Introdução:
Olá amigos. Cá estou eu para mais uma
postagem. Passei a semana inteira querendo escrever sobre isso, contudo,
em respeito ao meu período de estudo eu não o fiz. Se bem que ontem eu
estudei pouquíssimo, um pequeno deslize. Percebi que meu modelo de
estudo agora se baseia principalmente em fazer exercícios, e isto está
me fazendo ter dificuldades para estudar as matérias humanas, cujos
exercícios são um pouco mais complicados de achar. Ou talvez seja
simplesmente preguiça de me adaptar a outro estilo de conhecimento, a
outro modo de raciocinar que não seja o de exatas. Na verdade, até nos
exercícios de exatas eu demoro bastante, e me pergunto se este é o modo
mais eficiente de estudar. É o único que eu conheço. Testar variações
seria uma boa opção mesmo estando no fim do ano. Assisti a dois filmes
muito interessantes, “Freud: além da alma” e “Quando Nietzsche chorou”.
Do primeiro, pude conhecer um pouco melhor sobre o trabalho dos
psicanalistas e também um pouco mais sobre os casos de psicologia, como
também observei a coragem do Freud em seguir suas teorias mesmo que elas
revelassem o lado escuro do humano. No segundo, pude entender melhor
Nietzsche e como sua filosofia é aplicada. Não pude deixar de relacionar
as teorias de ambos a psicologia evolutiva. A primeira traz
autoconhecimento, a segunda traz força, e a psicologia evolutiva seria
aquela que organiza o instinto. A postagem de hoje será composta de um
estudo mais profundo sobre alguns conceitos da psicologia evolutiva e
que podem ser observados no gráfico, que são o desejo e a adaptação a
realidade.
Introdução a estrutura do desejo:
A
possibilidade de explorar o redirecionamento do desejo como uma forma
de aumentar a qualidade de vida foi algo já previsto pela psicologia
evolutiva em seu gráfico do bem-estar evolutivo. Esta capacidade,
baseada na propriedade do instinto que influencia o raciocínio e
vice-versa, é uma das principais formas para que, através da
reorganização dos desejos, obtenha-se um aumento na qualidade de vida.
Desejar é algo essencial para todo humano, pois através disto ele
encontrará a vontade para se esforçar. Porém, um desejo mal formulado
pelo instinto pode ser bastante nocivo, pois, além de jogar esforço
fora, poderá fazer a pessoa se frustrar e abandonar uma evolução de alto
nível, se entregando a uma vida cheia de distúrbios. Por isto, entender
como o instinto formula e estrutura o desejo é um conhecimento bastante
importante para a psicologia evolutiva. Para isto, será necessário
explicar como funciona o desejo e as estruturas básicas nas quais ele
surge.
Idéias gerais:
O desejo surge da
necessidade do instinto humano se sentir bem. Ele funciona liberando
bons sentimentos sempre que o humano alcança algo que deseja e forçando o
humano conseguir isto, pois caso não consiga, ele pode ser gatilho para
alguns sentimentos ruins. Ele surge naquilo que o humano considera que é
o “melhor” para si, e é isto o que o torna o principal responsável por
não permitir que os humanos se tornem conformados com um estilo de vida
seguro e pacato. Durante algum tempo o humano se sente bem por ter
alcançado algum desejo, porém, este sentimento logo é diluído e ele se
sente normal novamente, precisando alcançar algum novo desejo, que pode
ser diferente ou não do desejo anterior, tudo depende das
circunstâncias. O gráfico do bem-estar evolutivo mostra como utilizar o
desejo para a manutenção de uma boa evolução, por isto explicar este
mecanismo não será a intenção desta postagem.
Definição de estrutura:
É
possível perceber que na própria definição de desejo que ele é algo
bastante relativo ao que o humano percebe, sente e entende. Isto é
demonstrado em “o desejo surge naquilo que o humano considera o melhor
para si”, onde esta consideração pode ser feita através de experiências,
teorias ou observação. Contudo, o que significa melhor neste caso? É
esta a grande pergunta que faz surgir alguns mecanismos de estruturação
do desejo. Chamarei aqui de estruturação do desejo as propriedades
humanas a quais o instinto humano se baseia para formular o que desejar e
como conseguir isto. É possível perceber a existência principalmente de
dois mecanismos: um é associativo, e deriva das propriedades humanas de
associação de informações. O outro é adaptativo, e deriva das
propriedades humanas de raciocínio que influencia o instinto e
vice-versa. Agora será explicado como funciona cada um deles.
