terça-feira, 15 de julho de 2008

Moda relacionada com atitude e inteligência e estágio

Faz algum tempo que eu não escrevo, geralmente quando eu passo algum tempo sem escrever, eu começo assim, e isso ta cada vez mais freqüente. Hoje não venho falar de nenhum assunto que eu to pensando em falar a muito tempo, mas que por preguiça, ainda não falei. Venho falar de algo que acabei de lembrar que pensei, e pra não esquecer, e porque o assunto é interessante, e porque eu to a fim de escrever ele, vou escrever.

É algo muito estranho, mas parece que todas as pessoas na sociedade parecem precisar de uma imagem que a represente de forma bem superficial para poderem se encaixar na sociedade. É como se as atitudes das pessoas fossem tomadas por suas imagens, e elas parecem estar satisfeitas e de acordo com tal, e elas utilizam tal imagem para se identificarem na sociedade, como marca de sua atitude, que é única a ter tal atitude, onde ela vive. A propósito, eu acho que moda é algo que vai e volta, logo a frente vocês verão por que.

Parece que todos estamos sujeitos a isso. Todos. Nem aqueles que sabem que isso existe, podem escapar. É algo parecido com moda, mesmo você não querendo dizer nada em suas roupas, você diz alguma coisa. Mesmo nu, você diz alguma coisa. Tal é a sua imagem, sua atitude. Não sei direito, mas talvez atitude seja um ramo da moda, pois há relação entre o modo como se veste, e as atitudes que se toma. Vou usar uns exemplos para ser mais pratico.

Vou usar um exemplo que eu acho que esteja acontecendo atualmente. Há dois grandes grupos de pessoas, uma que segue a moda e outra que não segue. Não sou especialista, mas acredito que a moda seja definida por algo que geralmente é novo, legal, e que um número considerável de pessoas estejam usando. E há um grupo de pessoas que gosta de estar na moda. Mas há outro que não gosta, sempre procura ser o contrario da moda. Por exemplo, a moda é parecer burro, então os contrários da moda tentaram parecer inteligentes, e vice-versa. Ah, sim, tem também um terceiro grupo que é entre os dois, são os meio que alternativos. Quando uma pessoa usa muito uma coisa, os alternativos vão para os que não tão usando, que são os não moda, ai aquela moda vira moda alternativa, ai cada vez mais pessoas alternativas vão para aquela moda, e a moda alternativa acaba virando apenas moda, ai as pessoas alternativas saem daquela moda, procuram outra, e o ciclo se repete, no caso, os estágios.

Então, você querendo ou não, está em alguma moda. Acredito que moda venha da palavra moldar, que é algo para moldar alguma coisa, e essa alguma coisa, neste contexto, é você. Mas neste caso, são as pessoas que moldam a moda, então, você, quando tentou ter uma atitude diferente de seja lá qual for, ou simplesmente não tentou ter atitude, moldou alguma coisa.

Eu, pessoalmente, acredito que pessoas que querem ser opostos a moda, normalmente são mais “inteligentes” em algum sentido que as pessoas que seguem moda não são. Acho que porque pessoas que não seguem moda querem romper barreiras, ou algo do tipo, e pessoas seguem moda só querem ser sociáveis, e pessoas que são pela metade, é como se fosse metade dos dois a cima. Só pra avisar, eu acredito que inteligência é o seguinte, você não pode ser inteligente em duas áreas opostas ao mesmo tempo, vou anotar para fazer um post sobre isso depois.

