Teoria do conhecimento e visão sobre justiça
sob o ângulo da psicologia evolutiva
Olá amiguinhos, como eu não tenho nada pra fazer aqui no curso, eu resolvi fazer uma postagem para o meu blog. A tempos eu estava planejando isso, mas nunca o fiz por preguiça. Hoje eu vou escrever uma introdução sobre a minha teoria de como ensinar as pessoas, tanto conhecimento cientifico quanto conhecimento filosófico, conhecimentos que sirvam pra vida, e como teoricamente, fazer uma pessoa mudar de posicionamento filosófico. Lembrando que tudo abaixo são teorias e que eu não testei todas, eu gostaria muito de poder explicar todas as coisas do mundo só com a força do pensamento, mas é difícil, tem que pesquisar!
Em alguma postagem anterior, eu comentei que a personalidade humana normalmente se faz para avantajar as chances de sobrevivência dela. Ela sofre mais, fica mais feliz e também ganha mais chances de sobrevivência do que quem vive por raciocínio, que sofre menos, mas fica menos feliz mas também tem menos chances de sobreviver.
Supondo que você queria aumentar o nível de conhecimento de alguém com suas experiências, e vá ensinar a ela alguma coisa, é provável que ela vá simplesmente escutar e não dar a mínima atenção, isso porque o seu conhecimento só é necessário pra sua vida, levando em conta que a vida dela seja totalmente diferente da sua, com isso, os objetivos e as coisas que aumentam ainda mais as chances dela sobreviver.
Normalmente, quando se quer dar um conselho pra alguém é porque não concorda com o estilo de vida dela, por isso, ao você dar conselhos, é aconselhável que você pondere se realmente ela precisa daquele conselho, e caso a resposta seja sim, convença-a que ela precisa. Como convencer? Mostrar pra ela que ela vai ter melhores chances de sobreviver daquele jeito.
Isso aplica-se também na escola, quando um professor que ensinar um conteúdo a um aluno, para mim, o aprendizado fica muito mais fixo se o professor relacionar os temas e mostrar todas as interligações, além de mostrar para o aluno que ele vai precisar daquele conhecimento quando crescer, e que aquele conhecimento vai melhorar as chances de sobrevivência dele, isso fará com que o aluno dê mais atenção.
Há o caso do aluno pensar que as chances de sobrevivência dele já estejam garantidas, por isso, você tem que mostrar o contrario para que o aluno veja que ele realmente precisa aprender. Caso seja o caso das chances de sobreviver dele sejam boas pra ele, ele pode não seguir seu conselho, nesse caso, não acho que há motivos para se preocupar, mas cada caso é um caso.
Há casos também que a pessoa considere viver melhor ter menos chances de sobreviver. É o caso do filme “Eu, Robô”, com Will Smith, no filme, os robôs tinham que proteger os humanos e garantir que eles sobrevivessem, e isso fez com que todos os robôs considerassem que a melhor forma de proteger os humanos seria os manter em cativeiro, entretanto, muita gente prefira viver com emoção e pouco a viver sem emoção e muito. Eu estou em duvida em qual eu vou querer na minha vida, mas acredito que seja o equilíbrio.
Nesse caso, acredito eu que os humanos devam errar para descobrir o que é certo, agora imagem alguns bilhões de pessoas errando, acaba com o planeta, essa foi a lógica dos robôs eu acho, mas além dos humanos precisarem errar, eles precisam se reproduzir e com os melhores genes, isso faz com que os humanos tenham vontade de viver mais a vida. Eu acredito que eu sou do jeito que sou porque vejo melhores condições de sobreviver e reproduzir assim, se bem que o reproduzir ta me forçado a mudar. Novamente, apelo para o equilíbrio, se alguém tiver um argumento contra, me mostre, por favor.
Bem, se o caso não for esse, eu acho que é possível convencer a pessoa que é melhor ela mudar de vida. Um ladrão, por exemplo, não vai ter nem reproduzir e nem boas condições de vida, apenas um prazer momentâneo em gastar dinheiro que não é compensado com o que pode lhe trazer as conseqüências depois. Entretanto, ninguém quer ser “ladrão” só por ser, sempre há um motivo, por exemplo, pra ter mais dinheiro pra se mostrar pros amigos porque os amigos são muito amostrados e por isso a pessoa se sente humilhada.
Esse tipo de comportamento é levado pelo impulso que os humanos têm de serem os melhores no meio em que vivem, mas isso nem sempre é sadio, segundo as leis dos homens. A psicologia evolutiva segue a lei dos animais, por isso tem que se adaptar com o raciocínio, e é isso que esse tipo de pessoa precisa em minha opinião. Há também os casos em que a pessoa vira ladrão no sentido de sobreviver mesmo, um mendigo passando fome na rua, ele tem motivos pra roubar sim, ele precisa comer, uma coisa básica que todo o humano deveria ter.
