Olá galerinha do mal, hoje eu escrevi bastante, e ainda to com vontade de escrever, e meu amigo Mario teve uma dúvida de matemática, eu tentei ensinar a formula pra ele, mas nem a formula ele conseguiu aprender, ele não conseguiu principalmente porque não estava com vontade, eu mandava ele fazer as coisas e ele não fazia, agora eu sei como um professor se sente quando eu não faço tarefa de casa. Bem, a dúvida do Mario era sobre potencias, eu já vou escrever aqui. O problema é que eu não lembrava de forma alguma como fazia, eu realmente tinha esquecido mesmo, eu fui vendo e tudo mais, e acabei abrindo o caderno, ai eu lembrei. Por algum motivo, eu acredito que quando eu to escrevendo, eu consigo um avanço melhor nas minhas idéias, talvez porque eu esteja a pondo organizadas e não esqueço, por isso, vou desenvolver a idéia agora.
Só lembrando, isso é só um estudo informal de aprofundamento no assunto, tenho certeza que pessoas que gostam de matemática tanto quanto eu, já observaram isso. O assunto é sobre potencias, por exemplo, A².A²=?, mais ou menos isso. Eu vou botar logo a formula aqui, logo mais explicarei. A formula é:
am.an = an+m; am % an=an-m; (an) m= am.n
Essas são as formulas para operações diversas com potencias, mas, é fácil decorar, muito fácil. Para mim, a melhor aprendizado na matemática e fazê-lo progredir é explicado as coisas desde sua raiz. A pessoa poderia só se limitar a essa formula, mas entender seu funcionamento seria bem melhor do que apenas entender. Eu lembro que um antigo ex-professor de história Flávio me perguntou, pra que você quer arrumar uma porta já aberta? Ele usou essa metáfora porque eu disse pra ele que gosto da filosofia de Sócrates, de perguntar o porquê de tudo, ai ele disse que alguém já fez isso, e que só era eu ler e aprender que seria melhor. Naquele tempo eu fiquei calado por não ter resposta na ponta da língua, mas eu sabia que aquilo não era muito bom, porque eu acreditava que o conhecimento deveria ser uma coisa que vem progredindo, principalmente filosofia. Hoje em dia eu falaria para ele, eu preferiria eu mesmo descobrir como fazer a chave para destrancar a fechadura, para assim, aprender para usar tal experiência em outros casos, e também, eu mesmo fazendo a chave, teria uma idéia se a porta valeria à pena ou não. Mais ou menos isso.
Outra coisas que eu gosto muito de fazer é fazer as coisas mais complicadas do modo mais simples, é assim que eu consigo verificar as vezes se minhas idéias matemáticas estão certas ou não. Vamos as formulas a escritas a cima. Lá diz que, am.an = an+m, mas por que isso? Seria legal termos um bom exemplo pra saber se isso está certo ou não, e é o que eu vou fazer agora, a será 2, m será 3 e n será 4. No caso ficará 23.24=23+4=7. O que fica estranho na minha cabeça as vezes é o fato de vezes nos números se transformar em mais nos expoentes. Mas, seguindo a formula, o resultado será 8.16= 128. Bem, podemos comprovar que é verdade, porque 8=2³, 16 = 24 e 128 = 27. Mas por que acontece isso? Antes disso, já notaram que uma potencia representa um número? Por exemplo, 8 pode ser representado por 2³. Agora eu vou tentar explicar o negocio de vezes e soma que eu entendia a cima.
Pelo o que da pra perceber é que isso acontece por causa da fatoração, por causa da quantidade de valores primos. Um número é composto por números primos, ai por exemplo, 8 tem 3 dois se multiplicando, por isso que ele é 2³, e um numero se multiplica com outro, na verdade, ele uni as duas multiplicações, no caso, os dois expoentes, já que a base é a mesma. Quando se trabalha com bases iguais, o que determina a diferença do número é o expoente. O expoente significa o número de vezes em que a base é repetida, pra forma o número. E potencias de mesma base vezes os números, ai os números meio que representa já a multiplicação, ai quando se multiplica um pelo outro, como a base é igual, a única coisa que muda são os expoentes, ai os expoentes são a quantidade de vezes que os números se multiplicam, ai se multiplicar um pelo outro, é como se fizesse uma ligação entre um e outro, e essa ligação vira soma entre os expoentes, ai por isso que soma.
