terça-feira, 19 de outubro de 2010

Analises sobre conflitos pessoas, respeito e comportamento

A verdade dói?

Olá amiguinhos, é com muita preguiça/sono que vos escrevo hoje, e também terei que escrever meu livro hoje, haja coragem! De qualquer forma, agora vou falar sobre algo que aconteceu comigo e me fez refletir sobre a importância do respeito e o porquê de sua necessidade. Eu estava com alguns amigos brincando com outro menino no recreio, quando este veio até mim e me xingou, disse que não tinha medo de mim e me xingou novamente. Provavelmente ele me xingou por causa das brincadeiras, contudo, eu não consegui me racionalizar na hora, sentido um forte sentimento de raiva e vontade de partir pra briga, porém não o fiz, pois isto seria muito desvantajoso para mim, mas eu fiquei o resto do recreio sentindo isto, e sempre que ele se aproximava de mim, a sensação aumentava. Não sabia porque estava daquele jeito, só sei que tentei irritá-lo até atingi-lo, porém, não cheguei ao ponto que desejava, por isso, sentindo que ainda deveria fazer alguma coisa para evitar que aquela situação se repita, ao acabar o recreio, quando estávamos todo em sala de aula, eu comecei a falar pra ele que ele deveria me respeitar, pois ele não me conhece e embora que eu parecesse uma coisa, eu sou outra, repeti isso umas dez vezes, senti meu sangue agitado pela adrenalina e vontade de partir pra briga novamente, meus amigos se aproximaram de mim receosos que eu não me segurasse e meu professor tentou acabar com a discussão com bom humor, mas a discussão só acabou depois que eu respirei muito fundo e me convenci racionalmente que eu fiz tudo o que eu tinha pra fazer, e que fazer mais que aquilo me prejudicaria e seria desnecessário, me acalmei. Após certo período de tempo e de conversas paralelas, meu amigo chegou para mim e comentou que ele havia dito que a verdade dói, e que isto explicava meu comportamento agressivo, e sinceramente meus amigos, minha raiva voltou após saber disso, e na hora da saída, senti o mesmo sentimento de agressividade, porém, não fiz nada, não sabia com quais argumentos atacar e também não queria partir para a agressividade, o fato dele ter dito que a verdade dói realmente me incomodou, pois eu não sabia como mostrar pra ele que aquela afirmação era falsa, além disso, vários dos meus amigos disseram que não era pra eu ligar para aquilo, e que coisas parecidas com aquela já aconteceram, mas somente aquela vez eu liguei, o que acontece afinal?

Primeiramente vamos analisar segundo a psicologia evolutiva, sabemos que a raiva sempre ocorre quando algo atrapalha nossas chances de sobreviver e reproduzir de alguma maneira, a raiva nos faz querer eliminar aquele algo, portanto, eu quis eliminar serafim por ele ter dito aquilo, porque de alguma forma, aquilo atrapalhou minhas chances de sobreviver e reproduzir. Porque afinal aquilo atrapalhou minhas chances de sobreviver e reproduzir? Ora, se eu fosse realmente um idiota, minhas chances de conquistar alguma garota na escola iria ser diminuída, e a raiva seria agravada caso eu estivesse apaixonado, que ai seria quando meus instintos estariam mais ativos. De alguma forma, eu acreditei que o que ele falou era realmente a imagem que eu passava, principalmente pelo fato das brincadeiras que eu estava brincando com ele serem um tanto quanto infantis, e se eu passasse aquela imagem para ele, eu também passaria aquela imagem pra outras pessoas, contudo, como ele foi o único a falar, a raiva foi transmitida toda pra ele, e aliás, podemos ainda supor que eu ainda senti mais raiva dele ainda por ele ter sido o único a falar. Aliado a isto, está o fato dele ter dito que não havia medo de mim, sendo que eu sou mais forte que ele. Obviamente, não é pra ele ter medo de mim, afinal, somos racionais, força instintiva não deve ser levada em consideração sobre quem está certo e qual é a verdade, contudo, instintivamente eu poderia agredi-lo, mas preferi não fazer, pois sei que é desnecessário. A vontade de agredi-lo parte também da raiva, por dois motivos, o primeiro é por ele não saber o perigo que ele correu por ter dito aquilo, afinal, se eu fosse outro, poderia bater nele tranquilamente, o segundo é que segundo meus instintos e raciocínio, ele não pode continuar com aquele comportamento de desrespeito, bater seria uma forma de eliminar instintivamente aquele comportamento. Porém, bater é uma forma ineficiente de resolver as coisas, pois põe um bloqueio instintivo em um comportamento, e as vezes este bloqueio não é forte o suficiente pra cobrir o fator que provoca aquele comportamento, e ele continua. Continuando, eu não quis esquecer este fato simplesmente pelo fato da minha nova filosofia me afirmar que eu não devo ignorar as coisas, e sim resolve-las, para desta forma ter um mundo melhor. Se eu não posso bater nele, então como resolver essa situação? Fiquei realmente irritado, foi quando eu pensei em ter um estouro de agressividade instintiva por meio da fala, e discuti com ele falando frases de efeito, ou seja, frases que façam uma associação de informações importantes para a sobrevivência minha e dele, tais como “Tu não mal me conheces, portanto, não podes afirmar isto sobre mim.”. Foi quando temporariamente eu me contentei, pensando que melhor eu não poderia fazer, afinal, ele não valia tanto esforço instintivo por minha parte.

Mas ainda veio a segunda parte, o desafio racional, pois ele disse: “A verdade dói”. Eu realmente fiquei sem argumentos contra isso, e sempre que eu pensava que a verdade era que eu passava uma imagem de idiota, isso me incomodava. Teoricamente, eu não deveria ligar para qual imagem eu passo, pois eu sei racionalmente que eu sou o que sou, sei quais são os motivos que me fazem ser o que sou, e também sei como classificar minhas atitudes, contudo, como eu estava meio afim de uma menina lá, aquilo me irritava instintivamente, pois a imagem instintiva que você passa é importante para relacionamentos superficiais, ou seja, sem raciocínio, de qualquer forma, sendo eu um amante da verdade, não iria me rebaixar a ser uma coisa que eu não sou, ou seja, mentir e não fazer as coisas que eu estou com vontade, pra conquistar uma garota. Continuando, eu ainda me sentia na obrigação de quebrar o argumento dele de que “A verdade dói”, para ter argumentos racionais e convencê-lo de que aquele comportamento dele não é bom pra ele nem pra sociedade, e então alcançar o meu objetivo de melhorar as coisas sem violência instintiva. A verdade meus amigos, é que o que doeu foi a possibilidade de perder chances de reprodução aliado com o comportamento afeito dele e também pelo fato dele AFIRMAR sem ter provas racionais, uma coisa que me irrita muito devido a minha personalidade cientifica. Devido a minha natureza cientifica, eu atribuo racionalmente minhas chances de sobreviver e reproduzir ao conhecimento e as metodologias científicas, por isso eu valorizo mais a minha natureza cientifica e ser verdadeiro do que passar uma imagem falsa pra menina no caso citado anteriormente, afinal, o desejo que eu sinto por ela não é apoiado pelo meu raciocínio, pois sei que só gosto da imagem de garota educada, bonita e divertida que ela passa, pois só a conheço no dia-a-dia escolar. “A verdade dói” a qual ele se refere na verdade, não é uma verdade, e sim uma hipótese, ou ainda, não é a verdade que eu seja idiota, mas sim a verdade que se eu passar a imagem de idiota para a turma, e inclusive para ela, isto me prejudicaria, logo, ele está errado.

