sábado, 28 de março de 2009

Mais sobre sociedade e religião. Copiar e colar da resposta que eu dei ao Pedro, no blog, Pensadores Blog

Galera, hoje eu venho mostrar-lhes a resposta que eu fiz ao meu amigo Pedro, no blog "http://ospensadoresblog.blogspot.com/", eu também achei o tema muito interessante e como eu uso esse blog pra reunir meus pensamentos, e não lembro de ter posto algo sobre o assunto tão detalhadamente, eu copiei de lá e escrevi aqui também. Lembrando que o tópico é de lá, aqui é só uma copia, entrem lá e conheçam o blog também!

Resposta ao Pedro: Mais sobre sociedade e religião

"e todos tinha que contribuir um pouco com a tribo, está ai a sociedade primitiva, então um outro homem teve a ideia de girino de fazer um outro aldeão caçar por ele enquanto fica na aldeia aproveitando tudo do bom e do melhor"

Pedro, eu acredito que essa não tenha sido realmente a ordem natural das coisas. Não esqueça-se de sempre se perguntar o "Porque" de todas as coisas. Porque ele teve essa ideia? para ter mais poder. Pra que ele quis mais poder? Pra garantir a sobrevivência dele. Pra que ele teve que garantir a sobrevivência dele? Porque ele se sentiu ameaçado. Pelo o que ele se sentiu ameaçado? Vou deixar essa pergunta em aberto. Outra coisa também, se ele conseguiu mandar outra pessoa fazer aquilo que ele deveria fazer e ficou no bem bom lá, também devemos nos perguntar o porque ele conseguiu isso. Porque ele conseguiu que a outra pessoa fosse caçar por ele? Ele tinha mais poder? Vou abrir um novo paragrafo para iniciar a teoria que eu pensei para responder as perguntas em aberto aqui.

Pelo o que ele se sentiu ameaçado e o que fez outra pessoa fazer o que ele deveria fazer? Na verdade, eu não acho que as duas coisas tenham acontecido ao mesmo tempo. Imaginemos a seguinte situação. Há uma determinada área lotada de porcos ou então uma área fértil, no meio de um deserto, apenas uma comunidade ou aldeia conseguiria sobreviver ali, a outra morreria, então inciá-se a disputa entre as aldeias e aquela que ganhasse, ficaria no tal lugar tendo assim mais chances de sobreviver. É a mesma coisa de dois animais caçando a mesma preza, o mais fraco consegue derrubar porque estava mais perto, mas ao perceber o mais forte vindo, sai de perto da presa porque sabe que vai apanhar, ficando assim, com fome e com mais chances de morrer porque está sem energia para correr dos outros predadores.

É mais ou menos isso o que fez uma tribo entrar em conflito com a outra. Sobre a questão de uma pessoa mandar na outra, isso aconteceu em outro tempo, num tempo onde a tribo mais forte era a mais organizada, e para se organizar, precisa-se determinar quais pessoas fazem tal trabalho. Treina-se uma determinada quantidade de pessoas para lutar, outra para fazer armas para as pessoas que irão lutar e outra para caçar. Esse estilo de tribo provavelmente iria ganhar de outra tribo onde todas as pessoas estão agrupadas só para se proteger. Mas ainda não foi nessa situação onde começaram a aparecer as "classes sociais" acredito eu, foi mais pra frente, numa época em a sociedade já estava acostumada ao estilo cada um faz seu trabalho e também elas já usavam pecuária e agricultura para sobreviver. Imaginemos o seguinte caso:

Na sociedade, haviam quatro grupos de pessoas, os lutadores, os ferreiros, os pecuarios e os preparadores de carne profissionais. Supondo que os lutadores sejam necessários pra defender a vila, os ferreiros necessários para dar ataque a vila, os pecuaristas necessários por causa de suas técnicas em criar animais para alimentar a vila e os preparadores profissionais necessarios para fazer uma boa comida, em tempos de crise, os primeiros a serem deixados de lado são os preparadores de carne, pois fazer uma carne boa, de todos, é o mais desnecessários entre os necessários, por isso, os lutadores, ferreiros e percuaristas estariam uma classe social a cima dos preparadores de carne profissionais. Em uma sociedade mais avançada por exemplo, teríamos um faxineiro, um soldado, um médico, um cientista e um agricultor, de todos estes, quem é o mais desnecessário entre os necessários? O faxineiro, por isso, ele seria o primeiro a sofrer em tempos de crise. Dinheiro serve como uma forma de medir quem é mais necessário para a sociedade, digamos assim. Com isso, criaram-se as classes sócias. Porque o faxineiro é faxineiro então?

Digamos que seja necessário 2 cientistas em uma tribo, mas há 3 cientistas, os 2 melhores pegam o emprego e o terceiro, sem emprego, vira faxineiro. Não podemos negar este fato. Se faxineiro fosse desnecessário na sociedade, ele não ganhava dinheiro, mas é, embora que pouco, e isso é refletido no seu salário. O dinheiro é puramente representativo para isso e por isso que eu acho que o mercado capitalista é o que faz mais evoluir, embora mais cruel.

No caso do bispo que o Pedro falou. Pedro, o padre tem sua fé, por algum motivo ele acredita realmente que Deus exista e na biblía, e a biblía é clara quanto a isso, toda a vida é sagrada, Deus sabe o que faz e o humano tem livre arbítrio o qual Deus não interfere. Embora essas 3 afirmações da biblia sejam contraditorias, o bispo, por alguma razão, não percebe isso, e isso o torna fiel as leis de Deus. Vejamos o caso da menina, gravida de estupro e com dois gemios. Para mim, o que o bispo pensou numa situação dessas é: "Deus sabe o que faz" "Toda a vida é sagrada, inclusive a que irá nascer" "O homem tem livre arbítrio para fazer o bem e o mal, matar uma vida que está para nascer é mal" e por isso, achou essas afirmações o suficiente para excomungar os tais médicos e a mãe da menina. Inclusive, não sei porque este caso teve tanta repercussão, se são as leis de Deus, quem é o medico para achar ruim que foi excomungado, sendo ele catolico? E porque ele iria achar ruim que excomungado, se conhece a filosofia cristã e não acredita nela? Isso pode causar até certa raiva no ateu, no caso do ateu, mas provavelmente ele aceitaria a ignorância do padre e esqueceria isso. E outra coisa, como podem católicos discordarem do aborto se o aborto é lei da igreja? Então esses católicos não concordam com a fé que eles seguem? Então porque eles se dizem católico? Muito católico falso por ai hein.

