O fluxo da vida
Havia dois pontos e uma estrada ligando eles.
No primeiro ponto está o humano, incompleto.
No segundo ponto está o objetivo, esperando.
Por instinto, o humano deseja alcançar seu objetivo.
O humano caminha na estrada e alcança seu desejo.
As coisas são simples. Ele se sente bem, se sente vivo.
Quando seu objetivo o deixar de ser, um novo surgirá,
E assim o humano continuará caminhando: evoluindo.
Mas é cansativo caminhar, o humano deseja melhorar.
Desenvolve ferramentas, mecanismos, explora a realidade.
Encontra uma maneira melhor para alcançar seu objetivo,
Um automóvel, então com menos esforço se obtém o que deseja.
A sociedade evolui. Humanos seguem caminhos diferentes.
Alguns, por sorte, alcançam logo os automóveis. Outros não.
Então a estrada se torna diversificada, todos se olham entre si.
Os que andam, cansados, desejam obter sua própria melhora.
Então o que antes era o meio de transporte se torna o desejo.
O objetivo se torna um ponto, algo para ser alcançado sem esforço.
Apenas um ponto qualquer, não se entende mais o objetivo.
Se chega nele apenas por costume, desaprendeu-se como usá-lo.
Agora todos têm automóveis, mas os avanços continuam.
O que antes era bom em poupar esforço deixou de ser.
Apareceu um melhor. As pessoas não se sentem mais satisfeitas.
Estão presas num transito sem sentido. Desejam o que nunca tem.
Aqueles que conseguem estar sempre com o que há de melhor.
São os poucos que se sentem satisfeito neste trânsito maluco.
Pois isto os permite mudar de realidade de acordo com sua vontade.
Sem consciência do que são. Insatisfeitos com sua própria satisfação.
Há ainda quem consiga conquistar o melhor através de seu trabalho.
Estes se tornam escravos do sistema. Não desfrutam do conquistado.
É notório o distúrbio na definição de melhor. Na definição de satisfação.
A identidade se torna perdida. Os objetivos, esquecidos. A vida, vendida.
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Desejar o viver bem
Nenhum humano sofre pelo impossível.
Há quem chore por não viver em marte?
Concluí-se: o conhecimento molda o instinto,
Mas o que seria da razão sem a emoção?
O humano precisa desejar para se esforçar,
Assim ele sente, vive. Enfrenta o desconhecido.
Adapta-se ao que for necessário para sobreviver.
Todo humano tem o dever de melhorar.
A si próprio, o lar, o cotidiano, a quem ama.
Do desejo vem a o esforço, e disto a melhora.
Mas como melhorar o que não se conhece?
Como conhecer sem tentar, e errar, e errar...?
Da variação de tentativas, a seleção natural.
Da boa utilização dos sentimentos, a evolução.
Como se satisfazer desejando o impossível?
Mas e quando o impossível se torna possível,
Através das mentiras, trapaças e egoísmo?
A corrupção invade os desejos, o ser humano.
Inicia-se a construção do um futuro mentiroso.
Logo surge o desrespeito, a vontade do tudo fácil.
É preciso desejar o melhor que a realidade oferece,
Ter forças para não deixar o desejo se corromper,
Vencer os sentimentos ruins, saber o valor do esforço,
E assim seguir o caminho da boa evolução, o viver bem.
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Amigos na realidade
Você é meu amigo, quero te fazer sofrer.
Quero transformar sua dor em força.
Quero você forte, quero sua companhia,
No mundo melhor que nós criaremos.
O mundo da verdade, do conhecimento.
O mundo do esforço, da estratégia.
O mundo melhor. Para todos. Para nós.
Se tua identidade for teu mal, abandone-a.
A realidade é tua: faz dela o que bem quiseres.
Inclusive tua nova identidade, teu novo melhor.
Só precisas de tu para seres além do que já és.
Destrua o mal que te prende, te cega.
Destrua o mal que te ilude, te anestesia.
Destrua o mal que te impede de ver a verdade.
Não utilize drogas para amenizar sua dor.
Seja ela física ou mental. Agüente firme.
No peso da realidade, descubra o melhor.
Se conecte a ela, a vida, ao mundo.
O mundo físico, o que você toca.
O mundo humano, o que você sente.
O mundo interior, o que você deseja.
Quando descobres o mundo e entendê-lo,
Compartilharemos nossa melhora mútua,
Competiremos pelo prazer da disputa,
Assim, um novo mundo surgirá do atual.
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O caminho da grandeza
Eu sou um humano grande. Não porque eu simplesmente o seja:
Foi me mostrado o caminho na sociedade que me tornou deste jeito.
É o que eu desejei, me esforcei para consegui-lo. Isto me faz bem.
Não é todos que alcançam este caminho, cansativo e tentador.
É difícil definir se isto é um privilegio ou uma responsabilidade.
Alguns se corrompem no caminho e sentem-se bem fazendo o mal,
Outros não entendem que isto é um sacrifício que exige esforço,
querem tudo fácil, sem estudo, estratégia ou adaptação.
Eu sou um humano comum. Esforço-me para me tornar melhor.
Sinto-me bem através de mim, ou através das minhas extensões:
Minha família, meus amigos ou projetos. Sou também parte deles.
Através disto nos divertimos, e assim se segue uma boa vida.
Não sigo caminho para além destes: se o conheci, não o escolhi.
Talvez ele não me fosse tão atraente, minha vida já estava formada.
Ou ainda não via motivos para desejá-lo. Não me sinto parte dele.
Do que sou parte: disto, que estou construindo, que me faz bem.
Eu sou um humano pequeno. Limito-me ao meu próprio ser.
Isto me impede de encontrar outros caminhos, novos conhecimentos.
Sempre estou errado ou perdido: às vezes busco outros para culpar.
Aprenderei através dos erros que eu não sou o único que sente.
Mas antes de aprender: sofrerei. Isto expandirá meus sentimentos.
Através deste conhecimento encontrarei outros caminhos, novas visões.
Diante de tanta coisa nova, uma me fará bem: será a que vou seguir.
Através desta responsabilidade assumirei meus atos: é quando crescerei.
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A vontade de melhorar:
Está na guerra. – Lastro na agressão.
Está na religião. – Lastro na existência.
Está na ciência. – Lastro na realidade.
Está na política. – Lastro na educação.
Está na beleza. – Lastro na atração.
Está na família. – Lastro na afeição.
Está na riqueza. – Lastro na inteligência.
Está em mim e no meu esforço.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Peloponeso
http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte
http://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9dia_rom%C3%A2ntica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo
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Um merda feliz
De que a felicidade é constituída?
Por definição, eu sou feito de merda.
Precisarei mudar para constituir uma felicidade?
Para que irei eu, um merda, querer viver?
Se nunca encontrarei a felicidade em lugar algum.
O que é preciso ter para possuir a felicidade?
Algum tipo de poder? Algum objeto comprável?
E os fracos e sem dinheiro, nunca serão felizes?
Crianças pobres morrem de fome e desejam comer,
Enquanto obesos ricos desejam emagrecer.
O que se nota nesta confusão sobre a felicidade,
É que ela não se encontra em objetos ou status.
Nem em classe social ou econômica, poder ou fama.
Todos buscam a felicidade, independente do que sejam.
Nisto se conclui que ela é imaterial, transcendental.
Nunca terão o suficiente aqueles que buscam erroneamente.
Para isto, terão de buscar naquele que é o lugar mais próximo,
Mais difícil e mais comum a todos: dentro de si mesmos.
Deste modo eu descubro de que se constitui a felicidade:
Ela se constitui do que eu sou, do que há dentro de mim.
É assim que mesmo sendo um merda, eu sei que sou feliz.
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O jogo da realidade
A vida é como um jogo, e como todo jogo,
empolga se estiver sendo dominado,
desanima se estiver sendo perdido.
Portanto, não culpe a falta de dinheiro ou beleza,
de recursos, oportunidade ou qualquer outra condição.
Culpe apenas a falta de conhecimento em como jogar.
Pois os humanos são capazes de se adaptarem ao que quiserem,
mas ao se adaptarem ou desejarem a uma mentira, assumem um risco:
o de a realidade ser muito pior do que a mentira desejada.
Então se o medo o impedir de conhecer a realidade deste jogo,
abandone-o! Enfrente o desconhecido.
Ele esconde novas verdades, ou as verdades das antigas mentiras.
Ele esconde novos caminhos ou modos para realizar os desejos,
mas apenas os esforçados serão fortes o suficiente para desbravá-lo.
Se o sofrimento for um preço a pagar para desbravar o desconhecido,
pague-o! Pois ele é um pequeno preço em troca de uma felicidade maior.
Se nada for feito e o desconhecido tomar conta,
cada comportamento da realidade tende a ser uma surpresa desagradável,
e as mentiras invadirão a capacidade de construir adaptações sólidas,
de fazer o humano descobrir a si mesmo e encontrar o seu lugar.
A vida então se torna um jogo de resultados turvos e desesperançosos,
em que apenas a sorte fornece as pequenas felicidades do dia-a-dia,
em detrimento do prazer daquilo que se constrói com esforço e sabedoria.
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A arte dos desocupados
Isto tudo é arte. A arte dos desocupados.
A arte que revela quem somos nos momentos difíceis.
A arte que revela pelo que estamos dispostos a lutar.
Mas há realmente alguma razão na arte,
Ou apenas a vontade instintiva de mudar?
http://www.youtube.com/watch?v=5WilOJ81I5E&list=
PL13EE30FFB9391920&index=1&feature=plpp_video
Por: Leandro de Andrade Moura
Poemas respectivamente nas seguintes postagens:
(http://barnabasspenser.blogspot.com.br/2012/09/mapeamento-dos-v-instintivos-e.html)
(http://barnabasspenser.blogspot.com.br/2012/06/previa.html)
(http://barnabasspenser.blogspot.com.br/2012/04/um-merda-feliz.html)
(http://barnabasspenser.blogspot.com.br/2012/03/publicacao-de-dois-poemas-o-jogo-da.html)
*Exceto "amigos na realidade".
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O humano, o mestre e o discípulo
Era uma vez um humano em frente a um completo desconhecido.
Este humano não tinha nada, além de seu esforço e sua curiosidade.
Através do tempo e de tantos erros ele construiu um conhecimento.
Assim ele adquiriu uma habilidade que o destacava entre os demais:
Este humano tornou-se um mestre.
Era uma vez um humano que queria ser tão hábil quanto o mestre.
Além deste desejo, ele não tinha nada além do que o mestre já teve.
Ele não encontrava maneiras de se tornar tão hábil quanto o mestre.
Cansado, pediu ajuda ao mestre, que si reconheceu nele e o ajudou:
Este humano tornou-se um discípulo.
Esta então era a relação entre dois humanos frente a uma habilidade.
Habilidade que preenchia suas vidas e os tornava aptos a se destacar.
Assim, o mestre transmitia ao seu discípulo tudo aquilo o que ele era.
E o discípulo usava aquele ensinamento para encontrar, dentro de si,
O necessário para domar a habilidade.
Com o tempo, o discípulo se torna tão habilidoso quanto o mestre.
Mas só será possível descobrir sua verdadeira habilidade quando,
Assim como o mestre um dia, ele estiver em frente ao desconhecido.
É quando ele realmente terá de usar tudo aquilo o que seu mestre,
Tornou-se e se esforçou para ensinar.
Se este discípulo encontrou o necessário para ser um bom mestre,
Ele terá sucesso em melhorar a habilidade e transmiti-la a outros humanos.
Se este discípulo se contentou em se tornar um humano habilidoso,
Ele terá sucesso em usar esta habilidade para manter-se em bom estado.
Isto é algo que ninguém pode prever.
