segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Personalidade Artistica e relação com DNA

Personalidade Artistica

Olá amiguinhos, faz um bom tempo que eu não atualizo meu blog, tenho feito nada de mais ultimamente, apenas no dilema se devo ou não usar cobaias humanas e se devo ou não escutar música, mas isso não é assunto para esse tópico hoje. Hoje, eu declarei como finalizada minha teoria de humano instintivo e racional, isso é muito indeterminado, por isso eu tentarei estudar psicologia pra traçar uns estereótipos melhores, um dos grandes problemas é saber o quanto o DNA influencia na personalidade de alguém, por isso meus planos de estudo estão meio confusos, verei o que farei.

Estou com um pouco de sono, o assunto que eu venho falar hoje está relacionado com DNA, personalidade e arte. Eu já defini aqui que meu conceito de arte é a criação de novas técnicas, ou aprimoramento, imitar uma técnica já conhecida é fácil. Entretanto, eu notei que algumas pessoas conseguem fazer desenhos sem nunca ter aprendido uma técnica, conseguem desenhar só de ver, algo bom, eu definitivamente sou ruim para desenhos, então, o que eles têm que eu não tenho?

Passou algo relacionado à arte na televisão, minha mãe olhou e disse: isso só pra quem tem o dom. Seguindo meu conceito de arte, não se precisa ter o dom, apenas estudar, ser criativo, ter treino com as técnicas e ir se aprimorando sempre. Mas isso seria falso com essas pessoas que tivessem esse possível “dom”, levando em consideração que elas não precisariam treinar, pois já nascem com uma habilidade manual altíssima para a arte, no sentindo técnico e talvez, expressivo.

Então, a onde está o aprimoramento da técnica nesses casos? E quem não tem o dom, como fica? Será que quem não tem o dom para tal coisa, simplesmente não aprenderá? Não sei, conheço poucos casos de dom ou talento, eu teria que pesquisar mais sobre isso. Entretanto, se é necessário ter dom ou talento para se fazer algo, o que faz algumas pessoas se tornarem tão importante para a arte? Levando em consideração que existe muitíssima gente no mundo, e com isso, muitas pessoas com o mesmo dom.

Eu realmente acredito que meu conceito sobre a definição de arte seja válido, com um acréscimo, tem que se ter um mínimo de dom, ou até mesmo não, a técnica e o treinamento superem o dom. Mas se levarmos em conta que grandes músicos, pintores e etc. até hoje foram inesquecíveis e inigualáveis no seu estilo de criação de arte, significa que essas pessoas têm algo a mais que apenas dom. Claro, copiar, qualquer pessoa que tenha capacidade técnica copia e faz umas misturas ou amplia um pouco mais, mas criar o começo é algo a ser levado em consideração.

Essas pessoas, acredito eu, não tem apenas o dom, a criatividade e a capacidade de criação técnica, tem também a historia de vida e a dedicação para tal arte e os meios para ela poder viver e consegui fazer os trabalhos artísticos. O que eu to falando é de uma grande quantidade de elementos necessário para a criação de alguém realmente relevante na arte. Hoje em dia, está tudo muito conectado e muito desgastado de certa forma, mas eu não sei de muita coisa.

Sobre ser filosófico ou matemático também, uma coisa que eu sempre achei que eu sou por causa de influencias familiares, talvez eu tenha uma certa tendência a natural a seguir o raciocínio lógico, mas eu acho que isso não é dom nem nada, qualquer pessoa que esteja preocupada com a pura verdade, consegue chegar em conclusões parecidas com as minhas. Bem, talvez não, mas provavelmente siga uma boa linha de filosofia, não igual a minha, pois não teremos as mesmas experiências.

A mesma coisa pode acontecer com tal artista, por exemplo: um cara nasce com um bom dom, mas nunca teve oportunidade de desenvolver pois nunca esteve em contato com a área, já outro não tem dom nem vontade nenhuma de aprender e seu pai o obriga a aprender. Pode ser o caso também do cara não ter tempo, motivação, ter que trabalhar de outras formas e etc. Deve ser muito bom para o artista viver de arte, pode desenvolver a técnica e se tornar cada vez melhor.

É por isso que eu acredito que dentre milhares de pessoas, apenas um ou dois se destacam por terem uma vida muito favorável a tal, em relação a tudo. Vocês deviam fazer idéia da quantidade de pessoas que existem no mundo, e ver a quantidade de artistas se resumido a mil, artistas famosos, músicos principalmente, conheço pouca coisa dessa área pra falar a verdade, e quase nada das outras, mas suponho que seja isso. E isso explica o fato dessas pessoas ganharem tanto dinheiro, pois elas trazem entretenimento para toda uma sociedade e poucos podem fazê-lo.

Enfim, embora eu tenha me afeiçoado ao conceito de sociedade tecnológica que um documentário ai, cujo qual eu irei falar nos próximos tópicos fala, o capitalismo, para caso uma sociedade totalmente capitalista ainda não seja possível, é o melhor sistema, mas eu não sei. Com isso, eu vou me despedindo, até a próxima postagem, acho que será em breve e eu irei falar sobre esse documentário e sua sociedade tecnológica que eu falei agora, mas não lembro o nome. Até mais.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Evolução cultural e arte, analise sobre televisão e nossos costumes

Evolução Cultural

Olá amiguinhos, formatei o PC, fiz a burrada de apagar os instaladores do office 2007 pensando que o cara que arrumava meu pc iria já bota-lo, engano meu, estou de novo agora tratando de baixar, só que desta vez, com a diferença da minha internet com 2 megas de velocidade, está até sendo um prazer enorme ver os downloads indo rápido, suspeito até que vai terminar antes deu ir dormi.

Mas não vim aqui para falar disso, vou antecipar com um assunto que vai puxar o tema principal dessa postagem, Capitu. Alguns devem ter assistido, adorei essa mini-serie, embora ela mexa muito com meus sentimentos, tal coisa que eu não gosto. Mas essa mini-serie me fez pensar no meu vocabulário, na forma como eu me expresso aqui mesmo, nesse blog.

Generalizo muito as palavras, lá, o narrador principal, a qual eu penso citar versos realmente do livro, me deixou muito encantado com a naturalidade com a qual as palavras saem e com precisão que elas tem, torna suave a audição, é prazeroso ler, muito pelo o contrario do meu blog, a qual eu escrevo com uma certa preguiça e desleixo. Resolvi então escrever com um pouco mais de atenção, mas a acredito muito que a culpa não seja minha por causa desse vocábulo generalizado.

Acredito que a culpa é da televisão. Sim, atualmente estou pondo culpa de nossa cultura estragada toda na televisão, por vários motivos que a propósito, será o tema desse tópico, juntamente com a evolução cultural, que está também relacionada ao assunto. Na verdade me enrolei agora, e com a mesma preguiça de sempre, não tenho vontade de refazer o texto, por isso, vou dar um certo nó aqui, começar a falar primeiro da evolução cultural, da culpa da televisão por está nos estragando e depois no que tem haver com o vocábulo.

