quarta-feira, 28 de maio de 2008

Ponto de vista sobre o Aborto

Olá amiguinhos, hoje irei falar sobre o aborto, tema esse que foi aberto pelo professor de atualidades lá da minha escola, e que eu achei bastante interessante por estar relacionado a temas como religião, direito a vida e moralidade, alem do mais, não precisarei escrever e entregar pro professor, o que me trás grande. Eu pretendo mostrar os principais pontos de vista de cada lado, a realidade sobre o assunto, e no final, opinar sobre o que eu acho.

Todos que são contra o aborto, normalmente dizem que matando a criança, estão indo contra o direito que a criança tem de viver, porque ela já existe, e dizem também que isso é assassinato. E também, muitos religiosos dizem que só deus tem direito de tirar a vida de alguém, e que é pecado e que a igreja condena.

Todos que são a favor, defendem o direito de a mulher poder fazer o que quiser com o seu corpo, e por isso, não é obrigada a sofrer tudo o que sofrem numa gravidez sem realmente estarem dispostas, e ainda cuidar do filho depois do parto, e talvez sofrer tendo que doar-lo.

A realidade é que, aborto é permitido, mas apenas quando é posto em risco a saúde da mãe ou em casos de gravidez de risco. Em casos como acidente, a gravidez não é permitida e a mãe é obrigada a ter o filho, porque se abortar, é crime. Mas, muitas mulheres acabam recorrendo ao aborto clandestino, o que pode não apenas tirar a vida do filho, mas a da mãe também.

E eu sou atualmente a favor, pelos seguintes fatores:

Muitos dizem que agredimos o direito a vida se matarmos um feto em desenvolvimento. Mas, muitos não tem certeza sobre onde a vida começa. Eu acredito que a vida é algo muito relativo. Se fossemos uma célula, um corpo humano nada mais seria que um monte de células juntas. Se formos ver de um ponto de vista atômico, somos um monte de átomos juntos. Então, pra mim, a vida começa a parti do momento em que existe uma célula. Mas há uma coisa muito interessante, a maioria que é contra o aborto, aprova a camisinha. Vocês não acham que, do mesmo jeito que aborto impede o feto de nascer, uma camisinha também não permita? Porque o espermatozóide é vivo, e junto com um óvulo, ele faz a divisão celular, cresce, e faz de novo, isso muitas e muitas vezes até formar os primeiros traços de um novo ser humano. Alias, não é só a partir do momento em que é usado métodos anticoncepcionais que é interrompido a vida, é a partir do momento em que, tanto o homem, quanto a mulher, começam a ter desejos sexuais reprimidos, tais desejos causados justamente para que o homem e a mulher copulem, e façam um filho. Então esse argumento de que “invade o direito de vida” não me convence muito, porque não há como saber se invadirmos uma coisa se não sabemos o que é.

A mulher tem o direito de fazer o que quiser com o seu corpo e com o seu futuro, e um filho atrapalharia ambos. Se a mulher tem um filho e desejado, e deseja abortar, então que faça isso legalmente. E a coisa não é tão simples assim. Se o filho, por algum motivo, não é bem vindo ao mundo pela mãe, então porque ele nascer? Já que a sua mãe não o deseja, seja lá qual motivo for, então sua vinda será meio que uma inconveniência para a mãe, o que pode acarretar em alguns problemas para a criança, que poderá num futuro mau cidadão indesejado pela sociedade. E ora, abortar não seria algo parecido que usar métodos anticoncepcionais? As pessoas pensam que sexo é pra que? Pra ter prazer e gozar da vida? Não necessariamente, mas só existe prazer no sexo porque é pelo sexo que a vida continua. Se não existissem filhos no sexo, o prazer também não existiria, e alias, sexo também não existiria, então, sexo serve pra fazer filho, e fazer sexo sem fazer filho, é a mesma coisa que gerar filho e não ter. Supondo também que, a mulher ou o homem tenham, por uma fraqueza de instinto e por não haver métodos anticoncepcionais por perto, feito sexo e gerado um filho. Neste caso, eles não se amam, não se desejam e nem querem passar o resto da vida ligados por um filho. Recorreriam rapidamente ao aborto, se pudessem, mas como não podem, são obrigados a ter o filho. Antes de eu chegar no ponto principal, aconselho a vocês a lerem umas postagens minhas sobre sentimentos, acho que falei melhor sobre isso em alguma delas, mas vou fazer um pequeno resumo. Sentimento entre homem e mulher, nada mais é do que uma pré-seleção natural para saber se o parceiro será um bom reprodutor ou não. E um bom reprodutor tem boa genética, e mais chances de conquistar outra pessoa com também boa genética, o que garantiria uma boa continuação genética, coisa que não acontece nesses acidentes indesejáveis. O que acontece é que, por causa de uma certa distancia sexual, o instinto considera que o meio ambiente tem poucos parceiros e se deixa levar por qualquer um que apareça, para aumentar o número da espécie e assim, poder fazer uma seleção. Mas vivemos numa sociedade onde os métodos de seleção são outros, e uma relação sexual apenas porque passou um tempo sem fazer, como a de cima, ocasionaria um filho com, talvez, má genética, e, talvez, um mau cidadão no futuro que só faria a sociedade ir pra baixo. Lembrando que, esse mesmo filho teria genética ruim e pais problemáticos, isso não daria muito certo, coisa que, dificilmente, ocorreria com amor ou paixão. Se for por paixão, há uma possibilidade de ter pais problemáticos, mas poucas de haver má genética, se comparada a de cima. Se por amor, há poucas possibilidades pros dois. Mas há casos muito variados, e algumas coisas ai em cima podem não ser verdade.