Seguir leis sem saber o porquê de sua existência ou significado é uma ignorância que pode levar a burrice ou perda de pontos estratégicos. Por isso, sigo apenas as minhas próprias regras. Por: Leandro Moura
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012
domingo, 12 de junho de 2011
Hipoteses sobre D. Casmurro e novidades gerais
Ponto de vista
Olá a todos. Cada vez mais difícil atualizar esse blog, hoje não sei se começo pelas novidades ou se parto logo para a postagem de hoje, cujo tema eu também não sei qual será. Vamos para as novidades. Está decidido que eu irei divulgar minhas teorias nas faculdades, vou fazer isso escrevendo um pequeno folheto, que irá ser entregue nos departamentos de psicologia de faculdades publicas e particulares, convidando os interessados a me ajudarem a formalizar a teoria nos conformes científicos. Devo admitir que bate certos sentimentos de receio e medo, tanto para se der errado quanto para se der certo, mas eu devo enfrentar a responsabilidade das minhas idéias para saber seguramente quem eu sou. Além disso, também tenho tido alguns avanços teóricos quanto ao estilo de vida humano, tanto no aspecto reprodutivo como também de sobrevivência. Ambas as conclusões se baseiam na premissa que o humano deve procurar o que melhor a realidade pode lhe oferecer, e esta premissa se deriva das conclusões da psicologia evolutiva, onde o “melhor” é “boa evolução” neste caso. Houve outros pequenos avanços técnicos na preparação de redações e entendimento dos signos, que de alguma forma se relacionam com a eficiência de estud, mas estes são irrelevantes para o momento. Vou continuar mantendo meu plano original e escrever hoje sobre minha teoria do livro D. Casmurro.
Meu professor de literatura nos passou o livro D. Casmurro para ser lido estas semanas e para ser usado como base de uma prova tem um bom peso na média. No final do período de leitura, eu já tendo terminado o livro, ele comentou conosco sobre as hipóteses de objetivo da história, explicando que Machado de Assis quis fazer uma crítica a sociedade que valorizava os direitos masculinos a cima de tudo, já que apenas ficaríamos com pena do Bentinho, enquanto nem sequer chegamos a conhecer a versão da Capitu sobre os fatos. Também comentou que como os fatos foram explicados apenas por Bentinho, aquela pode não ser a total realidade dos acontecimentos, tendo então Bentinho, por causa do seu ciúme obsessivo, nos mostrado uma realidade confusa ou mesmo ilusória, como a cisma, que pode ser verdadeira ou não, de que seu filho se parece com o Escobar. Tudo isto tem uma coerência bastante convincente, mas o que realmente me irrita é apenas uma coisa: porque Capitu e Bentinho tiveram apenas um filho, e porque este único filho se parece com o Escobar - se isto realmente for verdade, e não apenas ilusão do bentinho -? Pois é nisto, e somente nisto, que se baseia minha teoria meus amigos. Lá vai ela.
Capitu era uma garota relativamente pobre, mas muito bonita e inteligente. Teve boa educação por parte dos seus pais e contato com amizades femininas. Por ser pobre e também ter contato com o universo dos ricos, também desejará se tornar rica, mas sua educação a fez desejar fazer isto de forma honesta. Para tal, ela observava curiosamente todo aquele universo para tentá-lo entendê-lo, aprendendo deste modo, as artimanhas do instinto humano. Sua relação com Bentinho foi sincera, ela o amava, embora este amor não se configurasse uma paixão. Ela via em Bentinho tudo o que ela desejava para o futuro, não apenas como homem, mas também como estrutura familiar e social. Enquanto que ela já tinha visão de mundo e sabia o que queria, construindo uma linha de pensamento bastante rica para alcançar seu objetivo, Bentinho ia apenas vivendo sem objetivos definidos e com a confusão do seminário na sua cabeça. Por causa disto, Capitu acabou se desenvolvendo muito mais rapidamente que o Bentinho, e além do seu maior poder instintivo por natureza, já que ela é uma jovem fêmea, também desenvolveu um poder racional que auxilia na melhoria deste poder instintivo. Bentinho sentia isso e daí vinha sua paixão por ela.
Notemos que enquanto Bentinho para Capitu era um projeto de vida, um amor, Capitu para Bentinho era uma paixão, um desejo de posse, misturado também com amor. Eles cresceram e se casaram, Bentinho desenvolveu bem seus poderes sociais e Capitu continuava com um altíssimo poder instintivo se comparado as demais fêmeas da época. Acontece que em dado momento do casamento, o desejo por um filho chega ao casal, e por motivos desconhecidos, eles não conseguem tê-lo. Quais motivos são estes que motivaram a apreensão do casal? É aqui que se encontra o ápice da minha hipótese: Bentinho era estéreo. Capitu, muito desejosa de ter um filho e criá-lo junto a Bentinho, achou como solução ter um filho ter um filho com Escobar, o melhor amigo do seu marido, tudo em segredo e dissimuladamente por causa do ciúme de seu marido. Percebam que isto faz algum sentido quando lembramos que Capitu aprendeu a dissimular bem seus sentimentos desde criança, e que contar a Bentinho que ele era estéreo poderia fazê-lo muito mal, então ela articulou com o Escobar o que já foi dito aqui. Isto explica duas coisas: porque o casal não teve outro filho e porque o filho de Bentinho se parece tanto com o Escobar.
Existem fatores que podem quebrar minha teoria, e eu os vou considerar agora. Não conhecendo muito sobre medicina e sobre os costumes daquela época, existe a possibilidade de ter poucos filhos ser uma coisa comum, embora eu não acredite nisso. Um casal rico ter apenas um filho por quê? O segundo questionamento é porque a Capitu nunca disse ao Bentinho a verdade através das tantas cartas que eles enviavam-se no durante a parte final do livro. Mas imagino que possa haver motivos, como orgulho, vingança ou sentimento de injustiça. Afinal, Capitu fez tanto por Bentinho e ele a retribuiu com ciúme e acusações, pois afinal, se pensarmos friamente, mesmo que Capitu tenha engravidado de Escobar para dar o filho ao Bentinho, ela fez isso pelo casal. De alguma forma foi um ato de amor. Nas cartas trocadas pelo casal no final do livro, sinto que Capitu ainda desejava carinho ao bentinho, como quem espera que ele mude de idéia e a traga de volta para que ambos possam ser felizes. Capitu sabia amar si mesma, por isso ela agüentou a distancia e ficar sozinha. Podemos ainda compor outras possibilidades de baixíssima probabilidade, e que de tão baixas eu não chego a acreditar, como a de Escobar e Capitu terem tido um caso, ou ela ter uma paixão secreta por Escobar, mas nunca ter revelado.
Enfim, devo terminar esta postagem elogiando as escrituras de Machado de Assis, realmente muito boa. Pra falar a verdade, espero que o professor da minha escola passe outro livro dele. Também penso escrever algo, ou mesmo filmar com o meu amigo Bruno, sobre o tema de entretenimento como indústria e como fonte de conhecimento humano. No mais, espero que gostem da minha teoria e foi legal ter perdido uns quarenta minutos escrevendo isso, desculpem-me pela repetição de nomes que possa ter havido, talvez depois eu revise. Até mais a todos e abraços.
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PS: Não sei se escrevi sobre isso antes, mas se não escrevesse agora, iria ficar encucado. Acredito que a probabilidade da teoria que o professor propôs seja mais adquada que a minha seja maior, pois ela foi composta por críticos literários que conhecem mais a filosofia do Machado de Assis. Porém, ainda sim, acredito que ele possa ter feito esta história pra mostrar que o ciúme e a insegurança pode estragar o casamento, já que a Capitu fez algo pro bem de Bentinho e ele retribuiu mandando-a para Londres e se afastando do filho do casal. Enfim, era apenas isso.
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sexta-feira, 27 de maio de 2011
Pequena reflexão sobre dinamica humana e Tweets favoritos pt. 2
Tweets favoritos pt. 2
Olá a todos. Dessa vez escrevo com o único objetivo de alcançar a minha meta de quatro postagens por mês, mas já que agora escrevo, vou aproveitar e falar sobre as novidades. Tenho passado por novas experiências no dia-a-dia, e estas acabam por aumentar meu banco de dados de pesquisa sobre a dinâmica prática dos humanos. Acabo por criar uma nova ambição, que é um estudo mais aprofundado sobre a verdadeira essência das dinâmicas de namoro. O que me surpreendeu, de fato, foi saber que no mundo dos relacionamentos humanos, a imagem conta muito, e muitas vezes se luta por uma imagem que após algum tempo, descobre-se irreal. Eu, no meu mais profundo instinto racionalizado, acabo por ignorar completamente este jogo de imagens que determinam o ritmo da dinâmica humana, e isto acaba por me enfraquecer como humano. Principal exemplo disto é meu princípio científico de nunca mentir, que faz com que eu mesmo avalie minha própria filosofia, para saber quais conceitos estão baseados num pilar instintivo, e procurar racionalizá-los, firmá-los em bases reais e racionais. Isto significa que, se existe algum conceito filosófico criado por meu próprio instinto para me proteger e me dar força e vantagem aparente, eu os excluo e troco por algo mais ameno, equilibrado, racionalizado, e que por conseqüência tira as vantagens que tal mentira daria a mim em curto prazo. Eu realmente preciso repensar sobre estes acontecimentos, e em como planejar isto tudo para me dar as melhores chances de evolução possíveis, embora eu já tenha dito que vou fazer isto há algum tempo. Quando eu fizer isto, eu posto aqui, já que o assunto da postagem de hoje não é esse, e sim a continuação do “Meus tweets que foram favoritos”. Legenda: T#: Tweet, C#: Comentário.
C#: As vezes sinto que não há nada aqui, daí quero mudar de mundo, outras vezes sinto que preciso construir um mundo novo, preicso é mudar esse. (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/10580332600360961)
T#: Se eu bem me lembro, este tweet foi postado pouco depois que eu terminei o livro e minha vida se tornou um completo vazio, já que todas as atividades as quais eu estava envolvido foram encerradas para a concentração no livro. Quando eu digo “não há nada aqui”, quero dizer justamente que não há evolução ocorrendo, não há nada que me envolva, e isto causa um tédio profundo ao instinto humano. Logo vem a vontade de mudar, mas mudar o que? É o que eu reflito nas passagens seguintes. Construir outro mundo é possível, se adotarmos que a definição de mundo neste caso seja aquele que está na sua cabeça. Explicando as passagens, primeiro eu quero mudar minha própria cabeça, depois eu percebo que meus pensamentos não são bons para se adequar ao mundo real, vem então a vontade d’eu construir novos pensamentos que se adéqüem. Em seguida, noto que meus pensamentos estão bastante coerentes com a realidade, e que na verdade o que é necessário mudar é a própria realidade, através do meu esforço físico. É realmente interessante o que se pode observar em uma escrita de 144 caracteres, quando bem analisado.
C#: Ques.básicas ao se fazer analises sociais ou ñ:poderia ser diferente?Seria bom se fosse diferente?Prq não é diferente?como tornar diferente? (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/11508867376615424)
T#: Espero que não haja incômodos por conta das abreviações, mas as vezes se mostra necessário. Ainda com a cabeça voltada para as questões da psicologia, seja ela individual ou grupal, buscava encontrar uma forma de transmitir bem minhas idéias. Novamente forçando minha memória, podendo vir daí pode alguma memória falsa, lembro que neste momento, eu estava querendo fazer com que as pessoas utilizem a mesma linha de indagação que eu, para então caminhar pelo mesmo caminho e encontrar as mesmas respostas. Foi então que eu defini estas perguntas para serem feitas em relação ao comportamento social, que também pode ser aplicado para qualquer realidade. “Poderia ser diferente?” Existem muitas pessoas que pensam que poderia ser diferente, e esta pergunta serve de introdução para as próximas perguntas. “Seria bom se fosse diferente” esta pergunta talvez tenha sido posta só pra ocupar espaço, porém, notemos que nela há seu sentido; se fosse diferente, será mesmo que seria melhor? Não dizem que há mal que vem para o bem. Neste caso, desejamos o diferente porque teoricamente, ele é melhor, mas e se não fosse? E se fosse diferente do jeito que há o desejo, mas que por não haver conhecido o pior, não houver a capacidade de identificar o melhor? Enfim, são estas perguntas e afirmações que devem ser levadas em consideração nesta etapa. “Prq não é diferente?” Esta pergunta serve como contentamento racional ao nosso instinto que deseja a mudança. Ao sabermos os motivos que tornam o agora, este agora, descobrimos que não poderia ser diferente. Sim, há o determinismo matemático aqui, por exemplo: havia uma garota, você poderia falar oi, mas toda sua estrutura psicológica estava configurada, através de traumas ou distúrbios, para que você não falasse “oi”, desta forma, não há condições reais de você falar “oi”, e é por isso mesmo que você não fala. Após o ocorrido, a experiência de não ter feito já conta como um mecanismo que muda a configuração, é importante observar isto. “Como tornar diferente” é uma pergunta voltada ao futuro e a melhoria. Se quisermos o diferente, é porque o agora não está bom, e por isso é importante analisar a realidade e descobrir formas de melhorar.
