OBS: O tamanho do texto foi alterado para os versos não serem quebrados, caso necessario o zoom, pode ser feito de três formas. Ctrl + Rodinha do mouse, na ali em cima, onde tem Exibir>Zoom, ou aumentando a resolução do video, no mesmo lugar onde troca o papel de parede do computador, porém, em outro lugar. Ou ainda, podem copiar e colar todo o texto em um bloco de notas. Boa leitura. (Revisado em: 27/02/2010) Texto a seguir:
Nosso Universo
Não havia nada, apenas escuridão.
Não se sabe quando, mas tudo explodiu
Em Rosas, cheirosas e bonitas rosas,
Uma cachoeira de rosas, e eu no meio,
Sentia que podia voar, e estava voando!
Um cheiro diferente me atraia
Me dirigi a ele, sem saber porque
Seguia apenas meu instinto
Encontrei você! Tão linda e delicada
Quanto todas essas rosas.
Te olhei, te senti, te beijei,
Te senti, te senti, te senti,
Venha voar comigo, e voamos!
Nós voamos, rodopiamos, nós voamos
Nos beijamos, e de repente, tudo fazia sentido.
Nos amávamos e nem precisávamos estar voando
Para nos sentir de tal forma.
As rosas explodiram e tudo se tornou um enorme clarão.
Aonde você está?
Acordei e estava tudo escuro
Cadê você, meu amor?
Procurei a luz, talvez você estivesse nela
E estava.
Que bom, te encontrei, tão linda como sempre
Olhando para o céu, o que estava fazendo?
Me procurando? Me encontrou.
Que bom.
Olhei em volta, havia a grama verde
O céu azul, a caverna de onde eu vim
E você, tudo tão simples e você radiante
Tudo tão simples, e aquele buraco lá.
Queremos nos livrar dele,
Da sua lembrança, mas simplesmente não podíamos,
Ele estava lá!
Resolvemos decorá-lo, e decoramos
Com lindas e delicadas rosas
As rosas embelezavam a caverna
Mas não sua lembrança.
O que fazer?
Tentamos esconder, pomos uma floresta ao seu redor
A floresta era densa e bonita, vivemos nela, felizes,
Por algum tempo, mas algo aconteceu nos surpreendeu.
Eu cai de novo naquele mesmo buraco, esquecido...
Estava perdido novamente
Procurava a luz outra vez, não a encontrava
Aonde você está?
Estava difícil reencontrar a luz, penso em desistir.
Lembrei-me de você, ganhei forças para continuar.
Quero te ver, quero você.
E continuei a procurar. Dessa vez escutei sua voz
Distante ecoando pelas paredes dessa caverna, tão humida
Você estava me esperando, sorrindo
Obrigado por não me abandonar
Não quero me perder novamente,
Não quero te perder novamente,
O que fazer com essa caverna?
Temos que fazer algo bom com ela.
E fizemos.
Plantamos uma pequena semente dentro da caverna,
Bem no fundo dela, onde o solo é fértil.
Esperamos que uma árvore cresça dai, e gere bons frutos.
Mas apenas o solo fértil não resolverá... Nós sabemos disso.
Continuamos nossas vidas
Trazíamos água para a semente periodicamente,
Queríamos que ela crescesse e tomasse conta do buraco.
Continuamos nossas vidas
Ainda com aquela lembrança, aquela escuridão por perto.
Não quero me perder, não quero te perder.
Continuamos nossas vidas
E nada nos atrapalhava, tudo estava ficando tão bom...
Mas a semente não crescia, havia alguma coisa errada.
Procuramos o que era necessário ser feito, e descobrimos,
Aquela pequena semente necessitava de mais água,
Sabíamos o que fazer, um enorme lago.
Que inundava a caverna, formando assim um lago subterrâneo.
Mas ainda sim, a semente parecia não germinar.
O que está faltando? O que mais?
Não sabíamos, estávamos perdidos. O que fazer agora?
Não sabíamos...
Tentamos algumas coisas, nada funcionava,
Eu já estava irritado, mas ela me acalmava.
Continuamos a tentar, outras coisas,
Eu continuava a me irritar, e ela a me acalmar.
Mas não foi o suficiente...
Tomado por fúria,
Gritei tencionando todos os meus músculos,
A terra tremeu,
Mas parecia que só era minha raiva, minha fúria.
E no berço do lago, uma montanha apareceu.
Não acreditávamos no que havia se formado,
Uma linda cachoeira, que relaxava com seu som,
E nos encatava com sua beleza.
E assim sem perceber, o lago se transformava em rio,
E a nossa semente crescia, que felicidade nos preenchia.
Era o que faltava, e por isso ela não crescia,
O oxigenio pra ela é preciso, assim como para nós,
Pois todos somos vivos.
Ela começou a crescer, para nossa alegria,
Tomava conta da caverna, estava ficando enorme!
Sabíamos que não teríamos mais problemas com a caverna,
Pois a árvore já a fechou completamente.
Agora a árvore cresce, rapidamente
Parecia que nem buraco existia ali, apenas uma arvore
Que já chegava a grandes proporções.
O tempo foi passando, e para nossa surpresa,
Aquela árvore não parava de crescer, aonde ela chegará?
Estávamos no alto da cachoeira, admirando a floresta,
Paramos para reparar a árvore, coisa que não fazíamos há tempos.
Tornou-se enorme, ganhava destaque a distancia, era incrível.
Podia-se ver em destaque, em meio a toda floresta que criamos
Ao redor daquele buraco, a enorme árvore.
Para nosso espanto, notamos algo que nunca tínhamos visto antes.
Frutos...
Caiam da árvore de tempos em tempos para germinar o chão, pareciam gostosos.
O vermelho brilhante de suas cascas só faziam confirmar esse parecer,
Tinham o triplo de tamanho de um punho fechado, são suculentos.
Os frutos ficavam caídos, nós não podíamos comer todos
Naquela hora, nos sentíamos sozinhos, entediados
Sentimos isso na floresta também, parecia sem vida, apenas crescia,
Sentimos que aquele modo de vida iria durar para sempre, se nada fosse feito,
Então fizemos. Criamos companhias para nós e para a floresta também
Seres diferentes, cada um bom a seu modo.
A floresta ganha um novo ritmo
O ritmo da vida.
Brincávamos o dia todo com nossos novos companheiros, eles tinham energia,
Notamos que precisamos descansar, mas como descansar com tanta luz?
