Bom dia
galerinha, segunda vez que eu escrevo dois
posts de uma vez, tem dias que eu acordo animado. 5 da manhã, segunda vez descontrolo meu horário de sono só essa semana. Eu
tava pensando em escrever algo sobre as pessoas não quererem fazer as outras sofrem, mas, as únicas culpadas pelo sofrimento das outras pessoas, são elas mesmas, mas não vou escrever sobre isso, porque eu to com preguiça, e tal preguiça me fez pensar em, em vez de escrever, fazer uma auto-imagem minha no
photofiltre, mas logo desisti, quando olhei para o orkut e vi minha lista de música, e vi que meus conceitos de música não batiam mais com o que estavam ali a parecer, então, é sobre isso que eu vou escrever.
Vocês já se perguntaram e conseguiram achar uma explicação realmente sobre pra que serve a música? Alguns dizem, “ah, é legal” Outros dizem “É pra divertir”, outros, “é uma forma de expressão”, “é mágico!”. Para mim, todos estão certos, pois essa “magia” que muitos dizem sentir é algo instintivo, que nos é muito útil, da seguinte forma. Se escuta algo assustador, provavelmente seu corpo vai responder de alguma forma, da mesma forma que se você visse alguma imagem assustadora. É instintivo. Imagine você, escutando o forte rugido de um leão esfomeado as suas costas, você gelaria de medo, é a adrenalina, e logo tomaria uma
reação. Da mesma forma que você poderia se acalmar, ao escutar uma linda canção de nina. Sons provocam sensações, todas úteis para a nossa sobrevivência, e a música mexe com sons, e,
conseqüentemente, sensações.
Há inúmeras formas de músicas por ai, cantadas de diversas formas, com os mais variados temas de letras, variados ritmos também, que tudo junto, forma uma combinação muito grande de formas musicais, tanto é que existem classificações, para juntar os tipos que tem suas origens e sons parecidos. São muitos, os mais conhecidos, de certo, são, Rock,
MPB,
funk, internacional, e o resto eu não sei.
Mas, musica não tem como única serventia despertar emoções, se tornou algo bem mais complexo. Agora, música pode significar, marca, cultura, dança, sociedade, comportamento, atitude, personalidade, capitalismo, passa-tempo, entre outras coisas, que eu não to lembrado e botarei em seguida assim que eu lembrar, mas, por enquanto, vou justificando as afirmações a cima.
Na verdade, é tudo quase que um grande conjunto interligado, então eu vou tentar explicar tudo de uma vez em forma de como eu acho que evoluiu. O que é uma festa sem música? Uma festa sem música, claro. Mas uma festa um pouco menos desanimada do que poderia ser, porque não tem música para animar os instintos, assim como o álcool não anima a galera, hoje em dia, porque música é algo básico.
Mas então, que música tocar? Composta por tambores, guitarras, baterias,
sanfonas, flautas, baixos, contra baixos, violinos, violões, surdos,
platos, copos com água, teclado, piano,
trambone, ou o que? Cantar sobre como a balada é legal, como foi ruim aquela dor de cotovelo, como o céu é bonito, como o nosso amor é lindo, como beber é bom, como dançar é bom, como a sociedade é ruim, religiosidades, como o ursinho de pelúcia desapareceu, qualquer doideira, nada ou o que?
Essas escolhas dependem também do que temos disponível no local e da cultura das pessoas também presentes. E assim, formamos belas festas, com músicas legais e diferentes, pessoas se divertido, não dando muito importância ao tipo de música. Entretanto, as coisas foram evoluindo, alguns estilos se destacando mais que outros, e então começou a discussão entre os
freqüentadores de locais de estilos sobre qual estilo é melhor. Há estilos totalmente contrários, que se tornaram rivais. Então, cada estilo foi se aperfeiçoando em sua identidade, e na rivalidade. E então, a parti daí, estilos viraram não só diversão, mas meio de vida. As bandas precisavam sobreviver apenas de música, para poder ter uma vida boa, ai fazem a marca, atitude, que gera o capitalismo. Atitude é algo que impressiona muito o jovem, que não entende muito o mundo e pensa que seus pais são chatos, ao proibir os adolescentes de
transarem com os 300 primeiros que aparecem na balada e chegarem perto de ter
overdose, na mesma.