Mas como a maioria dos meus posts no blog, são todos apenas teorias. Ah sim, só falando um pouco de mim, coisa que eu tento não fazer muito, tento me resumir ao que é útil. Talvez eu seja meio alternativo também, mas enfim, nada definido. Abraços a todos, até mais.

sábado, 5 de julho de 2008

As letras das músicas e um poema meu "Pessoas"

Sim, já faz algum tempo que eu estou sem postar, e como sempre, eu começo falando isso. Vou contar agora algo que aconteceu comigo, hoje. Eu estava sem fazer nada além de escutar música, e fui procurar google algum site pra procurar a tradução de uma música. Encontrei, li a tradução e achei muito interessante. Mas isso me fez pensar, “Qual o sentido de se escutar musica para apreciar, se você não pode entender o verdadeiro valor artístico dela, já que não entende o que ela quer expressar com suas letras?”, e toda vez que eu escuto alguma música bonita agora eu fico pensando nisso, tomara que pare, daqui a algum tempo... Mas só de imaginar a quantidade de letras que eu não entendo e que eu poderia gostar, que estão nas músicas que eu gosto. Tirando a curiosidade. Muitas das músicas que eu escuto são estrangeiras, e realmente, pouquíssimas eu procurei saber a letra, com isso, conheço todas essas bandas pela metade. Ai...

E aproveitando porque o post ta pequeno, um bando de palavras juntas que eu fiz hoje, por que estavam sem fazer nada também. Só não sei se ficou bom. Ou sei lá, quero nem saber, ai vai.
(Começo)
Pessoas

Na arte ou em platéias.
Na multidão ou em casa.
Em tudo há pessoas!
Até eu sou uma pessoa.

Não tem como se isolar ou escapar.
Não tem o que mudar ou fazer.
Nessas ligações de interesses...

Enquanto houver pessoas,
Desejos sempre existiram.
Fracos e fortes.
Em qualquer lugar.

E se um dia o mundo acabar,
Ainda sim existiram pessoas nesse vácuo,
Que um dia existiu por causa da existência.
(Fim)

Boa noite amiguinhos, até outro dia!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Aprendizagem Matemática Filosófica

Olá galerinha do mal, hoje eu escrevi bastante, e ainda to com vontade de escrever, e meu amigo Mario teve uma dúvida de matemática, eu tentei ensinar a formula pra ele, mas nem a formula ele conseguiu aprender, ele não conseguiu principalmente porque não estava com vontade, eu mandava ele fazer as coisas e ele não fazia, agora eu sei como um professor se sente quando eu não faço tarefa de casa. Bem, a dúvida do Mario era sobre potencias, eu já vou escrever aqui. O problema é que eu não lembrava de forma alguma como fazia, eu realmente tinha esquecido mesmo, eu fui vendo e tudo mais, e acabei abrindo o caderno, ai eu lembrei. Por algum motivo, eu acredito que quando eu to escrevendo, eu consigo um avanço melhor nas minhas idéias, talvez porque eu esteja a pondo organizadas e não esqueço, por isso, vou desenvolver a idéia agora.

Só lembrando, isso é só um estudo informal de aprofundamento no assunto, tenho certeza que pessoas que gostam de matemática tanto quanto eu, já observaram isso. O assunto é sobre potencias, por exemplo, A².A²=?, mais ou menos isso. Eu vou botar logo a formula aqui, logo mais explicarei. A formula é:
am.an = an+m; am % an=an-m; (an) m= am.n

Essas são as formulas para operações diversas com potencias, mas, é fácil decorar, muito fácil. Para mim, a melhor aprendizado na matemática e fazê-lo progredir é explicado as coisas desde sua raiz. A pessoa poderia só se limitar a essa formula, mas entender seu funcionamento seria bem melhor do que apenas entender. Eu lembro que um antigo ex-professor de história Flávio me perguntou, pra que você quer arrumar uma porta já aberta? Ele usou essa metáfora porque eu disse pra ele que gosto da filosofia de Sócrates, de perguntar o porquê de tudo, ai ele disse que alguém já fez isso, e que só era eu ler e aprender que seria melhor. Naquele tempo eu fiquei calado por não ter resposta na ponta da língua, mas eu sabia que aquilo não era muito bom, porque eu acreditava que o conhecimento deveria ser uma coisa que vem progredindo, principalmente filosofia. Hoje em dia eu falaria para ele, eu preferiria eu mesmo descobrir como fazer a chave para destrancar a fechadura, para assim, aprender para usar tal experiência em outros casos, e também, eu mesmo fazendo a chave, teria uma idéia se a porta valeria à pena ou não. Mais ou menos isso.