Precisávamos de algo que regulasse, que controlasse o ritmo da vida,
Deixando-o calmo e sereno, então criamos a noite e o dia.
E com tal criação, um ser ficou responsável por toda a energia do dia,
O poderoso Sol, que se encarregará de iluminar e aquecer,
Todos que ao alcance dele estiver, e a se recolher, todo o entardecer,
Para dar lugar a um anoitecer que logo acalmará toda a floresta.
Na primeira noite, toda floresta estava escura, como era de se esperar,
O sol se recolheu, e presenciamos o espetáculo que é vê-lo se por,
Estávamos na grande árvore, mas com a noite em total escuridão,
Nem mesmo podia ver seu lindo rosto, foi então que decidi fazer algo,
Criei a bela lua, que reflete a luz do sol, criando o Luar, calmo e sereno,
Para a luz do Sol chegar na Lua, eles sempre devem estar se observando,
Pois caso o contrario, a luz do sol não chega a lua e ela perde seu brilhar,
Foi feito assim para a noite ser um equilibrio da luz e da escuridão.
E assim, fui capaz de ver o belo sorriso da minha tão querida amada,
Sobre o luar, que agora ilumina tranquilamente a floresta,
A respondi com um sorriso, e a certeza que fiz a coisa certa.
Eu apenas a observava, continuava linda, meiga e de um sorriso cativante,
Mesmo depois de tanto tempo, sempre juntos, e mais ninguém.
Percebi isso enquanto ela brincava com os seus novos amigos, os animais,
Eles a adoravam. Nunca tinha parado para reparar nossas diferenças,
Mas isso me deixou ainda mais encantado por ela, nos completávamos.
Também gostei das novas companhias, é legal observá-los, cada um tem uma mania.
Uns gostam de nadar, e só vivem na água. Outros pulam pelos galhos velozmente,
Mas não mais veloz que os que gostam de correr pela grama, cortando o vento,
Há ainda outros que preferem só observar, apreciar os bons frutos das árvores.
Contudo, do mesmo jeito que criamos criaturas boas para o bom,
Criamos criaturas boas para o mal, foi o que logo pude observar,
Ao notar, um pouco longe das criaturas boas, criaturas más,
Algumas um tanto violentas, outras ranzinzas, solitárias.
Falei isso para minha amada, que demorou a perceber, ficou chocada.
Tanta preocupação a fez sentar e pensar, aonde isso vai chegar?
Fomos nós que criamos isso, e é nossa a responsabilidade,
O que fazer quando o que se está em jogo, é a vida?
Ficamos perdidos em tamanha dimensão que era essa decisão.
O ritmo da vida foi criado, com suas notas que vibram,
Tanto para o alto, quanto para baixo,
O que aconteceria se nós modificássemos?
Pela primeira vez, escolhemos caminhos diferentes.
Ela escolheu eliminar os maus e só deixar os bons,
Eu decidir deixar as coisas como estão, e fazer a vida seguir seu fluxo normal,
Passamos algum tempo na indecisão, aproveitamos para observar.
E aos poucos, os maus cada vez mais se tornavam mais maus, agressivos, carnívoros,
Os bons se tornavam cada vez melhores, para fugir daqueles que os atacam.
A violência estava tomando conta de nossa floresta, precisávamos tomar uma decisão.
E és que foi a primeira vez, que realmente, tivemos uma briga.
Estava furiosa, eu até a entendia, ela queria salvar os nossos amigos, que tanto ela gostava,
Eliminando os maus, para evitar o tanto de carnificina que os esperava.
Eu por outro lado, preferia que o ritmo continuasse por si só,
Naturalmente, e que os animais, sozinhos, encontrassem uma solução.
Ela lançou um olhar de raiva sobre mim tentando me convencer, a todo custo,
Sobre o que deveria ser feito. Nunca a tinha visto daquele jeito.
Não fui intimidado por seu olhar, por isso fiquei parado, eu a amo e não quero o seu mal.
Lentamente sua raiva a transformou num furioso furacão, eu via apenas o seu contorno,
E seus olhos, que brilhavam de tanta determinação em convencer a qualquer modo,
Diante de tanta ventania, até o céu escureceu, os animais abrigavam-se como podiam,
Dela, que estava com a forma, a força e a fúria de um furacão.
Precisava convencê-la, mas como? Eu sentia, eu sabia que ela não queria me machucar,
Só queria me forçar a querer sua ideia. Mas o que fazer? Ela estava diante de mim,
Todo o tempo enquanto eu pensava, olhando-me fixamente, esperando uma solução.
E tudo ao nosso redor voava, menos eu e as árvores onde me segurava.
Então eu notei os animais fugindo, tanto os bons quanto os ruins, não havia diferença,
Todos eles só queriam uma coisa, proteger o ritmo da vida. Já sei o que fazer.
Levantei-me com tamanha força de certeza, que nem a forte ventania podia me derrubar,
Transformei-me numa enorme pedra, que nem mesmo ela podia arranhar.
E enquanto ela tentava me fazer tomar alguma reação, eu falei alto e claro,
Veja, meu amor, veja como os animais agem. Não tem distinção entre os bons e os maus,
Todos eles só querem uma coisa, proteger o ritmo da vida, e quem somos nós,
Para alterar esse fluxo natural, que por si só, consegue achar a existência?
Ela olhou em volta e diante os fatos, se sentiu convencida das minhas palavras.
O forte furacão que a envolveu logo foi acalmando-se pouco a pouco, junto a ela,
Que estava no centro. E antes de parar de existir, ele a enconstou no chão,
Com delicadeza. No lugar do furacão, agora só existe minha linda amada,
Ainda fraca por tanto esforço.
Ajudei-a levantar e a abracei, e sobre meu ombro, ela começou a chorar,
E o céu também chorou junto, era a primeira vez que viamos água cair do céu.
E ela continuou a chorar, por saber da verdade, da verdade tão cruel,
Relativa a seus sentimentos, tão fortes, de amor por seus amiguinhos.
E a água não parava de cair do céu da mesma forma que ela não parava de chorar,
Tentei convencer-la a parar de chorar, ela não conseguia,
Pois a triste verdade não saia de sua cabeça, mas a verdade, realmente,
É que ela apenas precisava de um tempo,
Para seus sentimentos se acostumarem com a nova realidade.
Mas enquanto ela não se acostumava, ela chorava, e junto com seu choro,
Vinha muita água do céu. A água já estava chegando em minhas pernas,
E rapidamente subindo. Quanta densidade nessa chuva.