Eu já falei a cima que é perigoso fazer aborto ilegal, mas não especifiquei o quanto. Tem uns tipos de aborto ai que são perigosíssimos para a mãe. A justiça quer impedir a morte de um, mas pode acabar tendo a morte de um e a má saúde de outro. Casos como uns chás doidões ai e um negocio bizarro que o professou falou hoje chamado curetagem, que retalha as criancinhas e depois sai tirando os pedaços. Isso deve ser traumático tanto para a mãe, tanto para o filho (que sairá em pedacinhos), que, provavelmente, já com alguns sentidos de dor, tenta escapar da tesoura como pode na barriga da mãe. Talvez se pode considerar isso até como o começo da vida humana, o instinto de sobrevivência, mas ainda não há consciência... bem, eu não lembro de nada quando eu tinha 1 ano de idade, imagine na barriga da minha mãe. E, acabei de dar uma olhada, parece que a curetagem é um método oficial de aborto, se for, os pesquisadores deveriam evoluir um pouco mais em seus métodos.

Mas, o que leva uma mãe a tirar seu próprio filho do útero? É complicado falar nisso, mas acho que só um motivo muito forte a faria a tal coisa. Mas, há pessoas que não ligam para isso, e, para evitar abortos desnecessários, dever-se-ia implantar um bom sistema de pagamentos, com até serviços comunitários, pelos abortos, para não virar brincadeira, afinal, aborto seria só em casos de acidentes, pois métodos anticoncepcionais existem para isso.

Para mim, a mãe é quem decide se quer abortar ou deixar o filho em alguma intuição. Cada um sabe o que faz com a sua vida e com a vida de quem gerou, afinal, o filho é dependente da mãe. Mas o que me preocupa, realmente, são os motivos que a levariam a mãe a fazer isso. Por exemplo, uma mulher esta temporariamente sem dinheiro, junto com o seu marido, e os dois tem um amor bem bom entre eles. Mas ela decide abortar porque não é o momento certo, por causa do dinheiro. Dois anos depois, eles estão bem de vida, e estariam da mesma forma se tivessem aquele filho, e então a mulher e o homem certamente ficaram pensando no tipo de criança que ela seria. Entretanto, se ela, no desespero, recorresse ao aborto clandestino, talvez ela não estivesse tão bem para pensar no filho.

E uma coisa que eu não consigo separar é a camisinha do aborto. Tirando o fato de eu considerar um aborto com mais peso, porque já gerou. A camisinha também tem seu peso, mesmo que muito menor.

Agora é meio tarde e terei que dormi, o texto ficou meio desorganizados, mas acho que as ideais estão boas, e esse realmente é um assunto difícil, eu fiquei até com um pouquinho confuso, mas quem decide é a mãe. Logo mais postarei uns assuntos que eu to devendo, se a preguiça deixar.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Battle for Wesnoth

E ae galerinha do mal, na ultima postagem eu falei sobre wesnoth e a mente humana, mas bem pouco e com muitas criticas pessoais, pelo menos eu acho que teve bastante criticas pessoais, já que eu não reli o bagulho por preguiça. Mas, hoje farei uma postagem bem completa e com boas criticas não pessoais, meio que técnico, porque eu não gosto de criticas pessoais. Ah sim, em uma próxima postagem, falarei melhor sobre a mente humana, preparei uns argumentos bons para isso. Agora vamos ao jogo Battle for Wesnoth!

Primeiramente, uma das características mais curiosas que eu vi em wesnoth é que ele é código aberto, isso significa que, se você tiver uma boa idéia pro jogo, chegue lá e anuncie, ou então se você quiser produzir ou melhorar algum arquivo gráfico ou musical, ou então fazer uns códigos de programação legal ou uns mapas, um uma historia e por no jogo oficial, enfim, tudo lá é feito assim, por um bando de pessoas reunidas fazendo o jogo sem ganhar nada, a não ser os créditos e a satisfação de ter contribuído para tal coisa.

Mas, como sendo código aberto, às vezes, algumas coisas dependem da vontade ou da disposição de alguns, pois, acredito que a maioria dos que fazem devem fazer faculdade ou até mesmo já trabalham, porque precisa de um conhecimento um pouco maior para fazer jogo, e por isso o jogo é meio desorganizado, algumas coisas mais adiantadas que outras. O maior exemplo disso e o que fica mais evidente é a tradução, que está meio incompleta.

Tem também a parte dos extras, que são coisas feitas por jogadores, mas eu não sei se é oficial ou não, talvez seja um extra oficial mas que não faz parte da historia central do jogo. Mas a única parte que realmente sentimos a diferença quando jogamos é a da tradução, porque as musicas e os gráficos são ótimos, e não tem nada faltando. O jogo tem uma ótima jogabilidade, eu me diverti bastante jogando ele com o gut, o meu nick normalmente é Kingreey, o dele é Gut336.

Só pra deixar registrado, eu uso quatro nomes em jogo, mas uns mais que outros, vou botá-los em ordem decrescente: Kingreey, Barnabas Spenser, Kaus Mara e Kravus Everight. Sendo Kaus Mara meu primeiro nome de jogo, encontrado na lista de nomes do tibia 7.6, sinto saudades daquela época. Em seguida vem Barnabas Spenser, fruto de um conversor de nome de normal para nome vampiro (que ta nos sites preferidos), Kravus Everight, que veio na doida e Kingreey, que também veio na doida. Fora os outros nomes bestas que eu usava no tibia, como o “Demulidor do futuro” e o “Ninja de Chimera”. Grande saudades desses tempos, nossa. Nesse tempo, eu adorava tibia como perfeito, por isso sentia tanto prazer ao jogar, e esse é um dos mecanismos sobre o cérebro que eu explicarei em uma futura postagem, até tentarei me lembrar de referir isso aqui no futuro.





(
Atualização (14/11/11): Agora eu utilizo Kingreey Skyblade e Philos Stardust. O Skyblade é um nome que veio de um jogo que eu foi muito marcante pra mim, além do nome ser bem legal. Ao procurar algo para completar Kingreey, me veio este nome. O Philos é um nome que vem do meu gosto pela filosofia, e me lembra verdade, que é o que eu gosto de buscar, e o Stardust vem de um dos meus filmes preferidos de fantasia e romance.