Sobre o estupro ser mais grave que uma vida, segundo a biblia, isso é verdade, porque deus sabe o que faz, mas Deus não pode fazer nada se uma pessoa tirar a vida da outra. Bem, isso é muito contraditório. Eu ri mesmo quando eu vi uma noticia dizendo o seguinte "Era mais urgente salvaguardar a vida inocente e trazê-la para um nível de humanidade, coisa em que nós, homens de igreja, devemos ser mestres. Assim não foi e infelizmente a credibilidade de nosso ensinamento está em risco, pois parece insensível e sem misericórdia", escreve o bispo." Uma tentativa desesperada de não perder mais fieis, na minha opinião.

Oh sim, isso me leva a refletir o porque existe religião. Se ninguem percebeu, o que eu acho difícil, religião é um dos poderes mais fortes que há, por isso, é uma incrível fonte de sobrevivência para os quais estão no auge dela, e isso faz com os que estão no auge tentem enganar as pessoas para conseguir manobra-las. Mais ou menos isso. A religião pode ter ocorrido em qualquer momento no desenvolvimento da sociedade, no começo de modo simples, mas depois foi evoluindo, como todo resto.

Lembrando que tudo o que eu disse a cima são opiniões e teorias pessoas, tendo poucos fatos realmente reais de que estou certo. Nunca esqueçam sempre de se perguntar o porque na frente de tudo, forte abraço para todos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Conhecimento, justiça dos homens e um pouquinho mais de equilibrismo

Teoria do conhecimento e visão sobre justiça
sob o ângulo da psicologia evolutiva

Olá amiguinhos, como eu não tenho nada pra fazer aqui no curso, eu resolvi fazer uma postagem para o meu blog. A tempos eu estava planejando isso, mas nunca o fiz por preguiça. Hoje eu vou escrever uma introdução sobre a minha teoria de como ensinar as pessoas, tanto conhecimento cientifico quanto conhecimento filosófico, conhecimentos que sirvam pra vida, e como teoricamente, fazer uma pessoa mudar de posicionamento filosófico. Lembrando que tudo abaixo são teorias e que eu não testei todas, eu gostaria muito de poder explicar todas as coisas do mundo só com a força do pensamento, mas é difícil, tem que pesquisar!

Em alguma postagem anterior, eu comentei que a personalidade humana normalmente se faz para avantajar as chances de sobrevivência dela. Ela sofre mais, fica mais feliz e também ganha mais chances de sobrevivência do que quem vive por raciocínio, que sofre menos, mas fica menos feliz mas também tem menos chances de sobreviver.

Supondo que você queria aumentar o nível de conhecimento de alguém com suas experiências, e vá ensinar a ela alguma coisa, é provável que ela vá simplesmente escutar e não dar a mínima atenção, isso porque o seu conhecimento só é necessário pra sua vida, levando em conta que a vida dela seja totalmente diferente da sua, com isso, os objetivos e as coisas que aumentam ainda mais as chances dela sobreviver.

Normalmente, quando se quer dar um conselho pra alguém é porque não concorda com o estilo de vida dela, por isso, ao você dar conselhos, é aconselhável que você pondere se realmente ela precisa daquele conselho, e caso a resposta seja sim, convença-a que ela precisa. Como convencer? Mostrar pra ela que ela vai ter melhores chances de sobreviver daquele jeito.

Isso aplica-se também na escola, quando um professor que ensinar um conteúdo a um aluno, para mim, o aprendizado fica muito mais fixo se o professor relacionar os temas e mostrar todas as interligações, além de mostrar para o aluno que ele vai precisar daquele conhecimento quando crescer, e que aquele conhecimento vai melhorar as chances de sobrevivência dele, isso fará com que o aluno dê mais atenção.

Há o caso do aluno pensar que as chances de sobrevivência dele já estejam garantidas, por isso, você tem que mostrar o contrario para que o aluno veja que ele realmente precisa aprender. Caso seja o caso das chances de sobreviver dele sejam boas pra ele, ele pode não seguir seu conselho, nesse caso, não acho que há motivos para se preocupar, mas cada caso é um caso.

Há casos também que a pessoa considere viver melhor ter menos chances de sobreviver. É o caso do filme “Eu, Robô”, com Will Smith, no filme, os robôs tinham que proteger os humanos e garantir que eles sobrevivessem, e isso fez com que todos os robôs considerassem que a melhor forma de proteger os humanos seria os manter em cativeiro, entretanto, muita gente prefira viver com emoção e pouco a viver sem emoção e muito. Eu estou em duvida em qual eu vou querer na minha vida, mas acredito que seja o equilíbrio.

Nesse caso, acredito eu que os humanos devam errar para descobrir o que é certo, agora imagem alguns bilhões de pessoas errando, acaba com o planeta, essa foi a lógica dos robôs eu acho, mas além dos humanos precisarem errar, eles precisam se reproduzir e com os melhores genes, isso faz com que os humanos tenham vontade de viver mais a vida. Eu acredito que eu sou do jeito que sou porque vejo melhores condições de sobreviver e reproduzir assim, se bem que o reproduzir ta me forçado a mudar. Novamente, apelo para o equilíbrio, se alguém tiver um argumento contra, me mostre, por favor.