Quando percebi de novo, a água já estava em minha cintura,
Preciso fazer alguma coisa.
E fiz, Sentei-a em algum galho da grande árvore, seu lugar preferido,
Eu não podia ajudá-la mais que isso, ela precisava ficar sozinha,
Com seus sentimentos, para se acostumar com a nova realidade.
Fui tratar de um outro assunto mais eminente, a água.
Ela já estava chegando em meus ombros, e subindo em alta velocidade,
Olhei para a floresta, estava ficando alagada, preciso tirá-la daqui,
Então, tentei levantar a terra, com todo o meu esforço,
Mas todo o meu esforço não era o suficiente para tanta terra.
A terra tremeu e começou a se elevar, algumas partes mais que outras,
Buracos enormes foram criados, mas tive um cuidado especial com a floresta,
Para não prejudicá-la. Não consegui levantar toda a terra daquela água,
Mas fiz o meu melhor, e felizmente, foi o suficiente. Ainda bem...
Toda a água que caída do céu agora escoava para os grandes abismos,
A chuva continuou por mais algum tempo, assim como o céu escuro,
o suficiente para nos alagar, se eu não tivesse feito alguma coisa.
Quando a chuva parou, o céu foi se iluminando pouco a pouco,
Corri para ver minha amada, sem ela, minha vida não teria sentido,
Havia parado de chorar.
Subimos no alto da grande árvore e olhamos tudo,
O céu estava se abrindo em grande estilo, foi quando vimos, pela primeira vez,
Um pouco distante de nossa floresta, aquele imenso e encantador mar.
Ela me olhou, sorriu feliz e me disse
Nossa amor, que coisa linda.
Eu a respondi com o mesmo sorriso, e lhe disse
Sim amor, é o que nós criamos, ao acaso,
Pois você é, embora diferente de mim, minha companheira,
E nós nos completamos. Por isso fomos capazes de criar isto.
O que seria de mim sem você? Eu disse
O que seria de mim sem você? Ela disse
Pois saiba que você também me dá motivação de viver,
Você sempre está comigo, me apoiando, e isso me faz feliz.
Tudo o que construímos não foi tão somente ao acaso,
Foi o encontro de nossas duas vidas, que agora,
Transforma-se em um mundo.
Então, minha linda, o que acha de sairmos para descobrir,
O que de novo esse mundo nos espera?
Vamos voar e ver no que ele se tornou,
Vamos voar e juntos, conhecer o que nós falta saber.
E fomos.
Deixamos a floresta seguindo seu ritmo natural,
E voamos pela primeira vez, naquele novo mundo.
Seguimos pelo mar, e lá continuamos por algum tempo,
Ele era gigante, e lindo. Quando suas águas se agitavam,
Parávamos para contemplar e nos deslumbrar com sua majestosidade.
Quando se acalmava, continuávamos a viajem, para nossa surpresa,
Não estávamos sós. Criaturas nos seguiam, de onde elas eram?
Andavam pelo mar, rápidas, mas mesmo assim, pareciam dançar.
Olhávamos para o céu, que tão lindo quanto o mar, impressionava,
Principalmente quando se enchia de nuvens e se pusera a chover, relampiar,
Viamos algumas criaturas voando, será que eles já dominaram os céus?
Descobrimos então que eram alguns dos nossos companheiros,
O que faziam tão longe? Será que eles já dominaram os mares?
Mergulhamos e descobrimos um enorme mundo novo,
Cheio de mistério e belezas, tudo de baixo d'água.
O mar e o céu já haviam sido dominados pelo ritmo da vida,
Como será que estão nossos companheiros em terra?
Continuamos a viajar, e logo chegamos a outras terras.
Terras que nem nós sabíamos a existência, terras diferentes da nossa.
Terras geladas, secas, úmidas, altas e baixas, com vários tipos de vegetações,
O ritmo da vida chegou aqui também, e de uma forma que nós não conhecíamos,
Tão diferente. Mas não tivemos tempo para observar, queríamos voltar ao nosso lar.
Porém, tínhamos nos distraído, perdemos a direção.
Resolvemos parar, descansar da viagem, pensar o que fazer.
Anoiteceu, nos recolhemos para dormir em uma árvore qualquer,
Enquanto ela estava em meus braços, pensava em uma forma de retornar ao caminho certo,
Nesse momento eu percebi que todo aquele mundo por onde nós percorríamos,
Na verdade, é muito mais do que pensávamos ser, fugia do nosso controle,
Não era mais o que criamos, era diferente, seguia seu próprio rumo,
Determinado por tais causas que não conhecemos, que são um mistério.
Adormeci. Acordei, olhei em volta.
Procurei o lugar mais alto para olhar, então olhei,
E do alto daquela montanha, eu percebi uma coisa familiar,
Uma árvore, a distancia, se destacava, só podia ser uma, mas como?
Chamei minha amada e nos dirigimos a ela, e para a nossa surpresa, era o nosso lar.
Tudo estava diferente, os animais seguiam o seu rumo, agora não havia mais bons ou maus,
Todos buscavam apenas sobreviver e reproduzir.
As coisas evoluíam sozinhas, e nós não queríamos interferi-las,
Até mesmo o mundo parecia que agora, parecia agir por conta própria.
Vimos formas de vidas incríveis, das mais variadas formas, mas todas em equilibrio,
Algumas se destacavam por sua beleza, outras por sua habilidade,
Da mesma forma que no começo, porém, desta vez, não há bons nem ruins,
Apenas há a o ritmo da vida, que cada vez se tornava mais complexo... Mais bonito.
Até a onde o ritmo da vida vai chegar?
Até onde ele vai evoluir?
Nós não sabemos.
O sabemos é que da mesma forma que tudo começou, tudo pode acabar,
Mas enquanto não acabar, vamos nos amar e criar novos mundos,
Um diferente do outro, sempre melhorando, com cuidado, até cansar.
Embora gostemos desse mundo, ele já quer fazer o seu caminho, não vamos interferir,
Venha comigo meu amor, e vamos conhecer o céu, vamos conhecer o nosso universo,
Pois já que existimos, porque não fazer algo da nossa existência?
Algo que aqueles não tiveram a chance de existir nunca poderão fazer?
E quando nos cansarmos, podemos observar tudo o que criamos,
Tudo o que fizemos, para assim recuperar alguma energia,
E continuar a amar e a criar, até tudo acabar.
