terça-feira, 26 de outubro de 2010

Experiência: Constituição de direitos humanos segundo a P.E

O que custa testar?

Olá amiguinhos, a muito tempo eu estive querendo fazer uma constituição de direitos humanos sob a perspectiva da psicologia evolutiva. Devo admitir que é um tanto de pretensão minha fazer isto, porém, considero interessante mostrar, ao menos de uma forma muito pouco trabalhada, como a psicologia evolutiva pode ajudar nos assuntos éticos e morais. Eu tentei chegar a ler a constituição brasileira, mas é complicado, por isso as bases que eu tive pra fazer esse texto foram de experiências em artigos com citações freqüentes, como livros penais ou bíblia. Sobre a constituição seguinte, não faço a menor idéia de como ela pode ser eficiente, se é eficiente, ou se ao menos chega a ser uma constituição segundo o conceito de constituição adotado, mas como eu já disse antes, foi só uma experiência.

Constituição de direitos humanos segundo a P.E

Sobre a evolução humana:
1. Todo humano tem direito a buscar sua boa evolução.
1.1. Portanto, todo humano deve ter condições básicas de saúde, trabalho, educação, estrutura e segurança.
2. Todo humano tem direito de escolher o que é bom para si.
2.1. Portanto, todo humano deve ter acesso aos conhecimentos técnicos e abstratos.
Sobre a evolução social:
3. Para quaisquer humanos ter direitos as garantias sociais, este deve contribuir com a sociedade.
3.1. A contribuição é medida através do dinheiro.
4. O governo tem direito de cobrar impostos para os serviços básicos.
4.1. Os impostos não devem comprometer mais que 50% da renda familiar, sendo os outros 50% aplicados em sua própria evolução/diversão, e é direto das pessoas saber onde seu dinheiro está sendo aplicado.
4.2. O dinheiro deve ser aplicado para atender as necessidades gerais da população citadas no item 1.1.
5. Aquele humano não-capaz de contribuir terá seus direitos básicos atendidos com o dinheiro dos contribuintes.
5.1. É dever do governo profissionalizar aqueles não-capaz para contribuir, para que estes se tornem capazes e passem a ser contribuintes.
5.2. A falta de vontade de contribuir com a sociedade deve ser considerada como um ato anti-evolutivo.
Sobre competição:
6. É direito de todo humano mostrar que é melhor através da competição.
6.1. A competição deve ser justa, de forma a filtrar aqueles com melhores técnicas ou mais esforçados.
6.2. Quaisquer meios de desvalorização de esforço ou técnica alheia por meio métodos anti-evolutivos deve ser punido. (Métodos anti-evolutivos: Métodos que manipule a verdade, seja omitindo, manipulando, disfarçando ou negando-a conscientemente)
Sobre cooperação:
7. Todo humano deve ter direito de organizar esforços em grupo em pró de um objetivo.
7.1. Esta organização deve ser feita mediante a contrato ou testemunhas, com finalidade de evitar métodos anti-evolutivos.
Sobre punição:
8. A punição para quem cometer atos anti-evolutivos deverá ser ou reclusão social, ou contribuições obrigatórias para a sociedade.
8.1. Quem cometer atos anti-evolutivos deverá passar por um processo de aprendizado sobre Psicologia Evolutiva, após isso terapias psicológicas, com a finalidade de não haver reincidência no crime.
Sobre o governo:
9. O governo terá como objetivo administrar o esforço grupal colhido através dos impostos para melhor evolução grupal e social.
9.1. O governo deverá presar pela boa evolução social, tendo consciencia da necessidade de haver na sociedade, condições para para a evolução dos três poderes humanos, o instintivo, o social e o racional.
9.2 As pessoas do governo compreender sobre o assunto, e se não compreendem, buscar compreender através dos mecanismos racionais, para que desta forma, as chances de boa escolha aumentem.
9.3 O governo deverá ser fiscalizado por quaisquer pessoas, para que caso estas suspeitem de atos anti-evolutivos, possa alertar a sociedade e fazer as devidas alterações.

