quinta-feira, 20 de maio de 2010

Linhas de pensamento principa e periferica e relação com sentimentos, comportamento simples mas importante

Sistemas do Módulo de Simulação

Olá amiguinhos. Eu decidi reescrever meu livro num formato mais cientifico, mas que também atenda ao meu propósito de explicar para o publico mais leigo. Eu acredito ter gostado do resultado que deu os três primeiros capítulos, embora eu ainda vou revisar pra ver se ficou exatamente como eu quero. Um livro que construa conhecimento e não simplesmente o dê. Mas fiquei satisfeito em ter feito essa alteração, pois deixo o texto mais rico e eu tive até que fazer algumas pesquisas pela internet pra ser mais realista. Tirando essa novidade, as outras ainda não são muito concretas e eu as deixarei para a próxima postagem. Vamos ao assunto de hoje.

Normalmente quando eu penso em algum assunto, eu tento pensar também como eu penso nele, qual abordagem e a melhor forma de resolvê-lo. Na verdade eu não faço isso sempre, mas só quando eu me lembro. Eu faço isso pra ter certeza de que não foi apenas sorte ter descoberto aquele assunto, pois eu me preocupo muito com isso. E eu fico realmente com raiva quando eu descubro algo quando eu não quero descobrir nos meus momentos sem nada pra fazer, que acabam virando momentos de meditação. Esses momentos me renderam muitas descobertas e normalmente acontecem quando eu estou na cama, tentando dormir, no ônibus, esperando a viagem passar ou no blog, escrevendo sobre algum assunto, normalmente.

É importante sim parar pra pensar nos motivos e causas de tudo ter acontecido, principalmente no porque eu pensei no momento de meditação algo que eu deveria ter pensado na hora do acontecido, então eu comecei a estudar, e é sobre isso também que eu vou falar ainda nesse tópico. Cheguei a conclusão que quando você está pensando e se dedicando a uma solução, seu cérebro apaga o resto e só se foca ao sistema criado por você e na solução dele. Porém, em determinados casos, há um sistema periférico que também atua no caso, e esse sistema tem uma forte influencia sobre o sistema que você está pensando e você não percebe isso, por focar de mais num sistema só. É por isso que, quando você se desliga da tentativa de resolução do sistema-problema, você acaba identificando o sistema periférico ao procurar motivos de situações do sistema principal e, por conseqüência, acaba descobrindo novas informações, muito úteis para o sistema principal.

Isso também acontece quando há brigas instintivas no calor da emoção. Se você não adota uma filosofia para conduzir tal situação, provavelmente você vai agir de um modo que depois, ao se pensar, você imaginaria que seria melhor agir de outra forma. Mas é tudo uma questão de tempo e focalização mesmo. É por isso que eu fiz tantas descobertas quando eu estava simplesmente pensando a toa nos acontecimentos do dia e também, é por isso, acredito que Einstein disse, “Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio, e a verdade me é revelada.”.

Como irei falar na próxima postagem, estou cada vez mais tentando aprimorar meu diagrama do cérebro humano, e sendo assim, comparando-o com a realidade. E esse comportamento apresentado aqui pode ser exemplo de que o módulo de simulação pega da memória formando um sistema e tenta simulá-lo, até o módulo evolutivo ficar satisfeito. E portanto, há a ligação módulo de simulação e módulo evolutivo. Contudo, a memória só é acessada, como se mostra, quando o módulo de simulação aciona o módulo evolutivo para ele vasculhar a memória ou quando o módulo instintivo faz isso por quaisquer dos seus motivos, e, quando o módulo de simulação monta sua imagem com a ajuda do módulo evolutivo, ele fica simulando até conseguir.

