quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Novelas, Big brother e alienação

O mal da alienação

Olá amiguinhos, vou começar falando que estou muito irritado, pois além de eu achar que ultimamente minha memória ta igual à de um velho, eu acho que esqueci um assunto interessantíssimo que eu ia falar aqui no blog, eu digo, acho que esqueci, porque eu acho que lembrei, mas como minha memória ta ruim, eu fico só achando mesmo. Por isso, eu vou voltar com meu velho bloco de notas, anotando os assuntos interessantes e ficar compromissado de atualizar o blog quatro vezes por mês com os assuntos de lá.

Hoje eu vou falar sobre uma coisa que me irrita muito, que é as novelas. Eu odeio as novelas da globo, odeio muito, muito mesmo. São essas malditas novelas que ajudam a fazer com que o povo brasileiro se deteriore ainda mais exibindo situações fictícias onde no final, tudo sempre acaba bem. Nunca o personagem principal morre e se morre, é porque ganha mais dinheiro assim e comove mais o publico, e com certeza, o par romântico desse personagem tem outro cara a disposição. Em novelas, todo o mundo é bonito dependo do seu papel, nunca temos um personagem principal muito feio, e isso tudo pra ganhar dinheiro e chamar a atenção do povo instintivamente.

Não é só as novelas da globo não, qualquer uma novela ou coisa comercial, é tudo apelando pro instinto, tudo dizendo que o amor vale mais que tudo e que tudo sempre vai acabar bem, as pessoas gostam de ver isso e acabam levando isso pra vida delas, e vão perdendo aos pouco as capacidade de se questionar sobre o que se deve fazer em tal situação, já que novela já indica que você deve seguir seu coração e fazer o que achar certo. Sendo o coração, o instinto, claro, pois coração é só um músculo do tamanho de um punho fechado.

Novelas e religião são as duas coisas que mais deixam o povo alheio no mundo. Acho que já falei sobre religião nesse blog, mas nem preciso falar, a quantidade de blogs falando sobre religião são muitos, mas essas novelas são muito ruins, ainda bem que eu cresci assistindo só as divertidas. Eu queria muito ter exemplos pra dar aqui, mas infelizmente, eu não tenho paciência de assistir novela. Os melhores exemplos que eu consigo pensar são os que eu já disse, os personagens principais são sempre bonitos, sempre acabam juntos e dão mais importância ao amor do que qualquer outra coisa. Amor? Em novela não tem amor, apenas paixão.

Malhação mesmo, credo, ta péssimo, antigamente dava-se para assistir, mas agora a comicidade está apostando na idiotice dos personagens e na aceitação de como eles são, eu realmente não tenho muito sobre o que falar, mas realmente é um lixo. Essas novelas que mexem com culturas diferentes também, nada haver mexer com a cultura dos outros, eu acho a maior idiotice isso, eles mostram a cultura dos outros, nós achamos estranhos e eles fazem nós consideramos a nossa melhor por sermos livres, como é o caso dessa nova novela agora, mas eu tenho certeza que se a cultura perdura por anos, é porque ela funciona.

Eu acho que o destino dessa nova novela agora vai ser um cara de casta inferior se misturando com uma garota de casta superior, essas castas são bastante úteis na cultura deles, vai lá a globo e vai fazer uma novela dizendo que isso é idiotice e faz Juliana Paes namorar com aquele cara lá, um casal bonito daqueles, principalmente pela Juliana, vai fazer o povo torcer pelo casal e esquecer as tradições, quer dizer, quebrar regras. Imaginem só como seria se tirassem o sistema de castas lá na índia, a sociedade ficaria meio bagunçada eu acho, e eu estou falando isso sem nem conhecer o sistema econômico de lá, talvez eu esteja enganado, mas tenho quase certeza que não.

O ruim dessas novelas também é que fazem as pessoas aceitarem só conviverem com aqueles que elas são apaixonados, e também as novelas não passam uma visão real do que, para mim, é o amor, a mesma coisa são essas músicas que são hits de novela e que às vezes viram mania. Mas essa é uma questão complicada de mais, eu nem sei se a culpa é totalmente das novelas, ao certo, dividido também pra religião e pra educação escolar e familiar.

Muita gente fala mal do BBB, eu acho o BBB interessantíssimo para analisar os candidatos e tentar adivinhar quem sai e quem fica por meios de raciocínio psicológicos. Muita gente tem preconceito, mas eu realmente acredito que BBB é um laboratório humano cujo o principal objetivo de todos os que estão dentro da casa é obter o premio com um desejo comparável ao de viver. Ai eles usam táticas de sobrevivência e é interessante ver, pena que a globo passa pouquíssimas cenas e fica difícil avaliar o relacionamento e o perfil de todos os brothers. Pena que a maioria das pessoas só vejam o BBB como fonte de fofoca.

Gostaria de todos que lêem o meu blog vissem os humanos com o olhar de “sobreviver e reproduzir”. Sendo reproduzir o melhor filho pra ele sobreviver mais. Evoluam com seus erros e pensem em todas as possibilidades, tentem sempre aprender, façam eu não esquecer disso também, e com isso eu vou dormi, abraços a todos!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Zeitgeist, sociedade racional possivel para instintivos?

Sociedade racional

É com muita preguiça que eu começo a escrever essa postagem, estou escrevendo principalmente porque eu to achando a minha taxa de atualização do blog baixa, eu espero fazer uma média de quatro postagens pro mês. Eu falei na postagem anterior numa sociedade totalmente tecnológica, esse assunto me interessa profundamente, tanto como analise comparativa a nossa sociedade atual quanto como por curiosidade sobre com o comportamento humano em tal sociedade.

Uma sociedade totalmente tecnológica, segundo o documentário chamado Zeitgeist, já é possível. Temos condições de fazer energia renovável o suficiente para nunca mais precisarmos queimar combustível fóssil, e além do mais, temos tecnologia robótica o suficiente para trocarmos os humanos por robôs, e já que humanos não são mais necessário para o trabalho na sociedade. A sociedade então produziria muita coisa, graças a energia e os robôs, e como a ciência é um bem de todos, essa riqueza produzida seria compartilhada para todo o mundo, fazendo com que todas as pessoas tenham ótimas condições de vida no planeta sem precisar trabalhar.

Isto é totalmente contraria a nossa sociedade, que apenas 4% da população mundial retém a maior quantidade de riqueza do planeta enquanto há milhares de crianças morrendo todo o dia na áfrica, e de fome. Na sociedade atual, não somos todos iguais e os melhores tendem a crescer de vida, os piores a descerem, formando assim, o topo da pirâmide, com os melhores, e a base, com o resto. Nosso sistema também adora fazer com que as pessoas desejem para assim, fazer elas desejarem ser melhores, trabalharem mais e com isso, aumentar a competição e os lucros.

Eu costumava dividir os humanos entre racionais e instintivos porque isso é muito prático. Levando a base dos conceitos que me fizeram pensar que se podia mais ou menos dividir os humanos em racionais e instintivos, nossa sociedade atual é instintiva, pois ela prega que devemos ser e valorizar os melhores. Mas tal coisa é feita de forma muito sutil, nós mal percebemos, e ela faz isso apelando para o nosso instinto, pois o nosso ainda está adaptado ao tempo em que apenas os melhores conseguiam sobreviver, e ele, ao ver o melhor, trata de fazer com que nós tenhamos desejo por aquilo, mesmo não havendo necessidade real nenhuma de precisarmos. Antigamente, uma pessoa sem uma perna ou braço morria rapidamente, hoje em dia, conseguem até se reproduzir.

Nossa sociedade faz isso devido à esperteza de algumas pessoas que souberam usar-se do trabalho dos outros para se dar bem, mas na sociedade tecnológica, não precisaríamos trabalhar e por isso, não tem como alguém reter a maioria do lucro, já que assim como a ciência, tudo o que seria produzido por ela é de todos. Esse é o conceito de instintivo, sempre bem busca do melhor, e o do racional, sempre em busca do necessário para a manutenção da vida. Em teoria, essa sociedade tecnológica, racional, seria ótima e já temos condições técnicas de fazê-la, como o documentário diz. Todo mundo estaria feliz, já que todo mundo tem tudo o que precisa e não precisa mais trabalhar nem nada disso, pode ocupar seu tempo com outras cosias, como diversão e família.

Bem, na pratica eu não sei bem se ocorreria isso. Primeiramente, ficaríamos totalmente dependentes de maquinas, e querendo ou não, alguém controla as maquinas, e ai vem outro problema, não seriamos todos iguais e a ciência não é de todos, a ciência só é de todos a partir do momento que o cientista resolve doar sua descoberta pra comunidade cientifica, e quem controla as maquinas é diferente das pessoas que não controla, tem um trabalho extra, seria injusto. Ou os caras fazem um sistema pra suprir essa necessidade ou ainda continuará existindo pessoas diferentes de outras. Ok, supondo que essa necessidade seja suprida e todo mundo seja igual a todo o mundo. Então entra uma coisa muito importante, o principal motivo de existir a evolução e do capitalismo consegui se arrastar por muitos anos, o instinto humano em busca do melhor.

Todas essas confusões da nossa sociedade atual, tais como os vários tipos de racismo e descriminação, violência, pessoas se sentindo ruins de mais ou boas de mais, entre outras coisas, é culpa desse instinto humano fortíssimo que é querer ser o melhor. Em outras palavras, será mesmo que seria possível uma sociedade racional? É muito complicada essa questão, eu apostaria numa sociedade tecnológica onde as pessoas disputariam novos valores, como arte, habilidade, beleza e inteligência, tal como é disputado hoje, mas não seria dinheiro o premio e sim, credibilidade. Isso só não aconteceria caso fossemos controlados pelo governo ou então desde pequenos fossemos ensinados a controlar nossos instintos, saber que todo o mundo é igual do ponto de vista de que todos são feitos de átomos regidos pela mesma lei, isso significa que você seria exatamente a outra pessoa se tivesse a mesma formação de átomos que ela.

Então ai tudo bem, com uma certa dificuldade, as pessoas aceitariam que é besteira duelar pra ver quem é o melhor e só se preocupariam em avançar a ciência e contemplar a arte, mas não de forma de disputa. Mas uma outra coisa que me preocupa é quanto ao controle populacional e voltando ao assunto, a aqueles que cuidam da ciência. Bem, o que se relaciona com controle populacional é o fato de todas as pessoas, para a seleção natural, não são iguais. Eu considero que a seleção natural no sistema capitalista haja fazendo os bons serem felizes e tendo filhos e os ruins tendo vidas difíceis e sem ter filho. Nesse caso, não importa dinheiro. Meu pai tem um monte de filho e nem rico é, mas gente rica, com um monte de dinheiro, só tem um ou dois filhos. Também precisamos ver a qualidade dos filhos neh, esses dois filhos que um rico possa ter podem sobreviver mais do que o monte de filho do meu pai, mas isso é muito variável.

Como agiria a seleção natural num ambiente sem competição? Sem dificuldades? Será que os cientistas selecionariam os melhores genes? Será que nesse ponto, chegamos ao auge do desenvolvimento biológico, já que podemos modificar todo o ambiente a nossa volta e então, passaríamos a evoluir apenas as teorias e a ciência? Eu suponho que o mais provável seja esse de evoluirmos a partir de então apenas as teorias. E outra coisa, a população cresceria descontroladamente? Mas isso é fácil resolver. Enfim, o que me preocupa mesmo é a questão do instinto, se continuar competição, vai ser a mesma coisa que agora, só que mais fácil de sobreviver.

Não sei se essa postagem rendeu muito, acho que eu enrolei de mais, mas to com preguiça de reescrever, com isso eu vou me despedindo e mais uma vez atualizando o blog. O que eu me preocupo mesmo é com essa questão do seleção natural e instinto nesse tipo de sociedade, mas ainda ta muito longe de se tornar realidade, se um dia isso for acontecer, por da grande influencia que o poder exerce em muitos de nossa população. Abraços pra geral.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Personalidade Artistica e relação com DNA

Personalidade Artistica

Olá amiguinhos, faz um bom tempo que eu não atualizo meu blog, tenho feito nada de mais ultimamente, apenas no dilema se devo ou não usar cobaias humanas e se devo ou não escutar música, mas isso não é assunto para esse tópico hoje. Hoje, eu declarei como finalizada minha teoria de humano instintivo e racional, isso é muito indeterminado, por isso eu tentarei estudar psicologia pra traçar uns estereótipos melhores, um dos grandes problemas é saber o quanto o DNA influencia na personalidade de alguém, por isso meus planos de estudo estão meio confusos, verei o que farei.

