Até o próximo ano. Parece longe, neh?
Olá a todos. Esta será a última postagem do ano, e nela não
virá nenhuma teoria consolidada, apenas reflexões mesmo. Na postagem passada, eu
expliquei que gostaria de iniciar alguns projetos nas férias, e realmente
iniciei. Comecei um novo blog dedicado a psicologia evolutiva e comecei a jogar
dota com os amigos. São duas experiências bem interessantes, vou comentar sobre
cada uma delas. Antes de começar, um pequeno aviso: não passei no vestibular.
Pois é, de fato, não me dediquei de modo adequado, e isto era esperado. Agora,
neste próximo ano, minha vida tomará rumos desconhecidos. É esquecer todas as
expectativas e me adequar ao que a realidade me der, e assim viver bem.
Primeiro sobre o blog, que se encontra neste endereço: Iniciei aquele o novo blog, www.apsicologiaevolutiva.blogspot.com, sua construção está sendo bem interessante, e embora eu tenha preguiça de iniciar cada novo texto, eu estou conseguindo manter a objetividade de cada um deles. Só não sei como exatamente este blog ganhará acessos ou servirá a sociedade, de qualquer modo, este não é meu objetivo primário, pois ao ver o blog se concretizando, sinto que estou aprimorando ainda mais minha capacidade de fazer projetos, sendo este o objetivo primário. Quem sabe, um dia, usarei estas habilidades em algum trabalho. Além disto, quero me livrar de vez da responsabilidade de divulgação da teoria. Ela estando online e com acesso facilitado ao conteúdo, se não for utilizada pelas pessoas, é porque ela não tem estrutura para ser utilizada em nossa sociedade, ou falta-me o conhecimento para estruturá-la de modo adequado, em ambos os casos, não posso fazer nada.
Agora vamos falar sobre o DotA, que é uma experiência muito interessante. Certamente um dia irei formalizar, neste blog, apenas para os fins de estudo próprio, as experiências adquiridas ao jogar dota. A guerra, seja lá qual for, é algo bem interessante. É um conjunto de sistemas que servem aos dois lados de batalha, e que cada lado tenta explorar ao máximo de modo a alcançar um resultado. Este resultado garante muita bonificação, e, sendo, portanto, o alvo de desejo. Estou falando sobre um conjunto de sistemas porque enquanto há o próprio dota, que é o jogo em si com regras delimitadas, há também os mecanismos que fazem o jogador aprender a jogar dota. Enquanto uns utilizam sites de ajuda, outros fazem testes durante o jogo, e outros seguem o conselho dos amigos, e além disto, alguns encontram amigos que sabem ensinar melhor que outros, usam sites melhores, ou tem sorte de iniciar com um personagem adequado a iniciantes.
Toda esta complexidade em aprendizagem se dá devido a riqueza de funções do jogo, que convergem a um objetivo: ganhar o game. Portanto, enquanto determinadas pessoas demoram uns dois meses para se adequar bem a determinada área, outras se dedicam a outras áreas. Quando ocorre o duelo entre duas pessoas, o que está sendo confrontado também é isto: qual delas escolheu, através de sua percepção, o sistema que trás mais resultado. Agora, imaginem isto numa guerra na realidade: pessoas duelando e explorando a realidade ao máximo em busca de formas de alcançar determinados resultados. Além disto, a pressão psicológica de quando não se conhece o inimigo, se ele está melhor que você, também faz parte da guerra. É algo bem complicado, que exige o máximo de esforço e de conhecimento para vencer.
Isto me lembra o big brother Brasil. Muitas pessoas o acham ruim, mas ele é uma zona de combate bem interessante. Cada participante sabe que realmente pode ganhar uma alta premiação, que mudará suas vidas. Ao entrarem no cenário do big brother, eles sabem que para vencer tem que fazer duas coisas: agradar ao publico e evitar o paredão. Para agradar ao publico, eles utilizam seus pré-conhecimentos sobre a sociedade a natureza humana para construir suas personalidades, para que com ela traga bom sentimento ao publico, embora eles não saibam se realmente estão ou não fazendo isto. A única situação que lhes dá informação sobre isto é o paredão, mas é um risco enorme entrar nele. Quanto a evitar os paredões, existem métodos bons e métodos ruins, e a escolha destes métodos irá ser sentido pelo publico e pelas pessoas da casa. Quanto as pessoas da casa, há mais informações, mas elas não são realmente o que interessam.
Já deu pra sentir a pressão, hein? Muitas pessoas não entendem isto. Bem, este tipo de pressão também pode ser sentido nos vestibulares, seleções de emprego ou em disputas de conquista de pessoas, como dois homens disputando por uma mulher. É muito aconselhável desenvolver conhecimentos para agüentar a pressão psicológica nestes tipos de ambientes, tanto quando o resultado for negativo como também negativo. A vida humana se tornou um conjunto de sistemas muito louco em que todas as pessoas estão inseridas e aprendendo a cada ano que vive, por isto merecem nosso respeito, mesmo quando não parecem produzir bons resultados em determinadas áreas. No fim, devemos nos contentar com aquilo que nosso esforço trás, pois, embora o sistema converge para um mesmo lugar, tudo pode ser resumido à sorte: sorte de ter nascido em boa posição da sociedade ou boa genética, sorte de ter conhecido as pessoas certas, sorte de ter aprendendo corretamente tudo aquilo que a vida tem a ensinar.