Philos Stardust
Kingreey Skyblade
Barnabas Spenser
Kravus Everight
Kaus Mara
 )
(
Atualização (24/11/11): Falando com meu amigo Elon sobre o nome dos personagens de RPG, me veio a vontade de lembrar de um nome que eu gosto de uma personagem femenina. Percebi então que assim como esse, que foi uma dificuldade achar, tinha outro que eu gostava muito. Por isso resolvi iniciar essa pequena lista de nomes femininos que eu gosto em RPG's. Embora a lista esteja pouquissimo trabalhada, segue os nomes.

Dafne
Kefera
)



Eu sinto uma enorme vontade de fazer parte da equipe de tradução, porque afinal, eu jogo o jogo mas não faço nada pra contribuir, e já que o jogo não tem lucratividade e é a própria vontade boa vontade que mantêm o jogo sendo atualizado, eu tenho vontade de ajudar pro jogo não parar. Mas não tenho muito conhecimento técnico pra isso, e se eu fosse traduzir, precisaria muito de dicionário e tradutor on-line, além da minha preguiça me impedir um pouco. Pro material do jogo ser oficial, tem que ser aprovado pelo cara que produziu o jogo parece, ai ele disponibiliza o material pra download no site e pronto.

Para mim, isso é meio como se fosse um trabalho comunitário, onde cada um ajuda no que pode para obter o melhor, e isso é uma coisa legal de se ver. Isso é um bom exemplo de que trabalho comunitário é muito bom, e que o individualismo não é muito bom, porque uma pessoa individualista nesse caso, normalmente só esperaria que os outros fizessem por ela e pronto. Talvez nem ao mesmo reconhecesse o esforço dos caras e reclamasse do jogo. Mas isso tudo é só hipótese. Enfim, voltando a repetir, o legal mesmo é juntas em nome de um trabalho, sem receber nada, para o próprio bem e para o bem de todos.

E um dia eu falarei sobre o individualismo e sobre o negocio sobre a mente que eu falei de hoje, mas a preguiça é grande. E também tentarei ver se eu consigo fazer alguma coisa pra ajudar no jogo, porque eu queria contribuir e tal e talvez toda a ajuda seja bem vinda, ou talvez não, eles consigam se manter bem sem ajuda, mas, de qualquer forma, Battle for Wesnoth é um ótimo jogo e muito bem feito. Ah, e a historia do jogo está tudo nas campanhas e tudo mais.

E com isso, vou me despedindo de vocês, o site oficial é http://www.wesnoth.org/ e tem no baixaki pra jogar. Abraço a todos e até outro dia galerinha.
Editado: Só pra deixar claro, eu fiz esse post mais como uma propaganda, e não como algo uma analise.

domingo, 18 de maio de 2008

Battle for Wesnoth! E alguma coisa sobre a mente

Bom dia meus amigos, nessa quente e mal humorada tarde, resolvi escrever porque eu to sem nada pra fazer, tirando os vários assuntos que eu anotei pra escrever, e não escrevo por preguiça. Hoje, vou fazer propaganda do jogo Battle for Wesnoth e falar um pouquinho sobre a mente humana.

Eu tava bem viciado nesse jogo, o Wesnoth, mas agora meu vicio parou, pelo simples fato de antes, quando eu tava no vicio, eu vencia direto no jogo e o achava perfeito, agora, eu descobri coisas que me desanimou e perco direto pra maquina. Isso me fez lembrar que, qualquer situação onde você seja o melhor, você gosta, e qualquer coisa que você não seja bom, você não gosta.

E por que isso acontece? Nossa mente, nossa incrível mente, capaz de fazer tudo o que estiver ao alcance dela para consegui fazer com que nós sejamos capazes de nos reproduzir e de sobreviver. Sim, tudo em nome da evolução. Qual é a situação em que temos maior chance de reproduzir e sobreviver? Sendo o melhor.

Qualquer situação onde você seja o melhor, o cérebro tende a desejar, porque você tem mais chances de sobreviver e reproduzir. Eu vou usar a mim próprio como exemplo. Sempre que eu assisto anime, eu sinto uns negócios estranhos, algo que mistura um desejo profundo com a realidade de que nunca viverei aquilo. Mas notei também que, sempre que eu assisto anime, eu focalizo no herói. Eu fico pensando, eu sentiria a mesma coisa se eu focalizasse apenas nos personagens pequenos, tipo, um comerciante, que sempre aparece, que pode ser roubado por qualquer ladrãozinho. Certamente que não. Mas focalizando no herói, ai sim eu sinto aqueles negócios estranhos.

Eu não to gostando mais de wesnoth porque, não consigo vencer no modo padrão, e também porque há umas campanhas sem tradução e é difícil. Ai vai o site do baixaki do jogo http://baixaki.ig.com.br/download/Battle-for-Wesnoth.htm pronto.
Acho que eu não consegui me interpretar bem mas, tchau!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Maquiavel e o uso de sua filosofia Com umas imagens

Muitas boas noites amiguinhos. Hoje me encontro numa situação complicada, sem barra de espaço, pois a minha quebrou e, sinceramente, é um saco escrever sem barra de espaço, mas me adaptei bem usando CTRL+V com o caractere da barra de espaço copiada nele. Hoje venho comentar sobre Maquiavel, mas antes disso, gostaria de compartilhar um álbum de fotos com vocês que eu achei muito interessante. Ele se chama “Um sonho voando (Traduzido do inglês)". Eu achei muito criativo e bem fotografado, espero que gostem. Ai vai o link, nele contem o nome da foto, as fotos, o site é do artista que tirou as fotos. http://www.janvonholleben.com/dreams_of_flying.php?n=1

Minha indolência já está me irritando, eu já falei sobre ela aqui, e também já falei que iria falar sobre o individualismo, mas eu ainda não falei sobre o individualismo, por causa da minha indolência, e é por isso que ela está me irritando. Eu tenho um bloco de notas com vários assuntos, mas a indolência e a preguiça não deixam. Mas hoje, vou deixar o individualismo para próximos tópicos e falar sobre Maquiavel, aliás, eu só toquei no assunto do individualismo por causa do tópico de hoje, que vai falar sobre Maquiavel, e isso não deixa de ser maquiavélico.