Outra coisas que eu gosto muito de fazer é fazer as coisas mais complicadas do modo mais simples, é assim que eu consigo verificar as vezes se minhas idéias matemáticas estão certas ou não. Vamos as formulas a escritas a cima. Lá diz que, am.an = an+m, mas por que isso? Seria legal termos um bom exemplo pra saber se isso está certo ou não, e é o que eu vou fazer agora, a será 2, m será 3 e n será 4. No caso ficará 23.24=23+4=7. O que fica estranho na minha cabeça as vezes é o fato de vezes nos números se transformar em mais nos expoentes. Mas, seguindo a formula, o resultado será 8.16= 128. Bem, podemos comprovar que é verdade, porque 8=2³, 16 = 24 e 128 = 27. Mas por que acontece isso? Antes disso, já notaram que uma potencia representa um número? Por exemplo, 8 pode ser representado por 2³. Agora eu vou tentar explicar o negocio de vezes e soma que eu entendia a cima.

Pelo o que da pra perceber é que isso acontece por causa da fatoração, por causa da quantidade de valores primos. Um número é composto por números primos, ai por exemplo, 8 tem 3 dois se multiplicando, por isso que ele é 2³, e um numero se multiplica com outro, na verdade, ele uni as duas multiplicações, no caso, os dois expoentes, já que a base é a mesma. Quando se trabalha com bases iguais, o que determina a diferença do número é o expoente. O expoente significa o número de vezes em que a base é repetida, pra forma o número. E potencias de mesma base vezes os números, ai os números meio que representa já a multiplicação, ai quando se multiplica um pelo outro, como a base é igual, a única coisa que muda são os expoentes, ai os expoentes são a quantidade de vezes que os números se multiplicam, ai se multiplicar um pelo outro, é como se fizesse uma ligação entre um e outro, e essa ligação vira soma entre os expoentes, ai por isso que soma.

Uma outra coisa também que me confundiu bastante é o que acontece na soma. Bem, na potencia, há uma continuação pra formar o número total, já na soma, não acontece isso, pois não há a ligação que é a multiplicação. Vejam só: 2³+2²= 2²3¹. No caso, 8+4=12, houve uma interrupção bem ali, ai deu no que deu. am % an=an-m Nesse caso, já que a multiplicação é daquele jeito, nada mais natural que a multiplicação seja o contrario não é? No caso do mais lá nos expoentes, fica menos, porque é como se a multiplicação tivesse subindo, ai depois desce ai por isso que é m-n. Por exemplo, 4/2 é 2²/2¹=2¹. 2³/2¹=2² e assim por diante. Bem, se como é seqüência, quanto mais alto o expoente, mais alta é a dobragem, por exemplo, 2²=4 e 2³=8, porque é 2, 4, 8, 16... ai vai subindo duma forma muito grande, ai 1 de expoente faz diferença.

Agora, nessa formula: (an) m= am.n. Nesse caso, o “m” multiplica o “a” e o “n” ao mesmo tempo, mas o “n” multiplica o “a”, então o “m” só multiplica o “n”. Mas, diferentemente desse caso “am.an = an+m” o “m” não ta com base, ele ta multiplicando o “n” que ta multiplicando o “a”, naquele caso, o “m” tava multiplicando o “a”, que tava multiplicando o “a” do “n”, ai soma os dois. Mas, como esse caso é diferente, é “m” multiplica o “n” que multiplica o “a”, como eu falei a cima, ai fica “am.n”, Ai os dois multiplicam a mesma base, ai multiplica base por base... É meio difícil de explicar, mas se lerem com atenção, acho que serão capazes de entender.

