Olá amiguinhos, não muitas novidades para contar, além de eu estar com um pouco neurótico pra estudar psicologia entre outras coisas, uma das é que eu estou lendo a continuação do Guia do mochileiro das galáxias, que é o Restaurante no fim do universo (não lembro se é “do” ou “no”), e também jogando Need for Speed: most wanted, e é sobre este ultimo que eu vou falar agora, na verdade não necessariamente dele, mas sim de uns mecanismos psicóticos que eu descobri jogando ele.
Vou contar-lhes exatamente como aconteceu, segundo minha lesa memória. Eu estava jogando NFSMW, então eu notei que eu batia de mais em qualquer coisa, errava as curvas, batia de mais nos carros e etc., tudo isso porque eu me preocupava apenas em andar sem tirar o dedo do acelerador. Então eu resolvi fazer um estudo de mim mesmo e do jogo, foram resultados empolgantes.
Primeiramente, correr com um carro não se resume apenas em acelerar, você tem que saber andar nas curvas com o ângulo certo para perder o mínimo de velocidade possível nela, pois quanto maior a velocidade, menor será sua capacidade de fazer curvas por causa da quantidade de força acumulada no seu carro e desta força não ser tão de acordo assim com a inclinação da curva, que é pequena, e isso faz-se necessário muita força para virar o carro, por isso a necessidade de pelo menos tirar o dedo do acelerador, para não dizer apertar no freio.
Constatando isso, eu comecei a jogar bem melhor, entretanto, ainda precisava melhorar minha atenção na pista, pois era muito comum eu ir direto numa parede ou coisa parecida, então foi o que eu fiz, deixei de escutar musicas que eu gostava, pra não perder a atenção, tal como eu faço ao escrever no blog, e me enfoquei apenas em fazer o percurso certo da pista. E isso melhorou bem meu desempenho também.
Chegamos ao clímax desta postagem nesse parágrafo. Eu comecei a jogar bem melhor a pista depois que eu comecei a me preocupar em olhar cada detalhe dela com bastante atenção, entretanto, isso desencadeou um fenômeno interessante, eu, por estar muito preocupado em fazer a pista com muita perfeição, acabei me esquecendo dos carros, e no jogo, quando eu vi um carro na minha frente, eu fiquei sem saber o que fazer e dividido entre: desviar do carro e bater na parede e não fazer a pista com perfeição; bater no carro ou procurar outra solução.
Só tive dois segundos, como eu só decidi uma prioridade, que é a de correr bem, ao me deparar com um obstáculo que obstruísse minha prioridade, eu não soube o que fazer e nem tive tempo de pensar, visando que eu não tinha pensado sobre isso antes e só me restavam dois segundos, então eu pensei em achar uma solução que não fosse bater, mas não tive tempo de analisar, e isso me fez ficar nervoso e sem reação, e logo em seguida eu bati. Logo após, eu notei que a melhor decisão a ser tomada era bater na parede e continuar, mas acredito que o “nervoso e sem reação” possa ser expresso por pânico, e foi isso o que eu senti, e por isso não pensei em nada.
Então, devido a minha neurose deu estar sempre procurando experiências novas pra estudar, considerei essa uma ótima experiência. Comecei então a buscar os motivos desse caso, e escrevo agora a teoria para o tal: Quando eu enfatizei na minha cabeça que deveria fazer a pista totalmente certinha, eu guardei esse comando na parte do meu cérebro de instinto de sobrevivência, como se isso dependesse minha vida, e isso fez com que eu conseguisse focar bastante a atenção.
E então eu comecei a correr, e foi tudo ocorrendo bem até aparecer o carro, o obstáculo, e como eu defini apenas fazer a pista certinha como meta, e nada mais, e isto foi definido por meu raciocínio, não pelo instinto que há dentro de mim, meu instinto de sobrevivência ficou sem o que fazer, vendo a o carro vindo em minha direção, enviando sinais nervosos para mim para eu fazer algo, sendo que eu, devido ao curto tempo, não tive oportunidade de fazer nenhuma analise e tal.
Jogadores de futebol também passam por isso, normalmente no momento em que estão na cara do gol e com vários jogadores do outro time na cola deles, ainda mais numa final de decisão, é uma carga muito grande de adrenalina que o cara deve receber nessa hora, pois de fato, fazer ou não fazer o gol está relacionado as chances de sobrevivência dele, pois se ele fizer o gol, será bem recompensado tanto pela torcida, como pelo dinheiro, além da vitória do time.
