terça-feira, 23 de novembro de 2010

Estudos sobre as o cérebro humano e sua estrutura de desenvolvimento

Um pouco mais a mente humana e seu desenvolvimento

Olá amiguinhos, faz realmente muito tempo que eu não posto, isto se deve ao estar jogando Mech Hero e escrevendo muito, geralmente, ou eu estou fazendo um, ou outro, ou ainda no MSN e raramente, assistindo a vídeos. De qualquer forma, soube de uma noticia que me deixou muitíssimo aliviado, The Guild provavelmente será traduzido fim do ano, mas o que realmente importante: Será traduzido. Isto realmente me deixa feliz, quero re-assistir tudo de novo, duas vezes. Quanto ao livro, vai andando, utilizando os métodos racionais está previsto pra terminar o fim de ano, to entrando em desenvolvimento da economia, e quando eu sem aula, ficará melhor para escrever. Agora mesmo estou escutando uma seleção de músicas feita por meu amigo, ok, chega de novidades, não é? Vamos a postagem. Eu estava pensando esses dias sobre a mente humana, as informações que eu tenho dela, meus pré-supostos e tudo mais, e então tentei aprimorar o modelo já mostrado neste link: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/ola-amigunhos-hoje-to-sem-muita-vontade.html e será nesta postagem que eu irei apresentar minhas conclusões. Esses dias meu professor me falou que as estruturas neuras de uma pessoa se definem quando ela é criança, e que estas ligações começam a se desfazer enquanto a pessoa vai se tornando velho, e é por isto que há problemas de memória e inteligência na velhice. Embora eu também acredite que a falta de compromisso com a evolução que há na velhice também interfira nisso, fazendo com que o idoso se torne mais passivo a tédio e de aceitar as coisas, por suas forças físicas não serem já como antigamente, se a informação anterior for verdadeira, ela pode nos dar melhores pistas sobre quais tecnologias o cérebro humano usa para formar sua inteligência. Outra informação interessante que há para trabalhar é a capacidade que alguns têm e as quais chamamos de dom, e muito me intriga saber se estas habilidades surgiram por causa de diferentes regiões do cérebro que melhor se desenvolveram, ou se foi algum estimulo ocorrido durante a infância que contribuiu para isto, ou se mesmo foi os dois.

Sobre o desenvolvimento do cérebro, isto é algo também curioso. Na pratica, nenhum cérebro é igual ao outro, embora tenha as mesmas tecnologias ou princípios de funcionamento, provavelmente sempre haverá uma diferença ou outra, seja causada por alguma individualidade na genética ou no processo de gestação, seja por ter diferentes átomos arrumados de diferentes formas por causa das diferenças climáticas, nutricionais ou etc, mas seguindo um padrão, ou até mesmo pelo diferente tamanho da cabeça das pessoas, diferentes formas, fazendo com que uns cérebros sejam maiores, outros menores, alguns com mais capacidade de desenvolver a parte frontal, por exemplo, tendo mais neurônios nela, ou a parte traseira, até que ponto tudo isto influencia? De qualquer forma, o que me interessa mais é saber o que pode ser mudado para ser melhorado, e a informação sobre as pessoas desenvolverem uma estrutura cerebral enquanto crescem, me parece ser uma boa base de pesquisa para isto. Lembrando os princípios da psicologia evolutiva, a memória sempre memoriza experiências que tragam sentimentos fortes, seja ela de qualquer tipo, e se nós pressupormos que esta é a única forma do cérebro armazenar informações, temos então que as experiências marcantes, segundo a perspectiva de uma criança, a faz aprender. É interessante notar que os princípios filosóficos que aquela criança irá levar para a vida toda também surge nesta fase, e isto pode também estar relacionado a forma como ela relaciona as coisas, como ela valoriza as coisas, e conseqüentemente, como ela aprende as coisas, interferindo assim em sua memória. Se uma criança, por exemplo, aprender a valorizar os sentimentos, ela irá se tornar sentimental e bastante perceptível as reações humanas, pois são os humanos a fonte de todos os sentimentos intensos, conseqüentemente, irá ignorar tudo aquilo que não traga sentimentos de imediato, que não seja prático, como o mundo abstrato das idéias, desta forma também acontece ao contrario, se uma criança não aprende a valorizar os sentimentos, também não valorizará tanto aos humanos, e por isto irá procurar outro algo a qual se apegar, se envolver, buscando assim encontrar sua natureza humana e suas chances de sobreviver e reproduzir.

A partir do momento que uma filosofia é formada e se solidifica, e que ao mesmo tempo, todas as experiências daquela pessoa sejam filtradas de acordo com aquela filosofia, torna-se complicado mudar a visão de mundo de tal pessoa, e mesmo que isto seja obtido, mudar os princípios filosóficos da mesma se torna uma tarefa mais árdua ainda, principalmente se ela relaciona bons valores com aquelas experiências ou algum sentimento relacionado à evolução. Paralelamente a isto, é importante lembrarmos que os cérebros humanos são diferentes, e por isto, pressupõe-se que alguns se mostram mais eficientes em determinadas tarefas que outros, embora seja algo realmente complicado de provar. Estas diferenças também podem fazer diferença na infância, fazendo com que as pessoas tendam a seguir determinados caminhos evolutivos e estilos de vida, e ainda, estas diferenças podem ter uma enorme contribuição para o desenvolvimento de habilidades consideradas como dons, ou também a filosofia de uma pessoa possa dar valor ao conjunto de experiências que melhor façam com que determinada habilidade cerebral, básica a todos os humanos, funcione melhor. Concluindo: O cérebro pode ter determinada facilidade em alguma tarefa, o que leva a pessoa desenvolver uma filosofia relacionada com aquela tarefa, ou ainda a filosofia da mesma possa filtrar as experiências necessárias pro cérebro trabalhar bem em alguma tarefa, ou mesmo os dois, sendo também possível a capacidade da filosofia também desestimular uma habilidade naturalmente boa do cérebro de alguma pessoa, embora isto seja extremamente difícil de observar e eu não tenha o feito também. Podemos observar com estas pré-suposições que são inúmeras variadas que desenvolvem a inteligência nas pessoas, ou também ao desenvolvimento de dons, embora eu ainda não tenha exatamente chegado a um conceito de inteligência, coisa que, acredito eu, demoraria uma postagem inteira, por isso não vou tocar no assunto agora.