Estrutura de desejo associativa:
A
capacidade associativa que o ser humano desenvolveu através dos
mecanismos evolutivos o tornou mais inteligente, já que isto o tornou
capaz de relacionar uma grande quantidade de sentimentos e experiências,
obtendo informações novas. É através desta propriedade associativa que
parte do desejo humano é concebido, e será explicado agora como isto
ocorre na prática: imaginemos um grupo de pessoas cujas características
são parecidas, chamaremos este grupo de A. Supondo que exista algo que
algumas destas pessoas do grupo A experimentem e se sintam bem com isto,
este algo logo se tornará objetivo de desejo. Porém, por terem
características bem semelhantes, as outras pessoas deste mesmo grupo A,
por meio da observação e associação, logo desejaram também este algo,
mesmo não tendo experimentado. Ou seja, um desejo surge por meio da
associação, pois se algum semelhante ao A se sente bem com algo, logo,
existe uma grande probabilidade de que A também se sentirá bem com este
mesmo algo, e se sentir bem é algo que ele deseja.
Estrutura de desejo adaptativa:
A
estrutura adaptativa do desejo funciona através da propriedade do
instinto que influencia o raciocínio e vice-versa. Este um princípio na
psicologia que diz que nenhum humano deseja aquilo que acredita ser
impossível, logo, o entendimento completo da realidade faz o humano
desejar somente aquilo que é possível a ele. Porém, este entendimento da
realidade não é algo natural ao humano, por isto ele precisa se
esforçar bastante para entendê-la e com isto se adaptar a ela. Isto é o
que se chama de “processo de adaptação a realidade”. Quando mais
conectado a realidade o humano estiver, mais seus desejos estarão
coerentes com as propriedades da realidade, e isto tornará maior as
chances deles se tornarem reais. Porém, ao lembrar que o desejo tende a
focar no melhor, o humano irá querer o melhor que a realidade pode
fornecer, por isto existirá a tendência dele desejar coisas difíceis de
serem conquistadas no sentido de exigirem muito esforço e conhecimento.
Considerações gerais sobre as estruturas:
Enquanto
que os desejos formados pelo processo associativo costumam ter como
característica serem mais simples e grupal, e se sustenta já que coisas
que fazem bem a um grupo semelhante de pessoas geralmente tendem a ser
genéricas e simples de se obter, os formados por processo de adaptação
acabam sendo mais individuais e complexos, já que são formulados só após
um processo de adaptação a realidade e exige muito esforço a construção
de um mesmo algo. Podemos citar como exemplo de desejo formado por
processo associativo a moda, onde pessoas se sentem bem por serem
relacionadas a coisas que são desejadas e associadas a coisas boas,
enquanto que um desejo formado por processo adaptativo é alguém que
deseja desenvolver uma ferramenta bem específica, e passa algum tempo se
dedicando, estudando e testando essa ferramenta para ela se adaptar a
realidade e funcionar. De forma geral, é possível definir que desejos
associativos bons são aqueles superficiais e de consumo rápido e
coletivo, enquanto que bons desejos de adaptação sejam aqueles
profundos, de produção ou consumo constante.
Benefícios de uso:
Esta
definição é útil para evitar distúrbios. Supondo que uma pessoa deseje
profundamente algo, mas este desejo tenha sido gerado através do
processo associativo. Isto pode ser problemático, pois para o instinto
dela, ela é capaz de fazer a mesma coisa que uma ou outra pessoa fez já
que seu desejo surgiu através da associação, porém, a realidade pode ser
diferente e talvez falte algum conhecimento, experiência ou recurso
para que ela de fato seja capaz disto. Se for este o caso, existe uma
enorme tendência dela se culpar por não conseguir e não entender o
porquê não conseguiu. Outro exemplo é uma pessoa que apenas tem desejos
superficiais, como os desejos consumistas, por exemplo. Se um dia algo,
como a perca de fonte de renda, mudar a realidade dela bruscamente e ela
não tiver previsto isto por não estar conectada a realidade, existirá
uma grande probabilidade de ela sofrer bastante por não conseguir manter
seus desejos e por ter que desenvolver desejos e estrutura de produção,
algo um tanto difícil pra ser feito em pouco tempo.