Evolução cultural é uma coisa que eu tenho estado pra falar a muito tempo, mas que por muito venho adiando, pelos mesmos motivos de sempre, resumem-se a preguiça. Mas o que me veio fazer a pensar nisso foi uma dessas noitadas, de madrugada, sem computador, já faz tempo isso, tenho essa idéia formada a algum tempo. Estava passando um filme, antigo, sobre os diamantes serem os melhores amigos das mulheres, não entendi muito bem, só sei que o filme tinha um tempo diferente dos atuais, assim como todos os novos tem um tempo diferente dos antigos. Agora vou dar um exemplo mais claro, Brucee Lee fez diversos filmes ótimos, mas ao compara-lo com Jackie Chan, vemos algumas diferenças se tratando de dinâmica que faz os filmes de Jackie Chan se tornarem mais atraentes que o de Brucee Lee. Tudo isso por causa da evolução cultural.

Os filmes de Brucee Lee tem alguns momentos parados, embora Brucee Lee seja um lutador muito bom e Jackie Chan apenas um Ator, o que torna os filmes de Brucee Lee mais realistas nas lutas, as quais fizeram fãs pelo mundo a fora, os filmes de Jackie Chan tem uma dinâmica maior, todos os momentos são aproveitados para deixar o filme mais dinâmico e atraente, fazer o publico ficar na expectativa, não fazer perder nenhum momento do filme, os atores com uma dinâmica bem rápida também, gesticulados e com características que os fazem se destacar dos outros, nem se quer virar os olhos. Tal não acontece nos filmes, que tem uma dinâmica mais lenta, onde você pode olhar para os lados em alguns segundos sem perder muita coisa.

Não é o que os diretores antigos fossem ruins, é engraçado até pensar em um exemplo que eu vi no Youtube, um documentário falando sobre uns e zeros. Esse documentário cai como um bom exemplo nesse caso, pode ser encontrado na minha conta, para quem quiser vê-lo. Nele, se relata que demorou alguns mil anos, não sei ao certo ou se era mil ou milhões, mas vou falar mil, pois caso erre, o erro não será tão grande tal como seria se eu falasse milhões e fosse apenas mil. Enfim, demorou alguns, mil anos para que se começasse a contar, uma coisa que hoje é tão simples, contar 1, 2, 3, naquele tempo não existia. E ainda mais, foi um longo processo para que de marcas em ossos passassem para pedrinhas, e dessas pedrinhas se passasse para saquinhos, e desses saquinhos se passasse para a primeira forma de documento de contagem escrita, para depois tornar-se algarismos romanos, egípcios, romano e hindu, que passou a ser arábico por que foram os arábicos que passaram para o resto do mundo. Não tenho certeza das informações, mas é algo como, caso estiver interessado, vá lá no meu youtube e delicia-te com o bom humor e as informações desse documentário. Ah sim, o nome dele é “A História do Numero 1” são várias partes, o resto das partes estão lá em vídeos relacionados, espero que saibam números binários.

O que mais surpreende ao ver esse documentário é que demorou, realmente, alguns muitos milhares de anos para que alguém começasse a contar. Simplesmente contar. Foi um troca-troca de sistemas números até que nós chegássemos ao nosso atual e eficiente. O bom que acabou de aparecer substitui o ruim que já dura algum tempo, sendo o bom derivado inspirado nesse ruim, é sempre assim. Não que o ruim seja ruim, é que as coisas relacionadas a seres vivos evoluem, assim como uma simples bactéria já foi o auge da evolução aqui na terra, hoje em dia, não se compara ao que os humanos veio a se tornar.

O mesmo acontece com os filmes e com as músicas. Os filmes evoluem para atrair mais gente, por isso precisa-se de mais dinâmica, pois se não tiver, algumas pessoas impacientes não irão querer assistir o filme de novo. E é por isso que os primeiros resultados notados com uma dinâmica melhor de filmes foram observada pelos grandes diretores e feitas evoluir, até se tornar o que é hoje. Por isso não dá pra comprar um filme antigo com um filme novo, esses negócios de melhorar dinâmica é o que eu chamo de técnica. O mesmo acontece nas músicas, e desenvolver essas técnicas é o que eu considero arte, não aquela arte que um cara pega um bagulho qualquer, junta com outro e diz, isso é arte. Não essa, arte mesmo é muito mais trabalhada, as técnicas ajudam e muito a se trabalhar na arte.

As pessoas que nunca pintaram um quadro por exemplo, não sabem a dificuldade que é pegar as tintas e fazer a tonalidade das cores, mas é difícil, eu sinceramente acho, por isso que tem faculdade pra tudo hoje. Numa rua que sempre eu passava, bem movimentada, tinha um cara lá aprendendo as técnicas num livro e aplicando-as no quadro. Não sei se o chamo de artista ou não, talvez ele seja apenas um copiador, mas devo admitir, começar do zero é muito difícil, talvez se ele começar copiando, depois ele vai desenvolver as próprias técnicas dele. Não sei se ele se sentiria ofendido se eu o chamasse de copiador, mas por enquanto, é o que ele é, na minha opinião.

Em filme o mesmo acontece, teve as Crônicas de Narnia, em seguida, um monte de filme copiando o estilo das crônicas, e as pessoas indo assistir, achando super criativo um escritor pegar e juntar um monte de coisa que não faz sentido numa ordem bonita e fazer um filme. Bem, em alguns casos até que fica bom, ocorre um aprimoramento da técnica, é bom ter uma certa variedade, pensando bem. Mas que há muitos aproveitadores que querem ganhar dinheiro apenas usando as técnicas, isso tem. Mas quem não quer ganhar dinheiro? Não acho que devo os culpar, se conseguirem fazer com que pessoas vão ao cinema assisti-los, então é porque merecem o dinheiro, não cabe a mim julgar se são artistas ou não. Talvez todo mundo acrescente um pouco, mesmo que pouco.

O mesmo acontece na música, me irrita muito ver um monte de banda super parecida. Existe sim aquele bagulho de formula de banda, eu acredito, embora seja difícil saber as tendências de tal forma a adivinhar o mercado e formar tal banda. Eu acredito mesmo que o dinheiro represente o quanto a pessoa mereceu, se ela ganha muito, é porque faz muita coisa pela sociedade na lei da oferta e procura, se ganha pouco, é porque faz pouca coisa. Se um filme custa alguns bilhões, é um investimento e tanto, por isso trás retorno, não da pra comparar com um filme que custou alguns milhões. Se pensar por esse lado também, os filmes que só tem efeitos especiais nada criativos, mas super bem feitos a ponto de encantar a quem assista merece ganhar o ingresso dela.

A mesma coisa ocorre em música. O pior de tudo é que existe coisas que apelam para o emocional das pessoas. É ai que se enquadra os atores com boa aparência e personalidade destacáveis, em alguns casos, pra não dizer a grande maioria, se os atores principais fossem feios, o filme teria um número de publico muito menor, e é por isso que atores ganham bem também. O que eu considero pior ainda são esses cantores de banda de forró, mas não forró pé de cerra, aqueles forró atual que põe só gente bonita em cima do palco, com uns shortinho bem pequenininho fazendo umas danças que fazem apologia ao sexo. E sinceramente, eu acho que o publico só gosta disso porque as músicas são dançantes, tem sexo no meio, todo mundo quer sexo, isso é estranho de admitir, mas é verdade, e ao se ter apologia ao sexo, se tem sexo mais fácil.