Matemática tem uma semelhança muito grande com filosofia, há muitas interpretações sobre a mesma coisa, como por exemplo, 2²=4, pode ser tanto um como outro. Mas, uma coisa é certa, tudo é certo, tudo é exato. Por isso que dizem que matemática é a ciência exata, porque lida com a exatidão das coisas. Uma vez, eu vi em uma comunidade no orkut de matemática, e um cara disse assim: “A matemática é exata, mas não é precisa” isso quer dizer, ele é exata, mas não precisa, e precisão nesse caso, é a velocidade, a redundância com que se chega na exatidão. Só uma curiosidade, eu acho que a palavra “Ciência” vem do verbo “Ciente”, que é “ter ciência”, “saber”. Ciência é você saber das coisas, saber o que é verdade, e se faz isso por meio de testes. Testa-se quais teorias são verdade e quais não são, com isso vai se formando uma sabedoria maior, a ciência das coisas.

Bem, com o conhecimento aprofundado, fica mais fácil de assimilar (Verbo que meu professor de matemática chamado Belo sempre usa) o conhecimento, com isso, você progride mais e etc. E quanto mais conhecimento melhor. Com isso meus amiguinhos, eu vou me despedir de vocês pra ir dormi, abraços pra geral. Qualquer dúvida usem os comentários. Fui!

domingo, 1 de junho de 2008

Observações sobre: ponto de vista sobre o aborto Observações sobre o texto anterior

Eu só vou fazer umas pequenas observações quanto ao texto anterior.

Primeiramente, há uma diferença entre evitar que a vida se forme e evitar que a vida já formada possa continuar. Uma vida que ainda vá se formar, e não se formou, há chances de que ela não se forme, e também o estágio estará no começo, que é o caso da camisinha, que eu falei anteriormente. Uma vida já formada já está num estágio mais avançando, e, tem mais chances de nascer. É o caso do aborto. Mas não é sobre isso que eu quero falar agora. O que eu vou falar é um pouco mais sobre a mãe e tal.

Eu falei anteriormente que, a mãe é responsável pela decisão de abortar o filho ou não, e que psicologicamente, a mãe poderia sofrer no futuro caso se arrependesse de ter tomado a decisão de abortar o filho. Talvez as coisas pudessem ficar um pouco menos graves se ela recebesse apoio psicológico e tudo mais. Uma coisa que o Elon me ensinou e que eu gosto muito de fazer, é pensar em como seria as coisas na natureza selvagem, depois passá-las pra sociedade e então adaptá-las ao nosso contexto e ver a realidade da selva de pedra. Tal coisa eu farei com uma mãe com um filho agora.

Na natureza selvagem, uma mãe com um filho na barriga, certamente conseguiria procurar mais alimentos para conseguir se alimentar mais e ao filho também, mas, na sociedade, isso é um pouco mais complicado, já que se a mãe não trabalha, não tem como sustentar o seu alimento e conseqüentemente o do filho. Provavelmente, se uma mãe na selva não tivesse nenhuma condição de cuidar do seu filho, ela o abandonaria e iria se salvar, para que depois pudesse ter mais filhos e cuidar melhor deles. Tal coisa é o que uma mãe faz hoje, ao recorrer ao aborto. O governo não quer isso, e a única coisa que provavelmente o governo pode fazer para ajudar a mãe em uma hora dessas é dá sustento ao seu filho. Mas o governo não pode sustentar todo o filho por ai, então a mãe fica sem ajuda do governo, e já que o governo não ajuda, a mãe tem direito de fazer o que quiser com o filho dela.

Eu não tenho muitas informações sobre isso, mas a mãe poderia ter o filho também e botá-lo num orfanato. Mas até ter o filho a mãe se prejudicaria e tal, e eu teria que conhecer mais coisas para poder falar sobre tal. Então, eu me despeço de vocês aqui. Até a próxima pessoal.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Ponto de vista sobre o Aborto

Olá amiguinhos, hoje irei falar sobre o aborto, tema esse que foi aberto pelo professor de atualidades lá da minha escola, e que eu achei bastante interessante por estar relacionado a temas como religião, direito a vida e moralidade, alem do mais, não precisarei escrever e entregar pro professor, o que me trás grande. Eu pretendo mostrar os principais pontos de vista de cada lado, a realidade sobre o assunto, e no final, opinar sobre o que eu acho.

Todos que são contra o aborto, normalmente dizem que matando a criança, estão indo contra o direito que a criança tem de viver, porque ela já existe, e dizem também que isso é assassinato. E também, muitos religiosos dizem que só deus tem direito de tirar a vida de alguém, e que é pecado e que a igreja condena.

