Seguir leis sem saber o porquê de sua existência ou significado é uma ignorância que pode levar a burrice ou perda de pontos estratégicos. Por isso, sigo apenas as minhas próprias regras. Por: Leandro Moura
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Maquiavel e o uso de sua filosofia Com umas imagens
Minha indolência já está me irritando, eu já falei sobre ela aqui, e também já falei que iria falar sobre o individualismo, mas eu ainda não falei sobre o individualismo, por causa da minha indolência, e é por isso que ela está me irritando. Eu tenho um bloco de notas com vários assuntos, mas a indolência e a preguiça não deixam. Mas hoje, vou deixar o individualismo para próximos tópicos e falar sobre Maquiavel, aliás, eu só toquei no assunto do individualismo por causa do tópico de hoje, que vai falar sobre Maquiavel, e isso não deixa de ser maquiavélico.
Não pensem que maquiavélico é algo pejorativo, pois não é. Maquiavélico vem do nome Maquiavel, e Maquiavel foi o escritor do livro "O Príncipe", eu aconselho vocês a lerem o artigo de Maquiavel e do livro no link que segue antes de continuar.
http://www.10emtudo.com.br/artigos_1.asp?CodigoArtigo=39
Mas eu vou fazer um pequeno resumo para prosseguir melhor com a discussão no post de hoje.
Maquiavel é um filosofo político famoso por defender a idéia de que, para se conseguir o que quer, tem que correr atrás pra conseguir, e se necessário, não hesitar em mentir. Ele exemplifica isso em seu livro, "O príncipe". Segundo ele, se um governante precisar mentir para conseguir manter o poder, que o faça. E, os fins justificam os meios. Ele cresceu entre políticos e era altamente patriota. Provavelmente por causa desse conceito, que maquiavélico tenha se tornado uma coisa pejorativa. Mas na realidade, não é. Maquiavélico é aquele que segue a filosofia de Maquiavel.
Eu fui maquiavélico anteriormente porque toquei no assunto de Maquiavel só por outro interesse, que é o de falar sobre uma parte do individualismo. Mas, acreditem, qualquer coisa que envolve relações humanas, é por interesse. Seja lá qual for, até o amor. Ser maquiavélico talvez seja ser realista. Mas isso é assunto para outro post que farei futuramente, espero eu. E agora vocês devem estar se perguntando, o que maquiavelismo tem haver com individualismo. Bem, agora vou eu explicar a vocês.
Pra acabar com o individualismo, precisamos ser maquiavelicos, porque nem sempre estaremos realmente no que o outro tem a dizer, mas gostariamos que o outro se interessasse no que temos a dizer, então fingimos estar interessado no que o outro tem a dizer. Bem assim, vou explicar melhor e exemplificar a seguir.
Quando você está com algum amigo seu, sem fazer nada, e ele começa a falar besteira ou falar sobre coisas da vida dele, e você não está interessado, porém, não faz diferença nenhuma você prestar atenção ou não, então, porque não prestar atenção? Seria muito melhor você fingir que está interessado do que simplesmente não da bola, pelo seguinte fato. Se você não fingir interesse, os dois continuaram calados, você não poderá falar alguma besteira porque ele não irá ligar, e também você perde um pouco de amizade e informação não dando atenção ao que ele está falando. Mas, se ao em vez de ficar calado, fingir atenção, você obterá mais informação, mais intimidade e ainda os dois não ficaram calados. Mas claro que, se surgir um assunto interessante pros dois, é melhor trocar. Mas viram como fingir interesse é melhor? E no que isso ajuda contra o individualismo? As pessoas se unirão mais, se conheceram melhor, uma não falará apenas e outra não escutará apenas, entre outras coisas.
E por que você se tornaria menos individualista? Pelo interesse da amizade. E por que ter interesse numa amizade? Ora, numa amizade, você só tem a ganhar. Você e seu amigo. A pergunta certa seria, por que não ter uma amizade? E isso eu não sei.
Nos próximos posts eu falarei mais sobre interesses e individualismo. E um grande abraço e parabéns para a Louise, que completou ano a dois dias atrás. Beijão pra ela e abraço pro resto, e assim me despeço, boa noite a todos.
Lembrando que tá um saco escrever sem barra de e esse post horrivel, mas a preguiça de revisar é grande.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Cores: Pesquisa e teoria! Parte 2.
Lembrando que esses sobre cores são só um estudo feito por mim, tentando usar o mínimo de fontes externas possíveis, e eu não sei se alguma outra pessoa já fez tal estudo, coisa que eu acho muito possível.
Hoje, eu expliquei minha idéia para o meu amigo, expliquei pra ele o fato de amarelo, azul e vermelho serem considerados erroneamente como cores primas pelas artes plásticas e também. Ele também me perguntou sobre a idéia de preto ser a mistura de todas as cores.
Mas o preto não são todas as cores misturadas? Não. Acredito eu que todas as cores misturadas dá cinza. Por quê? Preto é considerado a ausência de luz e a mistura de todas as cores ao mesmo tempo, Ausência de luz no caso das cores luminosas, e a mistura no caso das cores reflexivas. Mas então o que é o branco? Branco, são todas as cores luminosas juntas e a ausência das cores reflexivas. Mas as cores reflexivas não podem fazer as cores luminosas? Sim, por isso mesmo, a única diferença entre um sistema e outro é que um, é composto por cores de reflexo e outro são cores luminosas. Lembrando que o sistema reflexivo é o CYM, e o luminoso é o RGB.
No post anterior, chamei as cores reflexivas de cores de absolvição, o que de certa forma ta errado, porque se uma cor é absorvida, ela não chega a nossos olhos. O que acontece, na cor reflexiva, é que algumas cores são absorvidas, e outras refletidas. As cores refletidas é que determinarão a cor do objeto. Eu só dei um exemplo, hoje eu vou dar mais alguns que seguem adiante.
O vermelho nas cores luminosas é uma cor primaria, nas cores reflexivas é uma cor secundaria, fruto da união entre a magenta e o amarelo. Se um objeto for vermelho, significa que ele absorveu a cor ciano e refletiu as cores magenta e amarelo, formando o vermelho. Um objeto de cor reflexiva não pode fazer o vermelho, apenas refletir.
Se um objeto for da cor ciano, significa que ele absorveu o vermelho, que é magenta e amarelo. Notem ai, um bom exemplo de cor complementar, ou seja, oposta. As duas num mesmo objeto, só sendo cinza.