Isso atrai muitos públicos, tanto feminino, que ta começando a se soltar por causa das cantoras que são quase lideres do grupo e também são muito boas, quanto os homens, que querem sexo. As mulheres também querem, mas são presas, e uma cantora boa serve como uma poser pra ela, ela vai querer ser igual e vai ter outras também, ai seguem numa onda e fica mais fácil pra elas. Por isso que ganham dinheiro e por isso fazem sucesso. Sim, houve arte na criação daquilo, mas pouca. Pouco esforço. Fazem sucesso só a base do instinto. Certo, eu admito, estou forçando um pouco, já escutei músicas sentimentais muito bonitas e bem trabalhadas, na verdade eles se desenvolveram sim, muito bem, pois a evolução ocorre em tudo, mas se desenvolveram para um principio instintivo, de falar de amor, sexo, paixão, coisas de instinto. E geralmente, instinto não é muito valorizado porque aqueles que entendem de arte serem racionais, e os racionais valorizam mais racional. Não gosto também de valorizar o instintivo, porque eu acho que já expliquei isso em outra postagem.

Eu falei pouco de evolução cultural, acabei falando mais de arte, mas foi bom. Se quiser saber mesmo sobre evolução cultural, pegue um filme antigo e compare com um novo, ou uma música antiga e compare com uma nova. Uma coisa é certo, o antigo tem um trunfo muito bom, a nostalgia. Eu sou um cara muito nostálgico, por isso algumas vezes o antigo vence. Então ta, acabei de falando de arte. Mas o que tem haver televisão com o nosso modo de falar? Bem, primeiro eu vou falar como eu acho que era antigamente.

Como as pessoas não tinham televisão, não passavam tanto tempo apenas olhando para a tela da TV, então passavam mais tempo se comunicando entre si, passavam mais tempo discutindo as coisas, tomando as próprias decisões, nesse ponto, o vocábulo já aumenta. Mas tinha também os teatros e a música daquele tempo, menos evoluídos como se pré-supõe, mas serviam bem para o motivo a qual existiam. Hoje em dia, música ultrapassa o motivo de existir, virou uma coisa muito mais influenciadora, música também faz parte do mesmo mal da televisão, mas televisão transmite música, o que torna a televisão um mal maior. O tempo maior de contato entre as pessoas também ajuda e muito a aumentar os laços culturais, assim como a filosofia, enfim, muitíssimas coisas. Agora eu vou lhes contar o que mal que a televisão faz.

Além de deixar muitas pessoas vidradas um enorme tempo na frente da TV, faz com que elas adiram a toda a cultura que se passa na TV, cultura essa que se forma totalmente instintiva para poder atrair o maior publico possível, pois publico instintivo é muito fácil de se conquistar, pois são aqueles que se levam mais pela emoção. E a coisa piorou ainda mais com quase duas gerações de televisão. As técnicas boas, prendem muitas pessoas, deixam muitas pessoas alheias e instintivas, pessoas instintivas são muito complicadas e dependentes de outras pessoas da forma que não é certa para a sociedade, mas a novela prega isso porque atinge o instinto, não a razão, e nesse caso, qualidade não importa, mas sim quantidade, para mais anúncios publicitários passarem. É isso o que move a televisão, anúncios publicitários. Pessoas instintivas tem uma péssima filosofia, agrr.

Bem, o que ocorreu com a música é o seguinte, para prender as pessoas, cria-se filosofias de música. Para mim, música só deveria servi pra você chegar num lugar e se animar, e dependendo do lugar, o estilo de música que varia de acordo com o desenvolvimento cultural e tecnológico daquele povo. Como música country, axé, música clássica e etc. Mas isso não acontece mais, o que acontece é um bando de música só com uma filosofia instintiva mas horrível que atrai um monte de jovens porque é maneiro e da moda. Quero dizer, ser instintivo é bom, como já disse, quem não gosta de sexo? E é isso o que ser maneiro e da moda representa, ser um bom instintivo, significa dizer que você tem bom gosto e está escutando as ultimas coisas que há de bom, mas a filosofia faz você pensar que é bom, a verdade é essa. Essa foi a evolução que ocorreu. Normalmente, quem nasce num determinado local gosta das coisas que há por lá, porque convive e aprende a gostar, a mesma coisa é com música.

Ai o que acontece, faz-se a apologia por ai que os gostos músicas tem que ser parecidos para dar um bom namoro, igual ao que talvez, passa na televisão, cheio de emoções, ou o que é cantado nas músicas. Quem não quer viver emoção? Racionalmente ninguém deveria querer, mas somos humanos. E ai acontece isso, as tribos se juntam, formando pessoas com filosofias parecidas, da mesma forma que tem horários na televisão para determinados tipos de pessoas, de manhã, as crianças, mas dão pouco dinheiro em anúncios publicitários, por isso a tarde enrolam com novela, coisas sobre novela, jornal, porque os adultos racionais gostam do jornal, o regional é um saco, mas o que passa sobre o mundo é bom, e os adultos não tão racionais assim gostam de ambos, enquanto os instintivos gostam das coisas sobre novela e da novela. E mais novela, três novelas a noite! E se não for novela, é outra cosia relacionada a adultos, porque adultos geram dinheiro. Crianças também são alvo em novelas, porque os caras são expertos. Evolução cultural! É bem isso.

A televisão também meio que mistura as culturas, mas não muito, mas a filosofia sim, quase todo mundo acaba pensando com os personagens da novela, querendo romance ou sei lá, essas coisas instintivas. O PC é melhor porque temos liberdade de escolher o que vemos, as não estão expostas para nós, nós é quem temos que ir bem busca do que queremos, por isso eu não critico muito PCs. Devo admitir também que eu não sei como vivia o povo sem televisão ou computador, por isso que antigamente existiam mais livros, mais tempo para ler e de pensar nas coisas.

Bem, só falei de música e televisão, na verdade, cultura pode se considerar um conjunto de artes de um determinado povo eu acho, pois o modo de se comunicar, de escutar música, pintar, agir, dançar, tudo é arte em um certo ponto, e tudo constitui uma cultura. A arte pra mim, é parecida em dança ou em pintura, é a mesma coisa, só muda as modalidades. Falando em modalidades, lembrei de esportes, que por sinal, não vejo muita graça. Mas não vou falar sobre isso agora. Lembrei de moda também, outro universo. Enfim, tem que arrumar um jeito de ganhar dinheiro na sociedade, seja instintivo, seja racional.

Com isso eu vou me despedindo, vou sair antes que me dê vontade de falar mais coisas, abraços pra galera ae, esse post ficou grande, a propósito, terminei de baixar o photoshop cs4 e o Office 2007 só no tempo em que escrevi esse post, eu também fiquei conversando no MSN, contribuiu pra demora. Devo ter demorado algumas horas, hehehe, mas o tempo passa que eu nem percebo. Novamente, abraços, até a próxima!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Instintos e racional, relação com música, lastfm e youtube

Relação entre música e instinto


Aqui estou eu, que já deveria dormi à 1 hora, começando um texto no meu adorado Office 2007. Na verdade isso só seria uma edição na ultima postagem que ia servir principalmente para por as imagens do Youtube e do Lastfm para por no menu ao lado eu fiz, mas notei que o assunto renderia bastante por que deu vontade de escrever explicando o porquê de várias coisas referentes a personalidade, então por isso, estou escrevendo agora.

Há muitas estereótipos de personalidades por ai, não estou afim de entrar em detalhes sobre tais estereótipos, mas sim explicar o porquê eles são como são. Mas antes disso, eu quero dizer qual é a causa deu estar relacionando Youtube e Lastfm com estereótipo. A relação é a seguinte, Youtube e Lastfm demonstram os gostos pessoais de uma pessoa, isso quer dizer também que demonstra a personalidade, logo, o estereótipo.