Enfim amigos, como ultima reflexão, meus blogs. O psicologia evolutiva, como falei, está meio sem expectativa de utilização, mas vou terminá-lo por dois motivos: primeiro, me focar menos na psicologia evolutiva em si, para me focar em outros projetos diretamente ligados na minha vida, e segundo: é bonitinho ver um projeto terminado, adoro olhar pro meu livro as vezes, além disso, vou aprender a ter paciência para concretização de projetos além de outras coisas, assim espero. No mais, desculpem-me a falta de revisão e abraço a todos.
Primeiro sobre o blog, que se encontra neste endereço: Iniciei aquele o novo blog, www.apsicologiaevolutiva.blogspot.com, sua construção está sendo bem interessante, e embora eu tenha preguiça de iniciar cada novo texto, eu estou conseguindo manter a objetividade de cada um deles. Só não sei como exatamente este blog ganhará acessos ou servirá a sociedade, de qualquer modo, este não é meu objetivo primário, pois ao ver o blog se concretizando, sinto que estou aprimorando ainda mais minha capacidade de fazer projetos, sendo este o objetivo primário. Quem sabe, um dia, usarei estas habilidades em algum trabalho. Além disto, quero me livrar de vez da responsabilidade de divulgação da teoria. Ela estando online e com acesso facilitado ao conteúdo, se não for utilizada pelas pessoas, é porque ela não tem estrutura para ser utilizada em nossa sociedade, ou falta-me o conhecimento para estruturá-la de modo adequado, em ambos os casos, não posso fazer nada.
Agora vamos falar sobre o DotA, que é uma experiência muito interessante. Certamente um dia irei formalizar, neste blog, apenas para os fins de estudo próprio, as experiências adquiridas ao jogar dota. A guerra, seja lá qual for, é algo bem interessante. É um conjunto de sistemas que servem aos dois lados de batalha, e que cada lado tenta explorar ao máximo de modo a alcançar um resultado. Este resultado garante muita bonificação, e, sendo, portanto, o alvo de desejo. Estou falando sobre um conjunto de sistemas porque enquanto há o próprio dota, que é o jogo em si com regras delimitadas, há também os mecanismos que fazem o jogador aprender a jogar dota. Enquanto uns utilizam sites de ajuda, outros fazem testes durante o jogo, e outros seguem o conselho dos amigos, e além disto, alguns encontram amigos que sabem ensinar melhor que outros, usam sites melhores, ou tem sorte de iniciar com um personagem adequado a iniciantes.
Toda esta complexidade em aprendizagem se dá devido a riqueza de funções do jogo, que convergem a um objetivo: ganhar o game. Portanto, enquanto determinadas pessoas demoram uns dois meses para se adequar bem a determinada área, outras se dedicam a outras áreas. Quando ocorre o duelo entre duas pessoas, o que está sendo confrontado também é isto: qual delas escolheu, através de sua percepção, o sistema que trás mais resultado. Agora, imaginem isto numa guerra na realidade: pessoas duelando e explorando a realidade ao máximo em busca de formas de alcançar determinados resultados. Além disto, a pressão psicológica de quando não se conhece o inimigo, se ele está melhor que você, também faz parte da guerra. É algo bem complicado, que exige o máximo de esforço e de conhecimento para vencer.
Isto me lembra o big brother Brasil. Muitas pessoas o acham ruim, mas ele é uma zona de combate bem interessante. Cada participante sabe que realmente pode ganhar uma alta premiação, que mudará suas vidas. Ao entrarem no cenário do big brother, eles sabem que para vencer tem que fazer duas coisas: agradar ao publico e evitar o paredão. Para agradar ao publico, eles utilizam seus pré-conhecimentos sobre a sociedade a natureza humana para construir suas personalidades, para que com ela traga bom sentimento ao publico, embora eles não saibam se realmente estão ou não fazendo isto. A única situação que lhes dá informação sobre isto é o paredão, mas é um risco enorme entrar nele. Quanto a evitar os paredões, existem métodos bons e métodos ruins, e a escolha destes métodos irá ser sentido pelo publico e pelas pessoas da casa. Quanto as pessoas da casa, há mais informações, mas elas não são realmente o que interessam.
Já deu pra sentir a pressão, hein? Muitas pessoas não entendem isto. Bem, este tipo de pressão também pode ser sentido nos vestibulares, seleções de emprego ou em disputas de conquista de pessoas, como dois homens disputando por uma mulher. É muito aconselhável desenvolver conhecimentos para agüentar a pressão psicológica nestes tipos de ambientes, tanto quando o resultado for negativo como também negativo. A vida humana se tornou um conjunto de sistemas muito louco em que todas as pessoas estão inseridas e aprendendo a cada ano que vive, por isto merecem nosso respeito, mesmo quando não parecem produzir bons resultados em determinadas áreas. No fim, devemos nos contentar com aquilo que nosso esforço trás, pois, embora o sistema converge para um mesmo lugar, tudo pode ser resumido à sorte: sorte de ter nascido em boa posição da sociedade ou boa genética, sorte de ter conhecido as pessoas certas, sorte de ter aprendendo corretamente tudo aquilo que a vida tem a ensinar.
Enfim amigos, como ultima reflexão, meus blogs. O psicologia evolutiva, como falei, está meio sem expectativa de utilização, mas vou terminá-lo por dois motivos: primeiro, me focar menos na psicologia evolutiva em si, para me focar em outros projetos diretamente ligados na minha vida, e segundo: é bonitinho ver um projeto terminado, adoro olhar pro meu livro as vezes, além disso, vou aprender a ter paciência para concretização de projetos além de outras coisas, assim espero. No mais, desculpem-me a falta de revisão e abraço a todos.
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