Introdução:
Olá a todos. Hoje eu faltei aula sem querer, então eu estou a manhã toda sem fazer nada. Após visitar várias páginas e tomar café da manhã, resolvi fazer algo produtivo. Então observei que mês passado só houve uma atualização aqui. Então é uma boa hora pra escrever. Vamos as novidades: estou estudando todo dia de semana, com exceção daqueles que eu não fui pra escola ou que eu tive que fazer alguma outra coisa, estes últimos são raros. Além de estudar, este mês eu venho trabalhando numa tabela muito interessante, que provavelmente será o tema da minha próxima postagem. Hoje eu estou interessado em explicar uns poemas que eu escrevi. O primeiro nasceu de um sentimento de responsabilidade que estou começando a desenvolver devido a minhas teorias. É algo complicado, pois a partir do momento que temos o poder de mexer com a vida das pessoas, a coisa passa a entrar em outro nível de conseqüências. Eu não sou o primeiro que está caminhando neste caminho, porém, observei que é preciso entender o que cada coisa significa para então poder prosseguir. O segundo nasceu da observação de como a sociedade organizou seu lastro durante a sua história, e, embora esteja um pouco forçado, traz informações interessantes a serem pensadas. Vamos ao primeiro.
O caminho da grandeza
Eu sou um humano grande. Não porque eu simplesmente o seja:
Foi me mostrado o caminho na sociedade que me tornou deste jeito.
É o que eu desejei, me esforcei para consegui-lo. Isto me faz bem.
Não é todos que alcançam este caminho, cansativo e tentador.
É difícil definir se isto é um privilegio ou uma responsabilidade.
Alguns se corrompem no caminho e sentem-se bem fazendo o mal,
Outros não entendem que isto é um sacrifício que exige esforço,
querem tudo fácil, sem estudo, estratégia ou adaptação.
Eu sou um humano comum. Esforço-me para me tornar melhor.
Sinto-me bem através de mim, ou através das minhas extensões:
Minha família, meus amigos ou projetos. Sou também parte deles.
Através disto nos divertimos, e assim se segue uma boa vida.
Não sigo caminho para além destes: se o conheci, não o escolhi.
Talvez ele não me fosse tão atraente, minha vida já estava formada.
Ou ainda não via motivos para desejá-lo. Não me sinto parte dele.
Do que sou parte: disto, que estou construindo, que me faz bem.
Eu sou um humano pequeno. Limito-me ao meu próprio ser.
Isto me impede de encontrar outros caminhos, novos conhecimentos.
Sempre estou errado ou perdido: às vezes busco outros para culpar.
Aprenderei através dos erros que eu não sou o único que sente.
Mas antes de aprender: sofrerei. Isto expandirá meus sentimentos.
Através deste conhecimento encontrarei outros caminhos, novas visões.
Diante de tanta coisa nova, uma me fará bem: será a que vou seguir.
Através desta responsabilidade assumirei meus atos: é quando crescerei.
O primeiro parágrafo se inicia com a declaração “Eu sou um humano grande”. Inicialmente eu escrevi “eu sou um grande humano”, mas meu apego a padronização me fez inverter a ordem. Logo em seguida é explicado que, se eu sou assim, não é uma coisa que simplesmente se tornou assim, que, em outras palavras, não estava destinada a mim sem motivo específico: há motivos. Eu resumo estes motivos através de “o caminho que me tornou deste jeito”, no segundo verso. Nele também há a primeira referencia a sociedade, que há uma grande importância neste poema. Isto porque a definição de “grandeza” que está sendo usado neste poema toma como critério a grandeza social, que depende da sociedade. Por isto o caminho é definido como “o caminho na sociedade”. No terceiro verso há menção sobre como o humano grande seguiu seu caminho. Através do esforço e do desejo. Ele se sente bem porque conseguiu aquilo que desejou, que era colaborar com a sociedade. Porém, para colaborar com a sociedade de forma significativa a ponto de se tornar um grande humano, é preciso ter muito poder em mãos. Manter este poder é cansativo, e utilizá-lo para outros fins que não o do bem é tentador devido aos distúrbios que todo humano tende a ter.