Estou com um pouco de sono, o assunto que eu venho falar hoje está relacionado com DNA, personalidade e arte. Eu já defini aqui que meu conceito de arte é a criação de novas técnicas, ou aprimoramento, imitar uma técnica já conhecida é fácil. Entretanto, eu notei que algumas pessoas conseguem fazer desenhos sem nunca ter aprendido uma técnica, conseguem desenhar só de ver, algo bom, eu definitivamente sou ruim para desenhos, então, o que eles têm que eu não tenho?

Passou algo relacionado à arte na televisão, minha mãe olhou e disse: isso só pra quem tem o dom. Seguindo meu conceito de arte, não se precisa ter o dom, apenas estudar, ser criativo, ter treino com as técnicas e ir se aprimorando sempre. Mas isso seria falso com essas pessoas que tivessem esse possível “dom”, levando em consideração que elas não precisariam treinar, pois já nascem com uma habilidade manual altíssima para a arte, no sentindo técnico e talvez, expressivo.

Então, a onde está o aprimoramento da técnica nesses casos? E quem não tem o dom, como fica? Será que quem não tem o dom para tal coisa, simplesmente não aprenderá? Não sei, conheço poucos casos de dom ou talento, eu teria que pesquisar mais sobre isso. Entretanto, se é necessário ter dom ou talento para se fazer algo, o que faz algumas pessoas se tornarem tão importante para a arte? Levando em consideração que existe muitíssima gente no mundo, e com isso, muitas pessoas com o mesmo dom.

Eu realmente acredito que meu conceito sobre a definição de arte seja válido, com um acréscimo, tem que se ter um mínimo de dom, ou até mesmo não, a técnica e o treinamento superem o dom. Mas se levarmos em conta que grandes músicos, pintores e etc. até hoje foram inesquecíveis e inigualáveis no seu estilo de criação de arte, significa que essas pessoas têm algo a mais que apenas dom. Claro, copiar, qualquer pessoa que tenha capacidade técnica copia e faz umas misturas ou amplia um pouco mais, mas criar o começo é algo a ser levado em consideração.

Essas pessoas, acredito eu, não tem apenas o dom, a criatividade e a capacidade de criação técnica, tem também a historia de vida e a dedicação para tal arte e os meios para ela poder viver e consegui fazer os trabalhos artísticos. O que eu to falando é de uma grande quantidade de elementos necessário para a criação de alguém realmente relevante na arte. Hoje em dia, está tudo muito conectado e muito desgastado de certa forma, mas eu não sei de muita coisa.

Sobre ser filosófico ou matemático também, uma coisa que eu sempre achei que eu sou por causa de influencias familiares, talvez eu tenha uma certa tendência a natural a seguir o raciocínio lógico, mas eu acho que isso não é dom nem nada, qualquer pessoa que esteja preocupada com a pura verdade, consegue chegar em conclusões parecidas com as minhas. Bem, talvez não, mas provavelmente siga uma boa linha de filosofia, não igual a minha, pois não teremos as mesmas experiências.

A mesma coisa pode acontecer com tal artista, por exemplo: um cara nasce com um bom dom, mas nunca teve oportunidade de desenvolver pois nunca esteve em contato com a área, já outro não tem dom nem vontade nenhuma de aprender e seu pai o obriga a aprender. Pode ser o caso também do cara não ter tempo, motivação, ter que trabalhar de outras formas e etc. Deve ser muito bom para o artista viver de arte, pode desenvolver a técnica e se tornar cada vez melhor.

É por isso que eu acredito que dentre milhares de pessoas, apenas um ou dois se destacam por terem uma vida muito favorável a tal, em relação a tudo. Vocês deviam fazer idéia da quantidade de pessoas que existem no mundo, e ver a quantidade de artistas se resumido a mil, artistas famosos, músicos principalmente, conheço pouca coisa dessa área pra falar a verdade, e quase nada das outras, mas suponho que seja isso. E isso explica o fato dessas pessoas ganharem tanto dinheiro, pois elas trazem entretenimento para toda uma sociedade e poucos podem fazê-lo.

Enfim, embora eu tenha me afeiçoado ao conceito de sociedade tecnológica que um documentário ai, cujo qual eu irei falar nos próximos tópicos fala, o capitalismo, para caso uma sociedade totalmente capitalista ainda não seja possível, é o melhor sistema, mas eu não sei. Com isso, eu vou me despedindo, até a próxima postagem, acho que será em breve e eu irei falar sobre esse documentário e sua sociedade tecnológica que eu falei agora, mas não lembro o nome. Até mais.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Evolução cultural e arte, analise sobre televisão e nossos costumes

Evolução Cultural

Olá amiguinhos, formatei o PC, fiz a burrada de apagar os instaladores do office 2007 pensando que o cara que arrumava meu pc iria já bota-lo, engano meu, estou de novo agora tratando de baixar, só que desta vez, com a diferença da minha internet com 2 megas de velocidade, está até sendo um prazer enorme ver os downloads indo rápido, suspeito até que vai terminar antes deu ir dormi.

Mas não vim aqui para falar disso, vou antecipar com um assunto que vai puxar o tema principal dessa postagem, Capitu. Alguns devem ter assistido, adorei essa mini-serie, embora ela mexa muito com meus sentimentos, tal coisa que eu não gosto. Mas essa mini-serie me fez pensar no meu vocabulário, na forma como eu me expresso aqui mesmo, nesse blog.

Generalizo muito as palavras, lá, o narrador principal, a qual eu penso citar versos realmente do livro, me deixou muito encantado com a naturalidade com a qual as palavras saem e com precisão que elas tem, torna suave a audição, é prazeroso ler, muito pelo o contrario do meu blog, a qual eu escrevo com uma certa preguiça e desleixo. Resolvi então escrever com um pouco mais de atenção, mas a acredito muito que a culpa não seja minha por causa desse vocábulo generalizado.