Bem, se o caso não for esse, eu acho que é possível convencer a pessoa que é melhor ela mudar de vida. Um ladrão, por exemplo, não vai ter nem reproduzir e nem boas condições de vida, apenas um prazer momentâneo em gastar dinheiro que não é compensado com o que pode lhe trazer as conseqüências depois. Entretanto, ninguém quer ser “ladrão” só por ser, sempre há um motivo, por exemplo, pra ter mais dinheiro pra se mostrar pros amigos porque os amigos são muito amostrados e por isso a pessoa se sente humilhada.

Esse tipo de comportamento é levado pelo impulso que os humanos têm de serem os melhores no meio em que vivem, mas isso nem sempre é sadio, segundo as leis dos homens. A psicologia evolutiva segue a lei dos animais, por isso tem que se adaptar com o raciocínio, e é isso que esse tipo de pessoa precisa em minha opinião. Há também os casos em que a pessoa vira ladrão no sentido de sobreviver mesmo, um mendigo passando fome na rua, ele tem motivos pra roubar sim, ele precisa comer, uma coisa básica que todo o humano deveria ter.

Por isso que para mim, fazer justiça ou tomar uma atitude quanto ao comportamento dos humanos é complicado, entretanto, esse raciocínio de hoje me ajudou a ter algumas idéias. Eu descobri que eu penso pouco, só antes de ir dormir, porque o resto do meu tempo eu me ocupo com coisas bestas, tipo falar no MSN, jogar algum jogo ou passar tempo com bobagem. Agora vou ver se tiro alguma horinha só pra meditar, como o Elon disse. Meditar no sentido de pensar.

As leis de convivência humana são bem simples, cada pessoa tem que respeitar diretamente o direito da outra de ter o livre arbítrio, acredito que seja algo mais ou menos assim. Isso não impede que uma pessoa chame toda a atenção pra ela, fazendo a outra ter menos escolhas, isso é conseqüência do livre arbítrio da que chamou atenção e não interrompeu diretamente o livre arbítrio da prejudicada, e ai que o lado animal dos humanos pode se manifestar. Acho que eu estou fugindo do tópico da postagem com a partir de agora, mas quem mata também, ta interferindo no livre arbítrio da outra, mas se a outra pessoa ta morta, quem vai revogar os direitos?

O lado humano das outras pessoas, que se sentem ameaçadas com o fato de um semelhante seu ter morrido e o próximo ser ela, essas pessoas vão pedir justiça para o assassino ser preso e não matar ninguém, nem ela mesma. É isso o que faz casos de gente de classe media alta ter tanta repercussão enquanto muitos negros na áfrica morrem de fome, porque ali são semelhantes humanos, mas em uma terra distante.

Eu falei de equilíbrio hoje e queria atentar sobre uma coisa. Segundo minha teoria equilibrista, tudo na sociedade ta em equilíbrio, por isso eu tenho maior medo de mudar alguma coisa, mas novamente, tudo está em equilíbrio, até as ações que eu irei fazer. É meio complicado de entender, mas imagem que você tenha o resultado 5, esse resultado pode ser o resultado de 3+7/2 ou 5+5/2 ou 8+2+5/3. Por isso não é aconselhável você simplesmente aceitar que aquilo é equilíbrio e não procurar saber mais, pois isso pode te fazer ter uma idéia errada da coisa, tal como religião. Eu não trato minha filosofia do equilibrismo como religião e por isso, não admito que ela seja a verdade absoluta, como religião o faz. Mas eu acredito que minha filosofia possa ser levada como religião também.

Acredito que eu primeiro deva considerar as chances de sobrevivência de um determinado grupo antes de ver os motivos de um individuo. Por exemplo, na minha escola uns poucos alunos perturbam e prejudica a sala inteira, mas eu sei que esses alunos perturbam por causa de qualquer condição de vida que eles tenham, e eles não têm culpa de perturbarem como perturbam, entretanto, devemos ver pelo lado de que é importante para a sala de alunos inteira terem a aula, pois há alguns alunos que querem aprender, e com isso, melhorar suas chances de sobrevivência deles. Já os alunos que perturbam, acho que o melhor caminho é conversar com eles e tentar amenizar a situação, deixar perturbar uma aula ou outra só pra ter historia pra contar pros amigos, pois isso melhora as chances de sobrevivência dele, no ciclo social que ele tem, mas as mais importantes não permitir perturbação. Outra coisa que também poderia ser feita seria mudar o ciclo de relação social dos alunos que perturbam, mas ai seria muito complicado, e há casos em que uma família desestruturada pode prejudicar o aluno e fazê-lo perturbar, e arrumar uma família desestruturada já é um trabalho enorme. Acabei de notar que os grandes lideres sempre pensavam nas chances de sobrevivência de seu grupo. Caramba, o instinto consegue calcular isso num instante e eu só consegui descobrir isso agora, depois de pensar pra caramba em um monte de assunto.

Bem, com isso amiguinhos, vou terminar minha postagem, e vou ver um dia pra fazer exercícios físicos e para meditar, embora isso melhore minhas chances de sobrevivência, minha tendência para o racional faz eu ser preguiçoso para isso. Pessoas instintivas são menos preguiçosas porque para elas, o sacrifício a ser feito é valido pelo aumento de chances, para os racionais, que não querem nem viver, não. E por isso eu sou muitíssimo preguiçoso. Tchau a todos, abraços.

domingo, 22 de março de 2009

Sub-temas: Capitalismo e Romantismo

Sub-temas

Olá a todos, a constante preguiça de fazer qualquer coisa sempre está presente, mas a vontade de fazer essa postagem é maior que a preguiça porque eu não quero esquecer e porque eu to sem nada pra fazer. Eu ia escrever essa postagem lá no curso, mas deu preguiça. Bem, vou deixar de informações inúteis, pois este primeiro parágrafo é para isso e vou escrever sobre os dois sub-temas que eu vou falar hoje aqui. Não são bem uns temas sabe? Eu na verdade vou escrever sobre uma complementação do capitalismo e sobre o animal e instinto e vou botar os respectivos tópicos de ligação.