Isto me faz pensar seriamente na questão do respeito para com os outros, pois afinal, se a pessoa está num momento instável em sua vida, tais como no meio de uma grande paixão, um grande projeto, desemprego, quaisquer coisas que mecha com a chamada “auto-estima”, ou seja, projeção que uma pessoa faz de si mesma para adequar-se as projeções do que ela esperar do resto das coisas, por exemplo, uma pessoa se acha burra, ela só vai esperar conquistar coisas que gente burra conquista, já que esta é a projeção que ela faz de si mesma para o que ela pode ter, contudo, se uma pessoa é inteligente, ou bonita, ela vai projetar coisas que pessoas inteligentes, ou bonitas, tenham, ou seja, vai criar a expectativa, vai querer e desejar ser como tal, vai criar a possibilidade e seu instinto vai se acostumar com isso. A pessoa bonita pode conquistar um homem bonito, o que representa uma maior chance de reprodução pra ela, logo, a principio, ela não vai se contentar com um homem feio, ou idiota, no meu caso. De qualquer forma, quando a pessoa projeta e descobre ou alguém a fez pensar que ela não pode conquistar aquilo que projetou, ela sente raiva ou fica triste, porém, nada que o instinto não se acostume após entender a realidade e fazer novas projeções, contudo, o contrário também pode acontecer, a pessoa projetar algo ruim e na realidade, acontecer algo bom, neste caso ela se sentirá feliz. Em momentos difíceis, mesmo que a verdade seja uma, a pessoa, por estar pressionada, pode acreditar que a verdade seja outra, principalmente se estimulada por outras pessoas, e quando isto acontece, ela fica triste ou com raiva, por isso, é importante que se tenha respeito nas coisas certas no dia-a-dia, e também se aprenda a conviver e entender, para que desta forma, diante momentos difíceis, o que a maioria dos adultos tem devido à grandeza de seus projetos, as pessoas consigam conviver bem. Notem que também, como uma pessoa vai interpretar o que você fala depende da imagem que ela tem de você, onde, por exemplo, existem pessoas que quando formam a imagem negativa da outra, qualquer besteira que ela fala é mal interpretado ou ignorado, mesmo que a pessoa esteja tentando ajudar ou falar a verdade da melhor maneira possível, mas isso é assunto pra outra postagem.

Resumindo e concluindo: A verdade só dói se esta representar uma perca de chances de sobrevivência e/ou reprodução para as expectativas, notem que se esta representar ganhos, ela será boa e prazerosa, os argumentos já foram visto a cima, e, não deixarei de fazer as coisas que eu quero pra criar uma imagem diferente, afinal, imagens do dia-a-dia são difíceis de lidar, por isso que é melhor ser verdadeiro. Acabei de lembrar que falta eu comentar uma coisa, se em todo caso, esse garoto continuasse me incomodando, mesmo eu sendo mais forte que ele, é minha obrigação recorrer aos mecanismos sociais para resolver isto, pois afinal, já que se ele fosse mais forte que eu, eu teria que recorrer a este meio para resolver isto, mas como ele é mais fraco, não me aproveitar de uma vantagem que eu tenho por sorte, que é ser fisicamente mais forte que ele. Outra vantagem disso é que, caso alguém venha discutir comigo e seja mais forte, eu terei justificativa para não aceitar a briga, mesmo que a pessoa diga “Tu só vai recorrer aos mecanismos sociais, que neste caso é a diretoria, porque tu é mais fraco que eu”, eu poderei dizer “Eu faria isto com qualquer um”, e realmente acreditaria nisto, ou seja, não estarei mentindo pra mim mesmo, pois sei que esta é a melhor solução, conseqüentemente, não terei nenhuma crise na consciência ou coisa parecida, nem terei a auto-estima abalada por não consegui bater em ninguém, além disso, sem violência isto será resolvido da forma mais amena possível. Violência instintiva só deve ser usada em ultimo caso, pois afinal, ainda somos instintivos, mesmo sendo sociais e racionais, para todos os outros, o pensamento e os mecanismos sociais. Enfim meus amigos, nessa postagem considero que expus, organizei e registrei toda minha linha de pensamento sobre isto, penso até mesmo em fazer uma versão reduzida disso aqui e mandar pra esse meu amigo, pra ele perceber um pouco mais sobre a verdade. Diante isto, acredito ter terminado esta postagem, um abraço para todos e até a próxima. PS: Meia noite e meia e eu ainda não escrevi nada no livro, tudo bem que o dia foi como se fosse feriado porque eu saí, mas, aonde eu vou parar? Abraços.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Tecnica para fazer teorias, desenvolver tecnologias e viver bem, lembrete

Faça sua teoria, modifique a realidade e viva bem!

Olá amiguinhos, hoje eu vou escrever sobre a mecânica de trabalho racional que eu acabei desenvolvendo, diante as experiências da minha vida, sem perceber, e com as quais eu estou escrevendo meu livro agora, e graças aos estudos, eu fui capaz de perceber. Odeio contar com a sorte, e foi a sorte que me conduziu até aqui, até agora, contudo, contar com ela é realmente chata, principalmente num trabalho de desenvolvimento do livro que está demorando meses, por isso, a postagem de hoje será apresentar e registrar, até mesmo para eu não esquecer, quais são os procedimentos básicos que devem ser tomados quando se está trabalhando racionalmente. Esses procedimentos se baseiam em duas coisas, a primeira, o mundo é feito de lógica e leis, não há para onde correr, está parece ser a única verdade cabível para explicar o porquê a matemática, as mecânicas e as tecnológicas sempre dêem certo, sim meus amigos, estou falando do determinismo. A segunda coisa são as propriedades básicas do cérebro humano, propriedades emocionais e racionais. O cérebro humano realmente é uma incrível maquina, capaz de reconhecer formas, cheiros, sons, cores, processar e simular tudo seguindo um conjunto de leis formulados por ele mesmo diante suas observações, para então pré-determinar o futuro, este processamento ocorre num lugar ao qual eu chamo de modulo de simulação, e é por causa deste processamento que o humano consegue trabalhar com coisas tão abstratas, para especificar melhor, nosso cérebro cria um conhecimento básico sobre qualquer coisa, e aprofunda este conhecimento criando novos objetos, com atributos ou qualidades diferentes, dessa forma, ele é capaz de associar uma enorme quantidade de informações e simular todas quando necessário. É diante destes dois mecanismos que eu criarei este método próximo, que se iniciou com minha busca pela verdade absoluta, pelo amor ao conhecimento, pela filosofia, e acabou se tornando uma ciência técnica e precisa, ou quase isso.