Acredito que a culpa é da televisão. Sim, atualmente estou pondo culpa de nossa cultura estragada toda na televisão, por vários motivos que a propósito, será o tema desse tópico, juntamente com a evolução cultural, que está também relacionada ao assunto. Na verdade me enrolei agora, e com a mesma preguiça de sempre, não tenho vontade de refazer o texto, por isso, vou dar um certo nó aqui, começar a falar primeiro da evolução cultural, da culpa da televisão por está nos estragando e depois no que tem haver com o vocábulo.

Evolução cultural é uma coisa que eu tenho estado pra falar a muito tempo, mas que por muito venho adiando, pelos mesmos motivos de sempre, resumem-se a preguiça. Mas o que me veio fazer a pensar nisso foi uma dessas noitadas, de madrugada, sem computador, já faz tempo isso, tenho essa idéia formada a algum tempo. Estava passando um filme, antigo, sobre os diamantes serem os melhores amigos das mulheres, não entendi muito bem, só sei que o filme tinha um tempo diferente dos atuais, assim como todos os novos tem um tempo diferente dos antigos. Agora vou dar um exemplo mais claro, Brucee Lee fez diversos filmes ótimos, mas ao compara-lo com Jackie Chan, vemos algumas diferenças se tratando de dinâmica que faz os filmes de Jackie Chan se tornarem mais atraentes que o de Brucee Lee. Tudo isso por causa da evolução cultural.

Os filmes de Brucee Lee tem alguns momentos parados, embora Brucee Lee seja um lutador muito bom e Jackie Chan apenas um Ator, o que torna os filmes de Brucee Lee mais realistas nas lutas, as quais fizeram fãs pelo mundo a fora, os filmes de Jackie Chan tem uma dinâmica maior, todos os momentos são aproveitados para deixar o filme mais dinâmico e atraente, fazer o publico ficar na expectativa, não fazer perder nenhum momento do filme, os atores com uma dinâmica bem rápida também, gesticulados e com características que os fazem se destacar dos outros, nem se quer virar os olhos. Tal não acontece nos filmes, que tem uma dinâmica mais lenta, onde você pode olhar para os lados em alguns segundos sem perder muita coisa.

Não é o que os diretores antigos fossem ruins, é engraçado até pensar em um exemplo que eu vi no Youtube, um documentário falando sobre uns e zeros. Esse documentário cai como um bom exemplo nesse caso, pode ser encontrado na minha conta, para quem quiser vê-lo. Nele, se relata que demorou alguns mil anos, não sei ao certo ou se era mil ou milhões, mas vou falar mil, pois caso erre, o erro não será tão grande tal como seria se eu falasse milhões e fosse apenas mil. Enfim, demorou alguns, mil anos para que se começasse a contar, uma coisa que hoje é tão simples, contar 1, 2, 3, naquele tempo não existia. E ainda mais, foi um longo processo para que de marcas em ossos passassem para pedrinhas, e dessas pedrinhas se passasse para saquinhos, e desses saquinhos se passasse para a primeira forma de documento de contagem escrita, para depois tornar-se algarismos romanos, egípcios, romano e hindu, que passou a ser arábico por que foram os arábicos que passaram para o resto do mundo. Não tenho certeza das informações, mas é algo como, caso estiver interessado, vá lá no meu youtube e delicia-te com o bom humor e as informações desse documentário. Ah sim, o nome dele é “A História do Numero 1” são várias partes, o resto das partes estão lá em vídeos relacionados, espero que saibam números binários.

O que mais surpreende ao ver esse documentário é que demorou, realmente, alguns muitos milhares de anos para que alguém começasse a contar. Simplesmente contar. Foi um troca-troca de sistemas números até que nós chegássemos ao nosso atual e eficiente. O bom que acabou de aparecer substitui o ruim que já dura algum tempo, sendo o bom derivado inspirado nesse ruim, é sempre assim. Não que o ruim seja ruim, é que as coisas relacionadas a seres vivos evoluem, assim como uma simples bactéria já foi o auge da evolução aqui na terra, hoje em dia, não se compara ao que os humanos veio a se tornar.

O mesmo acontece com os filmes e com as músicas. Os filmes evoluem para atrair mais gente, por isso precisa-se de mais dinâmica, pois se não tiver, algumas pessoas impacientes não irão querer assistir o filme de novo. E é por isso que os primeiros resultados notados com uma dinâmica melhor de filmes foram observada pelos grandes diretores e feitas evoluir, até se tornar o que é hoje. Por isso não dá pra comprar um filme antigo com um filme novo, esses negócios de melhorar dinâmica é o que eu chamo de técnica. O mesmo acontece nas músicas, e desenvolver essas técnicas é o que eu considero arte, não aquela arte que um cara pega um bagulho qualquer, junta com outro e diz, isso é arte. Não essa, arte mesmo é muito mais trabalhada, as técnicas ajudam e muito a se trabalhar na arte.

As pessoas que nunca pintaram um quadro por exemplo, não sabem a dificuldade que é pegar as tintas e fazer a tonalidade das cores, mas é difícil, eu sinceramente acho, por isso que tem faculdade pra tudo hoje. Numa rua que sempre eu passava, bem movimentada, tinha um cara lá aprendendo as técnicas num livro e aplicando-as no quadro. Não sei se o chamo de artista ou não, talvez ele seja apenas um copiador, mas devo admitir, começar do zero é muito difícil, talvez se ele começar copiando, depois ele vai desenvolver as próprias técnicas dele. Não sei se ele se sentiria ofendido se eu o chamasse de copiador, mas por enquanto, é o que ele é, na minha opinião.

Em filme o mesmo acontece, teve as Crônicas de Narnia, em seguida, um monte de filme copiando o estilo das crônicas, e as pessoas indo assistir, achando super criativo um escritor pegar e juntar um monte de coisa que não faz sentido numa ordem bonita e fazer um filme. Bem, em alguns casos até que fica bom, ocorre um aprimoramento da técnica, é bom ter uma certa variedade, pensando bem. Mas que há muitos aproveitadores que querem ganhar dinheiro apenas usando as técnicas, isso tem. Mas quem não quer ganhar dinheiro? Não acho que devo os culpar, se conseguirem fazer com que pessoas vão ao cinema assisti-los, então é porque merecem o dinheiro, não cabe a mim julgar se são artistas ou não. Talvez todo mundo acrescente um pouco, mesmo que pouco.