Eu estive pensando, para mim, o capitalismo é como se fosse a seleção natural mesmo, os mais fortes ganham mais dinheiro, e ganhar dinheiro se traduz em chances de sobreviver. Os mais fracos ficam com menos dinheiro e por isso tem menos chances de sobreviver. Até ai tudo bem, mas o que me fez ficar pensado é o fato de que, se fosse na seleção natural, os que tem menos chances de sobreviver simplesmente morreriam, em vez de levar uma vida miserável comparável a vida que as pessoas pobres levam.

Na verdade, eu posso estar enganado, quando na verdade, alguns animais também levam uma vida miserável na natureza, os piores, mas não tenho certeza que isso seja verdade. Mas caso não for, o sistema capitalista deveria se reformular para dar oportunidade aqueles que levam uma vida miserável, pelo menos pra tirar a fome e o frio de todo o mundo, isso é o mínimo. Mas bem, acho que é natural todo humano instintivo sofrer, seja pobre ou rico, sistema evolutivo ta ai para os instintos ainda.

Eu lembro do nazismo ou daquelas camarás de gás que o meu professor de historia falou, não sei se concordo muito bem com isso, pois não tenho certeza se a partir do momento em que pessoas muito pobres desaparecem do sistema capitalista, outras entram no lugar, pelo fato de que o sistema capitalista realmente seja falho, ou não, nesta questão ou se é tendência dele. Eu teria que fazer um estudo mais aprofundado sobre o assunto e também ter mais fontes, mas acredito que caso seja o caso, o governo iria ter que manter um certo controle para não deixar que as pessoas fiquem pobres ou matá-las assim que isso acontecer.

Uma coisa que eu pensei e que poderia ajudar é a pessoa ter que pagar para poder ter filho ou até mesmo para ter o direito a vida, isso diminuiria drasticamente o numero de pessoas pobres e inúteis da sociedade, entretanto, provavelmente iria contra o direito a vida. É um tema bem complexo, mas é uma idéia que eu vou deixar em aberto para mim mesmo. Eu acho que conseguirei tomar alguma decisão quando saciar essas minhas dúvidas, sobre se existe animais miseráveis no processo evolutivo ou se os miseráveis morrem, se o sistema capitalista tem a tendência de tornar as pessoas pobres e se inúteis na sociedade realmente são inúteis. Mas qualquer forma, medidas drásticas como matar multidões para mim não é a solução, só to falando isso no ponto evolutivo, mas também temos o ponto racional, que não é evolutivo e sim logístico.

Esse negocio de ponto racional e instintivo eu falei no tópico anterior, e o outro sub-tema que eu vou falar também está relacionado com o tópico anterior. Eu estive pensando, há casos em que a pessoa não segue nem exatamente o instinto e nem exatamente o racional, segue o que para elas, é o certo da união entre o instinto e o racional, a moral e o romantismo. Na verdade, a moral e o romantismo ajuda a manter um equilíbrio entre o instinto e o racional para dar chances de sobreviver com racionalidade, eu nunca percebi isso antes, mas é mais ou menos isso mesmo. Eu ainda não tenho muita experiência sobre o romantismo e a moral, mas vou pesquisar.

O romantismo e a moral também pode ser unido a personalidade como um todo, mas para mim, antigamente, personalidade só se desenvolvia para você se encaixar num grupo determinado grupo social que mais o fazia ter chances de sobreviver, a moral e o romantismo é algo mais individual, mas que também é faz parte da personalidade, mas eu prefiro dar uma atenção maior a esses dois aspectos agora. Na verdade eu fala só em romantismo para designar também moral, mas assim que eu comecei a escrever esse tópico eu pensei, e caso não haja interesse sexual no meio, só de amizade? Daí deveria entrar a moral, ou outra coisa. Na verdade, eu pensei no romantismo como sendo “Visão romântica do mundo”, isso engloba também amizade. Mas a moral é meio diferente, não sei explicar ainda, até antes de escrever esse tópico eu só tinha a “visão romântica do mundo”, ou romantismo.

Eu aprendi a ser romântico quando era criança com minha mãe, principalmente com ela, mas acabei perdendo toda essa visão romântica no percurso, hoje eu to meio perdido quanto o romantismo no sentido de visão romântica do mundo, mas eu vou tentar criar uma visão romântica pra organizar o meu instinto e o meu racional pra poder viver melhor, pois afinal, eu sou humano e sou instintivo e racional. Eu comecei a pensar nisso por causa do meu amigo, que teimava em ser romântico todo o tempo mesmo eu dizendo a ele que não valia a pena, hoje eu vejo que em alguma coisa vale a pena sim.

O que eu tenho medo também é de me prender a um romantismo. Eu tenho medo de me prender, prender o meu pensamento, por isso eu tento não ter status, conceito ou religião, embora de um tempo pra cá eu tenha adquirido um pouquinho de cada mesmo sem querer, isso me ajudou a sobreviver melhor em forma instintiva, mas não puramente racional, como eu explico na postagem que explica o racional e o instintivo. Por isso eu vou procurar cuidadosamente fazer algumas modificações e criar alguns conceitos ou visões. Bom, tem também o objetivo de vida que interfere nessas coisas também.

Agora, nessa situação de vida que eu to, o meu objetivo de vida é ter mais conhecimento, mas eu acredito que isso irá mudar assim que eu sentir um gosto forte de como é ser instintivo, mas eu tentarei não sair dessa linha. Bem, acredito eu que quando as pessoas vão ficando mais velhas, se torna mais difícil para elas continuar levando um estilo de vida instintivo muito ativo, por isso elas ou se tornam mais calmas. Acho que nesse momento de calmaria, provavelmente é uma boa chance para se voltar ao pensamento, mas ai eu teria perdido uma boa parte da vida na vida instintiva, mas também teria muitas experiências para pensar, isso se eu não me acostumar a apenas um estilo de vida instintiva, nesse caso, vai se tornar uma experiência repetitiva e pouco aproveitadora.

