Eu
consegui entender metade sobre o que vcs conversaram nessa conversa.
Vou tentar dar uma opinião: sermos onda é uma boa analogia pra
entendermos o oceano da evolução. O que é onda se não uma energia sendo
transmitida através de um meio físico com uma fonte geradora? Qual fonte
geradora é essa? Não sabemos. Mas uma vez essa energia transmitida para
o material, o material, através das suas propriedades, a transmitirá
para o futuro. Tal material somos nós, humanos, e essa energia é a
evolução.
Se
essa onda será infinita ou não no mar da existência, não saberemos. Mas
aqui entramos com a função do sexo: o que ele se tornou? Originou-se
como um método de reprodução de modo a aumentar a variabilidade genética
para se adaptar melhor as propriedades do ambiente, de acordo com a lei
da seleção natural. Mas, agora, abstraímos a noção de ambiente, e assim
sendo, abstraímos também a noção de reprodução. O que significa se
reproduzir, atualmente? Gerar filhos sem criá-los? Podemos dizer que
isto é uma forma de reprodução adequada ao que o humano se tornou
atualmente? Muitos diriam que não.
Torna-se
claro que ela atualmente é muito mais que somente a reprodução
biológica: é também a reprodução do que essencialmente torna o que torna
cada ser humano o que ele é. O ato sexual, portanto, embora não tenha
mais nenhum efeito de reprodução biológico, ainda sim continua mantendo
sua função, mas em uma nova abstração: ele é uma forma de reproduzir
aquilo que o ser humano é. Quando fazemos sexo com outra pessoa, estamos
dizendo a ela: continue a ser como vc é, isto me agrada, e por isto vou
gastar meu esforço pra te agradar. E quando aceitamos o agrado de
alguém, estamos dizendo a ela que é capaz de fazer ou o que ela é válido
o suficiente pra nos satisfazer.
O
sexo, de certa forma, está ligado a uma nova forma de alimentação. A
energia sexual se tornou a nova fonte de alimento. Existem pessoas
famintas, que querem cada vez mais e mais sexo porque querem cada vez
mais e mais se firmarem enquanto serem que existem. Existem pessoas sem
nenhum poder sexual, pois não são capazes de nada fazer ou não receberam
herança nenhuma, são facilmente substituíveis. Estamos em uma nova
selva: as pessoas sempre são capazes de ir além para se reproduzirem.
Para isto, elas precisam de meios para sobreviver.
Além
disto, o prazer de criar um filho está em ele ter vindo de uma boa
fonte e da capacidade dele aprender o que há de melhor em nós e
aperfeiçoar isto. Este processo é tão longo, atualmente, praticamente 18
anos, mais ou menos dependendo da família. Mas para termos o prazer de
reproduzirmos temos que ter alcançado um patamar evolutivo bom o
suficiente para nos sentirmos bem ao nos reproduzir: é ai aonde boa
parte da energia sexual poderá ser bem aplicada, segundo a psicologia
evolutiva. Aliás, existem várias formas de aplicar a energia sexual,
como a forma destrutiva, por exemplo.
Sexo
a forma mais primária de beleza. Todo ser humano precisa ser alimentado
com beleza, para sua vida ser satisfatória. Quando ele é capaz de
abstrair sua evolução a níveis mais elevados de sobrevivência ele
consegue sentir beleza por coisas mais sofisticadas, mas ainda sim, de
alguma forma, estas coisas estarão ligadas ao sexo, que se liga a
reprodução. Contudo, um ser humano sem nenhum outro tipo de beleza
recorrerá a beleza do sexo, na última instância, e se não consegui-la,
se sentirá incapaz de seguir em frente na existência. Afim de evitar sua
própria morte, ele assumirá posições complicadas para conquistar a
beleza.
Desta
forma, o ser humano vai sobrevivendo e reproduzindo, como uma grande
onda. O sexo sim é algo instantaneo perto da eternidade da existência,
mas seu significado é profundo e eterno. Quando fazemos sexo, estamos
reproduzindo algo para a eternidade. Quando sentimos desejo sexual é
porque aquele algo está associado, mesmo que inconscientemente, a algo
que valorizamos e sentimos beleza. Assim a vida continua, assim
suportamos a existência, assim sentimos a beleza e a satisfação de
existir e dar continudade a existência.
PS: desculpas pelo texto srta. Natália, sempre me sinto inspirado a compartilhar minhas ideias com vc. Bjão.
Seguir leis sem saber o porquê de sua existência ou significado é uma ignorância que pode levar a burrice ou perda de pontos estratégicos. Por isso, sigo apenas as minhas próprias regras. Por: Leandro Moura
domingo, 16 de agosto de 2015
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Resposta à pergunta do Pedro Torres: como a discussão do que é ser humano pode ser reduzida a discussão do que é uma maçã
Pedro,
vc lembra sobre a série de perguntas que vc fez a mim para identificar o
que é uma maçã? Bem, tenho quase certeza que sim, mas vou expô-las aqui
para quem mais tiver curiosidade em saber: o que é uma maçã? Uma maçã
mordida continua sendo uma maçã? Uma maçã pequena continua sendo uma
maçã? Metade de uma maçã é uma maçã? Ou seja, todas estas perguntas
estão fazendo referência a uma "maçã" ideal. Contudo, quem idealiza essa
maçã é o ser consciente, e essa idealização é feita através do uso que
será feito daquela maçã. Porém, é preciso implementar a maçã na
realidade, e a partir de então constrói-se um modelo. Alguns modelos vão
aceitar uma maçã mordida como maçã, outros não. Alguns modelos vão
aceitar uma maçã pequena sendo uma maçã, outros não. Da mesma forma, o
ser humano.
O que é um ser humano? Um ser humano sem braço, continua sendo um ser humano? Um ser humano com braço robótico, continua sendo um ser humano? Um ser humano com síndrome de down, continua sendo um ser humano? Novamente, depende do modelo. Para alguns modelos sim, para outros, estes são humanos "especiais", e ainda, há outros que mesmo deixa de considerá-los. Chegamos então aos modelos, e parece-me haver aqui a referência de um modelo real, e os demais modelos implementados. Fazemos a pergunta que modela o modelo real? Será ele um modelo platônico, que existe antes mesmo do objeto em si existir? Talvez passamos aqui para o estudo da memética.
De onde vem a "maçã" ideal? Ou, ainda, voltando a nossa conversa, Pedro, de onde vem o significado do número? Do ser consciente, oras! Concordamos, nós dois, que se um dia todos os matemáticos do universo morressem, a matemática morreria junto. O mesmo vale para a maçã. O mesmo vale para o ser humano. Portanto, o mesmo que irá validar o que é o significado de um número, irá validar o que é uma maçã, e também irá validar o que é ser humano: a concordância entre os seres conscientes envolvidos.
Se estamos falando de um modelo, seja ele ideal ou implementado, estamos falando também da necessidade que o ser consciente tem de interagir com a realidade. Se houver apenas um ser consciente e a realidade, o modelo ideal será exatamente aquilo que esse ser consciente idealizar, afinal, só existe ele com capacidade de dar identidade aos fenômenos da realidade. Contudo, se estamos falando de um modelo entre mais de um ser consciente, o modelo ideal será a negociação que ocorre entre todos estes seres e o que eles aceitam. Desta forma, a pergunta: "quanto pesa uma maçã ideal?" se torna extremamente complexa de ser respondida, porque a resposta envolve o consenso de todos aqueles que lidam com modelos envolvendo maçãs implementadas. Podemos, para a finalidade de encontrar uma resposta objetiva a esta pergunta, assumir que o peso da maçã ideal será a média aritmética de todos os modelos de maçãs ideais que existem entre os seres conscientes que lidam com maçãs implementadas. Contudo, nem todo mundo que lida com maçã implementada explícita o quanto sua maçã ideal pesa. Aliás, isto nos leva a uma questão interessante: o quanto o algo ideal é definido? Novamente, acho que a memética trata sobre isso. Seguindo.