Com isto amiguinhos, me despeço de vocês. Já são quase duas horas, nossa, demorei nesta postagem sem perceber, também jogando mech hero, agrr. Aqui caí uma pequena reflexão: Eu estou me dedicando de mais ao mech hero, um vício, o que possivelmente pode atrapalhar meus estudos, o que antigamente era um vício, agrr, é complicado administrar o que é necessário para o meu crescimento intelectual e humano de forma equilibrada, além disso, também vejo a necessidade de mudar alguns conceitos e principalmente: terminar este livro e começar a divulgação das minhas idéias em lugares sérios, como faculdades, e caso dê certo, fazer este livro da forma correta, com ajuda de profissionais. Já não basta eu estudar os mecanismos sentimentais, racionais e sociais, ainda tenho que entender sobre redação e escrita, duas habilidades que requerem tempo, é complicado, ainda tenho dezoito anos, deveria estar apenas terminando o colégio e ingressando numa faculdade. Enfim, notei também que jogo mech hero pelo mesmo motivo que ficava muito tempo no twitter: esperança que algo legal aconteça. Espero que aconteça, sério. Hoje talvez não dê tempo de escrever nada no livro, é uma pena, enfim, boa noite a todos, e até a próxima postagem, que será breve, espero.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Experiência: Constituição de direitos humanos segundo a P.E

O que custa testar?

Olá amiguinhos, a muito tempo eu estive querendo fazer uma constituição de direitos humanos sob a perspectiva da psicologia evolutiva. Devo admitir que é um tanto de pretensão minha fazer isto, porém, considero interessante mostrar, ao menos de uma forma muito pouco trabalhada, como a psicologia evolutiva pode ajudar nos assuntos éticos e morais. Eu tentei chegar a ler a constituição brasileira, mas é complicado, por isso as bases que eu tive pra fazer esse texto foram de experiências em artigos com citações freqüentes, como livros penais ou bíblia. Sobre a constituição seguinte, não faço a menor idéia de como ela pode ser eficiente, se é eficiente, ou se ao menos chega a ser uma constituição segundo o conceito de constituição adotado, mas como eu já disse antes, foi só uma experiência.

Constituição de direitos humanos segundo a P.E

Sobre a evolução humana:
1. Todo humano tem direito a buscar sua boa evolução.
1.1. Portanto, todo humano deve ter condições básicas de saúde, trabalho, educação, estrutura e segurança.
2. Todo humano tem direito de escolher o que é bom para si.
2.1. Portanto, todo humano deve ter acesso aos conhecimentos técnicos e abstratos.
Sobre a evolução social:
3. Para quaisquer humanos ter direitos as garantias sociais, este deve contribuir com a sociedade.
3.1. A contribuição é medida através do dinheiro.
4. O governo tem direito de cobrar impostos para os serviços básicos.
4.1. Os impostos não devem comprometer mais que 50% da renda familiar, sendo os outros 50% aplicados em sua própria evolução/diversão, e é direto das pessoas saber onde seu dinheiro está sendo aplicado.
4.2. O dinheiro deve ser aplicado para atender as necessidades gerais da população citadas no item 1.1.
5. Aquele humano não-capaz de contribuir terá seus direitos básicos atendidos com o dinheiro dos contribuintes.
5.1. É dever do governo profissionalizar aqueles não-capaz para contribuir, para que estes se tornem capazes e passem a ser contribuintes.
5.2. A falta de vontade de contribuir com a sociedade deve ser considerada como um ato anti-evolutivo.
Sobre competição:
6. É direito de todo humano mostrar que é melhor através da competição.
6.1. A competição deve ser justa, de forma a filtrar aqueles com melhores técnicas ou mais esforçados.
6.2. Quaisquer meios de desvalorização de esforço ou técnica alheia por meio métodos anti-evolutivos deve ser punido. (Métodos anti-evolutivos: Métodos que manipule a verdade, seja omitindo, manipulando, disfarçando ou negando-a conscientemente)
Sobre cooperação:
7. Todo humano deve ter direito de organizar esforços em grupo em pró de um objetivo.
7.1. Esta organização deve ser feita mediante a contrato ou testemunhas, com finalidade de evitar métodos anti-evolutivos.
Sobre punição:
8. A punição para quem cometer atos anti-evolutivos deverá ser ou reclusão social, ou contribuições obrigatórias para a sociedade.
8.1. Quem cometer atos anti-evolutivos deverá passar por um processo de aprendizado sobre Psicologia Evolutiva, após isso terapias psicológicas, com a finalidade de não haver reincidência no crime.
Sobre o governo:
9. O governo terá como objetivo administrar o esforço grupal colhido através dos impostos para melhor evolução grupal e social.
9.1. O governo deverá presar pela boa evolução social, tendo consciencia da necessidade de haver na sociedade, condições para para a evolução dos três poderes humanos, o instintivo, o social e o racional.
9.2 As pessoas do governo compreender sobre o assunto, e se não compreendem, buscar compreender através dos mecanismos racionais, para que desta forma, as chances de boa escolha aumentem.
9.3 O governo deverá ser fiscalizado por quaisquer pessoas, para que caso estas suspeitem de atos anti-evolutivos, possa alertar a sociedade e fazer as devidas alterações.

Por hoje é só, vou tentar terminar de o capitulo do livro hoje, to enrolando de mais, falta de disciplina é complicado, pois perco tempo de mais olhando besteiras na net, e se contar com o horário de estudo matinal, eu sinto falta de tempo. Boa noite a todos e até mais.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Analises sobre conflitos pessoas, respeito e comportamento

A verdade dói?