Feito por: Leandro de Andrade Moura
Seguir leis sem saber o porquê de sua existência ou significado é uma ignorância que pode levar a burrice ou perda de pontos estratégicos. Por isso, sigo apenas as minhas próprias regras. Por: Leandro Moura
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Texto em versos: Nosso Universo
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Devir Social
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21:21:00
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Publicação de texto: O casal
Olá amiguinhos, a muito tempo sem postar, principalmente por estar sem internet. Estou sem novidades, tirando a que, por estar sem internet, pude me dedicar um pouco mais aos jogos e aos textos. Tive uma pequena paixão pelo the sims três, que logo irá se acabar. Além disso, nenhuma novidade, apenas a publicação de mais um dos meus textos. Dessa vez, um dialogo, que será mostrado daqui a pouco... agora:
O Casal
Era linda, tomei coragem e falei.
- Quero namorar com você.
- O que? - Exclamou assustada.
- Quero namorar com você. - Repete, para ela ouvir bem.
- E você acha que é assim? Só chegar e pedir pra namorar? Nós pouco nos conhecemos.
- Não importa, pelo pouco que te conheço, posso concluir que você é a namorada ideal pra mim.
- Por quê?
- Porque você é linda, inteligente e conhece a natureza humana.
- Isso outras garotas têm.
- Não como você. Em você, isso me desperta o amor.
- Então prove.
- Provar o que?
- O seu amor por mim.
- Não preciso fazer isso, só minhas palavras são o suficiente.
- Uéh, e você quer que eu acredite apenas nas suas palavras?
- Nas minhas idéias também.
- Mas todos os apaixonados gostam de fazer loucuras de amor, não gostam?
- Não os racionais.
- Então pra você, o amor é uma razão?
- Sim.
- Então me diga uma razão para amá-lo!
- Primeiro, eu preciso saber o que você acha de mim.
- Hunm... Bonitinho, mas nada que atraia o meu olhar, meio sem jeito com as pessoas, mas inteligente. Parece ser romântico também, mas de uma forma bem diferente. Até que é interessante, até o momento...
- E o que você quer em um homem?
- Me sentir segura, amada, desejada, poderosa também, que mulher não quer, não é?
- Resumindo, um cara poderoso socialmente e que te ame.
- Nossa, como você é frio com as palavras! Mas é isso sim. Mas pra que tantas perguntas?
- Estava analisando se você poderia me amar ou não...
- Você consegue me analisar só com essas respostas?
- Sim.
- Nossa... Como você faz isso?
- Ah, eu penso se daríamos certo no futuro, caso tivéssemos um filho.
- Que pensamento...
- É, eu sei, parece estranho.
- Aham, mas o que você concluiu sobre nós?
- Bem, para um futuro distante é difícil prever, sabe? Pois tudo depende de como será depois de nossas vidas acadêmicas. Mas, tudo indica que para você, eu seria uma aposta com boas chances de dar certo, e pra mim, você seria uma ótima esposa, das quais se é difícil achar.
- Bastante interessante... E o que seria essa aposta, necessariamente?
- Na prática, é se eu vou ou não ter condições de ser um bom marido pra você, e tudo indica que sim.
- Mas não sou quem decido isso?
- Sim, contudo, eu já tive uma idéia do que você decidiria.
- E se eu resolvesse decidir outra coisa?
- Dificilmente você mudaria, pois isso depende muito do seu modo de vida.
- Você parece ser tão sem emoção...
- Na verdade não, eu só tento as controlar bem.
- Pois saiba que demonstrações de sentimentos em forma de loucuras de amor, é a prova que você ama alguém tanto a perder o controle.
- Eu sei.
- E então, o que acha disto?
- Desnecessário.
- Então ter sentimentos é desnecessário?
- Hunm... Não, só saber controlá-los.
- Se for assim, qual é o limite entre controlá-los ou liberá-los desnecessariamente?
- Sabe, isso é complicado dizer. Talvez seja isso que faça com que nós, humanos, não viremos robôs.
- Pois então faça o melhor para me conquistar e para você, pois quero ver até que ponto você iria por mim, ai sim poderei decidir se vale ou não a pena apostar em você.
Essa última frase me fez pensar bastante sobre o que ela quis dizer. Conclui que devo tentar conquistá-la e farei isto da melhor maneira que puder, a menos que prejudique a mim ou a ela de tal forma que seja irreversível, e também não devo esquecer-me de fazer o melhor por mim, pois como ela mesma falou, devo procurar o melhor pros dois, e assim se forma um verdadeiro casal.
Por: Leandro de Andrade Moura
O Casal
Era linda, tomei coragem e falei.
- Quero namorar com você.
- O que? - Exclamou assustada.
- Quero namorar com você. - Repete, para ela ouvir bem.
- E você acha que é assim? Só chegar e pedir pra namorar? Nós pouco nos conhecemos.
- Não importa, pelo pouco que te conheço, posso concluir que você é a namorada ideal pra mim.
- Por quê?
- Porque você é linda, inteligente e conhece a natureza humana.
- Isso outras garotas têm.
- Não como você. Em você, isso me desperta o amor.
- Então prove.
- Provar o que?
- O seu amor por mim.
- Não preciso fazer isso, só minhas palavras são o suficiente.
- Uéh, e você quer que eu acredite apenas nas suas palavras?
- Nas minhas idéias também.
- Mas todos os apaixonados gostam de fazer loucuras de amor, não gostam?
- Não os racionais.
- Então pra você, o amor é uma razão?
- Sim.
- Então me diga uma razão para amá-lo!
- Primeiro, eu preciso saber o que você acha de mim.
- Hunm... Bonitinho, mas nada que atraia o meu olhar, meio sem jeito com as pessoas, mas inteligente. Parece ser romântico também, mas de uma forma bem diferente. Até que é interessante, até o momento...
- E o que você quer em um homem?
- Me sentir segura, amada, desejada, poderosa também, que mulher não quer, não é?
- Resumindo, um cara poderoso socialmente e que te ame.
- Nossa, como você é frio com as palavras! Mas é isso sim. Mas pra que tantas perguntas?
- Estava analisando se você poderia me amar ou não...
- Você consegue me analisar só com essas respostas?
- Sim.
- Nossa... Como você faz isso?
- Ah, eu penso se daríamos certo no futuro, caso tivéssemos um filho.
- Que pensamento...
- É, eu sei, parece estranho.
- Aham, mas o que você concluiu sobre nós?