Vejamos o exemplo das unidades de meda, o quilo por exemplo. O quilo ideal pesa exatamente um quilo. O mais próximo que temos do quilo ideal é o quilo encontrado em um cofre protegido por autoridades internacionais e é usado como referência para o comércio e indústria global como uma forma de acordo e harmonia (desculpem-me a falta de precisão neste dado, procurem na web que acharão). Para ser mais preciso, o quilo ideal foi definido, em acordo uns séculos atrás como sendo este objeto, mas sabe-se que ele está perdendo peso devido suas propriedades físicas (como decaimento químico) e por isso ele está se afastando do que foi definido como o "ideal" para a indústria e comércio. Li isso rapidamente agora e parece-me que vão substituir objeto por um mais preciso, com menos decaimento.
Voltamos, então, a discussão, "o que é ser humano?" E através da linha de raciocínio anterior reduzimos discussão a "o que é uma maçã?". A forma de obter a resposta, para as duas perguntas, é a mesma. Através da negociação do modelo ideal daqueles que lidam com essas implementações. Em alguns casos pode ser impossível definir. Mas isto nos leva a seguinte pergunta: quem implementa? Não, não é o ser humano, pois o ser humano não pode ser ao mesmo tempo aquele que define e aquele que é definido, pois isto seria paradoxal. Afinal, afirmamos que ser humano é aquele que define, como Pedro mencionou através do princípio dos universalistas, seria dizer que todo ser que é capaz de definir, é ser humano, e sabemos que isto não é verdade. A resposta para esta pergunta, pelo menos para mim e para meu modelo, está numa entidade que eu chamo de ser consciente evolutivo. Este ser, e o ser humano é uma implementação deste ser, é aquele que é capaz de definir. O ser humano também o é por transitividade.
Então, precisamos encontrar uma definição do ser consciente para o ser humano ideal. Para mim, a definição que a biologia desenvolveu através da Cladística, e aqui agradeço o link do Gabriel, é o suficiente para mim, enquanto ser consciente, para definir o ser humano ideal. Agora, quanto as implementações do ser humano, cabe a cada modelo que o implementa definir o que é ser humano para ele, e se essa modelagem é o suficiente para alcançar tudo o que o seres conscientes que participam deste modelo esperam.
Desculpem-me pelo texto longo, mas quis deixar tudo claro quanto a redução da definição do ser humano à definição de uma maçã e depois explicar, segundo o que eu percebo, como essas definição são feitas e suas classificações quanto ao seu grau de existência, pois eu imagino que isto serão questões que chegaremos ao decorrer dessa conversa. Abraço a todos.
Iana, exatamente por isso eu disse: "Não estou falando da representação do tempo, mas do tempo em si, como entidade." e "seja lá como vc queira sentir o tempo passando pela sua existência". Se vc sente o tempo passando através do movimento, que assim seja, vc tem o direito de definir o tempo como quiser prq vc é um ser consciente. Porém, não acho das definições, essa a mais correta, porque pela teoria da relatividade eu posso definir um ponto de referência inercial, e para esse ponto, ele nunca vai se mover, contudo, ainda sim, o tempo passa pra ele.
A menos que vc diga que o tempo está passando pra ele através do movimento interno dos seus átomos, e ai vem uma questão complicada: como fazer o átomo parar de se mover? E se conseguirmos, isto implica que o tempo também irá parar para aquele átomo? Talvez. Nesse caso, o tempo é movimento. Como parar o movimento? Se existir um como, então esta será a resposta para a pergunta: "como parar o tempo". Ou seja, podem ser coisas equivalentes.
Mas ainda sim há outro problema. Se definirmos o tempo como o movimento, e assumirmos como ponto de referência a entidade menos complexa do universo, o verdadeiro "átomo" universal, e se este átomo tiver uma natureza sem movimento, isto implica que para ele, o tempo não existe, já que ele não se movimenta. Se este "átomo" não tem movimento, e, portanto, o tempo para ele não existe, e se dele são compostas todas as matérias do universo, conceituar o tempo como movimento não me parece apropriado, a menos que seja o conceito de movimento a partir de certa complexidade de matéria. Mas que complexidade seria esta? Estamos estudando a natureza da física, afinal.
Então, ficamos com a pergunta: o que é o tempo? Eu respondo isto dizendo que nunca poderemos compreender totalmente o tempo, apenas ter um razoável modelo sobre o que ele significa. Afinal, ele, pra psicologia evolutiva, é a entidade consciente axiomática. Uma vez que vc o entenda, sobre qualquer forma, ele já vai ter mudado, e assim nunca seremos capaz de entendê-lo instantaneamente. Então você, como entidade consciente, será apenas capaz de senti-lo ou de desenvolver algum modelo que, no máximo, corresponda a realidade com certa imprecisão ou atraso.
O que é um ser humano? Um ser humano sem braço, continua sendo um ser humano? Um ser humano com braço robótico, continua sendo um ser humano? Um ser humano com síndrome de down, continua sendo um ser humano? Novamente, depende do modelo. Para alguns modelos sim, para outros, estes são humanos "especiais", e ainda, há outros que mesmo deixa de considerá-los. Chegamos então aos modelos, e parece-me haver aqui a referência de um modelo real, e os demais modelos implementados. Fazemos a pergunta que modela o modelo real? Será ele um modelo platônico, que existe antes mesmo do objeto em si existir? Talvez passamos aqui para o estudo da memética.
De onde vem a "maçã" ideal? Ou, ainda, voltando a nossa conversa, Pedro, de onde vem o significado do número? Do ser consciente, oras! Concordamos, nós dois, que se um dia todos os matemáticos do universo morressem, a matemática morreria junto. O mesmo vale para a maçã. O mesmo vale para o ser humano. Portanto, o mesmo que irá validar o que é o significado de um número, irá validar o que é uma maçã, e também irá validar o que é ser humano: a concordância entre os seres conscientes envolvidos.
Se estamos falando de um modelo, seja ele ideal ou implementado, estamos falando também da necessidade que o ser consciente tem de interagir com a realidade. Se houver apenas um ser consciente e a realidade, o modelo ideal será exatamente aquilo que esse ser consciente idealizar, afinal, só existe ele com capacidade de dar identidade aos fenômenos da realidade. Contudo, se estamos falando de um modelo entre mais de um ser consciente, o modelo ideal será a negociação que ocorre entre todos estes seres e o que eles aceitam. Desta forma, a pergunta: "quanto pesa uma maçã ideal?" se torna extremamente complexa de ser respondida, porque a resposta envolve o consenso de todos aqueles que lidam com modelos envolvendo maçãs implementadas. Podemos, para a finalidade de encontrar uma resposta objetiva a esta pergunta, assumir que o peso da maçã ideal será a média aritmética de todos os modelos de maçãs ideais que existem entre os seres conscientes que lidam com maçãs implementadas. Contudo, nem todo mundo que lida com maçã implementada explícita o quanto sua maçã ideal pesa. Aliás, isto nos leva a uma questão interessante: o quanto o algo ideal é definido? Novamente, acho que a memética trata sobre isso. Seguindo.
Vejamos o exemplo das unidades de meda, o quilo por exemplo. O quilo ideal pesa exatamente um quilo. O mais próximo que temos do quilo ideal é o quilo encontrado em um cofre protegido por autoridades internacionais e é usado como referência para o comércio e indústria global como uma forma de acordo e harmonia (desculpem-me a falta de precisão neste dado, procurem na web que acharão). Para ser mais preciso, o quilo ideal foi definido, em acordo uns séculos atrás como sendo este objeto, mas sabe-se que ele está perdendo peso devido suas propriedades físicas (como decaimento químico) e por isso ele está se afastando do que foi definido como o "ideal" para a indústria e comércio. Li isso rapidamente agora e parece-me que vão substituir objeto por um mais preciso, com menos decaimento.
Voltamos, então, a discussão, "o que é ser humano?" E através da linha de raciocínio anterior reduzimos discussão a "o que é uma maçã?". A forma de obter a resposta, para as duas perguntas, é a mesma. Através da negociação do modelo ideal daqueles que lidam com essas implementações. Em alguns casos pode ser impossível definir. Mas isto nos leva a seguinte pergunta: quem implementa? Não, não é o ser humano, pois o ser humano não pode ser ao mesmo tempo aquele que define e aquele que é definido, pois isto seria paradoxal. Afinal, afirmamos que ser humano é aquele que define, como Pedro mencionou através do princípio dos universalistas, seria dizer que todo ser que é capaz de definir, é ser humano, e sabemos que isto não é verdade. A resposta para esta pergunta, pelo menos para mim e para meu modelo, está numa entidade que eu chamo de ser consciente evolutivo. Este ser, e o ser humano é uma implementação deste ser, é aquele que é capaz de definir. O ser humano também o é por transitividade.
Então, precisamos encontrar uma definição do ser consciente para o ser humano ideal. Para mim, a definição que a biologia desenvolveu através da Cladística, e aqui agradeço o link do Gabriel, é o suficiente para mim, enquanto ser consciente, para definir o ser humano ideal. Agora, quanto as implementações do ser humano, cabe a cada modelo que o implementa definir o que é ser humano para ele, e se essa modelagem é o suficiente para alcançar tudo o que o seres conscientes que participam deste modelo esperam.
Desculpem-me pelo texto longo, mas quis deixar tudo claro quanto a redução da definição do ser humano à definição de uma maçã e depois explicar, segundo o que eu percebo, como essas definição são feitas e suas classificações quanto ao seu grau de existência, pois eu imagino que isto serão questões que chegaremos ao decorrer dessa conversa. Abraço a todos.
Iana, exatamente por isso eu disse: "Não estou falando da representação do tempo, mas do tempo em si, como entidade." e "seja lá como vc queira sentir o tempo passando pela sua existência". Se vc sente o tempo passando através do movimento, que assim seja, vc tem o direito de definir o tempo como quiser prq vc é um ser consciente. Porém, não acho das definições, essa a mais correta, porque pela teoria da relatividade eu posso definir um ponto de referência inercial, e para esse ponto, ele nunca vai se mover, contudo, ainda sim, o tempo passa pra ele.
A menos que vc diga que o tempo está passando pra ele através do movimento interno dos seus átomos, e ai vem uma questão complicada: como fazer o átomo parar de se mover? E se conseguirmos, isto implica que o tempo também irá parar para aquele átomo? Talvez. Nesse caso, o tempo é movimento. Como parar o movimento? Se existir um como, então esta será a resposta para a pergunta: "como parar o tempo". Ou seja, podem ser coisas equivalentes.
Mas ainda sim há outro problema. Se definirmos o tempo como o movimento, e assumirmos como ponto de referência a entidade menos complexa do universo, o verdadeiro "átomo" universal, e se este átomo tiver uma natureza sem movimento, isto implica que para ele, o tempo não existe, já que ele não se movimenta. Se este "átomo" não tem movimento, e, portanto, o tempo para ele não existe, e se dele são compostas todas as matérias do universo, conceituar o tempo como movimento não me parece apropriado, a menos que seja o conceito de movimento a partir de certa complexidade de matéria. Mas que complexidade seria esta? Estamos estudando a natureza da física, afinal.
Então, ficamos com a pergunta: o que é o tempo? Eu respondo isto dizendo que nunca poderemos compreender totalmente o tempo, apenas ter um razoável modelo sobre o que ele significa. Afinal, ele, pra psicologia evolutiva, é a entidade consciente axiomática. Uma vez que vc o entenda, sobre qualquer forma, ele já vai ter mudado, e assim nunca seremos capaz de entendê-lo instantaneamente. Então você, como entidade consciente, será apenas capaz de senti-lo ou de desenvolver algum modelo que, no máximo, corresponda a realidade com certa imprecisão ou atraso.
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quinta-feira, 2 de julho de 2015
A ideia de um ser perfeitamente evoluído é absurda ou divina
Segue-se os motivos:
Assumimos que um ser evoluí, em ultima instância, em resposta ao seu ambiente.
Assumimos que o ambiente tal como conhecemos nunca será estático. Ele sempre estará em constante mudança.
Assumimos que se um ser é perfeitamente evoluído, ele não tem mais como evoluir. Ou seja: ele está perfeitamente adaptado a realidade do seu ambiente.
Contudo, se assumirmos que a afirmação 3 é verdadeira, então entraremos em contradição, porque se o ser é perfeitamente evoluído implica que seu ambiente é perfeitamente estático, o que é falso de acordo com a afirmação dois.
Porém, podemos adaptar a terceira afirmação para que ela não torne o sistema contraditório caso seja verdadeira. Segue a adaptação:
Assumimos que se um ser é perfeitamente evoluído, ele não tem mais como evoluir, e ele necessariamente tem de ser onipresente, onipotente e onisciente em relação ao seu ambiente.
Conclusão: o único ser perfeitamente evoluído que poderia existir seria a própria definição de Deus.
Assumimos que um ser evoluí, em ultima instância, em resposta ao seu ambiente.
Assumimos que o ambiente tal como conhecemos nunca será estático. Ele sempre estará em constante mudança.
Assumimos que se um ser é perfeitamente evoluído, ele não tem mais como evoluir. Ou seja: ele está perfeitamente adaptado a realidade do seu ambiente.
Contudo, se assumirmos que a afirmação 3 é verdadeira, então entraremos em contradição, porque se o ser é perfeitamente evoluído implica que seu ambiente é perfeitamente estático, o que é falso de acordo com a afirmação dois.
Porém, podemos adaptar a terceira afirmação para que ela não torne o sistema contraditório caso seja verdadeira. Segue a adaptação:
Assumimos que se um ser é perfeitamente evoluído, ele não tem mais como evoluir, e ele necessariamente tem de ser onipresente, onipotente e onisciente em relação ao seu ambiente.
Conclusão: o único ser perfeitamente evoluído que poderia existir seria a própria definição de Deus.
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terça-feira, 2 de junho de 2015
A busca de Deus
Conhecer a verdadeira mecânica é conhecer a mente de Deus. Mas desta se derivam outras, as mecânicas mundanas, responsáveis pela continuação do que aqueles cujo o coração foi forte o suficiente pra resistir os desafios de alcançar tamanho conhecimento foram capazes de presentear a humanidade. Desta mecânica mundana nascem as recompensam e os prejuízos, todos a curto prazo, para preencher a vida daqueles que se preenchem com os conhecimentos passageiros, mas fáceis de se obter, da vida.
Conhecer a mente de Deus é um dos maiores desafios para qualquer ser humano. Apenas através do verdadeiro amor é possível alcançá-la, pois para alcançar tais conhecimentos, puros em sua essência, é necessário matar toda impureza do ser e buscar através do sentimento divino. Pois é através da morte que se conhece a vida, e somente através o amor é capaz de guiar o ser humano corretamente para alcançar aquilo que é imutável, pois somente assim ele andará pelo vale da morte e mesmo assim terá forças para continuar.
Há ainda outro perigo para aqueles que alcançam a mente de Deus: acessar tais conhecimentos podem fazê-lo se esquecer do que ele é, e mesmo até se confundir com o próprio Deus. Mas somente Deus é Deus, e cada humano é o que ele é. Mas apenas conhecendo a mente de Deus se tem acesso a verdadeira fé, ao verdadeiro amor e aos conhecimentos capazes de revolucionar a mecânica mundana reproduzida por aqueles que são responsáveis pela continuidade da atualidade.
A atualidade que não é eterna: tende a se deteriorar e corromper por ser composta apenas dos conhecimentos descobertos por aqueles cujo guia não foi o sentimento divino, mas sim sentimentos efêmeros e fundamentados no passageiro ou na mentira. Mas neles não há culpa, pois o ser humano é falho por sua própria natureza, mas são suas falhas que dão espaço a renovação, à descoberta, e ao cada vez melhor entendimento da mente divina por aqueles que a buscam. Sem o pecado não há virtude. Sem a morte não há vida. Sem amor não há Deus.