O mesmo acontece na música, me irrita muito ver um monte de banda super parecida. Existe sim aquele bagulho de formula de banda, eu acredito, embora seja difícil saber as tendências de tal forma a adivinhar o mercado e formar tal banda. Eu acredito mesmo que o dinheiro represente o quanto a pessoa mereceu, se ela ganha muito, é porque faz muita coisa pela sociedade na lei da oferta e procura, se ganha pouco, é porque faz pouca coisa. Se um filme custa alguns bilhões, é um investimento e tanto, por isso trás retorno, não da pra comparar com um filme que custou alguns milhões. Se pensar por esse lado também, os filmes que só tem efeitos especiais nada criativos, mas super bem feitos a ponto de encantar a quem assista merece ganhar o ingresso dela.

A mesma coisa ocorre em música. O pior de tudo é que existe coisas que apelam para o emocional das pessoas. É ai que se enquadra os atores com boa aparência e personalidade destacáveis, em alguns casos, pra não dizer a grande maioria, se os atores principais fossem feios, o filme teria um número de publico muito menor, e é por isso que atores ganham bem também. O que eu considero pior ainda são esses cantores de banda de forró, mas não forró pé de cerra, aqueles forró atual que põe só gente bonita em cima do palco, com uns shortinho bem pequenininho fazendo umas danças que fazem apologia ao sexo. E sinceramente, eu acho que o publico só gosta disso porque as músicas são dançantes, tem sexo no meio, todo mundo quer sexo, isso é estranho de admitir, mas é verdade, e ao se ter apologia ao sexo, se tem sexo mais fácil.

Isso atrai muitos públicos, tanto feminino, que ta começando a se soltar por causa das cantoras que são quase lideres do grupo e também são muito boas, quanto os homens, que querem sexo. As mulheres também querem, mas são presas, e uma cantora boa serve como uma poser pra ela, ela vai querer ser igual e vai ter outras também, ai seguem numa onda e fica mais fácil pra elas. Por isso que ganham dinheiro e por isso fazem sucesso. Sim, houve arte na criação daquilo, mas pouca. Pouco esforço. Fazem sucesso só a base do instinto. Certo, eu admito, estou forçando um pouco, já escutei músicas sentimentais muito bonitas e bem trabalhadas, na verdade eles se desenvolveram sim, muito bem, pois a evolução ocorre em tudo, mas se desenvolveram para um principio instintivo, de falar de amor, sexo, paixão, coisas de instinto. E geralmente, instinto não é muito valorizado porque aqueles que entendem de arte serem racionais, e os racionais valorizam mais racional. Não gosto também de valorizar o instintivo, porque eu acho que já expliquei isso em outra postagem.

Eu falei pouco de evolução cultural, acabei falando mais de arte, mas foi bom. Se quiser saber mesmo sobre evolução cultural, pegue um filme antigo e compare com um novo, ou uma música antiga e compare com uma nova. Uma coisa é certo, o antigo tem um trunfo muito bom, a nostalgia. Eu sou um cara muito nostálgico, por isso algumas vezes o antigo vence. Então ta, acabei de falando de arte. Mas o que tem haver televisão com o nosso modo de falar? Bem, primeiro eu vou falar como eu acho que era antigamente.

Como as pessoas não tinham televisão, não passavam tanto tempo apenas olhando para a tela da TV, então passavam mais tempo se comunicando entre si, passavam mais tempo discutindo as coisas, tomando as próprias decisões, nesse ponto, o vocábulo já aumenta. Mas tinha também os teatros e a música daquele tempo, menos evoluídos como se pré-supõe, mas serviam bem para o motivo a qual existiam. Hoje em dia, música ultrapassa o motivo de existir, virou uma coisa muito mais influenciadora, música também faz parte do mesmo mal da televisão, mas televisão transmite música, o que torna a televisão um mal maior. O tempo maior de contato entre as pessoas também ajuda e muito a aumentar os laços culturais, assim como a filosofia, enfim, muitíssimas coisas. Agora eu vou lhes contar o que mal que a televisão faz.

Além de deixar muitas pessoas vidradas um enorme tempo na frente da TV, faz com que elas adiram a toda a cultura que se passa na TV, cultura essa que se forma totalmente instintiva para poder atrair o maior publico possível, pois publico instintivo é muito fácil de se conquistar, pois são aqueles que se levam mais pela emoção. E a coisa piorou ainda mais com quase duas gerações de televisão. As técnicas boas, prendem muitas pessoas, deixam muitas pessoas alheias e instintivas, pessoas instintivas são muito complicadas e dependentes de outras pessoas da forma que não é certa para a sociedade, mas a novela prega isso porque atinge o instinto, não a razão, e nesse caso, qualidade não importa, mas sim quantidade, para mais anúncios publicitários passarem. É isso o que move a televisão, anúncios publicitários. Pessoas instintivas tem uma péssima filosofia, agrr.

Bem, o que ocorreu com a música é o seguinte, para prender as pessoas, cria-se filosofias de música. Para mim, música só deveria servi pra você chegar num lugar e se animar, e dependendo do lugar, o estilo de música que varia de acordo com o desenvolvimento cultural e tecnológico daquele povo. Como música country, axé, música clássica e etc. Mas isso não acontece mais, o que acontece é um bando de música só com uma filosofia instintiva mas horrível que atrai um monte de jovens porque é maneiro e da moda. Quero dizer, ser instintivo é bom, como já disse, quem não gosta de sexo? E é isso o que ser maneiro e da moda representa, ser um bom instintivo, significa dizer que você tem bom gosto e está escutando as ultimas coisas que há de bom, mas a filosofia faz você pensar que é bom, a verdade é essa. Essa foi a evolução que ocorreu. Normalmente, quem nasce num determinado local gosta das coisas que há por lá, porque convive e aprende a gostar, a mesma coisa é com música.

