segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Estrutura do desejo e processo de adaptação a realidade

Introdução:
Olá amigos. Cá estou eu para mais uma postagem. Passei a semana inteira querendo escrever sobre isso, contudo, em respeito ao meu período de estudo eu não o fiz. Se bem que ontem eu estudei pouquíssimo, um pequeno deslize. Percebi que meu modelo de estudo agora se baseia principalmente em fazer exercícios, e isto está me fazendo ter dificuldades para estudar as matérias humanas, cujos exercícios são um pouco mais complicados de achar. Ou talvez seja simplesmente preguiça de me adaptar a outro estilo de conhecimento, a outro modo de raciocinar que não seja o de exatas. Na verdade, até nos exercícios de exatas eu demoro bastante, e me pergunto se este é o modo mais eficiente de estudar. É o único que eu conheço. Testar variações seria uma boa opção mesmo estando no fim do ano. Assisti a dois filmes muito interessantes, “Freud: além da alma” e “Quando Nietzsche chorou”. Do primeiro, pude conhecer um pouco melhor sobre o trabalho dos psicanalistas e também um pouco mais sobre os casos de psicologia, como também observei a coragem do Freud em seguir suas teorias mesmo que elas revelassem o lado escuro do humano. No segundo, pude entender melhor Nietzsche e como sua filosofia é aplicada. Não pude deixar de relacionar as teorias de ambos a psicologia evolutiva. A primeira traz autoconhecimento, a segunda traz força, e a psicologia evolutiva seria aquela que organiza o instinto. A postagem de hoje será composta de um estudo mais profundo sobre alguns conceitos da psicologia evolutiva e que podem ser observados no gráfico, que são o desejo e a adaptação a realidade.

Introdução a estrutura do desejo:
A possibilidade de explorar o redirecionamento do desejo como uma forma de aumentar a qualidade de vida foi algo já previsto pela psicologia evolutiva em seu gráfico do bem-estar evolutivo. Esta capacidade, baseada na propriedade do instinto que influencia o raciocínio e vice-versa, é uma das principais formas para que, através da reorganização dos desejos, obtenha-se um aumento na qualidade de vida. Desejar é algo essencial para todo humano, pois através disto ele encontrará a vontade para se esforçar. Porém, um desejo mal formulado pelo instinto pode ser bastante nocivo, pois, além de jogar esforço fora, poderá fazer a pessoa se frustrar e abandonar uma evolução de alto nível, se entregando a uma vida cheia de distúrbios. Por isto, entender como o instinto formula e estrutura o desejo é um conhecimento bastante importante para a psicologia evolutiva. Para isto, será necessário explicar como funciona o desejo e as estruturas básicas nas quais ele surge.

Idéias gerais:
O desejo surge da necessidade do instinto humano se sentir bem. Ele funciona liberando bons sentimentos sempre que o humano alcança algo que deseja e forçando o humano conseguir isto, pois caso não consiga, ele pode ser gatilho para alguns sentimentos ruins. Ele surge naquilo que o humano considera que é o “melhor” para si, e é isto o que o torna o principal responsável por não permitir que os humanos se tornem conformados com um estilo de vida seguro e pacato. Durante algum tempo o humano se sente bem por ter alcançado algum desejo, porém, este sentimento logo é diluído e ele se sente normal novamente, precisando alcançar algum novo desejo, que pode ser diferente ou não do desejo anterior, tudo depende das circunstâncias. O gráfico do bem-estar evolutivo mostra como utilizar o desejo para a manutenção de uma boa evolução, por isto explicar este mecanismo não será a intenção desta postagem.

Definição de estrutura:
É possível perceber que na própria definição de desejo que ele é algo bastante relativo ao que o humano percebe, sente e entende. Isto é demonstrado em “o desejo surge naquilo que o humano considera o melhor para si”, onde esta consideração pode ser feita através de experiências, teorias ou observação. Contudo, o que significa melhor neste caso? É esta a grande pergunta que faz surgir alguns mecanismos de estruturação do desejo. Chamarei aqui de estruturação do desejo as propriedades humanas a quais o instinto humano se baseia para formular o que desejar e como conseguir isto. É possível perceber a existência principalmente de dois mecanismos: um é associativo, e deriva das propriedades humanas de associação de informações. O outro é adaptativo, e deriva das propriedades humanas de raciocínio que influencia o instinto e vice-versa. Agora será explicado como funciona cada um deles.

