quarta-feira, 19 de março de 2008

Minha opinião sentimental

Vou ser rápido e preciso nos primeiros parágrafos e falar de abobrinhas nos últimos.(Leia também: http://barnabasspenser.blogspot.com/2008/01/homens-e-mulheres.html)

Vejo nas novelas, nos filmes, nos animes, nos programas de televisão, nas revistas, nas músicas, nos livros e nos seriados mais famosos que o amor é a coisa mais pura, inexplicável, forte, inabalável, lindo, romântico, e a única coisa que o humano precisa entre outros adjetivos. Será mesmo verdade que o amor é tudo isso? Será mesmo verdade que o amor é inexplicável? Sendo assim, por que todas as mocinhas só caiem de amores pelo mocinho principal pra causar aquela velha briga que desenrola toda a trama do filme? Por que o mocinho não cai de amor pela garota mais feia da novela/programa/filme/seriado/etc.? Afinal, o amor é inexplicável, e nada mais lindo que o mocinho mais bonito da novela se apaixone pela mocinha mais feia e a torne infinitamente feliz. Mas claro, nunca se viu isso, nem na vida real, mas por quê?

Será coincidência? Será que faz parte do inexplicável que é o amor? Eu acredito profundamente que não, amiguinhos. E mais ainda, a única coisa inexplicável é acaso, se ele existir. A explicação mais breve do amor que eu tenho pra dar a vocês é a de que, amamos o que precisamos. Isso pode ser meio frio para várias pessoas românticas, mas é só pensar direitinho. O que você ama e não precisa de nenhuma maneira, seja direta ou indiretamente? Provavelmente você não achará nada, por isso eu afirmo que amor é apenas uma forma instintiva de proteger aquilo que amamos. Sentimentos como ciúmes, querer proteger, querer dar afeto, sentir saudades, todos esses sentimentos são em nome de preservar a coisa necessitada, tais sentimentos aparecem muito freqüentemente em relações de namoro.

Mas você pode pensar que isso é um absurdo, que se pensarmos assim, não haverá romantismo nem amor, que as pessoas se tornaram anti-sociais e egoístas. Pois é, poderia, mas vou tentar esclarecer tudo nessa postagem, numa tentativa de fazer vocês pensarem mais um pouco sem conceitos nenhum, assim como eu tento fazer. Mas, quero antes esclarecer algumas coisas que possam ficar embaraçadas adiante. Quando eu falo de teorias ou conceitos como evolucionismo, estou falando neles porque acredito quase certeza que eles são verdadeiros ou para torna mais fácil a explicação.

Eu anteriormente falei que fenômenos de sentimentos são facilmente perceptíveis em namoros, e que a mídia os exalta como uma coisa inexplicável, incrível, mística, inacabável, indestrutível, entre outros... Geralmente os filmes que fazem mais sucesso são aqueles que exaltam os sentimentos, da seguinte forma. Apresentam o relacionamento entre uma mocinha bonita e um mocinho bonito querendo se amar, e uma vilã que quer pegar o mocinho bonito e tenta acabar com a mocinha bonita, e então aparece a mocinha se separando do mocinho, e em seguida, os dois tristes desejando o amor único um do outro e insubstituível um do outro, e então vai os amiguinhos fieis do casalzinho e ajuda todo o mundo contra a vilã, no final a vilã vê que ta errada e se arrepende, o casalzinho volta, e acaba todo o mundo junto cantando uma musica alegre e legal com uma mensagem dizendo que é pra sempre amar e ter esperança que as coisas vão melhorar, por pior que estejam. Por mais que eu tente, eu não consigo assistir um filme desses sem ficar com vontade de xingar os personagens principais por suas inúmeras burrices em nome do amor ou outras coisas como ser a mais popular da escola ou ser aceita em qualquer grupo da escola, achando que assim, serão felizes, coisas geralmente causadas pela imagem distorcida do fatos, que gera muito sofrimento. E os jovens são influenciados a fazer isso, porque dentro de um grupo, há maiores chances de sobrevivência. Mas te pergunto, sobreviver ao que? A escola? Com ou sem grupo, a sociedade de hoje permite a pessoa ser anti-social, basta ela ter um emprego e pronto, mantêm sua sobrevivência até morrer. Até porque, a única coisa que importa para nossos instintos é sobreviver e reproduzir, e ai é que entra a explicação fria e evolucionista dos sentimentos.