Todos que são a favor, defendem o direito de a mulher poder fazer o que quiser com o seu corpo, e por isso, não é obrigada a sofrer tudo o que sofrem numa gravidez sem realmente estarem dispostas, e ainda cuidar do filho depois do parto, e talvez sofrer tendo que doar-lo.

A realidade é que, aborto é permitido, mas apenas quando é posto em risco a saúde da mãe ou em casos de gravidez de risco. Em casos como acidente, a gravidez não é permitida e a mãe é obrigada a ter o filho, porque se abortar, é crime. Mas, muitas mulheres acabam recorrendo ao aborto clandestino, o que pode não apenas tirar a vida do filho, mas a da mãe também.

E eu sou atualmente a favor, pelos seguintes fatores:

Muitos dizem que agredimos o direito a vida se matarmos um feto em desenvolvimento. Mas, muitos não tem certeza sobre onde a vida começa. Eu acredito que a vida é algo muito relativo. Se fossemos uma célula, um corpo humano nada mais seria que um monte de células juntas. Se formos ver de um ponto de vista atômico, somos um monte de átomos juntos. Então, pra mim, a vida começa a parti do momento em que existe uma célula. Mas há uma coisa muito interessante, a maioria que é contra o aborto, aprova a camisinha. Vocês não acham que, do mesmo jeito que aborto impede o feto de nascer, uma camisinha também não permita? Porque o espermatozóide é vivo, e junto com um óvulo, ele faz a divisão celular, cresce, e faz de novo, isso muitas e muitas vezes até formar os primeiros traços de um novo ser humano. Alias, não é só a partir do momento em que é usado métodos anticoncepcionais que é interrompido a vida, é a partir do momento em que, tanto o homem, quanto a mulher, começam a ter desejos sexuais reprimidos, tais desejos causados justamente para que o homem e a mulher copulem, e façam um filho. Então esse argumento de que “invade o direito de vida” não me convence muito, porque não há como saber se invadirmos uma coisa se não sabemos o que é.

A mulher tem o direito de fazer o que quiser com o seu corpo e com o seu futuro, e um filho atrapalharia ambos. Se a mulher tem um filho e desejado, e deseja abortar, então que faça isso legalmente. E a coisa não é tão simples assim. Se o filho, por algum motivo, não é bem vindo ao mundo pela mãe, então porque ele nascer? Já que a sua mãe não o deseja, seja lá qual motivo for, então sua vinda será meio que uma inconveniência para a mãe, o que pode acarretar em alguns problemas para a criança, que poderá num futuro mau cidadão indesejado pela sociedade. E ora, abortar não seria algo parecido que usar métodos anticoncepcionais? As pessoas pensam que sexo é pra que? Pra ter prazer e gozar da vida? Não necessariamente, mas só existe prazer no sexo porque é pelo sexo que a vida continua. Se não existissem filhos no sexo, o prazer também não existiria, e alias, sexo também não existiria, então, sexo serve pra fazer filho, e fazer sexo sem fazer filho, é a mesma coisa que gerar filho e não ter. Supondo também que, a mulher ou o homem tenham, por uma fraqueza de instinto e por não haver métodos anticoncepcionais por perto, feito sexo e gerado um filho. Neste caso, eles não se amam, não se desejam e nem querem passar o resto da vida ligados por um filho. Recorreriam rapidamente ao aborto, se pudessem, mas como não podem, são obrigados a ter o filho. Antes de eu chegar no ponto principal, aconselho a vocês a lerem umas postagens minhas sobre sentimentos, acho que falei melhor sobre isso em alguma delas, mas vou fazer um pequeno resumo. Sentimento entre homem e mulher, nada mais é do que uma pré-seleção natural para saber se o parceiro será um bom reprodutor ou não. E um bom reprodutor tem boa genética, e mais chances de conquistar outra pessoa com também boa genética, o que garantiria uma boa continuação genética, coisa que não acontece nesses acidentes indesejáveis. O que acontece é que, por causa de uma certa distancia sexual, o instinto considera que o meio ambiente tem poucos parceiros e se deixa levar por qualquer um que apareça, para aumentar o número da espécie e assim, poder fazer uma seleção. Mas vivemos numa sociedade onde os métodos de seleção são outros, e uma relação sexual apenas porque passou um tempo sem fazer, como a de cima, ocasionaria um filho com, talvez, má genética, e, talvez, um mau cidadão no futuro que só faria a sociedade ir pra baixo. Lembrando que, esse mesmo filho teria genética ruim e pais problemáticos, isso não daria muito certo, coisa que, dificilmente, ocorreria com amor ou paixão. Se for por paixão, há uma possibilidade de ter pais problemáticos, mas poucas de haver má genética, se comparada a de cima. Se por amor, há poucas possibilidades pros dois. Mas há casos muito variados, e algumas coisas ai em cima podem não ser verdade.

Eu já falei a cima que é perigoso fazer aborto ilegal, mas não especifiquei o quanto. Tem uns tipos de aborto ai que são perigosíssimos para a mãe. A justiça quer impedir a morte de um, mas pode acabar tendo a morte de um e a má saúde de outro. Casos como uns chás doidões ai e um negocio bizarro que o professou falou hoje chamado curetagem, que retalha as criancinhas e depois sai tirando os pedaços. Isso deve ser traumático tanto para a mãe, tanto para o filho (que sairá em pedacinhos), que, provavelmente, já com alguns sentidos de dor, tenta escapar da tesoura como pode na barriga da mãe. Talvez se pode considerar isso até como o começo da vida humana, o instinto de sobrevivência, mas ainda não há consciência... bem, eu não lembro de nada quando eu tinha 1 ano de idade, imagine na barriga da minha mãe. E, acabei de dar uma olhada, parece que a curetagem é um método oficial de aborto, se for, os pesquisadores deveriam evoluir um pouco mais em seus métodos.

Mas, o que leva uma mãe a tirar seu próprio filho do útero? É complicado falar nisso, mas acho que só um motivo muito forte a faria a tal coisa. Mas, há pessoas que não ligam para isso, e, para evitar abortos desnecessários, dever-se-ia implantar um bom sistema de pagamentos, com até serviços comunitários, pelos abortos, para não virar brincadeira, afinal, aborto seria só em casos de acidentes, pois métodos anticoncepcionais existem para isso.

Para mim, a mãe é quem decide se quer abortar ou deixar o filho em alguma intuição. Cada um sabe o que faz com a sua vida e com a vida de quem gerou, afinal, o filho é dependente da mãe. Mas o que me preocupa, realmente, são os motivos que a levariam a mãe a fazer isso. Por exemplo, uma mulher esta temporariamente sem dinheiro, junto com o seu marido, e os dois tem um amor bem bom entre eles. Mas ela decide abortar porque não é o momento certo, por causa do dinheiro. Dois anos depois, eles estão bem de vida, e estariam da mesma forma se tivessem aquele filho, e então a mulher e o homem certamente ficaram pensando no tipo de criança que ela seria. Entretanto, se ela, no desespero, recorresse ao aborto clandestino, talvez ela não estivesse tão bem para pensar no filho.

E uma coisa que eu não consigo separar é a camisinha do aborto. Tirando o fato de eu considerar um aborto com mais peso, porque já gerou. A camisinha também tem seu peso, mesmo que muito menor.

Agora é meio tarde e terei que dormi, o texto ficou meio desorganizados, mas acho que as ideais estão boas, e esse realmente é um assunto difícil, eu fiquei até com um pouquinho confuso, mas quem decide é a mãe. Logo mais postarei uns assuntos que eu to devendo, se a preguiça deixar.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Battle for Wesnoth

E ae galerinha do mal, na ultima postagem eu falei sobre wesnoth e a mente humana, mas bem pouco e com muitas criticas pessoais, pelo menos eu acho que teve bastante criticas pessoais, já que eu não reli o bagulho por preguiça. Mas, hoje farei uma postagem bem completa e com boas criticas não pessoais, meio que técnico, porque eu não gosto de criticas pessoais. Ah sim, em uma próxima postagem, falarei melhor sobre a mente humana, preparei uns argumentos bons para isso. Agora vamos ao jogo Battle for Wesnoth!