A experiência e você saber do que é capaz vai ter muito peso nessa hora, experiência para você saber o que fazer e não ficar que nem eu, em pânico, e você saber do que é capaz pra você não ficar inseguro ou ansioso e mandar a bola logo pra dentro do gol ou se for o caso de não der, a experiência volta a contar pra você passar a bola pra alguém ou fizer o que você achar que a situação pede com o objetivo de fazer o gol. Foi falta de conhecimento que me faltou no jogo naquela hora.
O instinto usa algo para persuadir você a fazer o que você definiu necessário racionalmente para melhorar suas chances de sobrevivência. Eu e o jogador de futebol somos bons exemplos, mas vou usar apenas o jogador de futebol pra não falar sempre de dois casos. O jogador de futebol, quando define que sua meta é fazer gol, o instinto associa isso a emoção, pro corpo, além de dar a atenção necessária, também poderá usar cargas de adrenalina e outras coisas se necessário, e não é só isso.
Quando o jogador ganha, o instintivo envia emoções boas pra ele, fazendo ele continuar do jeito que está pra continuar ganhando (acho que quem inventou a frase “em time que ganha não se mexe foi o próprio instinto” Hehehe), e se o jogador perder, o instinto põe cargas de emoções ruins nele, pra ele saber que precisa mudar, e isso faz ele procurar um jeito de melhorar, seja por meio do raciocínio ou atitudes instintivas. Meu caso, eu bati no carro, pensei “merda” e busquei uma solução racional, então achei a de desviar, e se isso acontecer de novo desviarei por causa da experiência.
Uma atitude instintiva seria o ciúmes por uma fêmea, por exemplo. Tem gente que cultua mais o instinto e outras mais o raciocínio, meu caso é o raciocínio. Ambos, na sociedade atual, tem seus lados positivos e negativos, estamos numa época meio equilibrada, embora tenda mais pro instintivo ainda, pelo menos em meu meio social. Mas eu botaria em termos, racional bom pra você, instintivo bom pra comunidade, algo nessa base. Um dia eu faço uma postagem explicando sobre isso, se eu lembrar.
Futebol, o esporte mais popular do mundo
E a propósito, futebol é um ótimo esporte, envolve raciocínio e instinto de uma ótima forma respectivamente nas táticas do time como um inteiro e no pessoal de cada jogador, e na emoção que gera apenas uma mudança, que é o gol, e não é a toa que é o esporte mais popular do mundo, além de ser fácil de ser jogador por qualquer um e com qualquer renda, abraços a todos, até outro dia.
-------------------- Acréscimos----------------------
Farei apenas uma pequena edição acrescentando uns dois parágrafos de um assunto relacionado à cima e que eu me esqueci de citar.
Segundo minha teoria, o nervosismo de instinto de sobrevivência também tem outras ligações, por exemplo, se você está na sala de aula e tem a garota que você é pseudo-apaixonado ou apaixonado, e ela olha pra você, você fica nervoso e sem saber o que fazer. Você fica desse jeito porque o seu instinto dá um grau de importância pra ela muito grande, e ao você notar que ela ta olhando pra você, seu instinto envia o nervosismo pra você fazer alguma coisa para que mude aquela situação, de alguma maneira.
Isso também pode aplicar-se a diversos outros exemplos. Há vários complexos relacionados a isso, tais como o medo da violência excessivo, que o faz ficar com medo de qualquer coisa com comportamento meio fora do padrão, ou complexo de mentiras e inclusive, complexos sexuais. O racional consegue meio que configurar o instinto para fazer as condições que ele acha que tem mais chances de sobreviver e reproduzir, se uma pessoa recebe durante o dia um turbilhão de noticias de assaltos e mortes, o que acontece nos jornais, ela fica com certo complexo por causa disso, mas quando na verdade, os assaltos e mortes acontecem em uma enorme quantidade de população, por isso é meio que um complexo.
Tinha planejando apenas dois parágrafos, terminei de escrevê-los e publiquei a postagem, mas lembrei de uma coisa, que vai ser do tamanho de um parágrafo. O Instinto de sobrevivência também está ligado à memória, quando você define racionalmente que há uma meta de se preocupar, por exemplo, apenas em lembrar todas as formulas matemáticas que o professor passa em sala de aula, apenas isso, você provavelmente irá não se lembrar do nome dele, mesmo ele tendo repetido umas duas ou três vezes. Isso se aplica a vários outros casos também, minha falta de memória foi devido a um certo tempo, eu apenas ter me preocupado com explicações filosóficas, esquecendo todo o resto, mas agora tentando entrar no equilibro.
Com isso amiguinhos, termino minha edição, abraços a todos novamente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário