sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dúvidas quanto ao ser e analises sobre a personalidades

O que ser?

Olá amiguinhos, faz esse mês realmente eu escrevi pouquíssimo, eu já previa isso, manter o ritmo não é uma coisa fácil e meus pensamentos parecem estar se acalmando, entretanto, eles ainda não estão calmos, e eu espero nunca estarem para sempre escrever nesse blog. Como eu sempre começo o primeiro parágrafo com novidades, de boa, eu só tenho que eu achei dois jogos que eu vi na minha infância e agora estou jogando-os, eu escrevi a história em outra postagem pra não ficar muito grande nessa, no fim deste parágrafo mandarei o link, agora vamos ao assunto principal.
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/08/capitain-claw-gruntz-o-agora-e-minha.html

Esses tempos tem sido de grande aprendizado para mim devido ao contato próximo de uma amiguinha bastante humana, a Raabe, ela me ensinou bastante sobre a essência humana a qual eu perdi. Quando eu era criança, eu sempre quis como todas as coisas iriam acontecer apenas com a força do pensamento, e antes de entrar na adolescência, eu realmente me apeguei a essa idéia, por isso, eu desisti de certa forma de ter muito agitada, cheia de emoções, e me ocupei de filosofar e descobrir a ciência.

Contudo, a quanto mais o tempo passava, mais eu entrava no campo da psicologia e mais eu me apegava aos valores racionais e excluía os valores sentimentais, pois pra mim, eles valiam de pouca utilidade. Porém, em certo momento do caminho, eu notei que sentimento era a única coisa que me fazia estar vivo, pois nenhuma razão racional o faria, e então eu notei que eu muito distante para voltar ao mundo dos sentimentos, pois a racionalidade já tinha se tornado parte da minha personalidade e, por isso, comecei a estudar o propósito dos sentimentos do ser que compõe a personalidade, pois neste tempo, eu já tinha uma certa noção de como cada sentimento agia isoladamente, mas não em conjunto numa personalidade.

Comecei então a descobrir que cada pessoa era aquilo que melhor ela fazia, e que o sentimento estava era meio que um guia que mostrava a ela, o que ela faz de melhor. Se ela gosta de jogar futebol, é porque ela nota que tem um “dom” natural e isso a satisfaz, pois seu cérebro nota que ela tem grande capacidade de jogar futebol e com isso, ganhar fama, dinheiro e mulheres, e por isso, a pessoa acaba se envolvendo com o futebol por muito. Ou seja, seguir os sentimentos significa necessariamente evoluir. O romantismo, digamos assim, é a proteção contra os sentimentos ruins, pois se você é romântico a ponto de não ser egoísta, você não vai concentrar toda a evolução em você e não fará coisas que prejudiquem a evolução de outra pessoa em nome da sua, fazendo você ficar isolado em seu próprio ego, com medo que as pessoas façam isso com você também.

Porém, aqui estou eu, seguindo a racionalidade, tentando saber o porquê de todas as coisas, e descobrindo que, de certa forma, isso é inútil. Filosoficamente falando, existem infinitas possibilidades de explicar o porquê tudo é como é, isso nos força a ir para o campo da ciência, esse campo já está extremamente avançado, com capacidade de fazer cálculos modernos e elaborar coisas supimpas, enquanto eu estou aqui, redescobrindo as coisas básicas por meu próprio esforço, pior ainda, utilizando a sombra das grandes idéias já formadas a qual eu tive contato por internet. Ou seja, onde eu estou evoluindo? Evoluindo as idéias?

Meu amigo Thaylo, me dizia antigamente, “Cara, você quer redescobrir a roda”. Eu achava isso bom, significa que eu estou evoluindo. Porém, uma evolução desnecessária, já que a sociedade já descobriu a roda. O esforço que eu estou fazendo para descobrir algo, eu poderia estar aplicando para descobrir algo que a sociedade ainda não descobriu. Além de esforço, evoluir no campo da ciência se exige tempo, é muito mais complexo do que simplesmente ter a idéia e ser considerado um gênio.

