sábado, 17 de setembro de 2011

Elementos básicos da beleza naturais e adquiridos:

Vários comportamentos parte IV

Elementos básicos da beleza naturais e adquiridos:
A definição de beleza já foi proposta no meu livro há algum tempo, e continua firme até hoje. Só para relembrar, achamos bonito tudo aquilo que é importante para nós. E ao lembrarmos da propriedade do instinto que influencia o raciocínio e vice-versa, e também da propriedade associativa do cérebro, é possível perceber que todas as outras formas de beleza derivam basicamente de coisas que são importantes para nós. Existem algumas características que parecem já vir pré-definidas no instinto para que achemos bonito, outras são adquiridas, e é para a investigação disto que eu quero dedicar estes próximos parágrafos.

Segundo pesquisas, o instinto humano tende a achar determinados tipos de corpos bonitos porque estes demonstram mais chances de sobreviver e reproduzir, coisa que eu concordo. Mas minha principal dúvida até agora é saber qual tecnologia a mente humana utiliza para detectar tais características. Outro exemplo é quando vemos bebês e o nosso cérebro reage de forma extremamente positiva e afetuosa, e isto também se explica através de um mecanismo evolutivo que nos faz querer proteger o futuro da nossa espécie.

A partir daqui, senhores, são apenas suposições empíricas, com fundamentações em coisas tão abstratas que eu provavelmente não vou conseguir transformar em argumentos. Acredito que a mente humana utilize um padrão chamado proporção áurea para fundamentar sua concepção de beleza. Existem chances disto se justificar se a seguinte suposição, e eu acredito que é, for verdadeira: um corpo humano na proporção áurea tem mais chances de sobreviver que outro, já que, por algum motivo físico ou químico, este é um padrão de crescimento mais saudável, e por isto os humanos, imagino que não só eles, adaptaram-se a valorizar.

Tanto o homem quanto a mulher seguem as proporções áureas, embora tenham corpos diferentes. Talvez a diferença seja identificada através de hormônios e do contato corporal, acredito que a ciência já seja capaz de esclarecer isso de forma técnica. A mesma coisa são os bebês que devem liberar substâncias que faz o cérebro humano reagir de forma afetuosa. Também devemos levar em consideração o som, pois sons com determinadas características são interpretados como bons, como a risada de um bebê, e outros são considerados perigosos, como o rugido de um leão. Imagino que isto são configurações mecânicas do cérebro que não se relacionam com a proporção áurea, mas sim com o desenvolvimento da raça humana, e não é algo tão adaptável quanto à beleza. Tem que ver como testar isso depois.

Quanto à capacidade da beleza se adaptar, isto já foi explorado no meu livro e se explica devido à característica relativa do humano. Portanto, embora nosso instinto tenda a buscar a proporção áurea, podemos aprender a apreciar outros tipos de padrões ou simbologias. Já foi observado que a maioria da nossa projeção de crescimento e de personalidade seja adquirida na infância, isto porque é nesta fase que absorvemos mais informações para evoluir. Isto significa que teoricamente podemos nos adaptar a qualquer tipo de ambiente e/ou cultura, seja ela altamente artificial ou orgânica. Neste caso, o artificial se torna natural, e músicas de jogos, por exemplo, se tornam tão marcantes quanto músicas de ninar.

Encerramento:

Enfim amigos, eu estava planejando escrever sobre impirismo e empirismo hoje, mas não vou porque os conceitos explicados a cima são todos relacionados a psicologia, e também porque a postagem já está longa, demorada, e eu to cansado e ansioso pra postar. Também acho que não explorei direito este último paragráfo, pois existe algo nas simbologias humanas que eu não consigo decifrar, e era a intenção do último paragráfo fazer isto. Vou deixar para um próximo. Encerrando, hoje joguei portal, um jogo bem interessante, talvez volte a jogar daqui a pouco. Como a postagem ficou muito grande, eu a dividi em várias partes. Encerramento concluído, boa noite a todos e até a próxima postagem.