Por hoje é só, vou tentar terminar de o capitulo do livro hoje, to enrolando de mais, falta de disciplina é complicado, pois perco tempo de mais olhando besteiras na net, e se contar com o horário de estudo matinal, eu sinto falta de tempo. Boa noite a todos e até mais.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Analises sobre conflitos pessoas, respeito e comportamento

A verdade dói?

Olá amiguinhos, é com muita preguiça/sono que vos escrevo hoje, e também terei que escrever meu livro hoje, haja coragem! De qualquer forma, agora vou falar sobre algo que aconteceu comigo e me fez refletir sobre a importância do respeito e o porquê de sua necessidade. Eu estava com alguns amigos brincando com outro menino no recreio, quando este veio até mim e me xingou, disse que não tinha medo de mim e me xingou novamente. Provavelmente ele me xingou por causa das brincadeiras, contudo, eu não consegui me racionalizar na hora, sentido um forte sentimento de raiva e vontade de partir pra briga, porém não o fiz, pois isto seria muito desvantajoso para mim, mas eu fiquei o resto do recreio sentindo isto, e sempre que ele se aproximava de mim, a sensação aumentava. Não sabia porque estava daquele jeito, só sei que tentei irritá-lo até atingi-lo, porém, não cheguei ao ponto que desejava, por isso, sentindo que ainda deveria fazer alguma coisa para evitar que aquela situação se repita, ao acabar o recreio, quando estávamos todo em sala de aula, eu comecei a falar pra ele que ele deveria me respeitar, pois ele não me conhece e embora que eu parecesse uma coisa, eu sou outra, repeti isso umas dez vezes, senti meu sangue agitado pela adrenalina e vontade de partir pra briga novamente, meus amigos se aproximaram de mim receosos que eu não me segurasse e meu professor tentou acabar com a discussão com bom humor, mas a discussão só acabou depois que eu respirei muito fundo e me convenci racionalmente que eu fiz tudo o que eu tinha pra fazer, e que fazer mais que aquilo me prejudicaria e seria desnecessário, me acalmei. Após certo período de tempo e de conversas paralelas, meu amigo chegou para mim e comentou que ele havia dito que a verdade dói, e que isto explicava meu comportamento agressivo, e sinceramente meus amigos, minha raiva voltou após saber disso, e na hora da saída, senti o mesmo sentimento de agressividade, porém, não fiz nada, não sabia com quais argumentos atacar e também não queria partir para a agressividade, o fato dele ter dito que a verdade dói realmente me incomodou, pois eu não sabia como mostrar pra ele que aquela afirmação era falsa, além disso, vários dos meus amigos disseram que não era pra eu ligar para aquilo, e que coisas parecidas com aquela já aconteceram, mas somente aquela vez eu liguei, o que acontece afinal?

