sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dúvidas quanto ao ser e analises sobre a personalidades

O que ser?

Olá amiguinhos, faz esse mês realmente eu escrevi pouquíssimo, eu já previa isso, manter o ritmo não é uma coisa fácil e meus pensamentos parecem estar se acalmando, entretanto, eles ainda não estão calmos, e eu espero nunca estarem para sempre escrever nesse blog. Como eu sempre começo o primeiro parágrafo com novidades, de boa, eu só tenho que eu achei dois jogos que eu vi na minha infância e agora estou jogando-os, eu escrevi a história em outra postagem pra não ficar muito grande nessa, no fim deste parágrafo mandarei o link, agora vamos ao assunto principal.
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/08/capitain-claw-gruntz-o-agora-e-minha.html

Esses tempos tem sido de grande aprendizado para mim devido ao contato próximo de uma amiguinha bastante humana, a Raabe, ela me ensinou bastante sobre a essência humana a qual eu perdi. Quando eu era criança, eu sempre quis como todas as coisas iriam acontecer apenas com a força do pensamento, e antes de entrar na adolescência, eu realmente me apeguei a essa idéia, por isso, eu desisti de certa forma de ter muito agitada, cheia de emoções, e me ocupei de filosofar e descobrir a ciência.

Contudo, a quanto mais o tempo passava, mais eu entrava no campo da psicologia e mais eu me apegava aos valores racionais e excluía os valores sentimentais, pois pra mim, eles valiam de pouca utilidade. Porém, em certo momento do caminho, eu notei que sentimento era a única coisa que me fazia estar vivo, pois nenhuma razão racional o faria, e então eu notei que eu muito distante para voltar ao mundo dos sentimentos, pois a racionalidade já tinha se tornado parte da minha personalidade e, por isso, comecei a estudar o propósito dos sentimentos do ser que compõe a personalidade, pois neste tempo, eu já tinha uma certa noção de como cada sentimento agia isoladamente, mas não em conjunto numa personalidade.

Comecei então a descobrir que cada pessoa era aquilo que melhor ela fazia, e que o sentimento estava era meio que um guia que mostrava a ela, o que ela faz de melhor. Se ela gosta de jogar futebol, é porque ela nota que tem um “dom” natural e isso a satisfaz, pois seu cérebro nota que ela tem grande capacidade de jogar futebol e com isso, ganhar fama, dinheiro e mulheres, e por isso, a pessoa acaba se envolvendo com o futebol por muito. Ou seja, seguir os sentimentos significa necessariamente evoluir. O romantismo, digamos assim, é a proteção contra os sentimentos ruins, pois se você é romântico a ponto de não ser egoísta, você não vai concentrar toda a evolução em você e não fará coisas que prejudiquem a evolução de outra pessoa em nome da sua, fazendo você ficar isolado em seu próprio ego, com medo que as pessoas façam isso com você também.

Porém, aqui estou eu, seguindo a racionalidade, tentando saber o porquê de todas as coisas, e descobrindo que, de certa forma, isso é inútil. Filosoficamente falando, existem infinitas possibilidades de explicar o porquê tudo é como é, isso nos força a ir para o campo da ciência, esse campo já está extremamente avançado, com capacidade de fazer cálculos modernos e elaborar coisas supimpas, enquanto eu estou aqui, redescobrindo as coisas básicas por meu próprio esforço, pior ainda, utilizando a sombra das grandes idéias já formadas a qual eu tive contato por internet. Ou seja, onde eu estou evoluindo? Evoluindo as idéias?

Meu amigo Thaylo, me dizia antigamente, “Cara, você quer redescobrir a roda”. Eu achava isso bom, significa que eu estou evoluindo. Porém, uma evolução desnecessária, já que a sociedade já descobriu a roda. O esforço que eu estou fazendo para descobrir algo, eu poderia estar aplicando para descobrir algo que a sociedade ainda não descobriu. Além de esforço, evoluir no campo da ciência se exige tempo, é muito mais complexo do que simplesmente ter a idéia e ser considerado um gênio.

