Cá estou eu, escutando Ludov, com perturbantes pausas na música, por algum maldito defeito no meu computador que, ultimamente, vem dando defeito de novo, o pior de tudo é que eu não sei o que está havendo. Está um calor desgraçado, e a única coisa que eu consigo fazer é reclamar, mas a voz da Vanessa me acalma. Estou escrevendo e baixando supa-supa, jogo da mesma empresa de skyblade, que, definitivamente parei de jogar. Acabei de alterar meu nick, pois só “Leandro”, estou fazendo isso para depois rir de mim mesmo, se eu ler isso aqui. Vou lembrar-me desse exato momento que eu estou escrevendo, quando acabou “estrelas” e começou a tocar “O dia em que seremos felizes”, duas ótimas músicas da banda Ludov.
Sim, hoje é sábado. Não faço a mínima idéia do que fazer hoje ou amanhã, por isso estou escrevendo qualquer coisa aqui, esperando o tempo passar logo. Eu considero viver uma perca de tempo, afinal, iremos morrer. Sempre estamos ou felizes, ou tristes. Normalmente os momentos de felicidade não compensam os de tristeza, mas não é sempre nessa ordem. Ruim saber que a tristeza ou felicidade são provocadas apenas por nossos corpos, que o motivo de tanto sofrimento é apenas a química que nossos corpos lançam, assim como a felicidade. Não há mágica.
Lembrei de uma parte da teoria do caos, que dizia que, para inteligência que possuísse toda a sabedora do mundo, não haveria passado presente ou futuro. Pra quem não sabe, a teoria do caos é a teoria que diz que todos os grandes resultados são resultados de pequenos resultados resultantes de resultados menores ainda, e assim por diante e que qualquer alteração desses pequenos resultados alteraria drasticamente o grande resultado. Essa teoria do caos faz parte do estudo da física e ainda está sendo estudada. Eu acredito que ela seja verdadeira, que no mundo, não há mágica, há apenas variáveis de mais para a mente humana. É por causa dessa teoria e de eu gostar de matemática que, talvez, eu vá estudar física no futuro.
Seguir leis sem saber o porquê de sua existência ou significado é uma ignorância que pode levar a burrice ou perda de pontos estratégicos. Por isso, sigo apenas as minhas próprias regras. Por: Leandro Moura
sábado, 29 de setembro de 2007
Futuro Físico
Postado por:
Devir Social
às
21:59:00
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Pessoal
Voltei
Saudações a todos, depois de um longo período sem escrever nesse blog, aqui estou eu, voltando a escrever... Como todos sabem, sou péssimo em criar bons assuntos pra escrever então, voltarei ao meu lema: O importante é atualizar!
Como passei muito tempo sem escrever, vou fazer um breve resumo sobre o porquê desse ocorrido e também sobre os futuros rumos, táticas e estratégias que pretenderei dar a minha vida.
O motivo do afastamento é basicamente simples. Tempo e preguiça. Sim, meus amigos, tenho problemas com tempo. Todos devem pensar que eu sou um nerd que não faz nada. Isso é verdade, acontece que eu estava jogando uns jogos online, primeiro bRose, depois Skyblade. Sendo que skyblade eu pretendo continuar a jogar, enquanto rose, já exclui do PC. Mas, de fato, estou enjoando de jogos online. Perco muito tempo upando alguns leveis que não me ajudaram em nada. Quem ganha uma mulher ou um emprego dizendo “Sou level 300 no tíbia.” A mina concerteza vai pensar de primeira “Nossa, que cara nerd! Nem vai ter tempo pra mim.” Por esses e mais alguns argumentos, declaro oficialmente que estou parando de jogar jogos online.
Pretendo agora fazer algum projeto que me faça pensar e aprender, mas ainda não tenho menor idéia do que fazer. Pretendo também jogar mais RPG com meus amigos e também me dedicar a matemática, fazendo alguns concursos tentando tirar em primeiro lugar para assim, eu ganhar alguma grana investir em algo. Passar de ano, claro, estou atrasado dois anos, dois anos! E isso é definitivamente ruim pra mim, mas acostuma.
Por enquanto é isso. Levarei comigo na cabeça uma lista para todas as coisas que eu pensar, eu postar. Esperem bastante lixo vindo daqui, mas também, coisas interessantes.
Abraço a todos.
Como passei muito tempo sem escrever, vou fazer um breve resumo sobre o porquê desse ocorrido e também sobre os futuros rumos, táticas e estratégias que pretenderei dar a minha vida.