Eu estava pensando comigo o que faz uma pessoa gostar do que gosta. Conclui que é tudo uma questão de influencia, DNA e filosofia da pessoa. Eu realmente gosto de pegar como exemplo essas várias tribos que tem por ai, seus artistas preferidos sempre são um modelo da filosofia que eles seguem. Não sei bons exemplos agora, lembro apenas o da Beyonce e de uma garota que eu conheci, que inclusive, já falei sobre esse fato neste blog na seguinte postagem: http://barnabasspenser.blogspot.com/2008/02/posers.html

Você gosta do artista que gosta provavelmente porque esse artista representa algo que você queria ser, ele tem, ou faz, pode ser o estilo de vida dele, as letras que ele compõe, o estilo de música que ele toca, enfim, resumindo tudo, a filosofia do artista, a cultura. Mas, logo quis saber em qual estereótipo eu me encaixava. Antigamente eu era rockeiro, mas faz tempo que eu deixei de ser rockeiro pra ser o que eu não sei.

Na verdade, eu quis entrar numa onda de não demonstrar personalidade, porque eu jugo isso muito instintivo. Você, ao demonstrar personalidade, se expõe, se firma de um jeito. É meio difícil explicar, mas supõe-se que um rockeiro não gosta de pagode. Mas não é apenas isso, é mais que isso, você acaba sendo induzido a ter uma personalidade que se adapte a um grupo, uma tribo, e então, você passa a cultuar essa tribo, fazer parte dela.

O que acontece comigo é que eu não faço parte de nenhuma tribo e também notei esse fenômeno de uma forma externa. Muitos amigos meus falam que são como são ou gostam do que gostam porque simplesmente gostam, fica fácil definir que gosta de uma coisa nesse ponto de vista, mas para mim, que sei que gostamos do que gostamos por algum motivo, e ao escutar cada coisa, eu tento meio que visualizar o motivo pela qual essa coisa existe, fica mais fácil de gostar das coisas. E por isso, fica difícil decidir de qual tribo eu sou.

Eu achei até bom, porque assim deu pra perceber esses aspectos. Se eu tivesse nascido dentro de alguma tribo e não tivesse oportunidade de ter um ponto de vista de fora, talvez até hoje eu estaria cultuando alguma tribo, mas o problema está agora em, qual a minha cultura? Onde eu me encaixo? Por causa disso, parei com minha mania de escutar música, o fato de eu não saber as letras das minhas bandas preferidas que são em inglês também colaborou muito, porque eu notei que eu só gostava dessas bandas meio que por causa do status dela, além do som bom e instintivo, mas a parte da letra, a parte lógica, parte da cultura da banda, do trabalho artístico, eu perdia, e de uma forma ou de outra, nem olhando a letra traduzida me satisfaria de tal forma como se eu conhecesse aquela letra. Por isso, eu meio que deixei de escutar música.

Ah sim, meu headphone quebrou, o que ajuda mais ainda. Passei algum tempo assim, sem escutar música. Acabei de perceber que estou dando muita importância à música, vou explicar. Música, resumidamente, reúne a filosofia e cultura de uma pessoa num pacote só, simplesmente isso. Então quando eu falo de música, eu também falo de filosofia e cultura. Bom, voltando ao assunto, passei algum tempo sem escutar música, agora estou voltando de novo, no meu mp5.

Adoro música indie, mas enjôo rápido. Elvis é muito bom, acho que irei demorar a enjoar, assim como Ramones entre outras bandas. Eu acredito que tenho um gosto meio indie, mas por que indie? Bem, resumidamente, indie tem uma classe, um status legal, meio inteligente, criativo, moderno e retro ao mesmo tempo. Alguns dizem que é o emo mais inteligente. Algumas bandas de emo eu gosto, outras não. Mas porque sempre rock? Na verdade eu não só gosto de rock pra ficar escutando, também gosto de Prodigy. Não sei definir ao certo Prodigy, mas tem rock no meio, com eletrônica e um monte de coisa. Rock mexe o corpo, os indie não muito, escuto mais pela classe.

No meu perfil do Orkut eu fiz um resumo do que eu gosto que é bem o que é, ta em “música”. Só tem esse resumo porque eu preferi não botar as bandas que eu gosto, porque eu achei meio poser, meio expositivo, se ela quisesse saber do que eu gosto, ela que venha perguntar a mim. Então eu botei esse resumo só para não deixar em branco: Eclético, geralmente não costumo curtir músicas que vão contra o que eu penso, prefiro as dançantes também, vozes femininas em músicas calmas e vozes masculinas em músicas agitadas, mas são só preferências.

Mas escutar música só pela classe é tão instintivo, não gosto de ser instintivo, me faz pensar em instabilidade, por isso que eu meio que parei de escutar música, porque não necessariamente fazem parte da minha cultura, mas também não posso esquecer que eu sou humano, e humano por si só, já é instintivo, e por isso, precisa de instintos. E exatamente por isso que eu to começando a me expor em uma dose moderada.

Antigamente eu não botava Nick no MSN, deixava apenas “Leandro”, mas primeiro que, “Leandro” apenas, pode ser qualquer Leandro, por isso eu vi a necessidade de por algo pra identificar que sou eu. Isso é instintivo, todo mundo ta em busca de uma identidade, é difícil falar sobre esse assunto, por isso não vou tocar nele agora. Mas sempre deixava pra lá e continuava com o Leandro, mas agora, eu ponho um Nick ou outro, falando qualquer frase que eu goste, geralmente as frases são feitas por mim.

Antigamente, ainda lembro, eu tentava botar 5 mensagens em uma mensagem só. Hoje em dia isso é exposição de mais para mim, por isso, hoje em dia eu ponho só os Nicks feitos por mim. Esses, ainda sim, comecei a achar muito expositivos também, então resolvi escolher um e pronto, quer dizer, depois eu mudo, mas vou deixar ele por enquanto. Bem, youtube e lastfm são bastante expositivos, então porque eu estou disponibilizando o link para ambos no meu Orkut? E porque eu tenho esse blog?

Os links do lastfm e youtube é porque eu notei que todo humano é feito de instinto, então eu resolvi expor meu gosto musical e de vídeo, a pessoa pode conhecer um pouco do que eu gosto, conhecer um pouco dos meus instintos, porque afinal, eu também tenho. E instinto também uni um pouco de racional. Esse blog é mais racional, pro pessoal conhecer minhas idéias, mas pouquíssimas pessoas lêem, também não me preocupo com isso, se eu me preocupasse, me ocuparia mais em arrumar a postagem, deixá-la certinha, bem objetiva e tudo mais.

Também botaria temas que atraíssem publico, temas instintivos. O que move o mundo é o instinto, o racional só faz organizar. Ligar muito pra instinto é uma coisa que eu não quero pra mim, eu acho muito vago, quer dizer, viver já é vago, mas viver só pra se divertir, to querendo ser cientista porque é uma coisa nobre a se fazer, contribuir com o mundo do conhecimento para a evolução humana, e me divertir como segundo plano. Não sei se vou ser cientista, falta-me estudar, mas vamos ver no que dá.

Bem, vou carregar as imagens do youtube e do lastfm nesse tópico para fazer o menu, vão ficar bem aqui em baixo, e com isso eu vou dormi. Abraço a todos.

domingo, 30 de novembro de 2008

Youtube, documentários, velocidade de internet, DNA, evolução de processamento.