Olá amiguinhos, é com muita preguiça/sono que vos escrevo hoje, e também terei que escrever meu livro hoje, haja coragem! De qualquer forma, agora vou falar sobre algo que aconteceu comigo e me fez refletir sobre a importância do respeito e o porquê de sua necessidade. Eu estava com alguns amigos brincando com outro menino no recreio, quando este veio até mim e me xingou, disse que não tinha medo de mim e me xingou novamente. Provavelmente ele me xingou por causa das brincadeiras, contudo, eu não consegui me racionalizar na hora, sentido um forte sentimento de raiva e vontade de partir pra briga, porém não o fiz, pois isto seria muito desvantajoso para mim, mas eu fiquei o resto do recreio sentindo isto, e sempre que ele se aproximava de mim, a sensação aumentava. Não sabia porque estava daquele jeito, só sei que tentei irritá-lo até atingi-lo, porém, não cheguei ao ponto que desejava, por isso, sentindo que ainda deveria fazer alguma coisa para evitar que aquela situação se repita, ao acabar o recreio, quando estávamos todo em sala de aula, eu comecei a falar pra ele que ele deveria me respeitar, pois ele não me conhece e embora que eu parecesse uma coisa, eu sou outra, repeti isso umas dez vezes, senti meu sangue agitado pela adrenalina e vontade de partir pra briga novamente, meus amigos se aproximaram de mim receosos que eu não me segurasse e meu professor tentou acabar com a discussão com bom humor, mas a discussão só acabou depois que eu respirei muito fundo e me convenci racionalmente que eu fiz tudo o que eu tinha pra fazer, e que fazer mais que aquilo me prejudicaria e seria desnecessário, me acalmei. Após certo período de tempo e de conversas paralelas, meu amigo chegou para mim e comentou que ele havia dito que a verdade dói, e que isto explicava meu comportamento agressivo, e sinceramente meus amigos, minha raiva voltou após saber disso, e na hora da saída, senti o mesmo sentimento de agressividade, porém, não fiz nada, não sabia com quais argumentos atacar e também não queria partir para a agressividade, o fato dele ter dito que a verdade dói realmente me incomodou, pois eu não sabia como mostrar pra ele que aquela afirmação era falsa, além disso, vários dos meus amigos disseram que não era pra eu ligar para aquilo, e que coisas parecidas com aquela já aconteceram, mas somente aquela vez eu liguei, o que acontece afinal?

Primeiramente vamos analisar segundo a psicologia evolutiva, sabemos que a raiva sempre ocorre quando algo atrapalha nossas chances de sobreviver e reproduzir de alguma maneira, a raiva nos faz querer eliminar aquele algo, portanto, eu quis eliminar serafim por ele ter dito aquilo, porque de alguma forma, aquilo atrapalhou minhas chances de sobreviver e reproduzir. Porque afinal aquilo atrapalhou minhas chances de sobreviver e reproduzir? Ora, se eu fosse realmente um idiota, minhas chances de conquistar alguma garota na escola iria ser diminuída, e a raiva seria agravada caso eu estivesse apaixonado, que ai seria quando meus instintos estariam mais ativos. De alguma forma, eu acreditei que o que ele falou era realmente a imagem que eu passava, principalmente pelo fato das brincadeiras que eu estava brincando com ele serem um tanto quanto infantis, e se eu passasse aquela imagem para ele, eu também passaria aquela imagem pra outras pessoas, contudo, como ele foi o único a falar, a raiva foi transmitida toda pra ele, e aliás, podemos ainda supor que eu ainda senti mais raiva dele ainda por ele ter sido o único a falar. Aliado a isto, está o fato dele ter dito que não havia medo de mim, sendo que eu sou mais forte que ele. Obviamente, não é pra ele ter medo de mim, afinal, somos racionais, força instintiva não deve ser levada em consideração sobre quem está certo e qual é a verdade, contudo, instintivamente eu poderia agredi-lo, mas preferi não fazer, pois sei que é desnecessário. A vontade de agredi-lo parte também da raiva, por dois motivos, o primeiro é por ele não saber o perigo que ele correu por ter dito aquilo, afinal, se eu fosse outro, poderia bater nele tranquilamente, o segundo é que segundo meus instintos e raciocínio, ele não pode continuar com aquele comportamento de desrespeito, bater seria uma forma de eliminar instintivamente aquele comportamento. Porém, bater é uma forma ineficiente de resolver as coisas, pois põe um bloqueio instintivo em um comportamento, e as vezes este bloqueio não é forte o suficiente pra cobrir o fator que provoca aquele comportamento, e ele continua. Continuando, eu não quis esquecer este fato simplesmente pelo fato da minha nova filosofia me afirmar que eu não devo ignorar as coisas, e sim resolve-las, para desta forma ter um mundo melhor. Se eu não posso bater nele, então como resolver essa situação? Fiquei realmente irritado, foi quando eu pensei em ter um estouro de agressividade instintiva por meio da fala, e discuti com ele falando frases de efeito, ou seja, frases que façam uma associação de informações importantes para a sobrevivência minha e dele, tais como “Tu não mal me conheces, portanto, não podes afirmar isto sobre mim.”. Foi quando temporariamente eu me contentei, pensando que melhor eu não poderia fazer, afinal, ele não valia tanto esforço instintivo por minha parte.

