Evolução Cultural
Olá amiguinhos, formatei o PC, fiz a burrada de apagar os instaladores do office 2007 pensando que o cara que arrumava meu pc iria já bota-lo, engano meu, estou de novo agora tratando de baixar, só que desta vez, com a diferença da minha internet com 2 megas de velocidade, está até sendo um prazer enorme ver os downloads indo rápido, suspeito até que vai terminar antes deu ir dormi.
Mas não vim aqui para falar disso, vou antecipar com um assunto que vai puxar o tema principal dessa postagem, Capitu. Alguns devem ter assistido, adorei essa mini-serie, embora ela mexa muito com meus sentimentos, tal coisa que eu não gosto. Mas essa mini-serie me fez pensar no meu vocabulário, na forma como eu me expresso aqui mesmo, nesse blog.
Generalizo muito as palavras, lá, o narrador principal, a qual eu penso citar versos realmente do livro, me deixou muito encantado com a naturalidade com a qual as palavras saem e com precisão que elas tem, torna suave a audição, é prazeroso ler, muito pelo o contrario do meu blog, a qual eu escrevo com uma certa preguiça e desleixo. Resolvi então escrever com um pouco mais de atenção, mas a acredito muito que a culpa não seja minha por causa desse vocábulo generalizado.
Acredito que a culpa é da televisão. Sim, atualmente estou pondo culpa de nossa cultura estragada toda na televisão, por vários motivos que a propósito, será o tema desse tópico, juntamente com a evolução cultural, que está também relacionada ao assunto. Na verdade me enrolei agora, e com a mesma preguiça de sempre, não tenho vontade de refazer o texto, por isso, vou dar um certo nó aqui, começar a falar primeiro da evolução cultural, da culpa da televisão por está nos estragando e depois no que tem haver com o vocábulo.
Evolução cultural é uma coisa que eu tenho estado pra falar a muito tempo, mas que por muito venho adiando, pelos mesmos motivos de sempre, resumem-se a preguiça. Mas o que me veio fazer a pensar nisso foi uma dessas noitadas, de madrugada, sem computador, já faz tempo isso, tenho essa idéia formada a algum tempo. Estava passando um filme, antigo, sobre os diamantes serem os melhores amigos das mulheres, não entendi muito bem, só sei que o filme tinha um tempo diferente dos atuais, assim como todos os novos tem um tempo diferente dos antigos. Agora vou dar um exemplo mais claro, Brucee Lee fez diversos filmes ótimos, mas ao compara-lo com Jackie Chan, vemos algumas diferenças se tratando de dinâmica que faz os filmes de Jackie Chan se tornarem mais atraentes que o de Brucee Lee. Tudo isso por causa da evolução cultural.
Os filmes de Brucee Lee tem alguns momentos parados, embora Brucee Lee seja um lutador muito bom e Jackie Chan apenas um Ator, o que torna os filmes de Brucee Lee mais realistas nas lutas, as quais fizeram fãs pelo mundo a fora, os filmes de Jackie Chan tem uma dinâmica maior, todos os momentos são aproveitados para deixar o filme mais dinâmico e atraente, fazer o publico ficar na expectativa, não fazer perder nenhum momento do filme, os atores com uma dinâmica bem rápida também, gesticulados e com características que os fazem se destacar dos outros, nem se quer virar os olhos. Tal não acontece nos filmes, que tem uma dinâmica mais lenta, onde você pode olhar para os lados em alguns segundos sem perder muita coisa.