Na verdade ninguém é gênio, é como a frase de Galileu diz, “Se enxerguei longe foi porque me apoiei no ombro de gigantes, Galileu”, e sem estes ombros, ou seja, a evolução das idéias anteriores, ele não poderia ter enxergado além, melhorando aquelas teorias, e assim, ninguém poderia ter se apoiado no ombro dele pra melhorar a teoria dele ainda mais, e é assim que funciona. Tem gente com tendência a descobrir mais porque se envolve mais, as diferenças entre um humano e outro são poucas, acredito, apenas tendências genéticas e estética.

E então me vem um outro problema, eu quero evoluir no campo da ciência, mas ainda estou no ensino médio. E o que fazer neste meio tempo pra lá? Grande problema para mim. Eu sempre me dediquei ao meu pensamento, e isso fez com que eu me afastasse da sociedade e dos meus sentimentos, se fosse pelo menos o pensamento da sociedade, mas não, eram apenas os meus, de certa forma, um egocentrismo da minha parte e eu nunca percebi que isso de fato, era isso, apenas agora. E o que fazer agora?

Os sentimentos tem uma grande capacidade de te enquadrar no lugar onde você é bom, o problema é que eu estou todo fora de lugar. Teoricamente, eu sou um adolescente e devia fazer coisas de adolescente. Eu sempre achei que eles equilibravam-se enchendo seus egos de coisas fúteis e sem muita profundidade de conhecimento ou sentimento, ou entre outros estereótipos, mas agora eu notei que todos esses estereótipos são os adolescentes evoluindo a cultura e a individualidade de cada meio onde eles vivem, nos tempo livres, o que é bastante para alguns, que geralmente não tem a pressão de estudar.

Na verdade, evoluir a cultura e a individualidade é apenas uma conseqüência de cada ser humano procurar algum lugar onde realmente seja bom. Acho que eu já postei aqui algo falando sobre isso, que se o jovem está em determinado grupo e neste grupo ele não é bom, e tem outro a qual ele é bom, a tendência dele passar para o outro grupo é altíssima, o que faz ele ter chances de sobrevivência e reprodução, e criar esses grupos é uma conseqüência de aberturas na sociedade, eu acredito.

É como se a sociedade fosse viva e estivesse evoluindo, e na verdade, eu considero que está. Bem, não sei o que fazer, vou pensar, procurar mais informações e etc até achar uma solução. Acho que quando eu entrar no meio cientifico, se eu entrar, as coisas vão se encaixarem direitinho, porém, como não estou ainda, e como eu tenho muito tempo livre pois não participo de nenhum movimento evolucionista, eu perco meu tempo jogando jogos antigos, até porque, eu não tenho condições de participar da evolução dos novos jogos, já que meu computador não é lá essas coisas.

Com isso amiguinhos, eu me despeço de vocês, boa noite, abraços e até a próxima postagem.

Capitain Claw, Gruntz, o agora e minha infância

Jogos da minha memória dos tempos de infância

Olá amiguinhos, eu estava escrevendo uma postagem, mas no primeiro paragráfo, eu sempre tento contar as novidades, e dessa vez veio uma história de dois paragráfos, então eu resolvi contá-la em outra postagem pra não ficar tão desorganizado lá. Link da postagem que eu ia por na história: http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/08/duvidas-quanto-ao-ser-e-analises-sobre.html

Aqui segue a história: Quando eu era menor, uns doze anos, não lembro ao certo, eu tinha uma vizinha legal e eu sempre freqüentava sua casa para jogar SNES ou computador, eu até fiquei amigo do pai dela, tanto que as vezes, eu ia lá só pra jogar com ele ou com os dois. Contudo, ela tinha um jogo chamado Gruntz, eu a vi jogando apenas uma vez e o colorido do jogo, as vozes e os personagens cômicos fizeram o jogo não sair da minha memória. Ao escutar uma musico, eu tive um desencadeamento de pensamentos que me levaram ao dia desse jogo, e como eu sou um admirador de jogos antigos, eu tive a idéia de baixá-lo pra ver como é.

