domingo, 27 de março de 2011

Pequeno poema para o Quem sou eu e reflexão sobre história pessoal

Minha história virtual

Olá amiguinhos, novamente me encontro naquela situação propensa a me fazer escrever no blog, que é a reunião de não ter nada pra fazer junto com já ter feito tudo o que há pra fazer, misturado com um pouco de não querer fazer de novo o que eu já fiz pra fazer quando não tem nada pra fazer. Esses dias meu Orkut foi deletado de forma muito grosseira, e isso me deixou primeiramente triste, pois a esta conta estavam associadas várias das minhas informações virtuais, incluindo as participações nos fóruns, bem como várias horas de dedicação de relacionamento com amigos, essa conta virou um fantasma, em seguida, comecei a perceber o quão minha vida estava ligada ao virtual, e como o virtual é, de alguma forma, delicado, e estou até mesmo pensando em fazer um back-up das minhas postagens do blog, afinal, é a minha história, e isto me leva a pensar neste sentimento de história e nostalgia, do passado. É complicado se apegar a fatos passados, coisa que eu costumo fazer bastante, pois o passado não muda, não se torna nem melhor nem pior, e quando ele é bom, isto se torna um atributo atrativo, porém, o dever de todo humano é sempre se tornar melhor, e isto só pode ser feito no presente e futuro. Eu sempre me satisfazia a ver, por exemplo, uma postagem minha de três anos atrás em alguma comunidade, o quanto eu mudei e melhorei, ou ainda alguma comunidade que tenha alguma história interessante ligada a ela, era de alguma forma prazeroso, me tornava complexo e rico, e estava lá para eu provar a alguém ou utilizar como um mecanismo de socialização, mas agora, está tudo apenas na minha memória, que nem tão boa assim é. É nessas horas também que se torna complicado o sentimento de justiça, e a ação de fazer justiça, atividade este que eu acredito não ter recursos o suficiente para exercer com as devidas técnicas, para eu obter o resultado esperado, que é a restauração do meu perfil, e se por curiosidade, alguns de vocês se perguntar o que eu acho injusto, não é o fato deu ter sido punido, e sim o peso da punição que caiu sobre mim, e a eficiência da mesma, que na minha opinião, foi desnecessário e prejudicial tanto a mim quanto ao Orkut.

Na verdade, a intenção original desta postagem era falar sobre evolução instintiva e artificial, conceito possivelmente novo, já que minha memória já está ficando fraca o suficiente a ponto deu não lembrar se já falei disso antes, ou mesmo pela quantidade de teorias já feitas por mim a cerca da psicologia da evolução, mas, já que o meu primeiro parágrafo tradicionalmente é utilizado para relatar algumas novidades minhas, juntamente com o assunto principal, e neste eu só fiz falar sobre as novidades, vou aproveitar que eu achei o poema que eu fiz para o Orkut, que foi excluído, mas por sorte minha já tinha sido copiado para o facebook, e ainda está lá, e escrevê-lo aqui também, tornando-o o assunto principal da postagem, se ligando ao primeiro parágrafo. Honestamente, estou precisando de mudanças, mais flexibilidade para tentar atingir, pelo menos, a algum público, pois continuar com esta diretriz de escrever apenas para registro é bastante cansativa. Vou deixar a evolução artificial e instintiva para outro dia, ou talvez hoje, e irei apresentar o poema agora. Para vocês, o poema:

Quem sou eu:
Transformei-me em pensamento,
Mas tento voltar a ser humano,
Ou pelo menos achar um equilíbrio.

Não é apenas um ideal de eficiência encontrado pela razão,
Nem apenas um ideal de evolução encontrado pelo instinto,
Mas sim a realidade de existir da melhor maneira possível.

Torno-me humano, sentindo-me,
Torno-me humano, entendendo-me,
Torno-me humano, aperfeiçoando-me.

Mais sobre mim:
http://barnabasspenser.blogspot.com/
http://youtube.com/user/Kingreey
http://twitter.com/Kingreey

domingo, 20 de março de 2011

Psicologia na matemática e nova propriedade (re) descoberta por mim

Humanos: Instinto influencia o raciocínio e vice-versa.

Olá amiguinhos, novamente inicio esta postagem começando a refletir sobre esta saudação de inicio, mas eu não quero falar sobre isso hoje, porque ao invés disso, eu quero falar sobre umas coisas que me vieram a cabeça essa semana no horário escolar, e que para não escrever, tratei de fazer notas, as quais eu li para relembrar e começar essa postagem. Começando com a primeira, que será terminada ainda neste parágrafo, eu ultimamente tenho notado um excesso de ingenuidade em mim, o que eu quero dizer é que, devido aos estudos da psicologia evolutiva, que diz que todo humano tende a ser bom, já que a bondade, de forma indireta, significa evolução, e é isto o que todo humano busca, eu acabo esperando o melhor dos humanos, e quando um comportamento ruim aparece, eu simplesmente tento investigar qual é a fonte daquele comportamento, contudo, o problema é que eu acabei ponto esta visão na interpretação histórica do livro, onde eu mostro um mundo com uma sistemática muito mais simples e com menos distúrbios. Não sei exatamente se isso foi um erro, ou se foi falta de aprofundamento, ou falta de dados, enfim, o que importa é que eu anotei no meu caderno que eu deveria revisar toda a interpretação da história que escrevi no meu livro, contudo, não vou fazer isso, pelo menos não enquanto isto não me traga nenhum tipo de reconhecimento social. Mas os distúrbios sociais são um fato interessante a parte pois nascem, assim como a evolução, do acidente, e por algum motivo continuam a se multiplicar por não haver fatores que os filtre, mesmo eles prejudicando a evolução, um exemplo bem comum disto são pessoas com a filosofia totalmente individualista e com a falta de percepção sobre a evolução, ligadas somente ao resultado. A propósito, eu tenho sempre que me preocupar em não perder minha essência que me levou ao estado atual, ou esquecê-la para sempre e mudar para melhor! Agora vamos ao assunto principal.

Essa semana meu amigo me apresentou uma questão matemática com um aspecto realmente interessante, que eu nunca tinha visto em lugar algum. Me apego muito aos fatores que compõe um número na hora de pensar na sua natureza, e nesta questão, havia a mistura do fator dois com o fator cinco, resultado como resposta, apenas um fator dois, vou escrever a questão aqui, e quem quiser visualizá-la, é só copiar aqui, ir no wolframalpha.com e colar lá, a questão é: ((2^28+2^30)/10)^1/3 [obs.: adoro resolver equações no teclado]. O resultado, que para mim a princípio pareceu bastante estranho, era 2^9, eliminando completamente o fator do cinco, localizado no divisor dez. Nunca havia notado este comportamento antes, e por isso, deduzi logo de cara que havia algum erro ou transcrição da questão que meu amigo me fez, ou no próprio gabarito, e para agravar a situação, este mesmo amigo, responsável pela transcrição, corrigiu a primeira equação dada por ele, sendo a equação a cima a já corrigida. Isto me fez pensar que a questão realmente havia erros de transcrição, pois já que ele havia errado a primeira vez, por padrão ou indução, há a possibilidade da segunda correção, a correta, também estar errada. Dediquei pouquíssimo esforço tentando resolver esta equação, e ainda por cima, acabei utilizando a técnica de forma errada da primeira vez, dando um resultado muito diferente do gabarito. Devido a desconfiança que eu já nutria, ao errar a técnica, juntamente com meu amigo que também estava tentando resolver essa questão, supus que minha dedução sobre o erro realmente ser da transcrição estava correta, encerrei a questão e falei para o meu amigo me trazer o caderno de exercícios onde estava contida esta questão. Dois dias se passaram até que ele me trouxesse o tal caderno de exercícios, e para a minha surpresa, a questão estava corretamente transcrita. Eu fiquei um tanto surpreso e incrédulo, imaginando as várias possibilidades, mas diante a testes anteriores, realmente havia me agarrado a idéia que a questão estava mal escrita no gabarito, talvez por erro de impressão, mesmo meu amigo tendo dito pra mim que a resolveu. Outra coisa que eu devo ressaltar é que eu dou pouca credibilidade a este mesmo amigo, ele me parece ser um tanto simplista e materialista, que chega ao ponto de mentir levemente para defender seu ponto de vista, ou, utilizando um termo mais adequado, distorcer a realidade ao seu favor com certa freqüência, embora ele seja uma pessoa legal, é o que eu sinto vindo dele, e imaginei que fosse o caso, por isso dei pouca credibilidade quando ele disse que tinha conseguido resolver, sem contar a primeira solução que ele me deu continha um erro matemático grave, ele meio que forçou a resposta, pois não sabia, mas nesta hora eu mostrei-o seu erro e a propriedade, foi quando ele admitiu ter forçado, lá fui eu novamente aos cálculos para tentar achar novas informações sobre a questão.
Obs. Pra falar a verdade, agora eu to meio em dúvida se ele realmente errou ou se tinha feito a mesma metodologia, mas de modo diferente, de qualquer forma, ele não teve firmeza racional em sua técnica para provar-me que ele estava certo, mesmo estando, e por isso, independente dele ter errado ou não, não mudaria o que eu senti na hora.