Não é o que os diretores antigos fossem ruins, é engraçado até pensar em um exemplo que eu vi no Youtube, um documentário falando sobre uns e zeros. Esse documentário cai como um bom exemplo nesse caso, pode ser encontrado na minha conta, para quem quiser vê-lo. Nele, se relata que demorou alguns mil anos, não sei ao certo ou se era mil ou milhões, mas vou falar mil, pois caso erre, o erro não será tão grande tal como seria se eu falasse milhões e fosse apenas mil. Enfim, demorou alguns, mil anos para que se começasse a contar, uma coisa que hoje é tão simples, contar 1, 2, 3, naquele tempo não existia. E ainda mais, foi um longo processo para que de marcas em ossos passassem para pedrinhas, e dessas pedrinhas se passasse para saquinhos, e desses saquinhos se passasse para a primeira forma de documento de contagem escrita, para depois tornar-se algarismos romanos, egípcios, romano e hindu, que passou a ser arábico por que foram os arábicos que passaram para o resto do mundo. Não tenho certeza das informações, mas é algo como, caso estiver interessado, vá lá no meu youtube e delicia-te com o bom humor e as informações desse documentário. Ah sim, o nome dele é “A História do Numero 1” são várias partes, o resto das partes estão lá em vídeos relacionados, espero que saibam números binários.
O que mais surpreende ao ver esse documentário é que demorou, realmente, alguns muitos milhares de anos para que alguém começasse a contar. Simplesmente contar. Foi um troca-troca de sistemas números até que nós chegássemos ao nosso atual e eficiente. O bom que acabou de aparecer substitui o ruim que já dura algum tempo, sendo o bom derivado inspirado nesse ruim, é sempre assim. Não que o ruim seja ruim, é que as coisas relacionadas a seres vivos evoluem, assim como uma simples bactéria já foi o auge da evolução aqui na terra, hoje em dia, não se compara ao que os humanos veio a se tornar.
O mesmo acontece com os filmes e com as músicas. Os filmes evoluem para atrair mais gente, por isso precisa-se de mais dinâmica, pois se não tiver, algumas pessoas impacientes não irão querer assistir o filme de novo. E é por isso que os primeiros resultados notados com uma dinâmica melhor de filmes foram observada pelos grandes diretores e feitas evoluir, até se tornar o que é hoje. Por isso não dá pra comprar um filme antigo com um filme novo, esses negócios de melhorar dinâmica é o que eu chamo de técnica. O mesmo acontece nas músicas, e desenvolver essas técnicas é o que eu considero arte, não aquela arte que um cara pega um bagulho qualquer, junta com outro e diz, isso é arte. Não essa, arte mesmo é muito mais trabalhada, as técnicas ajudam e muito a se trabalhar na arte.
As pessoas que nunca pintaram um quadro por exemplo, não sabem a dificuldade que é pegar as tintas e fazer a tonalidade das cores, mas é difícil, eu sinceramente acho, por isso que tem faculdade pra tudo hoje. Numa rua que sempre eu passava, bem movimentada, tinha um cara lá aprendendo as técnicas num livro e aplicando-as no quadro. Não sei se o chamo de artista ou não, talvez ele seja apenas um copiador, mas devo admitir, começar do zero é muito difícil, talvez se ele começar copiando, depois ele vai desenvolver as próprias técnicas dele. Não sei se ele se sentiria ofendido se eu o chamasse de copiador, mas por enquanto, é o que ele é, na minha opinião.
Em filme o mesmo acontece, teve as Crônicas de Narnia, em seguida, um monte de filme copiando o estilo das crônicas, e as pessoas indo assistir, achando super criativo um escritor pegar e juntar um monte de coisa que não faz sentido numa ordem bonita e fazer um filme. Bem, em alguns casos até que fica bom, ocorre um aprimoramento da técnica, é bom ter uma certa variedade, pensando bem. Mas que há muitos aproveitadores que querem ganhar dinheiro apenas usando as técnicas, isso tem. Mas quem não quer ganhar dinheiro? Não acho que devo os culpar, se conseguirem fazer com que pessoas vão ao cinema assisti-los, então é porque merecem o dinheiro, não cabe a mim julgar se são artistas ou não. Talvez todo mundo acrescente um pouco, mesmo que pouco.
O mesmo acontece na música, me irrita muito ver um monte de banda super parecida. Existe sim aquele bagulho de formula de banda, eu acredito, embora seja difícil saber as tendências de tal forma a adivinhar o mercado e formar tal banda. Eu acredito mesmo que o dinheiro represente o quanto a pessoa mereceu, se ela ganha muito, é porque faz muita coisa pela sociedade na lei da oferta e procura, se ganha pouco, é porque faz pouca coisa. Se um filme custa alguns bilhões, é um investimento e tanto, por isso trás retorno, não da pra comparar com um filme que custou alguns milhões. Se pensar por esse lado também, os filmes que só tem efeitos especiais nada criativos, mas super bem feitos a ponto de encantar a quem assista merece ganhar o ingresso dela.