Ele não pede mais informações devido ao fato de todas as informações instintivas relacionadas ao sistema já terem sido pedidas a memória, e isso satisfaz o módulo evolutivo por causa das suas pré-definições. Por isso, vai lá o módulo de simulação procurar uma solução dentre o sistema e só acessa memória de novo quando empaca em alguma coisa. Contudo, se ele tem uma visão geral do sistema mas não vê a necessidade lógica de se ligar ao sistema periférico, o módulo evolutivo também não vai fazer isso. Por isso que é importante se desligar do sistema e tentar montar um maior, vasculhando logicamente ainda mais o sistema no módulo de simulação, a fim de encontrar fatos sem explicação que, cuja a explicação seria o sistema periférico.

Falando sobre o outro assunto que eu estava pensando nesse dia, é quanto também ao módulo de simulação. Eu associei meio que sem querer o fato de haver pensamentos que humanos gostam de pensar e outros que humanos não gostam de pensar, principalmente os humanos que tem alto nivel emotivo, com a caracteristica do módulo evolutivo de classificar a memoria com a importancia evolutiva que lhe é atribuida na hora e assim, especificar quanto a memoria é importante ou não para ser usada futuramente pelos outros módulos. E então eu encontrei a relação de módulo evolutivo, vontade de entrar na mémoria e vontade de pensar nessa memoria.
Por exemplo, um humano normalmente gosta de lembrar um fato que sua memória classifique como ruim, como alguma besteira que ele fez e se arrependa, e não veja vantagem nenhuma em lembrar-se disso ou então alguma morte ruim de um ente querido. Contudo, isso também é passado para o módulo evolutivo, quando uma pessoa imagina, mesmo não sendo verdade, a morte de um ente querido, esse pensamento tem forte dificuldade de continuar no módulo de simulação. Isso porque provavelmente o módulo evolutivo classifica esse sentimento, de acordo com a pré-definição, como ruim, e tenta tira-lo com dosagem de sentimentos ruins. Isso mostra que o módulo evolutivo funciona colaborativamente com o módulo de simulação, e que isso também pode ser o motivo pelo qual pensamentos e simulações boas tendem a continuar na cabeça das pessoas. Enfim, é o mesmo comportamento da memória, porém, no âmbito simulativo.

Bem, isso me prova que é importante me dedicar a um evento até achar o seu motivo, não importando o quanto esse evento seja ruim ou não pra mim, e se eu não conseguir fazer isso, que o deixe guardado na minha memória até o momento em que eu tenha conhecimento e condições o suficiente pra fazê-lo, também me mostra que meu modelo de diagrama tem alguma função prática, até agora, embora também seja bom eu revisar todo o sistema pra ver se meu diagrama está atendendo a tudo, farei isso qualquer dia desses. O diagrama do cérebro humano pode ser visto aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/ola-amigunhos-hoje-to-sem-muita-vontade.html Enfim, até mais e boa noite para todos que deixarem o próximo assunto para outro dia.

domingo, 16 de maio de 2010

Abstrações e Tecnicas nas matérias escolares, diferenças e analise

Abstrações e Tecnicas

Olá amiguinhos. Depois desses cinco longos dias sem computador e mais alguns dias retornando a normalidade no PC, vou fazer a postagem de hoje. Faz algum tempo que eu estava querendo escrever sobre ela, desde que eu entreguei meu texto sobre o ensino médio ao pessoal da escola, mas antes, vamos as novidades, eu tenho algumas. Nesses cinco dias, eu passei visitando meu amigo e pegando anime com ele, e assistindo o mesmo, e eu finalmente to divulgando meu livro, mesmo sem ele estar pronto, só pra saber como seria os primeiros comentários. Foram do jeito que eu esperava, e eu realmente vi a necessidade de refazer pra poder publicar em algum editora. Enfim, de resto, está tudo normal, agora vamos a postagem de hoje.

No meu texto sobre o ensino médio, que pode ser encontrado no link http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/04/novo-modelo-de-ensino-medio-segundo.html eu falei que o ensino médio atual utiliza muito o conhecimento técnico e pouquíssimo do conhecimento abstrato, e que deveria ser ao contrário, já que ninguém vê necessidade de aprender tanta técnica se em seus planos de vida, não há necessidade delas. O que eu vou fazer nessa postagem é explicar melhor esses conceitos de conhecimento técnico e abstrato, e explicar como isso pode influenciar o nosso ensino médio atual.