Na segunda tentativa eu estava mais atento a mesma propriedade que eu errei antes, e que ele também errou, e fiz utilizando o método certo e cheguei a um dado momento da questão que o resultado ainda não parecia visível, quando deveria ser, porém, como resposta a estranheza que eu sentia na questão, a qual eu não havia a mínima idéia de como ocorria, e também não me puis a pensar, acabei me convencendo que tal questão se baseava em alguma propriedade ou técnica ainda desconhecida por mim, isto tudo me fez simplesmente desistir da questão ao invés de continuar fazendo tentativas entre as várias técnicas que eu conheço, e eu nem a menos havia depositado uns cinco minutos de tentativas. Pedi ajuda para este tal amigo, que me explicou como resolvia a questão passo a passo, da maneira correta, foi quando eu percebi que eu estava simplesmente a duas operações algébricas da resposta, uma de soma e outra de divisão, que me levariam ao resultado final da questão. Simplesmente fiquei abalado, primeiramente por minha falta empenho em resolver um desafio matemático, senti um vazio por dentro ao ser me revelado a questão tão facilmente, pois eu havia conhecimentos o suficiente para resolvê-la, só faltou-me tentar mais e errar mais, lembrei-me neste momento a quantidade de horas que eu dedicava a apenas uma equação, nos princípios dos meus estudos com matemática, ainda quando eu sétima serie, motivado pelo desafio de redescobrir os conhecimentos do nosso mundo, coisa que eu estava perdendo pela obrigação de ser rápido e preciso nas técnicas, e segundamente, eu não entendi o porquê eu desisti tão rápido a princípio, coisa que após reflexão, eu entendi e escrevi tais fatores aqui, que foram a incerteza sobre a transcrição e gabarito da questão, e a estranheza dela própria juntamente com o monstro que eu fiz desse aspecto, que me levou a me agarrar a idéia de que eu não tinha técnicas o suficiente para resolve-la, e ainda há um terceiro fator ainda não dito aqui, eu ultimamente tenho monitorado o tempo que eu levo para resolver uma questão, já pensando no vestibular, com o objetivo de me deixar mais confiante na técnica e parar de revisar sempre as mesmas e seus princípios, a propósito, foi este mesmo fator que me fez não responder a outra questão, juntamente com o orgulho de não utilizar um artifício que só poderia ser usado caso eu já soubesse a questão, que era retirar parte da resposta, da própria resposta, exemplificando: a multiplicação de dois números dá tal resposta, e aqui está as equações contidas em tais números e cinco alternativas de respostas, todas apresentando como fator comum o cinco, ou seja, o cinco é um dos números da multiplicação e da resposta.

Neste mesmo dia, eu tive uma séria reflexão sobre minha bagagem de conhecimentos e a quantidade de tempo que eu perdia me dedicando a outras evoluções não relacionadas ao conhecimento, e imaginei a quantidade de pessoas que dedicam somente sua evolução ao conhecimento, e senti que meu nível é baixo, se comparado a tais pessoas, e isto significa que eu não vou passar no vestibular. Esta questão é complicada, merece ser refletida e é tema para uma próxima postagem, contudo, para terminar esta, eu irei mostrar a resolução da questão transcrita a cima em equações representadas na linguagem computacional, que é a linguagem com símbolos matemáticos mais acessíveis ao teclado, e esta equação poderá ser conferida no mesmo site citado anteriormente, o wolframalpha.com, vamos a questão: ((2^28+2^30)/10)^1/3 >- (próximo passo: fator comum) -> (((2^28(1+2^2))/10)^1/3 >-(resolução da potenciação (1+2^2)=> (1+4)) -> (((2^28)5)/10)^1/3 >- (cortando o cinco resultado da soma com o cinco do divisor dez) -> ((2^28)/2)^1/3 >- (agora será cortado um dois da potenciação no numerador com o dois da divisão, resultado no elemento neutro, um) -> (2^27)^1/3 > - (como o 2 está sendo por 27, e isto tudo está sendo elevado por 1/3, a técnica nos diz que potencia elevada por potencia deve haver a multiplicação, mas eu não irei explicar os princípios desta técnica nesta postagem, embora eu já tenha pesquisado por isso antes, como resultado temos: 27.1/3 => 27/3=> 9, passando isto para a equação) -> 2^9 -> (este já é um resultado bastante simplificado, mas pode ser simplificado ainda mais) -> 512 Fim da questão. O momento que eu não continuei foi justamente na soma do (1+2^2), e como podemos perceber, as técnicas utilizadas nesta questão são as da potenciação e divisão, bastante conhecidas por mim, pois eu já fiz muitas pesquisas nestes campos dos fatores, não é a toa que a fatoração e os números primos me fascinam. Oh sim, quase ia me esquecendo da nova propriedade que esta expressão numérica nos mostra, a da soma de fatores. Vou apenas fazer um resumo aqui, pois nem mesmo eu pensei profundamente sobre isso até agora: Notamos que na soma de dois fatores com mesma base, poderá surgir uma base diferente, que pode ser prevista com a técnica a cima, o fator comum. Esta propriedade é importante para mim, pois a tempos eu venho buscando saber o que ocorre na soma de dois fatores de mesma base, e ela nos dá uma pista sobre isso.