Uma outra coisa também que me confundiu bastante é o que acontece na soma. Bem, na potencia, há uma continuação pra formar o número total, já na soma, não acontece isso, pois não há a ligação que é a multiplicação. Vejam só: 2³+2²= 2²3¹. No caso, 8+4=12, houve uma interrupção bem ali, ai deu no que deu. am % an=an-m Nesse caso, já que a multiplicação é daquele jeito, nada mais natural que a multiplicação seja o contrario não é? No caso do mais lá nos expoentes, fica menos, porque é como se a multiplicação tivesse subindo, ai depois desce ai por isso que é m-n. Por exemplo, 4/2 é 2²/2¹=2¹. 2³/2¹=2² e assim por diante. Bem, se como é seqüência, quanto mais alto o expoente, mais alta é a dobragem, por exemplo, 2²=4 e 2³=8, porque é 2, 4, 8, 16... ai vai subindo duma forma muito grande, ai 1 de expoente faz diferença.
Agora, nessa formula: (an) m= am.n. Nesse caso, o “m” multiplica o “a” e o “n” ao mesmo tempo, mas o “n” multiplica o “a”, então o “m” só multiplica o “n”. Mas, diferentemente desse caso “am.an = an+m” o “m” não ta com base, ele ta multiplicando o “n” que ta multiplicando o “a”, naquele caso, o “m” tava multiplicando o “a”, que tava multiplicando o “a” do “n”, ai soma os dois. Mas, como esse caso é diferente, é “m” multiplica o “n” que multiplica o “a”, como eu falei a cima, ai fica “am.n”, Ai os dois multiplicam a mesma base, ai multiplica base por base... É meio difícil de explicar, mas se lerem com atenção, acho que serão capazes de entender.
Matemática tem uma semelhança muito grande com filosofia, há muitas interpretações sobre a mesma coisa, como por exemplo, 2²=4, pode ser tanto um como outro. Mas, uma coisa é certa, tudo é certo, tudo é exato. Por isso que dizem que matemática é a ciência exata, porque lida com a exatidão das coisas. Uma vez, eu vi em uma comunidade no orkut de matemática, e um cara disse assim: “A matemática é exata, mas não é precisa” isso quer dizer, ele é exata, mas não precisa, e precisão nesse caso, é a velocidade, a redundância com que se chega na exatidão. Só uma curiosidade, eu acho que a palavra “Ciência” vem do verbo “Ciente”, que é “ter ciência”, “saber”. Ciência é você saber das coisas, saber o que é verdade, e se faz isso por meio de testes. Testa-se quais teorias são verdade e quais não são, com isso vai se formando uma sabedoria maior, a ciência das coisas.
Bem, com o conhecimento aprofundado, fica mais fácil de assimilar (Verbo que meu professor de matemática chamado Belo sempre usa) o conhecimento, com isso, você progride mais e etc. E quanto mais conhecimento melhor. Com isso meus amiguinhos, eu vou me despedir de vocês pra ir dormi, abraços pra geral. Qualquer dúvida usem os comentários. Fui!
Seguir leis sem saber o porquê de sua existência ou significado é uma ignorância que pode levar a burrice ou perda de pontos estratégicos. Por isso, sigo apenas as minhas próprias regras. Por: Leandro Moura
quarta-feira, 11 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
Observações sobre: ponto de vista sobre o aborto Observações sobre o texto anterior
Eu só vou fazer umas pequenas observações quanto ao texto anterior.
Primeiramente, há uma diferença entre evitar que a vida se forme e evitar que a vida já formada possa continuar. Uma vida que ainda vá se formar, e não se formou, há chances de que ela não se forme, e também o estágio estará no começo, que é o caso da camisinha, que eu falei anteriormente. Uma vida já formada já está num estágio mais avançando, e, tem mais chances de nascer. É o caso do aborto. Mas não é sobre isso que eu quero falar agora. O que eu vou falar é um pouco mais sobre a mãe e tal.