O principal motivo pelo qual os alunos e os pais dos alunos perderam a credibilidade do ensino médio, é realmente a falta de necessidade de usar as técnicas, algumas vezes. Técnica por técnica, mesmo você estudado alguns anos e ter criado a técnica, há muitas probabilidades de você se esquecer com o passar do tempo. E o que fica? Só o esforço perdido. Provavelmente, menos os pais que usam as técnicas em seu trabalho e esses sim sabem seu real valor, mas são poucos, a maioria dos pais atualmente não dão valor as técnicas, e passam isso pro filho, não mais obrigando-os a tirar nota alta na escola, mas sim apenas, passar de ano.

Os filhos demonstram essa atitude em sala de aula, com a falta de comprometimento na aprendizagem das técnicas. Os pais desses alunos sofreram bastante com a rigidez das escolas de antigamente, e era por isso que eles estudavam. Agora, esses alunos não têm isso para pô-los na linha. Algumas pessoas defendem que isso deveria voltar, mas a maioria delas também se deram bem por causa dessa rigidez, e são poucas. É ai que eu percebo também, que pouquíssimas pessoas em relação ao tamanho total da população brasileira, sabe as principais teorias cientificas que explicam os maiores acontecimentos de nossa sociedade, como por exemplo, a teoria da evolução e a teoria da relatividade. Duas teorias que, só no âmbito abstrato, sem técnica, já se mostram satisfatórias para compreender uma boa parte dos eventos que acontecem em terra, e com isso, aumentar o nível de interesse das pessoas pelo mundo do conhecimento.

Pra que então utilizar as técnicas de se calcular velocidade em física (a menos que se trabalhe com isso), se isso não nos ajuda a sabermos como ou porque o nosso universo é como é? Enquanto a pessoa é jovem, cheia de dúvidas e respostas não respondidas, há espaço em sua filosofia para ser plantada a semente do mundo do conhecimento, contudo, quando ela vai crescendo, esse espaço cada vez mais é preenchido com outras coisas, outros interesses, outros rumos de vida, e perdemos pessoas que são capazes de criar e passar conhecimento entre outras coisas. A semente que é plantada é a semente da técnica, e essa não vai ter motivos para crescer, a menos que se trabalhe com isso, pois que tipo de conhecimento a técnica trás? Mas quando passarmos a ensinar as abstrações, as pessoas vão perceber como o mundo do conhecimento é simples e ao mesmo tempo, complexo, e elas vão entender começar a poder compreender toda a sua complexidade e beleza e mesmo se não crescerem muito para essa área, vão ter pelo menos uma base racional para se trabalhar em sociedade melhor, evitando assim menos discussões, melhores teorias e bases de trabalho e mais mão de obra qualificada e mais produção e consumo.

Já falada a importância para mim do ensino abstrato das matérias, não deixando de lado também o técnico, já que ele serve pra demonstrar as coisas na prática e como utilizá-las pra provar uma teoria ou não, vou agora falar como cada matéria pode ser ensinada de forma abstrata nas salas de aula e como passar a importância disso para os alunos. (Eu já tentei fazer isso no meu blog mas ficou muito desorganizado)

Português: A parte abstrata do português é muito pouco, já que o estudo do português está na importância que temos em nos comunicar, e comunicação é algo técnico. Contudo, há espaço para demonstrar a importância de se estudar português, do porque criadas tantas classificações para tantos tipos de comportamentos da nossa língua, a relação com outras línguas, a história e curiosidades da etimologia da língua portuguesa, estudos da lógica da língua portuguesa e da comunicação, entre outras coisas. Mas resumindo, o que pode ser considerado muito importante é a importância de se escrever bem ou razoavelmente bem e a relação disso com a lógica.