Na verdade ninguém é gênio, é como a frase de Galileu diz, “Se enxerguei longe foi porque me apoiei no ombro de gigantes, Galileu”, e sem estes ombros, ou seja, a evolução das idéias anteriores, ele não poderia ter enxergado além, melhorando aquelas teorias, e assim, ninguém poderia ter se apoiado no ombro dele pra melhorar a teoria dele ainda mais, e é assim que funciona. Tem gente com tendência a descobrir mais porque se envolve mais, as diferenças entre um humano e outro são poucas, acredito, apenas tendências genéticas e estética.

E então me vem um outro problema, eu quero evoluir no campo da ciência, mas ainda estou no ensino médio. E o que fazer neste meio tempo pra lá? Grande problema para mim. Eu sempre me dediquei ao meu pensamento, e isso fez com que eu me afastasse da sociedade e dos meus sentimentos, se fosse pelo menos o pensamento da sociedade, mas não, eram apenas os meus, de certa forma, um egocentrismo da minha parte e eu nunca percebi que isso de fato, era isso, apenas agora. E o que fazer agora?

Os sentimentos tem uma grande capacidade de te enquadrar no lugar onde você é bom, o problema é que eu estou todo fora de lugar. Teoricamente, eu sou um adolescente e devia fazer coisas de adolescente. Eu sempre achei que eles equilibravam-se enchendo seus egos de coisas fúteis e sem muita profundidade de conhecimento ou sentimento, ou entre outros estereótipos, mas agora eu notei que todos esses estereótipos são os adolescentes evoluindo a cultura e a individualidade de cada meio onde eles vivem, nos tempo livres, o que é bastante para alguns, que geralmente não tem a pressão de estudar.

Na verdade, evoluir a cultura e a individualidade é apenas uma conseqüência de cada ser humano procurar algum lugar onde realmente seja bom. Acho que eu já postei aqui algo falando sobre isso, que se o jovem está em determinado grupo e neste grupo ele não é bom, e tem outro a qual ele é bom, a tendência dele passar para o outro grupo é altíssima, o que faz ele ter chances de sobrevivência e reprodução, e criar esses grupos é uma conseqüência de aberturas na sociedade, eu acredito.

É como se a sociedade fosse viva e estivesse evoluindo, e na verdade, eu considero que está. Bem, não sei o que fazer, vou pensar, procurar mais informações e etc até achar uma solução. Acho que quando eu entrar no meio cientifico, se eu entrar, as coisas vão se encaixarem direitinho, porém, como não estou ainda, e como eu tenho muito tempo livre pois não participo de nenhum movimento evolucionista, eu perco meu tempo jogando jogos antigos, até porque, eu não tenho condições de participar da evolução dos novos jogos, já que meu computador não é lá essas coisas.

Com isso amiguinhos, eu me despeço de vocês, boa noite, abraços e até a próxima postagem.

Capitain Claw, Gruntz, o agora e minha infância

Jogos da minha memória dos tempos de infância

Olá amiguinhos, eu estava escrevendo uma postagem, mas no primeiro paragráfo, eu sempre tento contar as novidades, e dessa vez veio uma história de dois paragráfos, então eu resolvi contá-la em outra postagem pra não ficar tão desorganizado lá. Link da postagem que eu ia por na história: http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/08/duvidas-quanto-ao-ser-e-analises-sobre.html

Aqui segue a história: Quando eu era menor, uns doze anos, não lembro ao certo, eu tinha uma vizinha legal e eu sempre freqüentava sua casa para jogar SNES ou computador, eu até fiquei amigo do pai dela, tanto que as vezes, eu ia lá só pra jogar com ele ou com os dois. Contudo, ela tinha um jogo chamado Gruntz, eu a vi jogando apenas uma vez e o colorido do jogo, as vozes e os personagens cômicos fizeram o jogo não sair da minha memória. Ao escutar uma musico, eu tive um desencadeamento de pensamentos que me levaram ao dia desse jogo, e como eu sou um admirador de jogos antigos, eu tive a idéia de baixá-lo pra ver como é.