Primeiramente vamos analisar segundo a psicologia evolutiva, sabemos que a raiva sempre ocorre quando algo atrapalha nossas chances de sobreviver e reproduzir de alguma maneira, a raiva nos faz querer eliminar aquele algo, portanto, eu quis eliminar serafim por ele ter dito aquilo, porque de alguma forma, aquilo atrapalhou minhas chances de sobreviver e reproduzir. Porque afinal aquilo atrapalhou minhas chances de sobreviver e reproduzir? Ora, se eu fosse realmente um idiota, minhas chances de conquistar alguma garota na escola iria ser diminuída, e a raiva seria agravada caso eu estivesse apaixonado, que ai seria quando meus instintos estariam mais ativos. De alguma forma, eu acreditei que o que ele falou era realmente a imagem que eu passava, principalmente pelo fato das brincadeiras que eu estava brincando com ele serem um tanto quanto infantis, e se eu passasse aquela imagem para ele, eu também passaria aquela imagem pra outras pessoas, contudo, como ele foi o único a falar, a raiva foi transmitida toda pra ele, e aliás, podemos ainda supor que eu ainda senti mais raiva dele ainda por ele ter sido o único a falar. Aliado a isto, está o fato dele ter dito que não havia medo de mim, sendo que eu sou mais forte que ele. Obviamente, não é pra ele ter medo de mim, afinal, somos racionais, força instintiva não deve ser levada em consideração sobre quem está certo e qual é a verdade, contudo, instintivamente eu poderia agredi-lo, mas preferi não fazer, pois sei que é desnecessário. A vontade de agredi-lo parte também da raiva, por dois motivos, o primeiro é por ele não saber o perigo que ele correu por ter dito aquilo, afinal, se eu fosse outro, poderia bater nele tranquilamente, o segundo é que segundo meus instintos e raciocínio, ele não pode continuar com aquele comportamento de desrespeito, bater seria uma forma de eliminar instintivamente aquele comportamento. Porém, bater é uma forma ineficiente de resolver as coisas, pois põe um bloqueio instintivo em um comportamento, e as vezes este bloqueio não é forte o suficiente pra cobrir o fator que provoca aquele comportamento, e ele continua. Continuando, eu não quis esquecer este fato simplesmente pelo fato da minha nova filosofia me afirmar que eu não devo ignorar as coisas, e sim resolve-las, para desta forma ter um mundo melhor. Se eu não posso bater nele, então como resolver essa situação? Fiquei realmente irritado, foi quando eu pensei em ter um estouro de agressividade instintiva por meio da fala, e discuti com ele falando frases de efeito, ou seja, frases que façam uma associação de informações importantes para a sobrevivência minha e dele, tais como “Tu não mal me conheces, portanto, não podes afirmar isto sobre mim.”. Foi quando temporariamente eu me contentei, pensando que melhor eu não poderia fazer, afinal, ele não valia tanto esforço instintivo por minha parte.

Mas ainda veio a segunda parte, o desafio racional, pois ele disse: “A verdade dói”. Eu realmente fiquei sem argumentos contra isso, e sempre que eu pensava que a verdade era que eu passava uma imagem de idiota, isso me incomodava. Teoricamente, eu não deveria ligar para qual imagem eu passo, pois eu sei racionalmente que eu sou o que sou, sei quais são os motivos que me fazem ser o que sou, e também sei como classificar minhas atitudes, contudo, como eu estava meio afim de uma menina lá, aquilo me irritava instintivamente, pois a imagem instintiva que você passa é importante para relacionamentos superficiais, ou seja, sem raciocínio, de qualquer forma, sendo eu um amante da verdade, não iria me rebaixar a ser uma coisa que eu não sou, ou seja, mentir e não fazer as coisas que eu estou com vontade, pra conquistar uma garota. Continuando, eu ainda me sentia na obrigação de quebrar o argumento dele de que “A verdade dói”, para ter argumentos racionais e convencê-lo de que aquele comportamento dele não é bom pra ele nem pra sociedade, e então alcançar o meu objetivo de melhorar as coisas sem violência instintiva. A verdade meus amigos, é que o que doeu foi a possibilidade de perder chances de reprodução aliado com o comportamento afeito dele e também pelo fato dele AFIRMAR sem ter provas racionais, uma coisa que me irrita muito devido a minha personalidade cientifica. Devido a minha natureza cientifica, eu atribuo racionalmente minhas chances de sobreviver e reproduzir ao conhecimento e as metodologias científicas, por isso eu valorizo mais a minha natureza cientifica e ser verdadeiro do que passar uma imagem falsa pra menina no caso citado anteriormente, afinal, o desejo que eu sinto por ela não é apoiado pelo meu raciocínio, pois sei que só gosto da imagem de garota educada, bonita e divertida que ela passa, pois só a conheço no dia-a-dia escolar. “A verdade dói” a qual ele se refere na verdade, não é uma verdade, e sim uma hipótese, ou ainda, não é a verdade que eu seja idiota, mas sim a verdade que se eu passar a imagem de idiota para a turma, e inclusive para ela, isto me prejudicaria, logo, ele está errado.