Amor? Ciúmes? Paixão? Afetividade? O que afinal são esses sentimentos? Como já disse, amor é necessidade, fria e simplesmente assim. Não há nenhum mistério, se você precisa de uma coisa, a tendência é você amá-la, independente do que for. Mas precisar pra que? Essa resposta é facilmente responda com as duas únicas coisas que um ser não racional se preocupa em fazer, se reproduzir e sobreviver. Basicamente, amamos nossos pais porque eles nos da segurança e também porque criamos laços afetivos, afetividade por sua vez, nada mais é que dependência social. Já nossos namorados, amamos porque ele nos dá chance de reproduzir, mas há um pequeno porém ai, nossos instintos não se sentem satisfeitos com qualquer um que garanta reprodução, ele também quer qualidade, e ele julga isso por meio da beleza. Quanto mais bonita a pessoa for, nossos instintos a julga mais saudável, sendo assim, uma melhor reprodutora que uma feia. Isso explica o fato de não nos sentimos muito atraídos por pessoas que não são bonitas ou quando ficamos apaixonados por uma pessoa bonita de mais. Paixão é, para nossos instintos, quando encontramos a reprodutora ideal. Geralmente, é sempre na paixão que vem os sentimentos em sua forma mais exagerada. Um ciúme doentio é um bom exemplo disso. Temos esse comportamento na paixão porque nossos instintos sabem que dificilmente teremos a chance de ter a nossa disposição um reprodutor melhor que aquele, e então, ele intensifica os sentimentos para assim, tentar reproduzir mais rapidamente antes que as chances acabem.

Criamos um amor diferente com as pessoas que convivemos, algum tipo de afetividade e querer bem. Amamos nossos pais também porque eles nos da proteção de sobrevivência, além do afeto que é grande. Entre os amigos de escola, é comum ouvi “te amo”, para mim, esse “te amo” é mais um “te quero bem” misturado com uma grande afetividade. Geralmente esse “te quero bem” é meio frágil, por isso eu não gosto de misturar “te quero bem” com “eu te amo”, e graças a afetividade, esse “eu te amo” pode virar um “eu te odeio” por uma briga qualquer, mas logo volta para o “eu te amo”.

Há também os sentimentos “ruins” como a raiva, o ódio, a inveja entre outros. Raiva é, basicamente, quando você se sente prejudicado por alguém. Esse sentimento garante a você reagir caso aconteça outras vezes pra você não ficar muito prejudicado. Ódio para a raiva é como se fosse a paixão para o amor, e geralmente acontece quando há muita raiva acumulada. Inveja é quando você acha que tendo aquelas coisas que a outra pessoa tem, você terá uma vida tão boa quando a dela ou saberá usufruir melhor daqueles bens que a outra, e se sente injustiçado diante ao fato dela ter e você não, coisa que, muitas vezes, leva a pessoa a fazer justiça com as próprias mãos, para assim reparar a injustiça. Mas o que dá ao instinto essa noção de justiça? Na verdade não é justiça, (hehehe)é garantia de sobrevivência.

Agora que eu dei uma explicada sobre o que eu acho de cada sentimento, vou lhes dizer agora o porquê de, se nos levarmos nossas vidas por meio do raciocínio e da razão verdadeira, não nos tornamos um robô anti-social e desumano. Bem, não podemos ser desumanos, porque somos humanos, simples assim. Eu falei anteriormente de um caso de uma possível pessoa anti-social, mas isso é bem difícil. Os hormônios e os instintos de uma pessoa fazem a pessoa se sentir solitária e carente até arrumar um companheiro. Bem, se a pessoa agüentar a carência a ponto de consegui se torna anti-social, muito bom pra ela, mas poucas pessoas conseguem, isso eu tenho certeza. Mas lá em cima eu falei dos grupos, coisa que eu acho desnecessária, porque não precisamos de qualidade em relação a amigos. Qualquer um pode ser seu amigo e não apenas aqueles que fazem parte de um determinado grupo.

Para algumas pessoas, aceitar qualquer um como amigo a torna menos especial ou sei lá, mas a verdade é que não somos especiais, e isso é fato.

Aquele papinho de que “devemos amar tudo a nossa volta” é meio estranho. Amar por quê? Só amaremos realmente se acharmos necessário. Uma pessoa que chega ao ponto de amar tudo ao seu redor de verdade, provavelmente acredita que precisa de tudo ao seu redor, e comete o erro de dizer as outras pessoas. Essas pessoas que não acham isso, mas acham dizer que ama legal, vão dizer que ama tudo ao redor também sem amar, é ai que precisamos ser sinceros.