O primeiro verso é uma reflexão sobre o que significa a responsabilidade de ter tanto poder em mãos. Esta responsabilidade surge porque, com tanto poder, todos os distúrbios podem se manifestar de forma dramática. Por isso é preciso ter cuidado para não cometer erros graves, que irão prejudicar muita gente. É o que as pessoas que se corrompem no caminho fazem. Se sentem bem fazendo o mal já que utilizam seu poder para saciar seus distúrbios, algo que prejudica outras pessoas. Estes dois últimos versos podem ser basicamente dois tipos de pessoas: as que estão numa posição de privilegio mas não entendem isto, e as que não estão no caminho da grande grandeza e não entendem nem respeitam ou também não entendem aqueles que estão. O objetivo deles é conscientizar que as coisas não são fáceis, é preciso sacrifício, para se tornar cada vez melhor em algo já árduo, esforço, estudo, estratégia e adaptação para se desenvolver os mecanismos que vá ajudar a sociedade. Basicamente, se define um caminho por qual seguir e todos os outros, inclusive os desconhecidos, são desconsiderados. Tornam-se apenas objetos de curiosidade e contato com outros humanos.
A terceira estrofe se inicia com a declaração do homem comum. Em seguida, é explicada ao que o homem comum dedica sua vida: a se tornar melhor. No segundo verso, é explicado que seu objetivo não é se tornar melhor para a sociedade, e sim se tornar melhor para si mesmo e para suas extensões, e se sentir bem com isto. No terceiro, há a explicação do que são estas extensões. Aqui há uma grande diferenciação entre o homem comum e o grande homem: o primeiro tende a se dedicar bastante a vários projetos de pequena importância para a sociedade, o segundo se dedica bastante a apenas um, que é o de grande importância. Porém, estes projetos de pequena importância para a sociedade, são de grande importância para o homem comum, pois são eles que garantem os bons sentimentos e a boa evolução. O grande humano, na sociedade, costuma ter a função de ajudar os humanos comuns a viverem melhor, enquanto que o humano comum simplesmente vive e se preocupa consigo mesmo e com aqueles que estão ao seu redor, que fazem parte de sua extensão.
O primeiro verso da quarta estrofe explica o porquê o homem comum não segue outro caminho, que neste caso seria o caminho para se tornar um grande homem. Há duas hipóteses, a primeira é a de ele não conhecer, e a segunda é a dele não o escolher caso conhecer. Assumindo que não é possível seguir aquilo que não se conhece, foi necessário apenas explicar a segunda hipótese. Isto é feito no segundo verso. Existem ocasiões em que pessoas comuns se deparam com a oportunidade de seguir um grande caminho, mas não o querem, às vezes porque elas já formaram toda uma expectativa de vida baseada nas coisas que já estão sendo desenvolvidas. O caminho não a atrai o suficiente para que isto seja sacrificado. Na terceira estrofe há outra justificativa para não ter seguido tal caminho. Esta justificativa também revela um pouco mais sobre as pessoas que escolheram seguir este caminho: elas costumam ter um motivo maior para fazer isto ou ainda se sentirem envolvidas. No final há a constatação sobre do que o humano comum se sente parte, se sente envolvido, se esforça. O “construindo” também pode significar evolução, que também pode significar amor. Então, é disto o que ele faz parte, de tudo aquilo que ele ama e que faz bem a ele, que são suas extensões explicadas no parágrafo anterior.
A quinta estrofe se refere ao humano pequeno, limitado a seu próprio ser. A básica entre o humano pequeno e o homem comum é que, enquanto um deles já encontrou suas extensões e aquilo que o faz bem, o outro acaba de iniciar sua busca ou simplesmente ainda não encontrou. Desta forma, humanos pequenos não se limitam apenas a adolescentes. Esta limitação é causada pela falta de conhecimento sobre como seu próprio ser funciona, e isto o impede de ter conhecimento além de si próprio, que neste caso seria coisas produzidas pela sociedade, como a cultura, economia e política. Isto foi dito no segundo verso, enquanto que o terceiro reforça sua falta de conhecimento sobre si próprio: ele sempre se encontra errado ou perdido, sintoma de quem não está conectado na realidade. Buscar alguém pra culpar, mesmo que inconscientemente, é um mecanismo freqüentemente utilizado para não assumir a responsabilidade daquilo que ele poderia melhorar, até mesmo porque ele não tem conhecimento para melhorar tais coisas. No ultimo verso dessa estrofe, é apresentada outra característica de pessoas que não conhecem como funcionam as coisas ao seu redor: por não conhecerem como funcionam as coisas ao redor e, portanto, não se envolverem com isto, a maioria de seus desejos costumam voltar a si mesmos. Por conseqüência, é muito comum supervalorizarem seus sentimentos em detrimento ao sentimento das outras pessoas. Porém, com o tempo, existe a tendência de eles aprenderem que é preciso observar a vida ao redor.