Matemática: A parte abstrata da matemática realmente é muito abstrata, de qualquer forma, eu acredito que a base técnica básica deve ser passada, como somar, subtrair, multiplicar, equações, etc. Logo depois, junto com as abstrações das outras matérias, mostrar como a matemática se alia a elas para provar teorias e ponto de vista, paralelo a isso, o estudo da matemática um pouco mais avançado, isso demonstrará a importância da matemática. Nela também há espaço para estimular o imaginativo das pessoas, quando se pede pra criar teorias ou técnicas pra responder tais questões, as pessoas vão ter que estimular sua capacidade de lógica para pensar naquilo, além de poderem se perguntar como a matemática consegue funcionar sempre exata. Mas a cima de tudo, a importância da matemática para as outras matérias e a relação com a lógica.

Biologia: A parte abstrata da biologia fica com teorias grandes, como a teoria da evolução, e principalmente ela. E então pode-se começar a explicar e a relacionar a teoria da evolução com as cadeias alimentares, comportamento dos animais e das plantas, ecossistema e tudo mais, daí criar o interesse do aluno pelas técnicas biológicas e assim sim, começar a apresentá-las. Como funciona todo esse sistema? O aluno sabe qual é o sistema, mas não sabe como funciona, mas ele já tendo a curiosidade, fica mais fácil ensinar, e então pode-se relacionar os conhecimentos com a curiosidade do sistema, com o sistema em prática, com o sistema explicando o cotidiano e etc.

Física: Mesma coisa que biologia, mas sendo a teoria principal a teoria da relatividade. Desta forma, explicando como funciona o universo, o aluno vai ter uma visão geral das coisas como “um sistema”, e então vai querer saber como funciona esse sistema, e ai sim é um bom momento para se aplicar o conhecimento técnico e relacioná-lo com eventos da mesma forma que eu expliquei em Biologia.

Química: Mesma coisa que a física, mas tendo como principal teoria, o átomo e seu funcionamento. Na verdade, química é mais técnico que física, mas ainda sim, há alguma coisa de abstração. Os procedimentos sobre eventos podem ser parecidos com os outros também e para explicar mais detalhadamente o funcionamento da biologia celular e porque ocorre todas as reações químicas, explicação das matérias, do estado físico das matérias, como átomo se relaciona com o estado físico das matérias entre outras coisas.

Geografia: Pode ser usado para explicar a atual situação do nosso planeta, seja economicamente, seja demograficamente e sobre muitas outras formas que envolvam os estudos geográficos. Explicar como a geografia pode nos auxiliar, por exemplo, a entender a situação do nosso pais, a entender o que se passa nos repórteres sobre o cenário internacional, entre outras coisas, é uma boa forma de se ensinar geografia. Geografia pode ser ensinado da mesma forma que se ensina história, que será dito a seguir.

História: Como geografia ensina o presente e em como os elementos do presente se envolvem para formar nossa atual dinâmica de convívio social do planeta, a história nos ensina como cada coisa foi se tornando o que é. A história poderia começar primeiro por nossa própria região, explicando como a economia se consolidou daquele jeito, como a cultura se deu daquele jeito, e em seguida, ir se expandindo para os nossos vizinhos de região, as nossas regiões brasileiras, o Brasil como um todo, as Américas e o enfim, o mundo. Isso partindo do pré-suposto que o aluno irá ter curiosidade de saber o porquê as coisas ao redor dele são como são, e a partir do momento em que ele compreender as coisas ao redor dela, ela vai querer compreender as coisas ao redor do redor e assim por diante.