Por isso que para mim, fazer justiça ou tomar uma atitude quanto ao comportamento dos humanos é complicado, entretanto, esse raciocínio de hoje me ajudou a ter algumas idéias. Eu descobri que eu penso pouco, só antes de ir dormir, porque o resto do meu tempo eu me ocupo com coisas bestas, tipo falar no MSN, jogar algum jogo ou passar tempo com bobagem. Agora vou ver se tiro alguma horinha só pra meditar, como o Elon disse. Meditar no sentido de pensar.
As leis de convivência humana são bem simples, cada pessoa tem que respeitar diretamente o direito da outra de ter o livre arbítrio, acredito que seja algo mais ou menos assim. Isso não impede que uma pessoa chame toda a atenção pra ela, fazendo a outra ter menos escolhas, isso é conseqüência do livre arbítrio da que chamou atenção e não interrompeu diretamente o livre arbítrio da prejudicada, e ai que o lado animal dos humanos pode se manifestar. Acho que eu estou fugindo do tópico da postagem com a partir de agora, mas quem mata também, ta interferindo no livre arbítrio da outra, mas se a outra pessoa ta morta, quem vai revogar os direitos?
O lado humano das outras pessoas, que se sentem ameaçadas com o fato de um semelhante seu ter morrido e o próximo ser ela, essas pessoas vão pedir justiça para o assassino ser preso e não matar ninguém, nem ela mesma. É isso o que faz casos de gente de classe media alta ter tanta repercussão enquanto muitos negros na áfrica morrem de fome, porque ali são semelhantes humanos, mas em uma terra distante.
Eu falei de equilíbrio hoje e queria atentar sobre uma coisa. Segundo minha teoria equilibrista, tudo na sociedade ta em equilíbrio, por isso eu tenho maior medo de mudar alguma coisa, mas novamente, tudo está em equilíbrio, até as ações que eu irei fazer. É meio complicado de entender, mas imagem que você tenha o resultado 5, esse resultado pode ser o resultado de 3+7/2 ou 5+5/2 ou 8+2+5/3. Por isso não é aconselhável você simplesmente aceitar que aquilo é equilíbrio e não procurar saber mais, pois isso pode te fazer ter uma idéia errada da coisa, tal como religião. Eu não trato minha filosofia do equilibrismo como religião e por isso, não admito que ela seja a verdade absoluta, como religião o faz. Mas eu acredito que minha filosofia possa ser levada como religião também.
Acredito que eu primeiro deva considerar as chances de sobrevivência de um determinado grupo antes de ver os motivos de um individuo. Por exemplo, na minha escola uns poucos alunos perturbam e prejudica a sala inteira, mas eu sei que esses alunos perturbam por causa de qualquer condição de vida que eles tenham, e eles não têm culpa de perturbarem como perturbam, entretanto, devemos ver pelo lado de que é importante para a sala de alunos inteira terem a aula, pois há alguns alunos que querem aprender, e com isso, melhorar suas chances de sobrevivência deles. Já os alunos que perturbam, acho que o melhor caminho é conversar com eles e tentar amenizar a situação, deixar perturbar uma aula ou outra só pra ter historia pra contar pros amigos, pois isso melhora as chances de sobrevivência dele, no ciclo social que ele tem, mas as mais importantes não permitir perturbação. Outra coisa que também poderia ser feita seria mudar o ciclo de relação social dos alunos que perturbam, mas ai seria muito complicado, e há casos em que uma família desestruturada pode prejudicar o aluno e fazê-lo perturbar, e arrumar uma família desestruturada já é um trabalho enorme. Acabei de notar que os grandes lideres sempre pensavam nas chances de sobrevivência de seu grupo. Caramba, o instinto consegue calcular isso num instante e eu só consegui descobrir isso agora, depois de pensar pra caramba em um monte de assunto.
Bem, com isso amiguinhos, vou terminar minha postagem, e vou ver um dia pra fazer exercícios físicos e para meditar, embora isso melhore minhas chances de sobrevivência, minha tendência para o racional faz eu ser preguiçoso para isso. Pessoas instintivas são menos preguiçosas porque para elas, o sacrifício a ser feito é valido pelo aumento de chances, para os racionais, que não querem nem viver, não. E por isso eu sou muitíssimo preguiçoso. Tchau a todos, abraços.
Nenhum comentário:
Postar um comentário