Não pensem que maquiavélico é algo pejorativo, pois não é. Maquiavélico vem do nome Maquiavel, e Maquiavel foi o escritor do livro "O Príncipe", eu aconselho vocês a lerem o artigo de Maquiavel e do livro no link que segue antes de continuar.
http://www.10emtudo.com.br/artigos_1.asp?CodigoArtigo=39
Mas eu vou fazer um pequeno resumo para prosseguir melhor com a discussão no post de hoje.

Maquiavel é um filosofo político famoso por defender a idéia de que, para se conseguir o que quer, tem que correr atrás pra conseguir, e se necessário, não hesitar em mentir. Ele exemplifica isso em seu livro, "O príncipe". Segundo ele, se um governante precisar mentir para conseguir manter o poder, que o faça. E, os fins justificam os meios. Ele cresceu entre políticos e era altamente patriota. Provavelmente por causa desse conceito, que maquiavélico tenha se tornado uma coisa pejorativa. Mas na realidade, não é. Maquiavélico é aquele que segue a filosofia de Maquiavel.

Eu fui maquiavélico anteriormente porque toquei no assunto de Maquiavel só por outro interesse, que é o de falar sobre uma parte do individualismo. Mas, acreditem, qualquer coisa que envolve relações humanas, é por interesse. Seja lá qual for, até o amor. Ser maquiavélico talvez seja ser realista. Mas isso é assunto para outro post que farei futuramente, espero eu. E agora vocês devem estar se perguntando, o que maquiavelismo tem haver com individualismo. Bem, agora vou eu explicar a vocês.

Pra acabar com o individualismo, precisamos ser maquiavelicos, porque nem sempre estaremos realmente no que o outro tem a dizer, mas gostariamos que o outro se interessasse no que temos a dizer, então fingimos estar interessado no que o outro tem a dizer. Bem assim, vou explicar melhor e exemplificar a seguir.

Quando você está com algum amigo seu, sem fazer nada, e ele começa a falar besteira ou falar sobre coisas da vida dele, e você não está interessado, porém, não faz diferença nenhuma você prestar atenção ou não, então, porque não prestar atenção? Seria muito melhor você fingir que está interessado do que simplesmente não da bola, pelo seguinte fato. Se você não fingir interesse, os dois continuaram calados, você não poderá falar alguma besteira porque ele não irá ligar, e também você perde um pouco de amizade e informação não dando atenção ao que ele está falando. Mas, se ao em vez de ficar calado, fingir atenção, você obterá mais informação, mais intimidade e ainda os dois não ficaram calados. Mas claro que, se surgir um assunto interessante pros dois, é melhor trocar. Mas viram como fingir interesse é melhor? E no que isso ajuda contra o individualismo? As pessoas se unirão mais, se conheceram melhor, uma não falará apenas e outra não escutará apenas, entre outras coisas.

E por que você se tornaria menos individualista? Pelo interesse da amizade. E por que ter interesse numa amizade? Ora, numa amizade, você só tem a ganhar. Você e seu amigo. A pergunta certa seria, por que não ter uma amizade? E isso eu não sei.

Nos próximos posts eu falarei mais sobre interesses e individualismo. E um grande abraço e parabéns para a Louise, que completou ano a dois dias atrás. Beijão pra ela e abraço pro resto, e assim me despeço, boa noite a todos.

Lembrando que tá um saco escrever sem barra de e esse post horrivel, mas a preguiça de revisar é grande.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Cores: Pesquisa e teoria! Parte 2.

Olá amiguinhos, hoje eu quero fazer uma continuação do post anterior, que falava sobre cores. Eu notei que eu não consegui explicar direito o assunto de pigmentação, porque quando eu fui explicar para o meu amigo, eu me enrolei um pouco, então eu falarei um pouco mais sobre isso, e sobre o preto e branco também. Postarei umas imagens, e foram essas imagens que me motivaram a fazer outro post.

Lembrando que esses sobre cores são só um estudo feito por mim, tentando usar o mínimo de fontes externas possíveis, e eu não sei se alguma outra pessoa já fez tal estudo, coisa que eu acho muito possível.

Hoje, eu expliquei minha idéia para o meu amigo, expliquei pra ele o fato de amarelo, azul e vermelho serem considerados erroneamente como cores primas pelas artes plásticas e também. Ele também me perguntou sobre a idéia de preto ser a mistura de todas as cores.

Mas o preto não são todas as cores misturadas? Não. Acredito eu que todas as cores misturadas dá cinza. Por quê? Preto é considerado a ausência de luz e a mistura de todas as cores ao mesmo tempo, Ausência de luz no caso das cores luminosas, e a mistura no caso das cores reflexivas. Mas então o que é o branco? Branco, são todas as cores luminosas juntas e a ausência das cores reflexivas. Mas as cores reflexivas não podem fazer as cores luminosas? Sim, por isso mesmo, a única diferença entre um sistema e outro é que um, é composto por cores de reflexo e outro são cores luminosas. Lembrando que o sistema reflexivo é o CYM, e o luminoso é o RGB.

No post anterior, chamei as cores reflexivas de cores de absolvição, o que de certa forma ta errado, porque se uma cor é absorvida, ela não chega a nossos olhos. O que acontece, na cor reflexiva, é que algumas cores são absorvidas, e outras refletidas. As cores refletidas é que determinarão a cor do objeto. Eu só dei um exemplo, hoje eu vou dar mais alguns que seguem adiante.

O vermelho nas cores luminosas é uma cor primaria, nas cores reflexivas é uma cor secundaria, fruto da união entre a magenta e o amarelo. Se um objeto for vermelho, significa que ele absorveu a cor ciano e refletiu as cores magenta e amarelo, formando o vermelho. Um objeto de cor reflexiva não pode fazer o vermelho, apenas refletir.