Ai o que acontece, faz-se a apologia por ai que os gostos músicas tem que ser parecidos para dar um bom namoro, igual ao que talvez, passa na televisão, cheio de emoções, ou o que é cantado nas músicas. Quem não quer viver emoção? Racionalmente ninguém deveria querer, mas somos humanos. E ai acontece isso, as tribos se juntam, formando pessoas com filosofias parecidas, da mesma forma que tem horários na televisão para determinados tipos de pessoas, de manhã, as crianças, mas dão pouco dinheiro em anúncios publicitários, por isso a tarde enrolam com novela, coisas sobre novela, jornal, porque os adultos racionais gostam do jornal, o regional é um saco, mas o que passa sobre o mundo é bom, e os adultos não tão racionais assim gostam de ambos, enquanto os instintivos gostam das coisas sobre novela e da novela. E mais novela, três novelas a noite! E se não for novela, é outra cosia relacionada a adultos, porque adultos geram dinheiro. Crianças também são alvo em novelas, porque os caras são expertos. Evolução cultural! É bem isso.

A televisão também meio que mistura as culturas, mas não muito, mas a filosofia sim, quase todo mundo acaba pensando com os personagens da novela, querendo romance ou sei lá, essas coisas instintivas. O PC é melhor porque temos liberdade de escolher o que vemos, as não estão expostas para nós, nós é quem temos que ir bem busca do que queremos, por isso eu não critico muito PCs. Devo admitir também que eu não sei como vivia o povo sem televisão ou computador, por isso que antigamente existiam mais livros, mais tempo para ler e de pensar nas coisas.

Bem, só falei de música e televisão, na verdade, cultura pode se considerar um conjunto de artes de um determinado povo eu acho, pois o modo de se comunicar, de escutar música, pintar, agir, dançar, tudo é arte em um certo ponto, e tudo constitui uma cultura. A arte pra mim, é parecida em dança ou em pintura, é a mesma coisa, só muda as modalidades. Falando em modalidades, lembrei de esportes, que por sinal, não vejo muita graça. Mas não vou falar sobre isso agora. Lembrei de moda também, outro universo. Enfim, tem que arrumar um jeito de ganhar dinheiro na sociedade, seja instintivo, seja racional.

Com isso eu vou me despedindo, vou sair antes que me dê vontade de falar mais coisas, abraços pra galera ae, esse post ficou grande, a propósito, terminei de baixar o photoshop cs4 e o Office 2007 só no tempo em que escrevi esse post, eu também fiquei conversando no MSN, contribuiu pra demora. Devo ter demorado algumas horas, hehehe, mas o tempo passa que eu nem percebo. Novamente, abraços, até a próxima!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Instintos e racional, relação com música, lastfm e youtube

Relação entre música e instinto


Aqui estou eu, que já deveria dormi à 1 hora, começando um texto no meu adorado Office 2007. Na verdade isso só seria uma edição na ultima postagem que ia servir principalmente para por as imagens do Youtube e do Lastfm para por no menu ao lado eu fiz, mas notei que o assunto renderia bastante por que deu vontade de escrever explicando o porquê de várias coisas referentes a personalidade, então por isso, estou escrevendo agora.

Há muitas estereótipos de personalidades por ai, não estou afim de entrar em detalhes sobre tais estereótipos, mas sim explicar o porquê eles são como são. Mas antes disso, eu quero dizer qual é a causa deu estar relacionando Youtube e Lastfm com estereótipo. A relação é a seguinte, Youtube e Lastfm demonstram os gostos pessoais de uma pessoa, isso quer dizer também que demonstra a personalidade, logo, o estereótipo.

Eu estava pensando comigo o que faz uma pessoa gostar do que gosta. Conclui que é tudo uma questão de influencia, DNA e filosofia da pessoa. Eu realmente gosto de pegar como exemplo essas várias tribos que tem por ai, seus artistas preferidos sempre são um modelo da filosofia que eles seguem. Não sei bons exemplos agora, lembro apenas o da Beyonce e de uma garota que eu conheci, que inclusive, já falei sobre esse fato neste blog na seguinte postagem: http://barnabasspenser.blogspot.com/2008/02/posers.html

Você gosta do artista que gosta provavelmente porque esse artista representa algo que você queria ser, ele tem, ou faz, pode ser o estilo de vida dele, as letras que ele compõe, o estilo de música que ele toca, enfim, resumindo tudo, a filosofia do artista, a cultura. Mas, logo quis saber em qual estereótipo eu me encaixava. Antigamente eu era rockeiro, mas faz tempo que eu deixei de ser rockeiro pra ser o que eu não sei.

Na verdade, eu quis entrar numa onda de não demonstrar personalidade, porque eu jugo isso muito instintivo. Você, ao demonstrar personalidade, se expõe, se firma de um jeito. É meio difícil explicar, mas supõe-se que um rockeiro não gosta de pagode. Mas não é apenas isso, é mais que isso, você acaba sendo induzido a ter uma personalidade que se adapte a um grupo, uma tribo, e então, você passa a cultuar essa tribo, fazer parte dela.

O que acontece comigo é que eu não faço parte de nenhuma tribo e também notei esse fenômeno de uma forma externa. Muitos amigos meus falam que são como são ou gostam do que gostam porque simplesmente gostam, fica fácil definir que gosta de uma coisa nesse ponto de vista, mas para mim, que sei que gostamos do que gostamos por algum motivo, e ao escutar cada coisa, eu tento meio que visualizar o motivo pela qual essa coisa existe, fica mais fácil de gostar das coisas. E por isso, fica difícil decidir de qual tribo eu sou.

Eu achei até bom, porque assim deu pra perceber esses aspectos. Se eu tivesse nascido dentro de alguma tribo e não tivesse oportunidade de ter um ponto de vista de fora, talvez até hoje eu estaria cultuando alguma tribo, mas o problema está agora em, qual a minha cultura? Onde eu me encaixo? Por causa disso, parei com minha mania de escutar música, o fato de eu não saber as letras das minhas bandas preferidas que são em inglês também colaborou muito, porque eu notei que eu só gostava dessas bandas meio que por causa do status dela, além do som bom e instintivo, mas a parte da letra, a parte lógica, parte da cultura da banda, do trabalho artístico, eu perdia, e de uma forma ou de outra, nem olhando a letra traduzida me satisfaria de tal forma como se eu conhecesse aquela letra. Por isso, eu meio que deixei de escutar música.