O motivo do afastamento é basicamente simples. Tempo e preguiça. Sim, meus amigos, tenho problemas com tempo. Todos devem pensar que eu sou um nerd que não faz nada. Isso é verdade, acontece que eu estava jogando uns jogos online, primeiro bRose, depois Skyblade. Sendo que skyblade eu pretendo continuar a jogar, enquanto rose, já exclui do PC. Mas, de fato, estou enjoando de jogos online. Perco muito tempo upando alguns leveis que não me ajudaram em nada. Quem ganha uma mulher ou um emprego dizendo “Sou level 300 no tíbia.” A mina concerteza vai pensar de primeira “Nossa, que cara nerd! Nem vai ter tempo pra mim.” Por esses e mais alguns argumentos, declaro oficialmente que estou parando de jogar jogos online.
Pretendo agora fazer algum projeto que me faça pensar e aprender, mas ainda não tenho menor idéia do que fazer. Pretendo também jogar mais RPG com meus amigos e também me dedicar a matemática, fazendo alguns concursos tentando tirar em primeiro lugar para assim, eu ganhar alguma grana investir em algo. Passar de ano, claro, estou atrasado dois anos, dois anos! E isso é definitivamente ruim pra mim, mas acostuma.
Por enquanto é isso. Levarei comigo na cabeça uma lista para todas as coisas que eu pensar, eu postar. Esperem bastante lixo vindo daqui, mas também, coisas interessantes.
Abraço a todos.
Postado por:
Devir Social
às
00:59:00
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Pessoal
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Cap. III
Cap. III
Um novo dia nasce. O despertador completa sua função novamente, manhã fria e agradável. Com pouca vontade de ir para a escola, me levanto lentamente da minha confortável e desarrumada cama. Dirijo-me a cozinha e encontro o meu café da manhã pronto, feito por minha mãe. Sento-me à mesa como todos os dias e começo a comer. Naquele momento eu comecei a pensar na escola e no clã, e logo depois começo a pensar naquela garota. Tão cedo, e eu já pensando nela, coisa estranha. Talvez isso seja causado devido à inigualável presença dela, tão forte e sutil que eu nunca senti antes em nenhuma garota. Termino o café da manhã, troco de roupa e sigo pra escola. No meio do caminho, ouço a voz do meu amigo que tinha jogando videogame no dia anterior comigo. Era o Junior, ele mandava que eu o esperasse, então foi o que eu fiz. Ele atravessou a rua e começamos a andar, comentando sobre a manhã, que estava muito fria. Chegamos à escola, algumas garotas vieram falar com o Junior, que era popular entre as garotas da escola, talvez pelo seu jeito extrovertido e sistemático, sistema esse constituído por regras e mais regras de joguinhos de sedução, dos quais todas as garotas se interessam. Ao terminar de falar com as garotas, Junior sugere que fossemos direto para sala de aula, então fomos. Chegando lá, sentamos nas ultimas cadeiras da sala, que era nossas cadeiras preferidas. A sala estava quase vazia, se não fosse por nós e mais três alunos, que estavam sentados na frente. O Junior comentava sobre as garotas que ele havia pegado nas férias, quando o sinal bate. Nós preparamos para a chegada do professor. Todos os alunos que antes estavam pela escola, começam a entrar para suas respectivas salas de aula, isso causava típico barulho nos corredores. De pouco em pouco, em poucos minutos todos os alunos se encontravam na sala de aula, e o professor chegava dando bom dia. Era o primeiro dia de aula depois das férias. Alguns alunos novos, e aquele velho clima de rever os amigos depois das férias, e de entusiasmo pra voltar a estudar, que logo depois acabaria assim que as provas começassem. O professor da primeira aula era extrovertido e alegre, resolveu fazer uma dinâmica de socialização entre os alunos. Percebi que havia algumas cadeiras vazias, isso significava que alguns alunos ainda não chegaram ou faltaram ao primeiro dia de aula, o que era bem comum a primeiros dias de aula. A dinâmica era simples, deveríamos apenas escrever uma pergunta num papel, trocar os papeis entre os alunos da sala e responder o papel. Depois, ele escolheria o aluno, o aluno se levantava, dizia seu nome e de onde veio e respondia a pergunta e fazia a resposta, para outro aluno responder com o que tinha no seu papel. E assim, passamos a primeira aula com varias risadas. Havia poucos alunos novos, a maioria dos alunos do ano passado continuavam lá. Eu estava um pouco curioso para saber quais alunos haviam faltado. A dinâmica estava rolando, enquanto eu segurava o papel na mão e pensava sobre quais seriam aqueles alunos, se seriam alunos novos ou os alunos veteranos ,quando de repente, me passa à cabeça o breve pensamento daquela