A mesma coisa ocorre em música. O pior de tudo é que existe coisas que apelam para o emocional das pessoas. É ai que se enquadra os atores com boa aparência e personalidade destacáveis, em alguns casos, pra não dizer a grande maioria, se os atores principais fossem feios, o filme teria um número de publico muito menor, e é por isso que atores ganham bem também. O que eu considero pior ainda são esses cantores de banda de forró, mas não forró pé de cerra, aqueles forró atual que põe só gente bonita em cima do palco, com uns shortinho bem pequenininho fazendo umas danças que fazem apologia ao sexo. E sinceramente, eu acho que o publico só gosta disso porque as músicas são dançantes, tem sexo no meio, todo mundo quer sexo, isso é estranho de admitir, mas é verdade, e ao se ter apologia ao sexo, se tem sexo mais fácil.
Isso atrai muitos públicos, tanto feminino, que ta começando a se soltar por causa das cantoras que são quase lideres do grupo e também são muito boas, quanto os homens, que querem sexo. As mulheres também querem, mas são presas, e uma cantora boa serve como uma poser pra ela, ela vai querer ser igual e vai ter outras também, ai seguem numa onda e fica mais fácil pra elas. Por isso que ganham dinheiro e por isso fazem sucesso. Sim, houve arte na criação daquilo, mas pouca. Pouco esforço. Fazem sucesso só a base do instinto. Certo, eu admito, estou forçando um pouco, já escutei músicas sentimentais muito bonitas e bem trabalhadas, na verdade eles se desenvolveram sim, muito bem, pois a evolução ocorre em tudo, mas se desenvolveram para um principio instintivo, de falar de amor, sexo, paixão, coisas de instinto. E geralmente, instinto não é muito valorizado porque aqueles que entendem de arte serem racionais, e os racionais valorizam mais racional. Não gosto também de valorizar o instintivo, porque eu acho que já expliquei isso em outra postagem.
Eu falei pouco de evolução cultural, acabei falando mais de arte, mas foi bom. Se quiser saber mesmo sobre evolução cultural, pegue um filme antigo e compare com um novo, ou uma música antiga e compare com uma nova. Uma coisa é certo, o antigo tem um trunfo muito bom, a nostalgia. Eu sou um cara muito nostálgico, por isso algumas vezes o antigo vence. Então ta, acabei de falando de arte. Mas o que tem haver televisão com o nosso modo de falar? Bem, primeiro eu vou falar como eu acho que era antigamente.
Como as pessoas não tinham televisão, não passavam tanto tempo apenas olhando para a tela da TV, então passavam mais tempo se comunicando entre si, passavam mais tempo discutindo as coisas, tomando as próprias decisões, nesse ponto, o vocábulo já aumenta. Mas tinha também os teatros e a música daquele tempo, menos evoluídos como se pré-supõe, mas serviam bem para o motivo a qual existiam. Hoje em dia, música ultrapassa o motivo de existir, virou uma coisa muito mais influenciadora, música também faz parte do mesmo mal da televisão, mas televisão transmite música, o que torna a televisão um mal maior. O tempo maior de contato entre as pessoas também ajuda e muito a aumentar os laços culturais, assim como a filosofia, enfim, muitíssimas coisas. Agora eu vou lhes contar o que mal que a televisão faz.
