Discursos gerados por sentimentos:
Mais um comportamento percebido através da minha vida pessoal. Sinceramente, não sei se usar padrões de comportamentos pessoais para identificá-los na população é um comportamento científico muito interessante, mas pelo menos ele é vantajoso porque serve de atalho no estudo dos humanos, que admite uma infinidade de variáveis. Ultimamente eu tenho passado por algumas situações importantes para o meu instinto. Antes de elas acontecerem, eu adquiri o costume de simulá-las mentalmente e assim preparava um pequeno roteiro. Quando tal acontecia na realidade, eu saia completamente do roteiro elaborado por mim, tal coisa me deixou intrigado.
Não foi a primeira vez que eu me deparei com essa situação. Como tudo no universo há um porquê, eu verifiquei qual tinha sido o desvio que ocorreu no discurso, as suas causas e porque eu não tinha feito este desvio durante as simulações mentais. Observei que a principal diferença entre a simulação e a realidade eram os sentimentos que se manifestavam durante o evento, foi a seguinte: Durante a simulação havia apenas os principais elementos do evento e o objetivo de comunicação, e todo o discurso era montado levando em considerações estes fatores. Na realidade, havia, além dos elementos já considerados por mim, outros que traziam uma carga de representatividade que mudava a resposta instintiva que eu dava a situação. Era exatamente o desvio que eu cometia.
Mais interessante que isto: a forma como meu instinto respondia estava diretamente relacionada aos novos elementos adicionados ao cenário e a reação que minhas configurações mentais tendiam a dar a eles. Exemplificando: sou apaixonado por uma garota e preparei um discurso para expor minha situação a ela. Não levei, contudo, em consideração que quando estou perto dela, sentimentos de afetividade, carinho e certo comportamento que havia sido desenvolvido por mim para responder a estímulos específicos dela se manifestam fortemente, e era justamente este o desvio do meu instinto. Tais respostas aos estímulos e aos sentimentos estão contidas na configuração mental.
Isto é uma propriedade muito interessante a ser explorada, já que através disto podemos entender o comportamento alheio, entender nosso próprio comportamento, e ter mais informações para nos prepararmos para determinadas situações. Ou seja, podemos configurar nossa própria configuração mental ou nossos sentimentos em relação a algo para ter maiores probabilidades de tomar as atitudes que nos interessa. Notando que cada configuração mental tem seu padrão de discurso em determinadas situações, é interessante também observar que isto é um conhecimento complementar ou mesmo que mostra na prática como as configurações mentais funcionam.
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Seguir leis sem saber o porquê de sua existência ou significado é uma ignorância que pode levar a burrice ou perda de pontos estratégicos. Por isso, sigo apenas as minhas próprias regras. Por: Leandro Moura
sábado, 1 de outubro de 2011
Discursos gerados por sentimentos
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Desenvolvimento de sistemas, conceito de artificial e natural
Introdução:
Olá amigos. Acabo de acordar e encontro meu computador sem internet, então vou aproveitar para escrever. Mas antes, as novidades: hoje à noite tive uma enorme recaída quanto aos meus vícios durante o sono, e ainda continua até agora. Meu diretor, mais uma semana, não conseguiu marcar o encontro com algum doutor de psicologia, e isto já está se tornando muito cansativo. Preciso fazer algo, vou perguntar a ele se há alguma maneira mais agressiva disto acontecer. Durante o dia eu tenho muitos pensamentos, uns mais importantes, outros menos importantes. Os mais importantes eu consigo memorizar, já os menos não. Para resolver isto, estou utilizando o sistema de mensagens do meu celular pra salvar as palavras-chaves de tais pensamentos para a posterioridade e isto está sendo bastante interessantes, pois os pensamentos menos importantes podem se tornar mais importantes em alguns momentos. Hoje será mais uma postagem de vários conceitos, vamos a eles.
Desenvolvimento de sistemas:
Neste blog já foi comentado uma pseudo-religião que eu tinha chamada “equilibrismo”. Ela pressupõe que todo universo todo está em equilíbrio, e isto dá suporte à existência. Devido à configuração geral dos sistemas que eu observava, eu imaginava que estas propriedades do equilíbrio do universo eram tão onipresentes que chegavam até mesmo no modo como os humanos se comportavam, ou como as tecnologias eram desenvolvidas. Ou seja, toda a configuração da sociedade e tudo o que ela faz estaria em equilíbrio porque isto faz parte do universo, e o universo é equilibrado. Após obter mais conhecimentos sobre o cotidiano humano e sobre o desenvolvimento da tecnologia durante a história, percebo que esta abordagem, que indiretamente implica que o universo foi feito prevendo os humanos, está um tanto mal fundamentada.
