sábado, 15 de outubro de 2011

Conseqüências do empirismo e impirismo e relação com a P.E.

Natureza do conhecimento da psicologia evolutiva

Olá a todos. É um pouco tarde, mas após várias semanas sema atualizar o blog, estou com muita vontade de fazer isto. Estas duas semanas tem sido confusas, pois a época de vestibular é um período muito conturbado quanto às expectativas de futuro. Isto me fez pensar bastante no significado das minhas teorias, e após ter um ponto de vista de um amigo, cheguei a conclusões interessantes. Mas antes, um pouco de novidades: minhas teorias da psicologia evolutiva parecem estar fadadas a serem classificadas apenas como filosofia, pois esta semana percebi que existe um movimento brasileiro já estudando este ramo científico.  Além disto, meus esforços para a sua divulgação não tem surgido muito efeito, e isto provavelmente se deve ao enorme esforço que seria uma terceira pessoa estudar minhas idéias para desenvolver ferramentas a partir disto, ou mesmo me auxiliar. Uma última novidade: estava preparando uma postagem antes desta, mas a dificuldade em organizar as informações está grande. Já dito as novidades, vamos a postagem.

Quando eu desenvolvi o conceito de “impirismo”, publicado na postagem anterior, foi com a intenção de diferençar as experiências com fundamentos conhecidos das que não tem sua fundamentação conhecida. Isto porque, seguindo o tratado da verdade, se a pessoa tem ciência de todos os fatores que envolvem um evento, ou seja, no que seu comportamento se fundamenta, ela tem capacidade de reproduzi-lo quantas vezes for necessário ou também controlar seus resultados respeitando a realidade. Já no experimento empírico, não se conhece os fundamentos de um determinado evento, se conhece apenas o padrão de resultado que aquele evento trás e as variações de padrão de acordo com os diferentes estímulos. A partir daí se desenvolvem estudos e técnicas de manipulação que agem diretamente no resultados, contudo, não se conhece exatamente quais fatores faz aquilo acontecer.

Admito que eu possa estar até mesmo dando um novo significado ao empirismo que só pode ser respeitado dentro do meu blog, mas o motivo pelo qual eu estou relembrando estes dois conceitos é que quando os relacionamos com o comportamento humano, percebe-se uma característica bem interessante: as configurações humanas se moldam principalmente através do empirismo. Ou seja: aprendemos principalmente de acordo com os diferentes estímulos que damos a determinado evento, e de como este evento responde aos estímulos. Sendo assim, fica a pergunta: onde encaixar o conhecimento impírico nisto? Sendo mais específico, pra que serve os conhecimentos da psicologia evolutiva e como/onde usá-los? Esta pergunta, muito importante para mim, se mostra também importante no campo teórico da própria psicologia evolutiva, já que através disto pode ser possível direcionar melhor a criação de ferramentas ou a transmissão de conhecimento.

Após refletir um pouco, concluí que para os eventos de grande complexidade no cotidiano, o mais adequado é se aproveitar da grande capacidade computacional da mente humana e utilizar o conhecimento empírico, já que, ou há a impossibilidade técnica de estudar o fenômeno, ou ele tem tantas variáveis que seu calculo iria demorar tanto que o evento terminaria antes da conclusão. Já para eventos simples e repetitivos, o mais adequado é utilizar o conhecimento impírico, porque além de haver tempo para estudar profundamente os pormenores de tal evento, quando conhecemos todos os seus fatores, sua otimização pode ser feita de forma máxima através das ferramentas da matemática, o que proporcionará uma melhor qualidade de vida. Exemplos de ambos os casos: o comportamento social como sendo o empirismo, pois tende a se manter padrão, mas varia, e o processo de fabricação industrial, como sendo impirismo, pois funciona de forma repetitiva em condições normais.