Bom amiguinhos, esses são os dois sub-temas que eu pretendia escrever hoje. Aqui segue os links das postagens principais:
Capitalismo e evolução: http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/03/um-pequeno-poema-teoria-sobre-certo-e.html
Instintivo e racional: http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/03/adoracao-celebridades-mercado.html
Com isso vou dormir, forte abraço para todos, acho que ainda esse mês eu atualizo de novo, mas não é promessa. Tema eu tenho, o que me falta é vontade. Até mais.

terça-feira, 17 de março de 2009

Adoração à celebridades, mercado capitalista e relação as visões racionais e instintivas do mundo

Nova descoberta sobre racionais e instintivos


Olá a todos, sem mais redundâncias, venho hoje lhes falar sobre uma descoberta muito legal que eu fiz, é sobre psicologia, e o dilema que ela me trouxe. É sobre aquele negocio que tantas vezes eu escrevi aqui, o lado animal e pensador do humano. Sempre tive dúvidas quanto ao que determinada o humano ir mais pelo seu lado animal ou pensador, e agora eu sei mais ou menos o que determina e também eu acho que posso escolher algum lado.

O que eu antigamente dizia ser instintivo ou racional, na verdade é a quantidade de coisas que você quer na vida. O que eu dizia antes ser instintivo são pessoas que querem e batalham sempre por melhores chances de sobreviver e reproduzir, o que as obriga a serem mais sensíveis, exibir mais poder de status de qualquer forma e sempre buscar o melhor para si, seja para parceiros, coisas na vida e etc. e tudo pra agora.

Os racionais na verdade são pessoas que querem estar só com chances o suficiente para garantir a sobrevivência, não necessariamente as melhores chances de sobrevivência, apenas uma quantidade de chances razoavelmente confortável. O que define que pessoa vai querer o que, acredito eu, é o modo da vida que ela tem, e isso é determinado por diferentes fatores como condições corporais e inteligência, entre outras coisas.

Normalmente as pessoas sempre buscam o melhor para si, é o que acontece quando você começa a crescer e a sentir as emoções, e você sendo inexperiente, acaba sendo seduzido pelos instintos. Se você não consegue se adequar a um tipo de status, como por exemplo, o de adolescente popular, você recorre a outros tipos de status, como por exemplo, nerd ou sensível, qualquer um que você consiga se enquadrar e garantir melhores chances de sobreviver. Claro que tem uns status mais poderosos que outros, outros mais fracos. Normalmente os puros instintivos são os mais fortes descendo para os pseudo-racionais.

Os que considero racionais de verdade, não se preocupam com status, mas sim com garantir uma vida confortável. Na verdade, mal viver eles querem, pois viver é uma vontade instintiva. Um puro racional sempre procura o porque de tudo, adquirindo assim uma grande quantidade de conhecimento e pouquíssimo status para as pessoas prestarem atenção no que ele fala. Além também dele não ter um bom relacionamento com as pessoas, já que ele não sabe direito seguir os instintos, a não ser que tenha estudado. Os instintivos gostam de quem os fazem ter sensações, e sensações boas normalmente atraem sensações ruins. Os racionais não querem sensações, apenas esperar a vida passar. Normalmente, se vira racional quando se está muito decepcionado com a vida instintiva e se procura o porque de tudo aquilo, então você acaba filosofando sobre o porquê tudo no mundo existe, foi o meu caso e eu acho que deve ser a única forma de ser. Mas eu também tenho um pouco de instinto em mim.

Cria-se então duas linhas de visões, as dos instintivos e as dos racionais. Uma coisa muito interessante para expressar as diferenças dessas visões é o caso de adoração as celebridades, assedio, fofocas, essas coisas que relacionam o mundo das celebridades, seja lá quais forem. Afinal, o que as celebridades têm de tão especial para serem tão assediadas? Elas não são de carne e osso que nem nós? Será que eles realmente valem o assediam que recebem? Acredito que a resposta seja, depende de que visão você pertence.

Uma celebridade é realmente de carne e osso, mas ela é e não é igual a nós. Vou explicar. No caso de um músico por exemplo, só ele consegue compor aquelas músicas porque é o jeito dele, e ele é bom no jeito dele, é o melhor, único, e isso faz com que as pessoas que gostam das músicas dele, valorizem muito tal artista, porque a música que ele faz toca os seus fãs. Esses fãs dão uma quantidade muito grande de poder para tais artistas além da enorme quantidade de dinheiro que se ganha, o que ajuda ao artista causar mais sensações nas pessoas. Cria-se então uma sensação de poder quando se está ao lado daquela pessoa, principalmente se você a idolatra muito.

A visão a cima é a visão instintiva sobre o assunto, pra mim, um racional procuraria o motivo do artista ser tão bom, e então descobriria que o artista é igual as outras pessoas, mas o que diferencia ele das outras pessoas é um conjunto de experiências de vida único e bem proveitoso, o que faz ele fazer músicas boas, e que qualquer um no lugar daquele artista fazia músicas iguais as dele se estivessem no lugar dele, porque tudo tem um porque. Logo, veria que não há outra razão para idolatrar tanto o artista se não a que ele teve uma vida diferente, mas não especial no sentido de mágica.

E é por causa desse sentido mágico, talvez, que os fãs exijam tanto de seus idolos, querem saber sobre eles e dependendo do tipo de fã que sejam e do artista que é, exigem sempre que eles mantenham seus status. Por exemplo, uma modelo bonita não pode ficar gorda ou namorar com um cara feio, se não criticam ela, porque muita gente a considera poderosa de mais para se entregar a tais luxos. Ou então uma pessoa do mundo da moda andar com alguma outra coisa brega. Muita gente faz o status de moda um meio de vida e por isso, criticam muito quando um caso desses acontece. Isso me lembra o filme "O diablo veste prada" que tem como atora principal uma atriz que eu adoro e que é muito bonita.