Antes de continuar a dissertação sobre o assunto, considero importante definir o que é um sistema pra mim. “Um sistema é a configuração de um conjunto de fatores através da interligação e manipulação destes fatores de tal forma para proporcionar maior eficiência e flexibilidade no alcance de algum objetivo”. Outro algo importante é a minha definição de equilíbrio, ainda aceita por mim: “Equilíbrio é o estado de tudo aquilo que está configurado da melhor maneira possível para o alcance de um objetivo”. Podemos perceber através destes dois conceitos que os sistemas humanos, de certa forma, estão equilibrados se levarmos em consideração todos os fatores que envolvem a história da sociedade. Ou seja: se a pobreza da África existe, é porque o sistema está levando em consideração a falta de recursos do continente Africano e a ganância do continente Europeu.
Contudo, o meu erro era associar tal configuração diretamente às propriedades equilibradas do universo, e não aos aspectos geográficos do planeta. A única forma de o universo influenciar tal configuração seria se a geografia do planeta tivesse sido determinada de forma proposital, coisa que eu não acredito. Outro ponto que me fazia acreditar no equilibrismo com enfoque humano era o modo como a tecnologia se desenvolvia de tal forma a contribuir de maneira muito adequada com o desenvolvimento humano, e isto se sustentava ainda mais quando eu assistia aos filmes futuristas com as tecnologias sendo usadas para tornar o sistema humano ainda mais eficiente para a evolução.
Atualmente, após entender o desenvolvimento de várias tecnologias, percebo que não há nenhuma relação entre o desenvolvimento delas e as configurações equilibradas do universo. Tudo acontece porque o humano quando descobre uma nova tecnologia, tende a associar, seja por instinto ou de modo artificial, aquela tecnologia a sua realidade para aumentar suas chances de evolução. Desta forma, através da seleção natural, as tecnologias que nos ajudam são selecionadas, as que não nos ajudam são descartadas. Isto significa que toda a tecnologia utilizada agora foi selecionada porque nos ajuda, e não simplesmente surgiu e se encaixou como eu imaginava. Implica ainda que haja outras tecnologias que não são usadas por não haver aplicabilidade no sistema humano. Concluído o assunto, gostaria de soltar mais alguns conceitos soltos que desenvolvi através deste, são eles:
Sistema artificial e natural: Um sistema artificial é todo aquele que teve suas configurações amplamente exploradas e testadas através do módulo de simulação humano antes de ser aplicada na realidade. Ou seja: o humano cria várias variações mentais do sistema e aplica a seleção natural. O sistema natural seria aquele que simplesmente vai se configurando através da seleção natural do ambiente ou de outras forças que seus fatores estejam relacionados e não passa pelo módulo de simulação humano. O sistema planetário, por exemplo, está relacionado com as forças da gravidade, e simplesmente aconteceu. É, portanto, natural. Deve haver também sistemas mistos, com parte das configurações adotada por meio do artifício da simulação humana e parte adotada por meio do próprio desenvolvimento natural do sistema.
Célula: É a menor unidade funcional de um sistema. Quando se diz funcional, se quer dizer que há função. A título de curiosidade, só estou escrevendo esta definição aqui porque sempre observo as escolas falarem sobre células, mas não me lembro de ter contato com tal definição da forma que apresentei a cima, a que eu considero mais eficiente. Outra curiosidade para fechar o parágrafo: o verbo “funcionar” deve ter variado da palavra “função” ou vice-versa, partindo deste princípio, funcionar deve ser o ato de algo exercer sua função.
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Olá amigos. Acabo de acordar e encontro meu computador sem internet, então vou aproveitar para escrever. Mas antes, as novidades: hoje à noite tive uma enorme recaída quanto aos meus vícios durante o sono, e ainda continua até agora. Meu diretor, mais uma semana, não conseguiu marcar o encontro com algum doutor de psicologia, e isto já está se tornando muito cansativo. Preciso fazer algo, vou perguntar a ele se há alguma maneira mais agressiva disto acontecer. Durante o dia eu tenho muitos pensamentos, uns mais importantes, outros menos importantes. Os mais importantes eu consigo memorizar, já os menos não. Para resolver isto, estou utilizando o sistema de mensagens do meu celular pra salvar as palavras-chaves de tais pensamentos para a posterioridade e isto está sendo bastante interessantes, pois os pensamentos menos importantes podem se tornar mais importantes em alguns momentos. Hoje será mais uma postagem de vários conceitos, vamos a eles.