Ah sim, meu headphone quebrou, o que ajuda mais ainda. Passei algum tempo assim, sem escutar música. Acabei de perceber que estou dando muita importância à música, vou explicar. Música, resumidamente, reúne a filosofia e cultura de uma pessoa num pacote só, simplesmente isso. Então quando eu falo de música, eu também falo de filosofia e cultura. Bom, voltando ao assunto, passei algum tempo sem escutar música, agora estou voltando de novo, no meu mp5.

Adoro música indie, mas enjôo rápido. Elvis é muito bom, acho que irei demorar a enjoar, assim como Ramones entre outras bandas. Eu acredito que tenho um gosto meio indie, mas por que indie? Bem, resumidamente, indie tem uma classe, um status legal, meio inteligente, criativo, moderno e retro ao mesmo tempo. Alguns dizem que é o emo mais inteligente. Algumas bandas de emo eu gosto, outras não. Mas porque sempre rock? Na verdade eu não só gosto de rock pra ficar escutando, também gosto de Prodigy. Não sei definir ao certo Prodigy, mas tem rock no meio, com eletrônica e um monte de coisa. Rock mexe o corpo, os indie não muito, escuto mais pela classe.

No meu perfil do Orkut eu fiz um resumo do que eu gosto que é bem o que é, ta em “música”. Só tem esse resumo porque eu preferi não botar as bandas que eu gosto, porque eu achei meio poser, meio expositivo, se ela quisesse saber do que eu gosto, ela que venha perguntar a mim. Então eu botei esse resumo só para não deixar em branco: Eclético, geralmente não costumo curtir músicas que vão contra o que eu penso, prefiro as dançantes também, vozes femininas em músicas calmas e vozes masculinas em músicas agitadas, mas são só preferências.

Mas escutar música só pela classe é tão instintivo, não gosto de ser instintivo, me faz pensar em instabilidade, por isso que eu meio que parei de escutar música, porque não necessariamente fazem parte da minha cultura, mas também não posso esquecer que eu sou humano, e humano por si só, já é instintivo, e por isso, precisa de instintos. E exatamente por isso que eu to começando a me expor em uma dose moderada.

Antigamente eu não botava Nick no MSN, deixava apenas “Leandro”, mas primeiro que, “Leandro” apenas, pode ser qualquer Leandro, por isso eu vi a necessidade de por algo pra identificar que sou eu. Isso é instintivo, todo mundo ta em busca de uma identidade, é difícil falar sobre esse assunto, por isso não vou tocar nele agora. Mas sempre deixava pra lá e continuava com o Leandro, mas agora, eu ponho um Nick ou outro, falando qualquer frase que eu goste, geralmente as frases são feitas por mim.

Antigamente, ainda lembro, eu tentava botar 5 mensagens em uma mensagem só. Hoje em dia isso é exposição de mais para mim, por isso, hoje em dia eu ponho só os Nicks feitos por mim. Esses, ainda sim, comecei a achar muito expositivos também, então resolvi escolher um e pronto, quer dizer, depois eu mudo, mas vou deixar ele por enquanto. Bem, youtube e lastfm são bastante expositivos, então porque eu estou disponibilizando o link para ambos no meu Orkut? E porque eu tenho esse blog?

Os links do lastfm e youtube é porque eu notei que todo humano é feito de instinto, então eu resolvi expor meu gosto musical e de vídeo, a pessoa pode conhecer um pouco do que eu gosto, conhecer um pouco dos meus instintos, porque afinal, eu também tenho. E instinto também uni um pouco de racional. Esse blog é mais racional, pro pessoal conhecer minhas idéias, mas pouquíssimas pessoas lêem, também não me preocupo com isso, se eu me preocupasse, me ocuparia mais em arrumar a postagem, deixá-la certinha, bem objetiva e tudo mais.

Também botaria temas que atraíssem publico, temas instintivos. O que move o mundo é o instinto, o racional só faz organizar. Ligar muito pra instinto é uma coisa que eu não quero pra mim, eu acho muito vago, quer dizer, viver já é vago, mas viver só pra se divertir, to querendo ser cientista porque é uma coisa nobre a se fazer, contribuir com o mundo do conhecimento para a evolução humana, e me divertir como segundo plano. Não sei se vou ser cientista, falta-me estudar, mas vamos ver no que dá.

Bem, vou carregar as imagens do youtube e do lastfm nesse tópico para fazer o menu, vão ficar bem aqui em baixo, e com isso eu vou dormi. Abraço a todos.

domingo, 30 de novembro de 2008

Youtube, documentários, velocidade de internet, DNA, evolução de processamento.

O futuro

Olá amiguinhos, esses dias eu a felicidade de conseguir uma internet banda larga de 1Mb, e agora estou com 2Mb, mas não se continuarei com 2Mb por muito tempo, entretanto, para quem tinha apenas 52 Kbs, é uma enorme diferença. Eu vou aproveitar e deixar esse site para aqueles que não sabem por que sempre que a net é uma velocidade, a taxa de transferência vai apenas a 10% ou 8%. http://www.rjnet.com.br/1comofunciona.php

Essa internet possibilitou que eu pudesse acessar o youtube, a qual sempre tive grande curiosidade em acessar, entretanto, ao entrar no youtube, nos primeiros dias, me senti um pouco decepcionado, não consegui encontrar nada de interessante, entretanto, ao procurar no orkut boas comunidades do youtube, descobri uma ótima, a Filmes completos no Youtube. Com ela, pude ter acesso a uma boa lista de documentários e outros filmes, mas agora, estou interessado especialmente nos documentários.

Eu até agora assisti Decodificando a vida e estou terminando de carregar Visionários. Estou gostando do Visionários, mas, Decodificando a vida realmente me tirou muitas dúvidas sobre o DNA, realmente é meio difícil de se imaginar como duas colunas enfileiradas entre si portando apenas 4 códigos podem formar uma estrutura tão complexa quanto o corpo do homem, que é sem dúvidas, uma das melhores maquinas já criadas. O vídeo é realmente interessante, recomendo a todos, inclusive, ele está adicionado aos meus favoritos da minha conta do youtube, disponibilizarei o link da minha conta no Menu de links ao lado futuramente, meu nome lá é Kingreey.