Artes: O aluno deve primeiro compreender a abstração da arte. Compreender porque a arte é valorizada e a história da arte, a partir de então, deve ter uma noção de arte instintiva e arte racional e ser explicado à lógica dos conceitos artísticos e daí a partir daí, ser incentivado a fazer arte com suas próprias mãos. O aluno fazer arte com suas próprias mãos é importante para ele compreender o valor do trabalho manual e para ele conhecer a si mesmo como humano e conseqüentemente, conhecer os humanos. O interessante seria propor varias formas de arte e incentivar o aluno a fazê-las a seu estilo e fazer com que todos compreendam e respeitem aquele estilo, seja ele racional (conceitual) ou instintivo (gostar ou não gostar).

Educação física: O objetivo de educação física é obrigar aos jovens a perder o sedentarismo e com isso, aumentar a sua saúde. Quanto a isso, a única coisa que se pode fazer, eu imagino, é um trabalho de conscientização para os alunos e o bom senso de por educação física nos horários escolares. Mas não sei como é educação física nas outras escolas.

Bem, o ensino fundamental pode continuar como está, ensinando as principais técnicas e conceitos, conhecimentos para dar suporte mínimo ao aluno entrar bem nas abstrações do ensino médio. O primeiro ano pode ser dedicado bastante as abstrações, já o segundo, pode ser dedicado meio a meio, abstração e técnica, já o terceiro pode focar mais nas técnicas, mas não esquecendo as abstrações.

O problema disso é que a importância do professor aumenta ainda mais, assim como sua responsabilidade, já que para ensinar abstrações, deve-se ser mais profissional ainda. Por isso, é importante o treinamento para os professores e os conceitos de racionalização do sentimento e estudo cientifico, além do mais, também acho bom unir com aquela idéia de fazer os alunos decidirem e atuarem na sala de aula, a participação dos psicólogos tem que ser muito maior nas escolas. Enfim, é isso gente, sem vontade de criar um parágrafo só para despedida, boa noite a todos e até a próxima. (OBS: A idéia pode ser vista nesse tópico: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/02/meu-novo-sistema-disciplinar-escolar.html).

sábado, 8 de maio de 2010

Diagrama do cérebo humano e explicação das principais relações

Diagrama do Cérebro

Olá amigunhos, hoje to sem muita vontade de escrever, e só farei isso pra divulgar e deixar registrado a minha primeira tentativa de fazer um diagrama do cérebro humano onde tenha como principal objetivo tentar desevendar o funcionamento fisico do cérebro. Utilizei bastante os conhecimentos que eu obtive no tópico que escrevi anteriormente (http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/estudo-do-cerebro-humano-focado-na.html) e também usei algumas deduções, de tal forma que ficasse coerente com minhas teorias não físicas sobre o cérebro humano.

Pra começar a falar sobre o diagrama, vou apresentá-lo. Segue a baixo.
Como vocês podem ver, eu tive uma pequena preocupação em interpretar fisicamente mesmo. Pra começar, há a entrada de sinais elétricos, sendo tais sinais percebidos por nossos sentidos corporais e transformados em elétricos de tal forma que o cérebro perceba e interprete. Após isso, ele vai pro reconhecimento e interpretação de sinal, onde ele reconhece e interpreta e decide o que é melhor fazer, se é mandar pra reação automática dos reflexos, se é mandar pro módulo de simulação ou se é pra mandar pro módulo evolutivo. Na verdade, o reconhecimento e interpretação de sinal é a junção dos três, e aquele que for mais necessário segundo as pré-definições será usado, mas eu juntei pra ficar mais organizado e depois separei eles. Contudo, há uma prioridade ao módulo evolutivo. Por exemplo, se algo acontece, você primeiro vê se é necessário alguma ação emergencial ou não. Se não for, seu módulo evolutivo decidirá se é necessário ou não contatar o módulo de simulação pra ver qual atitude tomar naquele caso. Mas se o módulo de evolução já souber qual atitude tomar, ele toma.