A verdade pode nos revelar com confiança para nós, o que realmente nos importa a amar, e isso conseguimos com a razão. Devemos conhecer pra saber se realmente precisamos. Procurar respostas que achamos verdadeiras, não fácies. Não nos contentar com ilusão e sabermos apreciar tudo aquilo que nos roda, e saber o motivo delas serem como são e com isso, saber se precisamos ou não disso ou aquilo.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Coisas legais

Ahhh, eu achei uma coisa no wikia e achei muito legal
sobre cores, ai vai
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cores_complementares
cores complementares, muito legal
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Spectre.svg
e outra coisa bem legal, que eu achei por acaso
http://www.mrwong.de/myhouse/
o maior prédio de pixel art do mundo \o/
olhem ai, é bem legal, tem até comunidade, e eu tô nela
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=661850

boa noite amiguinhos, t+

Posers

A preguiça é grande, mas cá estou eu, escutando (cantando e dançando também) Louise Attaque, uma banda francesa muito legal, eu vou botar qualquer dia desses o Je Voudrais Que Tu Te Rappelles no meu orkut, eu sempre fico com essa música na cabeça até escutar umas três vezes.

O negocio que eu to a fim de falar hoje coincidentemente é sobre música, artistas, e etc. Na verdade eu verdade eu vou aproveitar o inicio porque eu to a fim de falar disso há muito tempo, mas aquele conjunto de fatores de sempre (sono, preguiça, jogos e etc.) me adiaram bastante, vamos ao que interessa.

Ultimamente, eu tenho observado o grupo de pessoas que admiram determinado artista, e eu ficava me perguntando, o que faz uma pessoa gostar tanto desse artista, ou de suas músicas? Acredito eu que o gostar de música é coisa de costume, você só vai gostar se escutar algumas vezes e não tiver a mente aberta pra aprender a apreciar tal arte. Eu por exemplo, consigo escutar quase todo o tipo de música, mas rapper e metal é o tipo que quando toca no meu playlist, eu troco, eu acho que tenho algum tipo de pré-conceito, principalmente porque os rappers só falam de tiro e os vocalistas de banda de metal só cantam com voz fina, eu acho tosco. Mas o ritmo eu gosto, o ritmo de rap dá vontade de balançar cabeça dum lado pro outro, e metal, os solo de guitarra é muito massa, é bom também fazer-los no guitar hero.

Falei muito e acabei me desviando do tema central. Eu já tinha pensado nisso em outras vezes, mas o que me deu a vontade de escrever foi quando eu tava olhando a MTV, um clipe novo da Avril Lavigne, figurino bem poser, algo punk gótico, meio emo também, estilo punk anjo gótico romântico (grande mistura). O fato de ser poser não me incomoda, tem um monte de gente que sai xingando tudo quanto é tipo de poser, mas não sabem eles que ser um xingador de posers é um tipo de poser, e se omiti é um tipo de poser, enfim, tudo na vida é poser, porque a personalidade de uma pessoa, na verdade, é composta principalmente pela imagem que ela faz dela própria, a diferença é que os posers, geralmente, usam uma pessoa muito famosa e com certo estilo maneiro que atrai muitas pessoas pra se inspirarem, enquanto os outros usam pessoas anônimas ou pouco conhecidas. Você pode ser o que quiser.

Um outro bom exemplo disso são os piadistas, aqueles que fazem as pessoas rirem com a mínima piada que soltarem, e até mesmo, nem contam piadas e lá estão as pessoas, rindo. Eu acredito que isso acontece por causa da imagem que ele faz dele próprio, e da imagem que as pessoas fazem dele. Vai uma pessoa sem ter uma imagem mais descontraída contar uma piada (tipo, eu :D), você irá certamente escutar os grilos grilando ou a piada não vai sair tão boa quanto deveria sair, mas claro, há pessoas que nascem com o dom de contar piada, o que não é meu caso.