Numa curta despedida, é interessante que nesta postagem de hoje eu tenha arrumado temas para duas possíveis postagens: explicação sobre os fatores e reflexão sobre níveis gerais de evoluções individuais na sociedade, já fica registrado aqui para caso haja outro momento de tédio como o de hoje ou a necessidade de atualizar o blog para a meta de quatro postagens por dia, e é interessante também notarmos a quantidade de aprendizado sobre nós mesmos e sobre a psicologia humana que temos através da boa reflexão de uma experiência de vida como esta. No mais, encerro aqui, um abraço a todos e até a próxima.

domingo, 13 de março de 2011

Retratação sobre a postagem anterior

Explicações sobre mim

Olá amiguinhos, escrevo a caráter explicativo da minha última postagem, que eu acabo expondo minha visão pessoal acerca da classe dos professores. Devo admitir que, como estudioso, não posso deixar que os sentimentos interferiam no meu pensamento, mas a postagem anterior foi a prova que, de alguma forma, o instinto interfere no raciocínio, se não o foste, eu não teria dedicado tanto tempo de pensamento especificamente a esta classe. Para explicar os motivos que me fizeram escrever a postagem anterior, devo informar o momento de vida a qual me encontro agora, que é no ano anterior ao vestibular, tendo o ano de vestibular o significante que este é o primeiro ano que de fato, há a cobrança de resultados, sendo assim, há toda a insegurança humana de ser ou não ser capaz de obter tais resultados, que aumentam em muito nossas chances de sobreviver e reproduzir. O professor e sua metodologia se introduzem nisso a partir do momento que são estes que vão me prover as técnicas para necessárias para a obtenção do resultado, e quando eles acabam por não serem profissionais ou eficientes se comparados a média, significa que minhas chances de obter tais resultados, e por conseqüência, sobreviver e reproduzir, diminuem em muito, e, além disto, sendo este um motivo especifico ainda a mim, alguns dos meus professores deram várias e várias palestras defendendo o aumento do salário do professor, no exato momento em que os mesmos deveriam estar passando a mim as devidas técnicas que me ajudassem a passar no vestibular, ou aumentassem a minha bagagem de conhecimento sobre sua determinada matéria, coisa que além de me ajudar no vestibular, me ajudaria na vida. É através disto que eu nutro pessoalmente certa raiva quanto ao aumento de salário dos professores, e que motivou a me escrever a postagem anterior, que justifica a não modificação dos seus salários se estes continuarem com a atitude desleixada com sua melhora profissional e metodológica como eu vejo que estão. Cometi alguns erros, primeiro, generalizei. Há professores na minha que utilizam técnicas interessantes, assim como se dedicam a ficar bons nessa técnica. Segundo erro, esqueci as variáveis do sistema. Pensei num sistema fechado, simples, onde cada professor tivesse apenas a preocupação em evoluir na sua área educacional, esqueci-me também que o professor lida com humanos, e para exercer bem sua função, ele deve ser um bom humano. Na verdade, eu pensei nisso, mas esqueci a complexidade que é ensinar a uma pessoa, a como ser um bom humano, e na verdade, nem sei se na prática, minha teoria está certa, e se estiver errada, parte da solução anterior se mostra ineficiente.

Outro problema encontrado é que o professor é humano, e sendo assim, ele também sofre variações e tentações instintivas para não efetuar sua função como se deve. A função do professor realmente é muito complexa, por isso ele deve ter o envolvimento humano para aumentar as chances de evolução de outra pessoa, bem como entender as técnicas mais eficientes e necessárias para isso, então, sendo assim, se o professor não tiver o envolvimento humano com seus alunos, ou não entender as técnicas necessárias para o ensino, provavelmente ele vai criar um distúrbio no seu ambiente de trabalho, e aproveitar para evoluir outras áreas, que não a que por principio deve ser evoluída. Ou seja, o professor vai encontrar mais chances de sobreviver e reproduzir efetuando outra tarefa, como conversar, do que propriamente a que deve ser feita, que é ensinar, já que existe uma enorme dificuldade para ensinar, ou a falta de comprometimento a este tipo de evolução. Outra coisa que eu notei é que, além de ser professor, o professor também poderia ter sua evolução baseada na produção de novos conhecimentos, sendo então o professor, também um pesquisador, porém, imagino que estrutura para pesquisas só se encontra nas faculdades. Oh, as faculdades! Sério, gostaria muito de visita uma faculdade, local onde se produz conhecimento, se bem que eu devo supor que é menos o que eu imagino. Sinceramente eu perdi o rumo dessa postagem, assim como da minha teoria educacional, eu tenho a base, mas preciso por em prática, meio complicado isso. Enfim, essa postagem também é para atualizar o blog, e para aproveitar que essa postagem foi curta, vou escrever aqui também uma introdução sobre uma postagem que acabou tendo outra introdução, mas esta introdução acabou sendo gravada, ela será escrita abaixo, no mais, boa noite e abraços para quem preferir terminar aqui.

"Olá amiguinhos, minha vida ultimamente tem sido mais focada no minecraft, e de fato, tenho deixado meu livro um pouquinho mais de lado como sempre, mas não totalmente desanimado, eu todo dia, sempre tento fazer alguma coisa, embora eu faça muito menos coisas que antes, devido ao desanimo, mas ainda sim estou completando pelo menos uns dois parágrafos, ou mesmo um por dia, e pretendo terminar ele antes das férias. Sobre o minecraft, nossa, adoro jogos estilo roguelike, e ele é um jogo deste estilo de mão cheia, e ele é interessante, funciona a base de objetivos, pelo menos pra mim, por exemplo: eu me empenhei no meu objetivo de construir um castelo, apenas para utilizar o material retirado da mina, e então eu comecei a fazê-lo, e enquanto eu não terminava-o, era um motivo pra eu descer até as minas, enfrentar todos os perigos e trazer o material para cima, porém, ao terminar o castelo, fiquei sem essa motivação. Buscar outra motivação está fora do meu objetivo de vida, porque isto demoraria muito tempo, e eu quero fazer outras coisas, demoraria coisa de três a quatro, dias, ou mais, jogando direto pra construir algo realmente descente, contando com a fase de testes para saber o que realmente seria bom, estou dando essa estimativa baseado na minha experiência na construção do castelo, cuja estrutura era um pouco complicada, mas padronizada. Devo ressaltar também a experiência magnífica que foi explorar aquelas minas, criar um sistema de localização 3D não é nada fácil, contudo, a cada nova caverna sendo explorada, uma nova estrutura, materiais mais raros encontrados e a dificuldade e a engenhosidade para alcançá-los, caso estejam em lugares difíceis, o perigo dos monstros das cavernas o atacar, o medo de cair sem querer duma altura alta ou cair na lava, a sensação de estar realmente numa caverna, com rios subterrâneos tanto de água como de lava, muito interessante. Além disso, o gráfico a parte, todo trabalhado no conceito de pixels 3D é bastante interessante. Bom, falado do minecraft como introdução/novidades, vamos a postagem de hoje, que será mais uma vez sobre psicologia, ou melhor, antropologia."

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Reflexões sobre o panorama dos professores

Todo mundo tem o que merece

Olá amiguinhos, estou escrevendo hoje com o simples propósito de atualizar o blog e ocupar algum tempo. Embora não me sentindo totalmente confortável com isso, por este ser um blog pessoal que acompanha minha linha de pensamento, acredito que a única coisa cabível a escrever aqui, é sobre isso: sobre meu pensamento atual quanto à classe dos professores. Não me sinto confortável por isto ser uma crítica pesada a esta classe, porém, ultimamente eu tenho estado sem muitas novas idéias interessantes, já que a maioria delas é relacionada ao livro, e eu to sem assunto para atualizar meu blog, que eu mantenho em compromisso com minha essência filosofa. Sobre as novidades clássicas para encerrar o primeiro parágrafo, comecei a dirigir e pretendo dar entrada na papelada para, pelo menos, registrar o meu livro, e quem sabe, conseguir alguém que se interesse pelo assunto no departamento de psicologia, mas isto é algo realmente complicado, pois sinto que a recepção do sistema, enquanto sistema rígido formado por pessoas, não será muito boa, já que meu comportamento não faz parte de suas expectativas, embora que, devamos lembrar que as pessoas são flexíveis, e por isso, com o devido forçamento para fazer surgir possibilidades ocultas, talvez seja possível eu alcançar meu objetivo, e, além disso, estou me convencendo racionalmente que eu não deva sentir nenhum tempo de receio quanto ao fato de que meu livro deva ser atendido por uma instituição pública, que são as faculdades federais, bem como bem recepcionado, ou no mínimo, chame a atenção de alguém, já que devemos lembrar que minha geração é o futuro da nação, e se algum cientista velho não trata bem um cientista jovem, mesmo que ele pareça prepotente, como é a imagem que eu imagino que passarei, este cientista velho não pode reclamar do que a próxima geração se tornará, do nível que ela alcançará. Afinal, estou prestando um serviço social me sacrificando pelo bem do conhecimento que, a princípio, é o bem mais precioso das sociedades, já que dele deriva a tecnologia.