1. Visão geral e busca por objeto a ser alcançado ou situação problema a ser envolvido. Notem que a visão geral é a obtençaõ de informações e objetos, e atribuição de valores aos mesmos, da mesma forma que o conhecimento de suas léis e comportamentos básicos, padrões, coisas que o humano consegue fazer com certa facilidade. Seria algo como prever pra onde a bola vai, caso a chute, ou ainda saber o que vai acontecer caso você aperte um botão, ou coisas mais complicadas como reações humanas.

2. Investigar fatores que podem diretamente e indiretamente estar contribui ou alterar os elementos da visão geral do objetivo ou situação problema.

3. Criar uma simulação geral destes fatores e analisar se eles simulam perfeitamente a visão geral feita do objetivo ou situação problema.

3.1. Se os fatores não conseguem simular perfeitamente a visão geral do objetivo ou situação problema, investigar quais elementos os elementos não estão sendo simulados perfeitamente e quais fatores podem estar relacionados a este elemento.

3.2. Se tudo der errado, buscar abrir ainda mais o leque de visão da visão geral, pois existe a possibilidade da visão geral não abranger todos os fatores e elementos recorrentes a aquela situação problema ou objetivo. (Mais informações: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/pequena-mas-importante-descoberta-sobre.html)

3.3. Buscar saber o motivo de tudo.

4. Simular novamente e notar se a simulação está ocorrendo perfeitamente.

4.1. Lembrar sempre de fazer a simulação com bastante atenção, utilizando o módulo de simulação como auxilio, ou seja, visualizar a situação-problema/objetivo com o auxilio da imaginação.

4.2. Se existem informações dos fatores que contribuam para um elemento agir de tal forma, criá-los de tal maneira que se aproxime de acordo com os dados da realidade.

4.3. Revisar os dados da realidade.

5. Se tudo ocorrer bem, provavelmente irá ter criado um mecanismo que indique como a realidade se comporta, seu passado e seu futuro, portanto, será possível fazer previsões e/ou
hipóteses de acordo com o que se conhece.

6. Para resolver situação-problema ou alcançar os objetivos, deve-se saber quais fatores podem ser manipulados, a partir de então fazer manipulação nestes fatores, simulá-los já manipulados e, a partir de então, fazer uma nova simulação mental para prever os resultados da modificação.

7. Se a modificação alcançou o objetivo ou resolveu a situação-problema, procedimento deverá ser posto em testes, se a modificação não deu certo, continuar buscando novas informações, novas modificações, ou mesmo levar em hipótese se o objetivo/situação problema é possível de ser realizado.

8. Se deu certo, modificar a realidade e ver se ela se comportou da mesma forma que na simulação mental, caso isto não aconteça, significa que algo foi simulado de forma errada ou as informações estavam erradas, pode-se verificar o quanto errado a simulação está comparando-a com a realidade e verificando se os resultados são parecidos, se houve muitos acertos ou erros.

9. Utilizar as novas informações da realidade como base de auxilio para saber o que na simulação não deu certo, além de buscar novas informações sobre o assunto e utilizar o modulo de simulação. Quanto mais próximo o resultado da simulação se aproxime da realidade, melhor.

10. Continuar repetir procedimento até que tudo dê certo, o objetivo seja alcançado ou a situação-problema seja resolvida.

Pois é amiguinhos, este é o conselho, que na verdade é uma ténica, eu dou para quem quiser começar a fazer suas próprias teorias e para eu também lembrar a voltar para a racionalidade, notem que ela está toda relacionada com a busca do conhecimento da realidade, informações sobre a mesma, e a utilização do módulo de simulação para encontrá-la. Neste esquema, caso haja algum empecilho racional, ele deve ser resolvido até que tudo esteja ok e possa continuar. No meu caso no livro, quando eu travar em alguma parte, recorrer a este esquema, ou pelo menos tentar recorrer a ele neh, já que eu estou fazendo o livro com a estrutura de parágrafo para uma idéia um período de tempo, se eu não sei uma idéia, não posso continuar o parágrafo, basicamente isso. Enfim, encerrando a postagem, desculpem-me se não fui claro e objetivo, mas eu realmente ainda não reviso, abraços e muito estudo a todos, desenvolvam boas tecnologias para melhor modificar nossa realidade tornando-a mais agradável para nós vivermos, e sejam humanos, vivam bem! (leiam o poema Viver, eu gosto dele).
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/11/4-poemas-viver-sociedade-frente-arte.html

domingo, 10 de outubro de 2010

Pequenas reflexões sobre política, equilibrio e universos humanos

Reflexões e tudo mais

Olá amiguinhos, hoje estou meio cansado, não me perguntem de quê, acabei percebendo que cada vez mais to desequilibrado, e isso é uma situação complicada, mas afinal, o que fazer? Por falar nisso, revisei meu conceito de equilíbrio, afinal, o que é equilíbrio? Teoricamente, equilíbrio seria uma média entre todos os fatores, mesmo quando aplicamos o conceito de equilíbrio a uma enorme quantidade de variáveis, mas quando damos um objetivo a estas variáveis, o equilibro, na verdade, é a melhor forma de se alcançar este objetivo. A questão meus amigos, é que todo humano é muito parecido, portanto, o equilíbrio que cada humano deve buscar é parecido, isto porque, pelo fato de sermos humanos, existem propriedades básicas que existem em todos nós, daí então é por este motivo que pode se existir uma formula para alcançar o equilíbrio. Porém, eu disse que todo humano é quase igual, não que é exatamente igual, aspectos geográficos e históricos fazem com que cada pessoa seja única, se você acha quatro bilhões de pessoas únicas muito, saibam que a diferença entre um homem e um macaco em seu DNA é de apenas 2%, imaginem se fosse 4%, então estamos falando de valores realmente grandes. Reflexão sobre o equilíbrio já feita, também gostaria de fazer alguns comentários quanto à propriedade associativa do cérebro humano e a capacidade do humano dar muita importância a alguma coisa, é realmente complicado, faz os humanos criarem universos incríveis, impressionais e totalmente diferentes. Eu pude perceber isto enquanto estava pesquisando sobre as primeiras civilizações, todas diferentes uma da outra, com sua própria visão de mundo, de reprodução, de sobrevivência, e se buscarmos levar esta visão para atualmente, podemos ver que ainda hoje há muito disso, notem por exemplo, nos clipes músicas, cada um mostrando seu universo.

