Princípios determinantes instintivos
Olá a todos, não sei sobre exatamente o que irei escrever hoje, deixarei que meus dedos me guiem. Só para mantê-los atualizados, já estou trabalhando numa metodologia de estudo, que se completará quando eu começar a fazer cursinho pré-vestibular. Na verdade, ela não é original minha, mas sim derivada de um formato comum também já encontrado por várias pessoas, que logo mais irei explicar, numa próxima postagem. Honestamente, não fui sincero no inicio do texto, eu sei sobre o que eu irei falar hoje, mas este é um assunto um tanto enrolado: sentimentos. Já falei muito aqui sobre isso, mas com uma perspectiva de fora, mas agora irei falar duma perspectiva de dentro, quero simplesmente refletir tudo o que está me deixando confuso nesta confusa caminhada, que é ser humano. É nesses momentos, e exatamente nesses momentos que me fazem satisfeito não haver leitores deste blog, pois como o “Porquê eu escrevo esse blog:” ao lado já anuncia, este blog tem um caráter de diário de idéias, e como diário, também devo escrever sobre meu dia-a-dia, e para também diminuir as chances de alguém ler, farei questão que esta postagem seja tão grande ou maior que a média. O assunto de hoje tratará sobre a minha reflexão sobre o mundo dos relacionamentos entre pessoas apaixonadas, e os diversos mecanismos que se envolvem nisso. Pra ser sincero novamente, eu não tenho a menor idéia de como será estruturado esse texto, e eu planejei algo mais espontâneo, mas não vou fazer isso, então vou iniciá-lo com o enfoque cientifico sobre a situação, e uma interpretação da, novamente, psicologia evolutiva. Antes que eu me esqueça, também tentarei realizar o desenho da minha amiga raabita, de escrever sobre o universo feminino, isso implica que ela lerá e entrará em contradição com o que eu disse no inicio, mas este é um exemplo do quão os humanos são confusos, seja homem ou mulher.
Pra começar a falar sobre isso, vou explicar a diferença básica entre mulheres e homens: As mulheres têm vagina, seus corpos, feitos para a sobrevivência, são adaptados para a reprodução, e para o instinto humano, masculino principalmente, uma boa fêmea é aquela que demonstrar boas condições físicas para exercer sua maior responsabilidade enquanto fêmea para o bem da evolução animal, que é parir. Já o homem, como não tem a responsabilidade de ter seu corpo adaptado a outra coisa, além da sobrevivência, acaba tendo maior especialidade neste sentido, exercendo, portanto, melhor as atividades de sobrevivência, de forma tão boa que, na natureza, ele possivelmente cuida da fêmea enquanto esta está em gestação. Ao lembrarmos que os humanos poucos se modificaram no sentido genético, desde que deixaram de ser nômades graças ao invento da agricultura até agora, consideramos que estas características instintivas citadas à cima ainda estão presentes nos humanos. A importância de entendermos estas características a cima, é que elas são as principais determinadoras da diferença entre as funções que o homem e a mulher exercem na sociedade, e isto está ligado à forma com a qual eles se relacionam. Antes de nos aprofundarmos na dinâmica de relacionamento entre estas duas classes, devemos primeiro salientar uma importante propriedade da psicologia evolutiva: Os humanos tendem a evoluir para aquilo o que lhes é mais vantajoso instintivamente, é esta propriedade que determinará a dinâmica de cada um frente ao seu parceiro sexual, que podemos resumir de forma bastante clichê em ativo e passivo. Estas nomenclaturas se baseiam numa outra propriedade da evolução, que é não ser única, isto significa que os humanos podem evoluir em várias coisas ao mesmo tempo, que normalmente se reúnem em um grande grupo de qualidades, e é este grupo de qualidades que define o ativo e o passivo. O passivo tem qualidades passivas, que amadurecem com o tempo, demoram pra acabar e estão sempre presentes em condições normais, além de por si só não terem ação nenhuma, e um grande exemplo disso é a beleza. As habilidades ativas, por sua vez, são aquelas que facilitam a ação, a atitude, fazem as coisas acontecer, e geralmente são demonstradas em momentos de ação e não pensados. A firmeza em ter um desejo atendido é um exemplo disso.
Tendo em vista estes conceitos evolutivos, e já que os humanos evoluem, agora podemos associá-los as características humanas definidas no primeiro momento, e depois entender as mecânicas que esse sistema acaba formando. O que instintivamente atrai um homem a uma mulher é sua saúde e sua capacidade de se adaptar pra ter boas chances de parto. - Se observarmos bem, o parto é uma característica interessante, pois é quando o corpo da mulher sofre uma enorme adaptação corporal para conseguir dar luz ao feto, tanto é que às vezes, algumas mulheres não resistem e acabam morrendo, por isto, ser boa parteira é uma característica para o mundo selvagem, que foi o local onde nossos instintos foram forjados. – Por ser mais importante que a mulher apresente aspectos corporais, que se resume em beleza, para atrair os homens, é nisto que elas ganham vantagem, e é nisto que elas acabam investindo sua evolução. Como explicado anteriormente, a beleza é uma evolução passiva, ou seja, utilizando o padrão clássico de mulher como exemplo, o que ela se preocupa primordialmente é com a beleza, e tudo com o que esta pode lhe oferecer, que normalmente é mais atenção por parte dos homens, e destes homens ela pode escolher aquele que a ofereça melhores chances de sobreviver e reproduzir, e como é de se esperar, a mulher se interessa também em não adquirir defeitos, ou seja, atributos negativos que nem mesmo sua beleza a faça se tornar atrativa diante bons homens. Já os homens, como já dito, estes tem o corpo mais desenvolvido para sobreviver, tendo, portanto, um corpo mais forte. Esta característica acaba fazendo com que o homem tenha maior facilidade em se impor a mulher, sendo eles os responsáveis, a principio, por vencer os conflitos instintivos em que role agressão física ou psicológica, ou seja, se houver um alimento para duas pessoas, e houver dois casais, serão os homens que irão confrontar-se pela comida, vencendo aquele com mais poder, e é isto o que a mulher acaba valorizando, o poder.
