quinta-feira, 11 de junho de 2009

Onde, porquê e como. - Douglas Adams

Onde, porquê e como

Olá amiguinhos, estou aqui para escrever mais uma postagem falando sobre qualquer coisa que ninguém vai ler. Entretanto, hoje estou fazendo algo diferente do que normalmente eu faço, agora eu estou escutando um belo Jazz, um cd chamado Kind of Blue, que eu vi passando na MTV e resolvi baixar porque queria conhcer um Jazz. O cd é só instrumental, por isso não estou tendo problemas para escrever também, embora tenha que tirar um pouco de atenção da musica para por no texto.

Gosto de imaginar que estou num bar, bebendo qualquer bebida quente gelada com o gelo, nas cadeiras que estão no canto da parede do bar, e lá na frente, há pessoas atentas a musica enquanto bebem, e eu estou aqui, escrevendo esse texto sozinho. É assim que eu gosto de imaginar, uma agradável noite. Bem, tirando tudo o que eu descrevi a cima, menos a música, essa não deixa de ser uma agradável noite.

Hoje vou falar sobre algo muito interessante que eu li nos livros de Douglas Adams, não lembro exatamente qual, nem exatamente em que momento, mas lembro que ele falava que as civilizações em geral, as pessoas também, normalmente passam por três etapas, o onde, o porquê e o como. Irei usar o exemplo que ele citou no livro, O restaurante do fim do universo, como Iremos comer? Porque iremos comer? Onde iremos comer?

Eu acredito que essa forma pode ser uma boa forma de resumir o estado das pessoas, mas, como o Douglas Adams não especificou exatamente como é cada etapa, elas estão passivas a interpretação e por isso, eu irei escrever a forma como eu interpretei cada uma. Então eu irei começar na ordem que disse a cima, tenho visão pouco aprofundada sobre como isso se expressa nas civilizações se comparado com o que eu sei sobre as pessoas, portanto, me enfocarei nelas.

Como: Como iremos fazer isso ou aquilo? Esse é o momento em que as pessoas crescem o conhecimento, fazem sua filosofia de sobrevivência, escolhem um caminho pra ganhar dinheiro, acho que numa civilização seria algo como construir a cultura, mas não sei direito. As pessoas que estão na fase “como” são mais instintivas, querem o melhor por instinto, elas procuram como fazer alguma coisa da melhor maneira.

Porquê: Quando você já ta de saco cheio de todas as coisas que você faz, e como faz, e não consegue achar uma maneira de fazer outra coisa que te agrade ao ponto de você continuar gostando de fazer aquilo, você acaba entrando no porquê você faz aquilo, nessa fase, você fica pensando o porquê, construindo um pensamento mais refinado e mais calmo, pega um pouco de desapego com as coisas também.

Onde: Quando se passa pelo período de confusão e você já tem uma idéia relativa de como as coisas funciona, você percebe que não há mais nada a fazer além do que você já está fazendo, então sua única dúvida é, onde fazer o que você tem que fazer? Mas em qualquer lugar tanto faz, contato que seja um bom lugar, não ótimo, mas bom, razoável. Porque se for ótimo, vai ser parecido como “Como” a cima citado, se for ruim de mais, significa um nível de desapego, então é o “porquê”, enfim, quando se é o “Onde” é um equilíbrio entre os dois a cima.

Eu me considero um “onde”, embora as vezes haja como um “como” e “porque”, mas na maioria das vezes sou um “onde” mesmo. Bem, se você quer ser uma coisa que não é, certamente não dará certo, o conselho que eu lhe dou é ser sempre sincero consigo mesmo em qualquer ocasião, e alias, tentar ser sincero com tudo, pois ao ver a verdade, você pode evoluir junto com sua compreensão dela. E é só isso por hoje, acredito, até a próxima amiguinhos.

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