O que não falta são pessoas capazes de produzir dinheiro, conhecimento, beleza, mas não estão em paz ou em nada contribuem para o bem-estar do próximo. Estes não são guiados pelo amor, mas pela mecânica da vida que os faz continuar sem acordar para o que é a vida, sem acordar para Deus. Para todos aqueles cujo suicídio já passou a mente, acreditem no amor: deixem o que há de ruim e em vocês morrer e que sobre somente o amor, e assim vocês estarão mais perto de Deus, pois terão condições de buscá-lo através do que é produzido por aqueles que agem apenas por agir. E então a recompensa chegará: evoluir através da paz divina.
Conhecer a mente de Deus é um dos maiores desafios para qualquer ser humano. Apenas através do verdadeiro amor é possível alcançá-la, pois para alcançar tais conhecimentos, puros em sua essência, é necessário matar toda impureza do ser e buscar através do sentimento divino. Pois é através da morte que se conhece a vida, e somente através o amor é capaz de guiar o ser humano corretamente para alcançar aquilo que é imutável, pois somente assim ele andará pelo vale da morte e mesmo assim terá forças para continuar.
Há ainda outro perigo para aqueles que alcançam a mente de Deus: acessar tais conhecimentos podem fazê-lo se esquecer do que ele é, e mesmo até se confundir com o próprio Deus. Mas somente Deus é Deus, e cada humano é o que ele é. Mas apenas conhecendo a mente de Deus se tem acesso a verdadeira fé, ao verdadeiro amor e aos conhecimentos capazes de revolucionar a mecânica mundana reproduzida por aqueles que são responsáveis pela continuidade da atualidade.
A atualidade que não é eterna: tende a se deteriorar e corromper por ser composta apenas dos conhecimentos descobertos por aqueles cujo guia não foi o sentimento divino, mas sim sentimentos efêmeros e fundamentados no passageiro ou na mentira. Mas neles não há culpa, pois o ser humano é falho por sua própria natureza, mas são suas falhas que dão espaço a renovação, à descoberta, e ao cada vez melhor entendimento da mente divina por aqueles que a buscam. Sem o pecado não há virtude. Sem a morte não há vida. Sem amor não há Deus.
O que não falta são pessoas capazes de produzir dinheiro, conhecimento, beleza, mas não estão em paz ou em nada contribuem para o bem-estar do próximo. Estes não são guiados pelo amor, mas pela mecânica da vida que os faz continuar sem acordar para o que é a vida, sem acordar para Deus. Para todos aqueles cujo suicídio já passou a mente, acreditem no amor: deixem o que há de ruim e em vocês morrer e que sobre somente o amor, e assim vocês estarão mais perto de Deus, pois terão condições de buscá-lo através do que é produzido por aqueles que agem apenas por agir. E então a recompensa chegará: evoluir através da paz divina.
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
Formalização do conceito de sistema segundo a psicologia evolutiva:
Sistema é tudo o que faz parte uma entidade consciente. Ela tem controle sobre alguns dos aspectos de um sistema, mas não sobre todo ele. Todo sistema precisa produzir resultados, caso contrário, ele pode perder sua responsabilidade social. Para produzir resultados, são delegadas a determinadas entidades, a quais chamaremos de fêmeas, o controle de atribuir objetivos a serem cumpridos, e a outras, que chamaremos de macho, são delegadas a responsabilidade de atingir estes objetivos.
Assumindo que já exista um sistema estabelecido, onde os machos e as fêmeas já saibam como produzir resultados, e observando que todo sistema precisa continuar crescendo para não perder sua atividade social, é possível assumir que a fêmea sempre tenderá a aumentar a dificuldade dos objetivos, a isto definiremos de aumentar o estresse do sistema. Os machos, para cumprir o objetivo, precisarão inovar ou corromper.
Embora estas palavras possam parecer sinônimas, atribuiremos aqui um sentido pejorativo a corrupção e apreciativo a inovação. Toda corrupção é alcançada através da mentira, e toda inovação é alcançada através da busca. Desta forma, deseja-se que um sistema cresça através da inovação, e não através da mentira, pois a primeira gera bons frutos em relação a responsabilidade social, a segunda não. Além disto, machos acostumados a buscar são bons em se adaptar a novos contextos, já os adaptados a mentira não.
Aqui entra o conceito de inflação um sistema. Quanto maior for a diferença entre a expectativa da fêmea e a real produção dos machos, maior será a inflação do sistema. É natural que haja um nível aceitável de inflação no sistema vindo da busca e do estresse, a qual popularmente chama-se "gambiarra", que podem ser inclusive fruto de inovação. Contudo, um sistema muito inflacionado pode ser perigoso, pois seus resultados são corroídos a cada geração de machos e a cada mudança de expectativas a qual eles são submetidos.
É possível que o sistema entre num estado de relaxamento ou mesmo abandono. Isto acontece quando a fêmea perde o interesse de estressar os machos, seja porque o sistema já está bom demais a ponto da fêmea não se preocupar com a melhora, descaso da fêmea com a função do sistema para a sociedade ou mesmo falta de cobrança da sociedade pelos resultados daquele sistema. Quando isto acontece, é comum a corrupção se instalar e os resultados começarem a cair. Em casos extremos, os próprios machos ou mesmo a sociedade podem querer reviver o sistema pressionando ou trocando a fêmea.
Existe também as definições de sistema artificial e sistema natural. O sistema acima é um sistema natural. Um sistema artificial tem características diferentes, pois o macho é quem lidera a busca e não existe fêmea para estressá-lo ou não, ela apenas o acompanha e dá suporte a ele e sua busca. É comum um sistema natural se tornar artificial quando as entidades que o controlam querem impedir a perca de poder através da inovação. É quando há os períodos de revolução. Tecnologias são sistemas as quais as entidades têm completo controle, não apenas parcialmente.
Este texto tem como objetivo demonstrar conceitos fundamentais sobre a relação entre entidades de um sistema, e o compromisso dele com a sociedade. Podemos ver que não existe processo de automatização para manter um sistema saudável, se não a preocupação com a forma de produção dos seus resultados e com impacto social que eles produzem para a sociedade. É preciso ainda analisar a sociedade a qual este sistema está inserido, e se o que ela está exigindo é realmente possível ou não de ser realizado sobre uma quantidade de estresse humanamente suportável a ponto da corrupção não ultrapassar o limite da gambiarra.
Toda entidade que não busca fazer parte de um sistema tende a um looping de retroalimentação que a faz tender ao enlouquecimento. Toda entidade também tem dentro de si o feminino e o masculino, mas em sua personalidade há uma maior capacidade de se estabilizar ou em um, ou em outro. Porém, um feminino sem um pouco de masculino não tem capacidade de inspirar as novas gerações, e um masculino sem um pouco de feminino não tem condições de encontrar prazer em suas conquistas. Cada entidade se conecta a outra de um modo único como uma forma de se completar e autenticar como aquele que contribui com a evolução. Toda entidade consciente, sistema ou tecnologia tem como objetivo a evolução, que é o meio pelo qual a vida encontra para ser experienciada e continuada. Isto deve ser a principal referência de calibragem social: a boa evolução da nossa sociedade.
Assumindo que já exista um sistema estabelecido, onde os machos e as fêmeas já saibam como produzir resultados, e observando que todo sistema precisa continuar crescendo para não perder sua atividade social, é possível assumir que a fêmea sempre tenderá a aumentar a dificuldade dos objetivos, a isto definiremos de aumentar o estresse do sistema. Os machos, para cumprir o objetivo, precisarão inovar ou corromper.
Embora estas palavras possam parecer sinônimas, atribuiremos aqui um sentido pejorativo a corrupção e apreciativo a inovação. Toda corrupção é alcançada através da mentira, e toda inovação é alcançada através da busca. Desta forma, deseja-se que um sistema cresça através da inovação, e não através da mentira, pois a primeira gera bons frutos em relação a responsabilidade social, a segunda não. Além disto, machos acostumados a buscar são bons em se adaptar a novos contextos, já os adaptados a mentira não.
Aqui entra o conceito de inflação um sistema. Quanto maior for a diferença entre a expectativa da fêmea e a real produção dos machos, maior será a inflação do sistema. É natural que haja um nível aceitável de inflação no sistema vindo da busca e do estresse, a qual popularmente chama-se "gambiarra", que podem ser inclusive fruto de inovação. Contudo, um sistema muito inflacionado pode ser perigoso, pois seus resultados são corroídos a cada geração de machos e a cada mudança de expectativas a qual eles são submetidos.