A linha de raciocínio da abertura da sexta estrofe se estabelece da seguinte forma: se uma pessoa está seguindo determinado caminho porque este caminho atrai seu instinto, a principal forma pela qual ela observará que este caminho não é bom é através do sofrimento. O fato de este caminho causar sofrimento a ela mostrará que este caminho não é bom, salve os distúrbios, que são caminhos ruins que não causam sofrimento de imediato, apenas após um longo período de tempo. A expansão de sentimento ocorrerá devido a expansão de conhecimento, assim como também devido a expansão de noção de quais coisas acontecem a seu redor. Quando obtido tal expansão, coisas que antes passavam despercebidas começam a ser notadas, é quando surge o cenário descrito no segundo verso. Esta enorme quantidade de informações novas fará com que a pessoa tenha várias oportunidades de estabelecer conexões com a realidade para iniciar seu processo de evolução. Porém, existem elementos em determinado caminho que a fará se sentir bem mais que nos outros, é este o caminho que ela provavelmente seguirá. Normalmente estes elementos estão relacionados aos desejos, algo que ela se envolveu ou desenvolveu durante seu processo de crescimento, e são eles que determinarão se a evolução será comum ou grande. Na ultima estrofe, ele assume a responsabilidade por fazer este algo que o faz bem melhorar através do esforço e conhecimento, é quando ela deixará de ser classificada como pequeno para se tornar uma das outras duas grandezas. Terminada a explicação, uma das coisas importantes é perceber que nenhuma grandeza humana é mais importante que outra. Iniciando o próximo poema.
A vontade de melhorar:
Está na guerra. – Lastro na agressão.
Está na religião. – Lastro na existência.
Está na ciência. – Lastro na realidade.
Está na política. – Lastro na educação.
Está na beleza. – Lastro na atração.
Está na família. – Lastro na afeição.
Está na riqueza. – Lastro na inteligência.
Está em mim e no meu esforço.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Peloponeso
http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte
http://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9dia_rom%C3%A2ntica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo
A idéia para este poema surgiu durante uma conversa com meu amigo Bruno. Pelo o que eu lembre, ele estava querendo criar algum tipo de movimento pra ir de contra o movimento atual da nossa cultura, principalmente política. O que me incomodava na idéia, se bem lembro, é ele focar toda a preocupação em um só aspecto social, a política, como se, caso ela fosse resolvida, todos os problemas iriam juntos. A vontade de resolvê-lo parecia tanto que eu sentia que ele queria depositar muito esforço nesse objetivo, de modo a esquecer do equilíbrio da evolução. Porém, na tentativa de explicar a ele e às pessoas que estavam reunidas conosco que o humano sempre criou algo para esperar uma realidade melhor que a que tinha e não assumir a responsabilidade sobre sua evolução, eu dei origem a explicação desse poema. Para fins de comunicação, eu chamei este “algo” referido por mim anteriormente como vontade de melhorar, e então eu expliquei que durante a história, determinados valores eram tidos como a salvação da humanidade, e que, contudo, após possuí-los ou chegar ao máximo que eles tinham a beneficiar ao homem, novos valores eram postos no lugar. Foi então que surgiu a ordem expressa na lista que é o corpo deste “poema”. A intenção desta postagem agora será explicar o contexto histórico e o porquê tal lastro era o mais benéfico, na época.