 A grande capacidade da mente humana de trabalhar com padrões de comportamentos e sua associação é o que faz a prática ser tão importante, e ao guardar essas informações na memória, temos uma configuração humana. É por isto que mesmo na ciência, é interessante que o humano deixe sua intuição trabalhar ao tentar aproximar idéias aparentemente sem ligação, ou cujos fundamentos parecem ser distantes. Mas, teoricamente, calcular um padrão desconhecido é algo demasiadamente mais difícil, pois existe uma enorme serie de fatores que o instinto não leva em consideração. Se observarmos que a sociedade põe o humano em situações delicadas em que uma escolha muda muito do seu futuro, concluímos que ele está prestes a decidir qual será o novo padrão de resultados que ele irá ter que trabalhar. Devido ao desenvolvimento tecnológico da nossa sociedade, isto tende a acontece muitas vezes.

Se ele não si conhecer fundamentalmente, nem conhecer os fundamentos de sua realidade, existe a grande possibilidade que, agindo por ilusão de boas chances de evolução, ele escolha algo que não irá alcançar suas expectativas. Daí gera-se vários distúrbios, como por exemplo, ele se esforçar muito e não alcançar seu objetivo e frustrar-se por isto, ou, ao alcançar seu objetivo, não se sentir satisfeito. Imagino que é neste cenário que se aplica bem os conhecimentos da psicologia evolutiva: descobrir como o humano se comportará e quais as melhores escolhas a serem feitas diante de fatores desconhecidos e importantes. Existe ainda outra vantagem interessante ao se conhecer fundamentalmente o comportamento dos humanos: a compreensão e a melhor eficiência ao criar mecanismos que tragam bons resultados evolutivos, tanto individualmente quanto em grupo. De forma prática, quando utilizarmos nosso conhecimento empírico para criar um cenário que traga mais qualidade de vida, iremos também levar em consideração os conhecimentos fundamentais sobre aquela realidade e criaremos algo que tenha mais chances de dar certo e ser aperfeiçoado no futuro.

Finalizando a postagem, embora as informações passadas aqui ainda estejam um pouco bagunçadas e indefinidas, sem exemplos consistentes, podemos resumir da seguinte forma: conhecimento empírico: bom para ser utilizados em padrões de resultados, estudando a variação do padrão que cada estímulo causa. Conhecimento impírico: bom para determinar quais tipos de resultados é possível produzir e destes, qual desejamos produzir. É fato que muitas vezes um bom conhecimento fundamental é transmitido pelo conhecimento popular, e isto é o suficiente para que muitos humanos vivam com boa qualidade de vida. Mas, ainda sim, existem os distúrbios. Bom amigos, isto é tudo por hoje. Abraços a todos e até a próxima postagem.

sábado, 1 de outubro de 2011

Empírico e impirico

Empírico e impirico:
Estávamos eu e meus amigos conversando sobre a realidade do universo, não demorou muito para que chegássemos ao empirismo. Segundo minha rápida pesquisa, empirismo seria todas as conclusões vindas a partir da experiência prática. Meu amigo, que acredita no mítico, diz acreditar em tarô e astrologia apenas devido a suas experiências empíricas. Meu outro amigo ateu simplesmente discordou e disse que tudo era falso. Foi através deste dialogo que eu cheguei à conclusão de que não devemos desrespeitar as experiências empíricas de alguém ou determinado grupo, pois afinal, a mente humana é extremamente volátil e não conhecemos a totalidade da realidade.

Houve também a tentativa de explicar para este meu amigo que acredita no mítico o que é ciência, e sobre o porquê, para ela, a astrologia e o tarô não têm nenhum fator além da probabilidade e das propriedades psicológicas. Ainda sim ele continuava a se apegar em seus conhecimentos empíricos os quais eu não fazia questão de invalidar. Contudo, não me parece certo comparar experiências empíricas, como esta, a experiências científicas, e isto me motivou a criar um novo termo, o “impirismo”. Sua criação tem como objetivo diferenciar todo o conhecimento vindo a partir de experiências pessoais dos conhecimentos vindos a partir de experiências padronizadas. Eu escolhi esse nome por ter pensado já tê-lo visto em algum lugar, mas não estou certo da sua existência, tanto gráfica quanto semântica.