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Curiosidades da evolução: relação entre atividades e imagem:

Vários comportamentos parte III

Curiosidades da evolução: relação entre atividades e imagem:
Esta semana eu estava andando na rua e me deparei com uma barra de ferro em forma de cone e bem próxima ao chão. Subi em cima dela e fiquei tentando me equilibrar, isto no meio de uma praça com uma ou duas pessoas olhando. Logo me lembrei da minha idade, dezenove anos, e me perguntei: será que com quarenta anos ainda farei isto? Este comportamento curioso me levou a refletir sobre o porquê eu quis subir naquela barra e sobre o porquê os adultos parecem ignorar ou simplesmente não se vêem tentando coisas novas além das costumeiras. Foi então que e observei algumas curiosidades da evolução.

Responder a primeira pergunta é simples, basta relembrar o conceito de diversão, que é todo aquele mecanismo de evolução que apresente uma rápida ascensão com pouco esforço, sendo esta ascensão que causa prazer ao instinto humano. Aplicando o conceito, eu encontrei naquela barra de ferro algo, que foi meu equilíbrio corporal, que eu pudesse melhorar, e como na minha infância eu sempre tive como diversão fazer coisas radicais, uni uma coisa a outra e aceitei o desafio de me equilibrar mesmo na minha atual situação. Ou seja, como explicado em ponto excelente de evolução, além do ato de melhorar em si também houve um interesse.

Quando nos tornamos adultos, significa, dentre outras coisas, que assumimos uma evolução social para ganhar dinheiro e nos sustentar, junto a isto acontece algo bem comum: ou a conversão de poder social a poder instintivo, ou também a criação de um poder instintivo através da imagem. Isto trás a seguinte implicação: se um humano está associado a alguma atividadecom altas chances de sobreviver e reproduzir, seu instinto tende a não querer se envolver com atividades que estejam relacionadas a baixas chances de sobreviver e reproduzir principalmente por um motivo: evitar comparações em que ele saia perdendo ou que sua imagem seja associada a aquilo, com o objetivo de ser sempre associado ao poder.

É desta forma que eu imagino que a maioria das pessoas que utilizam a imagem ou a alta evolução como arma instintiva negam se envolver com atividades que não estão associadas à alta evolução. Este comportamento é bem interessante, pois trabalhando ele é possível que as pessoas se envolvam com coisas que mesmo estando relacionadas à baixa evolução, ainda são importantes, como exercícios físicos para o bem-estar, que podem ser feitas através da prática de esportes, ou envolvimento com familiares, amigos e filhos em atividades que embora não sejam importantes para as pessoas em questão, sejam importantes para seus entes.

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Sentimento, poderes humanos e a relação com a atitude

Vários comportamentos parte II

Sentimento, poderes humanos e a relação com a atitude:
Sempre tive curiosidade em tentar quantificar quais condições faz uma pessoa tomar determinada atitude, e acho que este conhecimento pode ser bem utilizado para o dia-a-dia humano. Durante estes tempos tive acesso a bastantes experiências novas vindas principalmente da convivência com alguns amigos. Foram a analises destas experiências que me ajudaram a chegar a algumas hipóteses sobre como funciona este mecanismo humano. É interessante entender pelo menos o principio básico de cada sentimento antes de continuar.

Para compreender este comportamento, é necessário começar pelas configurações de valores humanos e filosóficos que uma pessoa tem. É a partir daí que os sentimentos começam a ser gerados, e eles são principalmente alavancados pelo desejo. A princípio, existem duas possibilidades quando desejamos algo: ou tentamos e conseguimos, ou tentamos e não conseguimos. A principal reação da primeira opção é ficar alegre, e na segunda é ficar triste. Porém, em ambas, depois de um tempo o humano esquece e continua sua vida. Mas estas não são as únicas reações.

Observa-se, principalmente na segunda opção, algumas outras possibilidades de reação, que são principalmente: ter raiva, inveja ou frustração. O que vai determinar qual reação a pessoa terá é a o modo como seu raciocínio interpreta tais resultados, processo este que não irei entrar em detalhes agora. Iremos supor o comportamento de alguém que tende a sentir raiva para analisá-lo, e nota-se que quanto maior o desejo, maior a raiva. Empíricamente, conclui-se que em determinado nível de raiva o humano pode prejudicar alguém, mas ele só fará isto se tiver condições para tal. Foi com esta observação que eu cheguei à conclusão do parágrafo a seguir.

O esforço que humano se predispõe para fazer determinado algo está diretamente relacionado com a quantidade de sentimentos que ele sente ao que aquilo significa, contudo, ele apenas o fará se sua predisposição for o suficiente para realizar tal algo, e o que vai determinar se este esforço é ou não o suficiente são os poderes humanos que ele possui. Ou seja: se um humano sente raiva do outro, mas pouca, ele só irá prejudicá-lo se tiver condições que necessitem de pouco esforço para isto. Já se a raiva for muita, ele irá estar disposto a fazer coisas que necessitem de muito esforço.

O princípio do que faz o humano tomar ou não determinadas atitudes é o apresentado a cima. Porém, é necessário ressaltar duas coisas: a primeira é que a forma com a qual o humano toma suas atitudes está diretamente ligada ao que ele sente, por isto, se ele sente raiva, ele será agressivo, se ele sente afeto, ele será carinhoso; a segunda é que existem outros fatores a serem levados em consideração, principalmente os filosóficos, valores humanos, a mistura de sentimento e os perigos de tomar alguns tipos de atitudes, pois estes fazem o humano agir de outras maneiras que não previstas a cima.

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Ponto excelente de evolução e comportamento da vingança instintiva

 Vários comportamentos parte I 
Inicio:
Olá amigos. Cá estou para mais uma postagem. Estou forçando a minha memória para relatar algumas novidades e tenho algumas: Assisti as 10 temporadas de Friends, acabou. Sempre me bate um aperto no coração quando eu me lembro disso, foi realmente ótimo essas semanas. Está passando uma comédia romântica na Globo, fiquei com saudades dos meus sábados com filmes. Enfim, na postagem de hoje, farei uma reunião de pequenos conceitos e observações que podem ser feitos em um parágrafo ou dois. Escrevo principalmente para definir, não esquecer e usar depois. Eu tava preparando uma postagem antes dessa e passei bastante tempo nela, mas não deu certo porque os conceitos não eram bem fundamentados. Percebi isso depois. Apenas isto de novidades, vamos a postagem.

Ponto excelente de evolução:
O humano gosta de sentir a evolução, e isto significa mais ou menos se tornar bom naquilo que ele cria expectativa de se tornar bom. Para ele perceber isto é necessário ultrapassar um desafio que não seja nem tão fácil a ponto de se tornar enjoativo, nem tão difícil a ponto de parecer ou se tornar impossível: é isto o que chamamos de ponto excelente de evolução. Teoricamente, se um humano estiver exercendo alguma atividade nestas condições, ele se tornará viciado nela até o momento em que ela sair destas condições. Este conceito é interessante, pois, através da consciência dele, o humano se torna capaz de buscar seu ponto excelente de evolução em determinada atividade, e assim ter uma experiência melhor de evolução. PS: consideremos o seguinte: o interesse na atividade é a condição de ativação do ponto excelente de evolução, e este ponto está entre o fácil e o difícil explicado a cima.

Comportamento da vingança instintiva:
Esses tempos eu tenho presenciado um comportamento bastante interessante, e então utilizei a psicologia evolutiva para analisá-lo. Vou usar um exemplo e em seguida darei as conclusões. Vamos supor que há um menino com baixo poder instintivo e uma menina com alto poder instintivo, e que, naturalmente, ele seja interessado por ela. Após perceber que ela não irá se interessar por ele e sim por meninos com mais poder instintivo que ela, já que isto é uma propriedade natural do instinto, ele se sente inferiorizado e, dependendo da sua educação, começa a desenvolver a seguinte filosofia: vou me desenvolver e conseguir poder o suficiente pra mostrar a todas as garotas como ela que elas não podem ser tão interesseiras, e farei isto fazendo elas se interessarem por mim e depois sofrerem.

Eu já notei este padrão de pensamento em duas ou três pessoas, e ele acontece da seguinte maneira: O garoto simplesmente não entende o porquê a garota não o quer, e já que ela estar o privando de um aumento na qualidade de vida ao não querê-lo, seu instinto considera que ela está o prejudicando. Ele começa, portanto, a desenvolver um sentimento de raiva por ela. Devemos ainda lembrar-nos das propriedades associativas da mente humana, e por isto ele passa a sentir raiva também de todas as garotas com o mesmo estereótipo da garota que o rejeitou. Da raiva surge o desejo de fazer sofrer, mas misturado a isto ainda está o desejo de possuir, e é a mescla disto que faz surgir o desejo de ter poder instintivo o suficiente para conquistá-las, estimulado do desejo, mas também fazê-las sofrer, estimulado pela raiva.