garota, um breve pensamento que se prolonga, e de repente, me encontro em desnorteantes pensamentos referentes a aquela inigualável garota que ainda não tinha deixado minha cabeça, pensamentos estes dela estudando na mesma sala que eu, fiquei imaginando se conseguiria me concentrar na aula com a presença dela. O sinal toca e eu volto a mim. O professor se despede dos alunos enquanto virava na porta da sala e a fechava, ninguém ligava muito. Os alunos que faltavam começaram a entrar, primeiro, entrou umas duas garotas, e depois entrou um garoto, meio nerd, usando óculos e tímido. Faltavam ainda duas pessoas, dentre elas, Juliana. O professor da segunda aula demorava a chegar, eu e os alunos antigos conversávamos sobre as férias. A porta se abria novamente, dessa vez era o professor, acompanhado por duas lindas garotas, uma delas era a Juliana, simpática e educada como sempre, e do lado dela ninguém menos que a garota que eu venho pensado desde o dia em que eu a encontrei, Amanda. Ela entrou junto com o professor e Juliana, sentou nas bancas vazias, junto com Juliana. Juliana parecia ser uma grande amiga delas, pois elas mostravam certa intimidade. Fiquei lá, na minha, chamei Junior e mostrei a garota pra ele, disse que ela parecia ser comum. Não concordei, e fiquei conversando com ele lá no fundo, sobre isso. O professor começou a aula, todos da sala começavam a dar atenção ao professor, e estava acontecendo tudo exatamente do jeito que eu imaginei. Eu não tava conseguindo me concentrar, tinha mais vontade de ficar olhando para ela do que assistir a aula do professor, mesmo sabendo que era importante. Fiquei um bom tempo apenas olhando para ela, com apenas a preocupação que ninguém percebesse, acho que o único que percebeu foi o Junior, já que eu havia contado pra ele. O tempo passou, a aula terminou, os alunos voltaram à conversa no pouco tempo que os professores trocavam de sala. Eu comentei ao Junior que não estava conseguindo me concentrar, que quase sempre me perdia em meio aos desejos calorosos que eu tinha de ter aquela garota em meus braços. Ele respondeu pra min que eu estava simplesmente ficando louco. Fiquei pensando se não estava, mas eu ainda tinha capacidade de capacidade de tomar uma decisão consciente, então não estava louco, por mais que parecesse. O recreio toca, todos saem para se destruírem e lancharem. Eu me juntei com alguns amigos e foi também. Ficamos lá no canto da quadra, sentados e conversando sobre as férias. Um certo tumulto começou no meio do recreio, no outro lado da quadra onde eu e os meus amigos estávamos sentados. Levantamos e fomos ver o que era rapidamente. Era o diretor da escola dando boas vindas para todos os alunos com uma noticia empolgante. – Sejam bem vindos todos os presentes novatos e a aqueles que voltaram de férias. Somos o colégio Spitfire, e também queremos anunciar que o torneio de clãs locais está Spitfire está aberto, organizem-se e treinem, pois irão precisar disso para conseguir uma boa colocação. As premiações serão decididas de acordo com a quantidade de clãs que se escreverem. Teremos belos combates aqui senhores, e conto com vocês no meio. Bom dia a todos, e aproveitem tudo o que poderem! Antes mesmo do diretor termina de falar, podia-se ver a euforia em muitas pessoas ali presentes. O torneio de clãs locais estava dali a alguns meses, e todos esperam pelos dias de competição. Pouco tempo depois do pronunciamento, o sinal toca, eu caminho até a sala e me separo dos outros. Ao entrar, vejo umas meninas dançando sedutoramente no meio da sala, com um aparelho de som na cadeira, ligado na tomada da parede. Eu entro e sento na minha banca, e fico olhando, calado, aquela imprópria cena. Logo mais chega Junior, Juliana e Amanda entram conversando, e, ao me ver, Junior vem direto pra cadeira do meu lado. Ele senta todo espalhado, e se inclina pro meu lado e fala – gostosas não? Eu, ao escutar aquilo dou um pequeno sorriso, e digo num tom de quem está gostando – São sim cara. Juliana começa a dançar junto com as outras, e chama Amanda pra ir, que aceita sem hesitar. As duas dançando sedutoramente, eu e o Junior ficamos com olhares vidrados nelas. Eu preferia Amanda, mas com certeza Juliana não ficava atrás. Enquanto elas dançavam, Junior se inclina um pouco pra mim e diz – Cara, eu pego a Juliana e você a Amanda ok? Eu levo um susto ao escutar aquilo, e fico com uma fisionomia um pouco assustada e respondo pra ele – Cara, a Amanda é muito linda, mas não sei se consigo ficar com ela. Junior olhou para mim espantado e também como quem não estivesse entendendo. – Como não? Ela é linda cara, e gay você não é