Mas ainda veio a segunda parte, o desafio racional, pois ele disse: “A verdade dói”. Eu realmente fiquei sem argumentos contra isso, e sempre que eu pensava que a verdade era que eu passava uma imagem de idiota, isso me incomodava. Teoricamente, eu não deveria ligar para qual imagem eu passo, pois eu sei racionalmente que eu sou o que sou, sei quais são os motivos que me fazem ser o que sou, e também sei como classificar minhas atitudes, contudo, como eu estava meio afim de uma menina lá, aquilo me irritava instintivamente, pois a imagem instintiva que você passa é importante para relacionamentos superficiais, ou seja, sem raciocínio, de qualquer forma, sendo eu um amante da verdade, não iria me rebaixar a ser uma coisa que eu não sou, ou seja, mentir e não fazer as coisas que eu estou com vontade, pra conquistar uma garota. Continuando, eu ainda me sentia na obrigação de quebrar o argumento dele de que “A verdade dói”, para ter argumentos racionais e convencê-lo de que aquele comportamento dele não é bom pra ele nem pra sociedade, e então alcançar o meu objetivo de melhorar as coisas sem violência instintiva. A verdade meus amigos, é que o que doeu foi a possibilidade de perder chances de reprodução aliado com o comportamento afeito dele e também pelo fato dele AFIRMAR sem ter provas racionais, uma coisa que me irrita muito devido a minha personalidade cientifica. Devido a minha natureza cientifica, eu atribuo racionalmente minhas chances de sobreviver e reproduzir ao conhecimento e as metodologias científicas, por isso eu valorizo mais a minha natureza cientifica e ser verdadeiro do que passar uma imagem falsa pra menina no caso citado anteriormente, afinal, o desejo que eu sinto por ela não é apoiado pelo meu raciocínio, pois sei que só gosto da imagem de garota educada, bonita e divertida que ela passa, pois só a conheço no dia-a-dia escolar. “A verdade dói” a qual ele se refere na verdade, não é uma verdade, e sim uma hipótese, ou ainda, não é a verdade que eu seja idiota, mas sim a verdade que se eu passar a imagem de idiota para a turma, e inclusive para ela, isto me prejudicaria, logo, ele está errado.

Isto me faz pensar seriamente na questão do respeito para com os outros, pois afinal, se a pessoa está num momento instável em sua vida, tais como no meio de uma grande paixão, um grande projeto, desemprego, quaisquer coisas que mecha com a chamada “auto-estima”, ou seja, projeção que uma pessoa faz de si mesma para adequar-se as projeções do que ela esperar do resto das coisas, por exemplo, uma pessoa se acha burra, ela só vai esperar conquistar coisas que gente burra conquista, já que esta é a projeção que ela faz de si mesma para o que ela pode ter, contudo, se uma pessoa é inteligente, ou bonita, ela vai projetar coisas que pessoas inteligentes, ou bonitas, tenham, ou seja, vai criar a expectativa, vai querer e desejar ser como tal, vai criar a possibilidade e seu instinto vai se acostumar com isso. A pessoa bonita pode conquistar um homem bonito, o que representa uma maior chance de reprodução pra ela, logo, a principio, ela não vai se contentar com um homem feio, ou idiota, no meu caso. De qualquer forma, quando a pessoa projeta e descobre ou alguém a fez pensar que ela não pode conquistar aquilo que projetou, ela sente raiva ou fica triste, porém, nada que o instinto não se acostume após entender a realidade e fazer novas projeções, contudo, o contrário também pode acontecer, a pessoa projetar algo ruim e na realidade, acontecer algo bom, neste caso ela se sentirá feliz. Em momentos difíceis, mesmo que a verdade seja uma, a pessoa, por estar pressionada, pode acreditar que a verdade seja outra, principalmente se estimulada por outras pessoas, e quando isto acontece, ela fica triste ou com raiva, por isso, é importante que se tenha respeito nas coisas certas no dia-a-dia, e também se aprenda a conviver e entender, para que desta forma, diante momentos difíceis, o que a maioria dos adultos tem devido à grandeza de seus projetos, as pessoas consigam conviver bem. Notem que também, como uma pessoa vai interpretar o que você fala depende da imagem que ela tem de você, onde, por exemplo, existem pessoas que quando formam a imagem negativa da outra, qualquer besteira que ela fala é mal interpretado ou ignorado, mesmo que a pessoa esteja tentando ajudar ou falar a verdade da melhor maneira possível, mas isso é assunto pra outra postagem.

Resumindo e concluindo: A verdade só dói se esta representar uma perca de chances de sobrevivência e/ou reprodução para as expectativas, notem que se esta representar ganhos, ela será boa e prazerosa, os argumentos já foram visto a cima, e, não deixarei de fazer as coisas que eu quero pra criar uma imagem diferente, afinal, imagens do dia-a-dia são difíceis de lidar, por isso que é melhor ser verdadeiro. Acabei de lembrar que falta eu comentar uma coisa, se em todo caso, esse garoto continuasse me incomodando, mesmo eu sendo mais forte que ele, é minha obrigação recorrer aos mecanismos sociais para resolver isto, pois afinal, já que se ele fosse mais forte que eu, eu teria que recorrer a este meio para resolver isto, mas como ele é mais fraco, não me aproveitar de uma vantagem que eu tenho por sorte, que é ser fisicamente mais forte que ele. Outra vantagem disso é que, caso alguém venha discutir comigo e seja mais forte, eu terei justificativa para não aceitar a briga, mesmo que a pessoa diga “Tu só vai recorrer aos mecanismos sociais, que neste caso é a diretoria, porque tu é mais fraco que eu”, eu poderei dizer “Eu faria isto com qualquer um”, e realmente acreditaria nisto, ou seja, não estarei mentindo pra mim mesmo, pois sei que esta é a melhor solução, conseqüentemente, não terei nenhuma crise na consciência ou coisa parecida, nem terei a auto-estima abalada por não consegui bater em ninguém, além disso, sem violência isto será resolvido da forma mais amena possível. Violência instintiva só deve ser usada em ultimo caso, pois afinal, ainda somos instintivos, mesmo sendo sociais e racionais, para todos os outros, o pensamento e os mecanismos sociais. Enfim meus amigos, nessa postagem considero que expus, organizei e registrei toda minha linha de pensamento sobre isto, penso até mesmo em fazer uma versão reduzida disso aqui e mandar pra esse meu amigo, pra ele perceber um pouco mais sobre a verdade. Diante isto, acredito ter terminado esta postagem, um abraço para todos e até a próxima. PS: Meia noite e meia e eu ainda não escrevi nada no livro, tudo bem que o dia foi como se fosse feriado porque eu saí, mas, aonde eu vou parar? Abraços.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Tecnica para fazer teorias, desenvolver tecnologias e viver bem, lembrete

Faça sua teoria, modifique a realidade e viva bem!