O futuro

Olá amiguinhos, esses dias eu a felicidade de conseguir uma internet banda larga de 1Mb, e agora estou com 2Mb, mas não se continuarei com 2Mb por muito tempo, entretanto, para quem tinha apenas 52 Kbs, é uma enorme diferença. Eu vou aproveitar e deixar esse site para aqueles que não sabem por que sempre que a net é uma velocidade, a taxa de transferência vai apenas a 10% ou 8%. http://www.rjnet.com.br/1comofunciona.php

Essa internet possibilitou que eu pudesse acessar o youtube, a qual sempre tive grande curiosidade em acessar, entretanto, ao entrar no youtube, nos primeiros dias, me senti um pouco decepcionado, não consegui encontrar nada de interessante, entretanto, ao procurar no orkut boas comunidades do youtube, descobri uma ótima, a Filmes completos no Youtube. Com ela, pude ter acesso a uma boa lista de documentários e outros filmes, mas agora, estou interessado especialmente nos documentários.

Eu até agora assisti Decodificando a vida e estou terminando de carregar Visionários. Estou gostando do Visionários, mas, Decodificando a vida realmente me tirou muitas dúvidas sobre o DNA, realmente é meio difícil de se imaginar como duas colunas enfileiradas entre si portando apenas 4 códigos podem formar uma estrutura tão complexa quanto o corpo do homem, que é sem dúvidas, uma das melhores maquinas já criadas. O vídeo é realmente interessante, recomendo a todos, inclusive, ele está adicionado aos meus favoritos da minha conta do youtube, disponibilizarei o link da minha conta no Menu de links ao lado futuramente, meu nome lá é Kingreey.

O que me chamou a atenção realmente foi isso o que eu falei a cima, como 4 códigos podem formar uma estrutura tão complexa... Mas eu tive uma enorme surpresa ao ver o vídeo, lá diz que cada cromossomo, se esticasse a linha de informação que é aquela linha do DNA, sairia 2 metros de informação. Muita coisa mesmo, e é muito fino, algo como 1 elevado a -14. Vocês podem ter essas informações mais claras no documentário, eu estou falando do que eu me lembro, mas o que me surpreendente é a quantidade de informação.

Nessa hora, eu olhei para o meu PC e pensei, uma linguagem formada por 0 e 1, acredito eu, não tem tanta potencia quanto uma linguagem formada por 4 códigos como o DNA. Eu sempre dizia que os computadores irão dominar o mundo, os computadores de forma mecânica, mas eu acho que estou enganado. O computador está limitado ao processamento de zero e um, é difícil explicar, mas eu considero que essa limitação seja muito grande se tratando de velocidade. Uma coisa é certa, o computador é exato, pode-se criar computadores para simular com exatidão o comportamento humano, entretanto, acho que ainda sim eles vão ser meios limitados porque seria muito dado pra eles processarem.

Na verdade eu não sei se os computadores processando 0 e 1 podem simular o comportamento humano, nós, humanos, teríamos que desenvolver um sistema muito bom para tal, e mesmo para nós, que não conhecemos totalmente o comportamento humano, isso, atualmente, não seria possível. Já disse que considero o processamento de 0 e 1 limitado, porque ele tem que ser feito por meio de energia ou de processadores. Para mim, o processamento do cérebro humano é muito mais rápido, ele utiliza ligações que utilizam o meio físico pra processar, acredito. Vou dar um exemplo muito melhor para exemplificar o que eu to falando agora.

Imaginem o Big Bang sendo simulado no computador. Vocês acham que isso seria possível? Eu não acho. Considero que o Big Bang, talvez, tenha chegado aos limites da física. Sendo o computador usando o processamento por meio físico, talvez perto do limite daquele material, mas nem perto do limite real de processamento do mundo. Eu considero o universo um grande processador, os átomos são os dados em processamento, o cérebro humano é feito de dados de processamento feitos por átomos eu acho, já o computador, é feito de 0 e 1 apenas.

Por isso que eu acredito que não é mais o mecânico e o robótico que vai dominar o mundo, e sim, talvez, a mistura dos dois. Não sei explicar como seria isso, um ciborgue, meio orgânico, meio mecânico. Quando eu digo mecânico, quero dizer metal. Eu penso que ia unir o melhor de ambos os matérias para o melhor desempenho. O corpo humano evoluiu de um processo de uns quatro bilhões de anos, muito tempo, e podemos observar nesse processo, o DNA, que é muito complexo. Agora, imaginem unir o auge da evolução humana e acredito eu, o auge da evolução orgânica, com o auge da evolução mecânica, de metal... Isso me dá medo, seria realmente fascinante, uma super maquina capaz de fazer muitíssimas coisas. Humanos seriam fichinha, ou qualquer outro ser vivo hoje.

A evolução intelectual do humano é o que tá permitindo a criação de um novo tipo de evolução paralela, a evolução dos computadores, da tecnologia. Manipulação orgânica já é possível graças a tecnologia, isso pode ser observado no vídeo, na parte que ele fala de manipulação de DNA e decodificamento do DNA humano. Unir DNA com a capacidade computacional dos computadores, ui, capacidade máxima. O engraçado é que cada átomo carrega suas informações e se processa sozinho, não acredito que nós sejamos um grande computador em processamento, se for isso, que computador é esse hein! Que? Será que deu lag no big bang? Ou foi um bug? Ou foi o grande programador que decidiu que o big bang deveria estourar? Hunm, algo a se pensar...

Com isso amiguinhos, me despeço de vocês, um forte abraço.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Um poema antigo e um bom cd de Rihanna

Rihanna e Poema

Hoje eu estava aqui, escutando um cd da Rihanna que eu baixei, o nome do cd é “the biggest hits (2008)”, não conheço todas as músicas, as que eu conheço eu gosto, e as que eu to conhecendo eu também gosto. Mas fato é que eu ainda me incomodo com aquele lance de escutar música estrangeira sem saber a letra, eu ainda sinto que to perdendo parte da mensagem que o artista quer transmitir na música. Adoro S.O.S e Don’t stop the music.

Enquanto eu escuto o cd no meu mp5, eu tava passando uns arquivos que eu quero fazer backup pra pasta de backup, porque o meu sistema ta horrível e eu to precisando fazer uma bela formatação. Encontrei em meio aos muitos arquivos inúteis que eu tenho mania de guardar, um poema que eu fiz a algum tempo atrás. Eu não publiquei ele aqui no meu blog porque eu não achei muito bom, na parte da sonoridade e na estética do texto, e também eu usei uma técnica que eu vi num outro texto que eu adorava, que era o bushido, que inclusive, era a descrição do meu Orkut.

Hoje eu pensei melhor e achei melhor publicar do que deixar guardado. O que tem nele é mais ou menos o que eu penso ainda e ele não tinha título, vou botar um só como forma de identificação.

"O que sou

Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que vejo.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que escuto.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que sinto.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que temo.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que desejo.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que penso.

Pois se eu vejo o que vejo, é porque eu quero ver.
Pois se eu escuto o que escuto, é porque eu quero escutar.
Pois se eu sinto o que sinto, é porque eu quero sentir.
Pois se eu temo o que temo, é porque eu quero temer.
Pois se eu desejo o que desejo, é porque eu quero desejar.
Pois se eu penso o que penso, é porque eu quero pensar.

Eu vejo, eu escuto, eu sinto, eu temo, eu desejo, eu penso.
Eu vejo, aquilo que está diante de mim. Eu vejo com meus olhos.
Eu escuto, aquilo que está abalando o ar. Eu escuto com meus ouvidos.
Eu sinto, aquilo que está presente no ar. Eu sinto com meu nariz.
O que me faz temer o que temo?
O que me faz desejar o que desejo?
O que me faz pensar o que eu penso?