Agora vem os três principais comportamentos humanos. Vou começar pela reação automática, que é o que faz o humano tomar uma reação automática caso o reconhecimento de sinais não tenha tempo de passar para emoção ou módulo de simulação. É no reação automática também que tem os sistemas de defesa, seja social, seja físico. Passando para o módulo de simulação, ele é responsável por pegar a nossa memória e utilizar parte dela pra criar uma simulação, é desta forma que somos capazes de imaginar, raciocinar, decidir o que é melhor ou não é, planejar e sentir coisas. Dependendo da concentração, você é capaz de lembrar da sensação de quaisquer sentidos sensoriais. O módulo evolutivo o influencia porque é a partir do módulo evolutivo que a pessoa sente algo quando imagina.

O módulo evolutivo ou emoção é o responsável por decidir o que te faz ou não ter mais chances de sobreviver e evoluir e o quanto você deve se apegar a cada coisa. Ele é basicamente responsável pelas várias emoções que há. O raciocínio influencia ele pois por rápidas linhas de pensamento, o instinto desiste ou não de alguma idéia. Os que fazem a pessoa ter reação corporal é a emoção e a reação automática, sendo o módulo evolutivo o responsável por modificar as pré-definições e fazer simulações.

As pré-definições são responsáveis por guiar nosso módulo de reação automática e módulo evolutivo a julgarem o que é melhor a se fazer de acordo com a situação. Eles são a parte fixa dos humanos, que pode ser modificada através do módulo de simulação, que é o pensamento. É o módulo de simulação mais a memória que forma a filosofia, que controla as pré-definições. Mais especificadamente, no caso da reação automática, a pré-definição decide se você reage defendendo, atacando, esquivando, se você faz ou não faz algo ou fala ou não fala algo. Na pré-definição do módulo evolutivo, é onde se regula o que é ou não bom pra você e como seu sentimento reage, se apega, se despega, decide se é melhor pensar ou sentir, define o nível de evolução que você aceita entre outras coisas.

O objetivo do módulo de reação automática é tomar decisões rápidas e fazer movimentos corporais. Se necessário, ele pede ajuda das emoções pras emoções liberarem sentimentos como adrenalina no corpo, para então ter uma resposta de saída mais eficaz. Talvez o módulo de reação automática e o evolutivo sejam o mesmo, mas se comportam de maneiras diferentes de acordo com o tempo. Além do mais, fechar os olhos quando algum perigo chega é reflexo, e isso não está ligado as emoções, porque você fecha os olhos independente de tudo. O módulo de evolução é o único que consegue modificar a de forma definitiva. O módulo de simulação só acessa a memória para buscar dados e fazer suas simulações, as simulações são observadas pelo módulo de evolução, e as simulações que são úteis, são guardadas. Além do mais, qualquer experiência é analisada pelo módulo evolutivo, aquelas que são úteis, são guardadas.

A memória tem a capacidade também de influenciar o módulo de reação automática, já que a partir do momento que um comportamento automático deu certo com você, ou você planeja um comportamento automático que segundo suas simulações, vai dar certo, ele guarda tudo lá e quando esse acontecimento acontece, seu módulo de reação automática dá uma rápida busca nas memórias e faz o que você planejou. Como eu falei na postagem anterior, quanto mais importante for o fato, mais sentimento o módulo evolutivo atribui a ele na memória, e respectivamente, mais importância. É dessa forma que o módulo de simulação modifica as pré-definições.

Embora eu tenha fortes argumentos pra achar que haja um conjunto de pré-definições vindas quando você nasce, ou uma forma de fazer você fazer pré-definições importantes quanto pequeno, como por exemplo, gostar de quem te alimenta, eu não tenho certeza se a pessoa já nasce com as pré-definições ou adquire elas depois. Contudo, o que eu sei é que esses módulos de pré-definições podem ser modificados através do módulo de simulação, justamente quando o módulo de simulação grava na memória que influencia as pré-definições como se deve agir. Além do mais, quando se faz associações entre comportamentos, sentimentos e resultados pelo modulo de simulação e isso esteja totalmente coerente em nossa cabeça, ele acaba afetando o modo com que as pré-definições vêem as coisas.