Ao procurar o link no blog, eu tive uma surpresa, eu entrei em um fórum onde se estava discutindo os jogos que o fazem lembrar-se da sua infância, e lá, houve vários comentários, e entre eles, comentários relatando sobre Gruntz e um outro jogo que eu joguei o demo quando era criança, Capitain Claws. Desse ultimo eu não estava lembrado e foi uma enorme surpresa e alegria ter achado ele, pois ele é um jogo de plataforma muito bom e com belos gráficos. Eu descobri também que o Capitão Claws tem seguidores que o jogam até hoje, e dá pra jogar ele online. Eu já baixei os dois jogos citados à cima e amanhã tentarei testar Capitain Claw online.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Reflexão sobre a discussão do confisco do Xadrez

Respeito as patentes

Olá amiguinhos, quase um mês que eu não posto nada, provável culpa da minha vida sem novidades e rotineira aliada a eu ter começado a virar um game maníaco de novo, por puro tédio em minhas tardes. Por enquanto, talvez eu tenha desanimado um pouco do mundo cientifico e filosófico, e ao entrar na vida social, tenha notado que estou em péssima situação, o que me fez recorrer aos games. Porém, não é sobre isso que eu vim falar hoje, mas sim em relação a uma experiência que eu tive a uns tempos atrás e que eu ainda não relatei.

Vou fazer uma pequena narração de como se desenvolveu a história agora. Eu, novamente, no tédio, procurando algo que agradasse meu tempo nas aulas em que o professor escreve muito, levei um xadrez e comecei a jogar com meu amigo em plena aula, como eu fazia na outra escola no primário. Entretanto, o professor, em vez de emitir um aviso que não estava gostando do ato, resolveu logo ir confiscando o tabuleiro e expulsar eu e meu amigo de sala. Eu não fiquei nada satisfeito, mas, vendo que ele tinha a razão, sai de sala sem reclamar.

Pensei eu, no final da aula eu pego o tabuleiro novamente pra jogar no recreio, só pedir a explicação que ele as vezes dá no final da aula, mas tudo bem. Seria bom se fosse assim, mas não foi. O diretor da minha escola confiscou meu tabuleiro e disse que só entregaria no final da aula, eu, não gostando nada da idéia, resolvi protestar e me enchi de auto-confiança em meus argumentos, e fui lá falar com ele.

Pensei que seria uma coisa fácil, reconhecer meu erro, ele me devolver o tabuleiro e eu prometer que não iria mais jogar em sala de aula, sob a pena de ter meu tabuleiro confiscado seriamente da próxima vez. Seria um bom plano, se não fosse pela falta de capacidade do diretor de manifestar racionalmente os argumentos pelos quais ele queria confiscar meu tabuleiro.

Ele queria me castigar, mas não tinha motivos racionais para fazer isso, e eu, sem tais motivos, na hora, não aceitei e continuei a protestar. O clima foi ficando sério, eu cada vez mais sem acreditar que ele realmente queria continuar com o tabuleiro em mãos sem necessidade, não via motivo nenhum para tal ato. Meus amigos estavam perto de mim, aconselhavam-me a desistir da idéia de recuperar o tabuleiro antes do recreio, entretanto, eu continuava nela. Ora essa, eu tendo motivos racionais para querer meu tabuleiro de volta e prometendo que não iria mais errar novamente, ele não tem motivos pra ficar com meu tabuleiro. Pensava.

Uma hora, ele viu meus amigos me aconselhando a me retirar e disse: ta vendo? Até seus amigos estão dizendo para você desistir da idéia. Mas na verdade, eles estavam era com medo dele aplicar alguma punição maior a mim por causa do meu insistente protesto. Deixa isso pra lá, mais tarde tu pega o tabuleiro. Diziam eles, como se fosse uma besteira esse ocorrido. Talvez tenha sido, mas não mais do que a besteira do diretor confiscar meu tabuleiro sem necessidade.

Não consegui pegar meu tabuleiro de forma alguma, o diretor começou a dizer que tinha uma estima muito grande por mim, e que ele não queria que essa estima fosse ameaçada e que por essa estima ele não iria confiscar meu tabuleiro e entregar apenas a minha mãe. E qual relação tem haver a estima que ele sentia comigo e o caso? Ele teria que fazer o que certo, ou não? És a grande complicação de se envolver sentimentos, e pra mim, o que era certo, de fato, é ele entregar logo o tabuleiro sob as condições que eu já falei a cima.