É perceptível que após novas experiências ou nova posição instintiva o menino entenda o porquê aquela garota não o quis e aceita, ou a raiva não é tão forte a ponto de ele prejudicar uma desconhecida simplesmente por ela ser associada aquela garota que o rejeitou. Mas imagino também que deva existir ainda tal comportamento em um ou outro adulto, mas isto não é nada mais que um distúrbio. O objeto da raiva deste padrão de filosofia pode ser outras coisas além de garotas, os mais comuns são relações profissionais, sociais e familiares, mas provavelmente existem mais tipos.

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Configurações mentais e imagem identidade

Pequena mas interessante observação

Olá amigos. Essa semana sem muitas novidades, tudo no mesmo ritmo de sempre, mas como é estranho para mim quando começo a escrever o texto sem enrolar com algo no primeiro parágrafo, vejamos: essa semana irei apresentar um slide contendo a síntese da psicologia evolutiva ao meu diretor, estou bem curioso para saber o que vai acontecer. Também corri ontem no parque da jaqueira, foi bem satisfatório. Dei umas quatro voltas correndo com intercaladas de descanso, acho que encontrei um bom equilíbrio para forçar meu corpo, mas não ao extremo. Enrolada já feita, vou iniciar uma pequena introdução ao tema de hoje, que será: configurações mentais e imagem. Tudo começou quando eu percebi que havia certas coisas que eu não tinha coragem de escrever no twitter ou fazer na vida real, por mais simples que elas parecessem ser. Isto despertou bastante meu interesse, pois eu observava que tinha gente que tomava tais atitudes sem o menor pudor. Encontrado um novo comportamento, coisa que adoro porque é um ótimo passa tempo. Vamos à postagem.

Já citei tanto no meu livro quanto na síntese da psicologia evolutiva uma propriedade humana muito importante, que é a relatividade humana. Tal relatividade permite que o humano desenvolva inúmeras formas de evolução seguindo aquilo que seu instinto e seu racional entendem como melhor. A partir disto se desenvolve uma imagem de identidade, que pode ser considerada como a forma que uma pessoa apresenta sua evolução ao mundo, e um padrão ou tendência de comportamento, que, a princípio, garante vantagens nas atividades evolutivas que ela exerce. Exemplos disto são pessoas com atitudes agressivas, práticas, brincalhonas, pensadoras, carinhosas, cautelosas, dentre as tantas outras. Uma pessoa carinhosa, por exemplo, tende a estar relacionada com atividades que necessite lidar com humanos, enquanto que uma prática necessita produzir e demonstrar resultados.

É normalmente durante a infância que o humano vive um conjunto de experiências, tanto boas quanto ruins, que define sua evolução, conseqüentemente, seu comportamento e personalidade. Quando definida, observa-se que há uma grande dificuldade do humano tomar um tipo de atitude que não seja condizente a ela em alguns casos, mesmo que seja algo simples. A partir deste comportamento é possível observar uma configuração mental, já que a mente de uma pessoa, que responde principalmente a memória e as pré-definições, se adaptou a determinados tipos de atividades relacionadas à sua evolução, enquanto que as outras atividades normalmente ou são ignoradas, ou são respondidas com sentimentos ruins.

Por exemplo: uma pessoa que lida com humanos sabe, a princípio, qual padrão de comportamento eles tem e adquiri segurança para responder a todos estes, enquanto que outra que trabalha com algo técnico entende como funcionam os mecanismos racionais. Uma tende a não se sentir a vontade no ambiente da outra. Levando em consideração que tal humano perceba instintivamente e/ou racionalmente que para cada ação há uma reação, conhecida ou não, que pode ajudar ou atrapalhar a sua própria evolução ou a de outros, ele tende a sentir medo e/ou refletir antes de executar alguma que esteja fora de sua configuração mental. É isto o que causa a dificuldade de tomar os outros tipos de atitudes mencionados anteriormente.