- Bem, para um futuro distante é difícil prever, sabe? Pois tudo depende de como será depois de nossas vidas acadêmicas. Mas, tudo indica que para você, eu seria uma aposta com boas chances de dar certo, e pra mim, você seria uma ótima esposa, das quais se é difícil achar.
- Bastante interessante... E o que seria essa aposta, necessariamente?
- Na prática, é se eu vou ou não ter condições de ser um bom marido pra você, e tudo indica que sim.
- Mas não sou quem decido isso?
- Sim, contudo, eu já tive uma idéia do que você decidiria.
- E se eu resolvesse decidir outra coisa?
- Dificilmente você mudaria, pois isso depende muito do seu modo de vida.
- Você parece ser tão sem emoção...
- Na verdade não, eu só tento as controlar bem.
- Pois saiba que demonstrações de sentimentos em forma de loucuras de amor, é a prova que você ama alguém tanto a perder o controle.
- Eu sei.
- E então, o que acha disto?
- Desnecessário.
- Então ter sentimentos é desnecessário?
- Hunm... Não, só saber controlá-los.
- Se for assim, qual é o limite entre controlá-los ou liberá-los desnecessariamente?
- Sabe, isso é complicado dizer. Talvez seja isso que faça com que nós, humanos, não viremos robôs.
- Pois então faça o melhor para me conquistar e para você, pois quero ver até que ponto você iria por mim, ai sim poderei decidir se vale ou não a pena apostar em você.
Essa última frase me fez pensar bastante sobre o que ela quis dizer. Conclui que devo tentar conquistá-la e farei isto da melhor maneira que puder, a menos que prejudique a mim ou a ela de tal forma que seja irreversível, e também não devo esquecer-me de fazer o melhor por mim, pois como ela mesma falou, devo procurar o melhor pros dois, e assim se forma um verdadeiro casal.
Por: Leandro de Andrade Moura
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Meu novo sistema disciplinar escolar, explicação detalhada passo a passo, tanto tecnicamente quanto psicologicamente
Meu novo sistema disciplinar escolar
Olá amiguinhos. De novidades, voltei as aulas, e continua tudo a mesma coisa, e é sobre isso que eu falarei em breve. Antes, vou falar que voltei ao gosto da programação, é bem legal e meu jogo ta quase concluído. Acordar cedo novamente é o horror, andar da escola até cá e de cá até lá também são coisas que fazem a escola se tornar ainda pior. Vamos ao que interessa, a assunto do tópico.
O assunto do tópico hoje nada mais é que meu novo sistema disciplinar escolar. Estamos hoje enfrentando uma situação muito complicada. Com a presença da internet, tudo se tornou banal e os alunos em sala de aula estão de uma forma geral, se tornando cada vez mais agressivos em busca de seu diferencial. Então, precisamos botar alguma coisa nas mãos deles para eles notarem que isso não pode ser feito, e essa coisa é a responsabilidade.
Admito que, todos eles têm responsabilidade com o estudo a partir do momento que estão em uma sala de aula, mas eles se esquecem. Estudo se tornou banal também e muitos deles não vêem futuro em estudar. Por isso, perdem o tempo que deveria ser dedicada à explicação do professor para cuidar de seus ciclos sociais e aumentar seus status perante a tais ciclos. Isso também se deve ao fato de nós, humanos, instintivamente querermos coisa que apresentem resultado a curto prazo do que a longo. Estudar é longo prazo, rede social é curto.
Bom, para todos esses problemas, acho que a solução, como já disse, é botar a responsabilidade nas mãos dos alunos, mas de uma forma a curto prazo também. Os próprios alunos terão que ser obrigados a olharem seus comportamentos, e cobrados a isso e com punição. O que acontece nas escolas atualmente é a falta de punição para aqueles que não tem senso moral em tratar a sala de aula como deve ser tratada, e isso se deve devido a alta dificuldade de se provar que tal aluno tem culpa em tal brincadeira. Brincadeira pequena, mas que atrapalha muito a aula quando todos os alunos querem fazer brincadeiras pequenas enquanto o professor explica.
Para resolver todos esses problemas de falta de responsabilidade e tudo mais, eu pensei num método aparentemente simples, porém, aparentemente eficaz. Não tenho certeza pois não o testei comprovadamente em sala de aula e não sei se minhas previsões sobre o comportamento dos alunos ocorreram como o esperado em minha teoria. A solução proposta por mim se seguirá no próximo parágrafo.
O que eu proponho é dividir as salas de aula em grupos diferentes, de preferência quatro, caso a sala seja de tamanho médio (50 alunos). Também de preferência, as turmas devem ser dividas num espaço geométrico igual, por exemplo, quatro quadrados iguais, parecido com um plano cartesiano, onde cada quadrado tenha uma quantidade razoavelmente igual de alunos, onde os alunos se sentam onde quiser. O comum é alunos de filosofias iguais sentarem em lugares próximos, por isso, instintivamente, a sala meio que se divide entre tribos adolescentes que sentam juntos, e dividir a sala de maneira geometricamente parecida faz com que essas tribos sejam incorporadas todas em um grupo só.
Exemplo básico é, os estudiosos sentam na frente, os perturbadores atrás. Os que gostam mais de estudar dos dois grupos sentam-se a esquerda por apoiar melhor o lado da escrita, os que não gostam muito de estudar sentam-se a direita para apoiarem-se a parede melhor. Ou seja, se dividirmos a sala em quatro quadrados iguais, teremos o grupo frente esquerda, frente direita, trás esquerda, trás direita. O frente esquerda será o mais estudioso, o trás direita o mais perturbador ou preguiçoso. O frente direita será o meio estudioso, meio perturbador, o trás direita será o mediano também, porém mais perturbador que os da frente.
Isso é importante por causa da próxima etapa da solução. Eleger um líder pra cada grupo. Já que os grupos pensam parecidos, eles vão eleger o líder que mais representam o que eles pensam. O líder terá a responsabilidade e obrigação de cuidar de seu grupo. Como o líder é o “espelho” do grupo, o líder saberá do que o seu grupo necessita ou não. Contudo, o professor deve cobrar dos lideres que arrumem seus grupos, caso os mesmo estejam perturbando. O líder verá se o professor tem razão ou não de pedir e manipulará o grupo de acordo com o que a sala, em geral, necessitar. (Todos os assuntos deverão ser resolvidos em sala de aula pelos lideres e professor. Caso não consigam resolver, é que o professor e o representante irá recorrer aos diretores)
Além do mais, o líder também terá a função de observar o seu grupo para o caso de se apenas um aluno cometer uma falta grave, o grupo todo não sofrer as conseqüências. Ou seja, o líder, além de tentar disciplinar seu grupo, vai vigiá-los e servir de testemunha para ajudar o professor. Se isso não ocorrer, o professor, junto com os outros lideres, poderá punir o grupo que perturba de mais. Porque “junto dos outros lideres”? Eu quero que haja responsabilidade e discussão entre as pessoas, e não apenas o professor julgar e executar. Seria algo como, o professor sendo o poder executivo, os lideres o poder judiciário e também o legislativo. Na verdade, o verdadeiro poder legislativo será os diretores da escola, contudo, os alunos podem opinar e modificar as regras para o melhor andamento da sala.
