sábado, 18 de dezembro de 2010

Reflexões sobre movimento das posições culturais e intelectuais, além de outros segundo a psicologia evolutiva

Movimentos Intelectuais

Galera, não vou mentir, ta cada vez mais difícil atualizar esse blog. A propósito, se vocês notaram que eu parei de usar o “Olá amiguinhos”, estão certos, provavelmente eu estou mudando, e isso se reflete também nos meus objetivos e além disso, a obrigação de utilizar o “olá amiguinhos” parece ter tirado seu sentido, por isso eu quero chacoalhar pra ver o que realmente está firme e o que está desnecessário, apenas de enfeite. De qualquer forma, mudar a proposta do blog se torna uma tarefa relativamente difícil, porque ele no começo, surgiu como uma coisa legal, e evoluiu para um registro de idéias, que se torna desnecessário, já que eu escrevo pra ninguém ler. Escrever pra alguém ler também não me agrada, é chata a obrigação de escrever coisas boas e fazer bem feito, na verdade é necessário muito empenho para que este objetivo seja alcançado, coisa que eu não tenho. Enfim, com minhas constantes conversas com meu amigo Bruno, notei faltava alguns complementos em minhas pesquisas, e me confirmou que é um erro fechar minhas idéias ao meu mundo, principalmente devido ao fato das experiências feitas em mim mesmo serem um tanto quanto limitadas, o que eu preciso mesmo é de uma fonte de fatos mais abrangente para que eu possa refinar ainda mais meus métodos, além de organizá-los. Neste livro, escrevei apenas a base de toda a aplicação da teoria, e ele terá como principal objetivo, fazer as pessoas refletirem de forma cientifica e ter um maior conhecimento sobre as possibilidades humanas, o que nem sempre encontramos por ai, porém, eu notei que, de um modo ou outro, mudar o mundo é muito mais difícil do que se imaginava, e que os distúrbios realmente mais complicados devido a propriedades que eu descobri a pouco tempo, que na verdade, eu “defini” a pouco tempo, na verdade to começando a definir agora, vamos a postagem.

Parei de escrever essa postagem ontem, salvando-a num documento chamado “Terminar depois”, pois bem, estou terminando agora ao som de Linkin Park, só pra matar as saudades dos velhos tempos de adolescente (ou pré-adolescente), enfim, tempos de nostalgia. Continuando, eu ia falar que eu descobri uma propriedade no humano muito importante, que determina suas expectativas de evolução, porém, lembrei que já tinha descoberto, e inclusive, escrito essa teoria no meu livro, no capítulo sobre “poderes humanos e formação de valores”, de qualquer forma, eu não dei a devida atenção a esta propriedade, que é bastante importante. Foi explicá-la de forma resumida: O mesmo elemento que me faz ter nostalgia ao escutar música (exemplo gerado ao acaso), é também o elemento que me faz apegar as minhas idéias e filosofia, pois são de grande valorização do instinto por nos associar a um bom passado, a boas pessoas que nos fizeram bem, sendo assim, o nosso instinto valoriza e se apega a isso, e monta sua vida através dessas expectativas, portanto, mudar de expectativas seria algo como mudar de vida, como se tudo vivido anteriormente não tivesse tido valor, por isso, quanto mais velha a pessoa fica, mais difícil se torna para mudá-la. Esta propriedade deve ser levada muito em consideração enquanto se analisa a psicologia de alguém e se decide qual a melhor forma de se manipular algum fator para, por exemplo, diminuir o agravamento de algum distúrbio ou trama, já que estes também se ligam a filosofia, que se ligam a propriedade de expectativa criada durante a vida. É como eu costumo dizer, dez anos de comportamento com distúrbios não podem ser resolvidos em dez dias, a menos que a técnica seja totalmente ultra-avançada e as condições sejam todas favoráveis, coisa muito, muito rara de acontecer. Normalmente as pessoas acabam mudando de posição com os avanços tecnologicos, que deixa uma pessoa pobre em rica por exemplo, ou que descobre algum novo conhecimento, ou novas situações que a demonstram novos sentimentos ou novas situações aos quais os humanos podem se encontrar, coisa obtida através da experiência de viver, ou seja, entender a relatividade humana. Porém, normalmente quando há mudança na posição, é porque este novo conhecimento os possibilita adotar posições que melhore suas chances de sobreviver e reproduzir, caso contrário, provavelmente não haverá tal mudança.