Primeiramente, uma das características mais curiosas que eu vi em wesnoth é que ele é código aberto, isso significa que, se você tiver uma boa idéia pro jogo, chegue lá e anuncie, ou então se você quiser produzir ou melhorar algum arquivo gráfico ou musical, ou então fazer uns códigos de programação legal ou uns mapas, um uma historia e por no jogo oficial, enfim, tudo lá é feito assim, por um bando de pessoas reunidas fazendo o jogo sem ganhar nada, a não ser os créditos e a satisfação de ter contribuído para tal coisa.

Mas, como sendo código aberto, às vezes, algumas coisas dependem da vontade ou da disposição de alguns, pois, acredito que a maioria dos que fazem devem fazer faculdade ou até mesmo já trabalham, porque precisa de um conhecimento um pouco maior para fazer jogo, e por isso o jogo é meio desorganizado, algumas coisas mais adiantadas que outras. O maior exemplo disso e o que fica mais evidente é a tradução, que está meio incompleta.

Tem também a parte dos extras, que são coisas feitas por jogadores, mas eu não sei se é oficial ou não, talvez seja um extra oficial mas que não faz parte da historia central do jogo. Mas a única parte que realmente sentimos a diferença quando jogamos é a da tradução, porque as musicas e os gráficos são ótimos, e não tem nada faltando. O jogo tem uma ótima jogabilidade, eu me diverti bastante jogando ele com o gut, o meu nick normalmente é Kingreey, o dele é Gut336.

Só pra deixar registrado, eu uso quatro nomes em jogo, mas uns mais que outros, vou botá-los em ordem decrescente: Kingreey, Barnabas Spenser, Kaus Mara e Kravus Everight. Sendo Kaus Mara meu primeiro nome de jogo, encontrado na lista de nomes do tibia 7.6, sinto saudades daquela época. Em seguida vem Barnabas Spenser, fruto de um conversor de nome de normal para nome vampiro (que ta nos sites preferidos), Kravus Everight, que veio na doida e Kingreey, que também veio na doida. Fora os outros nomes bestas que eu usava no tibia, como o “Demulidor do futuro” e o “Ninja de Chimera”. Grande saudades desses tempos, nossa. Nesse tempo, eu adorava tibia como perfeito, por isso sentia tanto prazer ao jogar, e esse é um dos mecanismos sobre o cérebro que eu explicarei em uma futura postagem, até tentarei me lembrar de referir isso aqui no futuro.





(
Atualização (14/11/11): Agora eu utilizo Kingreey Skyblade e Philos Stardust. O Skyblade é um nome que veio de um jogo que eu foi muito marcante pra mim, além do nome ser bem legal. Ao procurar algo para completar Kingreey, me veio este nome. O Philos é um nome que vem do meu gosto pela filosofia, e me lembra verdade, que é o que eu gosto de buscar, e o Stardust vem de um dos meus filmes preferidos de fantasia e romance.

Philos Stardust
Kingreey Skyblade
Barnabas Spenser
Kravus Everight
Kaus Mara
 )
(
Atualização (24/11/11): Falando com meu amigo Elon sobre o nome dos personagens de RPG, me veio a vontade de lembrar de um nome que eu gosto de uma personagem femenina. Percebi então que assim como esse, que foi uma dificuldade achar, tinha outro que eu gostava muito. Por isso resolvi iniciar essa pequena lista de nomes femininos que eu gosto em RPG's. Embora a lista esteja pouquissimo trabalhada, segue os nomes.