Irei agora dar a definição formal do blog para conhecimento impirico: é todo aquele empirismo vindo de modelos tão padronizados quanto o necessário. Esta definição parte da linha de raciocínio de que enquanto for o humano quem interpreta as experiências, elas estarão submetidas ao seu subjetivismo. Porém, se tal humano respeitar a realidade dos fatos, um modelo padronizado poderá obrigá-los a chegar a conclusões que respeite o que está sendo demonstrado, e através disto ele irá criar um empirismo mais próximo da realidade. Ex: o ato de pular e voltar ao chão é um modelo impirico, pois é padrão e pode ser repetido quantas vezes for necessário. Tarô, por sua vez, é um modelo empírico, pois não é repetível.

Ninguém que respeite a realidade da reação das ações irá criar uma visão empírica do mundo que considere que não irá voltar ao chão quando pular. Já tarô, por não ser repetível, não há a possibilidade de eu, por exemplo, ter o mesmo conjunto de experiências que faz este meu amigo acreditar na sua existência. Esta é a principal diferença e vantagem em classificar o conhecimento empírico e impirico. O interessante desta definição vai um pouco mais além: se um humano é capaz de criar um modelo padrão e repetível tanto quanto necessário, significa que ele domina todos os fatores envolvidos naquele evento, ou seja, ele tem “ciência” do que está fazendo. (levando em consideração que a realidade seja como a descrita no tratado sobre a verdade. Ou, resumidamente, seja apenas uma para todos).

Encerramento: 
Depois de uma semana escrevendo essas quatro postagens, sinto-me satisfeito pelo resultado. Tenho pensado sobre a utilidade da psicologia evolutiva e de todos estes conceitos, e posso adiantar que o projeto de divulgação dela está em andamento com meu diretor. Se não conseguir resultados através da ajuda da comunidade científica local, irei deixar o tempo passar e ver se a utilidade destes conceitos em outros ambientes, e no futuro voltar a desenvolver. Ou talvez eu nem pare de qualquer forma, enfim, abraços a todos e até a próxima postagem.

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Funções da arte

Funções da arte:
A definição de fazer arte já foi dada no meu livro, que é: o ato de desenvolver técnicas que mexam com os sentimentos humanos. Mas durante muito tempo eu percebo que existem vários tipos de arte, e sempre foi do meu interesse classificá-las, porém, apenas agora pareço ter conseguido fazer isto de forma satisfatória. Embora toda arte mexa com os sentimentos humanos, afinal esta é a sua definição primária, é possível perceber que cada uma atua de diferentes formas nas chances de sobreviver e reproduzir e em diferentes sentimentos. Foi através desta observação que eu defini o critério de categorização. Irei agora explicar a arte instintiva, a arte racional, a arte comunicativa e a arte afetuosa.

A arte instintiva é chamada assim porque a melhor maneira dela ser sentida pelos humanos é quando eles deixam seus instintos sentirem livremente. Os artistas que trabalham com este tipo de arte sempre buscam encontrar, guiados principalmente por instinto, formas de ter seu trabalho associado com a maior quantidade de chances de sobreviver e reproduzir possíveis. Contudo, se observa facilmente que este tipo de arte trabalha bastante com a associação da memória e representatividade da evolução, e é pouco fundamentado em reflexões profundas acerca da realidade humana. Utiliza apenas conhecimentos básicos que justificam e contextualizam seu comportamento de maneira generalizada. Um exemplo deste tipo de arte está à indústria musical.

A arte racional é assim chamada porque a melhor maneira dela ser sentida é através da racionalidade humana. Os artistas que trabalham com este tipo de arte se baseiam em reflexões aprofundadas acerca da realidade humana para compor suas obras. Na maioria das vezes, a apreciação de suas obras vem a partir do entendimento das reflexões que deram origem a elas. A exaltação dos sentimentos ocorre principalmente através da propriedade do raciocínio manipular o instinto e vice-versa. Ou seja, o humano conhece uma obra, que mesmo classificada como racional ainda chama a atenção do instinto humano, busca saber seu significado, concorda e aprende a apreciá-la e a dar um status de importância, e conseqüentemente beleza, a aquele tipo de arte.

A arte comunicativa, como o próprio nome sugere, tem como principal objetivo comunicar alguma informação através de suas técnicas. Ou seja, utiliza as técnicas de manipulação do instinto humano para passar uma informação com mais eficiência. Pode ser observada principalmente em comerciais ou ensaios artísticos com objetivo educacional. A arte afetuosa é aquela que tem seus sentimentos gerados principalmente pelo afeto com os participantes envolvidos, pouco se importa com a carga de representatividade, a reflexão ou informação transmitida. É exemplo das peças teatrais de escola. Podem ainda haver obras artísticas que sejam hibridas de categorização, ou ainda existir outras categorias de arte.