T#: Notei dois modos de viver:Um é por meio de uma delicada politica racional,muito boa,outro é por uma firme poli.instintiva,não tão boa assim. (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/12353693097656320)
C#: Neste momento eu estava refletindo sobre se era ou não, de fato, ter uma sociedade tão racionalizada quanto eu costumo ser. Este tweets é a conclusão desta analise, que se baseia no próprio conceito de distúrbio do meu livro, e no pré-suposto que numa sociedade com forte desenvolvimento tecnológico artificial, onde a política que reina é a instintiva, é muito provável a existência de muitos distúrbios. Explicando a conclusão e o conceito de distúrbio do meu livro: lá diz que quanto maior a quantidade de distúrbios, menor será a qualidade de vida. Sendo assim, uma sociedade instintiva, com distúrbios, terá a qualidade de vida ruim. Temos então dois modos de viver: um é ser se esforçar pra ser racional, diminuindo a quantidade de distúrbios e aumentando a qualidade de vida, o outro é continuar se preocupando com o instinto, mesmo que isso leve a uma qualidade de vida menor. Há outros dois conceitos importantes a serem adicionados, o primeiro diz que existem distúrbios tão profundos que é melhor deixá-los existir, já que o esforço para melhorá-los devido a baixa tecnologia humana (pode existir outros motivos) é enorme, e que muita qualidade de vida também é um distúrbio. Na verdade não lembro se botei este último, mas é dedutível; é desnecessário ter muita sobrevivência, já que reprodução também faz parte do humano, e isto significa riscos.
T#: Ao definir o significado de uma palavra, é necessario levar em consideração seu contexto histórico e objetivo de comunicação e conceituação. (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/13007876033351680)
C#: Este tweets é bem interessante pra mim. Criei-o pensando em palavras com aparentemente o mesmo significado, mas que acabam ganhando sentidos diferentes para exprimir coisas parecidas, mas diferentes. O que me levou a pensar foi um amigo que me perguntou como fazer para falar difícil. Notei então que falar difícil significa se comunicar bastante especificadamente, precisamente. A parte histórica faz parte disto, pois é a história que faz com que explica o motivo das palavras serem ligadas aos seus objetos reais, e é ela também que faz um mesmo grupo de pessoas conseguirem se comunicar.
T#: Penso nela antes de acordar até depois de dormir, Elena é o motivo de tudo isto, e poucas pessoas sabem da profunda verdade que nos rodeia. (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/13024567362588672)
C#: Estes tweets românticos podem começar a aparecer a partir daqui. Na verdade são frases que eu acabo por gostar, já que também sou humano. E esta frase em especifico me acompanha desde a minha primeira paixão. Resolvi adaptá-la a Elena.
T#: Cahajo,como é diferente ficar com foto,parece que minha gosminha (que sempre ficará no meu blog) ganhou forma e se transformou em mim! Hahah (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/15975336156073984)
C#: Mais um dos meus devaneios humanos. Antigamente eu utilizava uma gosminha sem forma definida na imagem de exibição do meu twitter. Resolvi trocar por uma foto minha, pra transparecer uma imagem mais próxima a realidade da sociedade comum. O engraçado é que eu realmente imaginei a gosminha tomando forma e transformando-se na foto do twitter de agora, e aliás, esta gosma pode ser observada como imagem de exibição do “quem sou eu” deste blog.
T#: O lucro vem do sol e da tecnologia e é determinado pela lei da oferta e procura regulada pelo interesse de consumo e dificuldade de produção (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/16000331632615424)
C#: Ai vai uma das minhas reflexões sobre a economia. Ainda continuo concordando com a primeira frase, contudo, a história tem me ensinado que a lei da oferta e procura não é tão soberana quanto pensado por mim. A coisa é mais complexa, mas não vou me aprofundar nisto agora, e pra falar a verdade, ainda não consigo definir nem em outras ocasiões, pois são muitas variáveis.
T#: A lua tá bem aqui na janela, é impressionante como ela tá cheia e também como ela consegue ficar lá em cima sem cair, surreal imaginar isso.
C#: O efeito da gravidade é algo muito engraçado. Poucas pessoas percebem, mas o que deveria ser normal é você levantar um objeto, e ele continuar lá. Mas não, ele é puxado para baixo. Percebam a diferença: ele não caí, é puxado. Contudo, devido a constante experiência humana na terra, faz-se parecer que o certo é ele simplesmente cair, mas a lua não caí. É engraçado imaginá-la lá em cima, sem nada segurando, apenas rodando a nossa volta. E se um dia ela cair? Deve ser enorme.
T#: Natalie Portman fez closer e agora a rainha Padmé Amidala, eu bem que reconheci ela no primeiro e sei que vou me apaixonar no segundo. Medo! (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/16679979735588864)
C#: Lado humano falando novamente, adoro esta atriz. Percebi ela em closer, mas depois descobri que ela também fez starwars. Sim, cheguei a um ponto de humanisse que apaixonar-me por personagens tem se tornado comum e alguns casos, se bem que isto nunca mais aconteceu. O coração esteve meio ocupado por esses tempos.
T#: http://migre.me/3bbm5 << Esse site de chuva é mt legal, ele me lembra tanto meu parado projeto de narrativa que um dia, eu pretendo retomar. (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/18431119208747008)
C#: Escutar o som da chuva é legal, se bem que artificialmente e direto perde a graça. No mais, esse site está fora do ar, mas conheço outro com o mesmo objetivo, vou postar aqui: http://choc.la/dc
T#: Não quero chá,não quero café,não quero Coca-Cola,não adianta vir com Guaraná,prá mim é chocolate o que eu quero beber. http://migre.me/3dSF3 (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/19180871571472384)
C#: É uma música que me anima e me faz esquecer do mundo. Adoro cantar ela.
T#: Sinceramente, um dia desses eu vou preparar um kit de emergência pra quando minha internet cair, é desesperador ter um pc sem nada pra fazer (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/19596949820801024)
C#: Até hoje não fiz esse bendito kit de emergência pra quando a internet cair, e até hoje eu sofro quando ela caí. Agora estou imaginando que favoritei algumas coisas não tão interessantes assim, e imagino se deixei de favoritar alguma frase interessante. Depois investigo, ou não.
T#: O amanhecer está lindo, é incrivel como as cores azul e vermelho se entrelaçam entre a atmosfera, as nuvens e o sol, queria reproduzir isso. (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/20382078579249152)
C#: Ainda lembro deste tempo, e dá saudades, nos próximos tweets irei explicar o porquê. Sobre este dia, se bem me lembro, o amanhecer estava lindo. Era férias, madruguei assistindo seriado (ou acordei muito cedo por causa do sono descontrolado, não lembro). Sempre foi uma vontade minha saber pintar paisagens como essas, mas é difícil no computador. Mas uma vez consegui algo aproximado, enfim, já to com preguiça de escrever.
T#: Mulheres como a Penny representam o paraiso e o inferno ao mesmo tempo,cabe a nós,homens inteligentes,apreciar o primeiro e ignorar o seg... (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/20833137659486208)
C#: Me apaixonei pela Penny, principalmente por ela ser linda, instintiva e gostar de um nerd. E no fundo, meu instinto esperava que este nerd também possa ser eu. Me permito a tais sinceridades neste ponto pois sei que poucos serão os que chegaram aqui. Enfim, mulheres instintivas fazem o que sentem, e se sentem bem, fazem o bem, se sentem o mal, fazem o mal, e tem poder o suficiente pra fazer isso. Bem e mal aqui significa algo diferente do contexto que normalmente eu aceito, é bem ou mal para o instinto dela, e não necessariamente para seu quadro geral. As vezes o instinto humano se engana, e és a dificuldade destes tipos de mulheres.
T#: "Se sabe que é assim, e o que fazer com isso, atravês da expêriencia, mas não se sabe a causa" "A P.E. investiga a causa, que é a evolução". (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/21207049836691457)
C#: Acredito que este tweet tenha sido uma tentativa minha de enquadrar a psicologia evolutiva que eu desenvolvi no meio das tantas outras psicologias existentes por ai. Embora eu não conheça, imagino que elas tenham um potencial técnico muito maior que a psicologia evolutiva, por serem desenvolvidas através de várias experiências e através dos erros e acertos, contudo, ainda sim continuo achando que a P.E. dá as bases teóricas do princípio do motor que move o humano, que é a evolução.
T#: Pensando em ver documetários para aumentar minha bagabem e passar o tempo,não apenas ver, como tbm absorver é importante,e isso é cansativo. (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/22468907537272834)
C#: Neste tempo eu estava tentando assistir documentários por assistir, mas notei que só isso não é suficiente, é necessário absorve-los. Não vou me aprofundar aqui, pois esta teoria faz parte de algo que possivelmente, no futuro, eu irei escrever aqui no blog, que é a maquina instinto-racional.
T#: Já tinha explicado tudo e tinha escrito mais de 1000 caracteres, tudo bem feito,o que aprender com isso? SEMPRE USE O WORD! ele salva vidas. (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/26043346719866880)
C#: Eu tinha resumido a minha teoria sobre as cores pra postar no Orkut, num tópico de dúvidas. Resultado: apertei num botão errado e o Orkut apagou tudo. Se eu tivesse usado o Word, isto não haverá acontecido.
T#: Nossa, minha cabeça quase explode aqui comigo entendendo listas encadeadas enquanto escutava o thema de James Bond, o random tá ótimo hoje! (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/26094400492797952)
C#: A música tema do James Bond é clássica, e depois que eu passei a ver os filmes do 007 com outros olhos, passei ainda mais a admirar e esperar pelos próximos filmes da serie (não sei quem escreve nem se haverá próximo, isso é um pouco tenso). Sobre as listas encadeadas, eu já me meti a programar em C, foi uma experiência muito interessante. Entender listas encadeadas foi uma forma de me tornar mais profissional em C, em vez de apenas um curioso. Não deu muito certo, necessário muito mais dedicação que eu estava disposto a dar, mesmo com o esforço do Thaylo em explicar-me algumas teorias.
OK amiguinhos, já estou muito cansado e fazendo isto apenas por obrigação. Acredito que o resultado não tenha saído tão bom, mas pelo menos gostei do começo. Além disso, notei que houve uma pequena confusão nas minhas memórias, mas é coisa pouca. Até a próxima postagem.
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Reflexões sobre qualquer coisa para fim de ano
Postagens de bobagens para o fim de ano
Olá amiguinhos, nossa, já estamos no penúltimo dia do ano. Eu vou escrever mais para manter a meta de quatro postagens por dia, está cada vez mais difícil de mantê-la. Neste momento estou escutando red hot chili peppers, e realmente fico na duvida se presto atenção na música ou escrevo, mas bem, eu nunca vou ter tempo de apenas prestar atenção na musica mesmo, a menos que esteja dirigindo ou dançando, alias, nem assim, muito complicado isso. Realmente não sei sobre o que falar hoje, tenho muitas idéias, muitas delas relacionadas com o livro, ou sobre o livro, por isso não as escrevo aqui, e sobre o livro, devo admitir que estou tendo um resultado realmente satisfatório, embora demorado porque eu tive que pesquisar, muito mais do que esperado, mas eu estou aprendendo bastante, a propósito, a parte de pesquisa bruta já acabou, e agora provavelmente meu ritmo vai se acelerar muito, fiz uma página em um dia e revisei em apenas meia hora hoje, o que me deixa com tempo livre pra escrever aqui, na verdade, se compararmos com antes, que era meio parágrafo por dia, dá pra sentir a diferença de ritmo. Bem, estou viciado em The big bang theory, nossa, a Penny é linda e os personagens bem elaborados e muito engraçados, enfim, quando acabar vou sentir tanta saudade quanto eu senti com “the guild”, possivelmente. Jogando também Wesnoth, acabei de fazer uma sugestão sobre a criação de um macro de probabilidades de vitória por facção para auxiliar o desenvolvimento de novos mapas, pois eu comecei a fazer novamente, vamos ver o que vai dar essa rápida aventura artística. As vezes me pergunto se esses vícios paralelos não atrapalham o desenvolvimento do meu livro, mas é complicado quantificar todas as necessidades humanas, inclusive do quanto de diversão é necessário ou não, ou se é necessária, embora que teoricamente seja, e escrever meu livro não está sendo algo gratificante no sentido de esforço/recompensa, por isso desestimula, embora seja gratificante de certo modo e eu tenha esperanças de que ele realmente vá dar certo, sem contar com meus planos paralelos.