Não vejo nada de errado em seguir uma pessoa muito famosa com um estilo maneiro em seu estilo e personalidade, eu também já ouvi falarem “Quem é eclético não tem personalidade”, isso é uma provável resposta que algum poser criou para os que gostam de quase tudo e ficam irritando os posers com descriminação. Eclético pra mim, (e no meu caso, talvez) são aquelas pessoas que não tomam partido de uma única imagem, fazem o que estão afim e absorve informação de tudo quanto é lado, mas não se restringindo somente ser uma de corpo e alma. Ou então aquela pessoa não é focada na música (onde geralmente, a maior multidão de posers aparece), enfim, cada um tem sua personalidade, e isso não é diferença com os posers.

Uma vez eu tava falando com minha amiga, daí eu perguntei pra ela, “Tu é otaku neh?” Ela disse “Todo o mundo é diferente, não gosto disso de dizer se é tal coisa ou outra.” Sendo que ela era otaku, e então eu falei “Claro que nenhuma pessoa é igual a outra, até porque elas não tem a mesma experiência pessoal, não moram no mesmo lugar entre varias outras diferenças, mas acontece que um grupo muito grande de pessoas tem personalidades parecidas, provavelmente se identificam ou são guiadas mais por tal artista, e a essas pessoas é que damos chamamos de poser”, eu não lembro da reação dela, e na verdade eu não lembro se foram exatamente essas palavras que eu usei, mas foi algo parecido.

Normalmente o que faz uma pessoa se guiar por um artista é a forte imagem dele, ou então as letras, as musicas, as pessoas que gostam dele também entre outras coisas, por exemplo, eu conheci uma garota que amava Beyoncé, Beyoncé é legal, e essa guria queria que me fazer gostar da Beyoncé tanto quanto ela, coisa que eu acho bem difícil, porque o que levou ela a gostar da Beyoncé foi a superioridade que ela alegava ter sobre os homens(superioridade um tanto quanto confusa, acredito, pesquisem as músicas), tal coisa visivelmente observada nas músicas(não lembro direito como exatamente), e também a sensualidade da garota(ninguém nega, Beyoncé é boa) a atuação dela nos clipes, normalmente cheios de glamour apelação visual, e ao vivo, ela dança muito bem e solta a voz (como essa guria dizia). Mas eu me identificar com isso é meio difícil, porque eu não gosto de jogos de sensualidade, aquelas brigas de gente popular cheio de falsidades e frases com triplo sentido, nem de glamour e perfeição encarnada. Eu acho que é exatamente isso que Beyoncé representa para os fãs, talvez eu esteja errado, mas a menina que gostava dela sentia necessidade de ser igual a ela, superior aos homens, poderosa, imbatível, e por isso, acredito eu, que a seguia. Mas as músicas da Beyoncé são legais, as vezes eu escuto.

Eu era bastante fã de Matanza, escutava todo o dia, as letras são muito boas, assim como as musicas, country rock muito bom. As letras do Matanza se resumem a bebida, mulheres e briga, e eu gosto muito de bebida, mulheres e briga, mas daí escutei tanto que enjoei, mas ainda gosto muito. Algumas atitudes das músicas eu seguia, porque admirava, mas nada muito fanático e exagerado.

Enfim, eu acho que se os artistas posers não fossem como são, talvez as músicas deles não seriam tão populares, são boas, sim, mas não ia pegar tanto como pega se tal artista virar ídolo de um monte de pessoas que querem ser igual a eles, por algum motivo, eu acho que as vezes, esses motivos são para o próprio bem delas. Por exemplo, um grupo de pessoas numa determinada escola gosta do mesmo estilo de musica, daí elas se juntam e ficam amigas, trocam mais interesses além das músicas. E poser gera dinheiro (ui ui). E ainda mais, as pessoas tem com o que gstarem seus tempos, sem contar que uma vida poser deve ser bem mais intensa na adolescencia.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Continuação da continuação

http://www.interconect.com.br/clientes/pontes/leituras/2006/luz.htm

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u374906.shtml

Nóticias interessantes,
São duas coisas que põe minha teoria no nível de aceitável na minha opinião, mas quase nada sabemos do universo que nós rodeia, então, considero ainda minha teoria um pouco primaria.

Abraços galera, depois eu volto com uns novos textos ai...

(Essas continuações deixam esse blog parecendo um bordel desorganizado)


-------------------- Editado ---------------------------

Pra não fazer outro post, vou continuar nesse mesmo.