Dafne
Kefera
)



Eu sinto uma enorme vontade de fazer parte da equipe de tradução, porque afinal, eu jogo o jogo mas não faço nada pra contribuir, e já que o jogo não tem lucratividade e é a própria vontade boa vontade que mantêm o jogo sendo atualizado, eu tenho vontade de ajudar pro jogo não parar. Mas não tenho muito conhecimento técnico pra isso, e se eu fosse traduzir, precisaria muito de dicionário e tradutor on-line, além da minha preguiça me impedir um pouco. Pro material do jogo ser oficial, tem que ser aprovado pelo cara que produziu o jogo parece, ai ele disponibiliza o material pra download no site e pronto.

Para mim, isso é meio como se fosse um trabalho comunitário, onde cada um ajuda no que pode para obter o melhor, e isso é uma coisa legal de se ver. Isso é um bom exemplo de que trabalho comunitário é muito bom, e que o individualismo não é muito bom, porque uma pessoa individualista nesse caso, normalmente só esperaria que os outros fizessem por ela e pronto. Talvez nem ao mesmo reconhecesse o esforço dos caras e reclamasse do jogo. Mas isso tudo é só hipótese. Enfim, voltando a repetir, o legal mesmo é juntas em nome de um trabalho, sem receber nada, para o próprio bem e para o bem de todos.

E um dia eu falarei sobre o individualismo e sobre o negocio sobre a mente que eu falei de hoje, mas a preguiça é grande. E também tentarei ver se eu consigo fazer alguma coisa pra ajudar no jogo, porque eu queria contribuir e tal e talvez toda a ajuda seja bem vinda, ou talvez não, eles consigam se manter bem sem ajuda, mas, de qualquer forma, Battle for Wesnoth é um ótimo jogo e muito bem feito. Ah, e a historia do jogo está tudo nas campanhas e tudo mais.

E com isso, vou me despedindo de vocês, o site oficial é http://www.wesnoth.org/ e tem no baixaki pra jogar. Abraço a todos e até outro dia galerinha.
Editado: Só pra deixar claro, eu fiz esse post mais como uma propaganda, e não como algo uma analise.

domingo, 18 de maio de 2008

Battle for Wesnoth! E alguma coisa sobre a mente

Bom dia meus amigos, nessa quente e mal humorada tarde, resolvi escrever porque eu to sem nada pra fazer, tirando os vários assuntos que eu anotei pra escrever, e não escrevo por preguiça. Hoje, vou fazer propaganda do jogo Battle for Wesnoth e falar um pouquinho sobre a mente humana.

Eu tava bem viciado nesse jogo, o Wesnoth, mas agora meu vicio parou, pelo simples fato de antes, quando eu tava no vicio, eu vencia direto no jogo e o achava perfeito, agora, eu descobri coisas que me desanimou e perco direto pra maquina. Isso me fez lembrar que, qualquer situação onde você seja o melhor, você gosta, e qualquer coisa que você não seja bom, você não gosta.

E por que isso acontece? Nossa mente, nossa incrível mente, capaz de fazer tudo o que estiver ao alcance dela para consegui fazer com que nós sejamos capazes de nos reproduzir e de sobreviver. Sim, tudo em nome da evolução. Qual é a situação em que temos maior chance de reproduzir e sobreviver? Sendo o melhor.

Qualquer situação onde você seja o melhor, o cérebro tende a desejar, porque você tem mais chances de sobreviver e reproduzir. Eu vou usar a mim próprio como exemplo. Sempre que eu assisto anime, eu sinto uns negócios estranhos, algo que mistura um desejo profundo com a realidade de que nunca viverei aquilo. Mas notei também que, sempre que eu assisto anime, eu focalizo no herói. Eu fico pensando, eu sentiria a mesma coisa se eu focalizasse apenas nos personagens pequenos, tipo, um comerciante, que sempre aparece, que pode ser roubado por qualquer ladrãozinho. Certamente que não. Mas focalizando no herói, ai sim eu sinto aqueles negócios estranhos.

Eu não to gostando mais de wesnoth porque, não consigo vencer no modo padrão, e também porque há umas campanhas sem tradução e é difícil. Ai vai o site do baixaki do jogo http://baixaki.ig.com.br/download/Battle-for-Wesnoth.htm pronto.
Acho que eu não consegui me interpretar bem mas, tchau!