Isto me faz pensar seriamente na questão do respeito para com os outros, pois afinal, se a pessoa está num momento instável em sua vida, tais como no meio de uma grande paixão, um grande projeto, desemprego, quaisquer coisas que mecha com a chamada “auto-estima”, ou seja, projeção que uma pessoa faz de si mesma para adequar-se as projeções do que ela esperar do resto das coisas, por exemplo, uma pessoa se acha burra, ela só vai esperar conquistar coisas que gente burra conquista, já que esta é a projeção que ela faz de si mesma para o que ela pode ter, contudo, se uma pessoa é inteligente, ou bonita, ela vai projetar coisas que pessoas inteligentes, ou bonitas, tenham, ou seja, vai criar a expectativa, vai querer e desejar ser como tal, vai criar a possibilidade e seu instinto vai se acostumar com isso. A pessoa bonita pode conquistar um homem bonito, o que representa uma maior chance de reprodução pra ela, logo, a principio, ela não vai se contentar com um homem feio, ou idiota, no meu caso. De qualquer forma, quando a pessoa projeta e descobre ou alguém a fez pensar que ela não pode conquistar aquilo que projetou, ela sente raiva ou fica triste, porém, nada que o instinto não se acostume após entender a realidade e fazer novas projeções, contudo, o contrário também pode acontecer, a pessoa projetar algo ruim e na realidade, acontecer algo bom, neste caso ela se sentirá feliz. Em momentos difíceis, mesmo que a verdade seja uma, a pessoa, por estar pressionada, pode acreditar que a verdade seja outra, principalmente se estimulada por outras pessoas, e quando isto acontece, ela fica triste ou com raiva, por isso, é importante que se tenha respeito nas coisas certas no dia-a-dia, e também se aprenda a conviver e entender, para que desta forma, diante momentos difíceis, o que a maioria dos adultos tem devido à grandeza de seus projetos, as pessoas consigam conviver bem. Notem que também, como uma pessoa vai interpretar o que você fala depende da imagem que ela tem de você, onde, por exemplo, existem pessoas que quando formam a imagem negativa da outra, qualquer besteira que ela fala é mal interpretado ou ignorado, mesmo que a pessoa esteja tentando ajudar ou falar a verdade da melhor maneira possível, mas isso é assunto pra outra postagem.

Resumindo e concluindo: A verdade só dói se esta representar uma perca de chances de sobrevivência e/ou reprodução para as expectativas, notem que se esta representar ganhos, ela será boa e prazerosa, os argumentos já foram visto a cima, e, não deixarei de fazer as coisas que eu quero pra criar uma imagem diferente, afinal, imagens do dia-a-dia são difíceis de lidar, por isso que é melhor ser verdadeiro. Acabei de lembrar que falta eu comentar uma coisa, se em todo caso, esse garoto continuasse me incomodando, mesmo eu sendo mais forte que ele, é minha obrigação recorrer aos mecanismos sociais para resolver isto, pois afinal, já que se ele fosse mais forte que eu, eu teria que recorrer a este meio para resolver isto, mas como ele é mais fraco, não me aproveitar de uma vantagem que eu tenho por sorte, que é ser fisicamente mais forte que ele. Outra vantagem disso é que, caso alguém venha discutir comigo e seja mais forte, eu terei justificativa para não aceitar a briga, mesmo que a pessoa diga “Tu só vai recorrer aos mecanismos sociais, que neste caso é a diretoria, porque tu é mais fraco que eu”, eu poderei dizer “Eu faria isto com qualquer um”, e realmente acreditaria nisto, ou seja, não estarei mentindo pra mim mesmo, pois sei que esta é a melhor solução, conseqüentemente, não terei nenhuma crise na consciência ou coisa parecida, nem terei a auto-estima abalada por não consegui bater em ninguém, além disso, sem violência isto será resolvido da forma mais amena possível. Violência instintiva só deve ser usada em ultimo caso, pois afinal, ainda somos instintivos, mesmo sendo sociais e racionais, para todos os outros, o pensamento e os mecanismos sociais. Enfim meus amigos, nessa postagem considero que expus, organizei e registrei toda minha linha de pensamento sobre isto, penso até mesmo em fazer uma versão reduzida disso aqui e mandar pra esse meu amigo, pra ele perceber um pouco mais sobre a verdade. Diante isto, acredito ter terminado esta postagem, um abraço para todos e até a próxima. PS: Meia noite e meia e eu ainda não escrevi nada no livro, tudo bem que o dia foi como se fosse feriado porque eu saí, mas, aonde eu vou parar? Abraços.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Tecnica para fazer teorias, desenvolver tecnologias e viver bem, lembrete

Faça sua teoria, modifique a realidade e viva bem!