O que me chamou a atenção realmente foi isso o que eu falei a cima, como 4 códigos podem formar uma estrutura tão complexa... Mas eu tive uma enorme surpresa ao ver o vídeo, lá diz que cada cromossomo, se esticasse a linha de informação que é aquela linha do DNA, sairia 2 metros de informação. Muita coisa mesmo, e é muito fino, algo como 1 elevado a -14. Vocês podem ter essas informações mais claras no documentário, eu estou falando do que eu me lembro, mas o que me surpreendente é a quantidade de informação.

Nessa hora, eu olhei para o meu PC e pensei, uma linguagem formada por 0 e 1, acredito eu, não tem tanta potencia quanto uma linguagem formada por 4 códigos como o DNA. Eu sempre dizia que os computadores irão dominar o mundo, os computadores de forma mecânica, mas eu acho que estou enganado. O computador está limitado ao processamento de zero e um, é difícil explicar, mas eu considero que essa limitação seja muito grande se tratando de velocidade. Uma coisa é certa, o computador é exato, pode-se criar computadores para simular com exatidão o comportamento humano, entretanto, acho que ainda sim eles vão ser meios limitados porque seria muito dado pra eles processarem.

Na verdade eu não sei se os computadores processando 0 e 1 podem simular o comportamento humano, nós, humanos, teríamos que desenvolver um sistema muito bom para tal, e mesmo para nós, que não conhecemos totalmente o comportamento humano, isso, atualmente, não seria possível. Já disse que considero o processamento de 0 e 1 limitado, porque ele tem que ser feito por meio de energia ou de processadores. Para mim, o processamento do cérebro humano é muito mais rápido, ele utiliza ligações que utilizam o meio físico pra processar, acredito. Vou dar um exemplo muito melhor para exemplificar o que eu to falando agora.

Imaginem o Big Bang sendo simulado no computador. Vocês acham que isso seria possível? Eu não acho. Considero que o Big Bang, talvez, tenha chegado aos limites da física. Sendo o computador usando o processamento por meio físico, talvez perto do limite daquele material, mas nem perto do limite real de processamento do mundo. Eu considero o universo um grande processador, os átomos são os dados em processamento, o cérebro humano é feito de dados de processamento feitos por átomos eu acho, já o computador, é feito de 0 e 1 apenas.

Por isso que eu acredito que não é mais o mecânico e o robótico que vai dominar o mundo, e sim, talvez, a mistura dos dois. Não sei explicar como seria isso, um ciborgue, meio orgânico, meio mecânico. Quando eu digo mecânico, quero dizer metal. Eu penso que ia unir o melhor de ambos os matérias para o melhor desempenho. O corpo humano evoluiu de um processo de uns quatro bilhões de anos, muito tempo, e podemos observar nesse processo, o DNA, que é muito complexo. Agora, imaginem unir o auge da evolução humana e acredito eu, o auge da evolução orgânica, com o auge da evolução mecânica, de metal... Isso me dá medo, seria realmente fascinante, uma super maquina capaz de fazer muitíssimas coisas. Humanos seriam fichinha, ou qualquer outro ser vivo hoje.

A evolução intelectual do humano é o que tá permitindo a criação de um novo tipo de evolução paralela, a evolução dos computadores, da tecnologia. Manipulação orgânica já é possível graças a tecnologia, isso pode ser observado no vídeo, na parte que ele fala de manipulação de DNA e decodificamento do DNA humano. Unir DNA com a capacidade computacional dos computadores, ui, capacidade máxima. O engraçado é que cada átomo carrega suas informações e se processa sozinho, não acredito que nós sejamos um grande computador em processamento, se for isso, que computador é esse hein! Que? Será que deu lag no big bang? Ou foi um bug? Ou foi o grande programador que decidiu que o big bang deveria estourar? Hunm, algo a se pensar...

Com isso amiguinhos, me despeço de vocês, um forte abraço.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Um poema antigo e um bom cd de Rihanna

Rihanna e Poema

Hoje eu estava aqui, escutando um cd da Rihanna que eu baixei, o nome do cd é “the biggest hits (2008)”, não conheço todas as músicas, as que eu conheço eu gosto, e as que eu to conhecendo eu também gosto. Mas fato é que eu ainda me incomodo com aquele lance de escutar música estrangeira sem saber a letra, eu ainda sinto que to perdendo parte da mensagem que o artista quer transmitir na música. Adoro S.O.S e Don’t stop the music.

Enquanto eu escuto o cd no meu mp5, eu tava passando uns arquivos que eu quero fazer backup pra pasta de backup, porque o meu sistema ta horrível e eu to precisando fazer uma bela formatação. Encontrei em meio aos muitos arquivos inúteis que eu tenho mania de guardar, um poema que eu fiz a algum tempo atrás. Eu não publiquei ele aqui no meu blog porque eu não achei muito bom, na parte da sonoridade e na estética do texto, e também eu usei uma técnica que eu vi num outro texto que eu adorava, que era o bushido, que inclusive, era a descrição do meu Orkut.

Hoje eu pensei melhor e achei melhor publicar do que deixar guardado. O que tem nele é mais ou menos o que eu penso ainda e ele não tinha título, vou botar um só como forma de identificação.

"O que sou

Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que vejo.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que escuto.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que sinto.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que temo.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que desejo.
Nenhuma palavra consegue expressar aquilo que penso.

Pois se eu vejo o que vejo, é porque eu quero ver.
Pois se eu escuto o que escuto, é porque eu quero escutar.
Pois se eu sinto o que sinto, é porque eu quero sentir.
Pois se eu temo o que temo, é porque eu quero temer.
Pois se eu desejo o que desejo, é porque eu quero desejar.
Pois se eu penso o que penso, é porque eu quero pensar.

Eu vejo, eu escuto, eu sinto, eu temo, eu desejo, eu penso.
Eu vejo, aquilo que está diante de mim. Eu vejo com meus olhos.
Eu escuto, aquilo que está abalando o ar. Eu escuto com meus ouvidos.
Eu sinto, aquilo que está presente no ar. Eu sinto com meu nariz.
O que me faz temer o que temo?
O que me faz desejar o que desejo?
O que me faz pensar o que eu penso?

Meus instintos.
Minha mente.

Me conhecer é reconhecer o que meus instintos manda minha mente fazer.
E assim saber como minha mente reagirá.
E assim modificar minhas reações, para aquilo que eu quero,
Pois eu sou o que quero.

Por: Leandro de Andrade Moura"