Se um objeto for da cor ciano, significa que ele absorveu o vermelho, que é magenta e amarelo. Notem ai, um bom exemplo de cor complementar, ou seja, oposta. As duas num mesmo objeto, só sendo cinza.

Da ultima postagem para hoje, eu fiz alguns desenhos, cujo objetivo era mostrar a mistureba de cores do sistema RGB (No meu computador, todos os meus programas de desenhar só tem esse sistema). Esses desenhos eu já tinha visto em alguns programas de desenho.


Esse ai é o seguinte, eu tava tentando misturar as cores para tentar fazer cores terciárias, mas ai não deu certo, a única coisa que eu fiz foi misturar o sistema RGB e o CYM de uma forma regular. Quando eu digo regular, eu quero dizer o seguinte, que o amarelo por exemplo, ta no meio do verde e o do vermelho, que formam o amarelo. Se o amarelo tivesse do outro lado, ai a historia seria outra, o azul teria que sair rápido pro amarelo entrar, acredito eu. Mas nunca fiz o teste. Curioso também nessa imagem é o cinza, no meio. Do nada ele aparece, mas ele é a mistura de todas as cores. Notem que as duas cores de lado da outra, forma a cor de baixo. No caso do cinza, é a mesma coisa, só que ele ta bem no centro, significando que ele é formado quando se mistura qualquer uma das 6 cores complementares vistas ai em cima, sendo as duas dos sistemas CYM e RGB mais escuras.


Essa segunda imagem foi novamente uma tentativa de misturar os dois sistemas, mas, de novo, só consegui misturar os sistemas. Mas nessa eu fiz diferente, eu usei 5 valores pré-estabelecidos e fiz as cores com eles. Os valores foram, 0, 64, 128, 192, 255. É como se fosse o começo, meio do meio, meio, meio do meio e fim de uma reta cujo o valor é de 0 a 255.

Nas duas imagens, se misturarmos os dois valores, dá cinza, porque ambas apresentam uma mistura equilibrada. São as cores complementares. Podemos achá-las com uma certa facilidade olhando o lado oposto da cor que se quer, baseando-se no centro. O centro em ambas as imagens é o cinza. Se misturarmos todas as cores dessas duas figuras, obteremos o cinza. Eu só fiz o teste na segunda, mas acredito que a primeira também.

Terminei tudo o que eu tinha pra falar, caso eu encontre algo novo pra falar, tentarei atualizar aqui. Boa noite e forte abraço a todos, amem.

domingo, 27 de abril de 2008

Cores: Pesquisa e teoria!

Desde algum tempo, as cores bem exercendo certo interesse em mim. Desde então, eu sempre venho fazendo algumas pesquisas ou fazendo alguma coisa envolvendo cores, como alguns desenhos no Photofiltre (Considerado por mim, quase uma evolução do Paint, “Quase”, mas falta algumas ferramentas com mais fácil acesso). Alguns dos desenhos já foram postados(por link aqui) neste blog e algumas vezes eu já falei de cores aqui também. Mas, eu ainda tinha algumas dúvidas, então eu comecei a fazer uma pesquisa sobre cores no wikipedia, para comparar e completar o que eu já havia imaginado sobre cores.

No olho humano, há células responsáveis pela captação de cores, essas células são capazes de captar o verde, azul e vermelho, e a parti dessas cores, fabricar todas as outras cores. Mas, na escola, aprendemos que as cores primarias são, amarelo, azul e vermelho. Sendo verde, azul e vermelho as cores que nossos olhos capitão, e amarelo uma cor prima, como então nossos olhos conseguem enxergar o amarelo?

Na verdade, uma cor que não pode ser formada por nenhuma outra não existe. Todas as cores são formadas por outras duas cores, mas a coisa é mais complicada que simplesmente isso. Na verdade, há dois “tipos” de cores primarias. A que vem diretamente da fonte emissora de luz e a fonte que recebe a luz, absorve e reflete. Na cor que vem diretamente da luz, consideramos as cores primas o azul, vermelho e verde, e na cor que é refletida, consideramos as cores primas como amarelo, ciano e magenta.

Essa confusão de cores primárias causadas nas escolas, foi originada nas artes plásticas, onde se lida com cores que a tinta reflete, logo, cores refletidas, e raramente se encontra pigmentos de ciano e magenta na natureza, tais pigmentos que foram substituídos respectivamente por azul e vermelho. Pigmento são os compostos químicos responsáveis pela absolvição e reflexão das cores de luz que recebe, e está presente na maioria das células.

Eu disse que todas as cores são formadas por outras duas e, ao mesmo tempo, eu disse que há dois tipos de cores primarias, as de fonte luminosa e as de fonte iluminada. Mas, um sistema forma o outro, assim: Azul + Vermelho = Magenta, Azul + Verde = Ciano, Vermelho + Verde = Amarelo. Notem que eu usei o sistema RBG (do inglês, red, blue and Green), que são as cores primarias das fontes luminosas para formar as cores primarias do sistema CMY (Ciano, magenta and yellow), que são as cores de fonte iluminada. Podemos fazer o contrario, usar o sistema CMY para fazer o RBG, assim: Amarelo + Magenta = Vermelho, Amarelo + Ciano = Verde, Ciano + Magenta = Azul.

O preto e o branco são formados de diferente formas, dependo do sistema. No CMY, se juntarmos todas as cores, vai dar o preto, isso acontece porque, como o objeto recebe luz e absorve, ele não reflete nenhuma luz, e já que nenhuma luz é refletida, o nosso olho vê como preto, podemos dizer também que o preto é a mistura de todas as cores, já que, como a luz foi absorvida no objeto e fez o preto, é como se todas as cores juntas absorvidas dessem preto. E o branco é feito sem a presença de nenhuma dessas cores, porque, num objeto iluminado, todas as cores são refletidas, e assim, o objeto não tem nenhuma cor e fica branco. O branco é considerado também como a ausência de cores.