Além de deixar muitas pessoas vidradas um enorme tempo na frente da TV, faz com que elas adiram a toda a cultura que se passa na TV, cultura essa que se forma totalmente instintiva para poder atrair o maior publico possível, pois publico instintivo é muito fácil de se conquistar, pois são aqueles que se levam mais pela emoção. E a coisa piorou ainda mais com quase duas gerações de televisão. As técnicas boas, prendem muitas pessoas, deixam muitas pessoas alheias e instintivas, pessoas instintivas são muito complicadas e dependentes de outras pessoas da forma que não é certa para a sociedade, mas a novela prega isso porque atinge o instinto, não a razão, e nesse caso, qualidade não importa, mas sim quantidade, para mais anúncios publicitários passarem. É isso o que move a televisão, anúncios publicitários. Pessoas instintivas tem uma péssima filosofia, agrr.
Bem, o que ocorreu com a música é o seguinte, para prender as pessoas, cria-se filosofias de música. Para mim, música só deveria servi pra você chegar num lugar e se animar, e dependendo do lugar, o estilo de música que varia de acordo com o desenvolvimento cultural e tecnológico daquele povo. Como música country, axé, música clássica e etc. Mas isso não acontece mais, o que acontece é um bando de música só com uma filosofia instintiva mas horrível que atrai um monte de jovens porque é maneiro e da moda. Quero dizer, ser instintivo é bom, como já disse, quem não gosta de sexo? E é isso o que ser maneiro e da moda representa, ser um bom instintivo, significa dizer que você tem bom gosto e está escutando as ultimas coisas que há de bom, mas a filosofia faz você pensar que é bom, a verdade é essa. Essa foi a evolução que ocorreu. Normalmente, quem nasce num determinado local gosta das coisas que há por lá, porque convive e aprende a gostar, a mesma coisa é com música.
Ai o que acontece, faz-se a apologia por ai que os gostos músicas tem que ser parecidos para dar um bom namoro, igual ao que talvez, passa na televisão, cheio de emoções, ou o que é cantado nas músicas. Quem não quer viver emoção? Racionalmente ninguém deveria querer, mas somos humanos. E ai acontece isso, as tribos se juntam, formando pessoas com filosofias parecidas, da mesma forma que tem horários na televisão para determinados tipos de pessoas, de manhã, as crianças, mas dão pouco dinheiro em anúncios publicitários, por isso a tarde enrolam com novela, coisas sobre novela, jornal, porque os adultos racionais gostam do jornal, o regional é um saco, mas o que passa sobre o mundo é bom, e os adultos não tão racionais assim gostam de ambos, enquanto os instintivos gostam das coisas sobre novela e da novela. E mais novela, três novelas a noite! E se não for novela, é outra cosia relacionada a adultos, porque adultos geram dinheiro. Crianças também são alvo em novelas, porque os caras são expertos. Evolução cultural! É bem isso.
A televisão também meio que mistura as culturas, mas não muito, mas a filosofia sim, quase todo mundo acaba pensando com os personagens da novela, querendo romance ou sei lá, essas coisas instintivas. O PC é melhor porque temos liberdade de escolher o que vemos, as não estão expostas para nós, nós é quem temos que ir bem busca do que queremos, por isso eu não critico muito PCs. Devo admitir também que eu não sei como vivia o povo sem televisão ou computador, por isso que antigamente existiam mais livros, mais tempo para ler e de pensar nas coisas.
Bem, só falei de música e televisão, na verdade, cultura pode se considerar um conjunto de artes de um determinado povo eu acho, pois o modo de se comunicar, de escutar música, pintar, agir, dançar, tudo é arte em um certo ponto, e tudo constitui uma cultura. A arte pra mim, é parecida em dança ou em pintura, é a mesma coisa, só muda as modalidades. Falando em modalidades, lembrei de esportes, que por sinal, não vejo muita graça. Mas não vou falar sobre isso agora. Lembrei de moda também, outro universo. Enfim, tem que arrumar um jeito de ganhar dinheiro na sociedade, seja instintivo, seja racional.
Com isso eu vou me despedindo, vou sair antes que me dê vontade de falar mais coisas, abraços pra galera ae, esse post ficou grande, a propósito, terminei de baixar o photoshop cs4 e o Office 2007 só no tempo em que escrevi esse post, eu também fiquei conversando no MSN, contribuiu pra demora. Devo ter demorado algumas horas, hehehe, mas o tempo passa que eu nem percebo. Novamente, abraços, até a próxima!