Olá amiguinhos, hoje eu vou escrever sobre a mecânica de trabalho racional que eu acabei desenvolvendo, diante as experiências da minha vida, sem perceber, e com as quais eu estou escrevendo meu livro agora, e graças aos estudos, eu fui capaz de perceber. Odeio contar com a sorte, e foi a sorte que me conduziu até aqui, até agora, contudo, contar com ela é realmente chata, principalmente num trabalho de desenvolvimento do livro que está demorando meses, por isso, a postagem de hoje será apresentar e registrar, até mesmo para eu não esquecer, quais são os procedimentos básicos que devem ser tomados quando se está trabalhando racionalmente. Esses procedimentos se baseiam em duas coisas, a primeira, o mundo é feito de lógica e leis, não há para onde correr, está parece ser a única verdade cabível para explicar o porquê a matemática, as mecânicas e as tecnológicas sempre dêem certo, sim meus amigos, estou falando do determinismo. A segunda coisa são as propriedades básicas do cérebro humano, propriedades emocionais e racionais. O cérebro humano realmente é uma incrível maquina, capaz de reconhecer formas, cheiros, sons, cores, processar e simular tudo seguindo um conjunto de leis formulados por ele mesmo diante suas observações, para então pré-determinar o futuro, este processamento ocorre num lugar ao qual eu chamo de modulo de simulação, e é por causa deste processamento que o humano consegue trabalhar com coisas tão abstratas, para especificar melhor, nosso cérebro cria um conhecimento básico sobre qualquer coisa, e aprofunda este conhecimento criando novos objetos, com atributos ou qualidades diferentes, dessa forma, ele é capaz de associar uma enorme quantidade de informações e simular todas quando necessário. É diante destes dois mecanismos que eu criarei este método próximo, que se iniciou com minha busca pela verdade absoluta, pelo amor ao conhecimento, pela filosofia, e acabou se tornando uma ciência técnica e precisa, ou quase isso.

1. Visão geral e busca por objeto a ser alcançado ou situação problema a ser envolvido. Notem que a visão geral é a obtençaõ de informações e objetos, e atribuição de valores aos mesmos, da mesma forma que o conhecimento de suas léis e comportamentos básicos, padrões, coisas que o humano consegue fazer com certa facilidade. Seria algo como prever pra onde a bola vai, caso a chute, ou ainda saber o que vai acontecer caso você aperte um botão, ou coisas mais complicadas como reações humanas.

2. Investigar fatores que podem diretamente e indiretamente estar contribui ou alterar os elementos da visão geral do objetivo ou situação problema.

3. Criar uma simulação geral destes fatores e analisar se eles simulam perfeitamente a visão geral feita do objetivo ou situação problema.

3.1. Se os fatores não conseguem simular perfeitamente a visão geral do objetivo ou situação problema, investigar quais elementos os elementos não estão sendo simulados perfeitamente e quais fatores podem estar relacionados a este elemento.

3.2. Se tudo der errado, buscar abrir ainda mais o leque de visão da visão geral, pois existe a possibilidade da visão geral não abranger todos os fatores e elementos recorrentes a aquela situação problema ou objetivo. (Mais informações: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/pequena-mas-importante-descoberta-sobre.html)

3.3. Buscar saber o motivo de tudo.

4. Simular novamente e notar se a simulação está ocorrendo perfeitamente.

4.1. Lembrar sempre de fazer a simulação com bastante atenção, utilizando o módulo de simulação como auxilio, ou seja, visualizar a situação-problema/objetivo com o auxilio da imaginação.

4.2. Se existem informações dos fatores que contribuam para um elemento agir de tal forma, criá-los de tal maneira que se aproxime de acordo com os dados da realidade.

4.3. Revisar os dados da realidade.

5. Se tudo ocorrer bem, provavelmente irá ter criado um mecanismo que indique como a realidade se comporta, seu passado e seu futuro, portanto, será possível fazer previsões e/ou
hipóteses de acordo com o que se conhece.

6. Para resolver situação-problema ou alcançar os objetivos, deve-se saber quais fatores podem ser manipulados, a partir de então fazer manipulação nestes fatores, simulá-los já manipulados e, a partir de então, fazer uma nova simulação mental para prever os resultados da modificação.

7. Se a modificação alcançou o objetivo ou resolveu a situação-problema, procedimento deverá ser posto em testes, se a modificação não deu certo, continuar buscando novas informações, novas modificações, ou mesmo levar em hipótese se o objetivo/situação problema é possível de ser realizado.

8. Se deu certo, modificar a realidade e ver se ela se comportou da mesma forma que na simulação mental, caso isto não aconteça, significa que algo foi simulado de forma errada ou as informações estavam erradas, pode-se verificar o quanto errado a simulação está comparando-a com a realidade e verificando se os resultados são parecidos, se houve muitos acertos ou erros.

9. Utilizar as novas informações da realidade como base de auxilio para saber o que na simulação não deu certo, além de buscar novas informações sobre o assunto e utilizar o modulo de simulação. Quanto mais próximo o resultado da simulação se aproxime da realidade, melhor.

10. Continuar repetir procedimento até que tudo dê certo, o objetivo seja alcançado ou a situação-problema seja resolvida.

Pois é amiguinhos, este é o conselho, que na verdade é uma ténica, eu dou para quem quiser começar a fazer suas próprias teorias e para eu também lembrar a voltar para a racionalidade, notem que ela está toda relacionada com a busca do conhecimento da realidade, informações sobre a mesma, e a utilização do módulo de simulação para encontrá-la. Neste esquema, caso haja algum empecilho racional, ele deve ser resolvido até que tudo esteja ok e possa continuar. No meu caso no livro, quando eu travar em alguma parte, recorrer a este esquema, ou pelo menos tentar recorrer a ele neh, já que eu estou fazendo o livro com a estrutura de parágrafo para uma idéia um período de tempo, se eu não sei uma idéia, não posso continuar o parágrafo, basicamente isso. Enfim, encerrando a postagem, desculpem-me se não fui claro e objetivo, mas eu realmente ainda não reviso, abraços e muito estudo a todos, desenvolvam boas tecnologias para melhor modificar nossa realidade tornando-a mais agradável para nós vivermos, e sejam humanos, vivam bem! (leiam o poema Viver, eu gosto dele).
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/11/4-poemas-viver-sociedade-frente-arte.html