O instintivo procura sempre as melhores chances de sobreviver, isso o faz consumir mais e é por isso que o mercado capitalista tentam manipular as pessoas para elas serem instintivas principalmente por meio da televisão. Já os racionais, consomem apenas o necessário para a manutenção da vida e por isso, seria péssimo para o mercado capitalista os ter como cliente. Mas novamente, é necessário saber o que é melhor para um ser humano, ser puro instintivo, puro racional ou metade de cada. Eu pessoalmente acho que metade de cada, mas não tenho certeza, talvez isso varie de caso para caso e etc. e é isso o que me dá tanto medo ao tentar converter um instintivo para o lado racional. E quem sabe se é melhor para o instintivo continuar instintivo?

Isso é uma grande dúvida para mim, embora eu ache que o lado racional se adapte a qualquer coisas, mas pode haver casos que é melhor ser instintivo mesmo. Talvez seja melhor para o instintivo ser instintivo até quando ele consegui ser, pois dessa forma ele vive mais intensivamente a vida dele, mesmo que num grande turbilhão, e seja só necessário interferir caso ele realmente perca o controle do que é melhores condições de reais de sobrevivência ou não. Por exemplo, se drogar quando se está num grupo de drogados melhora as suas condições de relacionamento com aquele grupo, e conseqüentemente, as suas condições de sobrevivência e relacionamento junto com eles. Mas será mesmo que aquele grupo tem as melhores chances de sobreviver? É isso o que eu chamo de chances ilusórias de sobrevivência. Roubar é outro exemplo.

Tem também aqueles instintivos que criam uma visão romântica do mundo que os faça pensar que são iguais a todo o mundo, mesmo agindo como se não fosse, não no sentido de se achar melhor, mas agir como melhor, como por exemplo, escutando música clássica e dizer que odeia funk, é um exemplo. Eu tinha uma dessas visões românticas, me desiludi, comecei a seguir a frase “tudo há um porque” e hoje estou como estou. Não sei se bom ou ruim, enfim, preciso analisar minhas condições de vida e etc. objetivos e essas coisas, depois eu vejo ai o que decidi.

De fato, é muito difícil ser um puro racional ou um puro instintivo, é algo como ying e yang, cada um tem que ter um pouquinho do outro, pelo menos um pouquinho. Também não sei se é fácil manter o equilíbrio, provavelmente isso dependa de fatores externos e por isso, seja complicado para as mais variadas situações. Cada caso é um caso, agrr, tenho que pesquisar mais ainda. Bem, com isso amiguinhos, vou me despedindo, abraço a todos, até mais.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Um pequeno poema, teoria sobre certo e errado. Explicação breve sobre sociedade e um pequeno poema.

Certo ou errado na sociedade

Olá amiguinhos, The ting tings é uma banda muito boa, indie pop, eu gosto de indie rock e agora indie pop, acho que sou indie, mas enjôo rápido de música indie. Mas não vim aqui falar sobre isso, não lembro se foi antes ou depois de meu PC quebrar que eu achei uma nova teoria. Trata-se sobre o certo e errado, mas não no sentido geral, mas sim no sentido individual, de cada pessoa.

É fácil o significado do simples e errado, só não havia ligado. Errado significa que piora as chances de sobreviver, certo significa que aumenta as chances de sobreviver, bem simples. Mas porque isso é individual? Essa pergunta é fácil, basta refletir um pouco. Existem muitas condições sociais e para cada qual, um conjunto de coisas que ajudam a sobreviver e outras que pioram, envolve religião, dinheiro, e muito mais. Mas eu acredito que haja um certo padrão, e este padrão formam as leis para se julgar.

Por exemplo, não se daria em viver em comunidade se os humanos costumassem matar uns aos outros sempre, isso atrasaria a evolução da comunidade, e a comunidade em si, melhora as chances de sobrevivência, então melhorar a comunidade melhorará também as chances de toda a população sobreviver, mas fato é que até onde eu saiba, a maioria das sociedades tiveram seus problemas. Será mesmo tão difícil fazer uma sociedade baseada nessas regras?

Eu realmente acredito que sim, levando em consideração que são os homens que fazem tais regras, e vindo os homens dos animais, eles demoraram muito para conseguirem pensar, e o pensamento no começo, foi caminhando, e aos poucos, foi se desenvolvendo. À medida que os pensamentos se desenvolviam e com isso, ficava mais difícil para o raciocínio humano organizar tudo. Deveríamos ser apenas animais, mas vejam o que construímos. Água encanada, televisão, banho, tudo isso é um luxo e ninguém nota. Comida na mesa então, nossa... Nunca precisei matar um animal grande na vida. Ainda vejo gente reclamando da vida porque é difícil. Antigamente, trocava-se tudo, até que um dia alguém criou o dinheiro e deu valor a ele, obrigou as pessoas a darem valor também. Lembro que eu vi em algum lugar que na china, o imperador teve que ameaçar de morte as pessoas pra elas aceitarem trocar arroz por papel, pois o papel tem pouca utilidade, o arroz alimenta, mas o papel representa a importância de arroz nas suas diferentes quantidade, um papel vale um arroz, dois papeis dois arroz, três papeis um arroz e um feijão, assim por diante. Vi três notas de cem reais e um mp5 e pensei, caramba, isso vale isso.

Haviam muitos filosóficos antigamente, até que a religião chegou. Ser humano não necessariamente significa ser um pensador, muita gente só aprende o básico e manda bala em ser animal, criei até um poema pra ilustrar isso e mostrarei no próximo parágrafo. Mas fato é que, penso eu, se pensadores dominassem mais a política do que pessoas com alta capacidade persuasiva, a sociedade seria mais bem estruturada. Pessoas com alta capacidade persuasiva não deixam de ser pensadores, mas são mais animais e por isso, são maus suscetíveis a querer poder, poder que nem sempre é bom, vejam o capitalismo e as pessoas que vivem nele. Mas poder trás evolução, mas só os mais fortes sobrevivem, ai eu fico com pena dos fracos, acho injusto, ai eu fico meio indeciso.