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Ao escrever "Objetivos da arte", percebi que o que está escrito a cima não são as funções da arte em si, são os principais resultados que cada estilo de arte almeija alcançar. Isto porque toda a arte comunica algo e é influenciada pelo instinto e pelo raciocínio. Desta forma, uma arte que é associada a algo que tenhamos afeto, através do raciocínio, já pode ser categorizada em três categorias: de raciocínio, de instinto e de afeto. Além disto, o modo como a arte foi produzida já comunica bastante sobre sua origem e suas inteções. A questão é que uma arte produzida com a intenção de comunicar tem características diferentes de uma arte produzida com a intenção de seduzir o instinto. Portanto, embora elas trabalhem com o instinto, raciocínio, comunicação e sentimentos, há algo que uma arte produzida pra seduzir o instinto cause mais impacto que a arte produzida pra comunicar não cause. É com esta intenção que este texto foi escrito.

Porém, após observar mais exemplos da história da arte, percebo que o objetivo de cada artista em si é muito mais complexo que estas categorias. Uma arte que tenha inicialmente o cunho de "racional" para uma cultura pode ser "instintiva" para outra cultura, e também uma arte que a princípio seja produzida pra ser "comunicativa", como uma peça de teatro escolar, se tivesse recursos o suficiente poderia ser tornar bastante atrativa ao instinto quanto uma arte instintiva, o que torna esta classificação confusa e desnecessária. Portanto, a partir de hoje ela será ignorada, e o que realmente será levado em consideração é o objetivo artístico de cada artista, ou seja, em como ele acredita que sua arte irá impactar o mundo, com quais inteções e recursos isto será feito e com quais técnicas ele espera alcançar este resultado. Esta complexidade é o que é levada em consideração, mesmo que de forma inconsciente, por alguém ao produzir arte, e é ela que determina como o processo será feito.

Discursos gerados por sentimentos

Discursos gerados por sentimentos:
Mais um comportamento percebido através da minha vida pessoal. Sinceramente, não sei se usar padrões de comportamentos pessoais para identificá-los na população é um comportamento científico muito interessante, mas pelo menos ele é vantajoso porque serve de atalho no estudo dos humanos, que admite uma infinidade de variáveis. Ultimamente eu tenho passado por algumas situações importantes para o meu instinto. Antes de elas acontecerem, eu adquiri o costume de simulá-las mentalmente e assim preparava um pequeno roteiro. Quando tal acontecia na realidade, eu saia completamente do roteiro elaborado por mim, tal coisa me deixou intrigado.

Não foi a primeira vez que eu me deparei com essa situação. Como tudo no universo há um porquê, eu verifiquei qual tinha sido o desvio que ocorreu no discurso, as suas causas e porque eu não tinha feito este desvio durante as simulações mentais. Observei que a principal diferença entre a simulação e a realidade eram os sentimentos que se manifestavam durante o evento, foi a seguinte: Durante a simulação havia apenas os principais elementos do evento e o objetivo de comunicação, e todo o discurso era montado levando em considerações estes fatores. Na realidade, havia, além dos elementos já considerados por mim, outros que traziam uma carga de representatividade que mudava a resposta instintiva que eu dava a situação. Era exatamente o desvio que eu cometia.

Mais interessante que isto: a forma como meu instinto respondia estava diretamente relacionada aos novos elementos adicionados ao cenário e a reação que minhas configurações mentais tendiam a dar a eles. Exemplificando: sou apaixonado por uma garota e preparei um discurso para expor minha situação a ela. Não levei, contudo, em consideração que quando estou perto dela, sentimentos de afetividade, carinho e certo comportamento que havia sido desenvolvido por mim para responder a estímulos específicos dela se manifestam fortemente, e era justamente este o desvio do meu instinto. Tais respostas aos estímulos e aos sentimentos estão contidas na configuração mental.