Considerações finais:
O
objetivo destes conhecimentos é fazer com que os desejos executem sua
função, que é ser alcançado e fazer bem aos humanos. Após entendido
estes dois processos, já é possível investigar as causas da maioria dos
desejos e tentar modificá-los de modo saudável e coerente com a
evolução, tal como explicado no gráfico do bem-estar evolutivo. O
processo de adaptação da realidade será explicado melhor em um tópico
exclusivo, porém, é interessante observar como, através da mutação, que
pode ser considerada a descoberta acidental de algo, novos desejos
surgem. Foi notado que alguma pessoa do grupo A descobriu algo, e logo
este algo se espalhou por seus semelhantes, tornando-se uma
característica de grupo. É possível também notar que os desejos mais
profundos, que geralmente são de produção, são também aqueles auxiliados
altamente pela tecnologia e pelo conhecimento, já que para se dedicar a
algo por muito tempo, este algo precisa ter capacidade de continuar a
se desenvolver e chegar a altos níveis de complexidade.
Processo de adaptação a realidade:
O
processo de adaptação a realidade surgiu devido à necessidade que a
psicologia evolutiva sentiu em possuir realmente a verdade, para então
adequar o instinto humano a ela e fazer o que melhor a realidade
permitir para o desenvolvimento humano. Contudo, descobrir a verdade não
é uma tarefa fácil, pois o instinto humano possui muitos mecanismos de
associação, que em tarefas cotidianas ajuda-o a se tornar mais
eficiente, mas que cedo ou tarde, acaba caindo em alguns erros de lógica
que acabam levando-o ao distúrbio. Se fossem pequenos distúrbios, não
haveria tanto problema. O real problema é quando estes distúrbios são
proliferados e evoluem, já que eles vão beneficiar algumas pessoas, mas
vão prejudicar outras. É assim que nascem as grandes mazelas sociais: da
má interpretação da realidade.
A metodologia
científica nasceu como uma ferramenta de investigação da realidade. Ela
se baseia nas propriedades do universo, onde cada efeito tem uma causa, e
estabelece métodos para a investigação da causa e efeito com o intuito
de conhecer a realidade e desenvolver mecanismos para ajudar ao humano. O
exemplo disto, o computador, que, por ser projetado para respeitar a
realidade lógica, física e química do universo, é capaz de executar seus
milhares de cálculos com precisão e determinismo. Contudo, o modo como
os humanos percebem a realidade é diferente. Devido à propriedade do
instinto que influencia o raciocínio e vice-versa, a percepção da
realidade humana não é simplesmente baseada em fatos, mas sim em
sentimentos. Se existe um fato, este fato pode ser classificado como bom
e bonito, para uma pessoa que se sente bem com isto, e ruim e feio,
para outra pessoa que se sente mal com isto. Diante disto, perceber a
realidade se torna algo complexo, pois afinal, o referido fato é bom ou
ruim?
O processo de adaptação a realidade é um conjunto
de princípios que tem como objetivo fazer a razão humana se desprender
de seu instinto e, através disto, dar condições do humano buscar todos
os conhecimentos necessários para dominar a realidade e usufruí-la a seu
favor. É perceptível que o humano é capaz de mudar as configurações da
realidade de modo que ela traga alguns resultados, mas ele não é capaz
de mudar as suas propriedades. Por dominar a realidade, imaginemos
aqueles que projetaram o computador: se eles não tivessem o domínio das
propriedades da realidade, eles teriam conseguido organizá-la de tal
modo que ela produza os efeitos do computador. Embora a metodologia
científica tenha surgido há alguns séculos atrás, ela é incompleta como
método de adequação do instinto a realidade porque ela apenas tem
conhecimentos sobre a realidade física, química e matemática. O
complemento necessário para isto são os conhecimentos da psicologia
evolutiva, e por isso com ela surge esta noção de necessidade em
adaptar-se a realidade bem definida.