Hoje eu planejava falar sobre política, algo como, se um político entra no cenário corrupto, cheios de distúrbios sociais, ele é obrigado a se tornar corrupto também e saber lidar com estes distúrbios com talvez, outros distúrbios para sobreviver, e então daria meus argumentos, mas não estou com paciência, realmente não. Esta seria na verdade a argumentação para minha frase contra todos aqueles que passam dez minutos estudando sobre política, mais dez trocando idéias com amigos, e então tomam uma posição e a defendem ela como a vida, sem nem ao menos ter sentido a pressão que é tomar decisões, sentir a pressão, as ameaças, as tentações de ganhar dinheiro fácil, enfim, de se estar dentro do governo, da maquina pública. Por isto, eu iria criar esta frase: “Na verdade, a única questão é: Eles poderiam fazer melhor? Se sim, como?”, é meus amigos, mas eu realmente estou estressado quanto ao andamento do livro, não escrevi nada hoje, pois tirei o dia para ir pra casa de um amigo e acabei voltando tarde. Eu realmente queria me desligar da vida social e me dedicar apenas ao livro, mas tenho medo que isto me faça perder conhecimentos importantes, além disso, eu sinto no fundo, que eu estou perdendo minha essência do objetivo do meu livro, que seria uma analise simples segundo a psicologia evolutiva, mas não tenho certeza disto, ou se é a melhor escolha ter a essência referida por mim antes, por isso, vou fazer algo realmente mais especializado como estou fazendo agora, demonstrar na faculdade e editora, e então decidir por qual dos dois objetivos eu irei querer seguir, se eu irei querer ser simples e pouco especifico, ou especifico, mas fazer um trabalho simples depois. A necessidade que eu sinto em fazer um trabalho de simples analise é para as pessoas que não tem tempo para estudarem, entenderem o básico dos mecanismos sociais, mas ao mesmo tempo, eu me sinto no dever de fazer algo mais especifico para demonstrar dos mecanismos de pesquisa da psicologia evolutiva, por isso estou nesse dilema, e por isso eu pretendo fazer as duas coisas, só não sei qual primeiro, deixarei pra decidir isso depois. Ah, claro, se meu livro realmente for pra frente, devo sempre me lembrar disso.

O twitter e MSN realmente atrapalham bastante, eu sempre penso em parar de entrar neles, mas não tenho coragem pelo mesmo motivo pelo qual não me afasto da vida social, além disso, me distancio cada vez mais da minha personalidade, minha cabeça está uma bagunça, não sei se sou eu que estou cada vez mais imparcial quanto ao que eu sinto ou se é tudo frescura minha por falta de evolução e firmação social, talvez seja os dois. Sinto pressa em terminar esse livro, pelo menos até o final do ano, pois próximo ano tenho que investir em algo realmente concreto, que é vestibular, fazer cursinho pré-vestibular no caso. Se eu já não tenho tempo agora, imagine quando eu começar o cursinho, meu deus. No mais, é tudo o que eu tenho pra escrever hoje, estou profundamente irritado e essa postagem é só pra atualizar, estou caindo da média de quatro postagens por mês. Boa noite amiguinhos, até mais.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Reflexões sobre filmes de zumbis e confirmação de teoria

Renovação nos filmes de zumbis

Olá amiguinhos, enquanto passa a novela, eu estou sem concentração, vontade e rumo para escrever o meu livro, ao mesmo tempo em que eu não tenho nada divertido e/ou interessante para fazer, desta forma, resolvi escrever para o blog sobre um assunto que de repente, me ocorreu, e este assunto é os filmes de zumbis. Mas antes disso, vamos as novidades, não é? Novidades? Nenhuma, contudo, descobri uma coisa interessante, que inclusive, puis no meu twitter, vou botar minhas mensagens referentes ao assunto para ilustrar, primeiro: Coragem Leandro, coragem. Junte todos os seus conhecimentos no seu módulo simulativo com a iniciativa e esperança no seu modulo evolutivo e transforme, através dos impulsos elétricos ordenados por seu módulo de pré-definições automáticas q mexem seus dedos, o virtual em realidade. Segundo: Fico até emocionado, é incrível como se você cria um mecanismo para processar elementos, e define quais são eles, a coisa funciona naturalmente... Estas duas frases se referem ao momento que eu passei esses dias, na construção do capítulo sobre cultura, resumindo: Me perdi no meio de tanta informação. Não sabia mais o que tinha escrito, o que estava faltando, o interessante é que eu notei e confirmei minha teoria escrita aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/05/pequena-mas-importante-descoberta-sobre.html , ou seja, depois de eu ler e reunir todas as informações sobre o capitulo que eu estava escrevendo, organizado tudo, estruturado, daí então eu notei a linha de raciocínio e objetivo que eu estava seguindo de capitulo a capitulo, e então que surgiu a segunda frase, confirmando os mecanismos racionais. Foi uma hora realmente emocionante, embora ainda me falte organizar o final, que ta meio desajustado, coisa que farei após o filme, hoje a noite. Notem também que quando estamos fazendo algo por obrigação racional, ou seja, quando sabemos que só vai fazer efeito num futuro muito distante, e nosso instinto não percebe isso, trabalhamos de forma preguiça e desatenciosa, é um pouquinho chato também, mas necessário. Agora, ao tópico.

Recentemente eu assisti zumbilandia, um filme sobre zumbi que me surpreendeu devido ao seu objetivo foco, que foi realmente ser bom, divertido e comercial. Porém, ele fugiu só um pouco da essência dos filmes de zumbis, que é o teste da natureza humana. Normalmente nos filmes de zumbis, vemos um grupo de pessoas com personalidade diferentes, que normalmente, no convívio comum e social, nunca se relacionam, contudo, são obrigadas a se relacionar e a trabalhar em equipe para sobreviver. O enredo se desenvolve normalmente sobre como estas pessoas irão sobreviver, suportar a pressão, o suspense, o perigo, a falta de esperança, a constante associação com o mundo que havia antes e a qual as pessoas atribuem sentimentos como afeto, a loucura e as baixas condições de sobrevivência que um ambiente de zumbi trás, onde, querendo ou não, algumas pessoas não suportam estes elementos, fazem alguma besteira e morrem. Ou seja, a morte nos filmes de zumbis são que nem os próprios zumbis, lenta e burra, por isso, mantendo o devido equilíbrio emocional e racional, é fácil fugir dela utilizando as ferramentas e métodos racionais que tornam os humanos diferentes dos outros animais, contudo, se o equilíbrio emocional e racional não for mantido, e há elementos que proporcionam o não equilíbrio, a pessoa acabará morrendo. Além disso, podemos perceber as dinâmicas de grupo para a sobrevivência que ocorrem durante o processo dos filmes de zumbis, onde alguns acabam se tornando lideres, e outros morrendo por não respeitar o grupo, mas a priori, o grupo sempre deveria sobreviver, como aconteceu no filme, zumbilandia. Resumindo, os filmes de zumbis, para mim, deveriam atuar como um laboratório, onde veríamos pessoas com personalidades diferentes sendo submetidas a perigos complicados e sendo obrigadas a se organizar para sobreviver, onde as personalidades ruins acabam morrendo devido a seus erros.