Estrutura de desejo associativa:
A capacidade associativa que o ser humano desenvolveu através dos mecanismos evolutivos o tornou mais inteligente, já que isto o tornou capaz de relacionar uma grande quantidade de sentimentos e experiências, obtendo informações novas. É através desta propriedade associativa que parte do desejo humano é concebido, e será explicado agora como isto ocorre na prática: imaginemos um grupo de pessoas cujas características são parecidas, chamaremos este grupo de A. Supondo que exista algo que algumas destas pessoas do grupo A experimentem e se sintam bem com isto, este algo logo se tornará objetivo de desejo. Porém, por terem características bem semelhantes, as outras pessoas deste mesmo grupo A, por meio da observação e associação, logo desejaram também este algo, mesmo não tendo experimentado. Ou seja, um desejo surge por meio da associação, pois se algum semelhante ao A se sente bem com algo, logo, existe uma grande probabilidade de que A também se sentirá bem com este mesmo algo, e se sentir bem é algo que ele deseja.

Estrutura de desejo adaptativa:
A estrutura adaptativa do desejo funciona através da propriedade do instinto que influencia o raciocínio e vice-versa. Este um princípio na psicologia que diz que nenhum humano deseja aquilo que acredita ser impossível, logo, o entendimento completo da realidade faz o humano desejar somente aquilo que é possível a ele. Porém, este entendimento da realidade não é algo natural ao humano, por isto ele precisa se esforçar bastante para entendê-la e com isto se adaptar a ela. Isto é o que se chama de “processo de adaptação a realidade”. Quando mais conectado a realidade o humano estiver, mais seus desejos estarão coerentes com as propriedades da realidade, e isto tornará maior as chances deles se tornarem reais. Porém, ao lembrar que o desejo tende a focar no melhor, o humano irá querer o melhor que a realidade pode fornecer, por isto existirá a tendência dele desejar coisas difíceis de serem conquistadas no sentido de exigirem muito esforço e conhecimento.

Considerações gerais sobre as estruturas:
Enquanto que os desejos formados pelo processo associativo costumam ter como característica serem mais simples e grupal, e se sustenta já que coisas que fazem bem a um grupo semelhante de pessoas geralmente tendem a ser genéricas e simples de se obter, os formados por processo de adaptação acabam sendo mais individuais e complexos, já que são formulados só após um processo de adaptação a realidade e exige muito esforço a construção de um mesmo algo. Podemos citar como exemplo de desejo formado por processo associativo a moda, onde pessoas se sentem bem por serem relacionadas a coisas que são desejadas e associadas a coisas boas, enquanto que um desejo formado por processo adaptativo é alguém que deseja desenvolver uma ferramenta bem específica, e passa algum tempo se dedicando, estudando e testando essa ferramenta para ela se adaptar a realidade e funcionar. De forma geral, é possível definir que desejos associativos bons são aqueles superficiais e de consumo rápido e coletivo, enquanto que bons desejos de adaptação sejam aqueles profundos, de produção ou consumo constante.

Benefícios de uso:
Esta definição é útil para evitar distúrbios. Supondo que uma pessoa deseje profundamente algo, mas este desejo tenha sido gerado através do processo associativo. Isto pode ser problemático, pois para o instinto dela, ela é capaz de fazer a mesma coisa que uma ou outra pessoa fez já que seu desejo surgiu através da associação, porém, a realidade pode ser diferente e talvez falte algum conhecimento, experiência ou recurso para que ela de fato seja capaz disto. Se for este o caso, existe uma enorme tendência dela se culpar por não conseguir e não entender o porquê não conseguiu. Outro exemplo é uma pessoa que apenas tem desejos superficiais, como os desejos consumistas, por exemplo. Se um dia algo, como a perca de fonte de renda, mudar a realidade dela bruscamente e ela não tiver previsto isto por não estar conectada a realidade, existirá uma grande probabilidade de ela sofrer bastante por não conseguir manter seus desejos e por ter que desenvolver desejos e estrutura de produção, algo um tanto difícil pra ser feito em pouco tempo.

