que minha vontade de agarrá-la era imensa, andei um pouco para perto da parede onde ela estava encostada, fiquei imaginado ela em meus braços, ela estava ali, tão perto de mim, e eu aqui, desejando-a como eu nunca desejei mais nada na vida. Fiquei parado lá, enquanto eu estava entrando no profundo pensamento de meus desejos por ela, fui subitamente interrompido por uma voz familiar. Fiquei pensando de quem seria aquela voz, quando eu escutei de novo, ela gritava “Amanda!”, nessa hora eu comecei a imaginar se Amanda seria o suposto nome dessa linda garota. Logo em seguida, ela dá um pequeno sorriso e olha para a outra garota que tinha chamado-a. Ao olhar para a outra garota, eu tive uma surpresa, era a Juliana, estuda comigo desde a quinta série. Juliana veio andando apressada, como se estivesse com ansiando sua chegada. Eu me virei para Juliana, ela me viu, e gritou “Leandro!”, nesse momento ela apressou ainda mais os seus passos, que estavam do outro lado da rua. Quando Juliana chegou, cumprimentou a mim e a Amanda, ela olhou para Amanda e disse que estava morrendo de saudades, e que não via a hora delas se reencontrarem. Eu fiquei na minha, olhando como quem não queria nada, mas na verdade, queria muito falar com aquela garota. Juliana então olha pra mim, e me diz que a Amanda começaria a fazer parte do nosso clã. Levei um grande susto ao ouvir aquilo, fiquei muito feliz e ao mesmo tempo assustado. Olhei pra Juliana calmamente e falei “que ótimo” sem saber o que falar, pouco depois olhei para Amanda e perguntei se o nome dela seria aquele mesmo, ela respondeu que sim, e pediu confirmação do meu em seguida, então eu confirmei. A voz dela era deliciosa, meiga e agressiva, conforme ela desejasse. Naquele momento, tive certeza que a voz dela passaria bastante tempo na minha cabeça. Achei melhor me despedir das duas garotas, ficar lá sem necessidade certamente não seria uma boa ideia. Então, foi o que eu fiz. Despedi-me das garotas e fui pra casa. No meio do caminho encontrei com meu amigo, ele chegou me cumprimentando e dizendo que tinha grandes novidades, nem imagina ele o que tinha acontecido naquele dia. Eu o chamei pra uma partida de Videogame na minha casa, para pormos os assuntos em dia. Ele aceitou, pegou a bicicleta dele que estava perto dali e me mandou subir no quadro. Foi o que eu fiz, então ele me levou de carona até minha casa. Lá, sentamos no tapete da sala e começamos a escolher um bom jogo. Resolvemos fazer alguns pegas com nossos carros turbinados na rua, então escolhemos um jogo de corrida de rua. Enquanto jogávamos, ele me falava sobre algumas mulheres, e eu comentei que tinha encontrado uma garota naquele dia, que sem dúvidas passaria muito tempo na minha cabeça, ele rio da minha cara e disse que se apaixonar é coisa pra manés, disse também que nunca iria se apaixonar, e que sempre usaria as mulheres para o seu bem-estar, e que iria ser solteiro e galinha até morrer. Eu comecei a rir ouvindo tamanha bobagem, fiquei imaginando se ele não desejava ter filhos, encontrar uma mulher especial, passar momentos íntimos bons e ruins com ela, e guarda aquilo em suas lembranças sempre como uma coisa boa. Todo homem precisa disso, não sei dizer o porquê, talvez seja o próprio instinto humano, ou algo parecido. Eu disse pra que ele ainda não havia se apaixonado por não achar a mulher certa, e quando isso ocorresse, ele entraria em grandes problemas. Ele discordou, e disse que mulher pra ele só servia para seus desejos carnais. Eu repliquei que as erradas sim só serviam para desejos carnais, mas quando ele achasse aquela que realmente chamasse a atenção dele, as coisas mudariam, e achar a mulher certa, depende de cada um para cada um e no que a pessoa deseja ou acha importante em outra pessoa para passar a vida com ela, se aparecer uma pessoa com as qualidades desejadas, certamente você achará ela especial. Ele ficou calado, e parecia estar pronto pra falar mais umas de suas bobagens. Antes que ele abrisse a boca, eu o perguntei o que ele queria de uma mulher para passar a vida toda com ela. Ele respondeu da mesma forma que eu imaginaria que ele respondesse. Disse que não desejar passar mais de uma semana com mulher nenhuma, e que queria passar o resto da vida nesse estado de solteiro, porque assim, seria livre. Eu comecei a rir e brinquei com ele dizendo que ele era tiedphobiaco. Ele olhou com uma cara estranha pra mim perguntando o que seria tiedphobiaco. Eu disse que era a junção de tied, do inglês amarrado, e phobiaco, que é uma derivação que eu inventei do grego phobia, que representa medo, de forma geral. Ele riu da minha cara, e disse que não era nada daquilo, e que apenas não via graça em passar muito tempo com uma mesma mulher. Eu deixei o assunto de lado, mas tinha quase certeza que realmente era tiedphobiaco. Passamos mais algum tempo jogando, os nossos carros estavam ficando cada vez mais envenenados, a cada corrida que passasse, ficava mais difícil de vencer. Eu e ele estávamos jogando em dupla, contra as outras duplas. Quanto mais perfeito o carro ficava, mais era difícil melhorá-lo. Nesse momento eu me lembrei da seguinte frase: Quanto mais perto da perfeição nós chegamos, mais difícil é se torna chegar nela. Essa frase é engraçada e profunda. Engraçada porque se encaixa em todas as coisas da vida, o nosso estudo é a maior prova disso, quanto mais serie, mais grau de dificuldade, mais nós sabemos. Outro bom exemplo é o esporte, para se chegar ao primeiro lugar, muita dedicação precisará, muitas horas de treino, para se chegar a perfeição. Muitas pessoas não entendem isso, querem ser boas sem treinar, querem ser boas naturalmente. Poucas pessoas têm esse dom, pouquíssimas. E outras batalham muito para conseguirem o que querem, muita gente não entende isso, e acaba por invejar ou sentir raiva dos alheios que conseguem. Depois de quase um dia inteiro, estávamos parte do final do jogo, de pouco em pouco, fomos passando os estágios finais do jogo, até conseguirmos zerar ele, foi difícil, mas nada que um dia todo de conversa jogada fora e muitas tentativas não resolvesse...