Dentre esses planos paralelos, estão o manifesto evolutivo e a apresentação do meu livro em faculdades, e se caso algo der errado, ter uma vida técnica e pragmática. Ah! Merda, eu realmente não sei sobre o que escrever. Ok, tudo bem, parece que eu estou escrevendo para o twitter agora, que a propósito, tenho atualizado bastante, escrevendo sempre entre 135-140 caracteres, e eu acho tão legal isso. Ter trocado a foto da minha gosminha por uma foto minha realmente foi interessante, mudou totalmente a imagem que se passava do meu twitter, resultado: satisfatório. Aproveitado a ocasião de sem assunto: Eu estive pensando, mais uma vez, sobre a estrutura de nossa sociedade, é interessante pensarmos que com a psicologia evolutiva, podemos classificar com certo atributo cientifico coisas antes não classificáveis, como bem e mal, embora que não defina, o que de certa forma, para alguns, continua sendo a mesma coisa, e para mim, ter argumentos para a classificação permite um melhor estudo, analise, além do instintivo. Notemos também que o meu livro tem como propósito, não dizer que o sentimento está errado, e sim explicá-lo, e apenas isso, e cada pessoa faça o que quiser comi sua explicação, e eu gosto disso. Faz tanto tempo que eu não me permitia tanta pessoalidade no meu blog, pelo o que eu lembre, é até interessante estar escrevendo isso, e eu sei que ninguém vai ler mesmo, embora eu entenda a atitude destas pessoas, pois a expectativa que se tem ao entrar na internet é de fazer coisas rápidas, por isso, um blog com o intuito de pegar leitores causais deve utilizar uma “tecnologia”, ou “arte”, se preferirem, de ser rápido e preciso, e é interessante como a maioria dos blogueiros e vlogers sabem disso, e por isso fazem seus blogs e vídeos rápidos e direto ao ponto, o que não é de todo ruim, embora, de tão rápido que seja, as vezes falta o que assistir destas pessoas que fazem coisas rápidas, o que me faz recorrer ao TBBT. Nota: eu twitto mais quando estou sozinho, e essas madrugadas eu tenho passado sozinho, então eu to twittando mais essas madrugadas.
Enfim, para encerra, o cd do RHCP já está no final, acho que eu curti, embora não tenha feito muita diferença escrever com ou sei, na verdade não sei, mas é bom ter uma música de fundo, de qualquer forma, isso é um dilema que as vezes eu tenho, respeitar o artista e não escutá-lo como música de fundo, e apenas prestando atenção, embora eu nunca faça isso, ou escutá-lo sem prestar atenção e como música de fundo. Enfim, não sei. No mais, considerarmos essa postagem como postagem especial de bobagens de fim de ano, mas ninguém lerá de qualquer forma, e este ultimo parágrafo realmente será curtinho, embora eu odeie isso, e até enrolo quando isto acontece no meu livro, quero nem saber. Mas no blog será permitido, porque ninguém lerá, eu não tenho essa expectativa, e nossa como o dia está ótimo para uma praia, red hot lembra praia, esse som e esse vento lembra praia, meu deus, uma ultima coisa: esse ano eu escrevi menos postagens que o ano passado, embora devamos admitir que eu escrevi dois livros durante este tempo, certo. Também pretendia fazer umas postagens com as imagens que eu gosto, talvez eu o faça para inaugurar o ano, pois é, seria um bom tema, já que eu estou cada vez mais tendo dificuldade de tê-los, embora que se eu botasse meu livro aqui, separado, três páginas por postagens, daria mais de cinqüenta postagens, risos. Abraços a todos e até mais. Ah, e a propósito, feliz natal atrasado.
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Reflexões sobre filmes de zumbis e confirmação de teoria
Renovação nos filmes de zumbis
Olá amiguinhos, enquanto passa a novela, eu estou sem concentração, vontade e rumo para escrever o meu livro, ao mesmo tempo em que eu não tenho nada divertido e/ou interessante para fazer, desta forma, resolvi escrever para o blog sobre um assunto que de repente, me ocorreu, e este assunto é os filmes de zumbis. Mas antes disso, vamos as novidades, não é? Novidades? Nenhuma, contudo, descobri uma coisa interessante, que inclusive, puis no meu twitter, vou botar minhas mensagens referentes ao assunto para ilustrar, primeiro: Coragem Leandro, coragem. Junte todos os seus conhecimentos no seu módulo simulativo com a iniciativa e esperança no seu modulo evolutivo e transforme, através dos impulsos elétricos ordenados por seu módulo de pré-definições automáticas q mexem seus dedos, o virtual em realidade. Segundo: Fico até emocionado, é incrível como se você cria um mecanismo para processar elementos, e define quais são eles, a coisa funciona naturalmente... Estas duas frases se referem ao momento que eu passei esses dias, na construção do capítulo sobre cultura, resumindo: Me perdi no meio de tanta informação. Não sabia mais o que tinha escrito, o que estava faltando, o interessante é que eu notei e confirmei minha teoria escrita aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/pequena-mas-importante-descoberta-sobre.html , ou seja, depois de eu ler e reunir todas as informações sobre o capitulo que eu estava escrevendo, organizado tudo, estruturado, daí então eu notei a linha de raciocínio e objetivo que eu estava seguindo de capitulo a capitulo, e então que surgiu a segunda frase, confirmando os mecanismos racionais. Foi uma hora realmente emocionante, embora ainda me falte organizar o final, que ta meio desajustado, coisa que farei após o filme, hoje a noite. Notem também que quando estamos fazendo algo por obrigação racional, ou seja, quando sabemos que só vai fazer efeito num futuro muito distante, e nosso instinto não percebe isso, trabalhamos de forma preguiça e desatenciosa, é um pouquinho chato também, mas necessário. Agora, ao tópico.
Recentemente eu assisti zumbilandia, um filme sobre zumbi que me surpreendeu devido ao seu objetivo foco, que foi realmente ser bom, divertido e comercial. Porém, ele fugiu só um pouco da essência dos filmes de zumbis, que é o teste da natureza humana. Normalmente nos filmes de zumbis, vemos um grupo de pessoas com personalidade diferentes, que normalmente, no convívio comum e social, nunca se relacionam, contudo, são obrigadas a se relacionar e a trabalhar em equipe para sobreviver. O enredo se desenvolve normalmente sobre como estas pessoas irão sobreviver, suportar a pressão, o suspense, o perigo, a falta de esperança, a constante associação com o mundo que havia antes e a qual as pessoas atribuem sentimentos como afeto, a loucura e as baixas condições de sobrevivência que um ambiente de zumbi trás, onde, querendo ou não, algumas pessoas não suportam estes elementos, fazem alguma besteira e morrem. Ou seja, a morte nos filmes de zumbis são que nem os próprios zumbis, lenta e burra, por isso, mantendo o devido equilíbrio emocional e racional, é fácil fugir dela utilizando as ferramentas e métodos racionais que tornam os humanos diferentes dos outros animais, contudo, se o equilíbrio emocional e racional não for mantido, e há elementos que proporcionam o não equilíbrio, a pessoa acabará morrendo. Além disso, podemos perceber as dinâmicas de grupo para a sobrevivência que ocorrem durante o processo dos filmes de zumbis, onde alguns acabam se tornando lideres, e outros morrendo por não respeitar o grupo, mas a priori, o grupo sempre deveria sobreviver, como aconteceu no filme, zumbilandia. Resumindo, os filmes de zumbis, para mim, deveriam atuar como um laboratório, onde veríamos pessoas com personalidades diferentes sendo submetidas a perigos complicados e sendo obrigadas a se organizar para sobreviver, onde as personalidades ruins acabam morrendo devido a seus erros.
O que ocorre nos filmes de zumbis atualmente, é que eles não acabam desenvolvendo esta trama, apenas parte dela, e embora eu goste apenas da parte da trama, eu não gosto da outra parte, que é quando todo mundo acaba morrendo. É chato torcer por um personagem e ele acabar morrendo no final, dá um sentimento de falta de esperança e de falta de necessidade de todo o processo ocorrido naquele filme, ou seja, sento que assistir o filme foi algo inútil, como foi o caso de um filme chamado dawn of the dead. O filme zumbilandia, para mim, foi uma tentativa da industria de sair desses filmes que sempre acabam mal, levando os zumbis a um nível mais divertido e de passa tempo, ele também mantém a essência de fazer personagens bem legais e excêntricos, contudo, inteligentes, como é geralmente os personagens que morrem por ultimo nos filmes que todo mundo morre, porém, o que não me agradou muito no filme zumbilandia, foi a falta de personagens ruins e a falta de uma situação mais extrema, onde fatalmente estes personagens ruins morreriam, sobrevivendo apenas os bons, no zumbilandia, todos os personagens sobreviveram, menos um que teve a morte de zumbi mais cômica que eu me lembro, ao imitar um zumbi para o garoto mais medroso e precavido do filme, e levar um tiro, nossa, eu ri de mais, acho até mesmo que o caráter do filme zumbilandia é mais cômico mesmo, e neste ponto, ele alcançou seu objetivo. Enfim, gostaria de um filme de zumbie com o equilíbrio de cômico e extremo, e de bons e ruins, abalos de grupo, coisas do tipo, sem todo mundo morrer no final, seria bem interessante.
Com isso, concluo minha opinião sobre filmes de zumbis, assim como esta postagem. Provavelmente a novela daqui a pouco vai acabar, vou assistir o filme que irá passar e trabalhar no livro, pensando sobre qual será seu rumo e pesquisando na net pra confirmar minhas teorias. Desculpem-me por mais um texto sem revisão, acreditem, revisão melhora em muitas vezes qualquer texto, enfim, um forte abraço a todos, e até mais.
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domingo, 25 de julho de 2010
Postagem com reflexões e só para atualizar
Só para atualizar
Olá amiguinhos. Realmente sinto que estou em falta com este blog assim como com o compromisso de sempre criar novas idéias e teorias pra por aqui, mas cá pra nós, isto é bem difícil, tive sorte em encontrar a psicologia evolutiva pra ter o que escrever neste blog. Para além disto, não sei mais sobre o que postar, estou pensando seriamente em entrar no ramo da matemática e programação, caso psicologia evolutiva um dia se acabe para mim. De qualquer forma, vou atualizar o blog hoje falando sobre minha vontade de sair do mundo teórico e entrar no técnico, ao mesmo tempo em que eu não quero isso, é realmente complicado. No mundo técnico se vive as emoções humanas da melhor forma, seja boa ou ruim, mas as inovações são a custa de muito tempo, já no mundo teórico, não se vive emoções humanas, mas também nãos se vive nada se iludindo apenas. Num mundo técnico e teórico, as coisas seriam boas, mas não sei se tenho paciência de me jogar em algo com tudo, talvez seja isso o que eu estou fazendo com esse livro, por enquanto, mas e depois? Se pensarmos bem, talvez seja por isso que a família seja a melhor coisa a se investir, já que diferente de todos os projetos de nossa vida, que tem fim, a família sempre estará se multiplicando e carregando um pouco de nós.
Notem uma coisa interessante, minha idéia instintiva sobre parágrafos está mudando, se notarem o começo deste blog e o livro, notarão que os parágrafos estão com mais que o dobro de tamanho, mas não chegando ao triplo do que era no começo. Talvez isto esteja acontecendo por eu ter adotado a idéia de que cada parágrafo deve consistir numa pequena idéia que sozinha se sustente, mas que é a união dos parágrafos que dê a idéia completa ao capitulo. O conjunto de capítulos dá idéia completa ao livro, e um livro dá uma idéia completa para a vida, ou talvez não. Mas enfim, a postagem de hoje só tem como objetivo atualizar o blog, cujo qual eu já considero como sendo um blog de estimação, e legal vê-lo ás vezes. Falar sobre a minha vida aqui não tem graça no momento, muito sem movimento, e tudo o que eu escrevo no livro, um dia será publicado aqui, então não tem necessidade mais de eu falar sobre psicologia também. Utilizar o blog como twitter não é legal, até porque, ninguém o lê. Faz tanto tempo que eu não escrevo poemas ou histórias que isso me faz falta, as vezes, meus poemas antigo, quando eu os leio, sempre sinto sentimentos antigos, quando eu os escrevi, as vezes nostalgia, mas é interessante eles existirem. Imagens também me trás saudades de fazer, contudo, meu nível técnico pra desenhar imagens tem caído bastante, as vezes eu tento, mas não consigo. Queria muito pintar de verdade com alguma dessas tintas, seria uma experiência interessante para passar o tempo. Também penso sem fazer músicas, mas não tenho técnica para tal, e desenvolver uma técnica para isto demoraria muito tempo, embora aumente as chances deu me socializar, mas não quero desperdiçar tanto tempo não. Uma coisa que eu notei é que recife tem pouca movimentação para jovens, não sei, talvez tenha poucas casas de show, poucos barzinhos, poucas reuniões e movimentos, enfim, preciso encerrar essa postagem de hoje.