Ao procurar o link no blog, eu tive uma surpresa, eu entrei em um fórum onde se estava discutindo os jogos que o fazem lembrar-se da sua infância, e lá, houve vários comentários, e entre eles, comentários relatando sobre Gruntz e um outro jogo que eu joguei o demo quando era criança, Capitain Claws. Desse ultimo eu não estava lembrado e foi uma enorme surpresa e alegria ter achado ele, pois ele é um jogo de plataforma muito bom e com belos gráficos. Eu descobri também que o Capitão Claws tem seguidores que o jogam até hoje, e dá pra jogar ele online. Eu já baixei os dois jogos citados à cima e amanhã tentarei testar Capitain Claw online.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Reflexão sobre a discussão do confisco do Xadrez

Respeito as patentes

Olá amiguinhos, quase um mês que eu não posto nada, provável culpa da minha vida sem novidades e rotineira aliada a eu ter começado a virar um game maníaco de novo, por puro tédio em minhas tardes. Por enquanto, talvez eu tenha desanimado um pouco do mundo cientifico e filosófico, e ao entrar na vida social, tenha notado que estou em péssima situação, o que me fez recorrer aos games. Porém, não é sobre isso que eu vim falar hoje, mas sim em relação a uma experiência que eu tive a uns tempos atrás e que eu ainda não relatei.

Vou fazer uma pequena narração de como se desenvolveu a história agora. Eu, novamente, no tédio, procurando algo que agradasse meu tempo nas aulas em que o professor escreve muito, levei um xadrez e comecei a jogar com meu amigo em plena aula, como eu fazia na outra escola no primário. Entretanto, o professor, em vez de emitir um aviso que não estava gostando do ato, resolveu logo ir confiscando o tabuleiro e expulsar eu e meu amigo de sala. Eu não fiquei nada satisfeito, mas, vendo que ele tinha a razão, sai de sala sem reclamar.

Pensei eu, no final da aula eu pego o tabuleiro novamente pra jogar no recreio, só pedir a explicação que ele as vezes dá no final da aula, mas tudo bem. Seria bom se fosse assim, mas não foi. O diretor da minha escola confiscou meu tabuleiro e disse que só entregaria no final da aula, eu, não gostando nada da idéia, resolvi protestar e me enchi de auto-confiança em meus argumentos, e fui lá falar com ele.

Pensei que seria uma coisa fácil, reconhecer meu erro, ele me devolver o tabuleiro e eu prometer que não iria mais jogar em sala de aula, sob a pena de ter meu tabuleiro confiscado seriamente da próxima vez. Seria um bom plano, se não fosse pela falta de capacidade do diretor de manifestar racionalmente os argumentos pelos quais ele queria confiscar meu tabuleiro.

Ele queria me castigar, mas não tinha motivos racionais para fazer isso, e eu, sem tais motivos, na hora, não aceitei e continuei a protestar. O clima foi ficando sério, eu cada vez mais sem acreditar que ele realmente queria continuar com o tabuleiro em mãos sem necessidade, não via motivo nenhum para tal ato. Meus amigos estavam perto de mim, aconselhavam-me a desistir da idéia de recuperar o tabuleiro antes do recreio, entretanto, eu continuava nela. Ora essa, eu tendo motivos racionais para querer meu tabuleiro de volta e prometendo que não iria mais errar novamente, ele não tem motivos pra ficar com meu tabuleiro. Pensava.

Uma hora, ele viu meus amigos me aconselhando a me retirar e disse: ta vendo? Até seus amigos estão dizendo para você desistir da idéia. Mas na verdade, eles estavam era com medo dele aplicar alguma punição maior a mim por causa do meu insistente protesto. Deixa isso pra lá, mais tarde tu pega o tabuleiro. Diziam eles, como se fosse uma besteira esse ocorrido. Talvez tenha sido, mas não mais do que a besteira do diretor confiscar meu tabuleiro sem necessidade.

Não consegui pegar meu tabuleiro de forma alguma, o diretor começou a dizer que tinha uma estima muito grande por mim, e que ele não queria que essa estima fosse ameaçada e que por essa estima ele não iria confiscar meu tabuleiro e entregar apenas a minha mãe. E qual relação tem haver a estima que ele sentia comigo e o caso? Ele teria que fazer o que certo, ou não? És a grande complicação de se envolver sentimentos, e pra mim, o que era certo, de fato, é ele entregar logo o tabuleiro sob as condições que eu já falei a cima.