que eu sei. Aquela outra guria que você deu um trato um dia desses até hoje não se esqueceu de você. – Pode ter certeza cara, gay não sou. Mas não me sinto à-vontade ficando com ela. Não sei explicar, mas só sei que é assim. Ele olha pra mim com uma cara feia e fica calado, e depois volta sua atenção para as meninas de novo. Nesse momento, a professora chega, dando um animado bom dia, e bastante disposta pra começar a aula. As meninas recolhem o som e arrumas as coisas. A professora fez um pequeno comentário sobre a animação das meninas. E logo depois começou a aula de inglês. Dessa vez, tentei me concentrar mais na aula, em vez de ficar apenas olhando pra ela, como eu havia fazendo nas aulas passadas. O tempo passava, às vezes eu olhava para Amanda, sem saber o porquê. Eu apenas olhava, mas gostava daquilo. Isso é de longe, a coisa mais estranha que eu já senti. O tempo continuava a passar, o sinal demorava a tocar, a professora tava dando um assunto meio chato, e fácil. Pouco antes de tocar o sinal, todos já estavam arrumando suas bolsas, para quando o sinal tocar, saírem disparados para onde tiverem que ir, isso é até engraçado. O sinal toca, e todos pegam suas bolsas e saem disparados para a porta, como sempre fazem. Isso já vem dos anos anteriores. Pego minha bolsa, e saio também, vou em direção a saída. Lá, por acaso, encontro Junior conversando com alguns caras que eu não conhecia. Ele me viu, e fez sinal para que eu o esperasse. Sentei num banco que tinha lá e fiquei esperando ele. Não demorou muito, já vinha ele, dizendo “vambora” e começando a andar. No meio do caminho, nós viemos conversando sobre varias coisas, mas nada muito importante. No meio do caminho nós nos separamos, ele pegou o caminho dele, e eu o meu, e o resto do caminho foi rápido, e eu também já estava apresando os passos, pois estava com fome. A primeira coisa que eu fiz quando cheguei em casa foi ir direto pra cozinha, pegar meu almoço. No meio da sala, eu encontrei minha mãe, um braço cruzado e com a outra mão na boca, roendo unha. Ela parecia meio preocupada com a noticia na televisão, mas eu estava com tanta fome que passei direto pra cozinha, sem nem perguntar muita coisa.
Um novo dia nasce. O despertador completa sua função novamente, manhã fria e agradável. Com pouca vontade de ir para a escola, me levanto lentamente da minha confortável e desarrumada cama. Dirijo-me a cozinha e encontro o meu café da manhã pronto, feito por minha mãe. Sento-me à mesa como todos os dias e começo a comer. Naquele momento eu comecei a pensar na escola e no clã, e logo depois começo a pensar naquela garota. Tão cedo, e eu já pensando nela, coisa estranha. Talvez isso seja causado devido à inigualável presença dela, tão forte e sutil que eu nunca senti antes em nenhuma garota. Termino o café da manhã, troco de roupa e sigo pra escola. No meio do caminho, ouço a voz do meu amigo que tinha jogando videogame no dia anterior comigo. Era o Junior, ele mandava que eu o esperasse, então foi o que eu fiz. Ele atravessou a rua e começamos a andar, comentando sobre a manhã, que estava muito fria. Chegamos à escola, algumas garotas vieram falar com o Junior, que era popular entre as garotas da escola, talvez pelo seu jeito extrovertido e sistemático, sistema esse constituído por regras e mais regras de joguinhos de sedução, dos quais todas as garotas se interessam. Ao terminar de falar com as garotas, Junior sugere que fossemos direto para sala de aula, então fomos. Chegando lá, sentamos nas ultimas cadeiras da sala, que era nossas cadeiras preferidas. A sala estava quase vazia, se não fosse por nós e mais três alunos, que estavam sentados na frente. O Junior comentava sobre as garotas que ele havia pegado nas férias, quando o sinal bate. Nós preparamos para a chegada do professor. Todos os alunos que antes estavam pela escola, começam a entrar para suas respectivas salas de aula, isso causava típico barulho nos corredores. De pouco em pouco, em poucos minutos todos os alunos se encontravam na sala de aula, e o professor chegava dando bom dia. Era o primeiro dia de aula depois das férias. Alguns alunos novos, e aquele velho clima de rever os amigos depois das férias, e de entusiasmo pra voltar a estudar, que logo depois acabaria assim que as provas começassem. O professor da primeira aula era extrovertido e alegre, resolveu fazer uma dinâmica de socialização entre os alunos. Percebi que havia algumas cadeiras vazias, isso significava que alguns alunos ainda não chegaram ou faltaram ao primeiro dia de aula, o que era bem comum a primeiros dias de aula. A dinâmica era simples, deveríamos apenas