O inicio se deu através das guerras. O homem, no inicio do seu desenvolvimento, agia com agressão para conseguir aquilo que desejava. Quando o desejo era uma área de plantio melhor possuída por outra tribo, então era natural que esta área fosse tomada a força, já que a cultura neolítica valorizava a agressividade. Tanto é que instrumentos foram construídos para o ataque e defesa. Neste contexto, é interessante observar que quando a vida ia ruim, observava-se, até mesmo pela falta de conhecimento, que a forma mais fácil de resolver era através da agressão. Por isto o lastro está direcionado a ela. A guerra do Peloponeso, embora muito depois do tempo referido a cima, demonstra que o humano ainda consegue coisas através da agressividade. Porém, agora não é a principal forma.
Após várias guerras, observou-se que as condições de vida não melhoram tanto, pois possuir ou não possuir terra era apenas uma questão temporária, pois logo outros povos viriam para dominar tais terras. Foi neste momento que o homem começou a ter conhecimento o suficiente pra observar a natureza a ponto de tentar prevê-la. Porém, os argumentos utilizados para tal previsão, devido ao desconhecimento de sua real causa, eram creditados a religiões politeístas. Porém, o conhecimento foi evoluindo e se observou que os deuses politeístas não existiam, mas o sentimento de religiosidade continuava. Isto permitiu que ela se transformasse em monoteísta, foi quando ela ganhou sua função atual: a de valorizar a existência de algo que fará com que a vida se torne melhor. Por isto o lastro na existência, que é a existência deste algo. A idade média demonstra que, duramente muito tempo, a religião foi muito forte na cultura. Isto porque, embora de forma inconsciente, ela direcionava o comportamento das pessoas de forma que fosse provado que algo existisse e desse expectativa de boa vida e pós-vida, independente da situação atual.
Após a idade média, a ciência começava a ganhar força. Foi percebido que a religião não ajudava tanto quanto se prometia, e isto colaborou para as pessoas migrarem a uma nova esperança para ter melhor qualidade de vida. A ciência surgida no positivismo prometia melhorar a vida das pessoas quando ela estivesse completamente desenvolvida, e isto motivou muita gente a se dedicar para desenvolver o pouco de ciência que se tinha. A questão é que a idéia que se tinha de ciência seria somente desenvolvida após muito tempo, pois desenvolver a ciência demanda muito mais tempo e esforço do que se imaginava. Além disto, com o surgimento da revolução industrial, se observou que não é a ciência que salvará as pessoas, mas sim as pessoas em si mesmas. Foi quando a valorização da ciência foi se diluindo e então a política foi entrando no lugar, pois a política era uma forma de organizar a ciência para que as pessoas melhorassem de vida.
O comunismo ganhou muita força por se aproveitar do lastro científico que várias pessoas ainda tinham. Isto porque ele utilizou conhecimentos matemáticos e históricos para afirmar que é possível, através de uma sociedade educada a agir de forma igualitária, que todos vivam com tudo o que é necessário para ter uma boa qualidade de vida. Porém, observou-se que educar as pessoas para se adaptarem a um sistema político totalmente racionalizado não é algo simples. É bastante complicado inclusive. A implementação do comunismo assim como de outros sistemas que tinham como objetivo educar a população a esquecer seu instinto e agir de forma padrão tendeu a falhar. Foi quando as pessoas deixaram de se preocupar com o todo e começaram a preocupar-se apenas consigo mesmas.
Foi neste período que a arte começou a ganhar força como item de consumo. As pessoas então começavam a valorizar aqueles que produziam a arte, que ganhavam dinheiro com isto. A arte trazia consigo muita novidade e muitos conhecimentos humanos, além de, também, conhecimentos técnicos e as vezes científicos. Gerava discussão que causava socialização, além de, as vezes, tratar sobre assuntos polêmicos e que, ao serem tratados, criava-se a atmosfera de aumentar a qualidade de vida da população. De qualquer forma, todo este furo foi sendo diluído por algumas camadas, que, ou não tinha dinheiro pra acompanhar o desenvolvendo da arte, ou estava preocupado com aspectos do trabalho e familiares. Contudo, a época ainda não era o capitalismo total, por isto a ter um bom núcleo familiar era o principal objetivo. A formação do núcleo familiar tradicional, mulher cuidado da casa, homem trabalhando, filho se desenvolvendo, era o que mais se desejava na época. Pessoas com este tipo de lastro, além de valorizarem os valores afetivos, também valorizam os valores nostálgicos. É o tipo de pessoa que acreditam que a presença de alguém ou a volta ao passado irá melhorar sua vida por completo.