Eu provavelmente ainda irei fazer algumas alterações, mas vou adiantar. Segue agora, o poema em estado beta:

"Ser humano

Quando eu perder meu lado pensador
Tratem-me como um animal
Como um cachorro que faz qualquer coisa
Para receber um agrado do seu dono

Quando eu perder meu lado animal
Tratem-me como uma pedra
Como um computador que funciona a base da razão
Mas que não tem razão alguma para funcionar
"

Por: Leandro Moura


Obs.: Não gostei dessa repetição da palavra “animal”, mas até agora não achei coisa melhor, mas irei pensar no que fazer. Sobre o título, acabei de pensar.

O que o lado animal quer é maiores chances de sobreviver e reproduzir, o que o lado pensador do humano quer é... Não sei. hehehe. Com isso amiguinhos, com isso eu vou dormir, abraço para todos, até a próxima postagem.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Livro: O vendedor de sonhos. Pequena analise sobre sistema capitalismo e psicologia humana.

O vendedor de sonhos

Eu tinha três coisas importantes e legais para falar pra vocês, mas agora eu me esqueci, e como minha memória é fraca, provavelmente eu não lembrarei. Entretanto, vou esquecer esse assunto, se realmente for importante, provavelmente eu lembrarei. Meu PC quebrou, por isso eu não pude escrever quando quis, entretanto, como meu PC chegou, vou fazer uma postagem em comemoração e com um assunto qualquer.

Lembrei de uma coisa muito boa para se falar. Estou terminando de ler um livro, chamado: O vendedor de sonhos. De August Cury. Estou nos últimos capítulos, por isso posso adianta que minha leitura até agora foi excelente, eu comecei a ler o livro antes do meu PC quebrar. Vou fazer uma rápida sinopse sobre o livro.

A historia fala sobre um homem que apareceu do nada para vender sonhos para um intelectual que pretendia se matar. E ai começa a jornada deles, vendendo sonhos por ai. Acabou a sinopse. Mas onde se lê sonhos, na verdade são emoções humanas. O vendedor de sonhos até agora me mostrou uma realidade que eu pouco estive pensando, em ser completamente humano. Algo que para mim, é dificílimo. Mas o vendedor de sonhos tem uma larga experiência de vida e consegue fazer as pessoas se comoverem apenas com poucas frases de efeito moral, consegue fazer o mundo de mentira delas cair e fazer elas enxergarem o que é importante.

Discutir sobre esse livro é um ótimo assunto para essa postagem de hoje, por isso vou fazer render o assunto. Eu acredito que alguém que leu meu blog uma ou duas vezes sobre os casos de psicologia, já ouviu eu falar no tempo “animal e racional”. Para mim, isso é a principal essência do ser humano, mesclar o animal com a capacidade de racionar. O instinto é mais forte que o racional, mas o racional pode redirecionar o objetivo do instinto, para onde o racional convencer o instinto que há melhores chances de sobrevivência.

Mas, o racional pode consegui conformar o instinto, mas o instinto fica aprisionado num certo grau de insatisfação aceitável. O que o vendedor de sonhos pretende é liberar essa conformação e fazer as pessoas viverem mais intensamente e melhor, fazer com que as pessoas sejam muito bem equilibradas entre animal e racional, equilíbrio este que, certamente, eu não tenho. E tal equilíbrio seria muito útil para uma sociedade totalmente desequilibrada como a nossa, por causa do capitalismo e da religião. Ele propõe que paremos de ser parte do sistema e sejamos mais seres humanos.

O problema é que eu acho essa idéia extremamente complexa, devido ao fato de que só pessoas que sofrem aceitariam essa idéia, a maioria das outras pessoas iriam continuar no seu status de poder enquanto não fossem destronadas, provavelmente ele pensou nisso, ele só resgatou aqueles que precisavam, não força ninguém a mudar de vida, seus discípulos eram todos problemáticos, mas se mostraram bons homens depois de segui-lo, aprendendo a arte de vender sonhos, de fazer as pessoas se sentirem melhor e etc.

Ele falou de Jesus, o chamou de O Mestre dos Mestres. Simplesmente nunca concordarei com esta afirmação, Jesus pode ser sim uma grande fonte inspiradora de ótimas idéias, mas Jesus, na condição de filho de Deus, conseguindo fazer milagres e curar doentes, não merecia ser reverenciado, pois tal dom não foi desenvolvido por ele, e sim, simplesmente dado por Deus. E quem garante que deus não fez Jesus justamente para ser daquele jeito? Uma possibilidade que eu cogito é de Jesus ter sido um humano comum, mas portador de um grande conhecimento, tal coisa que o fez entrar para as lendas e ser usado em várias religiões. Mas é só uma teoria.

E de fato, eu não consigo o equilibro que o tal Vendedor dos sonhos queria vender, não consigo, pelo menos por enquanto, me socializar bem com as pessoas, faze-las felizes, falar as coisas certas, consola-las e etc. E ainda mais que o meu lado animal pede por poder, é difícil você não se encantar pela vida fácil e falsa que é o status. Status é meio comparável a religião, num curto período de tempo funciona, mas num longo não funciona, mas todos continuam por serem muitíssimos incentivados. Mas também acho que preciso de um pouco de status para me relacionar nessa sociedade, levando em consideração que a maioria das pessoas, de qualquer classe, valorizem algum tipo de status.

Então eu pensei, vou criar um status pra mim. O problema é que eu me sinto falso em fazer isso, por isso eu desisti da idéia, voltei a tentar ser o velho racional que tenta entender todo o mundo mas não trás nenhuma emoção pra ninguém. A sociedade capitalista usa muito a emoção como fonte pra render dinheiro, pois o dinheiro consegue aumentar o status e o status, por sua vez, aumenta a emoção. Mas me impressionei muito com o tipo de emoção sugerida pelo Vendedor de sonhos, é bem ao contrario.

