Seguir leis sem saber o porquê de sua existência ou significado é uma ignorância que pode levar a burrice ou perda de pontos estratégicos. Por isso, sigo apenas as minhas próprias regras. Por: Leandro Moura
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Relatos de renascimento
Olá amigos. Nestes dias tenho passado por diversos processos de amadurecimento, tanto por causa da minha entrada na igreja, como também porque estou ganhando consciência de que muita coisa do que produzi já fora produzido antes. Por exemplo, estou lendo um livro que trata de maneira muito bem organizada a construção da lógica, chamado Bach, Escher e Godel. Foi certo impacto perceber isto, porque, de certa maneira, é como um processo de voltar ao zero.
Contudo, isto não é muito preocupante, e para explicar o porquê, vou recorrer a duas coisas. A primeira: tenho assistido a Dragon Ball Super, principalmente por fazer referência a nostalgia da minha infância, que descobri fazer referência a cultura chinesa. De fato, tenho pensando sobre o Goku sempre avançando a um estágio da sua linhagem de sayajin e o possível significado disto. É certo que toda transformação do Goku ocorre quando ele consumou todo poder dele, e isto, de certa forma, me lembra quando uma pessoa consome todas as suas possibilidades naturais. Neste caso, ela precisa se transformar, romper barreiras, transcender. Goku transcende à suas novas transformações.
Lembro-me também de uma categoria de jogos chamados IDLE, no qual compra coisas para que estas coisas fiquem rendendo no jogo, para você comprar mais coisas e assim avançar. Neste jogo, você avança até certo ponto, tendo o direito de renascer. No processo de renascimento, você mantém algumas características globais, mas todo resto é reiniciado, de modo que você começa da estaca zero novamente. No entanto, ao acumular estas características globais faz com que as coisas que você compre rendam mais. Ora, é ou não é um processo de renascimento, parecido com o que Goku passa? Assim também é na vida dos seres humanos, de certa forma.
No final, recorremos ao próprio Cristo, que, através da sua linguagem, nos diz que, ao renascer nele, tudo iremos reconstruir e em dobro. Ou seja, todas as experiências que vivemos anteriormente só foi basicamente um processo de morte para que pudéssemos transcender. Quando tudo mais nos falta, ainda sim temos a opção de renascer espiritualmente e acessar um grau maior de espiritualidade, que nos permitirá construir nossas vidas em bases sólidas, que é Cristo, a rocha, para então recuperarmos com folga tudo que perdemos durante nosso período de cegueira espiritual.
Ao assistir a profa. Lúcia Helena Galvão, entramos em contato com outras culturas ainda que recorrem ao mito do renascimento como forma de guiar os seres humanos em sua jornada de crescimento espiritual. Faço menção honrosa aos vídeos dela, que tanto me tem instruído quanto a espiritualidade e as filosofias de forma prática, através da escola Nova Acrópole. Embora eu seja Cristão, declarando-me seguir de Cristo, não acredito que seja sábio fechar os olhos para outras culturas. Sempre há a aprender, desde que não façamos culto a outro deus nem façamos nada que vá contra as escrituras sagradas.
Postado por:
Devir Social
às
23:26:00
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