Desenvolvimento de sistemas:
Neste blog já foi comentado uma pseudo-religião que eu tinha chamada “equilibrismo”. Ela pressupõe que todo universo todo está em equilíbrio, e isto dá suporte à existência. Devido à configuração geral dos sistemas que eu observava, eu imaginava que estas propriedades do equilíbrio do universo eram tão onipresentes que chegavam até mesmo no modo como os humanos se comportavam, ou como as tecnologias eram desenvolvidas. Ou seja, toda a configuração da sociedade e tudo o que ela faz estaria em equilíbrio porque isto faz parte do universo, e o universo é equilibrado. Após obter mais conhecimentos sobre o cotidiano humano e sobre o desenvolvimento da tecnologia durante a história, percebo que esta abordagem, que indiretamente implica que o universo foi feito prevendo os humanos, está um tanto mal fundamentada.
Antes de continuar a dissertação sobre o assunto, considero importante definir o que é um sistema pra mim. “Um sistema é a configuração de um conjunto de fatores através da interligação e manipulação destes fatores de tal forma para proporcionar maior eficiência e flexibilidade no alcance de algum objetivo”. Outro algo importante é a minha definição de equilíbrio, ainda aceita por mim: “Equilíbrio é o estado de tudo aquilo que está configurado da melhor maneira possível para o alcance de um objetivo”. Podemos perceber através destes dois conceitos que os sistemas humanos, de certa forma, estão equilibrados se levarmos em consideração todos os fatores que envolvem a história da sociedade. Ou seja: se a pobreza da África existe, é porque o sistema está levando em consideração a falta de recursos do continente Africano e a ganância do continente Europeu.
Contudo, o meu erro era associar tal configuração diretamente às propriedades equilibradas do universo, e não aos aspectos geográficos do planeta. A única forma de o universo influenciar tal configuração seria se a geografia do planeta tivesse sido determinada de forma proposital, coisa que eu não acredito. Outro ponto que me fazia acreditar no equilibrismo com enfoque humano era o modo como a tecnologia se desenvolvia de tal forma a contribuir de maneira muito adequada com o desenvolvimento humano, e isto se sustentava ainda mais quando eu assistia aos filmes futuristas com as tecnologias sendo usadas para tornar o sistema humano ainda mais eficiente para a evolução.
Atualmente, após entender o desenvolvimento de várias tecnologias, percebo que não há nenhuma relação entre o desenvolvimento delas e as configurações equilibradas do universo. Tudo acontece porque o humano quando descobre uma nova tecnologia, tende a associar, seja por instinto ou de modo artificial, aquela tecnologia a sua realidade para aumentar suas chances de evolução. Desta forma, através da seleção natural, as tecnologias que nos ajudam são selecionadas, as que não nos ajudam são descartadas. Isto significa que toda a tecnologia utilizada agora foi selecionada porque nos ajuda, e não simplesmente surgiu e se encaixou como eu imaginava. Implica ainda que haja outras tecnologias que não são usadas por não haver aplicabilidade no sistema humano. Concluído o assunto, gostaria de soltar mais alguns conceitos soltos que desenvolvi através deste, são eles:
Sistema artificial e natural: Um sistema artificial é todo aquele que teve suas configurações amplamente exploradas e testadas através do módulo de simulação humano antes de ser aplicada na realidade. Ou seja: o humano cria várias variações mentais do sistema e aplica a seleção natural. O sistema natural seria aquele que simplesmente vai se configurando através da seleção natural do ambiente ou de outras forças que seus fatores estejam relacionados e não passa pelo módulo de simulação humano. O sistema planetário, por exemplo, está relacionado com as forças da gravidade, e simplesmente aconteceu. É, portanto, natural. Deve haver também sistemas mistos, com parte das configurações adotada por meio do artifício da simulação humana e parte adotada por meio do próprio desenvolvimento natural do sistema.