Já no sistema RGB, que é de fonte luminosa, é ao contrario. Como os raios vêm diretamente para o nosso olho, e todos igualmente, o olho mistura tudo e transforma em branco, logo, todas as cores dão branco. Já o preto é a ausência de cores, já que nenhum raio chega aos nossos olhos do objeto luminoso, e os nossos olhos não sofrem estímulos para fazer cores.

Isso é confuso, mas vou explicar o preto e branco e as outras cores por duas etapas.
Primeiro vem o objeto luminoso, já que só conseguimos ver o objeto iluminado graças ao objeto luminoso.
Primeira etapa, que demonstrará os objetos luminosos e o sistema de cores RGB: A luz sai de um objeto luminoso e vai direto para os olhos. Quanto mais cores do sistema RBG, que formam a luz, mais essa luz vai ser forte, e mais luz chega aos nossos olhos, então o branco se forma. Mas, se menos cores tiver na luz, menos essa cor vai chegar forte a nossos olhos, e mais fraco o branco vai ficando, e se chegar ao ponto de não chegar nenhuma cor, o nosso olho não recebe nada, então fica tudo preto, é só fechar os olhos e notar, já que as pupilas bloqueiam a chegada de luz aos nossos olhos.
A segunda etapa, que demonstrará os objetos iluminados e o sistema de cores CYM: Aqui não há só dois processos, que são a fonte luminosa e a chegada, como na primeira etapa, nessa etapa, entrará no meio os pigmentos de cores. Quando um objeto luminoso ilumina um objeto iluminado, com a luz, ele absorve ou reflete essa luz, graças a sua pigmentação. Ele muda de sistema porque, um objeto iluminado não consegue fazer o CYM sozinho, precisa de fonte de luz, já o RGB é o contrario, sua existência já é a luz, e a inexistência é a escuridão. Eles são opostos. Assim, se ele toda a absorver a luz, nenhuma luz chegará aos nossos olhos, e acontecerá a mesma coisa que aconteceu com a perca de luz do sistema RGB, mas, se ele reflete a luz, acontecerá a mesma coisa que quando a luz fica forte no sistema RGB. Se um objeto é verde (Amarelo + Ciano), significa que ele absorve o vermelho e o azul (Magenta).

Resumindo o branco e preto dos sistemas:
São iguais. A única diferença é que o sistema RGB gera o branco (e todas as cores) e o preto vem da sua ausência, já o sistema CYM reflete o branco (Como reflete, o seu objeto não apresenta nenhuma cor, mas reflete) e absorve o preto (O objeto apresenta todas as cores, mas não reflete nenhuma). Eu digo que é igual porque em ambos, o preto não chega a nossos olhos, já o branco chega intenso, a diferença vem de como chega. Um gera e o outro absorve. São opostos para os nossos olhos.

Vocês já notaram quando ficam olhando muito tempo para uma imagem com cores fortes, e então de repente, olha para uma imagem branca e ainda fica vendo aquela imagem, mas o oposto das cores? Isso acontece porque o nosso cérebro procura equilibrar as cores para poder passar mais tempo olhando a imagem sem se cansar. O equilíbrio entre as cores é o cinza, que é metade do preto e metade do branco. É a metade no CYM e no RGB, é metade na iluminação e etc. Uma cor é considerada oposta da outra justamente quando a soma de suas cores é meio cinza. Eu também considero o cinza a mistura do CYM e RGB, mas eu to com preguiça de arrumar um jeito de testar. O que me faz pensar que é, é que CYM é preto, RGB é branco, branco + preto = cinza. E também, com os dois sistemas juntos, teríamos todas as cores, logo, uma cor tem a sua oposta, o que faz a soma ser cinza.


Percebam nessa imagem o triangulo entre o sistema CYM e RGB, e no meio das retas desse triangulo, uma setinha mostrando a cor que dá a soma desses dois. Percebam também que as cores terciárias é a que estão entre o sistema CYM e o sistema RGB, ligadas por um traçinho, a cor terciária do meio é as duas de lado juntas. Note também que esse cinza no meio é o resultado da soma de duas cores opostas, falado anteriormente, e que essas cores opostas estão na mesma linha que passa pelo cinza e pelas duas extremidades. O cinza também representa a mistura de todas as cores da qual eu falei a cima. O Laranja e o Celeste por exemplo, são cores opostas. Eu peguei esse gráfico no wikipédia e dei uma editada.

O sistema RGB é usado em monitores em geral, já que os monitores emitem luz. O sistema CYM é usado em impressões em geral, já que é formado o sistema dos pigmentos que refletem, mas nesse sistema há uma particularidade. Os caras adicionam preto no sistema, ai fica CYMK (ciano, yellow, magenta and black), o preto é pra ficar mais fácil de se obter o preto nas impressões, para gastar menos tinta entre outras coisas, e o preto do CYM não é tão intenso quanto o preto de verdade, porque como o CYM absorve, dificilmente um objeto conseguirá absorver todas as cores.

Teoria

Na verdade, não é bem uma descoberta, apenas para mim, provavelmente, porque eu não sei se alguém descobriu antes de mim ou se eu estou exatamente certo. E outra, minha teoria vai contra o que tem no wikipedia, o que não me dá confirmação sobre minha teoria. Mas eu não vou perder nada arriscando mesmo. Agora vamos a ela.