Então os quatro lideres, mais o professor, trabalharam juntos para a boa disciplina da sala, de forma regulada, já que não vai ser exatamente como o professor quer, mas também não será exatamente como o aluno quer. Outra coisa que irá ajudar, é que os lideres são fixos, o professor não. Se alguém tiver um problema, irá falar com o líder do seu grupo que por sua vez vai falar com o representante de sala. Esse trabalhará sendo uma testemunha, ajudando o professor, e será a voz da sala para a diretoria ou toda escola.
(uma alteração pode ser feita aqui. Se a sala não tiver muitos problemas, os alunos podem ir direto para o representante de sala, que pode tentar resolver o problema junto com o líder do grupo do aluno e do professor).
Já que haverá o representante de sala para falar sobre os assuntos que interessam a sala e que a sala sozinha não consiga resolver (conflito entre alunos, por exemplo), os alunos não poderão mais se dirigir diretamente ao diretor ou a cargos importantes da escola. Apenas os seus pais. Pode haver o caso também do aluno se sentir mal com algo em sua sala e o representante de sala não está nem ai, nesse caso, deverá ser responsabilidade do professor ajudar este aluno. Caso o professor também não ajude, esse aluno pode se sentir a vontade para reivindicar seu direito de atenção indo direto a diretoria.
Notem que essa estratégia é importante, principalmente para criar uma barreira entre a diretoria e os alunos, onde a ponte, será o representante de sala. Essa ponte será usada para termos psicológicos. Hoje em dia, altos cargos estão indo para salas de aula tentar manter a disciplina, isso torna esses alto cargos comuns e banais, ou seja, iguais aos professores, e por isso, os alunos perturbam do mesmo jeito. Como hoje está ocorrendo uma banalização geral, e mais de 70% dos alunos perturbam (graças a internet), tanto o alto cargo quanto o professor ficam de mãos atadas, pois não podem aparentemente fazer nada.
(lembrem-se da quantidade de reclamações e de alunos que vão dizer que não estavam fazendo nada para os seus pais, quando na verdade estavam perturbando)
Uma das outras coisas boas quanto a dividir a sala em quatro grupos será poder redirecionar a punição para aqueles grupos que mais merecem. Ou, se for o caso, apenas para o aluno que perturbou. Contudo, se ninguém souber qual foi o aluno que fez o tal ato, o grupo todo deverá ser responsabilizado, pois, conclui-se que eles foram condizentes com a atitude. Por exemplo, se o aluno jogar bolinha de papel no professor ou ficar gritando. Os outros lideres do grupo poderão também ajudar na investigação, se for o caso. O professor geralmente sabe de onde veio a bolinha de papel, só não sabe quem foi.
Notem que num caso desses, poderá ser feita uma investigação e uma votação. Alguém foi o culpado e isto é fato. Se não se pode saber quem, pelo menos o grupo. Reúne os lideres e eles vão resolver quem são os culpados, junto com o professor e o representante de sala. Primeiramente, por meio da argumentação, se não possível, por meio da votação. Argumentar nesses casos se tornará muito produtivo, pois aumentará a capacidade do aluno de raciocínio e fará eles saberem o poder da argumentação, quando bem utilizada. O segundo caso, pra eles saberem o poder da democracia. Contudo, argumentação é melhor que democracia, na maioria dos casos.
As regras do colégio deverão dizer qual punição poderá ser aplicada aos mais variados tipos de casos. Contudo, os alunos deverão também, por meio da argumentação, modificar tais regras, para que se torne uma coisa justa para todos, como dito a cima. Pode-se também testar de os alunos mesmos decidirem qual punição poderá ser aplicada, mas nesse caso, deverá ser com o auxilio do professor e a punição deverá ser a mesma para qualquer pessoa que cometa tal ato errado, pois se não for assim, alguma pessoas podem ser beneficiadas por seus ciclos sociais.
Status e rede social pode tender muito num julgamento, por isso que a coisa deverá ser toda bem assistida e argumentada. As decisões deverão ser imparciais e isso deverá ser deixado claro para os alunos, para que ninguém seja alvo de alguma conspiração secreta. Notem também os apelos psicológicos. Cada turma será de um jeito, tornando-a especial, dando uma identidade para ela, de acordo com os lideres, os alunos, e de como a argumentação dessas pessoas são exercidas para o bem da sala. Então, psicologicamente falando, isso também é bom, pois criará uma identidade na sala de aula e uma dinâmica a mais, fazendo com que os alunos tenham o que conversar e o que pensar. Os lideres podem ser tratados com um status mais especial, mas não muito, pois já estarão sendo recompensados com pontos extras ou alguma outra forma. (Notem que a falta do que fazer, tanto em sala de aula quanto no recreio, é um fator que aumenta ainda mais a agressividade dos alunos, já que, na falta do que fazer, eles recorrem a brincadeiras que geramlente, ofendem ao ego dos outros e melhora os deles proprios, ou então brincadeiras de mal gosto)
Lembrando que a divisão entres o grupos é só afim de organização, uma pessoa pode ir pra outro grupo sem problema, mas geralmente, as pessoas fixam lugares pra sentar. Primeiro, as pessoas escolhem onde sentar e quando todo mundo tiver sentado junto de seus amigos, ai sim que se faz os grupos. Essas pessoas podem transitar de um grupo para o outro sem problema. Caso uma pessoa resolva ir pertubar em outro grupo, ela será julgada individualmente, mas claro, se for identificada. Caso não, o grupo onde a pessoa está será responsabilizado por condizencia.