É possível que o sistema entre num estado de relaxamento ou mesmo abandono. Isto acontece quando a fêmea perde o interesse de estressar os machos, seja porque o sistema já está bom demais a ponto da fêmea não se preocupar com a melhora, descaso da fêmea com a função do sistema para a sociedade ou mesmo falta de cobrança da sociedade pelos resultados daquele sistema. Quando isto acontece, é comum a corrupção se instalar e os resultados começarem a cair. Em casos extremos, os próprios machos ou mesmo a sociedade podem querer reviver o sistema pressionando ou trocando a fêmea.
Existe também as definições de sistema artificial e sistema natural. O sistema acima é um sistema natural. Um sistema artificial tem características diferentes, pois o macho é quem lidera a busca e não existe fêmea para estressá-lo ou não, ela apenas o acompanha e dá suporte a ele e sua busca. É comum um sistema natural se tornar artificial quando as entidades que o controlam querem impedir a perca de poder através da inovação. É quando há os períodos de revolução. Tecnologias são sistemas as quais as entidades têm completo controle, não apenas parcialmente.
Este texto tem como objetivo demonstrar conceitos fundamentais sobre a relação entre entidades de um sistema, e o compromisso dele com a sociedade. Podemos ver que não existe processo de automatização para manter um sistema saudável, se não a preocupação com a forma de produção dos seus resultados e com impacto social que eles produzem para a sociedade. É preciso ainda analisar a sociedade a qual este sistema está inserido, e se o que ela está exigindo é realmente possível ou não de ser realizado sobre uma quantidade de estresse humanamente suportável a ponto da corrupção não ultrapassar o limite da gambiarra.
Toda entidade que não busca fazer parte de um sistema tende a um looping de retroalimentação que a faz tender ao enlouquecimento. Toda entidade também tem dentro de si o feminino e o masculino, mas em sua personalidade há uma maior capacidade de se estabilizar ou em um, ou em outro. Porém, um feminino sem um pouco de masculino não tem capacidade de inspirar as novas gerações, e um masculino sem um pouco de feminino não tem condições de encontrar prazer em suas conquistas. Cada entidade se conecta a outra de um modo único como uma forma de se completar e autenticar como aquele que contribui com a evolução. Toda entidade consciente, sistema ou tecnologia tem como objetivo a evolução, que é o meio pelo qual a vida encontra para ser experienciada e continuada. Isto deve ser a principal referência de calibragem social: a boa evolução da nossa sociedade.
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
Minha visão pessoal de Deus
Olá pastor.
Não encontrei perguntas adequadas para expressar minha relação com a fé, portanto, resolvi escrever este texto. Contudo, primeiro eu quero explicar minha motivação: estou sem estímulo de vida! Só meu curso não é capaz de me completar e eu não quero me entregar aos comportamentos pecaminosos que o mundo oferece. Passei esses dias revendo seriamente meu conceito sobre fé para a minha adequação a essa igreja, e entendendo completamente a necessidade que o senhor tem de proteger seu rebanho! Expô-los a uma pessoa que, ao invés de contribuir para o crescimento, apenas irá atrapalhar, é algo muito prejudicial. Cada um deles deve ser especial ao seu modo para a igreja e não sou eu que quero discutir e convertê-los a isso ou aquilo! Quero respeitá-los em sua fé, mas como o senhor falou, se não encontrarmos um modo de harmonizar o que eu acredito com o que a igreja prega, talvez eles vão querer me converter e, naturalmente, haverá uma divergência indesejada. Portanto, expressarei agora o que Deus significa pra mim, e fica ao senhor o favor de me guiar através da bíblia para qual caminho eu devo seguir para entender melhor aquilo que eu falo.
Deus, para mim, é a cima de tudo uma busca! A busca pela fé, a busca pelo milagre. Embora eu tenha dito que não acreditava em milagres, acredito sim em milagres, mas eles estão aonde ninguém acha que eles estarão, apenas aquele que crê, que tem fé! Sim, é necessário ter fé para ser um bom humano. Sem a fé, o ser humano se perde. E eu não estou falando de uma fé qualquer, estou falando na fé que faz cada ser humano ter coragem de enfrentar o desconhecido na sua busca pelo melhor! Pelo melhor que ele pode fazer por si próprio e para ao seu próximo. Sem esta fé, o ser humano estará perdido, pois ele nunca terá coragem de ir além quando necessário, nunca terá coragem de pedir ajuda quando assim for preciso, ou irá para lugares cujos frutos são podres e/ou não geram sementes! A família é a razão de tudo! Dar continuidade a existência, dar continuidade ao viver, este presente que nos foi dado pela existência e que de nós emancipa o Deus que nos permite continuar vivendo.
Sem Deus, o que será de nós? Se não um bando de animais que não pensam no futuro, que só pensam em si próprios e estarão dispostos a fazer tudo pelo próprio benefício? Não adiantará o melhor sistema político ou o melhor sistema judicial, sem Deus, as pessoas irão se corromper! As pessoas irão roubar! Deus é a inspiração que faz com que o ser humano pense no próximo, pense em seus filhos, pense no que realmente deve ser importante: continuar a viver bem! Mesmo que para isso seja preciso passar por momentos difíceis, seja preciso algum milagre, cabe ao ser humano nunca desistir da sua fé em Deus em busca da sua melhora. Cabe ao ser humano saber que, se ele falhar, pelo menos foi em nome daquilo que ele acredita e que por isto ele tem a responsabilidade de arcar com as consequências.
De que vale qualquer comportamento se não for pra fazer a vivência humana uma experiência alegre, feliz e bonita? De que vale o sexo se não for para agradar aquele que se ama e dar energia para fazê-lo continuar em sua difícil caminhada? E que caminhada difícil seria essa, se não aquela capaz de gerar frutos, de gerar benefícios, de fazer o bem, de semear a bondade do senhor aos quatro cantos e mostrar que sim, é possível ser feliz com o pouco e difícil, mas honesto e bem feito! A verdade nos salvará, diz a bíblia. E eu entrei na ciência e na filosofia justamente em busca da verdade. E hoje eu descubro: não há como provar a verdade. Fé é fé. Aquele que tem fé não precisa de provas, só precisa de fé. Aquele que tem fé não precisa provar que sua fé é verdadeira, só precisa anunciá-la ao mundo e esperar que, aquele que precisa, venha em busca daquilo que o traga paz.
Porque somente através de Deus é que nós, seres humanos, encontraremos a paz que necessitamos para fazer grandes contribuições à nossa comunidade! Porque somente através de Deus é que nós, seres humanos, encontraremos a paz necessária para fazer o bem, para descobrir coisas boas, para contribuir positivamente com o viver humano. E a todos aqueles que resolverem viver de guerra, a todos aqueles que resolverem viver em constante conflito consigo mesmo e com o mundo, aqueles cuja alegria se resume a instantes tão voláteis e conseguidos através de tanto sofrimento, e que nada tem a acrescentar ao seu próximo, a esses nós só podemos esperar que a energia de vida que o faça ser desse jeito seque e que a nós ele venha, para então ele contribuir com toda a experiência dele com o nosso caminho e construirmos assim uma família mais forte e mais experiente. Ou ainda, tratá-lo caso suas experiências sejam fortes o suficiente para deixar marcas incuráveis.
Dúvidas podem ser sim perigosas, mas mais perigoso ainda é ter medo da falta de fé diante às dúvidas. Porque uma fé construída através do medo, e não através da vontade de ter paz, porque uma fé construída através da preguiça, e não da vontade de se tornar um ser melhor, é uma fé corrupta e mancha o nome de Cristo, aquele que escolheu a morte em nome de sua fé no Deus capaz de salvar a humanidade da destruição, do egoísmo, da deterioração. Sem as dúvidas não podemos encontrar soluções, e é justamente para encontrar as soluções que precisamos de fé. Portanto, a fé não precisa ser verdadeira, precisa ser forte. Forte o suficiente para impulsionar o ser humano em busca das respostas da sua dúvida e não aceitar nenhuma resposta se não aquela que contribua para o objetivo de Cristo e de Deus na vida de todo ser humano. Sua resposta sim deverá ser verdadeira, pois é ela quem alimentará, fornecerá energia e cuidará nós e dos nossos semelhantes. Não precisaremos, deste modo, viver de aparências e de um constante sentimento de culpa, mas sim viver daquilo obtido através de muita luta e fé.