Se era pra ele ter estima por mim por eu ser constantemente certinho, então a estima dele vale tanto quanto a minha constância em ser certinho, e se algum dia essa constância quebrar, a estima dele também quebrará, e culpa nenhuma eu terei caso ele alimentar outro tipo de sentimento por mim. Talvez a estima dele também venha pelo fato dele conhecer minha mãe e ela ser muito ligada a mim e isso comover ele, entretanto, eu ainda acho que a estima de nada deveria valer nesse caso, mas sim o ato de se fazer ou não o que é certo.

Engraçado, cá estou eu, falando como se tivesse feito uma coisa certa. Não fiz e reconheço, mas acredito que a expulsão da aula já tenha sido castigo o suficiente. Embora eu saiba que foi uma falta de respeito com o professor, o primeiro aviso verbal que ele desse, eu prontamente recolheria o xadrez. Depois de algumas reflexões, eu também passei a entender o lado do meu diretor que não soube se expressar.

Recolher o xadrez não foi uma resposta para eu estar jogando xadrez em sala de aula, pois eu jogando xadrez em aula demonstro que não quero aprender, e me retirar da sala já foi o suficiente para responder a tal ato. Mas sim por ter desrespeitado o professor. Eu não me dei conta de quão o professor poderia se sentir desrespeitado ao me ver jogando xadrez e isso, para mim, seria argumento o suficiente para recolher o xadrez como punição.

Ou seja, o diretor estava certo, só não soube expressar o porquê estava certo. Bem, eu não sei se foi por esse motivo que ele não me devolveu o xadrez ou se foi por outro, mas não explicar o motivo pra mim foi o que me deixou mais irritado. Meu amigo ficou me dizendo que ele teve motivo de me suspender por meu protesto, mas eu não concordo, porque eu estava querendo saber o porquê um objeto meu foi recolhido.

Mas, de uma coisa eu não me dei conta. Ele é o diretor, é como se fosse um superior no exercito, ele toma as decisões, ele tem a responsabilidade de administrar a escola e ele sabe de coisas que eu não sei, por isso, eu deveria ter respeitado a decisão dele e não ter insistido tanto como eu fiz. As vezes eu penso que se eu não erro, eu não vivo, eu não aprendo, mas errar é complicado e viver também, isso é assunto para outra postagem.

Só para encerrar o assunto da escola, eu sempre critiquei comigo mesmo algumas atitudes que os superiores da escola tomavam em relação aos alunos, uma certa intolerância misturada com aproximação, algo confuso. Porém, começo a imaginar se essa não seria a melhor forma de administrar a escola, de fato. Eu realmente não sei, há muitas coisas para se analisar ao se falar isso, não sei se faria melhor se estivesse no lugar daqueles diretores, embora eu acho que as vezes, eles pecam em algumas decisões.

Comprometimento com a verdade é a melhor forma de evoluir, eu acho. Com meu professor de filosofia, vou falar isso, pra ele ensinar as pessoas a evoluírem seu pensamento com a verdade, estou escrevendo aqui principalmente para lembrar a próxima vez que eu ver isso, saber o “porque” das coisas e ser verdadeiro, e após ter esses dados, raciocinar e achar uma solução, é a melhor forma de evoluir, eu acho, devido a experiências próprias, mas isso no lado racional, não sei muito bem no humano ainda.

A história a cima foi narrada com base da minha memória, ou seja, poucos detalhes e confusas, a ordem de tempo e as falas talvez estejam meio alterados, mas foi mais ou menos isso que aconteceu. Com isso amiguinhos, vou dormir, acho que ainda esse mês escreverei de novo, talvez um poema que estou afim de fazer, além dos contos do livro que eu estava fazendo, resolvi dividi-lo em contos e depois juntar, mas ainda não comecei nada e nem sei quando começarei, enfim, boa noite pra todos, até a próxima.

sábado, 25 de julho de 2009

Beleza e relação com a complexidade e o significado

Estilo

Olá amiguinhos, mais uma noitada sem dormir, o que me fez pensar muito, e então eu acabei pensando em coisas pra falar no blog. Antes de tudo, vou contar as novidades que também tem relação ao tópico principal. Estou jogando Wesnoth e the Lost Labyrinth, ambos ótimos jogos, além disso, estava assistindo a mini-serie “Som e Fúria”, a qual eu achei muito legal e original, entretanto, não tão emocionante assim. Porém, ao entrar na comunidade desta mini-serie, eu vi várias pessoas se declarando fã e dizendo que a mini-serie é perfeita, e isso me fez refletir sobre coisas que há algum tempo eu já havia dúvidas.