Sobre os professores, devo admitir que tenho uma visão pessoal do assunto, que se resume aos da minha escola, porém, pelos relatos dos mesmos, essa falta de respeito com os professores não se resume somente na minha, e sim, confirmado por estes dados, a uma pequena parcela das escolas recifenses, isto não levando em consideração as escolas as quais não temos nenhum dado, mas que se seguirmos o padrão de comportamento, também tem o mesmo problema, e iremos fazer isso, até mesmo apoiado no fato de que em todo a reclamação de salário de professor é no país inteiro. Enquanto que a maioria das pessoas diz que o salário de professor deva ser aumentado, e eu discordo inteiramente disso por diversos fatores. Um dos argumentos que os professores dizem para que haja o aumento de salário é que, com um salário maior, eles não precisam dar tantas aulas por dia, tendo mais tempo de preparar uma aula melhor para os alunos, argumento este que eu acredito que deva simplesmente ser forçado pelo instinto de tais professores no desejo de ganhar mais, pois quando vamos analisar psicologicamente o assunto, o professor sempre quer evoluir, e se ele quer ganhar mais, significa que sua evolução se liga a algo que o dinheiro traga, o que supõe-se que é o consumo, afinal, qual outra atividade evolutiva um professor tem, se não produzir conhecimento ou consumir? Sendo assim, mesmo que se aumente o salário do professor, ele vai consumir mais, já que ganha mais, e ao consumir mais, vai precisar trabalhar mais da mesma forma, ou ainda nem se quer deixará de reduzir sua carga horária, resultando então no mesmo cenário de antes do aumento de salário: professores endividados e trabalhando bastante, sem tempo para preparar boas aulas, a diferença é que estes professores terão um pouco mais de qualidade de vida. Outro ponto a se observar deste argumento é que, se o professor diz que ganha pouco de mais para se sacrificar para ensinar, podemos considerar isto uma profunda falta de compromisso com a função social do professor, a qual os mesmos dizem que é muito importante, já que o professor está deixando de se dedicar para melhorar a vida de seus alunos, como protesto contra o pouco ganho que o mesmo tem. Pensando por outro lado, será que o aluno tem alguma culpa pelo professor ganhar pouco? E será que a qualidade de vida daquele professor vale tanto a ponto dele sacrificar o conhecimento de seus alunos? É então que entra o argumento: ser professor é difícil, pois não há respeito no Brasil, por isso, não vou me sacrificar.

A ultima parte deste argumento já foi rebatida a cima, porém, a primeira parte, que fala sobre dificuldade e falta de respeito, será refletida neste parágrafo. Fazendo a analise do porquê ser professor é difícil, podemos perceber o seguinte: Quando se há reclamações, significa que o conjunto de expectativas referentes a alguma coisa não está sendo atendida de alguma maneira, daí então pesquisamos quais são as expectativas que não estão sendo atendidas, que são os motivos da reclamação, e percebemos principalmente duas coisas: falta de respeito dos alunos e seus respectivos pais, com os professores, e a ausência em alguns casos, do apoio da direção e dos altos cargos da escola. Abordando a primeira reclamação, é interessante os professores da minha amostra pessoal, aos quais eu tomo como modelo, costumam freqüentemente comparar os costumes do ensino médio brasileiro, com o costume dos países desenvolvidos, destacando, principalmente, o grande status que se tem lá fora, e não se tem aqui dentro, sem contar com o salário superior, porém, antes de enfatizar o clímax desta questão, que também envolve o segundo ponto de reclamação, gostaria de estender analisar esta comparação mais profundamente, em seus fatores sociais/econômicos envolvidos que acabam sendo, muitas vezes, despercebidos ou ignorados, como a enorme quantidade de dinheiro e tecnologia rolando, o que faz os pais se importarem com a qualidade de ensino dos alunos, além de vários outros aspectos, vamos a analise. Primeiro devemos nos perguntar o porquê desta falta de consideração com a profissão de professor, e com o ensino médio geral, já que os pais acabam querendo apenas que seus filhos passem de ano, ou que, quando querem que seus filhos estudem, acabam tendo a tendência de pensar que o professor é o malvado da história, e para entendermos isto, temos que voltar a história da educação do Brasil. O Brasil tem apenas 500 anos, isso dá um pouco mais que cinco gerações, se contarmos que até terceira geração, o Brasil ainda era visto como um lugar onde só se tinha agricultura, enquanto os EUA já estavam ficando ricos com a guerra, podemos ver que, em relação a educação, o povo brasileiro acabava sentindo pouca necessidade de estudar, já que a maioria trabalhava no meio rural, costume este que acabou a poucas gerações atrás, com os país, ignorantes, sentindo a necessidade de por seus filhos em uma escola para que estes estudem e consigam subir na vida, dando total autorização aos professores e diretores que, diante do grande poder em mãos, e da total falta de comprometimento com o conhecimento científico, até mesmo devido a reputação do Brasil, juntamente com falta de país que soubessem e tivessem condições de exigir os direitos de bons tratamentos dos seus filhos, deixavam que seus filho fossem submetidos a um rigoroso e ineficaz sistema de estudos, complexos e, na visão dos alunos, desnecessários, contendo inúmeras agressividades ao instinto, obrigando-o, de forma cruel, a aprender determinado assunto para sobreviver, utilizando-se de mecanismos improvisados de memorização e aprendizagem.

Este tipo de educação acabou sendo bom para aqueles que conseguiram ganhar dinheiro com isto, que passaram este tipo de ensino, embora, imagino, de forma mais razoável, aos nossos avós e pais, sendo nossos pais, os nossos professores atualmente, que respondem todo este desnecessário mecanismo de aprendizagem por meio da ameaça instintiva, com um mecanismo ameno, simplificado e livre, que dá a chance do aluno fazer suas próprias escolhas, e ensina ao aluno da maneira mais simples possível. A partir deste cenário também, é que temos nossos país, que acabam sempre acreditando no abuso de poder do professor, até mesmo por traumas de abusos de poder em suas próprias experiências de vida, e é mesmo daí que vem a agressividade dos pais, que acabam pressionando os diretores, que, para não perder dinheiro e devido a falta de provas ou tato para lidar com a situação, acaba induzindo ao professor a trabalhar com menos rigidez, ou menos simular que não viu tal ato de falta de respeito e perturbação a aula, para evitar conflito com o aluno, por isso vem a segunda reclamação. Já entendido as causas, devemos entender o que está acontecendo agora. A falta de apoio dos diretores já foi respondida, que é a causa da segunda reclamação e é causada pela pressão dos pais, tudo já explicado, agora vamos ao ponto mais interessante, que é a primeira reclamação: a dificuldade e o esforço enorme que deve ser desempenhado para dar aula. Quanto a esta reclamação, que é o principal motivo dos professores reivindicarem salários melhores, gostaria de lembrar uma propriedade bastante interessante da tecnologia em geral: quanto melhor a técnica, menor o esforço, quanto pior a técnica, maior o esforço, ambos para alcançar o mesmo resultado. Ou seja, se temos um cenário onde os professores se esforçam muito, ou significa que eles estão realmente enfrentando um problema monstruoso, cujo os conhecimentos para desenvolver tecnologia da nossa sociedade ainda não estão preparados para domar esta situação, ou a tecnologia aplicada é muito mal formulada, ou não é aplicada com sua total eficiência por falta de pericia e entendimento dos conhecimentos que a sintetizou, o que também se constitui em negligencia, já que o professor acaba por negligenciar importantes procedimentos, ou seja, ignorar informações importantes que, teoricamente, se aprendeu durante o curso de pedagogia. Contudo, devemos ainda considerar se o treinamento dado aos professores de fato é tão eficiente quanto deveria ser, ou se tal treinamento se mostra ineficiente para a nova realidade social, trazida pela inovação da internet, além do ambiente liberal que se tornou a escola, graças as pressões sofridas pelo professor.