escrever uma pergunta num papel, trocar os papeis entre os alunos da sala e responder o papel. Depois, ele escolheria o aluno, o aluno se levantava, dizia seu nome e de onde veio e respondia a pergunta e fazia a resposta, para outro aluno responder com o que tinha no seu papel. E assim, passamos a primeira aula com varias risadas. Havia poucos alunos novos, a maioria dos alunos do ano passado continuavam lá. Eu estava um pouco curioso para saber quais alunos haviam faltado. A dinâmica estava rolando, enquanto eu segurava o papel na mão e pensava sobre quais seriam aqueles alunos, se seriam alunos novos ou os alunos veteranos ,quando de repente, me passa à cabeça o breve pensamento daquela garota, um breve pensamento que se prolonga, e de repente, me encontro em desnorteantes pensamentos referentes a aquela inigualável garota que ainda não tinha deixado minha cabeça, pensamentos estes dela estudando na mesma sala que eu, fiquei imaginando se conseguiria me concentrar na aula com a presença dela. O sinal toca e eu volto a mim. O professor se despede dos alunos enquanto virava na porta da sala e a fechava, ninguém ligava muito. Os alunos que faltavam começaram a entrar, primeiro, entrou umas duas garotas, e depois entrou um garoto, meio nerd, usando óculos e tímido. Faltavam ainda duas pessoas, dentre elas, Juliana. O professor da segunda aula demorava a chegar, eu e os alunos antigos conversávamos sobre as férias. A porta se abria novamente, dessa vez era o professor, acompanhado por duas lindas garotas, uma delas era a Juliana, simpática e educada como sempre, e do lado dela ninguém menos que a garota que eu venho pensado desde o dia em que eu a encontrei, Amanda. Ela entrou junto com o professor e Juliana, sentou nas bancas vazias, junto com Juliana. Juliana parecia ser uma grande amiga delas, pois elas mostravam certa intimidade. Fiquei lá, na minha, chamei Junior e mostrei a garota pra ele, disse que ela parecia ser comum. Não concordei, e fiquei conversando com ele lá no fundo, sobre isso. O professor começou a aula, todos da sala começavam a dar atenção ao professor, e estava acontecendo tudo exatamente do jeito que eu imaginei. Eu não tava conseguindo me concentrar, tinha mais vontade de ficar olhando para ela do que assistir a aula do professor, mesmo sabendo que era importante. Fiquei um bom tempo apenas olhando para ela, com apenas a preocupação que ninguém percebesse, acho que o único que percebeu foi o Junior, já que eu havia contado pra ele. O tempo passou, a aula terminou, os alunos voltaram à conversa no pouco tempo que os professores trocavam de sala. Eu comentei ao Junior que não estava conseguindo me concentrar, que quase sempre me perdia em meio aos desejos calorosos que eu tinha de ter aquela garota em meus braços. Ele respondeu pra min que eu estava simplesmente ficando louco. Fiquei pensando se não estava, mas eu ainda tinha capacidade de capacidade de tomar uma decisão consciente, então não estava louco, por mais que parecesse. O recreio toca, todos saem para se destruírem e lancharem. Eu me juntei com alguns amigos e foi também. Ficamos lá no canto da quadra, sentados e conversando sobre as férias. Um certo tumulto começou no meio do recreio, no outro lado da quadra onde eu e os meus amigos estávamos sentados. Levantamos e fomos ver o que era rapidamente. Era o diretor da escola dando boas vindas para todos os alunos com uma noticia empolgante. – Sejam bem vindos todos os presentes novatos e a aqueles que voltaram de férias. Somos o colégio Spitfire, e também queremos anunciar que o torneio de clãs locais está Spitfire está aberto, organizem-se e treinem, pois irão precisar disso para conseguir uma boa colocação. As premiações serão decididas de acordo com a quantidade de clãs que se escreverem. Teremos belos combates aqui senhores, e conto com vocês no meio. Bom dia a todos, e aproveitem tudo o que poderem! Antes mesmo do diretor termina de falar, podia-se ver a euforia em muitas pessoas ali presentes. O torneio de clãs locais estava dali a alguns meses, e todos esperam pelos dias de competição. Pouco tempo depois do pronunciamento, o sinal toca, eu caminho até a sala e me separo dos outros. Ao entrar, vejo umas meninas dançando sedutoramente no meio da sala, com um aparelho de som na cadeira, ligado na tomada da parede. Eu entro e sento na minha banca, e fico olhando, calado, aquela imprópria cena. Logo mais chega Junior, Juliana e Amanda entram conversando, e, ao me ver, Junior vem direto pra cadeira do meu lado. Ele senta todo espalhado, e se inclina pro meu lado e fala – gostosas não? Eu, ao escutar aquilo dou um pequeno