Esse é o conjunto de medidas que eu acredito que pode mudar o jeito com que as turmas, em geral, se comportem. Resumindo, por a responsabilidade nos alunos, em vez de tudo no professor e fazendo com que a sala tenha uma dinâmica a mais para que eles não pensem muita besteira e melhorando o sistema de punição, aumentando a responsabilidade instintiva, já que, se foi necessário tomar tais atitudes, não há responsabilidade moral. Espero opiniões sobre o assunto. Um forte abraço para todos, até mais.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Pequena analise sobre conservadores
Conservadores, bons ou ruins?
Ola amiguinhos. To aqui, escutando uma musica calma e escrevendo pra ver se eu arrumo algo com que passar meu tempo. Desanimei com programação, talvez na próxima postagem eu falo sobre isso. Agora estou sem o que fazer. Por isso vou escrever pro blog. E o que eu venho falar hoje é sobre psicologia, de novo. Já está enchendo o saco falar sobre psicologia, mas é um assunto que é extenso, por isso eu sempre escrevo sobre isso.
Hoje eu vou falar sobre pessoas conservadoras. O que me motivou a falar sobre isso é porque eu sou conservador, mas tem pessoas que não são. Então o assunto me interessou. O que leva alguém a ser conservador? Bem, é simples. Conservadores se protegem, na maioria das vezes. São pessoas com pouco poder de ataque e bastante poder de defesa, elas se tornam conservadoras. Na verdade, eu sou outro tipo de conservador, o que não quer seguir a evolução, ou talvez até evolução alternativa, vou explicar melhor a seguir.
Eu já falei aqui que tem a evolução alternativa e a evolução principal. A evolução principal é a que ta entre a maioria dos adolescentes. A alternativa é os vários subgrupos do resto dos adolescentes. O que conservadores têm haver com isso? A maioria dos alternativos, são conservadores. Justamente por não terem ataque o suficiente para entrar na evolução principal, se conservam em outro tipo de evolução.
Contudo, eu sou meio a meio. Meio principal, meio alternativo. O meu conservadorismo é um tipo de conservador de gente velha. Eu não gosto de evolução porque sei onde a evolução vai nos levar, simples assim. Se uma coisa é boa, pra que procurar uma melhor? Pra que querer tudo de mais? Se divertir de mais? Se arriscar de mais? Prefiro me conservar, manter como está. Está bom agora? Que continue assim.
O problema de ambos os conservadores, é que quando algo sai de moda, vira conservadora. O conservador de hoje é o da moda antigamente. Será mesmo que vale a pena ser conservador? Na verdade tanto faz. O progresso humano continuará, e ninguém poderá impedir. Se existem muitos conservadores, mesmo sendo conservadores, ainda consomem e progridem. Humanos são humanos, conservadores ou não. O que é aconselhável é você ser o melhor pra você.
Postagem pequena hoje não é? Não to muito afim de abordar as laterais do assunto, só to atualizando por atualizar. Acho que a próxima falarei ou sobre economia ou sobre programação. Abraços pra geral.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Pré-treinamento em ambientes, associações entre aprendizagem.
Ambientes em associação
Olá amiguinhos. Vou aproveitar esse fim de noite no PC pra escrever. Atualizar esse blog está cada vez mais se tornando uma tarefa difícil, principalmente porque eu estou ocupando todo o meu tempo tentando programar um jogo de RPG. A tentativa de programá-lo é o inicio da realização da vontade que eu tenho em criar o sistema de RPG com o qual eu sempre sonhei e pô-lo online. Além disso, também acho programar uma atividade interessante para passar o tempo, se divertir e ao mesmo tempo, aprender.
Aprender o que? É sobre isso o que eu vim falar hoje. A pouco tempo atrás, eu estava com uma neura de ter que aprender exatamente o que eu vou usar. Isso porque, cansado de todo o conhecimento que eu acumulei sobre varias coisas e que nada me serviram (e estou inconscientemente esquecendo todos eles), eu peguei trauma em conhecer coisas inúteis e passei a querer apenas conhecer coisas que me servirão no futuro (principalmente pra ganhar dinheiro).
Contudo, eu comecei a pensar profundamente sobre o assunto. Descobri que estava errado e que o conhecimento que eu obtive não foi inútil. Na verdade, me foram de grande utilidade. Vou explicar-lhes agora o interessante porque deste assunto.
Por causa de pequenos conhecimentos soltos, eu comecei a organizar uma visão de mundo que muitos não têm, e com isso, comecei a criar meu próprio mundo. Cada vez mais, o novo mundo que eu criei foi crescendo e cada vez mais eu acreditava nele. Porém, quanto mais ele crescia, mais ele queria ser grande, e foi quando ele esbarrou na realidade. Houve então uma grande luta evolutiva entre a realidade e o mundo idealizado por mim, e então, a realidade, obviamente, ganhou.
Mas o mundo criado por mim não simplesmente sumiu. Na verdade, ele se adaptou a realidade e agora, ele me ajuda a compreender a realidade. O que seria de mim sem a teoria da evolução e da relatividade? Que agora parecem inúteis, pois explicam tudo, mas não servem pra modificar nada. O que seria de mim sem essas teorias, na realidade, seria um eu menos racional, mais instintivo.
Agora, deixando de mirar o ângulo da visão a mim e passando ao aspecto geral, uma pessoa que gosta de jogar jogos eletrônicos tem mais facilidade com aparelhos eletrônicos em geral, da mesma forma que uma pessoa que passa a maior parte do tempo convivendo com humanos, tem maior facilidade em trabalhar com outros humanos. Uma pessoa que treina sua lógica em matemática tem uma grande facilidade de passar para algoritmos de programação, da mesma forma que uma pessoa que tenta compreender a causa e efeito de todas as coisas tem uma maior facilidade de filosofar e de se adequar as mais variadas atmosferas.
O que eu quero dizer é que, querendo ou não, tudo ajuda no crescimento do conhecimento, pois nossa mente trabalha com associações. É confuso como eu cheguei a essa conclusão e não vou explicar agora, é uma dedução que eu fiz e sem muitos argumentos, mas eu acredito nela. Quanto mais coisas você conhece/faz, mais capacidade você tem de associar tudo a tudo. Eu começo a imaginar que é melhor você treinar um ambiente do que uma coisa só, e não uma coisa só. Lógica ou humanas por exemplo.
