domingo, 13 de abril de 2008

Trovões

Que dia lindo que eu presencio hoje. Chuva, dia nublado, friozinho gostoso e trovões! Dia romântico. Não me dá vontade de fazer nada mais a não ser estar ao lado da pessoa que eu escolhi para amar. Mas ela não está ao meu lado, então eu vi escrever, para algum dia ela ver. E tão lindo quanto isso é pensar na força da existência. Nuvens eletronicamente carregadas negativamente e positivamente se encontrando, gerando um raio de eletricidade carregado para equilibrar as duas nuvens. Este raio de eletricidade chega a ser tão forte que abala o ar, e som nada mais é do que ar abalado. Agora imaginem uma coisa muito forte abalando o ar. O som do trovão! A velocidade da luz é superior a velocidade das ondas de som, por isso que primeiro, vemos a luz e depois, o som. Há uma equação que você conta os segundos que demoraram o tempo entre a luz e o som, e então você divide por uma quantidade ai e sabe a distancia em que o trovão está de você. Isso é possível graças a velocidade da luz e do som serem meio que fixa. Mas mais bonito ainda é quando os raios aparecem, quando o que está desequilibrado é o chão e as nuvens, mas ai é mais perigoso. Mas imaginem ver aqueles raios bonitões caírem, coisa que eu só vi em filme. Mas nada muda esse clima romântico e fantástico. Como o cara do livro “Dez dias de cortiço” fica dizendo. Contemplemos a satisfação de nos manter vivo. Isto é, só pelo fato de ser feliz, sermos felizes. Normalmente não damos valor a isso porque não temos que lutar pela vida, e ela acaba sendo como normal. E com isso vou almoçar. Abraços a todos os meus amigos.

Fui

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