Olá amiguinhos, hoje eu vou escrever sobre a mecânica de trabalho racional que eu acabei desenvolvendo, diante as experiências da minha vida, sem perceber, e com as quais eu estou escrevendo meu livro agora, e graças aos estudos, eu fui capaz de perceber. Odeio contar com a sorte, e foi a sorte que me conduziu até aqui, até agora, contudo, contar com ela é realmente chata, principalmente num trabalho de desenvolvimento do livro que está demorando meses, por isso, a postagem de hoje será apresentar e registrar, até mesmo para eu não esquecer, quais são os procedimentos básicos que devem ser tomados quando se está trabalhando racionalmente. Esses procedimentos se baseiam em duas coisas, a primeira, o mundo é feito de lógica e leis, não há para onde correr, está parece ser a única verdade cabível para explicar o porquê a matemática, as mecânicas e as tecnológicas sempre dêem certo, sim meus amigos, estou falando do determinismo. A segunda coisa são as propriedades básicas do cérebro humano, propriedades emocionais e racionais. O cérebro humano realmente é uma incrível maquina, capaz de reconhecer formas, cheiros, sons, cores, processar e simular tudo seguindo um conjunto de leis formulados por ele mesmo diante suas observações, para então pré-determinar o futuro, este processamento ocorre num lugar ao qual eu chamo de modulo de simulação, e é por causa deste processamento que o humano consegue trabalhar com coisas tão abstratas, para especificar melhor, nosso cérebro cria um conhecimento básico sobre qualquer coisa, e aprofunda este conhecimento criando novos objetos, com atributos ou qualidades diferentes, dessa forma, ele é capaz de associar uma enorme quantidade de informações e simular todas quando necessário. É diante destes dois mecanismos que eu criarei este método próximo, que se iniciou com minha busca pela verdade absoluta, pelo amor ao conhecimento, pela filosofia, e acabou se tornando uma ciência técnica e precisa, ou quase isso.

1. Visão geral e busca por objeto a ser alcançado ou situação problema a ser envolvido. Notem que a visão geral é a obtençaõ de informações e objetos, e atribuição de valores aos mesmos, da mesma forma que o conhecimento de suas léis e comportamentos básicos, padrões, coisas que o humano consegue fazer com certa facilidade. Seria algo como prever pra onde a bola vai, caso a chute, ou ainda saber o que vai acontecer caso você aperte um botão, ou coisas mais complicadas como reações humanas.

2. Investigar fatores que podem diretamente e indiretamente estar contribui ou alterar os elementos da visão geral do objetivo ou situação problema.

3. Criar uma simulação geral destes fatores e analisar se eles simulam perfeitamente a visão geral feita do objetivo ou situação problema.

3.1. Se os fatores não conseguem simular perfeitamente a visão geral do objetivo ou situação problema, investigar quais elementos os elementos não estão sendo simulados perfeitamente e quais fatores podem estar relacionados a este elemento.

3.2. Se tudo der errado, buscar abrir ainda mais o leque de visão da visão geral, pois existe a possibilidade da visão geral não abranger todos os fatores e elementos recorrentes a aquela situação problema ou objetivo. (Mais informações: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/pequena-mas-importante-descoberta-sobre.html)

3.3. Buscar saber o motivo de tudo.

4. Simular novamente e notar se a simulação está ocorrendo perfeitamente.

4.1. Lembrar sempre de fazer a simulação com bastante atenção, utilizando o módulo de simulação como auxilio, ou seja, visualizar a situação-problema/objetivo com o auxilio da imaginação.