No computador, o sistema RGB é representado por 256 (0 a 255) tonalidades de cada cor. Para misturar duas cores, o vermelho e o azul por exemplo, é só por 255 em vermelho e 255 em azul, ai dá magenta, o mesmo acontece nas outras cores. A soma do RGB dá o CYM e vice-versa. Mas, minha teoria entra para fazer as cores terciárias. O método que eu usei para fazer tais cores foi o seguinte, eu pego a cor primaria do sistema RGB e a cor primaria (que é secundaria do sistema RGB) do sistema CYM, diminuo a metida das duas por dois e soma, daí dá a cor terciária. Ai o exemplo. R=255, G= 0 B = 0 + R = 255 G = 255 B = 0 (Magenta mais vermelho) = R= 255 G = 128 B = 0 (Laranja). Acontece que, no wikipedia, laranja é classificado como R = 255 G = 160 B = 0. Uma pequena diferença, mas isso porque é laranja, em outras cores a diferença é maior. No caso do rosa, fica muito visível a diferença. O meu rosa é R=255 G=0 B=128, o de lá é R= 255 G=192 B = 203. Diferença, não? Mas os dois são rosas, mas eu acredito que o meu rosa, seja o rosa mesmo, porque é a mistura do vermelho mesmo com o magenta mesmo. Talvez também o conceito deles seja diferente, já que eles tem muito mais prática nas cores do que eu. Não acredito que duas cores fortes como vermelho e magenta dêem uma cor tão clarinha quanto o rosa de lá. Logo mostrarei a tabela que eu fiz. Agora vou dar uma explicação.

Por que dividir? Primeiro porque a cor não pode passar de “255”, então eu sou obrigado a arrumar um método para misturar sem ter que passar. Segundo porque, se isso fosse de verdade, acredito eu que a cor teria que se dividir para ocupar a área da outra. Por exemplo, o magenta teria que ocupar a área do vermelho, que teria a área igual a da magenta, logo, o magenta se dividiria por dois, o mesmo aconteceria com o vermelho.

Mas então porque só dividir com uma cor primaria e secundaria, e não com duas primarias? Porque, se fosse de verdade, acredito eu, que os pigmentos ficariam mais ativos. Mas não sei se isso realmente aconteceria, até porque uma mistura de verdade, apenas no computador. Mas também há uma questão técnica, é a seguinte. Se pegássemos R= 255 G= 0 B= 0 e R= 0 G= 0 B= 255 (Azul e vermelho), daria roxo R=128 G= 0 B=128. Mas na verdade estamos misturando CYM também. O que aconteceria seria o seguinte, C = 0 Y= 255 M =255 + C= 255 Y= 0 M= 255, o que daria C= 128 Y= 128 M=255, o que é R= (Y= 128+ M=128) 255 G= 0 B= (C=128 + M= 128) = 255. Então na verdade, quando se mistura duas cores primarias, na verdade está se misturando duas cores secundarias das primarias do outro sistema, mas quando se está misturando cores secundarias e terciárias, se está misturando cores dos dois sistemas, logo, tem que ocorrer.

Eu ia fiz uma tabela, demorei 3 horas fazendo, mas tava um saco fazer e eu fiquei com sono e fechei a parada sem salvar. Pois é, era-se a tabela. Enfim, se eu aparecer com esse negocio editado amanhã com a tabela, é porque eu tive paciência e com vontade de mostrar pra Ju. Agora eu vou dormi, abraços a todos. Fui!

Fonte: http://umpoucosobrecor.wordpress.com/
http://pt.wikipedia.org/

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Minhas descobertas na matemática

Olá amiguinhos, hoje venho escrever sobre matemática. Eu adoro matemática, pelo simples fato dela consegui expressar a verdade da forma mais simples. Em termos religiosos, odeio afirmar alguma coisa, pois a possibilidade de certeza é sempre incerta, mas, matemática, com quase certeza, é uma verdade quase que inquestionável, pelo simples fato de eu não conseguir imaginar nenhum outro universo onde 1+1 seja 2. Acredito até que se houver vida inteligente em outro planeta, eles terão uma teoria matemática idêntica a nossa, pois não eu nunca consegui pensar na matemática em alguma forma diferente.

Mas atenção, esse post é feito para leigos, alguém que saiba bem de matemática certamente achará uma besteira. Mas é que eu quero mostrar que na matemática, também há filosofia. Essas besteiras são pequenas descobertas que eu fiz, mas que todo o matemático já sabe, e provavelmente, quem é bom em matemática também. Vamos dizer que eu redescobri.

Eu me considero um autodidata em matemática. Mas apenas um pouco. Quando o professor põe um assunto no quadro, eu procuro explorar todas as possibilidades contidas nele. Acredito que, se eu trabalhasse em um meio que exigisse matemática, eu desenvolveria bem os métodos de trabalho, assim como eu faço com o assunto que o professor expõe.

Mas a matemática a qual eu estou aprendendo agora é muito básica, por isso, alguém que já está num nível mais graduado de ensino em matemática achará besteira o que eu irei falar agora, mas se lembrem, eu repeti dois anos e ainda estou na oitava série, os assuntos que eu estou aprendendo são bastante fácies. Mas o mais legal ainda é você ver a matemática profundamente e não superficialmente como costumam fazer. Por exemplo, 2x+2=20. Acredito que quando uma pessoa pouco aprofundada na matemática observa essa igualdade, ela pensa “Botarei os números para um lado, as letras para o outro, invertendo o sinal.”, até ai tudo bem, mas então eu pergunto, por quê? E ela responderá, meu professor me ensinou assim. Esta pessoa não está errada, mas, pouco aprofundada.

Como se aprofundar nisso? É só achar uma explicação racional para tal fato. A minha explicação para isso é a seguinte. O que acontece é o seguinte, separamos os números das letras, porque os números é o que temos de concreto, e as letras é o que temos de desconhecido. Mas então trocamos sinal quando arrumamos a equação. Isso porque, quando ele diz “2x+2=20”, esse “2” ta junto do “2x”. É como se fossem um valor só, então quando botamos o 2 junto do 20, temos que trocar o sinal, mas para descobrirmos o porque disso, temos que fazer como Albert Einstein disse, “Fazer as coisas mais difíceis pelo modo mais fácil.” Então, vamos fazer isso já sabendo o valor de x, que é 9, porque 2x9+2=20. Sabendo disso, agora fica mais fácil notar que, para achar o valor de X, precisamos passar o 2 pra o outro lado, porque já sabemos o valor dele, e em “2=2”, se passarmos 2 par ao outro lado como negativo, meio que anulamos o valor dele, que já é sabido, que fica “0”. Fazemos isso até só nos restar a igualdade entre o número conhecido e o valor desconhecido “2x=18”. Agora, é só dividir 18 pela quantidade de valores, que é determinada pelo número que vem antes do x, que é desconhecido. No caso, “x=9”. Temos 2 “x”, isso significa dois valores iguais. Porém, se tivéssemos x e y, teríamos 2 valores desconhecidos, podendo ou não ser iguais. A dificuldade de fazer equações como essas é que, como os dois valores são desconhecidos, um pode ser equilibrado com o outro, por exemplo. “x+y+2=20” “x+y=18”, x pode ser 18 e y 0, ou então x 8 e y10 ou x 9 ou x 9, assim por diante, afinal, não sabemos.