É interessante também notar que isso influencia muito na aprendizagem. Uma criança aprende, por exemplo, porque retém informações e começa a associá-las. Por isso, dizem que crianças aprendem bastante, mas não aprendem coisas difíceis, porque a mente delas não tem informações o suficiente para associar coisas difíceis. Já um velho é o contrario, tem tanta informação que reter informações novas fica meio complicado, contudo, eles conseguem associar bem as informações que já possuem. Bom amiguinhos, com isso, vou me despedindo de vocês. Até a próxima postagem e um grande abraço.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Texto/poema sobre Pais e Globalização
"Um pais, na verdade, não é só um pais, mas sim um conjunto de pessoas que moram nele, o conjunto de atos que fazem a história de tal pessoas, de tais lugares, de tal demarcação de lugar. Um pais também é cada átomo que circula entre as terras que alimentam as plantas, que alimentam os bichos, que alimentam as pessoas e que alimentam a terra, que serve de matéria prima para a formação de construções, obras de artes e evolução. Mesmo recebendo influencias externas, nunca deixa de ter essa mesma base de aglomerado de átomos, tais átomos que formam um pais.
E sendo a globalização como a enorme quantidade de átomos trafegando numa alta velocidade por todos os lugares do mundo, pressupondo-se também que a se a diferença de pais for determinada por seus átomos, o mundo, cada vez mais, está se tornando um pais só."
Eu fiz esse texto baseado na vontade em que eu tinha de determinar a importância de por exemplo, feitos nacionalistas. Bem, notem ai a possível coerência com o que está acontecendo atualmente, com o efeito da globalização e tudo mais. Abraços para todos.
E sendo a globalização como a enorme quantidade de átomos trafegando numa alta velocidade por todos os lugares do mundo, pressupondo-se também que a se a diferença de pais for determinada por seus átomos, o mundo, cada vez mais, está se tornando um pais só."
Eu fiz esse texto baseado na vontade em que eu tinha de determinar a importância de por exemplo, feitos nacionalistas. Bem, notem ai a possível coerência com o que está acontecendo atualmente, com o efeito da globalização e tudo mais. Abraços para todos.
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sábado, 9 de janeiro de 2010
Diferenças filosoficas básica entre as idades
Idade é apenas uma variante filosofica
Olá amiguinhos, desde o ano passado que eu não posto nada, acho que não é por falta de assunto, mas sim, espantosamente, por falta de tempo. Na verdade, não tão espantosamente, eu perdia muito tempo com Diablo, agora arrumei uma coisa mais construtiva pra perder tempo; programação. Bom, mas não é sobre isso que eu venho falar hoje. Hoje eu só vim fazer um tópico, como de costume, sobre um assunto qualquer. Eu tava pensando em economia, mas preciso de mais dados para falar sobre o grau de funcionamento das coisas, então vou falar sobre psicologia mesmo.
Eu sempre digo pras pessoas que sou mais velho que minha idade. Eu digo a elas também, quando é o caso, que elas têm um espírito mais jovem que o meu. O que eu quero dizer com isso é uma coisa bastante complexa. Conheço gente com 40 anos que ainda são adolescentes filosoficamente. Eu me considero velho sim, filosoficamente falando. Vou lhes dizer agora o porque das minhas classificações.
Classifico como uma criança, todo aquele que quer aprender, seja lá o que for. É o principio da construção da filosofia, já falei aqui que é nessa fase que uma pessoa constrói a maior base de sua filosofia e conceitos, que talvez leve pra vida toda. Nessa idade, a maioria dos sentimentos são simples, pois o único prazer em que se tem é conhecer coisas novas. Passada dessa fase, entra-se no estagio de adolescência.
Os adolescentes tem como principal característica querer ter poder em alguma área, seja lá qual for. São os adolescentes os maiores responsáveis pelas extensões culturas em massa, acredito. Na adolescência, começa-se a ter responsabilidade, mas a ambição de poder faz com que os adolescentes passem seus sentimentos por cima da responsabilidade. Contudo, os adolescentes consomem bastante na sociedade, o que faz seus pais produzirem.
Os adultos são o que vem depois a adolescência. Esses já tomaram consciência de seu papel na sociedade, e querem crescer, destacar-se dos de mais, geralmente. Seria algo como um adolescente com crescimento lento e responsável. Produzem bastante para a sociedade, principalmente para manter o padrão de vida fazê-lo subir gradualmente. A filosofia dos adultos tendem a aproveitar as coisas boas da vida que eles conquistaram com seu dinheiro. Notem o “aproveitar as coisas boas” que é muito parecido com o querer poder dos adolescentes. Sem esses dois, a sociedade não cresceria.
Já os velhos, por sua vez, aproveitam o mais básico da vida. Se dão a pouquíssimos luxos pois conhecem a natureza humana de sempre querer mais, e já que para se querer mais, tem que se esforçar mais, e a velhice é a idade cujo as pessoas não tem tanta energia para se esforçar, eles se contentam com o que tem. Contudo, gostam de ajudar outros humanos, e tem recursos para isso, o vasto conhecimento em que carregam com os anos.
Meus amigos, uma pessoa idosa pode se enquadrar perfeitamente no quadro adulto, ou então um adulto se enquadrar perfeitamente no quadro velho. Um jovem se enquadrar no quando velho é raro, mas não impossível. É só pensarmos num jovem cujas condições de crescimento são difíceis e que tenha conhecimento o suficiente para compreender a natureza humana.
Não é tão difícil também imaginar um jovem com o olhar e simplicidade de uma criança, embora seja difícil encontrar hoje em dia. O mais fácil é encontrar crianças com idade adolescente, principalmente onde há lugares em que a competição comece já de cedo. E além da “filosofia em geral” que uma criança metida à adolescente pode ter, também é bom notar a carga de sentimentos que trás consigo. Um adulto sem responsabilidades, ou com poucas, tem grandes chances de se comportar como um adolescente também, se tiver oportunidade.
Sobre os sentimentos eu não falei não é? É bem simples. Na fase infantil, são poucos sentimentos, os que garantem a sobrevivência e a absorção de conhecimentos que a criança possa achar bom. Na adolescência, começa a competição bestas e por isso, os sentimentos de raiva, inveja, ciúmes, entre outras coisas, mas a maioria varia muito. Quando adultos, os sentimentos passam a ser uma coisa mais contida e duradoura. Na velhice, se o adulto se sair bem, vai aprender que não vale a pena ficar guardando sentimentos, pois o que passou, passou, e vai se tornar um bom velhinho, ou pelo menos um resmungão.
Bom amiguinhos, minha maior intenção ao fazer essa postagem é atualizar o blog. Acho que vou começar a ter um rendimento pior, o ano passado foi bom, não sei se esse manterei o ritmo. Enfim, um grande abraço a todos e até a próxima postagem.
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