domingo, 10 de outubro de 2010

Pequenas reflexões sobre política, equilibrio e universos humanos

Reflexões e tudo mais

Olá amiguinhos, hoje estou meio cansado, não me perguntem de quê, acabei percebendo que cada vez mais to desequilibrado, e isso é uma situação complicada, mas afinal, o que fazer? Por falar nisso, revisei meu conceito de equilíbrio, afinal, o que é equilíbrio? Teoricamente, equilíbrio seria uma média entre todos os fatores, mesmo quando aplicamos o conceito de equilíbrio a uma enorme quantidade de variáveis, mas quando damos um objetivo a estas variáveis, o equilibro, na verdade, é a melhor forma de se alcançar este objetivo. A questão meus amigos, é que todo humano é muito parecido, portanto, o equilíbrio que cada humano deve buscar é parecido, isto porque, pelo fato de sermos humanos, existem propriedades básicas que existem em todos nós, daí então é por este motivo que pode se existir uma formula para alcançar o equilíbrio. Porém, eu disse que todo humano é quase igual, não que é exatamente igual, aspectos geográficos e históricos fazem com que cada pessoa seja única, se você acha quatro bilhões de pessoas únicas muito, saibam que a diferença entre um homem e um macaco em seu DNA é de apenas 2%, imaginem se fosse 4%, então estamos falando de valores realmente grandes. Reflexão sobre o equilíbrio já feita, também gostaria de fazer alguns comentários quanto à propriedade associativa do cérebro humano e a capacidade do humano dar muita importância a alguma coisa, é realmente complicado, faz os humanos criarem universos incríveis, impressionais e totalmente diferentes. Eu pude perceber isto enquanto estava pesquisando sobre as primeiras civilizações, todas diferentes uma da outra, com sua própria visão de mundo, de reprodução, de sobrevivência, e se buscarmos levar esta visão para atualmente, podemos ver que ainda hoje há muito disso, notem por exemplo, nos clipes músicas, cada um mostrando seu universo.

Hoje eu planejava falar sobre política, algo como, se um político entra no cenário corrupto, cheios de distúrbios sociais, ele é obrigado a se tornar corrupto também e saber lidar com estes distúrbios com talvez, outros distúrbios para sobreviver, e então daria meus argumentos, mas não estou com paciência, realmente não. Esta seria na verdade a argumentação para minha frase contra todos aqueles que passam dez minutos estudando sobre política, mais dez trocando idéias com amigos, e então tomam uma posição e a defendem ela como a vida, sem nem ao menos ter sentido a pressão que é tomar decisões, sentir a pressão, as ameaças, as tentações de ganhar dinheiro fácil, enfim, de se estar dentro do governo, da maquina pública. Por isto, eu iria criar esta frase: “Na verdade, a única questão é: Eles poderiam fazer melhor? Se sim, como?”, é meus amigos, mas eu realmente estou estressado quanto ao andamento do livro, não escrevi nada hoje, pois tirei o dia para ir pra casa de um amigo e acabei voltando tarde. Eu realmente queria me desligar da vida social e me dedicar apenas ao livro, mas tenho medo que isto me faça perder conhecimentos importantes, além disso, eu sinto no fundo, que eu estou perdendo minha essência do objetivo do meu livro, que seria uma analise simples segundo a psicologia evolutiva, mas não tenho certeza disto, ou se é a melhor escolha ter a essência referida por mim antes, por isso, vou fazer algo realmente mais especializado como estou fazendo agora, demonstrar na faculdade e editora, e então decidir por qual dos dois objetivos eu irei querer seguir, se eu irei querer ser simples e pouco especifico, ou especifico, mas fazer um trabalho simples depois. A necessidade que eu sinto em fazer um trabalho de simples analise é para as pessoas que não tem tempo para estudarem, entenderem o básico dos mecanismos sociais, mas ao mesmo tempo, eu me sinto no dever de fazer algo mais especifico para demonstrar dos mecanismos de pesquisa da psicologia evolutiva, por isso estou nesse dilema, e por isso eu pretendo fazer as duas coisas, só não sei qual primeiro, deixarei pra decidir isso depois. Ah, claro, se meu livro realmente for pra frente, devo sempre me lembrar disso.

O twitter e MSN realmente atrapalham bastante, eu sempre penso em parar de entrar neles, mas não tenho coragem pelo mesmo motivo pelo qual não me afasto da vida social, além disso, me distancio cada vez mais da minha personalidade, minha cabeça está uma bagunça, não sei se sou eu que estou cada vez mais imparcial quanto ao que eu sinto ou se é tudo frescura minha por falta de evolução e firmação social, talvez seja os dois. Sinto pressa em terminar esse livro, pelo menos até o final do ano, pois próximo ano tenho que investir em algo realmente concreto, que é vestibular, fazer cursinho pré-vestibular no caso. Se eu já não tenho tempo agora, imagine quando eu começar o cursinho, meu deus. No mais, é tudo o que eu tenho pra escrever hoje, estou profundamente irritado e essa postagem é só pra atualizar, estou caindo da média de quatro postagens por mês. Boa noite amiguinhos, até mais.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Reflexões sobre filmes de zumbis e confirmação de teoria