Vou encerrar só dando boa noite para todos, atingindo meu objetivo de escrever quatro postagens por mês, algo interessante que eu poderia dizer sobre as reflexões da minha vida, e suas conclusões, estão no livro, por isso é desnecessário eu falar aqui também. No mais, falarei. A proposto, é curioso escrever sobre um tema e pensar se eu já falei sobre ele no blog, e quando já se for escrito sobre todos os temas? Agora eu sei por que alguns blogs se consideram completos e fecham, e também tenho gostado da modernização do blogspot, estava precisando. Enfim, boa noite a todos e até mais.
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
A internet e mudanças no sistema
Olá amiguinhos. A grande novidade é que eu terminei o livro, e este pode ser visto na postagem anterior, ainda deste mês. E ao terminar o livro, minha vida entrou em um profundo vazio devido ao grau de envolvimento que eu estava com o livro, mas enfim, as coisas estão voltando ao normal. Estou esperando meus amigos terminarem de ler o livro e dar algum parecer sobre ele, para então fazer algumas modificações e depois, mandar para algumas editoras e faculdade. Enquanto isto não acontece, divido meu tempo entre coisas alheias na net, MSN, e hora ou outra, jogos. Para pensar mesmo, só à noite. De qualquer forma, é incrível a quantidade de coisa que eu aprendi escrevendo esse livro, já valeu alguma coisa. Ultimamente eu também pensei em mudanças, mas ainda é cedo para isso, vamos ver até onde as coisas me conduziram.
Sobre a postagem de hoje, a internet. Sim meus amigos, internet que tanto tem descontrolado a vida de vários jovens num sistema que antes, dava certo, e que agora, está sofrendo graves distúrbios. A internet, certamente, não é de toda ruim. Na verdade, o único problema dela é a enorme quantidade de informações, não enorme, gigantesca, e isto é ruim para pessoas que não tem seu objetivo evolutivo estabelecido. De ante de tanta informação, tanta evolução, tanta mídia, onde concentrar esforços? Isto só não é problema para pessoas que tem talentos natos, como uma grande habilidade de desenvolver uma boa característica, e sabe que essa característica dará frutos no futuro, e portanto, a única coisa que uma pessoa como essa faz, no presente e na internet, é divulgar. Mas e as outras pessoas que simplesmente não tem uma grande característica como essa? Estas sim se sentem perdidas com tantas coisas na internet, principalmente porque a evolução é uma questão de esforço, e escolher aonde evoluir é uma difícil escolha para caso você não tenha uma facilidade maior em determinada área. Então a internet passa a ser uma grande zona inibidora de evolução concreta, mas com muita evolução aparente.
Isto porque devido a grande quantidade de informação que na internet é transmitida, as pessoas têm uma maior facilidade de pegar a evolução aparente, modificar um pouco e transformar em outra evolução, mas que só é útil enquanto esta evolução estiver apoiada pela cultura em geral, ou seja, pela moda, e o que resta é apenas o conhecimento e experiência abstratos sobre vários assuntos, que podem ser ou não úteis para futuras evoluções. Desta forma, evoluções realmente concretas como técnicas e outras coisas, são relativamente raras na internet. Antigamente não era o contrario, havia mais evolução concreta e menos evolução aparente. O problema de antigamente é que nem todo mundo conseguia ter uma evolução concreta (assim como hoje), e por isso, sentiam uma grande falta da evolução aparente. Contudo, antigamente, as pessoas tinham mais tempo para aumentar seu nível de relacionamento grupal, coisa que hoje em dia não temos, e com o relacionamento grupal, maiores chances de iniciarem evoluções concretas e grupais e por isso, uma maior variedade cultural.
O que eu quero dizer é que, as coisas atualmente são mais vazias que antigamente devido a falta de socialização concreta que está ocorrendo devido a grande socialização aparente. Ou seja, as pessoas não mais valorizar evoluções individuais, assim como também não sabem mais se socializar. É tudo muito evolução aparente hoje em dia, e é complicado. Mas talvez eu é que esteja errado, eu preciso pensar mais profundamente sobre isso. Agora lendo, acho que realmente estou cometendo alguns erros por parte individual, mas de qualquer forma, atualmente meu pensamento é este ai. Abraço para todos e até mais.
Sobre a postagem de hoje, a internet. Sim meus amigos, internet que tanto tem descontrolado a vida de vários jovens num sistema que antes, dava certo, e que agora, está sofrendo graves distúrbios. A internet, certamente, não é de toda ruim. Na verdade, o único problema dela é a enorme quantidade de informações, não enorme, gigantesca, e isto é ruim para pessoas que não tem seu objetivo evolutivo estabelecido. De ante de tanta informação, tanta evolução, tanta mídia, onde concentrar esforços? Isto só não é problema para pessoas que tem talentos natos, como uma grande habilidade de desenvolver uma boa característica, e sabe que essa característica dará frutos no futuro, e portanto, a única coisa que uma pessoa como essa faz, no presente e na internet, é divulgar. Mas e as outras pessoas que simplesmente não tem uma grande característica como essa? Estas sim se sentem perdidas com tantas coisas na internet, principalmente porque a evolução é uma questão de esforço, e escolher aonde evoluir é uma difícil escolha para caso você não tenha uma facilidade maior em determinada área. Então a internet passa a ser uma grande zona inibidora de evolução concreta, mas com muita evolução aparente.
Isto porque devido a grande quantidade de informação que na internet é transmitida, as pessoas têm uma maior facilidade de pegar a evolução aparente, modificar um pouco e transformar em outra evolução, mas que só é útil enquanto esta evolução estiver apoiada pela cultura em geral, ou seja, pela moda, e o que resta é apenas o conhecimento e experiência abstratos sobre vários assuntos, que podem ser ou não úteis para futuras evoluções. Desta forma, evoluções realmente concretas como técnicas e outras coisas, são relativamente raras na internet. Antigamente não era o contrario, havia mais evolução concreta e menos evolução aparente. O problema de antigamente é que nem todo mundo conseguia ter uma evolução concreta (assim como hoje), e por isso, sentiam uma grande falta da evolução aparente. Contudo, antigamente, as pessoas tinham mais tempo para aumentar seu nível de relacionamento grupal, coisa que hoje em dia não temos, e com o relacionamento grupal, maiores chances de iniciarem evoluções concretas e grupais e por isso, uma maior variedade cultural.
O que eu quero dizer é que, as coisas atualmente são mais vazias que antigamente devido a falta de socialização concreta que está ocorrendo devido a grande socialização aparente. Ou seja, as pessoas não mais valorizar evoluções individuais, assim como também não sabem mais se socializar. É tudo muito evolução aparente hoje em dia, e é complicado. Mas talvez eu é que esteja errado, eu preciso pensar mais profundamente sobre isso. Agora lendo, acho que realmente estou cometendo alguns erros por parte individual, mas de qualquer forma, atualmente meu pensamento é este ai. Abraço para todos e até mais.
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domingo, 4 de julho de 2010
Reflexões sobre o que postar e twitter
Blog sem rumo novamente
Olá amiguinhos, eu vim escrever algo no blog para mantê-lo atualizado. A questão verdadeira é que eu não sei com o que eu vou atualizar esse blog se todos os assuntos de psicologia que eu sei serão tratados no livro. Na verdade, não será assim, mas eu quero parar de me focar tanto em psicologia e ir pra outras áreas, mas quais? Muito provavelmente será programação, pois esta é uma área que envolve matemática e eu gosto bastante disso, mas só em empolgarei se eu realmente ganhar dinheiro, mas psicologia, ao contrario, foi um hobbie, acho que vou levar esses conhecimentos pro resto da vida. Mas a verdadeira pergunta a se fazer é: O que eu vou postar hoje?
Eu ainda me lembro que quando eu comecei o blog, eu enfrentava esse problema e deixava meus dedos me guiarem, talvez seja isso o que eu estou fazendo agora, mas quando antes isso me interessava, agora não me interessa mais, provavelmente porque eu já me acostumei a postar sobre minhas descobertas, que quase sempre eram na área de psicologia. Mas vejam bem, psicologia é a única área que eu senti a evolução, e por isso, é nela que eu me foquei. Acredito que se não fosse por isso, eu teria desenvolvido um estilo de vida mais técnico e visando a vida prática, mas agora eu já me desenvolvi no ramo alternativo. Enfim, sobre o que eu vou postar? A sim, outra novidade é que eu to começando a conhecer o mundo do twitter e realmente é um universo interessante e interconectado. Muito interessante a idéia dos desenvolvedores, e a coisa dos artistas participarem também dá um tacham a mais. Agora eu preciso saber como será o perfil das postagens do meu twitter, to realmente na duvida se falo sobre coisas interessantes, dou dicas, ou falo o que eu estou fazendo. Eu estou preocupado pra não ficar fazendo spam de twitter, ou seja, falando um monte de coisa desinteressante. Por isso, terei que definir o que será interessante para meu twitter.
Por enquanto, estou gostando de citar meu livro e dizer o que estou fazendo quando realmente é interessante. Links e outras coisas, só mostro quando é algo que propriamente da minha personalidade, não gosto de retwitar coisa dos outros, embora eu deva entender que é bom eu participar grupalmente das coisas, se é bom, porque não retwitar? Twitter também representa um certo quê de status, e eu sinto isso quando eu não quero falar sobre qualquer coisa lá porque eu sei que facilmente alguém lerá por ser muito, muito resumido. E por isso eu não tenho a preocupação de me expor neste blog, pois sei que ninguém lerá o tanto que eu escrevo. Enfim, é isso amiguinhos, quando eu tomar uma decisão eu irei comentar aqui, mas acho que vai ficar mais ou menos como eu disse a cima. Ah sim, essa é a minha 200ª postagem, interessante completar números redondinhos. Abraço a todos e até mais.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
Linhas de pensamento principa e periferica e relação com sentimentos, comportamento simples mas importante
Sistemas do Módulo de Simulação
Olá amiguinhos. Eu decidi reescrever meu livro num formato mais cientifico, mas que também atenda ao meu propósito de explicar para o publico mais leigo. Eu acredito ter gostado do resultado que deu os três primeiros capítulos, embora eu ainda vou revisar pra ver se ficou exatamente como eu quero. Um livro que construa conhecimento e não simplesmente o dê. Mas fiquei satisfeito em ter feito essa alteração, pois deixo o texto mais rico e eu tive até que fazer algumas pesquisas pela internet pra ser mais realista. Tirando essa novidade, as outras ainda não são muito concretas e eu as deixarei para a próxima postagem. Vamos ao assunto de hoje.
Normalmente quando eu penso em algum assunto, eu tento pensar também como eu penso nele, qual abordagem e a melhor forma de resolvê-lo. Na verdade eu não faço isso sempre, mas só quando eu me lembro. Eu faço isso pra ter certeza de que não foi apenas sorte ter descoberto aquele assunto, pois eu me preocupo muito com isso. E eu fico realmente com raiva quando eu descubro algo quando eu não quero descobrir nos meus momentos sem nada pra fazer, que acabam virando momentos de meditação. Esses momentos me renderam muitas descobertas e normalmente acontecem quando eu estou na cama, tentando dormir, no ônibus, esperando a viagem passar ou no blog, escrevendo sobre algum assunto, normalmente.
É importante sim parar pra pensar nos motivos e causas de tudo ter acontecido, principalmente no porque eu pensei no momento de meditação algo que eu deveria ter pensado na hora do acontecido, então eu comecei a estudar, e é sobre isso também que eu vou falar ainda nesse tópico. Cheguei a conclusão que quando você está pensando e se dedicando a uma solução, seu cérebro apaga o resto e só se foca ao sistema criado por você e na solução dele. Porém, em determinados casos, há um sistema periférico que também atua no caso, e esse sistema tem uma forte influencia sobre o sistema que você está pensando e você não percebe isso, por focar de mais num sistema só. É por isso que, quando você se desliga da tentativa de resolução do sistema-problema, você acaba identificando o sistema periférico ao procurar motivos de situações do sistema principal e, por conseqüência, acaba descobrindo novas informações, muito úteis para o sistema principal.