Considerações finais:
O objetivo destes conhecimentos é fazer com que os desejos executem sua função, que é ser alcançado e fazer bem aos humanos. Após entendido estes dois processos, já é possível investigar as causas da maioria dos desejos e tentar modificá-los de modo saudável e coerente com a evolução, tal como explicado no gráfico do bem-estar evolutivo. O processo de adaptação da realidade será explicado melhor em um tópico exclusivo, porém, é interessante observar como, através da mutação, que pode ser considerada a descoberta acidental de algo, novos desejos surgem. Foi notado que alguma pessoa do grupo A descobriu algo, e logo este algo se espalhou por seus semelhantes, tornando-se uma característica de grupo. É possível também notar que os desejos mais profundos, que geralmente são de produção, são também aqueles auxiliados altamente pela tecnologia e pelo conhecimento, já que para se dedicar a algo por muito tempo, este algo precisa ter capacidade de continuar a se desenvolver e chegar a altos níveis de complexidade.

Processo de adaptação a realidade:
O processo de adaptação a realidade surgiu devido à necessidade que a psicologia evolutiva sentiu em possuir realmente a verdade, para então adequar o instinto humano a ela e fazer o que melhor a realidade permitir para o desenvolvimento humano. Contudo, descobrir a verdade não é uma tarefa fácil, pois o instinto humano possui muitos mecanismos de associação, que em tarefas cotidianas ajuda-o a se tornar mais eficiente, mas que cedo ou tarde, acaba caindo em alguns erros de lógica que acabam levando-o ao distúrbio. Se fossem pequenos distúrbios, não haveria tanto problema. O real problema é quando estes distúrbios são proliferados e evoluem, já que eles vão beneficiar algumas pessoas, mas vão prejudicar outras. É assim que nascem as grandes mazelas sociais: da má interpretação da realidade.

A metodologia científica nasceu como uma ferramenta de investigação da realidade. Ela se baseia nas propriedades do universo, onde cada efeito tem uma causa, e estabelece métodos para a investigação da causa e efeito com o intuito de conhecer a realidade e desenvolver mecanismos para ajudar ao humano. O exemplo disto, o computador, que, por ser projetado para respeitar a realidade lógica, física e química do universo, é capaz de executar seus milhares de cálculos com precisão e determinismo. Contudo, o modo como os humanos percebem a realidade é diferente. Devido à propriedade do instinto que influencia o raciocínio e vice-versa, a percepção da realidade humana não é simplesmente baseada em fatos, mas sim em sentimentos. Se existe um fato, este fato pode ser classificado como bom e bonito, para uma pessoa que se sente bem com isto, e ruim e feio, para outra pessoa que se sente mal com isto. Diante disto, perceber a realidade se torna algo complexo, pois afinal, o referido fato é bom ou ruim?

O processo de adaptação a realidade é um conjunto de princípios que tem como objetivo fazer a razão humana se desprender de seu instinto e, através disto, dar condições do humano buscar todos os conhecimentos necessários para dominar a realidade e usufruí-la a seu favor. É perceptível que o humano é capaz de mudar as configurações da realidade de modo que ela traga alguns resultados, mas ele não é capaz de mudar as suas propriedades. Por dominar a realidade, imaginemos aqueles que projetaram o computador: se eles não tivessem o domínio das propriedades da realidade, eles teriam conseguido organizá-la de tal modo que ela produza os efeitos do computador. Embora a metodologia científica tenha surgido há alguns séculos atrás, ela é incompleta como método de adequação do instinto a realidade porque ela apenas tem conhecimentos sobre a realidade física, química e matemática. O complemento necessário para isto são os conhecimentos da psicologia evolutiva, e por isso com ela surge esta noção de necessidade em adaptar-se a realidade bem definida.