A mesma coisa é com raiz quadrada e com potenciação. No começo é meio fácil a teoria. Uma divisão ou uma multiplicação de mesmo número seguidas vezes. Mas o legal é quando mistura potencia com raiz quadrada, por exemplo, 2 elevado a 2/4. Na pratica, o “4” funciona como o expoente da raiz quadrada, e o “2” como o expoente da potencia. Então fica raiz quarta de 2 elevado a 2 que é igual a 2 elevado a 2/4. Fica fácil responder simplificando a fração do expoente e depois fazer o resto normalmente. Mas é bom aprofundar. Eu imaginei o seguinte, como os matemáticos descobriram isso? Daí sai procurando a resposta. Eu imaginei que poderia ser um número multiplicado por ele mesmo 2 vezes e dividido ele mesmo por 4 vezes, porque o 4 tava dividindo na potencia, dividindo o 2, que tava multiplicando o número por ele mesmo. Ai eu peguei um papel e fiz 2.2/4/4/4/4, mas ai ficaria meio estranho porque o resultado da raiz quarta de 2 elevado a dois é raiz quadrada de dois. E 2.2/4/4/4/4 certamente não daria o resultado correto. Então eu notei que o número ta sendo multiplicado duas vezes, e nessa multiplicação, há a divisão. Então só há duas divisões, e o certo seria 2.2/4/4 de dois, então que fiz as contas. 2.2 é 4 e 4/4 em fração é 16, 4/16 é igual a 1./4. Mas ainda ta errado, daí eu notei que eu esqueci de botar o próprio 2 da base. Se eu não botasse essa informação no negocio, ele interpretaria a base como 1, e ficaria raiz quarta de 1 elevado a 2, com a informação da base de dois isso muda, raiz quarta de 2 elevada a 2, então, 2.2.2/4/4 sendo o primeiro dois da base, e os outros da potenciação, a mesma coisa os 4, então ficará 8/16, simplificando, 1/2. Você mete esses 1/2 no expoente e cabo. Iria ficar raiz quadrada de 2. Sempre, a base é só a informação, os expoentes e as raízes quadradas são os números em si. Como se a base fosse “x”, e o negocio fosse o coeficiente que você opera.

E assim eu vou descobrindo essas pequenas besteiras que fazem diferença depois. Nada de decorar, mas na matemática, se você não treina, você enferruja. Foi o que aconteceu comigo hoje na prova, mas eu acho que tirei a nota máxima. Bem, sobre formulas, é bom entender também pra duas coisas, uma é se manter informado, outra é não confundi, como meu amigo fez hoje.

Vou falar de duas formulas do polígono, uma pra achar o número de diagonais e outra para achar o valor dos ângulos internos dos polígonos. É bem fácil, no caso da diagonal, cada vez que um ponto se liga a todos os outros, e estes por sua vez, se liga a os outros. Então poderíamos dizer que o número de diagonais é o número de pontos vezes dois. Bem, seria, se não fosse duas coisas. Primeiro que, uma vez que ligado um ponto a outro, o retorno desse ponto não é válido, porque se fosse valido, seria a mesma diagonal duas vezes. Isso faz o valor total das diagonais ser divida por dois. Outra coisa é que não é considerado diagonal o próprio ponto, nem os pontos vizinhos, que são dois, juntando o próprio ponto mais os pontos vizinhos soma-se 3, então terá 3 pontos que não se multiplicaram entre si. Agora vamos montar a formula. d=n(n-3)/2, para d diagonais e n números de lados. O (n-3) é para tirar as três diagonais que não se multiplicam, e o /2 é pra tirar as diagonais de ida e volta, que não são validas. O que me confundiu um pouco é que o n(n-3)/2 parecia fazer com que o -3 ficasse 1,5 por causa da divisão por dois, mas ai eu lembrei que o tem a ida e a volta, cada uma indo 3 vezes, o que daria 2x3, daí o /2 tiraria o dois do “2x3”, e ficaria tudo certo. Então, usando essa formula, temos o número de diagonais.

Algo parecido é usado para medir os ângulos internos de um polígono. Uma linha reta tem 180 graus em cada uma de suas metades. Se fecharmos essa linha, ela formará um triangulo cujo a metida da soma dos ângulos internos é 180º. Mas se você bota mais um ponto nesse triangulo, ele vira um quadrilátero com 360º. Na verdade, é como se você tivesse botado outro triangulo, ou outra linha. Com isso, a parti do triangulo, que tem 3 lados, a cada lado é mais 180º no ângulo interno dos polígonos. Então se fez a formula, a = (n-2)180, que significa dizer que ângulos internos (a) é igual a número de lados menos dois, vezes 180. “-2” porque se fosse a parti do triangulo que tem 3 lados, é que começa a contagem, então o triangulo tem que ser o primeiro, e a forma mais fácil de se fazer isso é botando -2, que faz 3 virar 1, que é o primeiro.

Bem, com essas informações encerrarei esse post. Talvez depois eu bote mais descobertas matemáticas que eu fiz, mas que todo o mundo já sabe, neste blog. Só para avisar, botei um contador de visitas nesse blog, só para eu ter um controle. Tomara que eu não fique meio frenético com isso. Hehehehehe

Abraços a todos, até a próxima.