O que ocorre nos filmes de zumbis atualmente, é que eles não acabam desenvolvendo esta trama, apenas parte dela, e embora eu goste apenas da parte da trama, eu não gosto da outra parte, que é quando todo mundo acaba morrendo. É chato torcer por um personagem e ele acabar morrendo no final, dá um sentimento de falta de esperança e de falta de necessidade de todo o processo ocorrido naquele filme, ou seja, sento que assistir o filme foi algo inútil, como foi o caso de um filme chamado dawn of the dead. O filme zumbilandia, para mim, foi uma tentativa da industria de sair desses filmes que sempre acabam mal, levando os zumbis a um nível mais divertido e de passa tempo, ele também mantém a essência de fazer personagens bem legais e excêntricos, contudo, inteligentes, como é geralmente os personagens que morrem por ultimo nos filmes que todo mundo morre, porém, o que não me agradou muito no filme zumbilandia, foi a falta de personagens ruins e a falta de uma situação mais extrema, onde fatalmente estes personagens ruins morreriam, sobrevivendo apenas os bons, no zumbilandia, todos os personagens sobreviveram, menos um que teve a morte de zumbi mais cômica que eu me lembro, ao imitar um zumbi para o garoto mais medroso e precavido do filme, e levar um tiro, nossa, eu ri de mais, acho até mesmo que o caráter do filme zumbilandia é mais cômico mesmo, e neste ponto, ele alcançou seu objetivo. Enfim, gostaria de um filme de zumbie com o equilíbrio de cômico e extremo, e de bons e ruins, abalos de grupo, coisas do tipo, sem todo mundo morrer no final, seria bem interessante.

Com isso, concluo minha opinião sobre filmes de zumbis, assim como esta postagem. Provavelmente a novela daqui a pouco vai acabar, vou assistir o filme que irá passar e trabalhar no livro, pensando sobre qual será seu rumo e pesquisando na net pra confirmar minhas teorias. Desculpem-me por mais um texto sem revisão, acreditem, revisão melhora em muitas vezes qualquer texto, enfim, um forte abraço a todos, e até mais.

domingo, 19 de setembro de 2010

Diferenças entre formação da arte instintiva e racional

Objetivos racionais ou instintivos

Olá amiguinhos, realmente, faz muito tempo que eu não posto, não por falta de assunto, mas sim por falta de tempo. A verdade é que eu estou depositando todo o meu tempo de escrever pra o livre, sendo o resto do tempo depositado no MSN, escola, e as vezes saída. Hoje eu estou escrevendo por dois motivos, o primeiro é que aqui ta um pouco de barulho, por isso não dá pra me concentrar no livro, segundo é que o livro ta um pouco difícil, isso aumenta a preguiça. Sobre o livro, já estou na metade e realmente ouve uma grande adição de conteúdo, onde de 90 páginas, provavelmente irá pular para 120, contado com algumas imagens. A revisão realmente terá que ser feita de novo, mas isto eu vou deixar para fazer com a ajuda de alguém profissional. Sobre as novidades da minha vida, está tudo a mesma coisa de sempre, não tem o que comentar. Hoje eu vou falar sobre uma coisa que eu acabei notando, ao tentar criar definições coerentes com minha teoria sobre arte e filosofia, que é a arte racional e instintiva, uma coisa bastante interessante de se saber para compreender as correntes filosóficas e as tendências de moda atualmente.

Temos então dois tipos de formas para criar a arte, a racional e a instintiva. A criação racional de uma arte ocorre a partir do momento que alguém cria uma técnica, independente se é da área de pintura, literatura, musical, e etc, e adapta aquela técnica a sua filosofia racional, ou seja, transmite naquela arte, sua filosofia, seu modo de pensar, por isso, algumas técnicas se adéquam melhor para transmitir determinada idéia que outras, para provar isto, podemos conhecer as técnicas de escrita da literatura, por exemplo, onde dependendo do que o autor queira transmitir, ele utiliza uma forma de escrever diferente, ora falando diretamente com o leitor, outras utilizando repetições de palavra para enfatizar determinada idéia ou beleza. Com o surgimento de uma filosofia sendo passada através da arte, ela não somente é passada através da literatura, como falado aqui, mas também através das pinturas, da música, da modelagem, arquitetura, e outros tipos de meios artísticos, por isso, ao estudar arte, podemos observar as grandes escolas artísticas, que nada mais são que um grupo de pessoas reunidas para transmitir uma idéia por meio da arte. Ao estudarmos essas escolas, notamos que a melhor forma para se transmitir aquela idéia, foi a arte desenvolvida, e cada detalhe foi desenvolvido para este objetivo, por isso essas escolas são tão estudadas hoje em dia, elas tem bastante conteúdo. Normalmente, as pessoas que formam estas escolas estão sobre a influência do mesmo fator de moldagem cultural, ou seja, há um conjunto de características sociais, que fazem com que as pessoas estejam diretamente em contatos com determinadas idéias e sentimentos, de tal forma que estas idéias e sentimentos se manifestam de forma igual ou parecida, que é quando estas pessoas se juntam, ou são juntadas através dos estudos, e formam as escolas e períodos artísticos. Temos como exemplo, o romantismo brasileiro na literatura pode ser divido em três gerações, e estas gerações tem características parecidas e que é encontrada em todos os seus autores, além disto, estas características do romantismo brasileiro também podem ser encontradas na pintura.