Célula: É a menor unidade funcional de um sistema. Quando se diz funcional, se quer dizer que há função. A título de curiosidade, só estou escrevendo esta definição aqui porque sempre observo as escolas falarem sobre células, mas não me lembro de ter contato com tal definição da forma que apresentei a cima, a que eu considero mais eficiente. Outra curiosidade para fechar o parágrafo: o verbo “funcionar” deve ter variado da palavra “função” ou vice-versa, partindo deste princípio, funcionar deve ser o ato de algo exercer sua função.
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sábado, 17 de setembro de 2011
Elementos básicos da beleza naturais e adquiridos:
Vários comportamentos parte IV
Elementos básicos da beleza naturais e adquiridos:
A definição de beleza já foi proposta no meu livro há algum tempo, e continua firme até hoje. Só para relembrar, achamos bonito tudo aquilo que é importante para nós. E ao lembrarmos da propriedade do instinto que influencia o raciocínio e vice-versa, e também da propriedade associativa do cérebro, é possível perceber que todas as outras formas de beleza derivam basicamente de coisas que são importantes para nós. Existem algumas características que parecem já vir pré-definidas no instinto para que achemos bonito, outras são adquiridas, e é para a investigação disto que eu quero dedicar estes próximos parágrafos.
Segundo pesquisas, o instinto humano tende a achar determinados tipos de corpos bonitos porque estes demonstram mais chances de sobreviver e reproduzir, coisa que eu concordo. Mas minha principal dúvida até agora é saber qual tecnologia a mente humana utiliza para detectar tais características. Outro exemplo é quando vemos bebês e o nosso cérebro reage de forma extremamente positiva e afetuosa, e isto também se explica através de um mecanismo evolutivo que nos faz querer proteger o futuro da nossa espécie.
A partir daqui, senhores, são apenas suposições empíricas, com fundamentações em coisas tão abstratas que eu provavelmente não vou conseguir transformar em argumentos. Acredito que a mente humana utilize um padrão chamado proporção áurea para fundamentar sua concepção de beleza. Existem chances disto se justificar se a seguinte suposição, e eu acredito que é, for verdadeira: um corpo humano na proporção áurea tem mais chances de sobreviver que outro, já que, por algum motivo físico ou químico, este é um padrão de crescimento mais saudável, e por isto os humanos, imagino que não só eles, adaptaram-se a valorizar.
Tanto o homem quanto a mulher seguem as proporções áureas, embora tenham corpos diferentes. Talvez a diferença seja identificada através de hormônios e do contato corporal, acredito que a ciência já seja capaz de esclarecer isso de forma técnica. A mesma coisa são os bebês que devem liberar substâncias que faz o cérebro humano reagir de forma afetuosa. Também devemos levar em consideração o som, pois sons com determinadas características são interpretados como bons, como a risada de um bebê, e outros são considerados perigosos, como o rugido de um leão. Imagino que isto são configurações mecânicas do cérebro que não se relacionam com a proporção áurea, mas sim com o desenvolvimento da raça humana, e não é algo tão adaptável quanto à beleza. Tem que ver como testar isso depois.
Quanto à capacidade da beleza se adaptar, isto já foi explorado no meu livro e se explica devido à característica relativa do humano. Portanto, embora nosso instinto tenda a buscar a proporção áurea, podemos aprender a apreciar outros tipos de padrões ou simbologias. Já foi observado que a maioria da nossa projeção de crescimento e de personalidade seja adquirida na infância, isto porque é nesta fase que absorvemos mais informações para evoluir. Isto significa que teoricamente podemos nos adaptar a qualquer tipo de ambiente e/ou cultura, seja ela altamente artificial ou orgânica. Neste caso, o artificial se torna natural, e músicas de jogos, por exemplo, se tornam tão marcantes quanto músicas de ninar.
Encerramento:
Enfim amigos, eu estava planejando escrever sobre impirismo e empirismo hoje, mas não vou porque os conceitos explicados a cima são todos relacionados a psicologia, e também porque a postagem já está longa, demorada, e eu to cansado e ansioso pra postar. Também acho que não explorei direito este último paragráfo, pois existe algo nas simbologias humanas que eu não consigo decifrar, e era a intenção do último paragráfo fazer isto. Vou deixar para um próximo. Encerrando, hoje joguei portal, um jogo bem interessante, talvez volte a jogar daqui a pouco. Como a postagem ficou muito grande, eu a dividi em várias partes. Encerramento concluído, boa noite a todos e até a próxima postagem.