Isso também acontece quando há brigas instintivas no calor da emoção. Se você não adota uma filosofia para conduzir tal situação, provavelmente você vai agir de um modo que depois, ao se pensar, você imaginaria que seria melhor agir de outra forma. Mas é tudo uma questão de tempo e focalização mesmo. É por isso que eu fiz tantas descobertas quando eu estava simplesmente pensando a toa nos acontecimentos do dia e também, é por isso, acredito que Einstein disse, “Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio, e a verdade me é revelada.”.
Como irei falar na próxima postagem, estou cada vez mais tentando aprimorar meu diagrama do cérebro humano, e sendo assim, comparando-o com a realidade. E esse comportamento apresentado aqui pode ser exemplo de que o módulo de simulação pega da memória formando um sistema e tenta simulá-lo, até o módulo evolutivo ficar satisfeito. E portanto, há a ligação módulo de simulação e módulo evolutivo. Contudo, a memória só é acessada, como se mostra, quando o módulo de simulação aciona o módulo evolutivo para ele vasculhar a memória ou quando o módulo instintivo faz isso por quaisquer dos seus motivos, e, quando o módulo de simulação monta sua imagem com a ajuda do módulo evolutivo, ele fica simulando até conseguir.
Ele não pede mais informações devido ao fato de todas as informações instintivas relacionadas ao sistema já terem sido pedidas a memória, e isso satisfaz o módulo evolutivo por causa das suas pré-definições. Por isso, vai lá o módulo de simulação procurar uma solução dentre o sistema e só acessa memória de novo quando empaca em alguma coisa. Contudo, se ele tem uma visão geral do sistema mas não vê a necessidade lógica de se ligar ao sistema periférico, o módulo evolutivo também não vai fazer isso. Por isso que é importante se desligar do sistema e tentar montar um maior, vasculhando logicamente ainda mais o sistema no módulo de simulação, a fim de encontrar fatos sem explicação que, cuja a explicação seria o sistema periférico.
Falando sobre o outro assunto que eu estava pensando nesse dia, é quanto também ao módulo de simulação. Eu associei meio que sem querer o fato de haver pensamentos que humanos gostam de pensar e outros que humanos não gostam de pensar, principalmente os humanos que tem alto nivel emotivo, com a caracteristica do módulo evolutivo de classificar a memoria com a importancia evolutiva que lhe é atribuida na hora e assim, especificar quanto a memoria é importante ou não para ser usada futuramente pelos outros módulos. E então eu encontrei a relação de módulo evolutivo, vontade de entrar na mémoria e vontade de pensar nessa memoria.
Por exemplo, um humano normalmente gosta de lembrar um fato que sua memória classifique como ruim, como alguma besteira que ele fez e se arrependa, e não veja vantagem nenhuma em lembrar-se disso ou então alguma morte ruim de um ente querido. Contudo, isso também é passado para o módulo evolutivo, quando uma pessoa imagina, mesmo não sendo verdade, a morte de um ente querido, esse pensamento tem forte dificuldade de continuar no módulo de simulação. Isso porque provavelmente o módulo evolutivo classifica esse sentimento, de acordo com a pré-definição, como ruim, e tenta tira-lo com dosagem de sentimentos ruins. Isso mostra que o módulo evolutivo funciona colaborativamente com o módulo de simulação, e que isso também pode ser o motivo pelo qual pensamentos e simulações boas tendem a continuar na cabeça das pessoas. Enfim, é o mesmo comportamento da memória, porém, no âmbito simulativo.
Bem, isso me prova que é importante me dedicar a um evento até achar o seu motivo, não importando o quanto esse evento seja ruim ou não pra mim, e se eu não conseguir fazer isso, que o deixe guardado na minha memória até o momento em que eu tenha conhecimento e condições o suficiente pra fazê-lo, também me mostra que meu modelo de diagrama tem alguma função prática, até agora, embora também seja bom eu revisar todo o sistema pra ver se meu diagrama está atendendo a tudo, farei isso qualquer dia desses. O diagrama do cérebro humano pode ser visto aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/ola-amigunhos-hoje-to-sem-muita-vontade.html Enfim, até mais e boa noite para todos que deixarem o próximo assunto para outro dia.
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sábado, 26 de dezembro de 2009
Evolução do s. economico e moedas e relação com a sociedade e tecnologia
Sistema economico e tecnologia
Olá amiguinhos, minha internet, por algum motivo, está desconectada, o que me força a arrumar algo pra fazer. Estava jogando Age of Empires 2, mas não gostei muito, pois achei-o muito confuso. Há algum tempo eu estou querendo escrever sobre economia, e vou aproveitar hoje para escrever sobre isso, e logo para não esquecer, feliz natal para todos.
Para iniciar, vou falar genericamente sobre a evolução dos sistemas econômicos. As primeiras formas de economia muito provavelmente começaram com trocas. Quem tem muita carne troca com quem tem muito arroz, e todo mundo ficava com a mesma quantidade de mercadorias em geral. O problema dessa economia, é que ela é muito instável, dependia muito do interesse de cada pessoa quanto ao valor do produto.
Por exemplo, uma pessoa que precisasse de comida trocaria um quilo de comida por pedras muito raras que achou, já que a pedra não dá pra comer e a comida dá. Contudo, o valor da pedra é muito maior, e, se essa pessoa tivesse pensado melhor, trocaria a pedra por itens de valor parecido, só que números, para poder trocar uma pequena parte desses itens por comida, e não perder o “valor” inteiro das pedras preciosas.
O nome disso é escambo, pelo o que eu lembre. As pessoas começaram a perceber isso, e para resolver, escolheram um produto como referência, e esse produto foi o metal. Na verdade, as diferentes formas de metais tinham diferentes valores. E notando também que antes estávamos falando de uma época com baixíssima tecnologia, e agora, com tecnologia o suficiente para usar os metais. Meu professor de geografia que falou dessas coisas de metais.
Acredito que de metal para dinheiro foi um passo. E agora entramos na parte interessante. O dinheiro, nada mais é do que a representação física do valor abstrato da mercadoria ou força de trabalho, de forma que nada se perca, apenas se transforme em dinheiro, para de dinheiro, se transformado em outra mercadoria.
Para provar isso, o dinheiro nada mais é do que papel, sem utilidade nenhuma na prática, apenas com um valor a qual cada cidadão acrescenta e aceita como valor abstrato de troca. Uma história interessante e que eu adoro, é que na china, o imperador teve que obrigar o povo a trocar seu alimento por dinheiro, pois o povo não acreditava que um pedaço de papel valesse igualmente ou mais que arroz. Na verdade, não vale mesmo. E alias, eu acredito que o que viabilizou as moedas em forma de papel atualmente foi além da evolução das ideias, a tecnologia, pois antigamente, como não se tinha tecnologia, utilizava-se ferro.
Mas o que mais me interessa é o seguinte. Como marcar o valor de uma coisa referente a todas as outras? Por exemplo, como dizer que seu trabalho vale um salário mínimo e que um quilo de arroz vale dois reais? Será que se todo o esforço utilizado por você em seu emprego fosse redirecionado para a fabricação de arroz, fabricaria a mesma quantidade que você foi capaz de comprar com o valor do seu emprego?
Eu acredito fortemente que sim, e ainda mais, como há grandes industrias fabricando arroz, o valor de trabalho de cada pessoa numa industria é menor, podendo fabricar mais coisas com menos esforço, ainda mais com a ajuda das maquinas. O mesmo acontece para todas as outras coisas. Notem também a evolução, pois a cada nova ferramenta criada para facilitar o trabalho humano e poupar o esforço, é mais liberdade para gastarmos esforço com complexidade social. Já explico isso melhor.
Uma nova ferramenta significa, um pequeno valor de esforço físico junto com a tecnologia e conhecimento adquiridos anteriormente para a fabricação de algo que exercerá uma tarefa que para ser feita sem ferramenta, seria necessário um grande valor de esforço humano. Copiadoras são um belo exemplo. Com uma quantidade mínima de trabalho, apenas uns botões, é capaz de se copiar livros em dias, o que antigamente era feito em meses.
Se supusemos que no mundo, todas as trocas forem juntas mesmo em diferentes tempos, o esforço o humano em diferentes tempos seria redirecionado de diferentes formas. Nos princípios da economia, cada coisa valeria apenas o seu valor de necessidade. Pedras preciosas, embora bonitas, não valeriam carne, pois carne é muito difícil de se conseguir, e cada cidadão só conseguia para si próprio.
Com o avanço da sociedade, as tarefas como caçar foram redirecionadas para certas pessoas, que faziam aquilo pela tribo inteira, em troca de certas coisas. Essa pessoa passava o seu tempo todo caçando, e por isso, conseguia o suficiente pra tribo toda, que fazia outras coisas. E também, começa ai a entrar o fator “conhecimento”, como essa pessoa começou a ter conhecimento no assunto, ela caçava melhor e com menos esforço, passando isso para seus filhos e assim, a sociedade conseguia comida com menos esforço.
Isso foi acontecendo em todas as áreas do conhecimento. Aos poucos, a sociedade tinha o que precisava com pouquíssimo esforço, e sobrava tempo para as pessoas fazerem o que quisessem, o instinto básico de evolução de cada pessoa, de sempre querer melhorar, começou a surgir na sociedade também, e ela começou a investir em artes como dança e música, e assim foram surgindo as culturas.
A coisa continuou evoluindo. Cada vez mais fácil da sociedade consegui o que quisesse, uma mínima quantidade de pessoas conseguia comida para a tribo inteira, e isso fez a tribo, além de criar arte, criar artesanatos, itens de valor que serviam apenas para enfeitar e deixar uma pessoa melhor que a outra. Ai as pessoas começaram a trabalhar não por necessidade de sobrevivência, mas sim por necessidade de reprodução.
Funcionava da seguinte forma: Um homem conseguia carne para si próprio e para os outros, então ele trocava a carne com um homem que fazia artesanato. O homem que fazia artesanato conseguia conquistar as mulheres com sua arte, mas não conseguia comida. O homem que trabalha com caça, conseguia comida, mas não conseguia conquistar mulheres com sua arte, então eles trocavam. Vejam que a evolução atuando nesse exemplo. Antigamente, não precisava-se de arte para conquistar mulheres, agora precisa-se.
Quando eu digo arte, considerem como coisas que fazem as mulheres se sentirem superiores em relação as outras. E já que toda mulher quer um homem que a deixe superior, e todo homem quer uma fêmea boa, e o cara que faz arte conseguia fazer a fêmea se sentir superior e por conseqüência, conquistá-la, e todos os homens queriam conquistar mulheres, e todos os homens sabiam caçar, e só o cara que faz arte sabia fazer arte, o cara que sabe fazer arte vende toda sua arte para todo o grande mercado, conseguindo assim mais poder que os outros.E quando eu digo poder, é produtos, como variações de comida e trabalho dos outros. Isso se já não existir moedas.
Lembrando que a arte só é possível por causa do conhecimento. Mas claro, esse exemplo é mais complexo, pois existem outras variáveis. Contudo, vamos avançar um pouco mais. Supondo que esse cara saiba fazer diferentes tipos de artes, e que artes simples sejam rápidas de fazer, e artes complicadas sejam demoradas de fazer, surgem dois níveis de artes. As mulheres com níveis de arte complicada se sentem mais superiores que as que usam arte simples, e só os homens que conseguem ter poder o suficiente para fazer o fornecedor de arte achar que é melhor demorar para fazer uma só arte complicada do que muitas simples, conseguem ter as artes complicadas, então esse homem vai ter a arte mais complicada e por conseqüência, a mulher mais bonita de sua sociedade, já que o motivo de se ter arte é conquistar mulheres.
Vejam então o surgimento de níveis sociais e a beleza predominando como determinadora de poder. Eu já disse antes aqui que beleza é poder, beleza é complexidade. Para os humanos, tudo o que é bonito, é complexo, e por isso tem seu valor. Agora, meus amigos, imaginem a sociedade continuando sua complexidade. Surgem várias formas de se passar o tempo, várias formas de se demonstrar poder, e como tudo é representado pelo dinheiro. Lembrando que não é só de mulheres que vive um homem.