Já a arte instintiva é feita de modo diferente, pois ela se cria com o objetivo primeiro de suprir os desejos do instinto de sobreviver e reproduzir e como complemento do comportamento “querer ser único”, já explicado aqui no blog. Embora tenha algumas artes que envolvam metade sentimento, metade racional, as artes instintivas as quais eu estou me referindo aqui se formam com o objetivo de suprir uma necessidade sentimental, não uma necessidade racional, e por haver diferentes formas de atender o sentimento, enquanto para atender as necessidades racionais, há poucas formas com muita eficiência, podemos ver uma grande variedade de surgimento de artes instintivas se formando. Por exemplo, há um determinado publico onde seu único objetivo é se divertir, portanto, aquela arte que melhor atinja tal objetivo, será a melhor. Devido à propriedade de o instinto modificar o raciocínio e vice-versa, vemos que nem toda arte é aceitada racionalmente por alguns povos, por elas conterem ou lembrarem elementos que aquele povo não aprova, embora que, dentro destes povos, há algumas pessoas que são adeptas de tal arte, seja por elas terem uma criação diferenciada do resto das pessoas, como também pelo comportamento “querer ser único”. Além disto, vemos na arte instintiva, uma constante necessidade de se inovar, de criar algo novo, de se tornar sempre melhor e melhor, isto porque, o principal sentimento que gera estas artes são a necessidade de diversão, e um principio do sentimento de diversão é enjoar quando estiver muito difícil, por isso, novas artes sempre se enjoam. Há ainda aquelas artes criadas para trazerem sentimentos não ligados a diversão, mas ligados a nostalgia, beleza, delicadeza, meiguice, intelectualidade, estranheza, agressividade, e tantos outros sentimentos encontrados por ai, nestas artes, o publico é pouco, pois o fator de modelagem cultural que gera tal cultura não é presente em muitas pessoas, além disso, esse tipo de arte não tem tanta necessidade de se inovar, embora também haja, já que a diversão, querendo ou não, estão um tanto que ligadas a estes sentimentos. Normalmente, quando as pessoas passam por experiências que mudam sua filosofia, ou seja, novos fatores de moldagem cultural, elas também mudam de gosto de arte, e embora continuem gostando, não sentem mais necessidade de escutar aquela arte como forma de complementá-las, mas sim encontram outra forma de fazer isso, mesmo que essa nova forma seja uma nova forma de arte. Exemplo disso é quando os adolescentes começam a se apaixonar, a arrumar emprego, a entender o sentido da vida, e abandonam a rebeldia pelo romantismo apaixonado.

Também devemos lembrar-nos das propriedades associativas da nossa memória, e como os fatores de moldagem cultural também influenciam estas associatividades, por isso, em determinadas regiões, variando da cultura, os sentimentos são expressados de uma forma diferente, ou seja, o que é bonito aqui é feio lá, vice-versa, isto porque os elementos que fazem aquele algo serem bonito aqui, só são valorizados, entendidos e associados pela memória das pessoas porque elas vivem aqui, da mesma forma que lá. Embora o contrario também possa acontecer, as pessoas que vivem aqui podem não ter uma boa associação com aqui, devido a traumas ou a sentimentos ruins, e associarem a lá uma condição melhor de sobreviver e reproduzir. Bom amiguinhos, estava com saudades de escrever sem compromisso, apenas deixando meus dedos me guiarem, no meu livro, eu não faço isso, se não ele seria no mínimo, o dobro maior que é, embora eu ainda queira aumentá-lo em algumas partes que eu achei mal explicadas, nos sentimentos, mas isto eu farei outra hora. Também tentarei atualizar o blog mais vezes este mês, pois quero manter minha média mensal, que não foi comprida mês passado, bem, farei isso depois. Um abraço a todos, até mais.

sábado, 21 de agosto de 2010

Reflexões sobre objetivo evolutivo e diversão segundo a psicologia evolutiva

Reflexões sobre Diversão X Trabalho

Olá amiguinhos, realmente estou meio com sono, talvez devido a ter dormido mal ontem e hoje, ruim não dormir em casa, de qualquer forma, agora estou escrevendo por dois motivos: O primeiro é para atualizar o blog, o segundo é para explicar minha atual dúvida. Como o primeiro parágrafo é para novidades, estava ainda pouco com o meu livro aberto, estou terminando um capítulo enorme, mas está ficando bom. Eu estou racionalmente querendo terminar isto, embora meu instinto não sinta presa, e o engraçado é que isto causa a minha desatenção por qualquer besteira. Qualquer coisa é motivo pra eu tirar minha atenção do livro, é complicado. Já pensei até em guardar uma hora apenas para escrever, e nesta hora, sair do MSN, twitter, sites, enfim, internet, mas não sei se vai adiantar, de qualquer forma. Mas devagarzinho vou escrevendo. Além dessas novidades, esta semana dormi na casa de uma amiga, e acabei faltando aula, eu realmente não queria, é uma pena. Vida social gasta bastante tempo, e ainda há uns que me perguntam porque eu não me socializo, enfim, faço isso apenas de uma maneira bem básica. Se socializar ou não tem haver com o assunto de hoje, já que é através da socialização, que há a diversão. A diversão é interessante para mim, pois segundo os meus conceitos atuais de psicologia evolutiva, é através dela que se há uma evolução geral, entretanto, é através dela também que não há uma evolução central, e isto me leva a um dualismo, evolução concentrada X evolução geral, ou seja, se dedicar para melhorar apenas uma coisa, que no meu caso no momento, é um livro, mas que geralmente pode ser um estudo, uma empresa ou um trabalho, ou se dedicar para evoluir em diferentes áreas, tendo diversão em todas elas.

Na verdade, isto não é propriamente um dualismo, não é algo como: Ou um, ou outro. Eu tenho a certeza que se deve existir os dois, mas o problema a qual me deparo é o quanto de tempo devo dedicar para cada um, e, como saber se já basta o quanto eu tive de um e outro. Fugindo do assunto, vale ressaltar que é interessante que enquanto eu escrevo, eu tenho novas idéias, voltando ao assunto, eu fico espantando como a filosofia popular parece ser inteligente para ter resultados práticos, e se não fosse os distúrbios e as variantes, a filosofia popular sempre seria uma ótima filosofia. Uma das frases populares é: Tudo tem sua hora. Essa frase nos diz que uma hora ou outra, algo vai acontecer, ou então que devemos reservar uma determinada hora para cada coisa que fazemos. Antigamente eu achava isto uma bobagem, pois não entendia nada com nada. Agora, e principalmente agora, esta frase me faz sentindo, pena que, assim como meu livro, ela não diz exatamente como eu deva fazer, apenas me dá uma idéia para que desta forma, eu construa a melhor coisa pra mim. É o que eu espero que as pessoas façam com o meu livro. No momento, meu principal projeto é meu livro, e meu racional e parte do meu instinto me faz querer terminá-lo, embora eu facilmente consiga me desprender a atenção dele, o tempo passa e eu nem sinto durante estes dias porque eu sempre fico com ele aberto, eu realmente queria cronometrar cada atividade minha. De qualquer forma, tirando os pequenos intervalos de tempo que eu dedico a outra coisa, a maioria do tempo é para o livro, ou seja, de três horas, duas é para o livro, uma é para coisas alheias. No PC, eu acabo só conseguindo trabalhar assim, é mania. A questão é: Quanto tempo eu devo me dedicar no livro e quanto tempo eu devo me divertir?