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Curiosidades da evolução: relação entre atividades e imagem:
Vários comportamentos parte III
Esta semana eu estava andando na rua e me deparei com uma barra de ferro em forma de cone e bem próxima ao chão. Subi em cima dela e fiquei tentando me equilibrar, isto no meio de uma praça com uma ou duas pessoas olhando. Logo me lembrei da minha idade, dezenove anos, e me perguntei: será que com quarenta anos ainda farei isto? Este comportamento curioso me levou a refletir sobre o porquê eu quis subir naquela barra e sobre o porquê os adultos parecem ignorar ou simplesmente não se vêem tentando coisas novas além das costumeiras. Foi então que e observei algumas curiosidades da evolução.
Responder a primeira pergunta é simples, basta relembrar o conceito de diversão, que é todo aquele mecanismo de evolução que apresente uma rápida ascensão com pouco esforço, sendo esta ascensão que causa prazer ao instinto humano. Aplicando o conceito, eu encontrei naquela barra de ferro algo, que foi meu equilíbrio corporal, que eu pudesse melhorar, e como na minha infância eu sempre tive como diversão fazer coisas radicais, uni uma coisa a outra e aceitei o desafio de me equilibrar mesmo na minha atual situação. Ou seja, como explicado em ponto excelente de evolução, além do ato de melhorar em si também houve um interesse.
Quando nos tornamos adultos, significa, dentre outras coisas, que assumimos uma evolução social para ganhar dinheiro e nos sustentar, junto a isto acontece algo bem comum: ou a conversão de poder social a poder instintivo, ou também a criação de um poder instintivo através da imagem. Isto trás a seguinte implicação: se um humano está associado a alguma atividadecom altas chances de sobreviver e reproduzir, seu instinto tende a não querer se envolver com atividades que estejam relacionadas a baixas chances de sobreviver e reproduzir principalmente por um motivo: evitar comparações em que ele saia perdendo ou que sua imagem seja associada a aquilo, com o objetivo de ser sempre associado ao poder.
É desta forma que eu imagino que a maioria das pessoas que utilizam a imagem ou a alta evolução como arma instintiva negam se envolver com atividades que não estão associadas à alta evolução. Este comportamento é bem interessante, pois trabalhando ele é possível que as pessoas se envolvam com coisas que mesmo estando relacionadas à baixa evolução, ainda são importantes, como exercícios físicos para o bem-estar, que podem ser feitas através da prática de esportes, ou envolvimento com familiares, amigos e filhos em atividades que embora não sejam importantes para as pessoas em questão, sejam importantes para seus entes.
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Sentimento, poderes humanos e a relação com a atitude
Vários comportamentos parte II
Sentimento, poderes humanos e a relação com a atitude:
Sempre tive curiosidade em tentar quantificar quais condições faz uma pessoa tomar determinada atitude, e acho que este conhecimento pode ser bem utilizado para o dia-a-dia humano. Durante estes tempos tive acesso a bastantes experiências novas vindas principalmente da convivência com alguns amigos. Foram a analises destas experiências que me ajudaram a chegar a algumas hipóteses sobre como funciona este mecanismo humano. É interessante entender pelo menos o principio básico de cada sentimento antes de continuar.
Para compreender este comportamento, é necessário começar pelas configurações de valores humanos e filosóficos que uma pessoa tem. É a partir daí que os sentimentos começam a ser gerados, e eles são principalmente alavancados pelo desejo. A princípio, existem duas possibilidades quando desejamos algo: ou tentamos e conseguimos, ou tentamos e não conseguimos. A principal reação da primeira opção é ficar alegre, e na segunda é ficar triste. Porém, em ambas, depois de um tempo o humano esquece e continua sua vida. Mas estas não são as únicas reações.
Observa-se, principalmente na segunda opção, algumas outras possibilidades de reação, que são principalmente: ter raiva, inveja ou frustração. O que vai determinar qual reação a pessoa terá é a o modo como seu raciocínio interpreta tais resultados, processo este que não irei entrar em detalhes agora. Iremos supor o comportamento de alguém que tende a sentir raiva para analisá-lo, e nota-se que quanto maior o desejo, maior a raiva. Empíricamente, conclui-se que em determinado nível de raiva o humano pode prejudicar alguém, mas ele só fará isto se tiver condições para tal. Foi com esta observação que eu cheguei à conclusão do parágrafo a seguir.