Falando pela psicologia evolutiva, e através de várias experiências e de tentativas de extrair informações dos professores, que me levassem a entender como se constitui as cadeiras de pedagogia que todo professor é obrigado a pagar, observei que tal cadeira é bastante desatualizada, ou menos incapacitada de tecnologias para que o professor possa exercer sua função com total eficiência, função esta que será explicada a seguir, a titulo de curiosidade e com alguns comentários da psicologia evolutiva. Chego a esta conclusão através de observações feitas em sala de aula, onde cada professor tem sua metodologia de trabalho, aplicando o conjunto de comportamentos, técnicas e atitudes que acha mais cabível a situação, e acreditem, a variação é enorme, alguns chegam até a ser conflitantes e opostas, e de acordo com o principio da tecnologia, se um professor consegue chegar a um resultado, ele tem um motivo para isto, se outro professor não chega a um determinado resultado, ele também tem um motivo para isto, e se nota uma total falta de comunicação entre os professores sobre o ocorrido em suas aulas, bem como o espírito cientifico dentro destes professores, que acabam aceitando os resultados, sem se questionarem ou mesmo testarem novos métodos, novas variações. Chegamos agora, na minha opinião, a raiz do problema, que é a total falta de união da classe dos professores, bem como a falta de profissionalismo técnico/cientifico dos mesmos, e isto acaba resultando num ambiente onde o professor é fraco, tem uma técnica ruim, e diante de uma técnica ruim, que apresenta poucos resultados, tanto a população quanto os diretores não sentem necessidade instintiva de aumentar o salário dos mesmos, já que se salário representa esforço, ninguém vai se esforçar muito pra aumentar o salário destes, tendo suas técnicas melhoradas pouquíssimas, e com poucos resultados. Notem também que teoricamente, se houvesse uma reunião maior entre os professores, tal como, segundo minhas observações, há em outros sindicatos mais antigos e mais explorados, quaisquer atos de abuso de poder, sem justa causa, ou algo do tipo, seria motivo de sérios protestos e processos direcionados ao alvo de tal atitude injusta, tendo o professor mais segurança para expressar seu ponto de vista e sua verdade. Resumindo, não tem como o professor querer ganhar mais, tendo uma técnica ruim, que produz pouco resultado, e que até mesmo deixa sua classe fraca para reivindicar, juntamente com a falta de união da classe, que acaba por deixar isto mais grave. Reconheço que o professor está exposto a um ambiente hostil, contudo, acho desnecessário o professor brasileiro se comparar com os professores de outros países, pois afinal, a realidade social econômica é totalmente diferente, é a mesma coisa que na constituição da África dizer que todo o cidadão tem direito a alimentação, moradia, saúde, e nenhum africano trabalhar pra pagar ao governo para que isto se realize.

Chegando a uma conclusão pessoal, sugiro que os professores que reclamam, movam-se para melhorar, e merecerem, ou ao menos terem força de conquistar algo melhor, é interessante que, acredito eu, o professor que se move para ter algo melhor é o que menos reclama, assim como nas outras áreas da vida humana, acaba sendo um padrão de comportamento humano, mas é apenas uma observação e eu não tenho certeza disso. Agora falando segundo os conhecimentos da psicologia evolutiva, aplicado sobre o que eu entendi que é o curso de pedagogia, que lida principalmente com história e métodos, não com psicologia e funcionamento da mente humana, há muita coisa que pode ser melhorada, principalmente quando pensamos na função do professor. Afinal, qual é a função do professor? Segundo a psicologia evolutiva, é tornar o conhecimento científico, que é frio e imparcial, em humano, que é especifico e acolhedor, isto significa que o professor tem como principal diretriz pra desenvolver uma metodologia, que se interaja com o instinto humano, e consiga se especificar a cada aluno. São teoricamente, duas técnicas distintas, e igualmente importantes. A segunda se baseia no tipo de forma que os humanos guardam as informações na memória, que é através da associação de informações, tendo prioridade aquela que o instinto valoriza, que é geralmente informações que aumentam as chances de sobreviver e reproduzir, o que acaba, por conseqüência, se expandido sobre os gostos dos alunos, as informações que eles tem mais facilidade de associar ou não. Quando há um assunto que determinado aluno não consegue compreender, significa que falta nele, as informações necessárias para que ele consiga relacionar aquela informação especifica, com sua visão de mundo, e seria este o trabalho do professor, ter a certeza que o aluno foi capaz de compreender as informações cientificas dadas, para que ele tenha oportunidade de progredir em seus conhecimentos sobre o nosso universo. O segundo, é que o professor tem como objetivo de sua função, interagir com o instinto do aluno, e isto significa que o instinto do aluno deve se sentir instigado a aprender tal assunto, e isto se consegue apresentando um desafio ao aluno, um desafio que este aluno sinta que é capaz de vencer, e que também não seja tão fácil a ponto do aluno se sentir desestimulado a fazê-lo. Contudo, devemos observar também que o aluno tem que encontrar motivos para se interessar pelo desafio, e este motivo deve ser: o desafio vai melhorar as chances de sobreviver e reproduzir, desta forma, o desafio acaba se configurando como uma forma de evolução, e todo o humano gosta de evoluir. Não devemos ignorar a importância dos pais dos alunos, estes são um grande determinante para o que os alunos sabem, ou o que os alunos se interessam, no que os alunos acreditam que terão mais chances de sobreviver e reproduzir. É esta forma que, teoricamente, deve ser introduzida para estimular o gosto dos alunos, e após esta iniciação ser feita, e próximo do mercado de trabalho, é responsabilidade, que será sentida pela própria cobrança do mercado, aprender as técnicas devidas para exercer sua função, e neste caso, o aluno já terá toda a bagagem de experiência cientifica necessária para saber interpretar bem as técnicas derivadas do conhecimento.