Meus instintos.
Minha mente.

Me conhecer é reconhecer o que meus instintos manda minha mente fazer.
E assim saber como minha mente reagirá.
E assim modificar minhas reações, para aquilo que eu quero,
Pois eu sou o que quero.

Por: Leandro de Andrade Moura"

domingo, 9 de novembro de 2008

Reflexão das relações entre modo de vida, filosofia, trabalho, cultura e meu jogo.

Reflexões pessoais

Olá amiguinhos, como poucos sabem, eu estou tentando fazer um RPG online e, talvez, vá virar RPG, ou vice-versa. Vou explicar porque eu estou me referindo a esse fato agora depois, o que acontece é que eu to sem nada pra iniciar o parágrafo, então eu vou adianta outro assunto que tratarei a seguir, que é dinheiro.

Eu tava pensando um dia desses nas diferenças entre meu amigo e eu. Meu amigo sempre fala pra mim, é melhor você viver a vida intensamente, porque você não sabe se vai morrer amanhã, então eu digo a ele, eu não me preocupo com viver intensamente, pois sei que vou morrer um dia. Tudo bem que eu entro em contradição, pois, se eu não estou preocupado em viver, então porque vivo? Para isso, eu precisaria explicar sobre instintos e raciocínios, que talvez eu explique em algum outro tópico, mas vamos logo ao assunto a seguir.

Ele só pensa em curtir a vida por enquanto, porque quando ele crescer, ele vai ter que se preocupar com trabalho, ele deseja ser assim até morrer, e pra mim, ele irá conseguir. Já eu estou preocupado apenas em entender o mundo, pois já que eu não tenho motivos para viver além dos quais o meu instinto põe em mim, como a incapacidade de desejar a morte se ela realmente for uma possibilidade real, eu me preocupo em conhecer o mundo, pois sei que isso me ajuda e me ajudará a viver melhor e a garantir mais sobrevivência, mesmo que teoricamente eu não me preocupe com isso.

Ele só se preocupa em curtir a vida, viver intensamente. Talvez eu me preocupe apenas em viver bem, mas não intensamente. Então seria isso, eu me preocupando em conhecer o mundo e ele em apenas curtir os instintos. Mas por que eu estou comentando isso agora? Certamente não é pra falar só entre as diferenças dele e minha. Por que eu estou comentando isso agora? Essa resposta é o objetivo dessa postagem. Porque eu estou escrevendo isso agora? Se realmente querem saber, o que eu quero realmente discutir aqui hoje é qual das duas filosofias de vida é a melhor.

Mas pelo conceito de filosofia, não existe nem melhor nem pior, apenas um modo de pensar. Eu penso nisso porque tais coisas me levaram a pensar nisso, assim como ele pensa naquilo por tais coisas que o levaram a levar naquilo, estando essa filosofia de acordo com os fatos que o levaram a pensar tal coisa. Então, como julgar a melhor filosofia, se para mim, a minha filosofia ta certa e a dele estar errado e vice-versa, se o que me fez pensar que a filosofia dele ta errada, talvez seja um fato que eu ainda não conheça e que ele conheça, ou então uma outra explicação para todas as coisas que ele achou e vice-versa. Então como julgar?

Bem, uma das coisas que eu sempre disse para julgar o nível filosófico ou cultural é a quantidade de coisas que aquela coisa pode explicar, supor e a quantidade de elementos da qual era composta, sem se contradizer. Mas agora, isso não vem ao caso, porque a intenção desse meu julgamento é saber qual é a melhor pra seguir pra ter uma vida melhor.

Uma vida melhor, para mim, é conseguir sobreviver suprindo todas as minhas necessidades primarias, uma vida melhor, para ele, é conseguir viver com bastante emoção. Todos os dois vivem, independentemente de estarem bem ou felizes, estão vivendo. Então a vida existiria de qualquer forma e não tem pra que saber qual é a melhor. Minto eu, há sim, há o que faz a seleção natural existir, a maior quantidade de chances de sobrevivência. Quem tem maior chance de sobrevivência vive mais e, portanto, vive melhor. Então resta decidir quem tem melhores chances de sobreviver. Mas se levarmos em conta que eu ele vivemos no mesmo ambiente e somos sustentados por nossa família, então como saber qual tem melhor chance de sobreviver?

Bem, nossa sobrevivência já está garantida por nossa família que se preocupa para que não falte nada para nós, como por exemplo, comida. Mas se um dia nossa família não existir mais, como arrumaremos comida? Teremos que ter dinheiro, então como arrumaremos dinheiro? Teremos que trabalhar. Se levarmos em consideração que eu passei minha infância todinha apenas conhecendo o mundo e por isso, tenho mais capacidade intelectual que meu amigo para resolver problemas, e ele tem mais capacidade de socialização que eu, já que ele passou a infância todinha conhecendo as pessoas, eu vou arrumar um trabalho em determinada área, já ele em outra. Ambos vamos ter dinheiro.

Acredito que eu irei ter mais dinheiro que ele, porque eu terei mais condições de ajudar a sociedade, e ganhar dinheiro é isso, ajudar a sociedade, ou enganá-la. Mesmo assim, eu não estudo direito, então eu não tenho capacidade de trabalhar em algo especifico e muito bem remunerado, tal como engenheiro, assim como meu amigo. Mas meu amigo, mesmo ganhando menos, terá uma vida mais intensa que a minha, pois ele terá mais amigos. Talvez ele viva menos por beber e fumar mais, mas eu também viva menos porque não tenho muita interação social e passe noites acordado trabalhando, talvez. Enfim, ainda estamos empatados.

Eu acho que nós desempatamos quando se refere a casar, ter filhos e mulher. Eu sairia na frente, já que tenho maior capacidade de resolver problemas. Mas ele diz que não se importa muito com isso. Ele tem mais capacidade de arrumar garotas que eu, porque é mais sociável, já eu tenho mais capacidade de namorar. Ás vezes, eu penso, que eu ou ele um deseja um pouco o que o outro tem. Não agora, porque agora ele não deseja o que eu tenho, porque ele tem tudo o que precisa, já eu não tenho namorada. Mas daqui a um tempo, ele vai desejar estabilidade, e eu emoção.

Talvez, acredito, eu não seja que nem ele porque eu não sou bom no que ele faz, assim como ele não é bom no que eu faço. Eu poderia dizer, ah, mas tu vai viver pouco desse teu modo de vida todo instável, ai ele diz, mas vou viver o suficiente, mas com emocionante, e vice-versa, e ele poderia dizer, tu não tem nenhuma emoção nesse teu tipo de vida, ai eu poderia dizer, tenho pouca, mas o suficiente para viver bem. Eu acho que isso não é nem filosofia, mas sim estilo de vida. Eu poderia ter uma filosofia igual a minha, mas com o estilo de vida dele, quem sabe? O que na minha filosofia me proíbe me divertir?

Mas acredito que eu me prendo a meu estilo de vida porque eu não me dou bem no estilo de vida dele assim como ele se prende no estilo de vida dele, porque ele não se dá bem no meu estilo de vida. Então, de qualquer forma, não tem estilo de vida melhor que o outro, é tudo muito relativo. Outro amigo meu disse que filosofia era perca de tempo, já que a filosofia é muito absolutista. Ele tem razão, de certa forma. Mas talvez, possa-se achar o que é melhor que o outro pondo objetivos. Se o objetivo é explicar o maior número de coisas com o maior número de argumentos, eu acredito que dê para se definir qual a melhor filosofia.