Lutar em nome de Cristo, no final, se resume a lutar em nome do amor. Pois ele morreu na cruz para nos ensinar, justamente, o que é o amor! E amar é algo tão profundo e misterioso que não pode ser formulado, apenas aprendido através de tantos erros que todos nós, seres humanos de natureza pecaminosa, certamente cometeremos. Jesus não desistiu de nós, e foi capaz de morrer na cruz por nós. Quem somos nós para desistir de nós mesmos? Quem somos nós para desistir do amor, da alegria, da beleza, da honestidade, do bem feito, das descobertas? Sim, será uma difícil caminhada assim como foi para Jesus, mas o que ele deixou para nós certamente valeu a pena, como valerá a pena o sacrifico que todos nós faremos em nome daquilo que acreditamos ser melhor para nós, nossos filhos, vizinhos e enfim, nosso semelhante. E que a felicidade seja o resultado final de toda essa construção, pois o paraíso será vivido aqui na terra por todos aqueles que ajudaram a construir uma vida melhor, uma vida em nome de Cristo!
Aceitar que Deus emancipa do ser humano é algo perigoso, pois pode dar o direito de cada ser humano assumir seu próprio conceito de Deus. Ora, mas não é isto o que acontece através das tantas e tantas versões de igrejas que as diferentes interpretações da Bíblia permite criar? Cada uma carregando sua versão do que é verdade? Se o próprio viver não fosse perigoso não precisaríamos de fé! Talvez alguns acreditem que nós só existimos porque assim Deus o fez acontecer, outros acreditam que somos meros acaso do destino. Mas o que faz um conjunto de pessoas acreditarem num mesmo Deus é o fato delas sentirem a mesma coisa. Neste sentido, a Bíblia deixa de ser um livro que carrega uma valiosa verdade, mas que traz discórdia entre todos aqueles que querem pregar sua própria verdade, e passa a ser um livro de valiosas experiências, que a todos pode enriquecer através do diálogo da fé, da interpretação, da experimentação, do amor e da vida. Cabe a nós confiar no ser humano, confiar no exemplo que Jesus, que afinal foi um humano igual a nós, deu a todos nós e confiar que cada pessoa terá a capacidade de ter fé naquilo que é mais importante para conseguir viver sua vida do jeito que ela pode e a faça feliz.
Então esta é minha visão, Pastor. Se o senhor pergunta a razão pela qual eu estou querendo começar a me relacionar com as pessoas, eu lhe respondo o seguinte: nenhum humano pode viver sozinho e isolado, preciso me relacionar com pessoas para fazer o bem a minha comunidade. De que adianta toda esta visão que eu construí através de alguns anos de estudo se nenhum benefício eu posso trazer ao próximo? Minha vida está vazia de tal forma que a morte parece ser a única solução em alguns momentos. Mas sim, eu tenho fé, e mesmo que o senhor não aceite que eu ande com os jovens da sua igreja, Pastor, eu não irei desistir de buscar minha melhor. E fica nesta carta a minha maior contribuição, se assim esta carta servir, para esta igreja, que está localizada perto de onde eu morei a grande parte da minha vida: não busquem formas de provar a sua fé, apenas a tenha! Certifique-se que ela é o que você necessita para ter o que você deseja em sua vida, e viva bem. Esta afirmação é baseada em alguns anos de experiência no mundo da ciência, psicologia, filosofia e lógica, e embora pareça uma afirmação simples e óbvia, é o melhor que eu tenho a dar para vocês.
Não encontrei perguntas adequadas para expressar minha relação com a fé, portanto, resolvi escrever este texto. Contudo, primeiro eu quero explicar minha motivação: estou sem estímulo de vida! Só meu curso não é capaz de me completar e eu não quero me entregar aos comportamentos pecaminosos que o mundo oferece. Passei esses dias revendo seriamente meu conceito sobre fé para a minha adequação a essa igreja, e entendendo completamente a necessidade que o senhor tem de proteger seu rebanho! Expô-los a uma pessoa que, ao invés de contribuir para o crescimento, apenas irá atrapalhar, é algo muito prejudicial. Cada um deles deve ser especial ao seu modo para a igreja e não sou eu que quero discutir e convertê-los a isso ou aquilo! Quero respeitá-los em sua fé, mas como o senhor falou, se não encontrarmos um modo de harmonizar o que eu acredito com o que a igreja prega, talvez eles vão querer me converter e, naturalmente, haverá uma divergência indesejada. Portanto, expressarei agora o que Deus significa pra mim, e fica ao senhor o favor de me guiar através da bíblia para qual caminho eu devo seguir para entender melhor aquilo que eu falo.
Deus, para mim, é a cima de tudo uma busca! A busca pela fé, a busca pelo milagre. Embora eu tenha dito que não acreditava em milagres, acredito sim em milagres, mas eles estão aonde ninguém acha que eles estarão, apenas aquele que crê, que tem fé! Sim, é necessário ter fé para ser um bom humano. Sem a fé, o ser humano se perde. E eu não estou falando de uma fé qualquer, estou falando na fé que faz cada ser humano ter coragem de enfrentar o desconhecido na sua busca pelo melhor! Pelo melhor que ele pode fazer por si próprio e para ao seu próximo. Sem esta fé, o ser humano estará perdido, pois ele nunca terá coragem de ir além quando necessário, nunca terá coragem de pedir ajuda quando assim for preciso, ou irá para lugares cujos frutos são podres e/ou não geram sementes! A família é a razão de tudo! Dar continuidade a existência, dar continuidade ao viver, este presente que nos foi dado pela existência e que de nós emancipa o Deus que nos permite continuar vivendo.
Sem Deus, o que será de nós? Se não um bando de animais que não pensam no futuro, que só pensam em si próprios e estarão dispostos a fazer tudo pelo próprio benefício? Não adiantará o melhor sistema político ou o melhor sistema judicial, sem Deus, as pessoas irão se corromper! As pessoas irão roubar! Deus é a inspiração que faz com que o ser humano pense no próximo, pense em seus filhos, pense no que realmente deve ser importante: continuar a viver bem! Mesmo que para isso seja preciso passar por momentos difíceis, seja preciso algum milagre, cabe ao ser humano nunca desistir da sua fé em Deus em busca da sua melhora. Cabe ao ser humano saber que, se ele falhar, pelo menos foi em nome daquilo que ele acredita e que por isto ele tem a responsabilidade de arcar com as consequências.
De que vale qualquer comportamento se não for pra fazer a vivência humana uma experiência alegre, feliz e bonita? De que vale o sexo se não for para agradar aquele que se ama e dar energia para fazê-lo continuar em sua difícil caminhada? E que caminhada difícil seria essa, se não aquela capaz de gerar frutos, de gerar benefícios, de fazer o bem, de semear a bondade do senhor aos quatro cantos e mostrar que sim, é possível ser feliz com o pouco e difícil, mas honesto e bem feito! A verdade nos salvará, diz a bíblia. E eu entrei na ciência e na filosofia justamente em busca da verdade. E hoje eu descubro: não há como provar a verdade. Fé é fé. Aquele que tem fé não precisa de provas, só precisa de fé. Aquele que tem fé não precisa provar que sua fé é verdadeira, só precisa anunciá-la ao mundo e esperar que, aquele que precisa, venha em busca daquilo que o traga paz.