Sem isto, o professor acaba deixando o aluno solto, e como o aluno não terá nenhum objetivo evolutivo relacionado a escola, este acabará utilizando a escola como apenas mais uma ferramenta para alcançar seus objetivos evolutivos, que geralmente se relacionam com diversão, socialização e etc., o que é agravado pela liberdade que os alunos acabam encontrando devido a nova mentalidade liberal dos professores atualmente, que ao invés de direcionar o comportamento dos alunos a hábitos saudáveis e relacionados a escola, simplesmente fazem o seu trabalho pressionados e não encontram nenhum método para melhorar. Devo admitir que este cenário é muito difícil de se obter, principalmente se o professor não for instruído com o conjunto de conhecimentos necessários para tal, porém, teoricamente, ele é o que é mais adequado para que o aluno produza ciência ou trabalhe com as técnicas de forma eficiente, que é, acredito, o principal objetivo da escola. Devemos também lembrar que, em ambientes hostis onde falta no aluno total vontade de aprender as técnicas científicas, o professor pode ir com a possibilidade de procurar a melhor alternativa para aqueles alunos, que neste caso, seriam trabalhos complementares de conscientização e estimulação do aprendizado de conhecimentos que serão úteis na perspectiva de vida deles, estou me referindo neste caso, por exemplo, em regiões pobres, onde a população não sente o mínimo estimulo pelo conhecimento, ou em escolas cuja maioria dos alunos não entenda a significância do estudo, estimulados por seus pais ou por outros fatores. Também acredito que novas cadeiras possam ser adicionadas ao ensino médio, cadeiras voltadas para que o aluno se auto-conheça e conheça o seu universo, e entenda sobre o que a metodologia científica e a tecnologia se baseiam para funcionar, como aulas de psicologia, ou aulas sobre a natureza do universo.

Enfim, concluído este artigo. Tenho a consciência que ele foi absolutamente redundante, podendo dar três páginas de Word, ao invés de cinco, mas pelo menos está registrada minha opinião. A propósito, ainda acredito que também possa ser introduzido sistemas políticos dentro das escolas, e ainda vejo algo de funcional no projeto que já fiz a algum tempo e que se encontra neste link: http://barnabasspenser.blogspot.com/2010/02/meu-novo-sistema-disciplinar-escolar.html Com isto, me despeço de todos vocês, pensava que tava atualizando pouco esse blog, mas acho que não, to quase na média de quatro por mês. Ah, e pra quem prestou atenção no título desse texto, pode encontrar explicações sobre ele aqui: http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/05/lista-de-frases-ou-coisas-importantes.html Abraços gerais.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Consequencias dos disturbios e reflexão sobre atitudes

Distúrbios tendem a se propagar

Olá galera, essa semana eu entrei em conflito com o método de raciocínio que eu utilizo, que se baseava na técnica de procurar cada fator envolvido em um acontecimento, para a partir destas informações, montar uma linha de raciocínio. Esse método é bastante interessante para pesquisa e investigação, mas para raciocínio rápido, não é tão interessante, pois devemos admitir a complexidade do universo, observada, por exemplo, nas inúmeras propriedades que existem nos átomos, e em como tais propriedades, se juntadas com a física, apresentam reações bastante diferentes ainda no contexto da química. Acabei voltando a adotar um método mais intuitivo, pensando em grandezas, não em detalhes, já que para raciocinar grandezas, se tais grandezas forem compostas da maneira correta, daí necessária a investigação para compor tais grandezas de tal maneira, é mais eficiente. Já no segundo dia trabalhando com este novo método de raciocínio, notei pequenas diferenças. Mas este não é o assunto principal da postagem de hoje, assim como não é a única coisa de interessante que aconteceu essa semana comigo. Como todos sabem, terminei meu livro que eu demorei uns seis meses para escrever, sem contar com as outras versões e com a própria criação do conteúdo, isto significa que eu desempenhei bastante esforço nele, ele acabou se tornando meu objetivo evolutivo, e como tal, preciso concluir este objetivo, que é, se não conseguir, pelo menos tentar que minha teoria da psicologia evolutiva seja divulgada. Como eu estou me sentindo muito prepotente em ir numa faculdade pedir que alguns acadêmicos avaliem meu livro, eu antes, também incentivado por alguns sentimentos de curiosidade e por ter compartilhado com algumas pessoas sobre meu objetivo evolutivo, que é o livro, principalmente com meus amigos, decidi mostrar meu livro na escola, a todos os professores e aos meus amigos. Devo admitir que, em parti, nutri uma expectativa positiva sobre a recepção dos professores, já que eu fiz o livro ficar quase exatamente como eu queria, e isto me faz pensar que ele tem bastante qualidade para chamar a atenção de acadêmicos, como deveria ser o caso dos professores. Cometi um engano parcial.

Houve várias e várias reações, variando do professor. Alguns leram a introdução, outros simplesmente ignoraram, outros me deram conselhos, e um deles até se interessou em ler, interesse esse que parece ter sido esquecido nas aulas seguintes. Imaginei que eles, por serem acadêmicos e por lidarem com os humanos no seu dia-a-dia, se sentiriam interessados em pelo menos, em buscar novos conhecimentos sobre os humanos, pois a final, acredito que a suposição mais básica é que se eu fiz um livro com uma estrutura bem formulada, algo que pode ser verificado no índice de conteúdo, eu poderia ter algumas informações novas e interessantes a serem usadas no dia-a-dia, mas nem isso. Ao pensar sobre as possibilidades destes comportamentos, pensei em preguiça, falta de interesse, falta de tempo ou até mesmo inveja, já que até mesmo minha professora, a qual os professores costumam elogiar, diz ter feito uma monografia menor que o meu livro, lembrando que meu livro só ficou grande por causa da redundância e deu ter tentado abordar um espectro muito grande de assuntos. Há ainda outra possibilidade a ser abordada, que acredito eu, será um empecilho quando eu for mostrar meu livro a alguma universidade, que é a descrença na minha capacidade, enquanto estudante de ensino médio, de fazer ciência de qualidade, mesmo num assunto tão pouco explorado e cheio de informações como a psicologia, ou seja, os acadêmicos vão apresentar uma forte resistência por minha, em parte, falta de atenção com os dispositivos da metodologia cientifica, como a falta de compromisso em registrar as fontes que eu pesquisei para me auxiliar em minha teoria, bem como as observações feitas por mim, para montar as premissas de tal teoria, coisa que de fato, terei muita dificuldade em demonstrar, caso necessário, já que muitas delas se baseiam na simples observação do dia-a-dia.

Sinceramente, eu esperava ao menos algumas perguntas, alguma excitação, afinal, estão em frente a um trabalho bastante interessante, pelo menos para mim que conheço o trabalho, que poderia ajudá-los quanto ao comportamento dos alunos em sala de aula, imagino eu, mas isto não ocorreu. Eu realmente não sei por quais motivos isto aconteceu, e tenho como melhores palpites, os que eu já dei a cima, deste modo, se for por alguns destes motivos, posso considerar de certa forma um distúrbio, já que eles nem mesmo se interessaram em ler o índice de conteúdo e fazer perguntas, o que, de alguma forma, se os conhecimentos do livro realmente forem o bastante para fazer ótimas ferramentas para trabalhar com os humanos, como imagino, iria ajudar muito no trabalho deles, de professores, falando de uma outra forma, por eles não conhecerem o mínimo do meu livro, e se meu livro for bom, eles perderam chances de sobreviver e reproduzir ao ter a falta de curiosidade, julgarem pela capa, ou qualquer outro comportamento e/ou sentimento que os impediram de conhecer uma nova coisa importante, sem contar em outras coisas. Por falar em distúrbio, devo admitir também que ter trabalhado um ano inteiro em todas as versões somadas desse livro, ou mesmo ter formulado essa teoria nesta fase da minha vida, já pode ser considerada se não um distúrbio, já que eu não tenho certeza se isto de fato me fará perder chances de sobreviver e reproduzir, mesmo que no presente já tenha feito, um comportamento bastante anormal se comparado com o comportamento de todos os outros jovens da minha idade, já que eu histórico bastante diferenciado, por fatores pessoas que acabaram me levando para o estudo das atividades racionais e a busca da verdade desde cedo, juntamente com a novíssima ferramenta que a internet, se comparada aos tempos das gerações, não tenho certeza o quanto, mas estou próximo, inclusive, da tão falada geração Y do noticiário, ou seja, a geração que já nasceu com tecnologia.