Essas dúvidas, por exemplo, se refere aos padrões de excentricidade das pessoas. O que eu quero exatamente dizer é, por exemplo, que para aquelas pessoas que adoram vampirismo e a noite e poemas relacionados, a palavra “noite” tem um significado muito lindo, enquanto para as pessoas que curtem o sol, a praia e o surf, o “dia” é melhor. Outro exemplo é em como coisas sem significado para algumas possa ser tão legais para outras, como por exemplo, espadas e armaduras e chocolate, ou até mesmo as cores. Enfim, tudo isso que define cada personalidade.

Porque isso é assim? Eu me perguntava, porque, por exemplo, a citações que nós adoramos repetir? Como por exemplo, a do filme Donnie Darko, “Why are you wearing that stupid man suit? (tradução: Porque vocÊ não tira essa estúpida roupa de humano?). A resposta meus amigos, me surpreendeu bastante. Isso está ligado a uma extensa linha de complexidades, apegos e significados que tornam uma coisa muito visível para quem tem aquele tipo de visão ou invisível para outras.

Por exemplo, uma casa velha, abandonada e caindo aos pedaços, para muitas pessoas pode ser algo ruim, entretanto, outras ficam admiradas com a quantidade de historias que aquela casa possa ter, reais ou não, e também se admiram com a forma de tudo ser velho. Eu pro exemplo, adoro coisas velhas, pra mim ficam mais bonitas, e isso se deve ao fato daquele objetivo, ao ficar velho, se tornar mais complexo e mais único do que todos os novos fabricados, e isso o torna mais especial e eu pego mais lealdade por ele.

Mas não é tão simples assim, por exemplo, porque dizer que a “noite” é bela? Ou os olhos? Ou todo aquela vestimenta gótica é bonita? Eu não sei se já falei sobre meu conceito de beleza no blog, mas para mim, os humanos acham bonito aquilo que é complexo para nós. Ou melhor, esse é meu antigo conceito, pois o novo é, aquilo que é complexo e tenha significado. Por exemplo, uma obra de arte pode ser péssima para uma pessoa e ótima para outra, sendo essa obra de arte complexa, a diferença é que uma pessoa sabe o significado que aquela complexidade tenha, seja por dificuldade para faze-la ou pela relação que ela tem com algo em sua vida, e a outra pessoa não saiba ou nunca sentiu isso.

O significado atribuído também é muito importante, pois a “noite”, para nossos instintos, é só a noite, é algo comum, embora seja importante para a nossa forma de vida na terra, e algumas pessoas não dão muita importância pra noite e outras a poetizam exageradamente. Essa poetização exagerada é por causa do seu estilo de vida e outras coisas, para concluir, como dizia um ditado popular, “a beleza está nos olhos de quem vê”.

Com isso amiguinhos, vou me despedindo, um abraço para vocês e até a próxima.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Desabafo sobre em cima do muro "Racionais e Instintivos"

Em cima do muro

Olá amiguinhos, estou aqui as seis da manhã pois não consigo dormir. Eu tentei criar a comunidade de equilibrismo e divulgar, mas falhei no ato de divulgar e não estou afim de tentar novamente. Além disso, o livro vai indo mal, eu acredito estar forçando as situações, o que não é bom. Acho que para fazer um livro bom, você primeiro tem que idealizar as situações, os personagens para as situações e deixar que ocorra naturalmente, sem forçar, e eu esqueci de fazer isso, além da preguiça que me bate.