By: Leandro Moura

sábado, 4 de agosto de 2007

Cap. I

Cap. I

Lá estava eu, voltando do curso, sentado no fundo do ônibus e olhando para a janela e pensando, como eu sempre faço às vezes, em como de uma em uma pessoa, forma-se a multidão no meio da rua, cada uma com seu motivo de estar ali, e mesmo estando do lado de tanta gente, estão sozinhas. Repentinamente eu sinto um perfume delicioso, tão suave quanto um perfume de bebê, e tão cheiroso quanto uma rosa branca. Logo minha atenção se volta para aquele delicioso perfume, ainda olhando para a janela, penso comigo de onde será que estava vindo aquele cheiro, então, olhei para frente, e lá estava a origem daquele delicioso perfume. Era uma linda garota, aparentava ter uns 14 anos, seus olhos e seus cabelos eram castanhos claro. Não consegui deixar de olhá-la. Tentei naquele momento olhá-la disfarçadamente, o que era um pouco difícil, devido a tanta vontade de ficar olhando-a ininterruptamente. Ela estava guardando o dinheiro que havia lhe restado da passagem, observando-a, não pode deixar de reparar na delicadeza de seus movimentos com as mãos, ao por o dinheiro no seu estojo escolar rosa e com pele de pelúcia. Ela pegou os seus livros que havia deixado em cima da cadeira para poder guardar o troco, e sentou-se ao meu lado. Eu fiquei sem jeito, tentado disfarça a vontade de olhá-la, virando a cabeça para frente ou para a janela, mas acho que não deu. Senti uma enorme vontade de conhecê-la, mas não sabia como iniciar uma conversa, dei uma rápida e disfarçada olhada para o lado, e lá estava ela, sentada com as pernas cruzadas e seus livros em cima, estava linda, dava até pena de desviar o olhar. Comecei a pensar numa maneira de iniciar uma conversa, nada de bom me vinha à cabeça. Na hora, lembrei de uma frase que eu havia visto no MSN de uma garota, “As melhores mulheres são dos homens mais atirados”, essa era a frase, aquele momento era meio que uma prova dessa frase, porque talvez, se eu tivesse sido atirado, já teria conseguido iniciar uma conversa com ela. Então pensei em ser atirado, coisa que minha timidez nunca iria permiti, se não fosse a imensa vontade de conhecer aquela linda garota. Mas hesitei, comecei a pensar que aquele não era meu jeito, e que também, nem sempre melhores homens são atrevidos. Mas a vontade de falar com aquela garota era maior que eu. Olhei para a rua, e vi que minha parada já estava perto, comecei a pensar que a única oportunidade que eu tinha era aquela, que não poderia hesitar ou perde-la. Tomei coragem, eu realmente estava decidido a falar, quando eu virei à cabeça, notei que ela estava mexendo seus braços, então eu olhei para ver no que ela estava mexendo, segui seus braços até seu colo, onde estavam os seus livros e estojo. Ela tinha começado a abrir o estojo, achei melhor esperar ela termina de mexer no que tinha que mexer para depois falar. Então fiquei lá, esperando e vendo-a abrir o estojo. Comecei a pensar no que era, e se aquilo poderia me ajudar em alguma coisa, mas quando ela abriu, percebi que aquilo só iria atrapalhar. Era um mp3. Ela pôs os fones no ouvido, e começou a mexer no mp3, provavelmente, escolhendo a música que ela iria ouvir. Poucos segundos depois, comecei a escutar uma música agradável saindo do fone de ouvido dela, uma música com períodos calmos e agitados, tinha alguns sons que eu adoro como os de violino, violão, bateria, e o vocalista cantava bem, era uma boa música, um excelente gosto. Naquele momento, comecei a achar aquela garota mais especial ainda. Mas, como falar com ela? Pensei em falar algo relacionado à música que ela estava escutando. Mas talvez fosse falta de educação perturbá-la enquanto ela estivesse escutando música, com alguma pergunta boba. Pouco depois, o ônibus começou a parar, olhei para a janela e vi minha parada, o tempo havia passado e eu nem tinha percebido. Pensei em continuar ali, onde eu estava, esperando por uma oportunidade de falar com ela, mesmo que eu descesse algumas paradas depois, valeria a pena, então decidi fazer isso. O ônibus se encontrava perto de parar, quando eu me espantei vendo que ela iria soltar na mesma parada que a minha. Ela havia levantado, e se preparado para descer. Eu continuei sentado, só olhando para ela, que se encontrava de costas. Seu corpo era lindo, ela tinha alguns quilos a mais, mas não muitos, o que deu um certo charme a ela, seu corpo era bem distribuído. Enquanto eu a olhava, fiquei pensando em alguma maneira de me aproximar dela, e mais uma vez, não me veio nada à cabeça. Do nada, ela virou inesperadamente, eu não consegui virar a cabeça a tempo, então ela olhou diretamente para mim, eu fiz o mesmo com ela. Nossa, seu olhar era direto, profundo e penetrante, seu rosto aparentava bondade, esperteza e curiosidade. Naquele momento a porta do ônibus abriu, eu me levantei, ainda olhando para ela, com muito frio na barriga. Ela virou o rosto em direção a porta do ônibus aberta, e começou a andar para a saída, eu fiz o mesmo, esperei ela descer e desci logo em seguida.
By: Leandro Moura