Da ultima postagem para hoje, eu fiz alguns desenhos, cujo objetivo era mostrar a mistureba de cores do sistema RGB (No meu computador, todos os meus programas de desenhar só tem esse sistema). Esses desenhos eu já tinha visto em alguns programas de desenho.

Esse ai é o seguinte, eu tava tentando misturar as cores para tentar fazer cores terciárias, mas ai não deu certo, a única coisa que eu fiz foi misturar o sistema RGB e o CYM de uma forma regular. Quando eu digo regular, eu quero dizer o seguinte, que o amarelo por exemplo, ta no meio do verde e o do vermelho, que formam o amarelo. Se o amarelo tivesse do outro lado, ai a historia seria outra, o azul teria que sair rápido pro amarelo entrar, acredito eu. Mas nunca fiz o teste. Curioso também nessa imagem é o cinza, no meio. Do nada ele aparece, mas ele é a mistura de todas as cores. Notem que as duas cores de lado da outra, forma a cor de baixo. No caso do cinza, é a mesma coisa, só que ele ta bem no centro, significando que ele é formado quando se mistura qualquer uma das 6 cores complementares vistas ai em cima, sendo as duas dos sistemas CYM e RGB mais escuras.

Essa segunda imagem foi novamente uma tentativa de misturar os dois sistemas, mas, de novo, só consegui misturar os sistemas. Mas nessa eu fiz diferente, eu usei 5 valores pré-estabelecidos e fiz as cores com eles. Os valores foram, 0, 64, 128, 192, 255. É como se fosse o começo, meio do meio, meio, meio do meio e fim de uma reta cujo o valor é de 0 a 255.
Nas duas imagens, se misturarmos os dois valores, dá cinza, porque ambas apresentam uma mistura equilibrada. São as cores complementares. Podemos achá-las com uma certa facilidade olhando o lado oposto da cor que se quer, baseando-se no centro. O centro em ambas as imagens é o cinza. Se misturarmos todas as cores dessas duas figuras, obteremos o cinza. Eu só fiz o teste na segunda, mas acredito que a primeira também.
Terminei tudo o que eu tinha pra falar, caso eu encontre algo novo pra falar, tentarei atualizar aqui. Boa noite e forte abraço a todos, amem.
domingo, 27 de abril de 2008
Cores: Pesquisa e teoria!
No olho humano, há células responsáveis pela captação de cores, essas células são capazes de captar o verde, azul e vermelho, e a parti dessas cores, fabricar todas as outras cores. Mas, na escola, aprendemos que as cores primarias são, amarelo, azul e vermelho. Sendo verde, azul e vermelho as cores que nossos olhos capitão, e amarelo uma cor prima, como então nossos olhos conseguem enxergar o amarelo?
Na verdade, uma cor que não pode ser formada por nenhuma outra não existe. Todas as cores são formadas por outras duas cores, mas a coisa é mais complicada que simplesmente isso. Na verdade, há dois “tipos” de cores primarias. A que vem diretamente da fonte emissora de luz e a fonte que recebe a luz, absorve e reflete. Na cor que vem diretamente da luz, consideramos as cores primas o azul, vermelho e verde, e na cor que é refletida, consideramos as cores primas como amarelo, ciano e magenta.
Essa confusão de cores primárias causadas nas escolas, foi originada nas artes plásticas, onde se lida com cores que a tinta reflete, logo, cores refletidas, e raramente se encontra pigmentos de ciano e magenta na natureza, tais pigmentos que foram substituídos respectivamente por azul e vermelho. Pigmento são os compostos químicos responsáveis pela absolvição e reflexão das cores de luz que recebe, e está presente na maioria das células.
Eu disse que todas as cores são formadas por outras duas e, ao mesmo tempo, eu disse que há dois tipos de cores primarias, as de fonte luminosa e as de fonte iluminada. Mas, um sistema forma o outro, assim: Azul + Vermelho = Magenta, Azul + Verde = Ciano, Vermelho + Verde = Amarelo. Notem que eu usei o sistema RBG (do inglês, red, blue and Green), que são as cores primarias das fontes luminosas para formar as cores primarias do sistema CMY (Ciano, magenta and yellow), que são as cores de fonte iluminada. Podemos fazer o contrario, usar o sistema CMY para fazer o RBG, assim: Amarelo + Magenta = Vermelho, Amarelo + Ciano = Verde, Ciano + Magenta = Azul.
O preto e o branco são formados de diferente formas, dependo do sistema. No CMY, se juntarmos todas as cores, vai dar o preto, isso acontece porque, como o objeto recebe luz e absorve, ele não reflete nenhuma luz, e já que nenhuma luz é refletida, o nosso olho vê como preto, podemos dizer também que o preto é a mistura de todas as cores, já que, como a luz foi absorvida no objeto e fez o preto, é como se todas as cores juntas absorvidas dessem preto. E o branco é feito sem a presença de nenhuma dessas cores, porque, num objeto iluminado, todas as cores são refletidas, e assim, o objeto não tem nenhuma cor e fica branco. O branco é considerado também como a ausência de cores.
Já no sistema RGB, que é de fonte luminosa, é ao contrario. Como os raios vêm diretamente para o nosso olho, e todos igualmente, o olho mistura tudo e transforma em branco, logo, todas as cores dão branco. Já o preto é a ausência de cores, já que nenhum raio chega aos nossos olhos do objeto luminoso, e os nossos olhos não sofrem estímulos para fazer cores.
Isso é confuso, mas vou explicar o preto e branco e as outras cores por duas etapas.
Primeiro vem o objeto luminoso, já que só conseguimos ver o objeto iluminado graças ao objeto luminoso.
Primeira etapa, que demonstrará os objetos luminosos e o sistema de cores RGB: A luz sai de um objeto luminoso e vai direto para os olhos. Quanto mais cores do sistema RBG, que formam a luz, mais essa luz vai ser forte, e mais luz chega aos nossos olhos, então o branco se forma. Mas, se menos cores tiver na luz, menos essa cor vai chegar forte a nossos olhos, e mais fraco o branco vai ficando, e se chegar ao ponto de não chegar nenhuma cor, o nosso olho não recebe nada, então fica tudo preto, é só fechar os olhos e notar, já que as pupilas bloqueiam a chegada de luz aos nossos olhos.