O esforço que humano se predispõe para fazer determinado algo está diretamente relacionado com a quantidade de sentimentos que ele sente ao que aquilo significa, contudo, ele apenas o fará se sua predisposição for o suficiente para realizar tal algo, e o que vai determinar se este esforço é ou não o suficiente são os poderes humanos que ele possui. Ou seja: se um humano sente raiva do outro, mas pouca, ele só irá prejudicá-lo se tiver condições que necessitem de pouco esforço para isto. Já se a raiva for muita, ele irá estar disposto a fazer coisas que necessitem de muito esforço.
O princípio do que faz o humano tomar ou não determinadas atitudes é o apresentado a cima. Porém, é necessário ressaltar duas coisas: a primeira é que a forma com a qual o humano toma suas atitudes está diretamente ligada ao que ele sente, por isto, se ele sente raiva, ele será agressivo, se ele sente afeto, ele será carinhoso; a segunda é que existem outros fatores a serem levados em consideração, principalmente os filosóficos, valores humanos, a mistura de sentimento e os perigos de tomar alguns tipos de atitudes, pois estes fazem o humano agir de outras maneiras que não previstas a cima.
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Ponto excelente de evolução e comportamento da vingança instintiva
Vários comportamentos parte I
Olá amigos. Cá estou para mais uma postagem. Estou forçando a minha memória para relatar algumas novidades e tenho algumas: Assisti as 10 temporadas de Friends, acabou. Sempre me bate um aperto no coração quando eu me lembro disso, foi realmente ótimo essas semanas. Está passando uma comédia romântica na Globo, fiquei com saudades dos meus sábados com filmes. Enfim, na postagem de hoje, farei uma reunião de pequenos conceitos e observações que podem ser feitos em um parágrafo ou dois. Escrevo principalmente para definir, não esquecer e usar depois. Eu tava preparando uma postagem antes dessa e passei bastante tempo nela, mas não deu certo porque os conceitos não eram bem fundamentados. Percebi isso depois. Apenas isto de novidades, vamos a postagem.
Inicio:
Ponto excelente de evolução:
O humano gosta de sentir a evolução, e isto significa mais ou menos se tornar bom naquilo que ele cria expectativa de se tornar bom. Para ele perceber isto é necessário ultrapassar um desafio que não seja nem tão fácil a ponto de se tornar enjoativo, nem tão difícil a ponto de parecer ou se tornar impossível: é isto o que chamamos de ponto excelente de evolução. Teoricamente, se um humano estiver exercendo alguma atividade nestas condições, ele se tornará viciado nela até o momento em que ela sair destas condições. Este conceito é interessante, pois, através da consciência dele, o humano se torna capaz de buscar seu ponto excelente de evolução em determinada atividade, e assim ter uma experiência melhor de evolução. PS: consideremos o seguinte: o interesse na atividade é a condição de ativação do ponto excelente de evolução, e este ponto está entre o fácil e o difícil explicado a cima.
Comportamento da vingança instintiva:
Esses tempos eu tenho presenciado um comportamento bastante interessante, e então utilizei a psicologia evolutiva para analisá-lo. Vou usar um exemplo e em seguida darei as conclusões. Vamos supor que há um menino com baixo poder instintivo e uma menina com alto poder instintivo, e que, naturalmente, ele seja interessado por ela. Após perceber que ela não irá se interessar por ele e sim por meninos com mais poder instintivo que ela, já que isto é uma propriedade natural do instinto, ele se sente inferiorizado e, dependendo da sua educação, começa a desenvolver a seguinte filosofia: vou me desenvolver e conseguir poder o suficiente pra mostrar a todas as garotas como ela que elas não podem ser tão interesseiras, e farei isto fazendo elas se interessarem por mim e depois sofrerem.
Eu já notei este padrão de pensamento em duas ou três pessoas, e ele acontece da seguinte maneira: O garoto simplesmente não entende o porquê a garota não o quer, e já que ela estar o privando de um aumento na qualidade de vida ao não querê-lo, seu instinto considera que ela está o prejudicando. Ele começa, portanto, a desenvolver um sentimento de raiva por ela. Devemos ainda lembrar-nos das propriedades associativas da mente humana, e por isto ele passa a sentir raiva também de todas as garotas com o mesmo estereótipo da garota que o rejeitou. Da raiva surge o desejo de fazer sofrer, mas misturado a isto ainda está o desejo de possuir, e é a mescla disto que faz surgir o desejo de ter poder instintivo o suficiente para conquistá-las, estimulado do desejo, mas também fazê-las sofrer, estimulado pela raiva.