4.2. Se existem informações dos fatores que contribuam para um elemento agir de tal forma, criá-los de tal maneira que se aproxime de acordo com os dados da realidade.

4.3. Revisar os dados da realidade.

5. Se tudo ocorrer bem, provavelmente irá ter criado um mecanismo que indique como a realidade se comporta, seu passado e seu futuro, portanto, será possível fazer previsões e/ou
hipóteses de acordo com o que se conhece.

6. Para resolver situação-problema ou alcançar os objetivos, deve-se saber quais fatores podem ser manipulados, a partir de então fazer manipulação nestes fatores, simulá-los já manipulados e, a partir de então, fazer uma nova simulação mental para prever os resultados da modificação.

7. Se a modificação alcançou o objetivo ou resolveu a situação-problema, procedimento deverá ser posto em testes, se a modificação não deu certo, continuar buscando novas informações, novas modificações, ou mesmo levar em hipótese se o objetivo/situação problema é possível de ser realizado.

8. Se deu certo, modificar a realidade e ver se ela se comportou da mesma forma que na simulação mental, caso isto não aconteça, significa que algo foi simulado de forma errada ou as informações estavam erradas, pode-se verificar o quanto errado a simulação está comparando-a com a realidade e verificando se os resultados são parecidos, se houve muitos acertos ou erros.

9. Utilizar as novas informações da realidade como base de auxilio para saber o que na simulação não deu certo, além de buscar novas informações sobre o assunto e utilizar o modulo de simulação. Quanto mais próximo o resultado da simulação se aproxime da realidade, melhor.

10. Continuar repetir procedimento até que tudo dê certo, o objetivo seja alcançado ou a situação-problema seja resolvida.

Pois é amiguinhos, este é o conselho, que na verdade é uma ténica, eu dou para quem quiser começar a fazer suas próprias teorias e para eu também lembrar a voltar para a racionalidade, notem que ela está toda relacionada com a busca do conhecimento da realidade, informações sobre a mesma, e a utilização do módulo de simulação para encontrá-la. Neste esquema, caso haja algum empecilho racional, ele deve ser resolvido até que tudo esteja ok e possa continuar. No meu caso no livro, quando eu travar em alguma parte, recorrer a este esquema, ou pelo menos tentar recorrer a ele neh, já que eu estou fazendo o livro com a estrutura de parágrafo para uma idéia um período de tempo, se eu não sei uma idéia, não posso continuar o parágrafo, basicamente isso. Enfim, encerrando a postagem, desculpem-me se não fui claro e objetivo, mas eu realmente ainda não reviso, abraços e muito estudo a todos, desenvolvam boas tecnologias para melhor modificar nossa realidade tornando-a mais agradável para nós vivermos, e sejam humanos, vivam bem! (leiam o poema Viver, eu gosto dele).
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/11/4-poemas-viver-sociedade-frente-arte.html

domingo, 10 de outubro de 2010

Pequenas reflexões sobre política, equilibrio e universos humanos

Reflexões e tudo mais

Olá amiguinhos, hoje estou meio cansado, não me perguntem de quê, acabei percebendo que cada vez mais to desequilibrado, e isso é uma situação complicada, mas afinal, o que fazer? Por falar nisso, revisei meu conceito de equilíbrio, afinal, o que é equilíbrio? Teoricamente, equilíbrio seria uma média entre todos os fatores, mesmo quando aplicamos o conceito de equilíbrio a uma enorme quantidade de variáveis, mas quando damos um objetivo a estas variáveis, o equilibro, na verdade, é a melhor forma de se alcançar este objetivo. A questão meus amigos, é que todo humano é muito parecido, portanto, o equilíbrio que cada humano deve buscar é parecido, isto porque, pelo fato de sermos humanos, existem propriedades básicas que existem em todos nós, daí então é por este motivo que pode se existir uma formula para alcançar o equilíbrio. Porém, eu disse que todo humano é quase igual, não que é exatamente igual, aspectos geográficos e históricos fazem com que cada pessoa seja única, se você acha quatro bilhões de pessoas únicas muito, saibam que a diferença entre um homem e um macaco em seu DNA é de apenas 2%, imaginem se fosse 4%, então estamos falando de valores realmente grandes. Reflexão sobre o equilíbrio já feita, também gostaria de fazer alguns comentários quanto à propriedade associativa do cérebro humano e a capacidade do humano dar muita importância a alguma coisa, é realmente complicado, faz os humanos criarem universos incríveis, impressionais e totalmente diferentes. Eu pude perceber isto enquanto estava pesquisando sobre as primeiras civilizações, todas diferentes uma da outra, com sua própria visão de mundo, de reprodução, de sobrevivência, e se buscarmos levar esta visão para atualmente, podemos ver que ainda hoje há muito disso, notem por exemplo, nos clipes músicas, cada um mostrando seu universo.