Sinceramente, eu acho baixa as chances deu ter acertado como o cérebro funciona fisicamente, mas, pelo menos, esse diagrama pode servir como uma sintese ou atalho de como o cérebro funciona pelo menos teoricamente. Bom amiguinhos, isso é tudo por hoje, abraço forte para todos e até mais.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Estudo do cérebro humano focado na memória e no funcionamento e relações com os orgãos sensoriais

O cérebro humano e sua semelhança aos PCs

Olá amiguinhos. O engraçado é que a partir desses tempos, sempre que eu escrevo algo novo, eu imagino que é a ultima vez, mas sempre eu arrumo o que escrever de novo, só não sei como. A cada dia eu consigo me aprofundar mais, também não sei até quando, imagino que será até quando eu tiver novos dados, e dados é uma coisa que sempre há de novo na psicologia, e como vocês podem ter percebido, é fácil deduzir qual será o assunto de hoje. Psicologia. Mas antes, gostaria de ressaltar que essa semana eu tive uma grande atividade social, estou até assustado comigo mesmo, hoje foi o único dia que eu fiquei o dia todo no PC, e imagino que será o ultimo dia pro resto da semana também. Tirando isso, parei de jogar Mech Hero, embora eu tenha um fascínio pelo jogo e de vez em quando eu vá dar uma acompanhada, o jogo toma muito tempo e eu não estou disposto a me viciar pra me tornar bom. No mais, vamos ao tema que é: A memória humana e as atividades de associação com os sentidos.

Sim, esses dias eu parei e imaginei como funciona a memória e como há a transformação de dado sensorial pra dado de memória. Bem, tive que também ter uma prévia de imaginação sobre como o cérebro humano funcionava, e eu já li em alguns lugares que ele funciona por ciclo. Eu até imagino que seja verdade, e prova disto, são os momentos de estresse e relaxamento. Eu mesmo na escola, as vezes passo de momento de relaxamento para momento de atenção em poucos instantes, quando algo me faz ativar a cabeça, antigamente eu sabia fazer isso sempre, esses tempos eu acabei relaxando e esquecendo, vou voltar a me lembrar como faz, mas é algo como forçar pensamentos e dar atenção emocional as coisas em volta.

Funcionando o cérebro em ciclos, eu comecei a imaginar como o cérebro conseguia se manter em ciclos. Imaginei logo um computador e seus bits de 0 e 1. Lembrei que as sinapses funcionam por meio de reações químicas e magnetismo ou eletricidade, não lembro ao certo, mas que existem bombas que utilizam pólos negativos e positivos pra fazer funcionar um impulso nervoso. E tcharam, já sei como o cérebro funciona. Na verdade só estava no começo. Agora a dúvida que me surgiu era, como diabos esses ciclos se associam a nossos sentidos sensoriais e a memória? O engraçado foi que eu nem precisei pensar muito, pois de novo, o computador me deu a luz. Sim, funciona parecido com o computador, segundo minha teoria, porém, a diferença é que o computador funciona por eletricidade e movimentos físicos muito simples e determinados, e a mente humana funciona por reações químicas de mais complexidade, onde, por ser reação química, a capacidade de associação entre dados é muito maior do que a do computador, que é reação física. A reação física envolve muito menos dados e possibilidades em pequenos espaços que a reação química, por isso a vantagem da mente humana. Se bem que já está sendo pesquisada spintronica, dados quânticos, processadores em 3D entre outras coisas.

Já sabendo que envolve reação química, fiquei imaginando que o processo do cérebro é parecido com o do computador, com a diferença de que não há memória fixa, fica tudo rodando em ciclos, inclusive nas memórias curtas e longas. Quando sentimentos alguma coisa por meio de nossos órgãos sensoriais, esse sentimento é convertido em reação química, elétrica ou nervosa que nosso cérebro consegue processar e guardar em forma de ciclo, e por isso, ela fica lá e consegue ser associado a outros estímulos por meio do módulo de simulação. Com isso, o nosso cérebro consegue guardar de forma parecida a maioria dos estímulos, consegue associar esses estímulos a quais deles nos fazem ter mais chances de evoluir, e com isso, consegue associar bons sentimentos a estímulos que nos conceda mais chances de sobreviver e evoluir.