Há muitas coisas a serem descobertas no universo, nós, humanos, estamos limitados, na astronomia, a observar os astros de longe, e assim, não poder comprovar tudo na pratica, porém, com o avanço da tecnologia e do conhecimento, cada vez mais nós conquistamos um pouquinho da verdade universal.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Continuação

Contra-Argumentação da teoria do surgimento do universo,
Agora é que eu pensei nisso, depois de uma ajuda do André

Primeira coisa, eu não tenho certeza quanto a viagem do futuro para o passado ser possível, admito que eu me animei ao postar a minha teoria, porque há duas coisas nela que eu ainda não entendo. Primeira, eu não sei quais motivos fariam uma particular viajar do futuro distante para um passado mais distante ainda desse futuro. Segunda coisa, é a respeito da quantidade de átomos que existe, por exemplo, vamos fazer uma pizza de átomos, tira-se 20% para viajar para o passado, e o que criará os outros 80% até o momento do futuro que veio pro passado se torna real? Mais ou menos isso

Dizem que nada se perde, tudo se transforma. Mas uma grande dúvida minha é, há uma quantidade exata de átomos que nunca muda no universo? Por exemplo, uma partícula de tal produto se transforma em outro, mas a quantidade de átomos é a mesma. Então é essa a minha dúvida. Por fim, é só. Teoria é teoria.

Minha nova teoria para o surgimento do unvierso como o conhecemos

Boa tarde leitores e leitoras de todo o Brasil, estou a muito tempo querendo escrever isso que vou escrever hoje, mas nunca consigo. Sempre que eu vou postar, ou bate preguiça, ou eu fico de mau-humor, ou eu to escutando música, ou eu to lendo, ou jogando, ou conversando no msn, tudo isso faz eu adiar um pouco mais a escrever. De hoje não passa, eu disse ontem, e passou, acabei passando a noite toda desenhando, to pensando em montar um álbum no orkut com meus desenhos, mas não sei se é uma boa idéia, mas isso não importa, vamos ao que interessa.

Esses dias eu criei uma teoria nova, eu pensei nela quando eu pensei em como seria se os pesquisadores descobrissem como tele transportar coisas macroscópicas, então lembrei que li no livro que viagens no tempo acontecem normalmente no mundo atômico, então eu pensei ai que surgiu minha teoria. Quando no universo não havia matéria, houve o teletransporte de partículas de um futuro com matéria para o passado sem matéria, assim, esse passado começou a possuir matéria, vou explicar melhor.

No vazio do universo, onde não havia matéria, o tempo não existia, pois não havia horizonte de eventos, parecido talvez com o buraco negro, e então, de um universo relativamente estável, que possibilitou a viagem no tempo de partículas atômicas, veio as partículas que deram a primeira matéria ao universo vazio, e assim, o tempo começou a existir, bem como todo o resto.

Comecei a pensar então o porque do universo ter sido como é, isso me lembrou de uma teoria evolucionista para o universo que eu li no livro “Deus, um delírio, de Richard Dawkins”. O universo como vemos hoje, foi o único que conseguiu viagem no tempo, e assim, conseguiu se tornar real com a viagem no tempo. Mas então você começa a pensar, mas se o tempo não existiu, e nada não existiu, como pode então ter havido um futuro se não há passado? Bem, o passado do futuro que veio pro passado, é o presente do passado que recebeu as partículas do futuro, e por causa disso, o futuro existiu, assim como o passado.

Para mim, essa é a teoria em que eu acredito para o surgimento do universo, exatamente do jeito que ele é, porque ele foi o único a se estabelecer o suficiente para que tenha havido uma viagem no tempo, que o tornou real. Isso me lembra aquela historia da força do negocio do eletron (não lembro muito bem), que dizia que se a relação entre o eletron e o átomo fosse apenas 0,01 mais fraca ou mais forte(teoria evolucionista do universo), nada seria como vemos hoje em dia, e possivelmente, não haveria como ter viagens subatômicas no tempo.

Bem, acho que com isso deu pra explicar minha nova teoria do surgimento da matéria, e com isso eu me despeço de vocês, abraços a todos e até outro dia.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Escalas do Universo (e flash de bixinhos dançantes !:)

Boa noite, são 23:47 e amanhã eu terei aula, com sono, mas feliz. Feliz? É, feliz, eu gosto de ir pra escola, ver pessoas é bom para alguém que passa a maior parte do seu tempo em casa, enfim, vamos ao que interessa. Hoje tenho dois anúncios, na verdade três. O primeiro é que faz tempo que eu to querendo postar, mas ou eu tava ocupado (jogando, o que mais?) ou eu tava escutando música (não gosto de escrever escutando música), esse é o anuncio que eu não pensei que fosse anuncio, mas tornou-se um anuncio, mas esse não é tão importante. O segundo é que me veio a cabeça lendo uns negócios, uma nova teoria legal sobre o universo, falarei melhor a frente. E o terceiro é que eu adicionei o blog da soraya “Universo e Luz” na minha lista de preferidos, lá tem bastante fotos e eu irei postar um link de lá ainda nesse poste, na verdade esse poste deveria ser dois, mas será um, porque faz tempo que eu to querendo postar e como ninguém ler, não importa a quantidade que eu poste.