Porque somente através de Deus é que nós, seres humanos, encontraremos a paz que necessitamos para fazer grandes contribuições à nossa comunidade! Porque somente através de Deus é que nós, seres humanos, encontraremos a paz necessária para fazer o bem, para descobrir coisas boas, para contribuir positivamente com o viver humano. E a todos aqueles que resolverem viver de guerra, a todos aqueles que resolverem viver em constante conflito consigo mesmo e com o mundo, aqueles cuja alegria se resume a instantes tão voláteis e conseguidos através de tanto sofrimento, e que nada tem a acrescentar ao seu próximo, a esses nós só podemos esperar que a energia de vida que o faça ser desse jeito seque e que a nós ele venha, para então ele contribuir com toda a experiência dele com o nosso caminho e construirmos assim uma família mais forte e mais experiente. Ou ainda, tratá-lo caso suas experiências sejam fortes o suficiente para deixar marcas incuráveis.
Dúvidas podem ser sim perigosas, mas mais perigoso ainda é ter medo da falta de fé diante às dúvidas. Porque uma fé construída através do medo, e não através da vontade de ter paz, porque uma fé construída através da preguiça, e não da vontade de se tornar um ser melhor, é uma fé corrupta e mancha o nome de Cristo, aquele que escolheu a morte em nome de sua fé no Deus capaz de salvar a humanidade da destruição, do egoísmo, da deterioração. Sem as dúvidas não podemos encontrar soluções, e é justamente para encontrar as soluções que precisamos de fé. Portanto, a fé não precisa ser verdadeira, precisa ser forte. Forte o suficiente para impulsionar o ser humano em busca das respostas da sua dúvida e não aceitar nenhuma resposta se não aquela que contribua para o objetivo de Cristo e de Deus na vida de todo ser humano. Sua resposta sim deverá ser verdadeira, pois é ela quem alimentará, fornecerá energia e cuidará nós e dos nossos semelhantes. Não precisaremos, deste modo, viver de aparências e de um constante sentimento de culpa, mas sim viver daquilo obtido através de muita luta e fé.
Lutar em nome de Cristo, no final, se resume a lutar em nome do amor. Pois ele morreu na cruz para nos ensinar, justamente, o que é o amor! E amar é algo tão profundo e misterioso que não pode ser formulado, apenas aprendido através de tantos erros que todos nós, seres humanos de natureza pecaminosa, certamente cometeremos. Jesus não desistiu de nós, e foi capaz de morrer na cruz por nós. Quem somos nós para desistir de nós mesmos? Quem somos nós para desistir do amor, da alegria, da beleza, da honestidade, do bem feito, das descobertas? Sim, será uma difícil caminhada assim como foi para Jesus, mas o que ele deixou para nós certamente valeu a pena, como valerá a pena o sacrifico que todos nós faremos em nome daquilo que acreditamos ser melhor para nós, nossos filhos, vizinhos e enfim, nosso semelhante. E que a felicidade seja o resultado final de toda essa construção, pois o paraíso será vivido aqui na terra por todos aqueles que ajudaram a construir uma vida melhor, uma vida em nome de Cristo!
Aceitar que Deus emancipa do ser humano é algo perigoso, pois pode dar o direito de cada ser humano assumir seu próprio conceito de Deus. Ora, mas não é isto o que acontece através das tantas e tantas versões de igrejas que as diferentes interpretações da Bíblia permite criar? Cada uma carregando sua versão do que é verdade? Se o próprio viver não fosse perigoso não precisaríamos de fé! Talvez alguns acreditem que nós só existimos porque assim Deus o fez acontecer, outros acreditam que somos meros acaso do destino. Mas o que faz um conjunto de pessoas acreditarem num mesmo Deus é o fato delas sentirem a mesma coisa. Neste sentido, a Bíblia deixa de ser um livro que carrega uma valiosa verdade, mas que traz discórdia entre todos aqueles que querem pregar sua própria verdade, e passa a ser um livro de valiosas experiências, que a todos pode enriquecer através do diálogo da fé, da interpretação, da experimentação, do amor e da vida. Cabe a nós confiar no ser humano, confiar no exemplo que Jesus, que afinal foi um humano igual a nós, deu a todos nós e confiar que cada pessoa terá a capacidade de ter fé naquilo que é mais importante para conseguir viver sua vida do jeito que ela pode e a faça feliz.
Então esta é minha visão, Pastor. Se o senhor pergunta a razão pela qual eu estou querendo começar a me relacionar com as pessoas, eu lhe respondo o seguinte: nenhum humano pode viver sozinho e isolado, preciso me relacionar com pessoas para fazer o bem a minha comunidade. De que adianta toda esta visão que eu construí através de alguns anos de estudo se nenhum benefício eu posso trazer ao próximo? Minha vida está vazia de tal forma que a morte parece ser a única solução em alguns momentos. Mas sim, eu tenho fé, e mesmo que o senhor não aceite que eu ande com os jovens da sua igreja, Pastor, eu não irei desistir de buscar minha melhor. E fica nesta carta a minha maior contribuição, se assim esta carta servir, para esta igreja, que está localizada perto de onde eu morei a grande parte da minha vida: não busquem formas de provar a sua fé, apenas a tenha! Certifique-se que ela é o que você necessita para ter o que você deseja em sua vida, e viva bem. Esta afirmação é baseada em alguns anos de experiência no mundo da ciência, psicologia, filosofia e lógica, e embora pareça uma afirmação simples e óbvia, é o melhor que eu tenho a dar para vocês.
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sexta-feira, 6 de março de 2015
Ajuda ou esforço próprio: qual ferramenta usar para ter maior aprendizado?
Existem duas maneiras extremistas que um maratonista pode usar para
crescer dentro do projeto da maratona. A primeira é tentar entender tudo
sobre cada questão e evitar o máximo receber ajuda exterior que não
seja informações essenciais à resolução da questão. Assim, ele irá
explorar todas as formas de combinar as poucas informações que ele tem e
entenderá o máximo potencial de cada uma, tendo um crescimento, embora
lento, seguro e consistente. A segunda é tentar conseguir o máximo de
ajuda possível exterior, como ver a solução da net sem nem mesmo ter
tentado ou perguntar a alguém como se faz, além das informações
essenciais à resolução da questão. Desta maneira, ele irá conhecer
muitas formas de resolução numa quantidade pequena de tempo, e assim que
se deparar com uma questão nova, estará armado com experiência o
suficiente para resolvê-la. Na visão daqueles que seguem este caminho,
esta é uma maneira rápida e de consistência o suficiente para aprender.
Destas duas maneiras, qual realmente tem uma melhor eficiência no aprendizado do maratonista? Ignorando as individualidades de cada pessoa, pois afinal, ninguém é igual e cada um pode se adequar melhor a um ou a outro estilo por fatores e argumentos que este texto não compreende, vamos analisar uma resposta para isto de modo a fazer cada maratonista refletir sobre si mesmo e sobre como ele poderá se tornar melhor dentro do projeto da maratona. Acredito que para a maioria das pessoas é possível afirmar que quanto mais tempo envolvido com algo, mais elas vão memorizá-los, e que a quantidade de questões envolvidas na maratona é enorme, de modo que é impossível decorar como resolve cada estilo de questão, afinal, cada questão é uma conexão única entre as técnicas de programação e seus conhecimentos associados, como grafos ou matemática. É por este último fato que iremos começar nossa análise.
Quanto mais se conhece as conexões entre os assuntos, mais conexão se é capaz de fazer, será que esta é uma informação sempre válida? Se for, é possível assumir que o segundo modo extremista de aprendizado é mais eficiente. Porém, é possível afirmar que a experiência de copiar uma conexão é a mesma de descobrir uma conexão? Eu acredito que não são as mesmas experiências. Uma pessoa que é acostumada, sempre que se depara com o desconhecido, a somente procurar uma forma externa de resolver sem buscar dentro de si a resposta pode ficar insegura caso seja privada de sua fonte externa, o que resultará numa má maratonista, embora ela tenha resolvido muitos problemas no upsolving. Afinal, seres humanos não são simples máquinas justamente por sua capacidade de lidar com o desconhecido, e ter experiência sobre como lidar com o desconhecido é o que separa aqueles que simplesmente copiam daqueles que realmente descobrem e se envolvem com aquilo que estão fazendo.