A segunda etapa, que demonstrará os objetos iluminados e o sistema de cores CYM: Aqui não há só dois processos, que são a fonte luminosa e a chegada, como na primeira etapa, nessa etapa, entrará no meio os pigmentos de cores. Quando um objeto luminoso ilumina um objeto iluminado, com a luz, ele absorve ou reflete essa luz, graças a sua pigmentação. Ele muda de sistema porque, um objeto iluminado não consegue fazer o CYM sozinho, precisa de fonte de luz, já o RGB é o contrario, sua existência já é a luz, e a inexistência é a escuridão. Eles são opostos. Assim, se ele toda a absorver a luz, nenhuma luz chegará aos nossos olhos, e acontecerá a mesma coisa que aconteceu com a perca de luz do sistema RGB, mas, se ele reflete a luz, acontecerá a mesma coisa que quando a luz fica forte no sistema RGB. Se um objeto é verde (Amarelo + Ciano), significa que ele absorve o vermelho e o azul (Magenta).
Resumindo o branco e preto dos sistemas:
São iguais. A única diferença é que o sistema RGB gera o branco (e todas as cores) e o preto vem da sua ausência, já o sistema CYM reflete o branco (Como reflete, o seu objeto não apresenta nenhuma cor, mas reflete) e absorve o preto (O objeto apresenta todas as cores, mas não reflete nenhuma). Eu digo que é igual porque em ambos, o preto não chega a nossos olhos, já o branco chega intenso, a diferença vem de como chega. Um gera e o outro absorve. São opostos para os nossos olhos.
Vocês já notaram quando ficam olhando muito tempo para uma imagem com cores fortes, e então de repente, olha para uma imagem branca e ainda fica vendo aquela imagem, mas o oposto das cores? Isso acontece porque o nosso cérebro procura equilibrar as cores para poder passar mais tempo olhando a imagem sem se cansar. O equilíbrio entre as cores é o cinza, que é metade do preto e metade do branco. É a metade no CYM e no RGB, é metade na iluminação e etc. Uma cor é considerada oposta da outra justamente quando a soma de suas cores é meio cinza. Eu também considero o cinza a mistura do CYM e RGB, mas eu to com preguiça de arrumar um jeito de testar. O que me faz pensar que é, é que CYM é preto, RGB é branco, branco + preto = cinza. E também, com os dois sistemas juntos, teríamos todas as cores, logo, uma cor tem a sua oposta, o que faz a soma ser cinza.
Percebam nessa imagem o triangulo entre o sistema CYM e RGB, e no meio das retas desse triangulo, uma setinha mostrando a cor que dá a soma desses dois. Percebam também que as cores terciárias é a que estão entre o sistema CYM e o sistema RGB, ligadas por um traçinho, a cor terciária do meio é as duas de lado juntas. Note também que esse cinza no meio é o resultado da soma de duas cores opostas, falado anteriormente, e que essas cores opostas estão na mesma linha que passa pelo cinza e pelas duas extremidades. O cinza também representa a mistura de todas as cores da qual eu falei a cima. O Laranja e o Celeste por exemplo, são cores opostas. Eu peguei esse gráfico no wikipédia e dei uma editada.
O sistema RGB é usado em monitores em geral, já que os monitores emitem luz. O sistema CYM é usado em impressões em geral, já que é formado o sistema dos pigmentos que refletem, mas nesse sistema há uma particularidade. Os caras adicionam preto no sistema, ai fica CYMK (ciano, yellow, magenta and black), o preto é pra ficar mais fácil de se obter o preto nas impressões, para gastar menos tinta entre outras coisas, e o preto do CYM não é tão intenso quanto o preto de verdade, porque como o CYM absorve, dificilmente um objeto conseguirá absorver todas as cores.
Teoria
Na verdade, não é bem uma descoberta, apenas para mim, provavelmente, porque eu não sei se alguém descobriu antes de mim ou se eu estou exatamente certo. E outra, minha teoria vai contra o que tem no wikipedia, o que não me dá confirmação sobre minha teoria. Mas eu não vou perder nada arriscando mesmo. Agora vamos a ela.
No computador, o sistema RGB é representado por 256 (0 a 255) tonalidades de cada cor. Para misturar duas cores, o vermelho e o azul por exemplo, é só por 255 em vermelho e 255 em azul, ai dá magenta, o mesmo acontece nas outras cores. A soma do RGB dá o CYM e vice-versa. Mas, minha teoria entra para fazer as cores terciárias. O método que eu usei para fazer tais cores foi o seguinte, eu pego a cor primaria do sistema RGB e a cor primaria (que é secundaria do sistema RGB) do sistema CYM, diminuo a metida das duas por dois e soma, daí dá a cor terciária. Ai o exemplo. R=255, G= 0 B = 0 + R = 255 G = 255 B = 0 (Magenta mais vermelho) = R= 255 G = 128 B = 0 (Laranja). Acontece que, no wikipedia, laranja é classificado como R = 255 G = 160 B = 0. Uma pequena diferença, mas isso porque é laranja, em outras cores a diferença é maior. No caso do rosa, fica muito visível a diferença. O meu rosa é R=255 G=0 B=128, o de lá é R= 255 G=192 B = 203. Diferença, não? Mas os dois são rosas, mas eu acredito que o meu rosa, seja o rosa mesmo, porque é a mistura do vermelho mesmo com o magenta mesmo. Talvez também o conceito deles seja diferente, já que eles tem muito mais prática nas cores do que eu. Não acredito que duas cores fortes como vermelho e magenta dêem uma cor tão clarinha quanto o rosa de lá. Logo mostrarei a tabela que eu fiz. Agora vou dar uma explicação.
Por que dividir? Primeiro porque a cor não pode passar de “255”, então eu sou obrigado a arrumar um método para misturar sem ter que passar. Segundo porque, se isso fosse de verdade, acredito eu que a cor teria que se dividir para ocupar a área da outra. Por exemplo, o magenta teria que ocupar a área do vermelho, que teria a área igual a da magenta, logo, o magenta se dividiria por dois, o mesmo aconteceria com o vermelho.
Mas então porque só dividir com uma cor primaria e secundaria, e não com duas primarias? Porque, se fosse de verdade, acredito eu, que os pigmentos ficariam mais ativos. Mas não sei se isso realmente aconteceria, até porque uma mistura de verdade, apenas no computador. Mas também há uma questão técnica, é a seguinte. Se pegássemos R= 255 G= 0 B= 0 e R= 0 G= 0 B= 255 (Azul e vermelho), daria roxo R=128 G= 0 B=128. Mas na verdade estamos misturando CYM também. O que aconteceria seria o seguinte, C = 0 Y= 255 M =255 + C= 255 Y= 0 M= 255, o que daria C= 128 Y= 128 M=255, o que é R= (Y= 128+ M=128) 255 G= 0 B= (C=128 + M= 128) = 255. Então na verdade, quando se mistura duas cores primarias, na verdade está se misturando duas cores secundarias das primarias do outro sistema, mas quando se está misturando cores secundarias e terciárias, se está misturando cores dos dois sistemas, logo, tem que ocorrer.