sorriso, e digo num tom de quem está gostando – São sim cara. Juliana começa a dançar junto com as outras, e chama Amanda pra ir, que aceita sem hesitar. As duas dançando sedutoramente, eu e o Junior ficamos com olhares vidrados nelas. Eu preferia Amanda, mas com certeza Juliana não ficava atrás. Enquanto elas dançavam, Junior se inclina um pouco pra mim e diz – Cara, eu pego a Juliana e você a Amanda ok? Eu levo um susto ao escutar aquilo, e fico com uma fisionomia um pouco assustada e respondo pra ele – Cara, a Amanda é muito linda, mas não sei se consigo ficar com ela. Junior olhou para mim espantado e também como quem não estivesse entendendo. – Como não? Ela é linda cara, e gay você não é que eu sei. Aquela outra guria que você deu um trato um dia desses até hoje não se esqueceu de você. – Pode ter certeza cara, gay não sou. Mas não me sinto à-vontade ficando com ela. Não sei explicar, mas só sei que é assim. Ele olha pra mim com uma cara feia e fica calado, e depois volta sua atenção para as meninas de novo. Nesse momento, a professora chega, dando um animado bom dia, e bastante disposta pra começar a aula. As meninas recolhem o som e arrumas as coisas. A professora fez um pequeno comentário sobre a animação das meninas. E logo depois começou a aula de inglês. Dessa vez, tentei me concentrar mais na aula, em vez de ficar apenas olhando pra ela, como eu havia fazendo nas aulas passadas. O tempo passava, às vezes eu olhava para Amanda, sem saber o porquê. Eu apenas olhava, mas gostava daquilo. Isso é de longe, a coisa mais estranha que eu já senti. O tempo continuava a passar, o sinal demorava a tocar, a professora tava dando um assunto meio chato, e fácil. Pouco antes de tocar o sinal, todos já estavam arrumando suas bolsas, para quando o sinal tocar, saírem disparados para onde tiverem que ir, isso é até engraçado. O sinal toca, e todos pegam suas bolsas e saem disparados para a porta, como sempre fazem. Isso já vem dos anos anteriores. Pego minha bolsa, e saio também, vou em direção a saída. Lá, por acaso, encontro Junior conversando com alguns caras que eu não conhecia. Ele me viu, e fez sinal para que eu o esperasse. Sentei num banco que tinha lá e fiquei esperando ele. Não demorou muito, já vinha ele, dizendo “vambora” e começando a andar. No meio do caminho, nós viemos conversando sobre varias coisas, mas nada muito importante. No meio do caminho nós nos separamos, ele pegou o caminho dele, e eu o meu, e o resto do caminho foi rápido, e eu também já estava apresando os passos, pois estava com fome. A primeira coisa que eu fiz quando cheguei em casa foi ir direto pra cozinha, pegar meu almoço. No meio da sala, eu encontrei minha mãe, um braço cruzado e com a outra mão na boca, roendo unha. Ela parecia meio preocupada com a noticia na televisão, mas eu estava com tanta fome que passei direto pra cozinha, sem nem perguntar muita coisa.
By: Leandro Moura
Postado por:
Devir Social
às
18:23:00
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Criações,
Literatura
Historia do Mamute
E aqui estava eu, como sempre, sentado, e como as vezes, escutando música. Eu tava procurando uma música no playlist quando eu encontrei nada menos que a Historia do Mamute! ahaha, botei a música e lembrei que tinha o clipe, então resolvi postar o clipe do Mamute bem conhecido da net x)
Aqui vai ele \/
Para aqueles que assistirem, espero que gostem ^^
Eu acho esse vídeo até muito educativo, deviam por isso pros alunos assistirem na esocla. hahaha. A sim, não esquecendo de lembrar... agora tem a comunidade do blog :D
Não serve para quase nada, mas existe. E eu posso dizer que esse blog tem uma comunidade! \o/ \/ http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37631617
Aqui vai ele \/
Para aqueles que assistirem, espero que gostem ^^
Eu acho esse vídeo até muito educativo, deviam por isso pros alunos assistirem na esocla. hahaha. A sim, não esquecendo de lembrar... agora tem a comunidade do blog :D
Não serve para quase nada, mas existe. E eu posso dizer que esse blog tem uma comunidade! \o/ \/ http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37631617
Postado por:
Devir Social
às
15:10:00
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Entreterimento,
Música
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Escola, importante ou não? x)
Mais uma vez eu decido uma coisa que tinha decidido há tempos, mas que nunca fiz por não saber como fazer. Essa coisa é: Estudar. -.-
Para uma pessoa como eu, excessivamente preguiçosa, estudar certamente não é legal, é chato, entediante, eu sei que não só pra mim, mas principalmente pra mim, estudar é assim...