Uma coisa devo admitir, por ter trabalhado tanto tempo no livro, tendo ele acabado se tornando meu objetivo evolutivo, e por ter criado uma expectativa mais positiva quanto a recepção dos professores, é muito improvável que eu receba essa má recepção sem nenhum tipo de sentimento ruim, algo misturado entre raiva e vingança passou pela minha cabeça, onde, por exemplo, em vez de tentar ajudar a todos ensinando-os minha teoria, mesmo tendo consciência que eles não sentem que precisam, não pediram ou mesmo não precisam de verdade, utilizar todos os conhecimentos da psicologia evolutiva, bem como os do funcionamento dos mecanismos racionais, que eu acabei, acredito eu, compreendendo de forma bastante próxima durante o desenvolvimento do livro, apenas para mim, em vez de tentar transmitir através do livro e me esforçar em tentar divulgar, como eu estou fazendo. Teoricamente, isto que eu estou fazendo pode ser chamado de sacrifício, ou, de forma mais precisa, jogada arriscada, já que eu depositei bastante tempo na construção de algo, pensando nos outros e sacrificando minhas próprias chances de evolução, com a intenção de ter colher coisas melhores no futuro, e caso não dê certo, pensando de forma não aprofundada, perdi meu esforço, pois o certo seria eu fazer algo pensando em mim e no grupo, e não somente no grupo, por isso meu instinto acaba tendo sentimentos agressivos. De qualquer forma, ao retornar ao conceito da racionalização, eu entendo que amadureci bastante fazendo esse livro, e que além disso, eles realmente não pediram, acham que não precisam ou realmente não precisam, motivos que mesmo de forma superficial, já se mostram bastante convincentes para apoiar o comportamento deles de forma que meu instinto aceite bem, ou seja, eu só fico com raiva porque eu penso: eles bem que poderiam ter sido mais curiosos, eles deveriam ter sido mais curiosos, e por não terem sido, eles acabaram me atrapalhando; quando o pensamento correto é: se eles não foram curiosos, há um motivo real para isto, e devo aceitar e, ou buscar uma forma de mudar estes motivos, ou procurar outra coisa pra fazer. É necessário também falar que é difícil absorver a raiva e transformar, através da racionalização, em atitudes equilibradas, que gerem evolução, já que a raiva me faz querer eliminar tudo aquilo que me atrapalhou, mas é algo necessário, afinal, isto tudo é um enorme distúrbio, e eu posso escolher entre continuar ou não com isso, já que eu tenho o domínio sobre as técnicas racionais/instintivas, e eles aparentemente não.

Enfim, seja lá como esta história se desenrolar, pois foi esta semana que aconteceu isto tudo e ainda não acabou, eu vou tentar me racionalizar e me sacrificar um pouco mais, pois ainda tenho esperanças de completar o meu objetivo, mesmo que ele seja um distúrbio, e salientando que como eu falei antes, todo mundo tem seu distúrbios, e este distúrbio está me fazendo aprender muitas coisas, que podem ser usadas quando se um dia eu me recuperar dele, ou mesmo se eu ainda estiver nele. Para encerrar o assunto, continuo me sentindo prepotente em ir numa faculdade e mostrar esse livro, mas como eu considero que ele foi o resultado de um distúrbio, eu irei continuar até acabar a esperança, como eu disse antes, mesmo que isso me faça passar por ridículo na faculdade, tentando sugerir algo aos acadêmicos, pois como meu amigo falou antes, embora eu chame o conteúdo do meu livro de teoria, ele é apenas uma opinião cientifica. Enfim amiguinhos, é tudo por hoje, vou assistir the walking dead, depois the big bang theory, depois, quem sabe, estudar um pouco os assuntos do ensino médio e jogar diablo II, mas só até completar uma ou duas missões. No mais, um grande abraço para vocês e até a próxima postagem.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Reflexão sobre como a verdade nos leva a escolher o bem

O bem tende a vencer

Olá pessoinhas, fazia muito tempo que eu não escrevo, eu sei, da última vez que eu tentei, lembro-me que deixei a introdução salva na minha área de trabalho, e ela falava bastante sobre minecraft, pois era o jogo que eu estava viciado a um mês atrás. Bem, agora as novidades, e a novidade é que eu estou viciado em outro jogo, Diablo II. Dessa vez fiz uma ótima build de Amazon, flecha de fogo+gelo+valkyria, e to conseguindo zerar muito mais rápido que da ultima vez, e quero zerar no hell. Hoje, sinceramente, estou com preguiça de fazer uma introdução grande, e vou falar sobre algo que me levará diretamente a postagem. Estava cá pensando sobre o comportamento humano, e sobre os porquês dos padrões de nossa sociedade, aliados com certa fé, alimentada por uns sentimentos e experiências, juntamente com conceitos de perfeição matemática próprios, além de uma discussão com minha amiga, sobre acontecimentos da vida real e as conseqüências da psicologia evolutiva postas em prova, conclui que, de alguma forma, a verdade sempre é o melhor caminho, e que o bem sempre vence. Pode parecer estranho, mas se os humanos soubessem da verdade em toda sua totalidade, eles sempre escolheriam a mesma, porque ela é a melhor, ou seja, a boa, o bem. De alguma forma, a verdade, sem que as pessoas percebam, prevalece nos nossos sentimentos, porque o nosso sentimento de preguiça nos faz lutar só por aquilo que realmente acreditamos, e durante essa luta, se o que acreditamos não for verdade, acabamos mudando de caminho ou desistindo. Por conseqüência disto e do sentimento humano ter surgido para evoluir, e já que a evolução é do bem, este último, que é evolução, ou seja, quando dizem que o bem sempre vence, estão se referindo, na verdade, ao fato de que é mais fácil o humano tender a evoluir que anti-evoluir, e dado qualquer grupo de humanos, mais de 50% vai querer evoluir, portanto, mais de 50% vão fazer o bem, e o bem “vence”.

Esta conseqüência da bondade foi adicionada por mim agora, para aproveitar mais a postagem, mas a intenção agora é ter um maior aprofundamento sobre o meio do parágrafo anterior, quando eu começo a falar sobre a verdade. De alguma forma, para mim, os adultos eram adultos, racionalizados, como deveriam ser, e não como adolescentes, mas a verdade é bem mais complicada que esta, e nem sempre um adulto tem comportamento de adulto como já explicado anteriormente, mas, de alguma forma, se tem uma coisa que os adultos têm e os adolescentes não, é o tempo, e a experiência trazida por conseqüência, pois, por exemplo, se supormos que cada paixão dura dois anos, e que um humano só começa se apaixonar depois dos quinze, e que nós só aprendemos mais sobre os nossos sentimentos, por conseqüência, sentimentos alheios, e por mais conseqüência ainda, os sistemas políticos sentimentais que atuam no nosso mundo, e isto nos leva a pensar no porquê cada humano, tendo o mesmo tempo de vida, tem suas diferentes personalidades e filosofias. Vemos que algumas pessoas seguem uma linha mais racional, se preocupando com coisas práticas, enquanto outras seguem uma linha mais emotiva, que muitas vezes se traduz em artística. Imagino, por exemplo, um artista de trinta anos fazendo músicas que adolescentes de quinze anos curtam, significando que, de algum modo, os valores emocionais de ambas as partes são semelhantes, mas não parece estranho se há quinze anos de diferença? Isto nos leva a observar também as músicas ditas “de velho”, mais simples, mais românticas, mais diretas, mais emocionais, as quais geralmente aqueles que gostam, são pessoas com relacionamento pessoal e vida profissional bem equilibrados. De alguma forma, uma pessoa que tem a visão mais racional da vida, com contato com família e profissão, acaba se tornando mais amadurecida, e vendo a realidade dos sentimentos e da sociedade de perto, conhecendo mais a verdade, enquanto que a pessoa que acaba tendo um desenvolvimento emocional, que tende para o lado artístico, tem um estilo de vida diferente, o que acaba fazendo com que esta pessoa desenvolva e evoluam valores não relacionados com família e profissão, mas sim com outros valores, como o que faz o instinto sentir poder ou sentimentos relacionados a outras coisas, que geralmente acabam coincidindo com os dos jovens.