Quanto mais tempo se passa com algo, mais se aprende sobre ele. Será que esta informação é válida também para todo o caso? Eu acredito que sim, mas a cima disto, passar muito tempo em algo não significa estar no caminho correto para este algo. O caminho correto, neste caso, levará a conexão desejada para a solução da questão. Passar muito tempo trabalhando numa hipótese que não levará à solução da questão pode ser um desperdício de tempo que, dado o universo enorme de conhecimento da maratona, um maratonista não pode se dar ao luxo de perder. Além disto, é preciso lembrar que muitas pessoas antes de nós já quebraram a cabeça para desvendar o desconhecido ao qual nós estamos nos deparando agora, portanto, temos sim uma fonte de informação externa preciosa a ser usada, que não deve ser ignorada quando a frente o desconhecido nos cerca.
A intenção disto é uma mistura entre os dois estilos de aprendizados muito bem combinados. Tanto é preciso ter a experiência sobre como enfrentar o desconhecido como também ter uma boa variedade de conhecimento para usar. Não adianta ser corajoso sem ter a bagagem, e não adianta ter a bagagem sem ter a coragem. Uma coisa complementa a outra. Utilizemos, portanto, nossos recursos de modo a maximizar nosso aumento, tanto de experiências quanto de conhecimentos, para assim obtermos os resultados desejados dentro da competição da maratona, e também nos tornarmos bons profissionais. Enquanto somos aprendizes, a tendência é termos mais ajuda, mas a partir do momento que formos pegando questões mais difíceis, será menor a quantidade de ajuda que teremos a disposição. Será então que precisaremos de experiência para enfrentar o desconhecido e construir um novo conhecimento. Que tenhamos isso em mente a cada nova questão que nos depararmos e a cada vez que peçamos ajuda a alguém, que como nós também não sabia.
Deste ponto de vista, mais valiosa é a pergunta “estou no caminho correto?” do que a pergunta “como resolver isto”, embora uma coisa complemente a outra também. Afinal, descobrir qual caso de teste é o erro pode ser o suficiente para transformar um W.A. num accepted, como também ter o código da solução para gerar casos de teste aleatórios pode auxiliar a encontrar o erro de uma determinada linha de raciocínio, antes oculto, e isto tornará a pessoa mais experiente e confiante naquilo que ela constrói e em como encontrar os erros de determinado raciocínio lógico. Embora a maratona seja uma competição de pequenos projetos, estes conhecimentos são valiosos também para projetos grandes, que um dia podemos enfrentar em nossas vidas profissionais.
Como resultado, teremos sempre boas pessoas sendo formadas. Pessoas capazes de lidar com o desconhecido e com uma boa quantidade de conhecimento. Teremos um bom conteúdo interno, pois os mais velhos ajudam os mais novos, para os mais novos ampliarem aquilo que os mais velhos já conquistaram. A cima de tudo, além da competição, produziremos bons profissionais e boas pessoas, e teremos capacidade de nos destacar no cenário internacional, como antes já nos destacamos. Este texto é acima de tudo um convite a cada um refletir o que significa ser um maratonista e se dedicar a este projeto, e como encontrar maneiras de tornar a si mesmo melhor através do projeto e como tornar o projeto melhor através de si mesmo. Um abraço a todos.
Destas duas maneiras, qual realmente tem uma melhor eficiência no aprendizado do maratonista? Ignorando as individualidades de cada pessoa, pois afinal, ninguém é igual e cada um pode se adequar melhor a um ou a outro estilo por fatores e argumentos que este texto não compreende, vamos analisar uma resposta para isto de modo a fazer cada maratonista refletir sobre si mesmo e sobre como ele poderá se tornar melhor dentro do projeto da maratona. Acredito que para a maioria das pessoas é possível afirmar que quanto mais tempo envolvido com algo, mais elas vão memorizá-los, e que a quantidade de questões envolvidas na maratona é enorme, de modo que é impossível decorar como resolve cada estilo de questão, afinal, cada questão é uma conexão única entre as técnicas de programação e seus conhecimentos associados, como grafos ou matemática. É por este último fato que iremos começar nossa análise.
Quanto mais se conhece as conexões entre os assuntos, mais conexão se é capaz de fazer, será que esta é uma informação sempre válida? Se for, é possível assumir que o segundo modo extremista de aprendizado é mais eficiente. Porém, é possível afirmar que a experiência de copiar uma conexão é a mesma de descobrir uma conexão? Eu acredito que não são as mesmas experiências. Uma pessoa que é acostumada, sempre que se depara com o desconhecido, a somente procurar uma forma externa de resolver sem buscar dentro de si a resposta pode ficar insegura caso seja privada de sua fonte externa, o que resultará numa má maratonista, embora ela tenha resolvido muitos problemas no upsolving. Afinal, seres humanos não são simples máquinas justamente por sua capacidade de lidar com o desconhecido, e ter experiência sobre como lidar com o desconhecido é o que separa aqueles que simplesmente copiam daqueles que realmente descobrem e se envolvem com aquilo que estão fazendo.
Quanto mais tempo se passa com algo, mais se aprende sobre ele. Será que esta informação é válida também para todo o caso? Eu acredito que sim, mas a cima disto, passar muito tempo em algo não significa estar no caminho correto para este algo. O caminho correto, neste caso, levará a conexão desejada para a solução da questão. Passar muito tempo trabalhando numa hipótese que não levará à solução da questão pode ser um desperdício de tempo que, dado o universo enorme de conhecimento da maratona, um maratonista não pode se dar ao luxo de perder. Além disto, é preciso lembrar que muitas pessoas antes de nós já quebraram a cabeça para desvendar o desconhecido ao qual nós estamos nos deparando agora, portanto, temos sim uma fonte de informação externa preciosa a ser usada, que não deve ser ignorada quando a frente o desconhecido nos cerca.
A intenção disto é uma mistura entre os dois estilos de aprendizados muito bem combinados. Tanto é preciso ter a experiência sobre como enfrentar o desconhecido como também ter uma boa variedade de conhecimento para usar. Não adianta ser corajoso sem ter a bagagem, e não adianta ter a bagagem sem ter a coragem. Uma coisa complementa a outra. Utilizemos, portanto, nossos recursos de modo a maximizar nosso aumento, tanto de experiências quanto de conhecimentos, para assim obtermos os resultados desejados dentro da competição da maratona, e também nos tornarmos bons profissionais. Enquanto somos aprendizes, a tendência é termos mais ajuda, mas a partir do momento que formos pegando questões mais difíceis, será menor a quantidade de ajuda que teremos a disposição. Será então que precisaremos de experiência para enfrentar o desconhecido e construir um novo conhecimento. Que tenhamos isso em mente a cada nova questão que nos depararmos e a cada vez que peçamos ajuda a alguém, que como nós também não sabia.
Deste ponto de vista, mais valiosa é a pergunta “estou no caminho correto?” do que a pergunta “como resolver isto”, embora uma coisa complemente a outra também. Afinal, descobrir qual caso de teste é o erro pode ser o suficiente para transformar um W.A. num accepted, como também ter o código da solução para gerar casos de teste aleatórios pode auxiliar a encontrar o erro de uma determinada linha de raciocínio, antes oculto, e isto tornará a pessoa mais experiente e confiante naquilo que ela constrói e em como encontrar os erros de determinado raciocínio lógico. Embora a maratona seja uma competição de pequenos projetos, estes conhecimentos são valiosos também para projetos grandes, que um dia podemos enfrentar em nossas vidas profissionais.
Como resultado, teremos sempre boas pessoas sendo formadas. Pessoas capazes de lidar com o desconhecido e com uma boa quantidade de conhecimento. Teremos um bom conteúdo interno, pois os mais velhos ajudam os mais novos, para os mais novos ampliarem aquilo que os mais velhos já conquistaram. A cima de tudo, além da competição, produziremos bons profissionais e boas pessoas, e teremos capacidade de nos destacar no cenário internacional, como antes já nos destacamos. Este texto é acima de tudo um convite a cada um refletir o que significa ser um maratonista e se dedicar a este projeto, e como encontrar maneiras de tornar a si mesmo melhor através do projeto e como tornar o projeto melhor através de si mesmo. Um abraço a todos.
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