Há tempos eu tinha decidido estudar, mas nunca tive consegui arrumar um bom jeito de fazer isso. Hoje tava pensando o quanto tempo eu perco não fazendo nada na net, eu procurando o que fazer, ou lendo besteiras, ou jogando, eu sei que é bastante, mas como converte isso em estudo? Yeah, encontrei uma solução bastante simples, vou voltar a fazer reforço. x)
Simples, não? No reforço eu vou ter quem me guiar, vou ter quem me corrigir e quem me testar, coisas que eu sinto falta em fazer sozinho. x)
Qualquer treinamento exige isso, seja lutas, esportes, ou qualquer outra coisa. E estudo não deixa de ser um treinamento, não é? Por isso existem os professores, eles são nossos mestres, são eles que procuram o melhor jeito de por alguma coisa em nossa cabeça. Poucas pessoas valorizam isso, mas os professores sabem seu valor, e se fazem o que fazem, certamente não é apenas para ganhar dinheiro, lógico que há exceções, mas a grande maioria gosta do que faz.
Ensinar não é tão fácil, certo dia eu tentei ensinar matemática pro meu amigo, me dei mal, sorte dele que ele fazia reforço. Todos os professores usam técnicas para ensinar a seus alunos, por que não chamar essas técnicas de arte? Alguns usam passo a passo, outros desenham, outros escrevem textos gigantes, (os que eu menos gosto =X) e já outros, falam, falam, e falam...
Eu antigamente pensava que era uma perca de tempo estudar algumas matérias como historia, ciências, geografia, inglês entre outras, mas mudei de drasticamente de idéia (raro, porque normalmente, todas as minhas idéias estão certas, e se alguma está errada, é difícil eu me convencer do contrario o.o) depois que fui falar com alguns professores sobre a minha decisão de fazer supletivo. Todos eles não estavam de acordo com tal decisão, junto com minha mãe, que estava extremante preocupada. Na época, eu pensava que seria a melhor coisa, pois eu passaria series menos importantes, e pularia assuntos bestas, mas estava errado. Foi nesse dia que me chamaram pela primeira vez de cabeça dura (meu deus, cabeça dura? o.O) pela primeira vez, um cara lá pra mim disse que cabeça dura tem cabeça pesada. Oras, eu não queria saber, eu pensava que estava certo, queria pular logo as series para entrar pro vestibular e pro mercado de trabalho logo. Mas depois de uma longa conversa que me fez pensar, observei que era um erro, como eles disseram. Eu iria perde assuntos importantes, que futuramente iria me ajudar a compreender melhor o que viria pela frente, e também mal iria aprender. Se eu quisesse entrar pra vida vestibular seria mais complicado e mais algumas pequenas coisinhas que faziam a idéia ser mais desestimuladora. A parti de então, comecei a valorizar cada matéria, até historia. Oras, historia? Aprendemos o que com historia? Só como os povos se desenvolveram? Isso, como os povos se desenvolveram, o que aconteceu para sermos o que somos hoje. Sim, isso é importante, afinal, vivemos em sociedade, e aprender a historia da sociedade nós dá vantagens para viver nesse meio. E português, inglês, geografia, ciências, matemática? Uéh, Português porque devemos saber escrever nossa língua, inglês porque é a língua mundial, geografia porque devemos saber como funciona nosso mundo, ciências porque devemos saber como funciona nosso corpo (isso evita também que caiamos em crenças populares absurdas), matemática compõe a sinfonia da lógica, é complexa e exata, está presente em tudo, também, como faremos nossas contas no final do mês? ^^
Depois de descobrir que cada matéria é útil, comecei a pensar no sistema de estudo adotado pelo Brasil, vocês podem pensar que é besta, mas não é, é friamente calculado para melhor capacitação do aluno, para um novo e capaz cidadão no mercado de trabalho, para assim, por a sociedade pra frente. Uma entidade preocupada com tal coisa, certamente não iria por matérias inúteis para os futuros cidadãos do mundo estudarem. Nossos estudos é um treinamento para o mercado de trabalho, é ele que fará nossa presença na sociedade ser importante e assim, mais recompensadora. Afinal, quem iria contratar um qualquer para lidar com coisas importantes como dinheiro? Ou então um qualquer para ser medico? Ou então um qualquer para ser arquiteto? Tais coisas exigem treinamentos complexos, e poucas são as pessoas que completam tal treinamento, e são importantes para a sociedade, por isso são mais recompensadoras. E cabe ao sistema de estudo de hoje forma os futuros médicos, economistas, arquitetos e empresários futuros. Para garantir assim, a continuação de uma sociedade estável e coerente, que dê para se ter uma vida feliz.
Para uma pessoa como eu, excessivamente preguiçosa, estudar certamente não é legal, é chato, entediante, eu sei que não só pra mim, mas principalmente pra mim, estudar é assim...