Entendido isso, podemos passar para o próximo ponto, embora que antes seja necessário fazer uma pequena ressalva quanto ao significado que equilibrado tem nesse texto, e ele é o seguinte: já que estamos falando de evolução, o equilibrado aqui significa equilíbrio de evolução, ou seja, individual, familiar e profissional, onde o individuo preocupa-se com si mesmo para ter bom emprego e família, família dá emoção e passa a evolução para a próxima geração, e emprego dá recursos para evoluir e/ou - sendo aconselhável que seja - também se configura como uma forma de evolução. Entendido isto, podemos observar que, por uma enorme variedade de motivos, algumas pessoas acabam não tendo necessidade ou não se aproximado dos núcleos familiares e profissionais, e a pessoa, motivada pelo seu instinto humano de sempre buscar melhorar, ou uma forma de ter mais chances de sobreviver e reproduzir, acaba encontrando formas alternativas de ter isso, sendo uma delas, a arte, e por isso, faz disso sua vida e evolução. Seja uma evolução equilibrada ou não, evolução é evolução, sendo assim, quer a melhoria tanto de si próprio, e quanto das pessoas ao redor, alcançando geralmente também a sociedade inteira, contudo, ainda podemos notar que algumas pessoas podem desenvolver um estado neutro, onde não tentam nem ajudar nem piorar nada, apenas viver sua vida, ou outras, na menor parte dos casos, encontra como forma de evolução, a anti-evolução, ou seja, encontram poder em destruir a sociedade. Podemos configurar este último caso como distúrbio, já que provavelmente esta pessoa está traindo alguns dos seus sentimentos, movida por um trauma ou uma ideologia racional errônea, não próxima da realidade sentimental humana e complexidade estrutural da sociedade, da qual, sem esta, este ser provavelmente não teria a mesma opinião. Devemos ainda relembrar que a culpa da causa do distúrbio de quaisquer pessoas, é a própria sociedade e/ou alguma condição especial que ela tenha, porém, nunca dela, pois se retirarmos tais fatores, ela irá provavelmente torna-se uma pessoa diferente, e se esta for a única causa do distúrbio, com boa evolução.

Através destas observações, podemos concluir que dependendo das condições de vida de uma pessoa, é que seu instinto decide qual é a melhor alternativa para viver, se é ter uma vida equilibrada, ou uma alternativa boa ou ruim, e como foi dito antes, há uma maior tendência das pessoas escolherem a equilibrada, e em seguida, alguma alternativa boa, já que estas refletem o desejo verdadeiro do instinto humano, que é evoluir. Contudo, existem ainda pessoas que mesmo equilibradas, apresentam algum pequeno distúrbio, e ainda as pessoas que apresentam um grande distúrbio, e isto acontece porque, por algum motivo, diante o adição de novas experiências, houve alguma confusão que distanciou esses humanos da verdade, fazendo-os travar em filosofias errôneas, porém, se este distúrbio não tivesse ocorrido, os humanos seguiriam pelo caminho da verdade, e desenvolveriam boas filosofias. O que eu quero dizer é que, como o humano não nasce sabendo, e vai adquirido conhecimentos baseadas nas diferentes formas de se ter uma experiência, os humanos vão montando sua filosofia através disso, porém, se tais humanos tivessem a oportunidade de conhecer realmente todas as variáveis da verdade sobre como as coisas funcionas, podendo parte desta verdade ser encontrada na psicologia evolutiva, eles iriam escolher o bem, já que a verdade é que o instinto humano prefere a evolução, e racionalmente seria muito mais confortável escolher uma boa evolução. A verdade é um ótimo caminho para se seguir, que a maioria das pessoas acaba seguindo, indiretamente, através do instinto, já que ele só luta por algo que realmente acredita, contudo, também é possível do instinto lutar por uma ilusão que ele acredita fortemente, ou ainda montar sua personalidade em cima desta ilusão, e enquanto as pessoas, ou o algo que mantém a estrutura dessa ilusão continuar, a pessoa também irá continuar com tal ilusão, e quando tal estrutura se quebrar, levará a pessoa junto, provavelmente, isto porque, a pessoa monta sua ilusão como espelho dum ambiente que é uma ilusão, para ter mais chances de sobreviver e reproduzir nele, se tal ambiente quebra, as chances de sobrevivência e reprodução dela também se quebram, mas às vezes, tal estrutura continua por muitos anos, e isto permite a pessoa a montar sua evolução. Resumindo, o verdadeiro conhecimento sobre como as coisas realmente funcionam, inclusive nós, nos leva a escolher o caminho do bem e da evolução, enquanto que o conhecimento incerto ou falta de conhecimento de algo, que nos leva a iludir com algo, nos faz fazer outras escolhas, inclusive escolhas ruins, por isso, teoricamente, dependendo dos conhecimentos e das experiências de uma pessoa, e do quanto eles são bons ou ruins, é que a pessoa decidira seu caminho.

Só para reformar mais um pouquinho, ter uma boa evolução significa se preocupar com sua própria evolução, como também com a evolução do grupo, e se o instinto tende a boa evolução, o bem tem mais forças que o mal, seguindo o conceito e bom e mal da filosofia evolutiva, além disso, quanto mais evolução, mais qualidade de vida, embora distúrbios possam causar qualidade de vida também em algumas áreas, mas não completamente, como é o caso de pessoas ricas, mas incompletas. Bom, faz tempo que eu não tinha atualizado o blog, o livro me fez parar de escrever bastante, e depois disso, os jogos, mas é sempre bom tentar manter esse blog atualizado, porque me obriga a sempre pensar. Quantos aos assuntos que irão se decorrer no blog, só o tempo dirá, mas eu já estou buscando formas de imprimir e mostrar meu livro ao público, para receber criticas e amadurecer minhas teorias, que serão postadas aqui. Para uso pessoal, acredito que minha filosofia esteja satisfatória, pois eu consigo entender e conviver relativamente bem com os fatores que me rodeiam, e assim seguir minha vida e sentimentos de humano, evoluindo, porém, também gostaria de fazer com a teoria da psicologia evolutiva torna-se algo mais profissional e útil para a sociedade, da forma como eu imagino e cito no decorrer do livro, mas só irei me dedicar a isto se houver um retorno financeiro, pois já estou chegando a fase adulta, e estou necessitando começar a produzir recursos para tornar-me independente. Se for o caso de começar a produzir e por minha teoria de lado, irei sempre estar preocupado em nutri-la para que ela ainda encontre-se firme em meu dia-a-dia, também não esquecendo o principio de racionalidade, para que eu sempre possa produzir uma boa evolução e qualidade de vida. Despedidas feitas, até a próxima postagem.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Psicologia Evolutiva - 5ª Edição

Olá a todos, essa postagem é especialmente para anunciar que está concluída a quinta edição do livro: Psicologia Evolutiva, ensaio geral sobre uma nova forma de ver o mundo. O livro será disponibilizado para download através do link: http://www.4shared.com/document/Ulbhr5pn/Psicologia_Evolutiva.html

Quaisquer dúvidas, sugestões, comentários ou analises serão bem-vindas.