Com tudo isso, cada vez mais as bandas
atuais se preocupam mais em ter uma boa aparecia, atitude, marca, estilo e etc, do que fazer música boa e diferente do que já tenha sido feito antes, que dê algumas sensações novas. Entretanto, cada música toca de um jeito diferente a alguma pessoa. Eu já disse aqui no blog que admiro muito as músicas do
Matanza, as letras me fazem lembrar bastante coisa do que eu já vivi, e também tem umas situações bem legais nela, e o som, muito empolgante, na medida certa, é como eu gosto. Já minha amiga, ao escutar, disse, “isso é muito agressivo para mim”.
Talvez eu esteja errado na parte do “artista hoje em dia estão mais preocupados com marca do que fazer música boa e diferente”, talvez artista esteja preocupado com tudo, ou então seja impressão minha de que todos os artistas estejam tão preocupados assim, com seu estilo, mais do que com a qualidade de sua música. Enfim, não sou muito conhecedor de formas de música e sobre o desempenho músicas dos artistas
atuais, então não estou tão bem informado assim para fazer tão afirmação, mesmo sendo o que parece.
Na maioria dos casos, a música que você gosta depende do meio cultural que você está presente, do tipo de música que você está acostumado a escutar nos lugares que você
freqüenta e das letras que mais
refletem a sua realidade. As pessoas com que você convive também influenciam, e muito provavelmente também, seus genes, já que tais definem sua personalidade e etc. Por isso que eu acredito que música é cultura, seja lá qual for. Não gosto muito quando os críticos falam que uma banda é ruim, só porque ela ta imitando outra banda. Bem, para a pessoa que escuta, a banda é boa, até porque, ela não tem todo o conhecimento que os críticos têm sobre o assunto, então pra elas ta bom. E isso serve também para você, que tem seu estilo e sua experiência de vida, parar de falar mal das pessoas que tem o estilo “rival” ao seu.
Eu comecei falando no começo da minha lista de músicas do orkut, e o que ela me levou a pensar nisso tudo, e é o seguinte. Eu notei que só escutava algumas das bandas daquela lista porque eu as considerava legal ou considerava as músicas dela legal, mas estava muito pouco ligado a mim, só mesmo os sons e o jeito que o vocalista canta, porque eu não sabia sobre o que eles cantavam, já que a grande maioria é banda americana. Com isso, eu notei que
tava perdendo metade do que a banda queria transmiti em sua música, e acabei desanimando pra escutar, já que eu não posso entender 100% o que o artista quer passar em sua obra, nas músicas. Então eu comecei a notar que eu só escutava algumas bandas porque, além do som ser legal, era legal escutar elas porque eram alternativas, e eu gosto de ser alternativo, mas, as músicas pouco me tocam, com isso, eu não era tão ligado a elas.
E agora eu to sem identidade cultural, já que eu não saio de casa e não faço quase nada no computador, além de ficar lendo algumas coisas, jogando algumas coisas e conversando sobre algumas coisas, nada de importante. Talvez eu goste de
Matanza, mas eu não vou a nenhum
show nem conheço gente que curta tanto quanto eu, nem participo de algo que o
Matanza seja muito presente, e escutar só por escutar enjoa de tanto escutar. Às vezes eu escuto pra lembrar-me das letras ou pra dar aquela animada com o ritmo, mas não é todo dia como antes.
E com isso me despeço de vocês. Fazer dois
post por dia até está sendo bom, já que mês passado, eu só fiz 2
postagens, não que eu me importe muito com isso, mas to tentando manter um ritmo pra não abandonar o meu blog falido desse jeito. Uma coisa que eu notei aqui, quase que eu não ia falando sobre o
objetivo principal dessa
postagem, ao desenvolvê-la. Então, quando eu começar a fazer algo, eu vou logo decidir os
objetivos principais a serem atingidos, facilita um pouco. Grande abraço pra geral. Fui!
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É o seguinte, eu gosto ainda das
bandas, mas eu só fiquei meio desanimado por não saber a letra e nem fazer parte da cultura como expliquei a cima, mas ainda sim, as músicas não deixam de ser dançantes, agressivas,
românticas, entre outras coisas. E quando se sabe a letra, melhor ainda, como é o caso de
Matanza e
Ludov, duas
ótimas bandas
brazukas. É só.