Há tempos eu tinha decidido estudar, mas nunca tive consegui arrumar um bom jeito de fazer isso. Hoje tava pensando o quanto tempo eu perco não fazendo nada na net, eu procurando o que fazer, ou lendo besteiras, ou jogando, eu sei que é bastante, mas como converte isso em estudo? Yeah, encontrei uma solução bastante simples, vou voltar a fazer reforço. x)
Simples, não? No reforço eu vou ter quem me guiar, vou ter quem me corrigir e quem me testar, coisas que eu sinto falta em fazer sozinho. x)
Qualquer treinamento exige isso, seja lutas, esportes, ou qualquer outra coisa. E estudo não deixa de ser um treinamento, não é? Por isso existem os professores, eles são nossos mestres, são eles que procuram o melhor jeito de por alguma coisa em nossa cabeça. Poucas pessoas valorizam isso, mas os professores sabem seu valor, e se fazem o que fazem, certamente não é apenas para ganhar dinheiro, lógico que há exceções, mas a grande maioria gosta do que faz.
Ensinar não é tão fácil, certo dia eu tentei ensinar matemática pro meu amigo, me dei mal, sorte dele que ele fazia reforço. Todos os professores usam técnicas para ensinar a seus alunos, por que não chamar essas técnicas de arte? Alguns usam passo a passo, outros desenham, outros escrevem textos gigantes, (os que eu menos gosto =X) e já outros, falam, falam, e falam...
Eu antigamente pensava que era uma perca de tempo estudar algumas matérias como historia, ciências, geografia, inglês entre outras, mas mudei de drasticamente de idéia (raro, porque normalmente, todas as minhas idéias estão certas, e se alguma está errada, é difícil eu me convencer do contrario o.o) depois que fui falar com alguns professores sobre a minha decisão de fazer supletivo. Todos eles não estavam de acordo com tal decisão, junto com minha mãe, que estava extremante preocupada. Na época, eu pensava que seria a melhor coisa, pois eu passaria series menos importantes, e pularia assuntos bestas, mas estava errado. Foi nesse dia que me chamaram pela primeira vez de cabeça dura (meu deus, cabeça dura? o.O) pela primeira vez, um cara lá pra mim disse que cabeça dura tem cabeça pesada. Oras, eu não queria saber, eu pensava que estava certo, queria pular logo as series para entrar pro vestibular e pro mercado de trabalho logo. Mas depois de uma longa conversa que me fez pensar, observei que era um erro, como eles disseram. Eu iria perde assuntos importantes, que futuramente iria me ajudar a compreender melhor o que viria pela frente, e também mal iria aprender. Se eu quisesse entrar pra vida vestibular seria mais complicado e mais algumas pequenas coisinhas que faziam a idéia ser mais desestimuladora. A parti de então, comecei a valorizar cada matéria, até historia. Oras, historia? Aprendemos o que com historia? Só como os povos se desenvolveram? Isso, como os povos se desenvolveram, o que aconteceu para sermos o que somos hoje. Sim, isso é importante, afinal, vivemos em sociedade, e aprender a historia da sociedade nós dá vantagens para viver nesse meio. E português, inglês, geografia, ciências, matemática? Uéh, Português porque devemos saber escrever nossa língua, inglês porque é a língua mundial, geografia porque devemos saber como funciona nosso mundo, ciências porque devemos saber como funciona nosso corpo (isso evita também que caiamos em crenças populares absurdas), matemática compõe a sinfonia da lógica, é complexa e exata, está presente em tudo, também, como faremos nossas contas no final do mês? ^^
Depois de descobrir que cada matéria é útil, comecei a pensar no sistema de estudo adotado pelo Brasil, vocês podem pensar que é besta, mas não é, é friamente calculado para melhor capacitação do aluno, para um novo e capaz cidadão no mercado de trabalho, para assim, por a sociedade pra frente. Uma entidade preocupada com tal coisa, certamente não iria por matérias inúteis para os futuros cidadãos do mundo estudarem. Nossos estudos é um treinamento para o mercado de trabalho, é ele que fará nossa presença na sociedade ser importante e assim, mais recompensadora. Afinal, quem iria contratar um qualquer para lidar com coisas importantes como dinheiro? Ou então um qualquer para ser medico? Ou então um qualquer para ser arquiteto? Tais coisas exigem treinamentos complexos, e poucas são as pessoas que completam tal treinamento, e são importantes para a sociedade, por isso são mais recompensadoras. E cabe ao sistema de estudo de hoje forma os futuros médicos, economistas, arquitetos e empresários futuros. Para garantir assim, a continuação de uma sociedade estável e coerente, que dê para se ter uma vida feliz.
Postado por:
Devir Social
às
17:38:00
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Antropologia
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Frase do Otoniel
"Você pode ser uma grande arvore, mas lembre-se que eu sempre serei um pequeno marchado afiado, pronto pra derruba-lo."

Essa frase é do Otoniel, a minha preferida vindo dele x)
Espero que todos curtam.
Postado por:
Devir Social
às
11:10:00
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Entreterimento
Assinar:
Postagens (Atom)