Eu ia fiz uma tabela, demorei 3 horas fazendo, mas tava um saco fazer e eu fiquei com sono e fechei a parada sem salvar. Pois é, era-se a tabela. Enfim, se eu aparecer com esse negocio editado amanhã com a tabela, é porque eu tive paciência e com vontade de mostrar pra Ju. Agora eu vou dormi, abraços a todos. Fui!
Fonte: http://umpoucosobrecor.wordpress.com/
http://pt.wikipedia.org/
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Minhas descobertas na matemática
Mas atenção, esse post é feito para leigos, alguém que saiba bem de matemática certamente achará uma besteira. Mas é que eu quero mostrar que na matemática, também há filosofia. Essas besteiras são pequenas descobertas que eu fiz, mas que todo o matemático já sabe, e provavelmente, quem é bom em matemática também. Vamos dizer que eu redescobri.
Eu me considero um autodidata em matemática. Mas apenas um pouco. Quando o professor põe um assunto no quadro, eu procuro explorar todas as possibilidades contidas nele. Acredito que, se eu trabalhasse em um meio que exigisse matemática, eu desenvolveria bem os métodos de trabalho, assim como eu faço com o assunto que o professor expõe.
Mas a matemática a qual eu estou aprendendo agora é muito básica, por isso, alguém que já está num nível mais graduado de ensino em matemática achará besteira o que eu irei falar agora, mas se lembrem, eu repeti dois anos e ainda estou na oitava série, os assuntos que eu estou aprendendo são bastante fácies. Mas o mais legal ainda é você ver a matemática profundamente e não superficialmente como costumam fazer. Por exemplo, 2x+2=20. Acredito que quando uma pessoa pouco aprofundada na matemática observa essa igualdade, ela pensa “Botarei os números para um lado, as letras para o outro, invertendo o sinal.”, até ai tudo bem, mas então eu pergunto, por quê? E ela responderá, meu professor me ensinou assim. Esta pessoa não está errada, mas, pouco aprofundada.
Como se aprofundar nisso? É só achar uma explicação racional para tal fato. A minha explicação para isso é a seguinte. O que acontece é o seguinte, separamos os números das letras, porque os números é o que temos de concreto, e as letras é o que temos de desconhecido. Mas então trocamos sinal quando arrumamos a equação. Isso porque, quando ele diz “2x+2=20”, esse “2” ta junto do “2x”. É como se fossem um valor só, então quando botamos o 2 junto do 20, temos que trocar o sinal, mas para descobrirmos o porque disso, temos que fazer como Albert Einstein disse, “Fazer as coisas mais difíceis pelo modo mais fácil.” Então, vamos fazer isso já sabendo o valor de x, que é 9, porque 2x9+2=20. Sabendo disso, agora fica mais fácil notar que, para achar o valor de X, precisamos passar o 2 pra o outro lado, porque já sabemos o valor dele, e em “2=2”, se passarmos 2 par ao outro lado como negativo, meio que anulamos o valor dele, que já é sabido, que fica “0”. Fazemos isso até só nos restar a igualdade entre o número conhecido e o valor desconhecido “2x=18”. Agora, é só dividir 18 pela quantidade de valores, que é determinada pelo número que vem antes do x, que é desconhecido. No caso, “x=9”. Temos 2 “x”, isso significa dois valores iguais. Porém, se tivéssemos x e y, teríamos 2 valores desconhecidos, podendo ou não ser iguais. A dificuldade de fazer equações como essas é que, como os dois valores são desconhecidos, um pode ser equilibrado com o outro, por exemplo. “x+y+2=20” “x+y=18”, x pode ser 18 e y 0, ou então x 8 e y10 ou x 9 ou x 9, assim por diante, afinal, não sabemos.
A mesma coisa é com raiz quadrada e com potenciação. No começo é meio fácil a teoria. Uma divisão ou uma multiplicação de mesmo número seguidas vezes. Mas o legal é quando mistura potencia com raiz quadrada, por exemplo, 2 elevado a 2/4. Na pratica, o “4” funciona como o expoente da raiz quadrada, e o “2” como o expoente da potencia. Então fica raiz quarta de 2 elevado a 2 que é igual a 2 elevado a 2/4. Fica fácil responder simplificando a fração do expoente e depois fazer o resto normalmente. Mas é bom aprofundar. Eu imaginei o seguinte, como os matemáticos descobriram isso? Daí sai procurando a resposta. Eu imaginei que poderia ser um número multiplicado por ele mesmo 2 vezes e dividido ele mesmo por 4 vezes, porque o 4 tava dividindo na potencia, dividindo o 2, que tava multiplicando o número por ele mesmo. Ai eu peguei um papel e fiz 2.2/4/4/4/4, mas ai ficaria meio estranho porque o resultado da raiz quarta de 2 elevado a dois é raiz quadrada de dois. E 2.2/4/4/4/4 certamente não daria o resultado correto. Então eu notei que o número ta sendo multiplicado duas vezes, e nessa multiplicação, há a divisão. Então só há duas divisões, e o certo seria 2.2/4/4 de dois, então que fiz as contas. 2.2 é 4 e 4/4 em fração é 16, 4/16 é igual a 1./4. Mas ainda ta errado, daí eu notei que eu esqueci de botar o próprio 2 da base. Se eu não botasse essa informação no negocio, ele interpretaria a base como 1, e ficaria raiz quarta de 1 elevado a 2, com a informação da base de dois isso muda, raiz quarta de 2 elevada a 2, então, 2.2.2/4/4 sendo o primeiro dois da base, e os outros da potenciação, a mesma coisa os 4, então ficará 8/16, simplificando, 1/2. Você mete esses 1/2 no expoente e cabo. Iria ficar raiz quadrada de 2. Sempre, a base é só a informação, os expoentes e as raízes quadradas são os números em si. Como se a base fosse “x”, e o negocio fosse o coeficiente que você opera.
E assim eu vou descobrindo essas pequenas besteiras que fazem diferença depois. Nada de decorar, mas na matemática, se você não treina, você enferruja. Foi o que aconteceu comigo hoje na prova, mas eu acho que tirei a nota máxima. Bem, sobre formulas, é bom entender também pra duas coisas, uma é se manter informado, outra é não confundi, como meu amigo fez hoje.