Isto é uma propriedade muito interessante a ser explorada, já que através disto podemos entender o comportamento alheio, entender nosso próprio comportamento, e ter mais informações para nos prepararmos para determinadas situações. Ou seja, podemos configurar nossa própria configuração mental ou nossos sentimentos em relação a algo para ter maiores probabilidades de tomar as atitudes que nos interessa. Notando que cada configuração mental tem seu padrão de discurso em determinadas situações, é interessante também observar que isto é um conhecimento complementar ou mesmo que mostra na prática como as configurações mentais funcionam.

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Desenvolvimento de sistemas, conceito de artificial e natural

Introdução:
Olá amigos. Acabo de acordar e encontro meu computador sem internet, então vou aproveitar para escrever. Mas antes, as novidades: hoje à noite tive uma enorme recaída quanto aos meus vícios durante o sono, e ainda continua até agora. Meu diretor, mais uma semana, não conseguiu marcar o encontro com algum doutor de psicologia, e isto já está se tornando muito cansativo. Preciso fazer algo, vou perguntar a ele se há alguma maneira mais agressiva disto acontecer. Durante o dia eu tenho muitos pensamentos, uns mais importantes, outros menos importantes. Os mais importantes eu consigo memorizar, já os menos não. Para resolver isto, estou utilizando o sistema de mensagens do meu celular pra salvar as palavras-chaves de tais pensamentos para a posterioridade e isto está sendo bastante interessantes, pois os pensamentos menos importantes podem se tornar mais importantes em alguns momentos. Hoje será mais uma postagem de vários conceitos, vamos a eles.

Desenvolvimento de sistemas:
 Neste blog já foi comentado uma pseudo-religião que eu tinha chamada “equilibrismo”. Ela pressupõe que todo universo todo está em equilíbrio, e isto dá suporte à existência. Devido à configuração geral dos sistemas que eu observava, eu imaginava que estas propriedades do equilíbrio do universo eram tão onipresentes que chegavam até mesmo no modo como os humanos se comportavam, ou como as tecnologias eram desenvolvidas. Ou seja, toda a configuração da sociedade e tudo o que ela faz estaria em equilíbrio porque isto faz parte do universo, e o universo é equilibrado. Após obter mais conhecimentos sobre o cotidiano humano e sobre o desenvolvimento da tecnologia durante a história, percebo que esta abordagem, que indiretamente implica que o universo foi feito prevendo os humanos, está um tanto mal fundamentada.

Antes de continuar a dissertação sobre o assunto, considero importante definir o que é um sistema pra mim. “Um sistema é a configuração de um conjunto de fatores através da interligação e manipulação destes fatores de tal forma para proporcionar maior eficiência e flexibilidade no alcance de algum objetivo”. Outro algo importante é a minha definição de equilíbrio, ainda aceita por mim: “Equilíbrio é o estado de tudo aquilo que está configurado da melhor maneira possível para o alcance de um objetivo”. Podemos perceber através destes dois conceitos que os sistemas humanos, de certa forma, estão equilibrados se levarmos em consideração todos os fatores que envolvem a história da sociedade. Ou seja: se a pobreza da África existe, é porque o sistema está levando em consideração a falta de recursos do continente Africano e a ganância do continente Europeu.

Contudo, o meu erro era associar tal configuração diretamente às propriedades equilibradas do universo, e não aos aspectos geográficos do planeta. A única forma de o universo influenciar tal configuração seria se a geografia do planeta tivesse sido determinada de forma proposital, coisa que eu não acredito. Outro ponto que me fazia acreditar no equilibrismo com enfoque humano era o modo como a tecnologia se desenvolvia de tal forma a contribuir de maneira muito adequada com o desenvolvimento humano, e isto se sustentava ainda mais quando eu assistia aos filmes futuristas com as tecnologias sendo usadas para tornar o sistema humano ainda mais eficiente para a evolução.

Atualmente, após entender o desenvolvimento de várias tecnologias, percebo que não há nenhuma relação entre o desenvolvimento delas e as configurações equilibradas do universo. Tudo acontece porque o humano quando descobre uma nova tecnologia, tende a associar, seja por instinto ou de modo artificial, aquela tecnologia a sua realidade para aumentar suas chances de evolução. Desta forma, através da seleção natural, as tecnologias que nos ajudam são selecionadas, as que não nos ajudam são descartadas. Isto significa que toda a tecnologia utilizada agora foi selecionada porque nos ajuda, e não simplesmente surgiu e se encaixou como eu imaginava. Implica ainda que haja outras tecnologias que não são usadas por não haver aplicabilidade no sistema humano. Concluído o assunto, gostaria de soltar mais alguns conceitos soltos que desenvolvi através deste, são eles:

Sistema artificial e natural: Um sistema artificial é todo aquele que teve suas configurações amplamente exploradas e testadas através do módulo de simulação humano antes de ser aplicada na realidade. Ou seja: o humano cria várias variações mentais do sistema e aplica a seleção natural. O sistema natural seria aquele que simplesmente vai se configurando através da seleção natural do ambiente ou de outras forças que seus fatores estejam relacionados e não passa pelo módulo de simulação humano. O sistema planetário, por exemplo, está relacionado com as forças da gravidade, e simplesmente aconteceu. É, portanto, natural. Deve haver também sistemas mistos, com parte das configurações adotada por meio do artifício da simulação humana e parte adotada por meio do próprio desenvolvimento natural do sistema.

Célula: É a menor unidade funcional de um sistema. Quando se diz funcional, se quer dizer que há função. A título de curiosidade, só estou escrevendo esta definição aqui porque sempre observo as escolas falarem sobre células, mas não me lembro de ter contato com tal definição da forma que apresentei a cima, a que eu considero mais eficiente. Outra curiosidade para fechar o parágrafo: o verbo “funcionar” deve ter variado da palavra “função” ou vice-versa, partindo deste princípio, funcionar deve ser o ato de algo exercer sua função.

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sábado, 17 de setembro de 2011

Elementos básicos da beleza naturais e adquiridos:

Vários comportamentos parte IV

Elementos básicos da beleza naturais e adquiridos:
A definição de beleza já foi proposta no meu livro há algum tempo, e continua firme até hoje. Só para relembrar, achamos bonito tudo aquilo que é importante para nós. E ao lembrarmos da propriedade do instinto que influencia o raciocínio e vice-versa, e também da propriedade associativa do cérebro, é possível perceber que todas as outras formas de beleza derivam basicamente de coisas que são importantes para nós. Existem algumas características que parecem já vir pré-definidas no instinto para que achemos bonito, outras são adquiridas, e é para a investigação disto que eu quero dedicar estes próximos parágrafos.

Segundo pesquisas, o instinto humano tende a achar determinados tipos de corpos bonitos porque estes demonstram mais chances de sobreviver e reproduzir, coisa que eu concordo. Mas minha principal dúvida até agora é saber qual tecnologia a mente humana utiliza para detectar tais características. Outro exemplo é quando vemos bebês e o nosso cérebro reage de forma extremamente positiva e afetuosa, e isto também se explica através de um mecanismo evolutivo que nos faz querer proteger o futuro da nossa espécie.

A partir daqui, senhores, são apenas suposições empíricas, com fundamentações em coisas tão abstratas que eu provavelmente não vou conseguir transformar em argumentos. Acredito que a mente humana utilize um padrão chamado proporção áurea para fundamentar sua concepção de beleza. Existem chances disto se justificar se a seguinte suposição, e eu acredito que é, for verdadeira: um corpo humano na proporção áurea tem mais chances de sobreviver que outro, já que, por algum motivo físico ou químico, este é um padrão de crescimento mais saudável, e por isto os humanos, imagino que não só eles, adaptaram-se a valorizar.

Tanto o homem quanto a mulher seguem as proporções áureas, embora tenham corpos diferentes. Talvez a diferença seja identificada através de hormônios e do contato corporal, acredito que a ciência já seja capaz de esclarecer isso de forma técnica. A mesma coisa são os bebês que devem liberar substâncias que faz o cérebro humano reagir de forma afetuosa. Também devemos levar em consideração o som, pois sons com determinadas características são interpretados como bons, como a risada de um bebê, e outros são considerados perigosos, como o rugido de um leão. Imagino que isto são configurações mecânicas do cérebro que não se relacionam com a proporção áurea, mas sim com o desenvolvimento da raça humana, e não é algo tão adaptável quanto à beleza. Tem que ver como testar isso depois.