Só para terminar, é interessante notar a diferença entre as moedas dos países. O dólar e o real, por exemplo, o que se é capaz de se conseguir no Brasil com 2 reais, é possível conseguir no EUA com 1 dólar. Isso se a cotação do dólar estiver a dois reais. Isso porque o EUA é mais evoluído que o Brasil, e tem mais no que se gastar, mais indústrias, e por isso, seus produtos são mais baratos. Se não fosse isso, se o dólar fosse igual ao real, uma pessoa poderia ir no EUA, comprar lá uma certa quantidade de produtos em dólar, e vim vender aqui no Brasil, por uma quantidade maior de reais, pois o produto aqui vale, lá não. Vejam ai que pessoas iam ganhar dinheiro muito fácil.
E com isso amiguinhos, vou me despedindo. Notei agora que falei sobre dois assuntos, lembrando que é tudo teoria minha, com fontes de informações não confiaveis e tudo mais. Mas não vou dividi-los. Talvez outra hora, e alias, até mesmo é por isso que eu estou pensando em fazer um outro blog, um blog mais profissional, com meus artigos revisados e bem escritos. Esse aqui ta super mal escrito e com uma coisa dentro da outra, só o fiz pra passar o tempo. Se fosse num blog profissional, seria organizado e cada assunto com sua postagem. Enfim, com isso, abraços a todos, feliz ano novo e até mais.
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Diablo 2 e seus jogadores e a vida real, característica e relação de ambos segundo a psicologia evolucionista
Diablo II e as várias formas de se jogar
Olá amiguinhos, sem nenhuma novidade ultimamente, tirando a de que voltei a jogar Diablo II, e com tudo. O Diablo II ocupa meu tempo total, se eu não o tivesse, não sei como ocuparia meu tempo, e isso é uma coisa que deve ser notada, pois preciso ocupar meu tempo com coisas úteis, contudo, não sei com o que. Mesmo assim, só passarei uns dois meses jogando diablo, no máximo, e é sobre ele que eu vim falar hoje.
Na verdade, não propriamente dele, mas sim do que eu acho dele e em como ele pode ser usado no interessante no ponto de vista da psicologia evolucionista. Primeiro, vou falar um pouco sobre o diablo II. Um jogo de RPG que mistura habilidade, sorte e estratégia, tendo como diferencial dos outros jogos de RPG, o fato de o jogo é salvo constantemente sem a sua autorização, dando-o assim um ar mais dramático, pois caso você faça alguma burrada, essa burrada se seguirá para o resto do seu personagem.
Outro fator interessante no diablo, é que a cada morte, você perde experiência de evolução do seu personagem e dinheiro, e já que se você morrer, o jogo salva automaticamente, a tensão de não morrer faz com que seu corpo lance adrenalina, fazendo o jogo ficar mais emocionante. Agora que já falei sobre as características gerais, vou me aprofundar na ótica dos interesses da psicologia evolucionista.
Como diablo é um jogo com evolução progressiva e lenta, porém muito longa, ele acaba fazendo com que você se prenda nele por alguns meses. Quando você joga alguns meses com seu personagem, você acaba se apegando sentimentalmente, acaba valorizando-o bastante e, ao ver seu processo de evolução se estendendo, ficar satisfeito ao ver todo o esforço do jogo sendo concretizado. Isso é uma demonstração prática de como o instinto humano se apega a evolução, seja lá qual for.
Contudo, não podemos esquecer as pessoas com filosofia “ruim” e que se esquece de evoluir por esforço. Temos como exemplo, pessoas que usam programas ilegais para evoluir numa velocidade muito maior do que as demais pessoas. Isso gera um evento interessante. A pessoa que usou programa para evoluir seu personagem sem fazer esforço, mesmo tendo seu personagem no nível máximo de evolução, acaba tendo menos apego sentimental do que uma pessoa que se sacrificou bastante evoluindo lentamente, esta se sente muito mais realizada ao ver seu personagem no jogo, mesmo tendo menos da metade da força do personagem de uma pessoa que evoluiu de forma ilegal. Para confirmar isso, a possibilidade de uma pessoa que se sacrificou muito para evoluir seu personagem é muito menor do que uma pessoa que usou programas ilegais. Muito menor mesmo. (Lembrando que ninguém tem culpa da filosofia que tem)
Isso pode ser exemplificado na vida real, já que pessoas que conseguem dinheiro de forma fácil, sem ser por sua própria evolução, não dão tanto valor assim, se sente pouco realizada na vida. Já as outras, que conseguem as coisas com mais dificuldades e vêem o resultado de sua própria evolução, se sentem mais realizadas com suas vidas. Ainda dentro dessa analogia entre vida real e diablo, podemos verificar outro exemplo, a de pessoas que usam programas ilegais para se dar bem e a analogia com pessoas que só pensam em se dar bem na vida real também.
Tem algumas pessoas que usam programas ilegais só para adquirir experiência, conhecer o jogo, e depois fazer um boneco pra jogar normal. Porém, há pessoas que gostam de jogar usando hacker. Isso se deve a principalmente um fator. Distúrbio de evolução social. Esse distúrbio é gerado por uma má construção dos valores morais enquanto criança e atua da seguinte forma, em vez da pessoa querer crescer normalmente, vagarosamente, passando por desafios, dificuldades, e superando-os, ela tem uma tendência muito forte a evoluir de outra forma.
Existem várias formas de se evoluir socialmente, mas eu considero que a melhor é a citada a cima. No caso de gente que usa programas ilegais no diablo, eles não estão nem ai para a evolução pessoal, mas sim para uma evolução social. Eles querem ficar fortes para se gabarem de serem bons em relação aos outros, gostam da sensação de poder que seus personagens de alto nível representam. E ainda, há outros que gostam de evoluir por meio da malandragem, por meio do “se dar bem”. Esse tipo de gente acha que todo é malandro, e que dentre os malandros, ele tem que ser o mais esperto, para se dar melhor. Vejam o “mais” como uma forma de evolução. Quando eles se dão mal em uma coisa, eles procuram saber como poderiam se dar bem, com alguma malandragem, e ficam melhores, ta ai a evolução.
Só para citar mais alguns tipos, tem aqueles que gostam de evoluir com os amigos, ajudando e sendo ajudado por eles, e outros que gostam de ser hardcoricos, jogar sem hacker, mas com a maior velocidade de evolução possível, esquecendo até da diversão. Lembrando que cada caso desse, normalmente é influenciado pela construção de valores de uma criança. Não sei ainda a origem de todos os tipos, mas se pensar, alguns são fácies de se saber. Se você quiser saber mais sobre construções de valores morais, eu fiz uma postagem sobre isso, ela se chama psicologia infantil, e o link segue abaixo.
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/11/psicologia-infantil-e-relacao-com.html
E antes de terminar a postagem, vou completá-la com dois parágrafos referidos a diablo, pois outra postagem eu não farei. O jogo, além dos aspectos que eu falei, tem uma coisa muito interessante, algo muito parecido com programação, mas deixa o jogo mais fantasioso, é o seguinte: Os títulos. Além do fundo da história de diablo, que é bastante rico, pois cada item do jogo tem um título. Por exemplo, cinto da sanguessuga, cujo qual absorve 5% dos pontos de vida do inimigo, ou então, Cajado envenenado da dor, cujo qual adiciona habilidades de veneno a quem o usa.
Essas coisas são muito excitantes se você usa a imaginação para imaginar o item, pois o gráfico é parecido com os outros, porém, se você imagina, “como seria um cinto sanguessuga? Teria ele uma boca?”, e então você imagina isso no seu personagem, o jogo ganha uma riqueza incrível. Isso é um artifício muito legal. Além disso, tem também os nomes dos lugares, que são parecidos em gráfico, mas diferente em nome e em história, por exemplo, “Pantano negro”, “Cidade perdida” e “Oasis distante”. Todos esses lugares são muito parecidos com os outros, tirando o detalhe das ruínas na “cidade perdida”, os lagos do “Oasis distante”, que são ambos num deserto, e o “Pântano negro” que é perecido com o “Bosque sombrio” ambos numa planície, muda só alguns detalhes nesse caso também.
Agora sim amiguinhos, terminei a postagem, que foi até um pouco longa, e vou jogar diablo. Normalmente eu faço a postagem de noite e digo boa noite para todos, mas ontem não deu tempo de terminar e por isso, eu terminei hoje de tarde. Então boa tarde para todos, forte abraço e até a próxima postagem.
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domingo, 14 de junho de 2009
Meu Twitter
Um Microblog dentro do meu blog
Na verdade, era o que deveria ser, mas como eu não achei nenhum gadget pra por twitter e to sem saco pra procurar, vou deixar assim mesmo, como eu fiz com o LastFM e os outros. Enfim, só estou anunciando que estou de Twitter, vou upar a imagem a baixo.
Bem, pra falar a verdade, no começo eu acha o twitter uma coisa sem utilidade, e acredito não ser o único, mas agora eu acho o twitter um bom negocio para recadinhos rápidos, anúncios rápidos ou qualquer-outra-coisa rápida, embora eu não precise de muita velocidade na minha vida, eu to tendo um só pra ter a experiência e estar por dentro das tendências e tudo mais, na verdade eu to começando a me achar velho, e isso é uma pequena tentativa de fazer meu cérebro funcionar com as noticias de hoje em dia.
E é só isso mesmo, só pra adiantar, eu estou a anos planejando fazer uma postagem defendendo a preguiça, mas a preguiça não deixa. Com isso amiguinhos, vou acabar essa postagem de hoje e ir assistir O Ataque dos Vermes Malditos 3, ou então escrever sobre a preguiça aqui no blog ou algo no twitter e nem sei. Só sei que o twitter parece meu blog, eu escrevo pra ninguém ler. Abraço a todos.
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sexta-feira, 18 de julho de 2008
Explicação do poema "Pessoas"
Começando, sim, duas postagens em um dia, é porque, quando eu tinha vontade de escrever duas postagens por dia, eu deixava pra escrever depois pra dar tempo do pessoal ler, mas eu sempre esquecia de escrever depois, e esse blog é falido, ninguem lê, ai eu vou escrever logo pra não esquecer. Antes de continuarem, leiam o poema pelo qual esse post foi feito, que está nesse link ai: http://barnabasspenser.blogspot.com/2008/07/as-letras-das-msicas-e-um-poema-meu.html .
Aproveitando a explicação anterior e que você já leu, vou explicar esse poema que eu fiz que se chama “Pessoas”. É assim, tudo o que fazemos é ligado por algum interesse, seja lá qual for, e pessoas estão em todos os lugares, em tudo, porque, se você uma peça de teatro, suas roupas foram feitas por pessoa, a cadeira em que você senta foi feita por pessoas, o chão que você pisa foi feito por pessoas, ou por máquinas que foram feitas por pessoas, e os atores são pessoas, e todas elas são interesseiras, de um jeito ou de outro, até você mesmo é interesseiro, não tem pra onde correr.
Mesmo você não querendo, você sempre terá interesse, e desejos, porque o interesse é, de certa forma, um desejo. Interesse é interessante para você, desejo é apenas desejado, pessoas não procuram saber o porquê dos desejos, talvez se desejo tivesse um porque, não se chamaria desejo, mas ai é que ta, desejo tem um porque, e o porque do desejo existir é que há algo de interessante nele para você.
Você não pode mudar o fato de você ser uma pessoa, ter as necessidades hormonais e físicas de uma pessoa, se você fizer um monte de cirurgia pra tirar todas as necessidades, você não mais será uma pessoa, no seu DNA, você ainda será uma pessoa, e se algum dia trocarem seu DNA, ai você não mais será uma pessoa, será de uma outra raça criada por aqueles que te modificaram, isto é, se você conseguir repassar sua carga genética modificada para seus descendente.
Como você tem necessidades, você terá que supri-las, e terá que ter como supri-las, e é nessa hora que há a separação entre os bons e ruins, pois, se for uma necessidade onde só haja como saciar uma pessoa, e mais de uma precise, apenas o mais forte conseguirá consegui-la, e os fracos, por sua vez, ficaram sem. E isso acontece porque somos todos humanos, mas não iguais, e tem sempre uns melhores que outros, por isso também que há pessoas na platéia e outras no palco, afinal, não somos iguais.