Talvez seja isso o que muitos levam em consideração ao afirmarem que a ciência é melhor que o cristianismo ou qualquer uma dessas religiões que assumem uma verdade absoluta e não devem ser contestada. Se ela é verdade absoluta, qual o problema em ser contestada? Talvez seja uma dessas contradições no cristianismo.

O que acontece entre meu amigo e eu, de não nos darmos bem um com a filosofia do outro, acredito que isso acontece porque temos genética e experiências de vida, um diferente do outro, e por isso temos, cada um, sua filosofia. O objetivo principal desse post hoje era dizer qual tinha mais capacidade de ganhar dinheiro e por isso, viver melhor. Mas acho que acabei escapando um pouco do tema principal, mas falei sobre isso. O que me levou a pensar em dinheiro agora é o fato deu estar crescendo e tendo que me preparar profissionalmente.

Eu, por ter mais conhecimento do mundo, terei mais facilidade em me preparar profissionalmente, levando em conta que eu já esteja com alguma base de psicologia e dinâmica social, e isso me arrume a me dar bem no emprego que eu arrumarei, então só faltará eu me capacitar profissionalmente. Já Jonas, terá mais trabalho que eu, porque ele não sabe muito bem a dinâmica social em si, ele só faz parte dela, e também não sabe psicologia. Foi isso o que eu levei em conta ao dizer que eu iria ganhar mais dinheiro que ele ao crescer. Mas ele pode aprender, afinal.

Eu vou ter que começar a estudar pra arrumar emprego. Vou ter que me confrontar com os nerds de verdade, não os que ficam pensando, mas sim os que ficam de cara com um livro, pra poder entrar em uma faculdade ou na CEFET (colégio de ensino federal de tecnologia, ou algo assim), o que eu já estou fazendo, estudando. Mas é muita coisa pra estudar, eu nunca fui um bom aluno, mesmo eu sabendo mais coisas que eles no geral, eles são melhores em resolver problemas acadêmicos que eu, tais como problemas que caem em vestibular.

Precisarei arrumar algum modo de fazer dinheiro. Ganhar dinheiro é fazer alguma coisa que a sociedade precise. Ai você tem que ver o mercado de oferta e procura e também a capacidade de outra pessoa fazer o que faz, aumentado o mercado e diminuindo a procura. Enfim, isso não vem ao caso agora. Eu to me iludindo, fazendo um jogo, que talvez eu vá terminar, e mais talvez ainda, vou tentar por online e tentar ganhar algum dinheiro com ele. Mas ta difícil. Eu sei que fazer jogo, musica, literatura, pintura, tudo isso é uma arte. O pessoal pensa que é fácil fazer, mas não é tão fácil assim não, por isso que alguma pessoa que se dedica a alguma dessas áreas ganha muito dinheiro.

Não é fácil, mas eu acho que espero que seja. O meu caso, eu tava tentando fazer os sistemas, mas é algo muito complicado, ai eu to tendo dificuldades e já to querendo desistir. Mas acontece que se eu desistir, eu não vou ter mais nada pra fazer e nem vou pelo menos, ter a chance de ganhar algum dinheiro, que é o real motivo deu estar fazendo esse jogo. Por isso que eu to me iludindo talvez. Agora eu vou falar que nem esses otimistas instintivos, quem sabe não haja uma remota possibilidade disso dar certo? Vai depender de mim, claro. De dedicação e tal. Fazer arte, eu preciso ver no que to errando e corrigir, assim sucessivamente.

Tem dois tipos de artes talvez, a arte instintiva, popular, que são essas bandas modinhas, populares, que fazem o povo dançar e cantam sobre sentimento, e a arte racional, que é tipo esses quadros que valem muito. A arte racional é a arte que o cara precisa errar e se corrigir muito pra alcançar um objetivo, a instintiva é a arte que serve pra melhorar o instinto ou cultura da massa, cultura popular. Acho que cada um tem um pouquinho de cada, mas bem pouquinho. Enfim, eu quero que meu jogo também haja um equilíbrio, o problema é que eu tenho pouquíssimo instinto pro RPG, tenho pouca cultura, eu acredito, mas vou ver o que faço. Melhor fazer isso que fazer nada, e isso é assunto com meus amigos também.

Eu acho que se eu me dedicar muito ao RPG, talvez possa sair o resultado de muita dedicação, que poucas pessoas fazem, por isso eu terei algo que tenha pouco no mercado e por isso, ganharei algum dinheiro se vender. Essa é minha linha de raciocínio. O problema é me dedicar, sou preguiçoso e pessimista pra caramba, se algo não vai bem no começo, eu não procuro me envolver, me afasto. Prefiro não me envolver pra não perder tempo. Eu não gosto de português por causa disso, nem de matemática eu gostava, até eu entender a filosofia da matemática, e agora, acredito, se eu conhecer a filosofia do português, eu gostarei.

Mas acontece que, coisas que você seja bom por natural, podem até existir, mas você precisa se dedicar em melhorar para oferecer mais a sociedade e poder melhorar de vida. Isso eu tomei consciência agora, é o que terei que fazer no meu jogo. É a lei evolutiva racional. Já chegamos ao auge de evolução orgânica eu acho, talvez ainda estamos evoluindo, mas pouquíssimo, já que eu vejo gente com altas deformações genéticas sobrevivendo ai, utilizando o raciocínio, agora o que importa mais é o raciocínio, a capacidade de você fazer dinheiro.

Então é isso, esse meu jogo vai ser minha arte, meu hobbie. Talvez eu pegue idéias dos outros, mas quem vai decidir ou não se pego essas idéias sou eu, o que vai ser eu o responsável pelo jogo. Eu já falei que acho que criatividade é a junção de 2 idéias pra formar uma outra, e que as coisas não se criam, e sim se transformam. Como pegar uma idéia e transformar em outra, a partir de outra. Isso é criatividade. E também, se eu não ganhar nada fazendo esse jogo, claro que vou ficar um pouco desiludido, mas eu não to pondo tanta esperança não. Vai ser algo mais para passar tempo.

Eu quero por um principio equilibrista no meu jogo, quero muita dinâmica, também vou tentar encontrar um equilíbrio entre eu e esse meu amigo, talvez sair um pouco mais de casa pra dançar e tal, isso é bom, já fiz e foi ótimo. Mais uma coisa que eu botei o principio equilibrista, nesse ponto de Instinto X Raciocínio, o equilíbrio dos dois seria ótimo, já que somos humanos mas precisamos evoluir como seres pensantes.

E com isso amiguinhos, vou acabar essa postagem. Não sei se vocês perceberam, mas eu escrevi uns 3 temas agora, umas 3 pra 4 páginas do Word, normalmente costumo escrever 1,5, então eu escrevi bastante se comparar ao de costume. Boa noite amiguinhos, até outra postagem.

Só mais uma coisinha que eu acabei de notar e que quero deixar registrado. Na cultura do Egito, os gatos são guardiões do outro mundo, eu acho que descobri o porquê. Eles fazem uns sons muito estranho quando estão no cio, ou sei lá como eles estão, mas um som como se fossem mortos, ou algo assim. Nossa, legal ter descoberto isso, vou pesquisar. Abraços e fui!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Equilibrismo e aviso da atualização de "homens e mulheres"

No meio está a virtude

Olá a todos, vim hoje escrever sobre uma coisa que eu venho pensando a algum tempo. Mas antes de entrar no assunto, gostaria de elogiar o Layout do Office 2007 que está muito bom, meu amigo disse que esse Layout influenciou muitos outros programas, não é pra menos, ele é muito bom.