Vou falar de duas formulas do polígono, uma pra achar o número de diagonais e outra para achar o valor dos ângulos internos dos polígonos. É bem fácil, no caso da diagonal, cada vez que um ponto se liga a todos os outros, e estes por sua vez, se liga a os outros. Então poderíamos dizer que o número de diagonais é o número de pontos vezes dois. Bem, seria, se não fosse duas coisas. Primeiro que, uma vez que ligado um ponto a outro, o retorno desse ponto não é válido, porque se fosse valido, seria a mesma diagonal duas vezes. Isso faz o valor total das diagonais ser divida por dois. Outra coisa é que não é considerado diagonal o próprio ponto, nem os pontos vizinhos, que são dois, juntando o próprio ponto mais os pontos vizinhos soma-se 3, então terá 3 pontos que não se multiplicaram entre si. Agora vamos montar a formula. d=n(n-3)/2, para d diagonais e n números de lados. O (n-3) é para tirar as três diagonais que não se multiplicam, e o /2 é pra tirar as diagonais de ida e volta, que não são validas. O que me confundiu um pouco é que o n(n-3)/2 parecia fazer com que o -3 ficasse 1,5 por causa da divisão por dois, mas ai eu lembrei que o tem a ida e a volta, cada uma indo 3 vezes, o que daria 2x3, daí o /2 tiraria o dois do “2x3”, e ficaria tudo certo. Então, usando essa formula, temos o número de diagonais.
Algo parecido é usado para medir os ângulos internos de um polígono. Uma linha reta tem 180 graus em cada uma de suas metades. Se fecharmos essa linha, ela formará um triangulo cujo a metida da soma dos ângulos internos é 180º. Mas se você bota mais um ponto nesse triangulo, ele vira um quadrilátero com 360º. Na verdade, é como se você tivesse botado outro triangulo, ou outra linha. Com isso, a parti do triangulo, que tem 3 lados, a cada lado é mais 180º no ângulo interno dos polígonos. Então se fez a formula, a = (n-2)180, que significa dizer que ângulos internos (a) é igual a número de lados menos dois, vezes 180. “-2” porque se fosse a parti do triangulo que tem 3 lados, é que começa a contagem, então o triangulo tem que ser o primeiro, e a forma mais fácil de se fazer isso é botando -2, que faz 3 virar 1, que é o primeiro.
Bem, com essas informações encerrarei esse post. Talvez depois eu bote mais descobertas matemáticas que eu fiz, mas que todo o mundo já sabe, neste blog. Só para avisar, botei um contador de visitas nesse blog, só para eu ter um controle. Tomara que eu não fique meio frenético com isso. Hehehehehe
Abraços a todos, até a próxima.
domingo, 13 de abril de 2008
Trovões
Fui
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Peça teatral sobre educação
O trabalho ficou salvo no meu computador. Até uma semana atrás, que eu resolvi fazer uma limpeza, eu excluído o arquivo. Três dias depois, eu pensei que seria uma ótima idéia postar o trabalho no blog, pois fala da educação de um ponto de vista pratico, e não moral, como a maioria das pessoas cometem o erro de pensar. Então, eu notei que havia excluído o arquivo (caso não lembrem, eu tenho uma péssima memória), e comecei a me irritar. Falei com a garota do meu grupo para quem eu havia enviado o trabalho, ela não achou o arquivo. Eu anotei na minha “agenda” sobre fazer isso para o blog (vou falar dela no próximo post), mas como eu não tinha o arquivo, não deu pra fazer. Passaram-se alguns dias, e eu resolvi fazer outra limpeza no pc, dessa vez, olhei a lixeira, e o que eu encontro? O arquivo! Fiquei bem feliz, tanto é que agora eu to motivado a escrever isso. Enfim, ai vai a peça de teatro.
Ta mal escrita, mas a idéia é o que importa aqui.
Ato 1
Um dia, Victor estava na praça fazendo qualquer coisa, até que então conheceu dois garotos, Esder e Robinho, eles pareciam ser bem legais e que sabiam se diverti, e então roubinho chegou lá e começou a falar com eles. Eles se tornaram amigos e dois dias depois, foram à casa de Victor assistir televisão
- Mãe, trouxe amigos pra assistir TV – diz Victor
- Tudo bem filho – diz a mãe, na cozinha
Robinho e Esder sentam-se no sofá, e põe os sapatos sujos no sofá da casa de Victor, que se sentiu incomodado, mas não fez nada com medo de causar inimizade. A mãe de dele passou e viu aquela cena, o chamou no canto e disse:
- Filho, aqueles seus dois amigos estão com os pés podres em cima do sofá, dá pra você pedir pra eles tirarem? – Diz a mãe, num tom de sermão
- Mas mãe, eles são meus amigos, acho que eles iriam ficar chateados se eu pedisse pra eles tirarem o pé do sofá. Diz Victor
- Mas o sofá irá ficar sujo, isso é falta de educação da parte deles. Disse Flávia
- Pode deixar que eu limpo mãe. Diz Victor
- A questão não é essa filho, o que está em questão é que se você chegar na casa deles e fazer a mesma coisa, eles não irão gostar, e eles poderiam ficar muito bem sem o pé no sofá melando as coisas, é uma questão de respeito, se ta limpo, não precisa sujar, quem vai ter o trabalho de limpar não é eles. Diz Flávia
- Você ta certa mãe, mas eu acho que eles vão ficar com inimizade comigo se eu pedir pra eles tirarem o pé do sofá. Diz Victor
- Meu filho, se esses garotos ficarem com inimizade com você por você pedir pra eles ter um pouco de respeito com a pessoa que limpa a casa, eles não são boas pessoas. Devemos fazer o que é certo, e o certo é respeitar os outros como se fosse você mesmo. Diz Flávia
- É verdade mãe, mas não tem como a senhora ir pedir pra eles tirarem o pé não? Assim eles não iriam ficar com raiva de mim. Diz Victor
- Não filho, os convidados são seus, vá lá e fale com eles, se eles forem pessoas compreensivas e respeitadoras, eles vão entender. Diz Flávia
- Ok mãe. – Disse o garoto, indo em direção a sala.