Isto porque, enquanto que para a metodologia científica um fato é simplesmente um fato, para o instinto humano, um fato pode ganhar uma enorme quantidade de simbologias que o torna bom ou ruim. Além disto, a realidade, para os humanos, também é constituída de esforço e interesses, e um fato por si só pode ser constituído por muito esforço ou interesse de várias pessoas. Antes de se chegar quaisquer conclusões sobre a natureza boa ou ruim de algum fato, é necessário respeitar que este fato está envolvido com uma serie de processos evolutivos e buscar compreende-los, para só depois assumir uma posição seguindo um critério de julgamento. Desta forma, entende-se o porquê alguém acha bom e bonito algo e o porquê outro alguém acha ruim e feio este mesmo algo, além disto, através de um critério, é possível classificar este algo de modo que todos concordem sem desrespeitar ou ofender ninguém.  Com este procedimento, é possível conhecer e adequar todos os elementos da realidade e organizá-los de modo que produzam uma evolução sustentável e saudável. Agora vamos aos princípios, que também podem ser considerados como etapas do processo de adaptação a realidade.

Etapa um: Princípio de valorização da realidade:
Valorizar a realidade acima de tudo é o inicio para o processo de adaptação a realidade. Sem isto, o humano acabará cedendo a interpretação da realidade que mais lhe agrada e não terá coragem de enfrentar aquelas interpretações que o põe em posição ruim. Neste momento, é preciso se transformar em um agente que busca a realidade, seja ela muito boa ou muito ruim ao instinto. Sem isto, aceitar que tudo aquilo que faz o instinto se sentir bem seja mentira, por exemplo, se torne algo bastante difícil, pois o instinto se sente bem estando próximo daquilo que ele valoriza, e ainda existe a tendência do instinto fazer o raciocínio se apegar a aquela interpretação da realidade que melhor agrade a ele e então pare por ai. Então, a intenção real deste princípio é fazer com que as pessoas abandonem aquilo que as façam se sentir bem ou mal, seja verdade ou mentira, para então buscar e se sentir bem primordialmente com a realidade, e só após isto iniciar o processo de evolução, que estará adaptado a realidade.

Etapa dois: Princípio da compreensão da realidade universal:
Após valorizar a realidade, é necessário compreendê-la. A necessidade de compreender a realidade existe porque é através disto que o humano irá desenvolver as técnicas necessárias para aumentar sua qualidade de vida. Porém, compreender totalmente a realidade atualmente é impossível, portanto, o que realmente interessa entender são seus princípios de funcionamento. São basicamente dois. O primeiro princípio: tudo há um porquê. Isto implica dizer que tudo no universo tem um motivo para ser como é. O segundo princípio: os motivos que fazem as coisas agirem de determinada forma são chamados de leis ou propriedades. A importância de entender estas duas características do universo é ter a capacidade de ter a noção de configurações de realidade. No exemplo do computador, nós, humanos, utilizamos e isolamos as propriedades da lógica e da eletrônica de tal forma que ela tome a configuração desejada por nós. E enquanto esta configuração se manter intacta, nada modificar este sistema, ele sempre irá funcionar e responder de acordo com o programado. É basicamente isto o que a metodologia científica nos diz, e compreender isto é essencial para desenvolver projetos e estudos para melhorar a qualidade de vida além de auxiliar o entendimento e aceitação dos conhecimentos da psicologia evolutiva.

Etapa três: Princípio compreensão da realidade humana:
Diferente da realidade universal, a realidade humana não pode ser entendida e aceita completamente apenas pela lógica e por definições. Devido ao enorme poder de relatividade da mente humana, é possível perceber comportamentos que, para alguns, não faça o menor sentido, mas para outros faz muito bem. E, embora a psicologia evolutiva entre como uma ferramenta que auxilie e organize o entendimento dos sentimentos humanos, é perceptível que em alguns casos seja necessário viver e sentir para entender. O objetivo deste princípio é fazer com que as pessoas busquem respeitar e entender a realidade de outras pessoas como forma de melhorar a qualidade de vida, e este objetivo se sustenta no fato de que, embora aparentemente estejamos conectados a algumas poucas pessoas, na prática, estas conexões funcionam como uma teia onde opiniões emitidas apenas para conhecidos podem chegar ao conhecimento de muitos desconhecidos. Além disto, outro motivo que o sustenta é que com este conhecimento humano adicional, se tornam maiores às possibilidades de encontrar comportamentos saudáveis bem como também ajude na convivência e na dinâmica em grupo, valores que, de modo geral, melhoram a comunicação, o autoconhecimento e o entrosamento familiar e social, e isto colabora no aumento de qualidade de vida.