Agora sobre o assunto, alguns de vocês já ouviram falar na frase de Aristóteles que é “In Medio Stat Virtus” que traduzindo do latim fica “No meio está a virtude”? Essa frase para mim parecia ser verdadeiras em muitas e muitas situações, eu sempre me perguntava o porquê dessa frase se enquadrar bem as coisas, não gostaria de ter como resposta a afirmação “Ah, porque se encaixa...”, é muito banal, por isso, desde sempre, ao me referir essa frase, eu me preocupo em dizer apenas as situações que foram testadas por mim.

Exemplos são vários, vou citar alguns. A terra por exemplo, parece estar em equilíbrio em todas as coisas, o equilíbrio que permite a vida. Átomos não tão agitados e nem tão parados. A flora e a fauna estão em constante equilíbrio, pois uma depende da outra, o grande problema é que o homem evoluiu de mais e ta fazendo com que haja desequilíbrio, mas isso não importa agora.

Outro bom exemplo é aquela frase “tudo de mais é veneno”, alguém deve ter feito essa frase em observação de que o equilíbrio é o melhor. O corpo humano também trabalha melhor em equilíbrio, e parece que para tudo que aumenta, existe um algo que faça diminuir. Assim como eu acredito no equilíbrio natural do universo inteiro, mas até pouco tempo atrás eu me perguntava, porque há esse equilíbrio? Não posso me contentar em aceitar no argumento de que isso é simplesmente por ser.

Eu estava andando pelo Orkut, quando li um perfil que continha uma frase envolvendo “Ideal” “Real” e “Equilíbrio”. Ai eu pensei, realmente, existe equilíbrio até nisso, mas por quê? Então eu comecei a pensar no equilíbrio do universo inteiro, comecei a imaginar como ele seria se não fosse equilibrado, se para cada coisa que aumentasse, não existisse algo que diminuísse. Cheguei a conclusão que o equilíbrio é a base da existência.

Imagine você, existir algo que não houvesse equilíbrio, algo que aumentasse sem ter algo que o diminuísse, ou vice-versa. Teríamos então o que os físicos chamam, pelo o que entendi, de uma “singularidade”. Ou seja, teríamos uma curva a qual nunca mudasse de direção, estaria sempre aumentando e aumentando ou diminuindo e diminuindo, para todo o sempre. Como então o universo poderia se desenvolver nessa situação? Chegar ao ponto de poder existir vida? Seria tudo monótono, com apenas uma singularidade tomando conta de tudo, algo como o Big Bang sem explodir, e isso não seria equilibrado.

Já que se tudo não fosse equilibrado e o universo não existisse, então suponho, por eu existir, que o universo é equilibrado. Também há a possibilidade de o universo não ser equilibrado e mesmo assim existimos, quem sabe a verdade? Mas eu acredito que somos um equilíbrio. Mas como esse equilíbrio começou a existir? Eu sou a favor da teoria do surgimento espontâneo, eu já havia pensado nessa possibilidade antes, e essa idéia de equilíbrio só reforça o que eu pensava antes.

Eu já disse que acho possível que, em universo onde apenas existisse um vácuo total, um átomo simplesmente aparecesse, de um universo que não existe, mas estável que ainda sim fosse estável o suficiente para fazer mini-viagens temporais como alguns cientistas dizem ser possível, e daí, o universo imaginário tornasse real aos poucos. Mas como a idéia de equilíbrio reforça essa outra idéia? Quem sabe se esse universo imaginário e que tornou-se real não seja algo equilibrado?

Mas ai eu pensei em outra idéia, sendo influenciada bem pelo toque equilibrista, da seguinte forma. Qual é o equilíbrio entre o tudo e o nada? O médio. O que seria o nada no universo, o vácuo total, e o que seria o tudo? Não sei exatamente, mas imagino algo completamente preenchido e sem espaço para nada, nem mesmo para outras reações do que já existe, pois o tudo já está ali. Então, a forma que o universo se apresenta hoje, seria o médio. E por isso que o universo existe, para que nem o vácuo total e nem o tudo domine.

Outra idéia partindo do ponto equilibrista é o dilema entre determinismo e aleatoriedade, magia e real. Para explicar isso, vou fazer uma pequena introdução. Vivemos em um tempo em que o humano já descobriu que quase tudo pode ser pré-determinado, ou até mesmo determinado totalmente, por meio da matemática, e com isso, a idéia de pensar que tudo está já está determinado por leis físicas e matemáticas não é estranha. Mas onde está o equilíbrio ai? Qual o motivo disso?

Equilibrar, também. Eu imagino que o começo foi aleatório, porque se fosse escolhido para ser como tal, quem o escolheu? E já que hoje tudo é determinado por leis, o que eu acredito, então onde está o equilíbrio? Por isso eu acredito que o começo foi aleatório e que o resto é determinado. Para manter o equilíbrio. Talvez haja outro começo, outro big bang, e talvez no próprio big bang, onde os cientistas dizem ser meio que uma singularidade, haja aleatoriedade.

E entre o real e o mágico, para mim, ser real já é mágico. Como explicar a realidade? Como explicar a perfeição de todo esse sistema universal? Viver e poder fazer coisas incríveis com o conhecimento. Muitas pessoas desejariam muito viver em outra realidade, onde existisse o tipo de magia fantasiosa, você poder voar, seu pensamento ter poder, você ser portador de uma força incrível, tal como os animes, um Goku da vida.

Mas eu fico imaginando, como seria viver em um mundo assim? Quem garante a estabilidade? O destino todo na mão de uma única pessoa, isso me parece estranho. Quem me garante que o mal mágico não vença o bem? Esses animes fazem tanto sucesso porque apelam para o instinto, sempre o personagem principal se dá bem, por isso gostamos. A sensação de ter poder, humanos gostam disso.

Num mundo onde a magia fantasiosa não existe, tê-la é ter poder. Mas não seria, por exemplo, esse computador um tipo de magia? O próprio corpo humano ser uma forma de magia? A existência? Poder prever as coisas e gozar do simples fato de existir? Ter magia fantasiosa seria uma vantagem, por isso que as pessoas gostam de pensar em si próprias tendo tal magia, mas imagina se todo mundo tivesse essa magia, como seria? Acredito que um perfeito caos ou um mundo adaptado, onde todo mundo tivesse a magia e ninguém veria graça nisso.

Buscar o equilíbrio no dia-a-dia é uma ótima forma de viver feliz. Como tudo de mais faz mal, raciocínio e instinto de mais fazem mal para a vida sem si, de alguma forma, por isso vou procurar um equilíbrio. Mas como saber qual é o meio, se para tal, precisamos saber onde é a extremidade? Como saber qual é o meio da reta se não se sabe o cumprimento da mesma? Testando seria uma boa forma, mas meio perigoso.

Enfim, com isso eu vou me despedindo amiguinhos, acho que daqui a uns dias estarei postando de novo, mas não é certeza, pois a preguiça é grande. Abraço a todos, até mais. Ah sim, atualizei "Mais coisas sobre homens e mulheres" e botei juntei os links com o título parecido lá, dêem uma olhadinha. Aqui está o link http://barnabasspenser.blogspot.com/2008/10/mais-coisas-sobre-homens-e-mulheres.html . Fui!