- Galera, é o seguinte, o pé de vocês ta sujo, daria pra tirar o pé do sofá? – Diz Victor
- Ah cara, deixa a gente assim, depois tua mãe limpa o sofá. – Disse Esder
- É, ela poderia limpar mesmo, mas vocês estão dando trabalho pra ela, como visita. – Diz Victor
- E daí? – Diz Robinho
- E daí que seria agradável pra ela vocês não darem trabalho dela limpar tudo de novo, até porque ela já tem bastante coisa pra se preocupar. - Diz Victor
- É ela, não nós, relaxa ai cara. – Diz Esder
- Relaxar nada, ela é minha mãe, e mesmo que não fosse, vocês estão errados. Eu queria ver se fosse com vocês, um bando de desconhecido sujando suas casas, queria ver se vocês iam gostar. – Diz Victor
- Falou bem, SE, fosse conosco, mas não é. – Diz Robinho
- Mas imaginem, se acontecesse isso com vocês, o que vocês iam sentir? E o que iam fazer? – Diz Victor
- Sei lá. – diz Robinho
- Pensa ai diz – diz Victor
- Acho que eu ia ficar com raiva e não iria deixar mais esses visitantes entrarem. – diz Robinho
- Então, é assim que minha mãe ta se sentindo, e os visitantes são vocês, ela tem todo o direito de expulsar vocês daqui, porque a casa é dela. – Diz Victor
- Mas isso seria grande falta de educação da parte dela, nos expulsar – diz Esder
- Mas ela tem uma justificativa pra fazer isso, olha o que vocês estão fazendo! – Diz Vicotr
- Aff, ok, a gente tira o pé de seu sofá limpinho – diz Esder
- É – confirma Robinho
- Pois bem, vamos continuar assistindo TV. Diz Victor
- Ato 2 -
E assim, os dois tiraram o pé do sofá, e continuaram a assistir a televisão durante alguns minutos, e então resolveram ir pra rua.
- Vamo pra rua galera? – Diz esder
- Vamo. – diz Robinho
- Ok, mãe, to saindo pra rua. – diz Victor
- Certo, mas volte cedo. – Diz flávia
E foram. No meio do caminho, Robinho pega de sua calça uma latinha de piche, e diz
- Vamo pichar galera.
- Beleza – diz esder
Robinho, sem falar nada, vai atrás deles, não concordando muito com a idéia. Chegam na parede, limpinha, e começam a pichar
- Ta ficando irado. – diz esder
- É, hahahaha - diz Robinho
- Galera, isso não é uma boa idéia. – diz Victor
- Por que? Ta com medo de ser pego? – Diz Esder
- Você não? – Respondeu Victor
- Um pouco, mas essa é a emoção de pichar, fazer errado, neh não Robinho– diz esder
- Então. – Diz Robinho
- Mas se é errado, por que fazer? Só pela emoção? – Diz Victor
- É – afirma esder
- Mas cara, isso é errado. – Diz Victor
- Não quero saber, ninguém vai saber. – Diz Esder
- Você vai. – Diz Victor
- E daí? – diz Esder
- E se você for pego? – diz Victor
- Ah, isso é besteira, só um muro, os policias só prendem porque é dever deles. – diz esder
- Os policias prendem porque é errado. – diz Victor
- Por que é errado? Só porque o delegado diz? – Pergunta Robinho
- Não, porque o dono do muro não gosta que você piche o muro dele. – Diz Victor
- E o que a policia tem haver com isso? – Diz Robinho
- Tem haver que se não houvesse a policia pra fazer justiça, alguém teria que faze – lá, e esse alguém certamente seria o dono desse muro que você está pichando, e ele certamente poderia te matar, já que a policia não teria nada haver com isso. Diz Robinho
- Pera ae, matar já é outra coisa. Diz Victor
- É nada, ele tem um motivo de te matar. Toda vez que ele pinta a parede, vem você e suja, daí ele pinta, e você suja. O dinheiro que ele gastar, se juntar, ele poderia fazer outra coisa pra melhorar a vida dele. Por isso a necessidade da existência da justiça. Ela atua sobre todos, e a favor de todos.
- É, mas tem um monte de policial corrupto. – Diz Robinho
- É, nada tão perfeito quando deveria ser. Mas com certeza esses policias devem pensar igual a você. Então não reclame deles existirem.
- É, você ta certo. – Disse Robinho.
- Verdade. Eu e minha mãe sempre reclamamos dos políticos safados. Mas pensando bem, nós devemos primeiro olhar para nós mesmos. Disse Esder
- Pois é, é tão fácil criticar os outros por seus atos, que as vezes você nem repara em si mesmo. E o pior de tudo isso é que as vezes criticas são feitas e conceitos são formados sem se saber toda a verdade, pessoas podem forma conceitos errados devido a uma critica má intencionada ou má interpretada. Vai que alguém queira fazer a justiça baseado em alguma afirmação mentirosa? Por isso a necessidade de provas, para a policia agir. Diz Victor
- Verdade – diz esder.
- Ah cara, é legal pichar muro, mas eu não quero me torna aqueles políticos safados dos quais todos criticam. Vou parar de pichar. – Diz Robinho
- Pois é, eu também. – Diz Esder.
- Que bom. Vamos andar por ai.- Diz Victor
- Beleza. – Afirma os outros dois
Ato 3
Os três garotos foram andando na rua, passou um velhinho de bengala. Esder olhou pra Robinho e disse
- Vamo?
- Vamo – responde robinho, já começando a correr. Foram em direção ao velhinho de bengala e começaram a bater nele. A mãe de Victor estava no local, viu o absurdo e Victor indo ao encontro do velhinho de bengala. Victor foi ajudar o velhinho de bengala, enquanto a mãe esperava pra ver a reação do filho.
- Você ta bem? – Perguntou Victor
- To sim meu jovem, muito obrigado. Que mal educado aqueles outros jovens lá, quero ver quando eles tiverem na minha idade, o que vão pensar das crianças que fizerem isso com eles. – Reclamou o velho
- Pois é, vou falar com eles – disse Victor
- Não vá arrumar encrenca meu jovem, obrigado pela ajuda, vou indo. Tchau – Disse o velho
- Tchau, boa tarde pro senhor – Disse Victor
- Obrigado – Disse o velho.
Logo após esse pequeno dialogo, a mãe de Victor chega revoltada com tal ato
- Filho, sinceramente, você acha isso certo? Diz flávia
- Claro que não mãe! Diz Victor
- Eu não concordo com você andando com esses garotos. Diz flávia
- Eu sei, mas eu vou conversar com eles. Diz Victor
- Filho, eu quero que vc se afaste deles, não quero esse tipo de influencia pra vc. – Diz flávia
- Mãe, eu já tenho consciência do que é certo e errado, não é porque eu ando com eles que eu vou deixar de saber o que é certo ou errado. Diz Victor
- Eu sei, mas por causa desses jovens, as vezes outros jovens são levados a fazerem o que não querem. Diz flávia
- Mãe, isso é problema deles, cada um é o único responsável por seus atos, não é por que meus amigos disseram que é pra eu fazer que isso vai se torna certo ou a culpa cairá sobre eles. Eu que fiz, eu que sou o responsável. Diz Victor
- Pois é, eu confio em vc, espero que vc fale com esses garotos. Diz flávia
- Vou ir agora falar com eles mãe, em casa a gente conversa mais. Diz Victor
- Ok – Afirma flávia, seguindo para casa.