Eu falei anteriormente que, a mãe é responsável pela decisão de abortar o filho ou não, e que psicologicamente, a mãe poderia sofrer no futuro caso se arrependesse de ter tomado a decisão de abortar o filho. Talvez as coisas pudessem ficar um pouco menos graves se ela recebesse apoio psicológico e tudo mais. Uma coisa que o Elon me ensinou e que eu gosto muito de fazer, é pensar em como seria as coisas na natureza selvagem, depois passá-las pra sociedade e então adaptá-las ao nosso contexto e ver a realidade da selva de pedra. Tal coisa eu farei com uma mãe com um filho agora.
Na natureza selvagem, uma mãe com um filho na barriga, certamente conseguiria procurar mais alimentos para conseguir se alimentar mais e ao filho também, mas, na sociedade, isso é um pouco mais complicado, já que se a mãe não trabalha, não tem como sustentar o seu alimento e conseqüentemente o do filho. Provavelmente, se uma mãe na selva não tivesse nenhuma condição de cuidar do seu filho, ela o abandonaria e iria se salvar, para que depois pudesse ter mais filhos e cuidar melhor deles. Tal coisa é o que uma mãe faz hoje, ao recorrer ao aborto. O governo não quer isso, e a única coisa que provavelmente o governo pode fazer para ajudar a mãe em uma hora dessas é dá sustento ao seu filho. Mas o governo não pode sustentar todo o filho por ai, então a mãe fica sem ajuda do governo, e já que o governo não ajuda, a mãe tem direito de fazer o que quiser com o filho dela.
Eu não tenho muitas informações sobre isso, mas a mãe poderia ter o filho também e botá-lo num orfanato. Mas até ter o filho a mãe se prejudicaria e tal, e eu teria que conhecer mais coisas para poder falar sobre tal. Então, eu me despeço de vocês aqui. Até a próxima pessoal.
Primeiramente, há uma diferença entre evitar que a vida se forme e evitar que a vida já formada possa continuar. Uma vida que ainda vá se formar, e não se formou, há chances de que ela não se forme, e também o estágio estará no começo, que é o caso da camisinha, que eu falei anteriormente. Uma vida já formada já está num estágio mais avançando, e, tem mais chances de nascer. É o caso do aborto. Mas não é sobre isso que eu quero falar agora. O que eu vou falar é um pouco mais sobre a mãe e tal.
Eu falei anteriormente que, a mãe é responsável pela decisão de abortar o filho ou não, e que psicologicamente, a mãe poderia sofrer no futuro caso se arrependesse de ter tomado a decisão de abortar o filho. Talvez as coisas pudessem ficar um pouco menos graves se ela recebesse apoio psicológico e tudo mais. Uma coisa que o Elon me ensinou e que eu gosto muito de fazer, é pensar em como seria as coisas na natureza selvagem, depois passá-las pra sociedade e então adaptá-las ao nosso contexto e ver a realidade da selva de pedra. Tal coisa eu farei com uma mãe com um filho agora.
Na natureza selvagem, uma mãe com um filho na barriga, certamente conseguiria procurar mais alimentos para conseguir se alimentar mais e ao filho também, mas, na sociedade, isso é um pouco mais complicado, já que se a mãe não trabalha, não tem como sustentar o seu alimento e conseqüentemente o do filho. Provavelmente, se uma mãe na selva não tivesse nenhuma condição de cuidar do seu filho, ela o abandonaria e iria se salvar, para que depois pudesse ter mais filhos e cuidar melhor deles. Tal coisa é o que uma mãe faz hoje, ao recorrer ao aborto. O governo não quer isso, e a única coisa que provavelmente o governo pode fazer para ajudar a mãe em uma hora dessas é dá sustento ao seu filho. Mas o governo não pode sustentar todo o filho por ai, então a mãe fica sem ajuda do governo, e já que o governo não ajuda, a mãe tem direito de fazer o que quiser com o filho dela.
Eu não tenho muitas informações sobre isso, mas a mãe poderia ter o filho também e botá-lo num orfanato. Mas até ter o filho a mãe se prejudicaria e tal, e eu teria que conhecer mais coisas para poder falar sobre tal. Então, eu me despeço de vocês aqui. Até a próxima pessoal.
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Devir Social
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15:47:00
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