É perceptível que após novas experiências ou nova posição instintiva o menino entenda o porquê aquela garota não o quis e aceita, ou a raiva não é tão forte a ponto de ele prejudicar uma desconhecida simplesmente por ela ser associada aquela garota que o rejeitou. Mas imagino também que deva existir ainda tal comportamento em um ou outro adulto, mas isto não é nada mais que um distúrbio. O objeto da raiva deste padrão de filosofia pode ser outras coisas além de garotas, os mais comuns são relações profissionais, sociais e familiares, mas provavelmente existem mais tipos.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Configurações mentais e imagem identidade
Pequena mas interessante observação
Olá amigos. Essa semana sem muitas novidades, tudo no mesmo ritmo de sempre, mas como é estranho para mim quando começo a escrever o texto sem enrolar com algo no primeiro parágrafo, vejamos: essa semana irei apresentar um slide contendo a síntese da psicologia evolutiva ao meu diretor, estou bem curioso para saber o que vai acontecer. Também corri ontem no parque da jaqueira, foi bem satisfatório. Dei umas quatro voltas correndo com intercaladas de descanso, acho que encontrei um bom equilíbrio para forçar meu corpo, mas não ao extremo. Enrolada já feita, vou iniciar uma pequena introdução ao tema de hoje, que será: configurações mentais e imagem. Tudo começou quando eu percebi que havia certas coisas que eu não tinha coragem de escrever no twitter ou fazer na vida real, por mais simples que elas parecessem ser. Isto despertou bastante meu interesse, pois eu observava que tinha gente que tomava tais atitudes sem o menor pudor. Encontrado um novo comportamento, coisa que adoro porque é um ótimo passa tempo. Vamos à postagem.
Já citei tanto no meu livro quanto na síntese da psicologia evolutiva uma propriedade humana muito importante, que é a relatividade humana. Tal relatividade permite que o humano desenvolva inúmeras formas de evolução seguindo aquilo que seu instinto e seu racional entendem como melhor. A partir disto se desenvolve uma imagem de identidade, que pode ser considerada como a forma que uma pessoa apresenta sua evolução ao mundo, e um padrão ou tendência de comportamento, que, a princípio, garante vantagens nas atividades evolutivas que ela exerce. Exemplos disto são pessoas com atitudes agressivas, práticas, brincalhonas, pensadoras, carinhosas, cautelosas, dentre as tantas outras. Uma pessoa carinhosa, por exemplo, tende a estar relacionada com atividades que necessite lidar com humanos, enquanto que uma prática necessita produzir e demonstrar resultados.
É normalmente durante a infância que o humano vive um conjunto de experiências, tanto boas quanto ruins, que define sua evolução, conseqüentemente, seu comportamento e personalidade. Quando definida, observa-se que há uma grande dificuldade do humano tomar um tipo de atitude que não seja condizente a ela em alguns casos, mesmo que seja algo simples. A partir deste comportamento é possível observar uma configuração mental, já que a mente de uma pessoa, que responde principalmente a memória e as pré-definições, se adaptou a determinados tipos de atividades relacionadas à sua evolução, enquanto que as outras atividades normalmente ou são ignoradas, ou são respondidas com sentimentos ruins.
Por exemplo: uma pessoa que lida com humanos sabe, a princípio, qual padrão de comportamento eles tem e adquiri segurança para responder a todos estes, enquanto que outra que trabalha com algo técnico entende como funcionam os mecanismos racionais. Uma tende a não se sentir a vontade no ambiente da outra. Levando em consideração que tal humano perceba instintivamente e/ou racionalmente que para cada ação há uma reação, conhecida ou não, que pode ajudar ou atrapalhar a sua própria evolução ou a de outros, ele tende a sentir medo e/ou refletir antes de executar alguma que esteja fora de sua configuração mental. É isto o que causa a dificuldade de tomar os outros tipos de atitudes mencionados anteriormente.
Este mesmo princípio se estende a imagem de identidade de uma pessoa. Quando ela assume determinada imagem que lhe garante de alguma forma mais chances de sobreviver e reproduzir, existem coisas que ela não se sente agradável quando se associa com sua imagem. Ela evita, da mesma forma, fazer tais coisas geralmente por medo, que neste caso toma a forma de vergonha. O meio é algo que influencia bastante em como as chances de sobreviver e reproduzir atua sobre na imagem identidade, por isso, quando o meio muda, normalmente há mudanças nela também. Ela costuma ser usada como um meio de poder instintivo, podendo chegar ao ponto de fazer uma pessoa se tornar agressiva para preservá-lo. Percebam que quando chega a este ponto, configura-se um distúrbio. De mesma forma, quando uma configuração mental chega ao ponto de prejudicar de alguma forma a evolução e o equilíbrio dos poderes humanos de alguém, configura-se outro distúrbio.