Etapa quatro: Princípio de envolvimento com os sistemas evolutivos:
Após entender como a realidade universal e humana funcionam, é preciso iniciar um processo de evolução adaptado a realidade já que se assume, através dos conhecimentos da psicologia evolutiva, que é necessário que o humano estabeleça uma boa evolução para se sentir bem. Porém, é preciso observar que ter uma boa evolução não significa ter uma vida fácil. Isso porque por mais que o humano se esforce pra entender todos os aspectos teóricos da realidade, há uma forte tendência de que a prática não seja igual a teoria. Isto acontece porque ele não nasce conhecendo a realidade, e sim a descobre ou se adapta a ela. A descoberta se refere à realidade universal, que são as leis e propriedades da natureza, e o humano geralmente precisa estudar a ciência envolvida com aquele ramo de conhecimento e se esforçar para desenvolver métodos para descobri-la, mas uma vez feito isto, dificilmente irá mudar, apenas aperfeiçoar. A adaptação se refere à realidade humana, que é formada por sistemas humanos. Estes sistemas mudam constantemente devido a dinâmica trazida pela descoberta de novas tecnologias ou comportamentos, e se o humano não tiver sempre a preocupação de conhecer e acompanhar suas mudanças, é possível que ele se torne obsoleto ou usufrua menos dos benefícios que isto pode trazer. Portanto, é possível perceber que se envolver com os sistemas de adaptação ou descoberta da realidade está intimamente ligado com se esforçar para alcançar os resultados desejados, sendo a função dos princípios anteriores fazer com que este esforço seja corretamente direcionado.

Considerações finais sobre o processo de adaptação a realidade:
Após valorizar a realidade, entendê-la tanto do ponto de vista científico/universal e humano e aprender a aplicar o esforço de modo que ele produza alguma evolução, os conhecimentos da psicologia evolutiva são úteis apenas para organizar os setores da vida de modo geral e evidenciar as propriedades humanas, como mostrado no gráfico do bem-estar evolutivo. Contudo, como cada aspecto social, político, cultural, econômico e geográfico dos países é diferentes, cada sociedade desenvolverá sua própria configuração, e isto fará com que cada pessoa encontre seu modo específico de se adaptar a isto e desenvolver sua boa evolução. O impasse demonstrado no exemplo da introdução seria resolvido através do conhecimento sobre as duas realidades, já que haveria a percepção do por que determinada pessoa considera algo bom ou ruim. A metodologia científica também ajudará no impasse ensinando que, para se julgar algo, é preciso estabelecer critério de julgamento, pois como tudo tem um por que, se não for estabelecido nenhum critério, o julgamento acabará sendo feito pelo inconsciente das pessoas, que é fortemente movido por sentimentos que podem induzir o instinto a desejar a mentira.


Encerramento:
Enfim amigos, finalmente termino esta que foi uma das postagens mais longas que eu lembro ter feito. Comecei no sábado e só terminei no domingo. Abordei dois assuntos importantíssimos para a psicologia evolutiva de forma técnica e clara, espero. Novamente ficarei devendo a revisão, e olhe que esperava falar sobre outros temas. Já está dando hora de ir dormir, amanhã irei estudar. Esse horário de sono está me dando bastantes problemas. É difícil resolver isso. Também vou tentar reorganizar meu método de estudo para não acontecer de novo o que aconteceu na sexta-feira, fiquei um pouco chateado com aquilo. Finalizando o encerramento, boa noite a todos e até a próxima postagem.

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