Victor foi até os dois jovens que tinham feito tal ato, os dois encontravam-se rindo muito.
- uhauHUASHuashuAHsushSAUH – Esder
- Uhaushasuhasuhauhaauhahaa – Robinho
- kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk asahasuhahahaha – Esder e robinho
- Por que vc fizeram aquilo? – ChegaVictor, bem irritado
- Cara, tu não achou divertido? – Perguntou Esder
- Divertido até pode ter sido, o que eu não acho. Mas e aquele senhor, ele quase se feriu na brincadeira de mal gosto de vocês. – Disse Victor
- Ah, mas é apenas um velho que come aposentaduria. – Diz Victor
- Um velho que trabalhou e teve sua participação na sociedade em que você vive, e mesmo assim ele não tem culpa de envelhecer, todos envelheceremos. – Victor
- É, mas ainda somos jovens, não temos que nos preocupar com isso. – Diz esder
- Claro que tem que se preocupar sim. Vocês são jovens mas serão velhos um dia, e quando vocês forem velhos? Gostaram que crianças façam isso em vcs? – Disse Victor
- Claro que não. – Disse Esder
- É a mesma coisa da situação anterior, estamos errados, mas eu te pergunto, como vamos nos diverti? – Pergunta Robinho
- Podemos nos diverti de varias formas respeitando os outros em volta.- Diz Victor
- Como? - Interroga esder.
- Antigamente, na época da minha mãe, todos se divertiam sem precisar fazer isso o que vocês fazem hoje. Basta um pouco de criatividade, e francamente, com tanta tecnologia que temos hoje, não é possível que vc não pense em nada divertido. – Disse Victor
-FIM-
Eu vou falar agora um pouco sobre o que eu penso sobre educação.
Há conceitos sobre educação que eu acho muito errado. As pessoas são educadas, mas não sabem o porquê que devem ser educadas. Por isso acham tudo isso uma grande tolice e só são educadas em meios sociais onde são observadas e avaliadas. Mas, como talvez, todas as coisas no mundo, tudo existe uma razão de ser como é. É exatamente isso o que eu quis mostrar nesse texto, que a educação existe em razão a deixar todas as pessoas no meio a que se encontram confortáveis.
Muita gente diz, “é mal educado comer de boca cheia’. Frescura? Não, imaginem só vocês comendo, daí chega um cara e põe um monte de gororoba na boca e começa a falar, comendo e falando, cuspindo comida enquanto fala. Certamente, não é uma coisa muito agradável de se ver enquanto se está comendo. Mas tem gente que nem liga, mas pelo sim, pelo não, é bom ser agradável.
“Não façam com os outros o que você não quer para si mesmo”. Essa frase ajuda bastante as relações humanas, se pelo menos, metade das pessoas fizessem isso, o mundo seria melhor. Mas hoje em dia, as pessoas só pensam em si mesmas e julgam os outros, mas reclamam ao serem julgadas. Ora, se não gosta que façam com você, por que faz com os outros? Há uma coisa muito ruim, chama “individualismo”. Muitas pessoas pensam que felicidade, é conseguir o que quer, leia o post anterior e você vai ver meu conceito de felicidade.
O próximo assunto sobre o qual eu vou falar, possivelmente será sobre o individualismo ou mais alguns conceitos de valores. E com isso eu vou encerrando, acho que não tenho muita coisa pra falar hoje. Boa noite a todos, até a próxima.
sábado, 5 de abril de 2008
Buda, questionamentos e felicidade
Só do tempo da criação do bloco de notas até agora, eu tenho uns cinco assuntos, nem sei por qual eu vou começar, pensei em fazer sorteio mas, vou começar pelo primeiro da lista, e isso é felicidade.
Eu tenho certo tabu em falar de felicidade. O que é felicidade? Como se consegue? Por que há tantas pessoas lutando desesperadamente pela felicidade? Está felicidade relacionada à alma gêmea? Desejos? Será felicidade algo mágico? Ou algo que apenas o dinheiro trás? Ou será que apenas o reconhecimento social consegue fazer a felicidade funcionar?
Pra começar, eu vou explicar o porque felicidade é um tabu pra mim. Felicidade é um troço meio estranho, não sei bem explicar, mas felicidade é como se fosse algo abstrato, falar de felicidade em si é mentira, porque felicidade sempre está relacionada a alguma coisa. E felicidade é meio brega. E outra coisa, se eu começo a falar que eu sou feliz, logo eu vou ficar pensando nisso, e talvez eu crie a pseudo-necessidade que muita gente de que precisa se sentir feliz, mas quando por qualquer motivo, ela não se sente totalmente feliz, ela acaba achando que não é feliz e fica desanimada a tal ponto de se sentir infeliz.
Resumindo-se a uma frase, “Quem deseja sofre”. Eu ouvi meu professor de historia e geografia da sétima serie falar isso, ele falou que essa é uma frase de Buda, e contou um pequeno resumo sobre ele, vou fazer um resumo menor ainda e logo voltarei ao ponto nesse parágrafo.
Na Índia, o pessoal tem costume contrario ao Brasil, eles põe “a” para homem e “o” para mulher. Quando Buda nasceu, o pai dele quis que ele nunca sofresse, sempre deu tudo o que ele quis, nunca expôs Buda em contato com a tristeza – ele era o suficientemente rico para isso -, mas em um belo dia, Buda sai das propriedades do pai, onde ele tinha segurança e foi dar um passeio no mundo externo. Nesse passeio a cavalo, Buda viu um enterro de cremação, e viu todas as aquelas pessoas sofrendo muito, foi o primeiro contato que ele teve com sofrimento, e então ele tomou um choque e abandonou tudo o que tinha para conhecer o mundo. Ele se isolou de tudo e começou a pensar sobre a vida (e ai é que vêm aqueles monges isolados, carecas e que comem apenas as plantas que cultivam).