Antes de começar a falar da minha teoria, quero dizer duas coisas, a primeira é que eu sei que é sempre bom reler o texto pra revisar, coisa que nunca eu faço, por isso as vezes eu escrevo uma besteira ou outra, e a segunda coisa é que eu to teclando nesse momento, daí eu to meio desconcentrado porque to comentando esse vídeo “http://www.imbecircanalfa.br2.net/lalala.swf“, sim, eu sou uma criança feliz (fala da Letícia :D).

Agora sim, ao que interessa. Minha teoria com certeza já foi pensada por algum grande cientista, e inclusive, eu li algo parecido no “Uma breve história do tempo”, livro já comentado aqui neste blog(eu to até devendo o resumo do resto do livro). É o seguinte, o universo parece espaço onde as coisas simplesmente acontecem. Na imagem que eu faço das coisas, o normal é que as coisas sejam apoiadas sobre o chão, eu nunca pensei que na verdade, o normal fosse o objeto está simplesmente parado, sem se deslocar para lugar algum, porque nenhuma força está agindo sobre ele. O universo então respeita as leis da matemática, porque se nenhuma força faz o objeto se mover, ele não se move, seu estado fica em zero.

Mas onde realmente eu quero chegar é, o universo tem fim? Essa questão de que se o universo tem fim ou não é um pouco tensa, porque se ele não tem fim, o humano não consegue imaginar isso, se ele tem fim, nos perguntaríamos o que vem depois e o que são ou/e onde são esses limites. Há teorias de que o universo tem o seu fim e o começo conectado, algo parecido com uma fica girada 180 graus e em seguida ter suas pontas unidas, não há nem começo nem fim, nem dentro nem fora. Mas essa teoria é estranha, porque se você ta fora, você consegue ver a forma, mas se ta dentro, fica impossível imaginar uma forma dessas, e se você ta fora em relação dos que ta dentro, quer dizer que existe alguma coisa fora. Foi ai que eu pensei na hipótese de que o universo seja matemática pura.

Qual o começo ou fim da matemática? Sabemos que sempre haverá um número a frente do outro na linha numérica. Mas qual é o meio? Bem, consideremos os limites do universo “Infinitos”, em qualquer ponto que você escolha, sempre tem uma infinidade pra cá, e outra pra lá, então tanto faz qual é o meio, porque todo o lugar estará no meio de infinitos. Uma coisa que eu pensei são os números negativos e positivos. Numa linha numérica, o normal é que o zero seja o meio, isso explica porque os objetos estão parados no zero, sem força alguma, porque ele é o meio, porque ele é o neutro, o normal.

E onde está o ponto neutro do universo? Não sei, talvez não faça diferença, porque todos os cantos são iguais, diferentemente de números positivos e negativos. Números para localizar foi uma coisa criada pelos humanos, não que por ser criado pelo humanos seja falso, ou errado, ou ruim, ou qualquer coisa negativa ou positiva, mas os humanos não sabem da verdade, ao contrario do que muitos dizem, as ciências não são verdade absoluta.

Pra inventar um sistema de gps universal, os caras teriam que definir um ponto do universo como um centro, como fizeram com a terra... Mas a terra eles sabem os limites, já o universo não, na verdade eles não sabem.

Vamos agora para a segunda parte, que nada mais é que uma coisa muito legal que eu encontrei no blog da Soraya, é um post com um monte de escalas, bem legais. Essas escalas compara a terra com os outros planetas, os outros planetas com o sol, o sol com outras estrelas, em imagens, é bem sinistro. http://universoevida.blogspot.com/2007/08/sistema-solar.html ai vai.

Com isso, vou me despedindo, quando eu tiver mais matérias legais aqui eu escrevo, vou ler mais coisas no orkut e no blog da Soraya que eu passei ai cima. Até mais pessoal.