Mas não é necessariamente disso que eu venho falar hoje, e sim do pessoal que fica reclamando de gente burra no Brasil. Queridos amiguinhos e amiguinhas, sei que sentido uma verdadeira raiva de vocês ao reclamarem que no Brasil só existe gente burra, sei que vocês são tão burros quanto eles e mais ainda, que eu estou sendo tão burro quanto vocês ao sentir tal raiva, mas acontece que de vez enquanto, eu me permito sentir, como é o momento agora. Este sentimento só é permitido quando esquecemos que TUDO HÁ UM PORQUE, e que se grande parte do Brasil é burro e você não é, há um motivo para isso e é ignorância sua se achar melhor que outros só porque teve as condições que fizessem você ser o que é e as outras pessoas não tiveram.

E eu sei que, de certa forma, é perca de tempo falar nesse assunto, pois se você é como é, é porque algo te fez assim. Se você é um ignorante que xinga os ignorantes, é porque um motivo você tem para ser, entretanto, eu estou entrando em uma nova área de pesquisa, a qual eu venho cercando a algum tempo e acredito estar na hora de enfrente-la de vez, a do aprendizado da base filosófica. No caso de ignorante que xinga ignorante, eles se sentem “melhores” ao xingarem os ignorantes, e já estão acostumados a serem melhores, por isso, é difícil eles aceitarem que eles são exatamente iguais aos ignorantes. Todo caso, isso se mostra verdade ao verificarmos que estamos todos sendo regidos pelas mesmas leis físicas, a diferença é a configuração que cada um de nós temos.

Se acostumarmos uma criança com esse tipo de pensamento, ao crescer, essa criança provavelmente não vai ser um ignorante que xinga ignorante. Mas se uma criança crescer com acesso a muita informação filosoficamente desorganizada e nenhum acesso instintivo, provavelmente ela vai ir pro lado de xingar ignorantes e, ao se deparar que ela é exatamente igual aos ignorantes, prefere não acreditar por vários motivos, entre os quais, aceitar que sua personalidade não é tão boa quanto ela pensava, que ela não é tão especial quanto ela pensava e que ela não está em uma posição tão boa quanto ela esperava entre os outros, principalmente se tratando de pessoas com aparecia não muito boa.

Já os ignorantes se acham muito mais espertos, porque se divertem muito mais e curtem a vida. Então meus amigos, configura-se dois lados, os ignorantes que xingam os ignorantes e os ignorantes que passam a vida curtindo. Nenhum lado é melhor que o outro, pois ambos tem seus lados positivos e negativos. Os ignorantes que passam a vida curtindo, ao envelhecerem, tem uma vida cada vez mais instável, já o outro lado não, e ocorre justamente ao contrario com eles. E onde eu estou nisso tudo? Bem em cima do muro. Não conheço mais ninguém tão em cima do muro quanto eu, que tento equilibrar perfeitamente ambos os sentidos.

Suponhamos que eu esteja em cima do muro, de um lado, os ignorantes “instintivos”, do outro, os ignorantes “racionais”, eu tenho condição de erguer a mão para ajudar ambos além de que escolher um dos lados. Lembrando que, eu, devido a condições genéticas e histórico de vida, tenho mais facilidade em ser racional, embora eu também tenha condições de ser instintivo, embora menos favorecido. O que fazer? Eu não consigo escolher um lado e também ficar em cima do muro sozinho é ruim. Por isso eu tentei criar a comunidade equilibrista. Ao entrar pessoas equilibristas, poderia ensinar-lhes psicologia evolutiva e tudo mais a elas e assim, encontrar alguns companheiros de discussão entre outras coisas, mas fazer com que minha teoria equilibrista seja aceita pelos outros é complicada.

Primeiro porque ela não tem Status nenhum e é extremamente simplista, ela não se posiciona, fica em cima do muro em relação a quase todos os assuntos, e as pessoas não gostam disso. Gostam de poder, de firmeza. As vezes eu acho estranho como gente ainda vem se remetendo a pensamentos de pessoas que viveram a dois mil anos atrás, onde não havia nenhum avanço da ciência. E como elas vivem repetindo as palavras e não pensam como tal filosofo chegou a tal conclusão, se preocupam mais com o conhecimento do que com o como. Claro, a explicação é bem fácil, porque é um assunto complicado, polemico e cheio de status, isso faz a pessoa se sentir com mais poder e chances de sobreviver. Obviamente, tudo o que eu disse a cima pode estar errado.