Como você vai escapar de você mesmo? Não tem como, apenas morrendo, e mesmo morrendo, você ainda será você, pois, será você quem está morto. E você algum dia morrer, supondo que não haja vida após a morte, você ainda será você, pois foi você quem morreu e passou a não viver mais a parti do momento que morreu, não está mais na terra, existiu e passou a não mais existir, sente ausência de existir. Alias, nem sentir você sente, pois já está morto, talvez sinta que já sentiu um dia, ou então nem sinta que já sentiu, mas de qualquer forma, já sentiu, e o vazio deixado pelo que você sentia é o que você é para si mesmo.
Aproveitando a explicação anterior e que você já leu, vou explicar esse poema que eu fiz que se chama “Pessoas”. É assim, tudo o que fazemos é ligado por algum interesse, seja lá qual for, e pessoas estão em todos os lugares, em tudo, porque, se você uma peça de teatro, suas roupas foram feitas por pessoa, a cadeira em que você senta foi feita por pessoas, o chão que você pisa foi feito por pessoas, ou por máquinas que foram feitas por pessoas, e os atores são pessoas, e todas elas são interesseiras, de um jeito ou de outro, até você mesmo é interesseiro, não tem pra onde correr.
Mesmo você não querendo, você sempre terá interesse, e desejos, porque o interesse é, de certa forma, um desejo. Interesse é interessante para você, desejo é apenas desejado, pessoas não procuram saber o porquê dos desejos, talvez se desejo tivesse um porque, não se chamaria desejo, mas ai é que ta, desejo tem um porque, e o porque do desejo existir é que há algo de interessante nele para você.
Você não pode mudar o fato de você ser uma pessoa, ter as necessidades hormonais e físicas de uma pessoa, se você fizer um monte de cirurgia pra tirar todas as necessidades, você não mais será uma pessoa, no seu DNA, você ainda será uma pessoa, e se algum dia trocarem seu DNA, ai você não mais será uma pessoa, será de uma outra raça criada por aqueles que te modificaram, isto é, se você conseguir repassar sua carga genética modificada para seus descendente.
Como você tem necessidades, você terá que supri-las, e terá que ter como supri-las, e é nessa hora que há a separação entre os bons e ruins, pois, se for uma necessidade onde só haja como saciar uma pessoa, e mais de uma precise, apenas o mais forte conseguirá consegui-la, e os fracos, por sua vez, ficaram sem. E isso acontece porque somos todos humanos, mas não iguais, e tem sempre uns melhores que outros, por isso também que há pessoas na platéia e outras no palco, afinal, não somos iguais.
Como você vai escapar de você mesmo? Não tem como, apenas morrendo, e mesmo morrendo, você ainda será você, pois, será você quem está morto. E você algum dia morrer, supondo que não haja vida após a morte, você ainda será você, pois foi você quem morreu e passou a não viver mais a parti do momento que morreu, não está mais na terra, existiu e passou a não mais existir, sente ausência de existir. Alias, nem sentir você sente, pois já está morto, talvez sinta que já sentiu um dia, ou então nem sinta que já sentiu, mas de qualquer forma, já sentiu, e o vazio deixado pelo que você sentia é o que você é para si mesmo.
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Explicação da frase que eu fiz
Olá amiguinhos, hoje eu não venho falar de nenhuma coisa que eu to querendo falar faz tempo, mas sim de uma frase que eu criei a pouco tempo e do sentido dela. Sim, porque poesia é algo muito complicado de se interpretar, cada palavra tem um ou vários significados, sendo diferentemente relacionados como autor queira. A frase é a seguinte, “O que você prefere? Dançar entre ser feliz e sofrer ou admirar a vida numa poltrona velha?”
Agora vou interpretar. “O que você prefere?” isso é mais ou menos uma escolha, a escolha ta na sua mão, você tem o poder de decidir seu futuro, por isso é importante. “Dançar” ai quer dizer uma arte, glamour, como os outros olharam pra você, respeito, uma atividade que farão os outros te notar, você meio que será parte do palco, dançar é coisa de momento, cada gesto só dura aquele instante, e cada gesto, encanta, mas só pelo tempo que ele dura, mas também há o lado ruim, além de cansar, você precisará de treino, de palco, terá que correr atrás do espetáculo, ou então ter a sorte dele vim até você, terá também que disputar pelo palco, por qualquer pessoa que esteja interessado e disposto a lutar pelo mesmo, e que vença o melhor.
“Entre ser feliz e sofrer” São as conseqüências da dança, enquanto está indo tudo bem, você será feliz, entretanto, tal felicidade é muito delicada, assim como o equilíbrio que te faz ficar girando, em algum passo de dança, e não te faz cair. Vem alguém e te empurra, você perde o equilíbrio e caí, ou então o palco enjoa de sua presença, qualquer uma dessas coisas poderia facilmente te tirar a felicidade e te levar direto ao chão, que nem uma queda, e numa queda, quando mais alto se está, mais forte é a queda, imagem a queda de alguém voando nas alturas. Entretanto, quanto mais alto se está, mais difícil é alguém ter a capacidade de te derrubar, mas mesmo assim não é bom ficar desligado, pois sempre podem fazer alianças ou alguém com capacidade chegar do nada e bum! Todo seu espetáculo que você, com tanto esforço conseguiu, ser derrubado. E então, prepare-se para o sofrimento, até encontrar uma forma de se reerguer de novo.
“ou admirar a vida numa poltrona velha?” Admirar é uma coisa que qualquer um pode fazer, não tem nada de glamuroso nisso, você não será notado por muitas pessoas, você praticamente só sentará e assistirá o espetáculo que é a vida. Entretanto, você não estará sujeito a nenhuma queda, e muitas pessoas podem ter uma poltrona, então, dificilmente alguém irá ficar de olho na sua, e também é muito difícil alguém roubar uma poltrona, pois, você está em cima dela. Não precisa de publico nem nada, nem de treinar, nem de cansar, talvez de ficar sentado, mas ai é só se mover um pouco. Mas você não terá muita coisa além disso, não sentirá muita felicidade além de uma felicidade pequena e constante, pouco alterável.
Tudo depende do que você quer. Instintivamente, todos queremos ser os atores principais. Já notou em algum filme muita bilheteria, o ator se dando mal? Ou então o casal principal não ficando junto, ou então não conseguindo aquilo pelo o que lutou o filme inteirinho? É muito difícil. Nosso instinto pensa que, se nós formos os principais, teremos as melhores coisas, já que todas as atenções estão voltadas para nós, terá gente querendo nos derrubar, mas também querendo nos ajudar, e acreditamos que depende apenas de nossa luta, conseguimos aquilo que queremos. Entretanto, se temos dois querendo um mesmo papel principal, um dos dois terá que cair, para o outro ficar no alto. E é assim na vida.
Entretanto, não precisamos ser os principais, precisamos apenas ter uma boa poltrona para assistir a vida. Mas como assim poltrona e vida? Poltrona no sentido de termos tudo o que realmente precisamos, eu estou realmente falando do básico, aquilo que todo mundo pode ter, por isso que não tem muito glamour. E vida, bem, aproveitar seus 5 sentidos para admirar tudo o que se passa na sua frente, e também para entender as coisas, já que fazendo sua dança, você não tem tempo para entender as coisas, já sentado numa poltrona, o que lhe resta é isso.
Não é tão fácil chegar a poltrona, já que você realmente tem que querer ela para estar feliz com ela. Você poderia dizer “Eu quero a poltrona” superficialmente, mas no fundo, o que você deseja é dançar. Instintivamente é isso que todos queremos, por isso precisamos racionalmente querer a poltrona, e saber que nosso instinto não passam de uma ilusão criada para nossos antepassados terem conseguido sobreviver.
Eu acredito que nós só perdemos a ilusão do instinto quando tivermos tal na mão, e ver que não valeu a pena ter lutado tanto por isso. Mas o instinto é o que não nos deixa cometer suicídio, já que racionalmente, não temos motivos para viver. Então eu tento to tentando manter o equilíbrio, mas é algo difícil ainda para mim.
Para o mais, faça o que você achar melhor, apenas não minta. Algum dia eu escrevo sobre isso, ou não. Abraços!
Agora vou interpretar. “O que você prefere?” isso é mais ou menos uma escolha, a escolha ta na sua mão, você tem o poder de decidir seu futuro, por isso é importante. “Dançar” ai quer dizer uma arte, glamour, como os outros olharam pra você, respeito, uma atividade que farão os outros te notar, você meio que será parte do palco, dançar é coisa de momento, cada gesto só dura aquele instante, e cada gesto, encanta, mas só pelo tempo que ele dura, mas também há o lado ruim, além de cansar, você precisará de treino, de palco, terá que correr atrás do espetáculo, ou então ter a sorte dele vim até você, terá também que disputar pelo palco, por qualquer pessoa que esteja interessado e disposto a lutar pelo mesmo, e que vença o melhor.
“Entre ser feliz e sofrer” São as conseqüências da dança, enquanto está indo tudo bem, você será feliz, entretanto, tal felicidade é muito delicada, assim como o equilíbrio que te faz ficar girando, em algum passo de dança, e não te faz cair. Vem alguém e te empurra, você perde o equilíbrio e caí, ou então o palco enjoa de sua presença, qualquer uma dessas coisas poderia facilmente te tirar a felicidade e te levar direto ao chão, que nem uma queda, e numa queda, quando mais alto se está, mais forte é a queda, imagem a queda de alguém voando nas alturas. Entretanto, quanto mais alto se está, mais difícil é alguém ter a capacidade de te derrubar, mas mesmo assim não é bom ficar desligado, pois sempre podem fazer alianças ou alguém com capacidade chegar do nada e bum! Todo seu espetáculo que você, com tanto esforço conseguiu, ser derrubado. E então, prepare-se para o sofrimento, até encontrar uma forma de se reerguer de novo.
“ou admirar a vida numa poltrona velha?” Admirar é uma coisa que qualquer um pode fazer, não tem nada de glamuroso nisso, você não será notado por muitas pessoas, você praticamente só sentará e assistirá o espetáculo que é a vida. Entretanto, você não estará sujeito a nenhuma queda, e muitas pessoas podem ter uma poltrona, então, dificilmente alguém irá ficar de olho na sua, e também é muito difícil alguém roubar uma poltrona, pois, você está em cima dela. Não precisa de publico nem nada, nem de treinar, nem de cansar, talvez de ficar sentado, mas ai é só se mover um pouco. Mas você não terá muita coisa além disso, não sentirá muita felicidade além de uma felicidade pequena e constante, pouco alterável.
Tudo depende do que você quer. Instintivamente, todos queremos ser os atores principais. Já notou em algum filme muita bilheteria, o ator se dando mal? Ou então o casal principal não ficando junto, ou então não conseguindo aquilo pelo o que lutou o filme inteirinho? É muito difícil. Nosso instinto pensa que, se nós formos os principais, teremos as melhores coisas, já que todas as atenções estão voltadas para nós, terá gente querendo nos derrubar, mas também querendo nos ajudar, e acreditamos que depende apenas de nossa luta, conseguimos aquilo que queremos. Entretanto, se temos dois querendo um mesmo papel principal, um dos dois terá que cair, para o outro ficar no alto. E é assim na vida.
Entretanto, não precisamos ser os principais, precisamos apenas ter uma boa poltrona para assistir a vida. Mas como assim poltrona e vida? Poltrona no sentido de termos tudo o que realmente precisamos, eu estou realmente falando do básico, aquilo que todo mundo pode ter, por isso que não tem muito glamour. E vida, bem, aproveitar seus 5 sentidos para admirar tudo o que se passa na sua frente, e também para entender as coisas, já que fazendo sua dança, você não tem tempo para entender as coisas, já sentado numa poltrona, o que lhe resta é isso.
Não é tão fácil chegar a poltrona, já que você realmente tem que querer ela para estar feliz com ela. Você poderia dizer “Eu quero a poltrona” superficialmente, mas no fundo, o que você deseja é dançar. Instintivamente é isso que todos queremos, por isso precisamos racionalmente querer a poltrona, e saber que nosso instinto não passam de uma ilusão criada para nossos antepassados terem conseguido sobreviver.
Eu acredito que nós só perdemos a ilusão do instinto quando tivermos tal na mão, e ver que não valeu a pena ter lutado tanto por isso. Mas o instinto é o que não nos deixa cometer suicídio, já que racionalmente, não temos motivos para viver. Então eu tento to tentando manter o equilíbrio, mas é algo difícil ainda para mim.
Para o mais, faça o que você achar melhor, apenas não minta. Algum dia eu escrevo sobre isso, ou não. Abraços!
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