Se era pra ele ter estima por mim por eu ser constantemente certinho, então a estima dele vale tanto quanto a minha constância em ser certinho, e se algum dia essa constância quebrar, a estima dele também quebrará, e culpa nenhuma eu terei caso ele alimentar outro tipo de sentimento por mim. Talvez a estima dele também venha pelo fato dele conhecer minha mãe e ela ser muito ligada a mim e isso comover ele, entretanto, eu ainda acho que a estima de nada deveria valer nesse caso, mas sim o ato de se fazer ou não o que é certo.

Engraçado, cá estou eu, falando como se tivesse feito uma coisa certa. Não fiz e reconheço, mas acredito que a expulsão da aula já tenha sido castigo o suficiente. Embora eu saiba que foi uma falta de respeito com o professor, o primeiro aviso verbal que ele desse, eu prontamente recolheria o xadrez. Depois de algumas reflexões, eu também passei a entender o lado do meu diretor que não soube se expressar.

Recolher o xadrez não foi uma resposta para eu estar jogando xadrez em sala de aula, pois eu jogando xadrez em aula demonstro que não quero aprender, e me retirar da sala já foi o suficiente para responder a tal ato. Mas sim por ter desrespeitado o professor. Eu não me dei conta de quão o professor poderia se sentir desrespeitado ao me ver jogando xadrez e isso, para mim, seria argumento o suficiente para recolher o xadrez como punição.

Ou seja, o diretor estava certo, só não soube expressar o porquê estava certo. Bem, eu não sei se foi por esse motivo que ele não me devolveu o xadrez ou se foi por outro, mas não explicar o motivo pra mim foi o que me deixou mais irritado. Meu amigo ficou me dizendo que ele teve motivo de me suspender por meu protesto, mas eu não concordo, porque eu estava querendo saber o porquê um objeto meu foi recolhido.

Mas, de uma coisa eu não me dei conta. Ele é o diretor, é como se fosse um superior no exercito, ele toma as decisões, ele tem a responsabilidade de administrar a escola e ele sabe de coisas que eu não sei, por isso, eu deveria ter respeitado a decisão dele e não ter insistido tanto como eu fiz. As vezes eu penso que se eu não erro, eu não vivo, eu não aprendo, mas errar é complicado e viver também, isso é assunto para outra postagem.

Só para encerrar o assunto da escola, eu sempre critiquei comigo mesmo algumas atitudes que os superiores da escola tomavam em relação aos alunos, uma certa intolerância misturada com aproximação, algo confuso. Porém, começo a imaginar se essa não seria a melhor forma de administrar a escola, de fato. Eu realmente não sei, há muitas coisas para se analisar ao se falar isso, não sei se faria melhor se estivesse no lugar daqueles diretores, embora eu acho que as vezes, eles pecam em algumas decisões.

Comprometimento com a verdade é a melhor forma de evoluir, eu acho. Com meu professor de filosofia, vou falar isso, pra ele ensinar as pessoas a evoluírem seu pensamento com a verdade, estou escrevendo aqui principalmente para lembrar a próxima vez que eu ver isso, saber o “porque” das coisas e ser verdadeiro, e após ter esses dados, raciocinar e achar uma solução, é a melhor forma de evoluir, eu acho, devido a experiências próprias, mas isso no lado racional, não sei muito bem no humano ainda.

A história a cima foi narrada com base da minha memória, ou seja, poucos detalhes e confusas, a ordem de tempo e as falas talvez estejam meio alterados, mas foi mais ou menos isso que aconteceu. Com isso amiguinhos, vou dormir, acho que ainda esse mês escreverei de novo, talvez um poema que estou afim de fazer, além dos contos do livro que eu estava fazendo, resolvi dividi-lo em contos e depois juntar, mas ainda não comecei nada e nem sei quando começarei, enfim, boa noite pra todos, até a próxima.