Renovação nos filmes de zumbis

Olá amiguinhos, enquanto passa a novela, eu estou sem concentração, vontade e rumo para escrever o meu livro, ao mesmo tempo em que eu não tenho nada divertido e/ou interessante para fazer, desta forma, resolvi escrever para o blog sobre um assunto que de repente, me ocorreu, e este assunto é os filmes de zumbis. Mas antes disso, vamos as novidades, não é? Novidades? Nenhuma, contudo, descobri uma coisa interessante, que inclusive, puis no meu twitter, vou botar minhas mensagens referentes ao assunto para ilustrar, primeiro: Coragem Leandro, coragem. Junte todos os seus conhecimentos no seu módulo simulativo com a iniciativa e esperança no seu modulo evolutivo e transforme, através dos impulsos elétricos ordenados por seu módulo de pré-definições automáticas q mexem seus dedos, o virtual em realidade. Segundo: Fico até emocionado, é incrível como se você cria um mecanismo para processar elementos, e define quais são eles, a coisa funciona naturalmente... Estas duas frases se referem ao momento que eu passei esses dias, na construção do capítulo sobre cultura, resumindo: Me perdi no meio de tanta informação. Não sabia mais o que tinha escrito, o que estava faltando, o interessante é que eu notei e confirmei minha teoria escrita aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/pequena-mas-importante-descoberta-sobre.html , ou seja, depois de eu ler e reunir todas as informações sobre o capitulo que eu estava escrevendo, organizado tudo, estruturado, daí então eu notei a linha de raciocínio e objetivo que eu estava seguindo de capitulo a capitulo, e então que surgiu a segunda frase, confirmando os mecanismos racionais. Foi uma hora realmente emocionante, embora ainda me falte organizar o final, que ta meio desajustado, coisa que farei após o filme, hoje a noite. Notem também que quando estamos fazendo algo por obrigação racional, ou seja, quando sabemos que só vai fazer efeito num futuro muito distante, e nosso instinto não percebe isso, trabalhamos de forma preguiça e desatenciosa, é um pouquinho chato também, mas necessário. Agora, ao tópico.

Recentemente eu assisti zumbilandia, um filme sobre zumbi que me surpreendeu devido ao seu objetivo foco, que foi realmente ser bom, divertido e comercial. Porém, ele fugiu só um pouco da essência dos filmes de zumbis, que é o teste da natureza humana. Normalmente nos filmes de zumbis, vemos um grupo de pessoas com personalidade diferentes, que normalmente, no convívio comum e social, nunca se relacionam, contudo, são obrigadas a se relacionar e a trabalhar em equipe para sobreviver. O enredo se desenvolve normalmente sobre como estas pessoas irão sobreviver, suportar a pressão, o suspense, o perigo, a falta de esperança, a constante associação com o mundo que havia antes e a qual as pessoas atribuem sentimentos como afeto, a loucura e as baixas condições de sobrevivência que um ambiente de zumbi trás, onde, querendo ou não, algumas pessoas não suportam estes elementos, fazem alguma besteira e morrem. Ou seja, a morte nos filmes de zumbis são que nem os próprios zumbis, lenta e burra, por isso, mantendo o devido equilíbrio emocional e racional, é fácil fugir dela utilizando as ferramentas e métodos racionais que tornam os humanos diferentes dos outros animais, contudo, se o equilíbrio emocional e racional não for mantido, e há elementos que proporcionam o não equilíbrio, a pessoa acabará morrendo. Além disso, podemos perceber as dinâmicas de grupo para a sobrevivência que ocorrem durante o processo dos filmes de zumbis, onde alguns acabam se tornando lideres, e outros morrendo por não respeitar o grupo, mas a priori, o grupo sempre deveria sobreviver, como aconteceu no filme, zumbilandia. Resumindo, os filmes de zumbis, para mim, deveriam atuar como um laboratório, onde veríamos pessoas com personalidades diferentes sendo submetidas a perigos complicados e sendo obrigadas a se organizar para sobreviver, onde as personalidades ruins acabam morrendo devido a seus erros.

O que ocorre nos filmes de zumbis atualmente, é que eles não acabam desenvolvendo esta trama, apenas parte dela, e embora eu goste apenas da parte da trama, eu não gosto da outra parte, que é quando todo mundo acaba morrendo. É chato torcer por um personagem e ele acabar morrendo no final, dá um sentimento de falta de esperança e de falta de necessidade de todo o processo ocorrido naquele filme, ou seja, sento que assistir o filme foi algo inútil, como foi o caso de um filme chamado dawn of the dead. O filme zumbilandia, para mim, foi uma tentativa da industria de sair desses filmes que sempre acabam mal, levando os zumbis a um nível mais divertido e de passa tempo, ele também mantém a essência de fazer personagens bem legais e excêntricos, contudo, inteligentes, como é geralmente os personagens que morrem por ultimo nos filmes que todo mundo morre, porém, o que não me agradou muito no filme zumbilandia, foi a falta de personagens ruins e a falta de uma situação mais extrema, onde fatalmente estes personagens ruins morreriam, sobrevivendo apenas os bons, no zumbilandia, todos os personagens sobreviveram, menos um que teve a morte de zumbi mais cômica que eu me lembro, ao imitar um zumbi para o garoto mais medroso e precavido do filme, e levar um tiro, nossa, eu ri de mais, acho até mesmo que o caráter do filme zumbilandia é mais cômico mesmo, e neste ponto, ele alcançou seu objetivo. Enfim, gostaria de um filme de zumbie com o equilíbrio de cômico e extremo, e de bons e ruins, abalos de grupo, coisas do tipo, sem todo mundo morrer no final, seria bem interessante.

Com isso, concluo minha opinião sobre filmes de zumbis, assim como esta postagem. Provavelmente a novela daqui a pouco vai acabar, vou assistir o filme que irá passar e trabalhar no livro, pensando sobre qual será seu rumo e pesquisando na net pra confirmar minhas teorias. Desculpem-me por mais um texto sem revisão, acreditem, revisão melhora em muitas vezes qualquer texto, enfim, um forte abraço a todos, e até mais.

domingo, 19 de setembro de 2010

Diferenças entre formação da arte instintiva e racional

Objetivos racionais ou instintivos

Olá amiguinhos, realmente, faz muito tempo que eu não posto, não por falta de assunto, mas sim por falta de tempo. A verdade é que eu estou depositando todo o meu tempo de escrever pra o livre, sendo o resto do tempo depositado no MSN, escola, e as vezes saída. Hoje eu estou escrevendo por dois motivos, o primeiro é que aqui ta um pouco de barulho, por isso não dá pra me concentrar no livro, segundo é que o livro ta um pouco difícil, isso aumenta a preguiça. Sobre o livro, já estou na metade e realmente ouve uma grande adição de conteúdo, onde de 90 páginas, provavelmente irá pular para 120, contado com algumas imagens. A revisão realmente terá que ser feita de novo, mas isto eu vou deixar para fazer com a ajuda de alguém profissional. Sobre as novidades da minha vida, está tudo a mesma coisa de sempre, não tem o que comentar. Hoje eu vou falar sobre uma coisa que eu acabei notando, ao tentar criar definições coerentes com minha teoria sobre arte e filosofia, que é a arte racional e instintiva, uma coisa bastante interessante de se saber para compreender as correntes filosóficas e as tendências de moda atualmente.