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Poesia que eu fiz.

É, isso mesmo amigos, eu fiz uma poesia pra uma ex-namorada de escola. Bem, ela disse que gostou da poesia, e mês depois me deu um pé na bunda, dizendo que ela queria um príncipe. Bem, eu não podia ajudá-la, já que eu não sou um príncipe, alias, sou beeeem o contrario disso ^^", então resolvi deixar ela seguir o caminho dela(até porque, não tinha outra coisa a fazer) e eu continuei seguindo o meu(que é a deus dará, sem rumo). Ok, falei d+, vamos a poesia, poesia esta que, até hoje o noivo da minha mãe não acredita que foi eu que fiz, MAS, o Cristiano(meu amigão) tá de prova que foi eu que fiz(hahaha), mas não preciso provar nada a ninguém. A, claro, esqueci de falar que a Flávia(filha deu e dessa minha ex-namorada) foi quem entregou a poesia pra ela, mas antes de entregar, pois no paint, encheu de bregueço e só depois, entregou a minha ex-namorada... Com certeza, deve ter ficado muito... muito... errr... Ok. Agora com vocês, a poesia(sem título)!

Quando eu te espero o tempo é uma eternidade.
E quando você chega o tempo voa.
Fico com vontade de ficar ainda mais um pouco ao seu lado,
Cada segundo precioso, difícil saber como gasta-los,
São tão poucos...
Sinto sua falta,
E penso que algumas horas ao seu lado é pouco.
Queria bem mais que isso...
Mas penso que estou querendo de mais,
Já que nós nos conhecemos a tão pouco tempo...
Tenho medo de esta apressando as coisas,
Te conheço a pouco tempo mas penso te conhecer a bem mais tempo que isso...
Tal Tempo que foi o suficiente pra você não sair da minha cabeça,
E nem dos meus desejos mais profundos de estar perto de alguém,
Desejos que vem de um lugar,
Que poucas pessoas conseguem entrar,
Que você conseguiu,
E espero que não mas saia de lá,
Caso contrario ficara no seu lugar um enorme vazio,
Vazio que estava antes de você chegar,
Vazio que chamam de solidão,
Solidão fria e dolorosa,
Dolorosa e imensa.
Imensidão que é facilmente preenchido com um grande amor!

By: Leandro Moura

Ps: Enquanto eu tava copiando e colando a poesia, eu meio que li, hahaha, comecei a dar boas risadas o que alias, to fazendo até agora, hahahah. Bem, achei a poesia nas profundezas dos meus documentos, até fiquei surpreso quando eu achei, pensando que tinha excluído. Agora, reparem nas palavras que eu digo. Sim! eu realmente estava apaixonado por ela, ta ai a graça, só consigo fazer essas coisas apaixonado. Mas essa paixão foi pequena e controlável, nada comparada a outras que ainda existem :S =X