Sair com meus amigos é a diversão a qual eu estou me referindo no momento. Não raramente ultimamente aparece algum evento social para eu ir, e sempre eu vou, vou com um aperto no coração, pois preferia estar escrevendo meu livro. Porém, se eu não for, também fico com um aperto no coração, pois sei que eu poderia escrever depois, e as experiências que eu perdi em não ir são únicas, a certo modo, e isto me deixa ainda mais no dualismo. O estudo me faz perder muito tempo, as vezes eu penso que é por isso que eu sinto que tenho pouco tempo para escrever o livro, se o livro fosse realmente meu trabalho, de qualquer forma, ele é necessário, assim como a diversão, me dão aquisição de conhecimentos técnicos e abstratos, talvez conhecimentos que me ajudem a escrever o livro. Em termos normais, eu definiria que devemos passar certa quantidade de tempo evoluindo nossa forma de produzir na sociedade, ou seja, um trabalho ou um projeto, e quando não desse mais para evoluir este tal algo, dedicássemos o tempo restante para a diversão e socialização. Os termos normais a quais me refiro, é uma vida adulta, de classe média, com uma filosofia bem organizada e um conhecimento técnico que o permite um bom emprego. Mas agora eu percebo que talvez, isto haja um erro, e realmente seja necessário a definição de horários e programações, e se eu levar em consideração a solução do distúrbio que dei ao meu livro, sendo que ao contrario, isto se torna bastante perceptível. Ou seja, no meu livro eu disse que embora a diversão seja boa, e embora enjoe, sempre existirão outros mecanismos para a diversão, e é por isso que devemos guardar um tempo para nos dedicarmos a um projeto que nos permita contribuir para a sociedade, seja produzindo ou melhorando as técnicas de produção, e devemos fazer isso racionalmente, já que o instinto se sente tentado a sempre se divertir. Mas se pensarmos bem, se por outro lado o instinto sempre se manter tentado a trabalhar em um projeto, e este projeto, como é o caso do meu livro, sempre esteja disponível a se melhorar?

Sim meus amigos, encontramos uma situação que é realmente necessário dedicar um tempo para se divertir, e isto é algo realmente curioso na minha idade. Sabendo disto, preciso agora apenas organizar este tempo, onde eu tenha como três principais tarefas: O estudo, a socialização ou diversão e o livro. O estudo é todas as manhãs, e isto é fato consumado. Não há como mudar. A socialização pode ocorrer em fins de semana, já que nestes períodos não há escola, o que permite maior disponibilidade o dia todo, além de agradar mais aos pais dos adolescentes. Sendo assim, a parte da tarde e noite ficam para o meu livro, ou no meu caso, a parte da noite e madrugada. Mais uma vez demonstrada como o sistema montado pela filosofia popular funciona, pois é exatamente isto o que acontece com as famílias bem estruturadas, ou seja, elas obrigam a seus filhos a se organizarem desta forma. O problema disso é que essa idéia racional é dos pais, e os filhos só a seguem por pressão, pois a idéia racional deles é outra, de qualquer forma, quando crescem, aprendem, ou não. Se não, se tornam casos de distúrbio, e é justamente para estes casos que meu livro é direcionado, já que, como se é percebido agora, a maioria das pessoas com filosofia popular consegue evoluir bem sob condições normais, embora que ainda sim, com os conhecimentos do meu livro, ou quaisquer outros, todo mundo possa melhorar cada vez mais e mais, devido a dificuldade de se chegar a perfeição (Mais sobre essa reflexão pode ser lido aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/04/reflexao-sobre-evolucoes-comuns-ou-nao.html).

Agora está decidido assim: manhã, estudo, tarde, dormir, noite, escrever, madrugada, escrever e dormir, fins de semana, sair com os amigos quando der, ou ainda jogar, se eu assim achar que preciso. A diversão, de fato, não parece ser uma necessidade instintiva, mas sim os fatores a ela estão associados. Para a postagem não ficar muito longa, deixarei isto para uma próxima postagem, talvez a próxima mesmo, já que cada dia mais estou sem assunto para atualizar o blog. Outra coisa a esclarecer é que, objetivo evolutivo é algo que dedicamos bastante tempo em nossas vidas, e será explicado no meu livro, mas nesta postagem aqui, objetivo evolutivo seria um trabalho, um projeto artístico, no meu caso, um livro. E também, a ferramenta de busca que eu adicionei ao blog é bastante interessante, a blogspot melhorou, e isto é bom, e também foi legal reler parte do link que mandei a cima. Notem também que estas postagens de reflexões que eu faço, sempre utilizam conhecimentos científicos, e isso é bastante positivo para eu chegar a uma boa conclusão, ou seja, estas postagens podem ser um exemplo de como utilizar os conhecimentos da psicologia evolutiva para se chegar a uma boa conclusão. Enfim, no mais, um abraço para todos e até a próxima postagem.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Estudos sobre as propriedades da matrizes e multiplicação das mesmas

Matrizes, não tão óbvio quanto parece

Olá amiguinhos, hoje vou escrever não sobre psicologia, para minha enorme felicidade por conseguir variar o tema, mas sim sobre matemática. Mas antes de começar, gostaria de contar as novidades. A primeira novidade é sobre o livro, ele está sendo reeditado e está tomando um formato muito melhor, embora eu ainda não esteja seguro se ele está em sua melhor forma, e provavelmente não está, mas melhorou muito e aumenta as chances de alguma editora me aceitar. Além disso, to pondo imagens no livro, o que é de alguma forma engraçado, mas é difícil encontrar lugar para botar imagens nele. Tirando isso, minha vida está meio normal, tirando que eu estou começando a jogar Starcraft pra treinar o minha habilidade em jogos e morrendo de medo de me viciar. Além disso, os sentimentos de paixão querem me invadir com o mesmo caso de anos atrás, mas de qualquer forma eu não quero deixar, mas é bom, meus caros amigos. Agora vamos a uma mini introdução do tema de hoje. Tive aula de matemática e o professor explicou multiplicação de matrizes. Eu e meu amigo ficamos tirando onda por pensarmos que seria uma coisa obvia, mas para a minha enorme surpresa, não é. Multiplicação de matrizes é o que será explicado hoje.

Para começar, precisamos entender qual é a natureza das matrizes. O que são, afinal, matrizes? Desde que eu mexo com programação, eu fico curioso pra saber sobre o porquê deste nome, descobri que ele veio do latim “Matrice”, e que seu significado está relacionado com algo que dá origem ou a qual depende outras informações, cópias, apropriações ou estabelecimentos. Na matemática, a matriz é uma lei informação que os elementos dependem para serem ordenados, acredito. Para saber como funciona a multiplicação de matrizes, eu teria que entender primeiramente, as propriedades básicas da matriz, e embora eu pensasse que sabia, minhas previsões estavam erradas ao eu ver o primeiro exemplo de uma multiplicação de matrizes, o que confundiu totalmente minha cabeça e me levou a pensar. Vou dar um exemplo aqui sobre o que eu pensei: Elemento Xij multiplicado pelo elemento Yij, onde a multiplicação ocorrente é X.Y. Por exemplo, matriz A, elemento 5 que fica em A11 multiplicado por elemento da matriz B que fica em b11, 3, será 3.5 que é 15. E isto se demonstra falso. Agora, meus amigos, a pergunta é: porque danado isto não ocorre desta maneira? A maneira a qual ocorre é bem diferente disto, onde uma coluna da matriz multiplica a linha da outra matriz, e a soma dessa multiplicação é o resultado. Mas pêra ae, pensei eu, “Soma em multiplicação? Agr, como pode?” Foi então que eu comecei as minhas investigações.