Por ter começado a escrever ontem, tinha uma idéia relacionada a isso que eu quase esqueço, e demorei alguns minutos agora tentando lembrar, mas, ao vasculhar vários acontecimentos durante alguns minutos, acabei lembrando o que era. A umas três noites atrás, deitado em minha cama com a cabeça a mil, pensei em três assuntos, sendo dois deles não relacionados aqui, que eram uma resolução para um problema encontrado na escrita do livro, e, espero não estar enganado, uma reflexão sobre o lucro que gerou essa frase: O lucro vem do sol e da tecnologia e é determinado pela lei da oferta e procura regulada pelo interesse de consumo e dificuldade de produção (http://twitter.com/#!/Kingreey/status/16000331632615424). A terceira reflexão relacionada com o tema falado a cima foi sobre o movimento da cultura de acordo com a nossa história, focando-me na cultura intelectual. Esse pensamento foi inspirado na minha professora de história e sociologia, que mesmo sendo racionalizada, luta por seus idéias e valores de forma instintiva, ou seja, luta pelo aquilo que ela acha certo sem se preocupar com a racionalidade, os motivos que formaram aquilo que ela acha errado, e até mesmo, notamos que mesmo ela sendo racionalizada, o “certo” e “errado” estão na perspectiva humana dela, e não propriamente racional, já que para a racionalidade, não existe certo e errado, apenas causas e conseqüências, a menos que certo e errado for atributos de classificação. Sendo assim, eu ampliei este comportamento para os outros pensadores e filósofos famosos, e notei que pelo o que me parece, pelo pouco estudo e conhecimento que eu tenho sobre o assunto, eles agem exatamente dessa forma: tomam uma posição humana e utilizam seus conhecimentos racionais para defender aquela posição humana, e diante da propriedade do instinto controlar o raciocínio e vice-versa, eles acabam produzindo argumentos para defender sua posição humana de qualquer forma, e é com isto que vemos discussões filosóficas sobre o que é melhor. O mesmo acontece com a população inteira na verdade, cada uma se apega aquela posição que melhor lhe beneficia de uma forma geral, porém, quando sua posição muda, seu pensamento demora um pouco para se reformular, mas acaba se reformulando, mas a questão é que os filósofos famosos normalmente se prendem a uma posição humana por serem peculiarmente ligados a elas, após tanto as defender, embora isso seja apenas uma suposição.

Seguindo essa linha de raciocínio, a melhor forma de se tornar um estudioso e entender tudo o que está em volta é não ter posição humana, porque a partir do momento que se tem uma posição, alguns tipos de argumentos serão valorizados pelo instinto e outros serão ignorados, por exemplo, se você fala pra alguém que é feio, mas inteligente, que beleza é importante, e dê um motivo qualquer para justificar isso, e após algum tempo fale que inteligência é importante, e dê outro motivo qualquer para justificar isso, muito provavelmente esta pessoa acabará dando mais importância ao motivo da inteligência que da beleza, principalmente se estes forem contrários. Além disso, quando se toma uma posição, normalmente se relaciona com as coisas com o sentimento, ou seja, “não gosto disso”, “gosto disso”, e este “gostar ou não gostar” irá fazer com que você perca informações para estudo, quando simplesmente você não se relaciona com algo simplesmente por não gostar. Enfim amiguinhos, acho que a postagem chegou no fim, espero alcançar minha meta de quatro postagens por mês, agora vou comprar pão e depois assistir star wars, que nunca assisti direito. Também to mexendo no twitter, é interessante mudar foto, e também imagino quem lê meus tweents. Depois disso acho que vou jogar wesnoth pra aprender estratégia e tática e tal, e também escrever o livro, no fim da noite, como sempre. To a uns três ou dois parágrafos de terminá-lo. Linkin Park realmente é bom, só música das antigas e boas, vou dar pause nessa música e terminar de escutá-la quando voltar eu acho, abraço a todos e até mais.

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