Este mesmo princípio se estende a imagem de identidade de uma pessoa. Quando ela assume determinada imagem que lhe garante de alguma forma mais chances de sobreviver e reproduzir, existem coisas que ela não se sente agradável quando se associa com sua imagem. Ela evita, da mesma forma, fazer tais coisas geralmente por medo, que neste caso toma a forma de vergonha. O meio é algo que influencia bastante em como as chances de sobreviver e reproduzir atua sobre na imagem identidade, por isso, quando o meio muda, normalmente há mudanças nela também. Ela costuma ser usada como um meio de poder instintivo, podendo chegar ao ponto de fazer uma pessoa se tornar agressiva para preservá-lo. Percebam que quando chega a este ponto, configura-se um distúrbio. De mesma forma, quando uma configuração mental chega ao ponto de prejudicar de alguma forma a evolução e o equilíbrio dos poderes humanos de alguém, configura-se outro distúrbio.

Estes princípios abordados aqui são curiosidades e podem permitir um estudo mais avançado do comportamento humano, como, por exemplo, o único até agora, um provável padrão de pensamento de uma pessoa quando ela está sem nada pra fazer: ela tende a pensar naquilo que sua configuração mental está focada ou se adaptando, e isto se concluí levando em consideração que se a configuração mental dela está adaptando a determinada evolução, é porque esta evolução é importante e conseqüentemente seus sentimentos se focam nela. Como se tornou costume explicar no final destas análises de comportamentos e propriedades através da psicologia evolutiva, para todo o distúrbio há o que se pode fazer através da racionalização. Encerrando a postagem, eu esperava que ela ficasse maior, mas acho que está satisfatória. Abraço a todos e até a próxima.

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Curioso como a mudança na diretriz de comportamento da escrita pode alterar as características de um texto. Confesso que achei esse texto estranho, pois enquanto que sempre foi uma preocupação minha escrever, mesmo com redundância, deixando claro todos os termos e me envolvendo com o texto, neste busco ser mais técnico, objetivo e imparcial. O que eu busco no momento para este blog é uma mescla entre meu estilo antigo com este novo, e percebo que esta mescla não foi alcançada no texto anterior, por isso vou adicionar mais um ou dois parágrafos neste pós-escrito, levando em consideração o que já foi escrito anteriormente, e por isto talvez haja alguma redundância.

“Configurações mentais” é uma propriedade humana mais profunda que eu percebo ter expressado no texto anterior. Para explicar sua total profundidade, é preciso conhecer um pouco sobre os princípios básicos de funcionamento da mente humana, que pode ser observado no diagrama do link ao clicar aqui. As pré-definições humanas é algo mais importante que parece, pois ela auxilia o sentimento a separar aquilo que é importante do que não é. Conseqüentemente, a memória também é influenciada, e então, ao fazer simulações, é possível entender o porquê se torna uma “configuração” em vez de apenas mais um aspecto do instinto humano. Explicarei a profundidade deste conceito através de um exemplo.

Cotidianamente, e agora mais ainda através da tecnologia, as pessoas são bombardeadas com muitas informações. Levando em consideração que é são pré-definições do módulo de simulação controla os aspectos básicos do instinto, e que é ele o determinante do que é levado a memória, percebe-se que dependendo da configuração destas pré-definições, o humano terá determinada classe de conhecimento absorvido enquanto que outra será ignorada. Desta forma, se uma pessoa configura sua mente para ser uma humorista, ela irá reter informações que a levem a tal caminho, como modelos de brincadeira e piadas, e a reação de cada tipo de público. O mesmo processo se dá com os artistas, que retém todos os sentimentos que sejam associados a determinados sentimentos apreciados por suas configurações, ou os esportistas, que percebem como cada movimento seu interfere no seu esporte. 

Já as pré-definições das reações reflexivas nos permitem ter uma resposta pronta para cada estimulo dado por um ambiente já conhecido. É desta forma que uma pessoa se sente segura a tomar determinados tipos de atitudes em ambientes conhecidos, e insegura em ambientes desconhecidos, como explicado anteriormente. Pode-se então observar que se uma pessoa foca suas configurações para se adaptar a determinado tipo de ambiente, ela se adaptará a tal após certo intervalo de tempo, e outros continuaram desconhecidos ou estranhos a ela até que ela dedique algum tempo a conhecê-los. Se há duas pessoas, uma se dedica a um ambiente e outra se dedica a outros, as duas terão configurações de pré-definições diferentes. É observável que a experiência de um ambiente ajuda na adaptação de outro, mas a ordem e o tempo de experiências que cada uma vive são diferentes, além dos aspectos genéticos, o que provavelmente influência as configurações mentais.