sábado, 1 de outubro de 2011

Desenvolvimento de sistemas, conceito de artificial e natural

Introdução:
Olá amigos. Acabo de acordar e encontro meu computador sem internet, então vou aproveitar para escrever. Mas antes, as novidades: hoje à noite tive uma enorme recaída quanto aos meus vícios durante o sono, e ainda continua até agora. Meu diretor, mais uma semana, não conseguiu marcar o encontro com algum doutor de psicologia, e isto já está se tornando muito cansativo. Preciso fazer algo, vou perguntar a ele se há alguma maneira mais agressiva disto acontecer. Durante o dia eu tenho muitos pensamentos, uns mais importantes, outros menos importantes. Os mais importantes eu consigo memorizar, já os menos não. Para resolver isto, estou utilizando o sistema de mensagens do meu celular pra salvar as palavras-chaves de tais pensamentos para a posterioridade e isto está sendo bastante interessantes, pois os pensamentos menos importantes podem se tornar mais importantes em alguns momentos. Hoje será mais uma postagem de vários conceitos, vamos a eles.

Desenvolvimento de sistemas:
 Neste blog já foi comentado uma pseudo-religião que eu tinha chamada “equilibrismo”. Ela pressupõe que todo universo todo está em equilíbrio, e isto dá suporte à existência. Devido à configuração geral dos sistemas que eu observava, eu imaginava que estas propriedades do equilíbrio do universo eram tão onipresentes que chegavam até mesmo no modo como os humanos se comportavam, ou como as tecnologias eram desenvolvidas. Ou seja, toda a configuração da sociedade e tudo o que ela faz estaria em equilíbrio porque isto faz parte do universo, e o universo é equilibrado. Após obter mais conhecimentos sobre o cotidiano humano e sobre o desenvolvimento da tecnologia durante a história, percebo que esta abordagem, que indiretamente implica que o universo foi feito prevendo os humanos, está um tanto mal fundamentada.

Antes de continuar a dissertação sobre o assunto, considero importante definir o que é um sistema pra mim. “Um sistema é a configuração de um conjunto de fatores através da interligação e manipulação destes fatores de tal forma para proporcionar maior eficiência e flexibilidade no alcance de algum objetivo”. Outro algo importante é a minha definição de equilíbrio, ainda aceita por mim: “Equilíbrio é o estado de tudo aquilo que está configurado da melhor maneira possível para o alcance de um objetivo”. Podemos perceber através destes dois conceitos que os sistemas humanos, de certa forma, estão equilibrados se levarmos em consideração todos os fatores que envolvem a história da sociedade. Ou seja: se a pobreza da África existe, é porque o sistema está levando em consideração a falta de recursos do continente Africano e a ganância do continente Europeu.

Contudo, o meu erro era associar tal configuração diretamente às propriedades equilibradas do universo, e não aos aspectos geográficos do planeta. A única forma de o universo influenciar tal configuração seria se a geografia do planeta tivesse sido determinada de forma proposital, coisa que eu não acredito. Outro ponto que me fazia acreditar no equilibrismo com enfoque humano era o modo como a tecnologia se desenvolvia de tal forma a contribuir de maneira muito adequada com o desenvolvimento humano, e isto se sustentava ainda mais quando eu assistia aos filmes futuristas com as tecnologias sendo usadas para tornar o sistema humano ainda mais eficiente para a evolução.

Atualmente, após entender o desenvolvimento de várias tecnologias, percebo que não há nenhuma relação entre o desenvolvimento delas e as configurações equilibradas do universo. Tudo acontece porque o humano quando descobre uma nova tecnologia, tende a associar, seja por instinto ou de modo artificial, aquela tecnologia a sua realidade para aumentar suas chances de evolução. Desta forma, através da seleção natural, as tecnologias que nos ajudam são selecionadas, as que não nos ajudam são descartadas. Isto significa que toda a tecnologia utilizada agora foi selecionada porque nos ajuda, e não simplesmente surgiu e se encaixou como eu imaginava. Implica ainda que haja outras tecnologias que não são usadas por não haver aplicabilidade no sistema humano. Concluído o assunto, gostaria de soltar mais alguns conceitos soltos que desenvolvi através deste, são eles:

Sistema artificial e natural: Um sistema artificial é todo aquele que teve suas configurações amplamente exploradas e testadas através do módulo de simulação humano antes de ser aplicada na realidade. Ou seja: o humano cria várias variações mentais do sistema e aplica a seleção natural. O sistema natural seria aquele que simplesmente vai se configurando através da seleção natural do ambiente ou de outras forças que seus fatores estejam relacionados e não passa pelo módulo de simulação humano. O sistema planetário, por exemplo, está relacionado com as forças da gravidade, e simplesmente aconteceu. É, portanto, natural. Deve haver também sistemas mistos, com parte das configurações adotada por meio do artifício da simulação humana e parte adotada por meio do próprio desenvolvimento natural do sistema.

Célula: É a menor unidade funcional de um sistema. Quando se diz funcional, se quer dizer que há função. A título de curiosidade, só estou escrevendo esta definição aqui porque sempre observo as escolas falarem sobre células, mas não me lembro de ter contato com tal definição da forma que apresentei a cima, a que eu considero mais eficiente. Outra curiosidade para fechar o parágrafo: o verbo “funcionar” deve ter variado da palavra “função” ou vice-versa, partindo deste princípio, funcionar deve ser o ato de algo exercer sua função.

Parte I: Clicando aqui
Parte II: Clicando aqui
Parte III: Clicando aqui
Parte IV: Clicando aqui

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