O que me deixou em dúvida é se o cérebro já vem ou não com uma pré-biblioteca de estímulos que o fazem associar a boa chance ou não de evolução, mas eu imagino que sim, embora seja uma biblioteca bem simples, mas bem útil, como a associação de sons agressivos e animais ferozes, talvez seja essa biblioteca que nos faça gostar de músicas e tudo mais, e se pensarmos bem, o cérebro associa o som de agressividade com algo agressivo, mas o som de agressividade poderia ser associado de forma diferente, ou seja, acredito que há uma relação, do mesmo modo que deve haver uma pré-relação com algumas coisas que achamos bonitas ou não também. Mas eu preciso de mais dados e mais estudo sobre essa parte.

Quando eu digo que não há memória fixa nos humanos, é por dois motivos: Primeiro porque eu acho pouco provável reações químicas serem estáveis a ponto de se tornarem memórias fixas e certinhas na mente humana. Segundo, porque a mente humana nunca se desliga, só descansa, e como tal, se mantém em ciclos, embora que mais lentos. Dessa forma, fixar algo se torna meio difícil, além de inútil, já que algo fixo seria difícil reação química, então a evolução tratou de tirar, se algum dia existiu. Além do mais, há provavelmente mais de uma área para diferentes tipos de memórias, e há diferentes tipos de reações pra cada memória. Isso porque eu já assisti filme de gente que perdeu a memória longa mas não a curta, que perdeu a capacidade de reter memória enquanto dorme, por isso perde, e também que ao perder toda a memória longa, mas ainda sim continua com suas habilidades corporais, como escrever e andar de bicicleta, além das que perderam suas habilidades corporais por algum tipo de lesão cerebral, mas que pode se reabilitar com um re-treinamento, como gente que perde movimento das pernas e tem que fazer fisioterapia.

Também, segundo meus estudos, outra característica da memória é lembrar daquilo que é importante evolutivamente falando, por isso, a memória se associa ao sentimento, e quanto mais sentimento se põe em uma memória, mais difícil é de esquecer. Talvez esse sentimento seja algum tipo de reação química forte que faça o cérebro perceber a presença daquela seqüência de reações nervosas que são a memória, e por isso, seja mais fácil lembrar dela que das outras. Além da memória associativa, que sai associando seqüências parecidas. O cérebro parece compactar as informações com associações, sendo esta uma ótima forma de memorizar estudos ou coisas importantes e de lembrar das coisas. Uma prova é tentar relembrar o que você fez pra lembrar de algo ou então a técnica de associar uma coisa ou outra para fins de estudo.

Interessante também notar a semelhança com o computador, só que em vez de usar bits, usa sistema nervoso. Não sei se vocês sabem como funciona um computador, mas eu imagino como funciona. Um conjunto de bits pra abrir um leitor de DVD quando passa por um sensor faz com que esse sensor retorne verdadeiro pra onde está conectado, e desta forma, faça uma corrente elétrica se ativa, e essa corrente elétrica é responsável por, por exemplo, abrir o leitor de DVD. Da mesma forma ou parecidamente, acredito que funciona o cérebro humano. Só que com muito mais áreas, etc, etc e etc.

Enfim amiguinhos, por hoje é só. Preciso ir, amanhã eu faço uma postagem com um diagrama relacionando as atividades principais do cérebro pra que ocorra a relação de entrada e saída do nosso cérebro. Também terá a relação entre memória, e poderemos ver como o emocional e racional se inter-relacionam em nosso cérebro. Desculpem a redundância ao escrever, escrevi meu apressado hoje, abraços a todos e boa noite.