Estes princípios abordados aqui são curiosidades e podem permitir um estudo mais avançado do comportamento humano, como, por exemplo, o único até agora, um provável padrão de pensamento de uma pessoa quando ela está sem nada pra fazer: ela tende a pensar naquilo que sua configuração mental está focada ou se adaptando, e isto se concluí levando em consideração que se a configuração mental dela está adaptando a determinada evolução, é porque esta evolução é importante e conseqüentemente seus sentimentos se focam nela. Como se tornou costume explicar no final destas análises de comportamentos e propriedades através da psicologia evolutiva, para todo o distúrbio há o que se pode fazer através da racionalização. Encerrando a postagem, eu esperava que ela ficasse maior, mas acho que está satisfatória. Abraço a todos e até a próxima.
- - - - - - - - - - - - - - - - - Pós-Escrito - - - - - - - - - - - - - - - - -
Curioso como a mudança na diretriz de comportamento da
escrita pode alterar as características de um texto. Confesso que achei esse
texto estranho, pois enquanto que sempre foi uma preocupação minha escrever,
mesmo com redundância, deixando claro todos os termos e me envolvendo com o
texto, neste busco ser mais técnico, objetivo e imparcial. O que eu busco no
momento para este blog é uma mescla entre meu estilo antigo com este novo, e
percebo que esta mescla não foi alcançada no texto anterior, por isso vou adicionar
mais um ou dois parágrafos neste pós-escrito, levando em consideração o que já
foi escrito anteriormente, e por isto talvez haja alguma redundância.
“Configurações mentais” é uma propriedade humana mais
profunda que eu percebo ter expressado no texto anterior. Para explicar sua
total profundidade, é preciso conhecer um pouco sobre os princípios básicos de
funcionamento da mente humana, que pode ser observado no diagrama do link ao
clicar aqui. As pré-definições humanas é algo mais importante que parece, pois
ela auxilia o sentimento a separar aquilo que é importante do que não é. Conseqüentemente,
a memória também é influenciada, e então, ao fazer simulações, é possível entender
o porquê se torna uma “configuração” em vez de apenas mais um aspecto do
instinto humano. Explicarei a profundidade deste conceito através de um
exemplo.
Cotidianamente, e agora mais ainda através da tecnologia, as
pessoas são bombardeadas com muitas informações. Levando em consideração que é são
pré-definições do módulo de simulação controla os aspectos básicos do instinto,
e que é ele o determinante do que é levado a memória, percebe-se que dependendo
da configuração destas pré-definições, o humano terá determinada classe de
conhecimento absorvido enquanto que outra será ignorada. Desta forma, se uma
pessoa configura sua mente para ser uma humorista, ela irá reter informações
que a levem a tal caminho, como modelos de brincadeira e piadas, e a reação de
cada tipo de público. O mesmo processo se dá com os artistas, que retém todos
os sentimentos que sejam associados a determinados sentimentos apreciados por
suas configurações, ou os esportistas, que percebem como cada movimento seu
interfere no seu esporte.
Já as pré-definições das reações reflexivas nos permitem ter
uma resposta pronta para cada estimulo dado por um ambiente já conhecido. É
desta forma que uma pessoa se sente segura a tomar determinados tipos de
atitudes em ambientes conhecidos, e insegura em ambientes desconhecidos, como
explicado anteriormente. Pode-se então observar que se uma pessoa foca suas
configurações para se adaptar a determinado tipo de ambiente, ela se adaptará a
tal após certo intervalo de tempo, e outros continuaram desconhecidos ou
estranhos a ela até que ela dedique algum tempo a conhecê-los. Se há duas
pessoas, uma se dedica a um ambiente e outra se dedica a outros, as duas terão
configurações de pré-definições diferentes. É observável que a experiência de
um ambiente ajuda na adaptação de outro, mas a ordem e o tempo de experiências que
cada uma vive são diferentes, além dos aspectos genéticos, o que provavelmente influência as configurações
mentais.
Postado por:
Devir Social
às
14:16:00
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Psicologia
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