Quanto à capacidade da beleza se adaptar, isto já foi explorado no meu livro e se explica devido à característica relativa do humano. Portanto, embora nosso instinto tenda a buscar a proporção áurea, podemos aprender a apreciar outros tipos de padrões ou simbologias. Já foi observado que a maioria da nossa projeção de crescimento e de personalidade seja adquirida na infância, isto porque é nesta fase que absorvemos mais informações para evoluir. Isto significa que teoricamente podemos nos adaptar a qualquer tipo de ambiente e/ou cultura, seja ela altamente artificial ou orgânica. Neste caso, o artificial se torna natural, e músicas de jogos, por exemplo, se tornam tão marcantes quanto músicas de ninar.

Encerramento:

Enfim amigos, eu estava planejando escrever sobre impirismo e empirismo hoje, mas não vou porque os conceitos explicados a cima são todos relacionados a psicologia, e também porque a postagem já está longa, demorada, e eu to cansado e ansioso pra postar. Também acho que não explorei direito este último paragráfo, pois existe algo nas simbologias humanas que eu não consigo decifrar, e era a intenção do último paragráfo fazer isto. Vou deixar para um próximo. Encerrando, hoje joguei portal, um jogo bem interessante, talvez volte a jogar daqui a pouco. Como a postagem ficou muito grande, eu a dividi em várias partes. Encerramento concluído, boa noite a todos e até a próxima postagem.

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Curiosidades da evolução: relação entre atividades e imagem:

Vários comportamentos parte III

Curiosidades da evolução: relação entre atividades e imagem:
Esta semana eu estava andando na rua e me deparei com uma barra de ferro em forma de cone e bem próxima ao chão. Subi em cima dela e fiquei tentando me equilibrar, isto no meio de uma praça com uma ou duas pessoas olhando. Logo me lembrei da minha idade, dezenove anos, e me perguntei: será que com quarenta anos ainda farei isto? Este comportamento curioso me levou a refletir sobre o porquê eu quis subir naquela barra e sobre o porquê os adultos parecem ignorar ou simplesmente não se vêem tentando coisas novas além das costumeiras. Foi então que e observei algumas curiosidades da evolução.

Responder a primeira pergunta é simples, basta relembrar o conceito de diversão, que é todo aquele mecanismo de evolução que apresente uma rápida ascensão com pouco esforço, sendo esta ascensão que causa prazer ao instinto humano. Aplicando o conceito, eu encontrei naquela barra de ferro algo, que foi meu equilíbrio corporal, que eu pudesse melhorar, e como na minha infância eu sempre tive como diversão fazer coisas radicais, uni uma coisa a outra e aceitei o desafio de me equilibrar mesmo na minha atual situação. Ou seja, como explicado em ponto excelente de evolução, além do ato de melhorar em si também houve um interesse.

Quando nos tornamos adultos, significa, dentre outras coisas, que assumimos uma evolução social para ganhar dinheiro e nos sustentar, junto a isto acontece algo bem comum: ou a conversão de poder social a poder instintivo, ou também a criação de um poder instintivo através da imagem. Isto trás a seguinte implicação: se um humano está associado a alguma atividadecom altas chances de sobreviver e reproduzir, seu instinto tende a não querer se envolver com atividades que estejam relacionadas a baixas chances de sobreviver e reproduzir principalmente por um motivo: evitar comparações em que ele saia perdendo ou que sua imagem seja associada a aquilo, com o objetivo de ser sempre associado ao poder.

É desta forma que eu imagino que a maioria das pessoas que utilizam a imagem ou a alta evolução como arma instintiva negam se envolver com atividades que não estão associadas à alta evolução. Este comportamento é bem interessante, pois trabalhando ele é possível que as pessoas se envolvam com coisas que mesmo estando relacionadas à baixa evolução, ainda são importantes, como exercícios físicos para o bem-estar, que podem ser feitas através da prática de esportes, ou envolvimento com familiares, amigos e filhos em atividades que embora não sejam importantes para as pessoas em questão, sejam importantes para seus entes.

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