Após os núcleos familiares começarem a se formar como desejado, os homens e mulheres começaram a não mais entenderem como um e outro funcionavam. Isto porque a formação do núcleo foi feita de forma artificial, pois o casal, ao se reunir, só idealizou até a parte deles estarem juntos, como núcleo familiar, e pensavam que apenas isto seria o suficiente para serem felizes. Contudo, após possuir o que desejavam, notou-se que era preciso mais. Alguns casais conseguiram sintonizar seus desejos e manter o núcleo familiar sem maiores distúrbios, porém outros foram obrigados a recorrer a outros caminhos para se sentirem satisfeitos. É exemplo do homem que começou a trair e da mulher que se sente sexualmente insatisfeita. Ambos prejudicando a criação do filho, que se torna rebelde. Foi quando a noção de núcleo familiar começou a se diluir, e os desejos individuais começaram a ser focados.
A partir do momento que as pessoas se focaram em sua própria individualidade, surgiu a necessidade de se tornar diferente dos outros. Desta forma, cada pessoa começa a originar seus próprios desejos daquilo que acha interessante. Entretanto, devido a enorme quantidade de coisas a se desejar na sociedade, principalmente o capitalismo com sua campanha publicitária, a falta de dinheiro começou a ser o maior empecilho. Foi então que o humano começou a valorizar a riqueza de forma geral, pois ela dará aquilo que ele precisa para seus desejos, geralmente consumismo vindo das propagandas, se tornarem real. O capitalismo acentuou isto devido a sua capacidade de dar a esperança de mobilidade de classe social. Então as pessoas começam a achar que são capazes de se tornar ricas se a sorte as ajudar, e também que saberão administrar isso com inteligência. Inteligência aqui está sendo usada no sentido mais amplo da palavra, não apenas inteligência intelectual, mas também emocional, corporal, etc. É se sustentando nesta inteligência que o desejo de riqueza se mantém.
No final, é revelado que a vontade de melhorar está em cada individuo e, que ao se juntar a um grupo e a um lastro, idealiza algo como coisa que irá melhorar a vida de todos. Porém, existe algo que todas estas coisas têm em comum, o esforço. É por isto que o esforço também faz parte da vontade de melhorar. Contudo, é importante observar que o melhoramento, em si, tanto ta na vontade de melhorar da pessoa, como no esforço, mas também em todas as coisas citadas anteriormente. Tanto é que é possível ver pessoas pensando em núcleo familiar, pensando em arte, pensando em ciência, tudo no mesmo ano em contextos culturais parecidos. Isto acontece devido ao enorme bombardeio de informações que a tecnologia nos trouxe. É complicado dizer se a humanidade irá imergir em algum novo tipo de esperança diferente dos anteriores ou se agora haverá um ambiente em que todos eles convivam. O que eu imagino é que haverá uma época, a qual a última estrofe se refere, em que o humano começará a tomar consciência de que sua evolução é produzida através de seu esforço, e utilizará os itens anteriores para evoluir e se sentir bem.
Conclusão:
Aqui finalizo esta postagem. Sinceramente, não sei se ela ficou bem escrita, mas o trabalho que me dará pra revisar isto tudo será outro dia inteiro, então eu não o farei. Espero que tenha ficado bem escrita e que fique claro o que eu quero transmitir através destes poemas. Eu estou começando a notar que to desenvolvendo o hábito de utilizar os termos no sentindo não convencional, e isto pode ser prejudicial à comunicação e a futuras interpretações. Até mesmo por isto, talvez, eu tenha feito tanta questão de escrever sobre estes poemas. A próxima postagem será sobre uma tabela bem interessante, a qual eu também utilizo termos no sentindo não convencional. Para finalizar, gostaria de comentar sobre como meu amigo Bruno relaciona esses termos com termos místicos, da cabala ou da astrologia, por exemplo. Isto me faz pensar se eles não encontraram a mesma coisa que eu estou encontrando agora, porém, sem a base teórica, e por isto tendo que por o misticismo para sustentar o conhecimento. Acho prepotência minha pensar nisto, pois o conhecimento místico está sendo construído faz tempo, e me comparar a isto é querer demais. Mas seria muito interessante. Enfim, abraço a todos e até a próxima postagem.