Com isso amiguinhos, vou dormir, forte abraço para vocês e até a próxima.

sábado, 18 de julho de 2009

Olá amiguinhos, só postei hoje para anunciar que decidi criar a comunidade equilibrista. Depois eu explico mais, aqui vai o link: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=92200360

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Sobre o amor, num ponto de vista evolucionista

Amor é tudo o que dizem ser, com o proposito que poucos sabem ter

Olá amiguinhos, como sempre, começo o primeiro parágrafo falando das novidades. Estou de férias, mas só há férias pra quem estuda, pois pra mim, férias é igual a ano letivo normal, tirando que eu não acordo cedo e vou a escola. Fora isso, estou fazendo um livro, um romance. Caçadores de chuva, se chama o livro, não sei se vai ficar muito bom ou se vai transmitir emoção, mas eu to gostando de fazer, embora eu esteja muito preguiçoso, to começando a sentir a emoção de fazer uma historia.

Hoje irei falar sobre o amor. Sim, mas não amor no sentido mágico e blá blá blá, mas sim no sentido de psicologia evolucionista. Acho o amor no sentido mágico e blá blá blá um ovo, e nunca acreditei nele, embora agora eu saiba que existe, mas num sentido evolucionista. Uma coisa eu descobri, nem todas as pessoas são capazes de amar, algumas sequer nunca amaram na vida, eu diria que amor é o sentimento mais sublime dos humanos, é a prova de que você é um bom humano.

Até pouco tempo atrás, eu não sabia de nada disso, amor para mim se comparava a interesse mutuo, bem, de fato, é isso, mas é não é só isso. Amor também significa evoluir junto, e esta parte é importante, evoluir junto, interesse mutuo de evoluir. Eu digo isso porque você simplesmente se apegar a uma pessoa, não é amor, é carência emocional. Você evoluir sozinho, você sempre sentirá falta de alguma coisa, e se você evoluir com uma pessoa que não evolui do seu lado, em pouco tempo, você estará melhor que ela e então, seu instinto irá procurar uma pessoa melhor que aquela pessoa que esteve com você, embora que por ela, você sinta um enorme carinho.

Amor dos pais pra filho é a mesma coisa, só que é mais dado. Os pais se sentem feliz por estar vendo seu filho evoluir, e o filho se apega a eles por isso. E mesmo que o filho não esteja evoluindo pelo caminho certo, os pais, ao verem que o filho tem um potencial de evoluir, insistem em tentar manter-los no caminho certo. É comum os pais também não terem atingindo um ponto de maturação pessoal suficiente para consegui criar seus filhos, e esse ponto de maturação pode se resumir em experiências de vida, conhecimentos sobre humanos e gerais.

O resto das relações é assim também, tem a relação instintiva e a de negocio, a instintiva tende mais para o amor mas é mais fácil começar uma por negocio. Pode-se começar por relação de negocio e aos poucos fazer perguntas sobre o instinto, ganhando assim confiança e credibilidade na vida da pessoa e tudo mais. É engraçado como todos esses sistemas já foram desenvolvidos pela sabedoria popular, embora que eles não saibam o propósito fundamental de tudo isso, que é evoluir. Talvez até alguns saibam, mas eu tenho certeza que o conhecimento deles foi construído na base do erro-acerto, e por isso, eu tentarei sempre ouvir a sabedoria popular, mesmo que quando menor, eu a ignorasse completamente.

Eu até tinha um pequeno verso para o amor, "Sendo o amor caracterizado pelo sentimento mais forte e irracional que existe, capaz de fazer homens sãs se tornarem loucos, pode-se concluir, então, que o amor é a personificação do pecado." , mas não é isso. Com isso amiguinhos, vou terminando essa postagem. Qualquer dúvida me falem, boa noite para vocês e até mais. A sim, agradeçam a amiguinha Raabe por ela ter ajudado a encontrar esta teoria e ter servido de inspiração para a composição da mesma. Beijos e até mais.