Antes de voltar a aquele ponto, vou falar um pouco dos monges. Eu não sei tanto sobre a cultura dos monges, por isso vou só arriscar uns palpites. Monges são, para mim, pessoas que se desprendem totalmente da vida e vão para o monastério esperar a morte chegar, mas cultuando ao Buda. Eles seguem um monte de costumes que, basicamente, servem para se desprenderem das coisas que causam preocupação e desejo. Por que isso? Para alcançar a felicidade.
Voltando ao ponto. Para sermos felizes, não precisamos de absolutamente mais nada que saciar nossas necessidades biológicas. Sim, amiguinhos, tão simples assim. E é isso o que os budistas fazem. Afinal, o que precisamos? Biologicamente falando, apenas de garantia de sobrevivência. O que seria isso?
Vivemos hoje numa sociedade muito diferentes das sociedades originais. Muitas pessoas pensam que, a sociedade não tem nada haver comparado a uma selva, na verdade, muitas não sabem nem no que vivem, simplesmente não pensam, vivem por viver. Mas não é bem assim. Pode-se dizer que os atos de selvageria “não existem”, porque usamos a inteligência ao em vez da força. Nossa comida conseguimos com dinheiro, em vez da caça. Mas ainda vivemos numa selva, no sentido de que, o mais forte tem maiores chances de sobrevivência que os mais fracos. E como saber quem é mais forte ou mais fraco? Dinheiro.
Vivemos hoje numa sociedade onde alguns fazem tudo por dinheiro, não sabem o porquê fazem isso. Outros fingem não ligar para dinheiro, mas ficam atiçados por dentro quando alguém com grana aparece. Eles disfarçam por que, muitos no mundo, dizem que dinheiro não significa nada. Ora essa, o que compra nossa comida, água, casa, carro, e várias outras contas que aparecem para serem pagas? O que te dá conforto e segurança? Dinheiro.
Se você tem mais dinheiro, mais chances de sobreviver você tem no mundo. Esse é, atualmente, o “Mais forte sobrevive” para aqueles que fazem tudo por dinheiro. Mas não é só em dinheiro que acontece isso, pois, o mesmo acontece em relacionamentos namoro, relacionamentos de amizade e entre várias outras coisas que o humano considera importante. Mas, poucos param para pensar no por que tudo isso é importante, e é levado no impulso dos instintos de sobrevivência atuais.
Mas sobreviver atualmente não é lá tão difícil, o difícil é estar satisfeito. Muitas pessoas dizem buscar a felicidade, mas quando se pergunta a elas, como elas pretendem chegar a felicidade ou até mesmo o que é felicidade, elas não sabem. Muitas delas acreditam que felicidade é o que passa na TV, onde você tem que viver uma historinha bonita pra aprender a dar valor ao que tem, ou então passa a novela inteira lutando atrás do sonho, para só então depois de conquistado esse sonho, a pessoa pode sentar e dizer, “eu sou feliz”. Pras pessoas é muito simples, elas escolhem algo para desejar e alcançar, perde um monte de tempo da vida lutando apenas por aquilo e se esquece do resto, daí perde um bom tempo de vida, para no meio, e começa a correr atrás do resto. Ou então fica a deus dará, fazendo o que achar que seu “coração” acha melhor, se preocupando com os impulsos instintivos de sobrevivência, mas daí quando vêem que o coração não leva a lugar nenhum é no meio do tempo.
As pessoas idealizam “ser o melhor” como objetivo por um simples motivo, você sendo o melhor, tem mais chance de sobreviver, não importa no que. Seja na popularidade, seja com o melhor namorado, seja com mais dinheiro, seja o campeão no torneio ou qualquer outra coisa, tudo tem como objetivo ser o primeiro lugar. O problema é que isso exige dedicação, dedicação exige tempo só pra uma coisa, tempo só pra uma coisa faz com que o resto seja esquecido temporariamente, e quando chega a hora que ta precisando, cadê? O mesmo acontece com quem quer muito dinheiro. Quanto mais dinheiro, mais trabalho, mais dedicação no trabalho, menos tempo pras outras coisas, e, quanto mais dinheiro, mais padrão de vida, que gera mais divida, que gera mais trabalho, que tira o sossego que o dinheiro dá.
As pessoas deviam saber o porque querem as coisas. Por que eu quero ser o mais rico? E não se deixarem levadas por instinto. O cara vai lá, trabalha, trabalha, trabalha, consegue muita grana, daí fica rico, daí aumenta o padrão de vida, daí quer mais, e tal, só que nisso, ele ta se esquecendo do resto, em algum momento ele vai se tocar. E olhem os budistas, com o suficiente para serem felizes. Há também uma relação de desejos, porque se você deseja ser risco, mas sem saber o porque deseja, vai acabar sofrendo porque não tem o que deseja. É bem simples assim.
O desejo está relacionado a necessidade racional que é guiada pelos instintos. Se pode racionalmente desejar qualquer coisa, e essa coisa normalmente é guiada pelo instinto, cabe a você controlar os seus desejos, pelo simples fato de que se você deseja, você sofre.
E não precisa ser rico, da pra viver com pouca coisa e o suficiente bem. Mas o humano também tem necessidades sociais, e nessas necessidades aplicam-se a idéia de que “Eu preciso ter os melhores amigos” ou “eu preciso ter o melhor namorado”, e eu te pergunto, por quê? Ah, porque você é especial? Por isso não é? Olhe a seu redor, observe a quantidade de pessoas que existe. E outra, por que você se acha tão especial? O que será especial? Único? Todos somos, a variação genética dá uma pequena garantia disso, mais as experiências da vida.
Quanto mais desapegado aos desejos, mais leve você vai se sentir. E sobre as relações sociais, você não precisa das melhores, e sim das mais seguras. Pra que ter os melhores amigos se eles te levam a reprovar de ano? Pra que você ter o melhor namorado se ele te faz sofrer muito e liga pouco pra você? Por que não ter uns amigos legais e um namorado legal, sendo os dois estáveis? E por que não, se contentar com isso? Ah, mas precisamos lutar pra dar valor.
“Lutar”, isso me lembra derramar sangue que me lembra sofrimento. Por que apenas dar valor as coisas que se conquistam? E tudo que você ganhou, não dar valor? A nossa cultura, nosso conhecimento, o carinho de mãe ou de pai. Enfim, Devemos saber o porque queremos o que queremos, assim como devemos saber o porque as coisas são como são, isso nos leva ao amadurecimento mental e entre outros benefícios.
Enfim, com isso encerro esse post não tão organizado, mas ai é mais ou menos minha idéia. Abraço a todos, e em breve botarei um sistema de menus por aqui, talvez. Tchau!