Explicado como as diferentes características corporais entre o homem e a mulher, juntamente com as propriedades da evolução humana, acaba fazendo com que ambos tenham focos de evolução distintos, iremos agora atualizar isto aos nossos tempos, de forma simplificada, espero. Temos uma enorme variação de poderes que a estrutura social oferece aos humanos, e por isso, observa-se que um homem acaba controlando vários outros, ou uma mulher, por ter auxilio de roupas de luxo e ser bem tratadas através da cara tecnologia da beleza, acaba atraindo uma enorme quantidade homens, e isto, por não ser natural, acaba se tornando um ambiente propenso a ocorrer distúrbios filosóficos, tanto nos homens quanto nas mulheres. Antes de explicar tais distúrbios, irei explicar de fato, como ocorre à dinâmica clássica, segundo a minha atual interpretação da psicologia evolutiva aplicada. A mulher continua focada evoluindo no seu aspecto de beleza, embora também tente adquirir outras qualidades que se atrelem a isto, enquanto que o homem busca evoluir em poder, tendo pouca preocupação com seu aspecto visual. Ao evoluir a beleza, a mulher espera encontrar o melhor partido possível para si, e isto não significa o homem mais poderoso nem o mais bonito, e sim o que tem ambos os aspectos de forma moderada, juntamente com o desejo de fazer bem a esta mulher, atraído justamente a sua beleza. O homem, por sua vez, encantado pela beleza da mulher, acaba tendo a atitude de conquistá-la e tê-la para si, e para isto, utiliza vários artifícios para fazê-la sentir especial, como gastar bastante dinheiro e tempo com ela. Notem que o casal que se forma tem certo equilíbrio entre os poderes, pois enquanto a mulher tem um bom aspecto físico, que está atrelado a saúde, coisa que atrai o homem, este homem tem poder o suficiente pra cuidar da mulher e do filho que ela terá, e terá vontade para fazer isto. No mesmo tempo que há o equilíbrio entre o casal, há também a vontade de um fazer bem ao outro, ou seja, o homem fazer bem a mulher, a mulher fazer bem ao homem, e ambos fazerem bem ao filho, principalmente quando assumimos que este casal tem condições normais de filosofia. Notem que durante o processo de casamento, não pode haver a despreocupação de evolução, ou seja, melhorar suas próprias qualidades, tanto do homem quanto da mulher, para não haver o risco de traições ou outros distúrbios.
Já explicado a dinâmica teórica entre o homem e a mulher, agora vamos aos distúrbios. O principal distúrbio deste caso é homem que apenas deseja beleza na mulher, e mulher que apenas deseja poder no homem. Não adianta em ambos os casos, ter uma qualidade numa outra pessoa, se esta pessoa não se preocupa com você, e é ai que entra os mecanismos de defesa da mulher, bem como do homem, e neste ponto as coisas ficam confusas, podendo ocorrer uma serie de comportamentos que são variantes dos poderes de cada pessoa. O mais comum é a mulher acaba por se defender, esperando que algum homem que esteja realmente preocupado com o seu bem estar, não somente com sua beleza, e tenha poderes o suficiente para conquistá-la, venha e o faça, enquanto que o homem, com medo de mulher interesseira, acaba por não se apegar a nenhuma, e para pegar as garotas mais difíceis, que representam um maior desafio para o instinto humano, acaba mentindo. Neste ponto, notamos uma importante característica desta dinâmica: muitos humanos a usam para se divertir. Ou seja, pessoas que tem qualidade de vida razoavelmente boa e estável, tempo sobrando, e quer descobrir ainda mais sobre si mesma e sobre sua evolução, acaba utilizando os sentimentos de relacionamento como uma forma de diversão, impondo o sentimento de desafio a, por exemplo, conquistar tal pessoa quando esta se apresenta difícil, e é por isso que alguns homens com distúrbios gostam de conquistar as mulheres que ficam na defensiva, enquanto que há outras mulheres que ficam na defensiva, apenas por estratégia e diversão, tudo isto dificultando a vida do homem que não tem distúrbio e não se diverte com relacionamentos. Se divertir com relacionamentos não pode ser considerado propriamente um distúrbio, contudo, quando esta diversão prejudica aquilo que é bom para as partes envolvidas, já passa a ser considerado um distúrbio. Devemos ainda considerar que atualmente, o cenário tem se tornado cada vez mais complexo, onde os papeis dos homens e das mulheres acabam se misturando, contudo, a tendência natural que cada um tem para escolher seu papel ainda continua. Pois é meus amigos, terminei esta postagem, e sinceramente, não falei nada do que eu queria, mas pelo menos dei uma abordagem um pouco mais técnica sobre o assunto, e segundo a psicologia evolutiva. Vou pensar na minha vida, sobre a dinâmica que eu deva estabelecer com a tal garota, e também sobre minha mecânica de estudo, que está quase sendo terminada. Só para informá-los, me decidi por engenharia da computação. Abraço a todos e até mais.