Hoje eu planejava falar sobre política, algo como, se um político entra no cenário corrupto, cheios de distúrbios sociais, ele é obrigado a se tornar corrupto também e saber lidar com estes distúrbios com talvez, outros distúrbios para sobreviver, e então daria meus argumentos, mas não estou com paciência, realmente não. Esta seria na verdade a argumentação para minha frase contra todos aqueles que passam dez minutos estudando sobre política, mais dez trocando idéias com amigos, e então tomam uma posição e a defendem ela como a vida, sem nem ao menos ter sentido a pressão que é tomar decisões, sentir a pressão, as ameaças, as tentações de ganhar dinheiro fácil, enfim, de se estar dentro do governo, da maquina pública. Por isto, eu iria criar esta frase: “Na verdade, a única questão é: Eles poderiam fazer melhor? Se sim, como?”, é meus amigos, mas eu realmente estou estressado quanto ao andamento do livro, não escrevi nada hoje, pois tirei o dia para ir pra casa de um amigo e acabei voltando tarde. Eu realmente queria me desligar da vida social e me dedicar apenas ao livro, mas tenho medo que isto me faça perder conhecimentos importantes, além disso, eu sinto no fundo, que eu estou perdendo minha essência do objetivo do meu livro, que seria uma analise simples segundo a psicologia evolutiva, mas não tenho certeza disto, ou se é a melhor escolha ter a essência referida por mim antes, por isso, vou fazer algo realmente mais especializado como estou fazendo agora, demonstrar na faculdade e editora, e então decidir por qual dos dois objetivos eu irei querer seguir, se eu irei querer ser simples e pouco especifico, ou especifico, mas fazer um trabalho simples depois. A necessidade que eu sinto em fazer um trabalho de simples analise é para as pessoas que não tem tempo para estudarem, entenderem o básico dos mecanismos sociais, mas ao mesmo tempo, eu me sinto no dever de fazer algo mais especifico para demonstrar dos mecanismos de pesquisa da psicologia evolutiva, por isso estou nesse dilema, e por isso eu pretendo fazer as duas coisas, só não sei qual primeiro, deixarei pra decidir isso depois. Ah, claro, se meu livro realmente for pra frente, devo sempre me lembrar disso.

O twitter e MSN realmente atrapalham bastante, eu sempre penso em parar de entrar neles, mas não tenho coragem pelo mesmo motivo pelo qual não me afasto da vida social, além disso, me distancio cada vez mais da minha personalidade, minha cabeça está uma bagunça, não sei se sou eu que estou cada vez mais imparcial quanto ao que eu sinto ou se é tudo frescura minha por falta de evolução e firmação social, talvez seja os dois. Sinto pressa em terminar esse livro, pelo menos até o final do ano, pois próximo ano tenho que investir em algo realmente concreto, que é vestibular, fazer cursinho pré-vestibular no caso. Se eu já não tenho tempo agora, imagine quando eu começar o cursinho, meu deus. No mais, é tudo o que eu tenho pra escrever hoje, estou profundamente irritado e essa postagem é só pra atualizar, estou caindo da média de quatro postagens por mês. Boa noite amiguinhos, até mais.