Temos então dois tipos de formas para criar a arte, a racional e a instintiva. A criação racional de uma arte ocorre a partir do momento que alguém cria uma técnica, independente se é da área de pintura, literatura, musical, e etc, e adapta aquela técnica a sua filosofia racional, ou seja, transmite naquela arte, sua filosofia, seu modo de pensar, por isso, algumas técnicas se adéquam melhor para transmitir determinada idéia que outras, para provar isto, podemos conhecer as técnicas de escrita da literatura, por exemplo, onde dependendo do que o autor queira transmitir, ele utiliza uma forma de escrever diferente, ora falando diretamente com o leitor, outras utilizando repetições de palavra para enfatizar determinada idéia ou beleza. Com o surgimento de uma filosofia sendo passada através da arte, ela não somente é passada através da literatura, como falado aqui, mas também através das pinturas, da música, da modelagem, arquitetura, e outros tipos de meios artísticos, por isso, ao estudar arte, podemos observar as grandes escolas artísticas, que nada mais são que um grupo de pessoas reunidas para transmitir uma idéia por meio da arte. Ao estudarmos essas escolas, notamos que a melhor forma para se transmitir aquela idéia, foi a arte desenvolvida, e cada detalhe foi desenvolvido para este objetivo, por isso essas escolas são tão estudadas hoje em dia, elas tem bastante conteúdo. Normalmente, as pessoas que formam estas escolas estão sobre a influência do mesmo fator de moldagem cultural, ou seja, há um conjunto de características sociais, que fazem com que as pessoas estejam diretamente em contatos com determinadas idéias e sentimentos, de tal forma que estas idéias e sentimentos se manifestam de forma igual ou parecida, que é quando estas pessoas se juntam, ou são juntadas através dos estudos, e formam as escolas e períodos artísticos. Temos como exemplo, o romantismo brasileiro na literatura pode ser divido em três gerações, e estas gerações tem características parecidas e que é encontrada em todos os seus autores, além disto, estas características do romantismo brasileiro também podem ser encontradas na pintura.

Já a arte instintiva é feita de modo diferente, pois ela se cria com o objetivo primeiro de suprir os desejos do instinto de sobreviver e reproduzir e como complemento do comportamento “querer ser único”, já explicado aqui no blog. Embora tenha algumas artes que envolvam metade sentimento, metade racional, as artes instintivas as quais eu estou me referindo aqui se formam com o objetivo de suprir uma necessidade sentimental, não uma necessidade racional, e por haver diferentes formas de atender o sentimento, enquanto para atender as necessidades racionais, há poucas formas com muita eficiência, podemos ver uma grande variedade de surgimento de artes instintivas se formando. Por exemplo, há um determinado publico onde seu único objetivo é se divertir, portanto, aquela arte que melhor atinja tal objetivo, será a melhor. Devido à propriedade de o instinto modificar o raciocínio e vice-versa, vemos que nem toda arte é aceitada racionalmente por alguns povos, por elas conterem ou lembrarem elementos que aquele povo não aprova, embora que, dentro destes povos, há algumas pessoas que são adeptas de tal arte, seja por elas terem uma criação diferenciada do resto das pessoas, como também pelo comportamento “querer ser único”. Além disto, vemos na arte instintiva, uma constante necessidade de se inovar, de criar algo novo, de se tornar sempre melhor e melhor, isto porque, o principal sentimento que gera estas artes são a necessidade de diversão, e um principio do sentimento de diversão é enjoar quando estiver muito difícil, por isso, novas artes sempre se enjoam. Há ainda aquelas artes criadas para trazerem sentimentos não ligados a diversão, mas ligados a nostalgia, beleza, delicadeza, meiguice, intelectualidade, estranheza, agressividade, e tantos outros sentimentos encontrados por ai, nestas artes, o publico é pouco, pois o fator de modelagem cultural que gera tal cultura não é presente em muitas pessoas, além disso, esse tipo de arte não tem tanta necessidade de se inovar, embora também haja, já que a diversão, querendo ou não, estão um tanto que ligadas a estes sentimentos. Normalmente, quando as pessoas passam por experiências que mudam sua filosofia, ou seja, novos fatores de moldagem cultural, elas também mudam de gosto de arte, e embora continuem gostando, não sentem mais necessidade de escutar aquela arte como forma de complementá-las, mas sim encontram outra forma de fazer isso, mesmo que essa nova forma seja uma nova forma de arte. Exemplo disso é quando os adolescentes começam a se apaixonar, a arrumar emprego, a entender o sentido da vida, e abandonam a rebeldia pelo romantismo apaixonado.

Também devemos lembrar-nos das propriedades associativas da nossa memória, e como os fatores de moldagem cultural também influenciam estas associatividades, por isso, em determinadas regiões, variando da cultura, os sentimentos são expressados de uma forma diferente, ou seja, o que é bonito aqui é feio lá, vice-versa, isto porque os elementos que fazem aquele algo serem bonito aqui, só são valorizados, entendidos e associados pela memória das pessoas porque elas vivem aqui, da mesma forma que lá. Embora o contrario também possa acontecer, as pessoas que vivem aqui podem não ter uma boa associação com aqui, devido a traumas ou a sentimentos ruins, e associarem a lá uma condição melhor de sobreviver e reproduzir. Bom amiguinhos, estava com saudades de escrever sem compromisso, apenas deixando meus dedos me guiarem, no meu livro, eu não faço isso, se não ele seria no mínimo, o dobro maior que é, embora eu ainda queira aumentá-lo em algumas partes que eu achei mal explicadas, nos sentimentos, mas isto eu farei outra hora. Também tentarei atualizar o blog mais vezes este mês, pois quero manter minha média mensal, que não foi comprida mês passado, bem, farei isso depois. Um abraço a todos, até mais.