Definitivamente, o que é matriz? Me perguntei. Notei então que não poderia ser uma coisa simplesmente alheia, pois se o fosse, não teria significado organizá-la e ter todo o cuidado de manter seus elementos em ordem sempre. Notei também que uma matriz poderia ter um conjunto de informação a qual a formasse, ou seja, uma fórmula com duas variáveis, onde uma variável se baseia na linha e outra na coluna, e desta forma cada elemento da matriz deve estar naquele local, se não fica incompatível com a fórmula, que é o conjunto de informações. Esta informação me fez pensar que as propriedades da matriz profundas de uma forma que eu não havia imaginado, portanto, me puis a pensar. Tendo o exemplo em mãos sobre como funciona a multiplicação da matriz, tal exemplo dado por meu professor Belo, pude então fazer testes comparativos em busca de algum conhecimento, relação ou observação nova. Nada me foi dado. Parti então para um ato desesperado, que fui ver o funcionamento da matriz desde o princípio. Montei então uma matriz fictícia apenas com variáveis, onde estas variáveis se multiplicavam para formar o conjunto de informação da matriz. Foi então que veio a surpresa, a multiplicação da matriz ocorria de uma forma diferente, onde os elementos da coluna apenas se multiplicavam com os elementos da linha. Identifiquei então que isto era uma propriedade nova e, portanto, comecei minhas pesquisas por ai. Fiz outra matriz de mesmo formato com novas variáveis para continuar minha investigação, e felizmente, consegui alguns progressos. A baixo, a imagem de como isto tudo ocorreu: (OBS: Uma letra ao lado da outra significa que uma variavel está multiplicando a outra, assim como quando uma letra estiver abaixo da outra no mesmo campo da matriz, e para ampliar a imagem, clique nela)

Explicando a imagem: Notem que existem duas matrizes, cada uma com quatro elemento que multiplicam-se entre si, mas a coluna não multiplica a coluna e a linha não multiplica a linha, originando quatro informações. Como são duas matrizes, são oito informações multiplicando-se entre si, entretanto, a coluna não multiplica a coluna, e a linha não multiplica a linha. Lembrando que quando fazemos uma matrizes de 2x2, significa que são duas informações de linha e duas informações de coluna, desta forma, quando houver a multiplicação de duas matrizes 2x2, o resultado da multiplicação será uma matriz 2x2, e isto acontece pois, a principio, não existe motivos para a matriz mudar de formato, além disso, se ela mudar de formato, perde sua característica de informação, que é ter duas linhas e duas colunas, e isto não parece ser interessante. Além do mais, se a multiplicação de matrizes fosse feita de outra forma, não teria coerência racional, acredito, de determinar quem seria a linha ou quem seria a coluna da nova matriz diferente de 2x2, por isso, continuei minhas hipóteses sem me preocupar em mudar o formato da matriz. Continuando, ao multiplicar duas matrizes 2x2, o que na verdade acontece é que pegamos a coluna da primeira matriz e multiplicamos com a linha da segunda matriz, isto porque não podemos misturar coluna com coluna nem linha com linha. Porém, como são dois elementos por coluna e dois elementos por linha, e existem duas linhas e duas colunas em cada exemplo, e a nova matriz formada só terá dois elementos de cada matriz, e cada matriz tem quatro elementos, na verdade, ao multiplicar duas matrizes de 2x2, se forma duas matrizes de 2x2 como produto, como vocês puderam notar na imagem. Ao se formar estes duas novas matrizes, elas se somam, pois a intenção da multiplicação é juntar os números de forma coerente.

Notem também algumas coisas, primeira que não faz muito sentido lógico repetir um elemento de uma matriz-produto em outra matriz produto, pois como aquele elemento já foi usado, ele fica separado. A segunda é que não existe propriedade distributiva em multiplicação de matrizes devido ao fator que, segundo a lei das formações de matrizes, o primeiro número é sempre a coluna, e o segundo número é sempre a linha (ou vice-versa, não lembro), desta forma, em AxB, a matriz A que multiplica será a coluna, porque é a primeira, e B será a linha, da mesma forma que 2x3 é diferente de 3x2 em seu formato. Terceiro é que, a técnica ensinada na escola é uma versão prática e técnica de se fazer todo o processo percorrido aqui por mim, portanto não pode ser ignorada, mas notem que todas as leis de lá podem ser explicadas neste exemplo, como por exemplo, as duas coisas citadas a cima, e também o porque que ao multiplicar-se uma matriz AxB por YxZ, B tem que ser = Y, e o resultado desta matriz será AxZ. Isto acontece porque a coluna da matriz resultante será A, e a linha resultante da multiplicação será Z, e B e Y serão a quantidade de matrizes-produto que se originará, ou se utilizar a técnica mais rápido e fácil aprendida na escola, a quantidade de somas que serão efetuadas. As matrizes também devem ser compatíveis para que não haja multiplicações nulas, vazias, inexistentes, o que não seria zero, seria vazio mesmo, impossível, algo que se aproxime, mas não muito, eu acho, de dividir por zero, e isto não pode acontecer, embora eu ainda não saiba exatamente o porquê, mas seguindo o principio que se deve somar apenas matrizes iguais, este principio também deve se estender a multiplicação. Este processo é pode ser comparado ao processo quando se faz produto notável, a diferença é que os produtos notáveis se podem se somar se soubermos os valores, enquanto colunas com colunas e linhas com linhas não se somam nunca, nem se interagem.

Notem que os conhecimentos e técnicas que eu utilizei misturam bastante os conhecimentos abstratos que eu possuo sobre matemática, assim como os conhecimentos de investigação técnica. Uma coisa interessante que eu notei que é que os conhecimentos de investigação técnica se baseiam muito nos princípios geográficos explicados por meu professor de geografia, Felipe, que são extensão, analogia, causalidade, conexidade e atividade, além de outros processos técnicos, como mudar fatores ou utilizar valores mínimos para se testar as teorias (eu utilizei algo como 1, 2, 3 pra conferir, isso dá certo quase sempre). Além disso, utilizei o módulo de simulação para fazer simulações de comparações entre as formas de multiplicação possíveis, o que acelerou meu processo de descoberta. Pelo o que eu lembre, eu puis estes processos de investigação no meu livro, mas provavelmente vou dar ênfase a eles, principalmente ao processo geográfico que me pareceu muito interessante para investigar um conjunto de grandezas de fatores. No mais, um abraço para todos e até a próxima postagem.