Ele quer mudar a filosofia das pessoas, e não o sistema a qual elas vivem. Mas se as pessoas mudassem, parassem de ser consumistas e começassem a filosofar e ter apenas o necessário para a vida delas, o sistema capitalista cairia em uma grande depressão, porque pessoas que pensam consomem menos e gerariam menos lucro. Também já ouvi falar que já temos tecnologia o suficiente para sermos auto-sustentáveis, mas ainda queimamos petróleo porque esse é um gigantesco mercado.

As pessoas hoje em dia se preocupam de mais com cultura, status, dinheiro, poder e se preocupam de menos com suas próprias emoções, o que é realmente importante para a vida de um ser humano ser completa e equilibrada e era isso o que o vendedor de sonhos queria alertar a todos. Eu já estava meio alerta, pegando um pouquinho de status para entrar mais na sociedade, mas esse livro foi muito esclarecedor. O que é necessário para se viver equilibradamente? O equilibro, simplesmente isso. Não, não é tão simples, na verdade é, quando se sabe todos os fatores, o problema é saber todos os fatores.

Para você querer o equilíbrio, você tem que se desequilibrar, porque se não o equilíbrio é instável. É como uma ótima frase dita pelo vendedor de sonhos no livro, “Para se achar, é necessário se perder” e “quanto maior a confusão, maior a compreensão”. O cara que fez o livro é um psicólogo, não sei que linha terapêutica ele segue, mas gostei em parte do livro, tirando as partes de Jesus e os personagem serem meio forçados, mas não se são bem forçados, sabe... Podem até ser reais, conheço pouca quantidade de pessoas.

E eu acho que preciso melhorar minha vida nisso, conhecer mais gente e me divertir mais ao lado de humanos, assim eu terei mais cobaias pra continuar estudando e a vida vai ficar mais alegre, não é fácil ser filosofo, mas não reclamo, é bom também. Eu ainda sou fraco, o vendedor de sonhos é fortíssimo se comparado a mim, em termos de experiência com humanos, leiam o livro. Com isso amiguinhos, vou tomar banho e ir dormir, forte abraço a todos.

domingo, 1 de março de 2009

Big Brother, prostituição e um pouquinho de poder

Politicamente certinho

Olá amiguinhos, a tarde se mostra mais longa do que realmente é quando se está com sono e sem nada pra fazer, por isso, to escrevendo aqui para passar o tempo. Eu poderia ter começado o mês de fevereiro com quatro postagens, temas eu tenho, o que me impede é preguiça. Hoje eu vou falar sobre Big Brother novamente, algo que eu notei, comentei com minha mãe mas nunca vi ninguém dando atenção.

Eu estava assistindo o big brother, como sempre, tentando reter alguma informação de útil. Estava em uma prova de resistência, e vi todos os participantes lutando mentalmente contra seus próprios corpos em nome de ganhar a prova de resistência. Achei um absurdo alguém estar fazendo aquilo, lutando contra o próprio corpo, se submetendo a condições sub-humanas em nome de um prêmio.

O prêmio, que é uma quantia razoável em dinheiro, é considerado pelos participantes como algo suficientemente grande a ponto de achar que vale a pena se submeter a condições sub-humanas em nome do dinheiro. O que realmente pode ser verdade, e a sociedade em peso concorda com isso, mas este fato também me lembra de uma cosia, das muitas garotas e garotos que vendem o seu corpo em troca de dinheiro. O qual é a diferença entre isso e o big brother? Ambos se submetem a condições sub-humanas para ganhar dinheiro, então eu posso concluir que ser um participante do big brother é se prostituir.

Mas então, qual o motivo de terem preconceito contra prostitutas normais e as prostitutas do Big Brother Brasil(BBB)? O BBB é politicamente certinho, pois as pessoas não tem como discordar que realmente é algo que valha a pena, mas no caso da prostituição, além de ser uma coisa que cause má imagem, atrapalhe a vida de vários casais ou futuros casais e que ninguém gosta de ver seu filho se prostituindo sexualmente por causa de dinheiro, muitas pessoas discordam que é necessário se prostituir, e por isso tem preconceito com as várias garotas de classe baixa que se prostituem.

Não irei julgar aqui se é ignorância ou não da parte das pessoas que fazem esse julgamento, mas acredito que se alguém chega ao ponto de se prostituir, seja por motivos decentes ou não, é porque pensa que precisa. Considero um motivo descente se prostituir pra sobreviver e um motivo não descente é se prostituir pra ganhar dinheiro e com esse dinheiro, sustentar uma vida além do necessário e se habituar a essa vida, de qualquer forma, acredito que cabe a pessoa que está se prostituindo julgar se seus motivos, para ela, são descentes ou não, pois se algo é descente ou não, é relativo ao que se compara ou ao objetivo.

Eu pessoalmente não gosto de coisas excessivas, como por exemplo, poder. Dinheiro é poder, se prostituir pra ganhar dinheiro é se prostituir pra ganhar poder, e poder é algo desnecessário e fútil que só causa desejo de poder nas outras pessoas, o que desequilibra a sociedade, é algo como, ignorância gera ignorância, por isso eu não concordo com quem tem ambição por muito poder. É possível viver feliz tendo um mínimo de poder, acredito eu.

Alias, o motivo de muitas várias outras pessoas julgarem prostituição como ruim é para se sentirem melhores que aqueles que prostituem, eles simplesmente chegam a conclusão que são melhores sem realmente pensar a fundo sobre o assunto, isso ajuda a melhorar o ego deles, e também há aqueles que valorizam e desvalorizam o big brother, tudo uma questão de egos. Isso é assunto para outro tópico, com isso amiguinhos, vou terminando este tópico, bom inicio de mês a todos.