Isto porque,
enquanto que para a metodologia científica um fato é simplesmente um
fato, para o instinto humano, um fato pode ganhar uma enorme quantidade
de simbologias que o torna bom ou ruim. Além disto, a realidade, para os
humanos, também é constituída de esforço e interesses, e um fato por si
só pode ser constituído por muito esforço ou interesse de várias
pessoas. Antes de se chegar quaisquer conclusões sobre a natureza boa ou
ruim de algum fato, é necessário respeitar que este fato está envolvido
com uma serie de processos evolutivos e buscar compreende-los, para só
depois assumir uma posição seguindo um critério de julgamento. Desta
forma, entende-se o porquê alguém acha bom e bonito algo e o porquê
outro alguém acha ruim e feio este mesmo algo, além disto, através de um
critério, é possível classificar este algo de modo que todos concordem
sem desrespeitar ou ofender ninguém. Com este procedimento, é possível
conhecer e adequar todos os elementos da realidade e organizá-los de
modo que produzam uma evolução sustentável e saudável. Agora vamos aos
princípios, que também podem ser considerados como etapas do processo de
adaptação a realidade.
Etapa um: Princípio de valorização da realidade:
Valorizar
a realidade acima de tudo é o inicio para o processo de adaptação a
realidade. Sem isto, o humano acabará cedendo a interpretação da
realidade que mais lhe agrada e não terá coragem de enfrentar aquelas
interpretações que o põe em posição ruim. Neste momento, é preciso se
transformar em um agente que busca a realidade, seja ela muito boa ou
muito ruim ao instinto. Sem isto, aceitar que tudo aquilo que faz o
instinto se sentir bem seja mentira, por exemplo, se torne algo bastante
difícil, pois o instinto se sente bem estando próximo daquilo que ele
valoriza, e ainda existe a tendência do instinto fazer o raciocínio se
apegar a aquela interpretação da realidade que melhor agrade a ele e
então pare por ai. Então, a intenção real deste princípio é fazer com
que as pessoas abandonem aquilo que as façam se sentir bem ou mal, seja
verdade ou mentira, para então buscar e se sentir bem primordialmente
com a realidade, e só após isto iniciar o processo de evolução, que
estará adaptado a realidade.
Etapa dois: Princípio da compreensão da realidade universal:
Após
valorizar a realidade, é necessário compreendê-la. A necessidade de
compreender a realidade existe porque é através disto que o humano irá
desenvolver as técnicas necessárias para aumentar sua qualidade de vida.
Porém, compreender totalmente a realidade atualmente é impossível,
portanto, o que realmente interessa entender são seus princípios de
funcionamento. São basicamente dois. O primeiro princípio: tudo há um
porquê. Isto implica dizer que tudo no universo tem um motivo para ser
como é. O segundo princípio: os motivos que fazem as coisas agirem de
determinada forma são chamados de leis ou propriedades. A importância de
entender estas duas características do universo é ter a capacidade de
ter a noção de configurações de realidade. No exemplo do computador,
nós, humanos, utilizamos e isolamos as propriedades da lógica e da
eletrônica de tal forma que ela tome a configuração desejada por nós. E
enquanto esta configuração se manter intacta, nada modificar este
sistema, ele sempre irá funcionar e responder de acordo com o
programado. É basicamente isto o que a metodologia científica nos diz, e
compreender isto é essencial para desenvolver projetos e estudos para
melhorar a qualidade de vida além de auxiliar o entendimento e aceitação
dos conhecimentos da psicologia evolutiva.
Etapa três: Princípio compreensão da realidade humana:
Diferente
da realidade universal, a realidade humana não pode ser entendida e
aceita completamente apenas pela lógica e por definições. Devido ao
enorme poder de relatividade da mente humana, é possível perceber
comportamentos que, para alguns, não faça o menor sentido, mas para
outros faz muito bem. E, embora a psicologia evolutiva entre como uma
ferramenta que auxilie e organize o entendimento dos sentimentos
humanos, é perceptível que em alguns casos seja necessário viver e
sentir para entender. O objetivo deste princípio é fazer com que as
pessoas busquem respeitar e entender a realidade de outras pessoas como
forma de melhorar a qualidade de vida, e este objetivo se sustenta no
fato de que, embora aparentemente estejamos conectados a algumas poucas
pessoas, na prática, estas conexões funcionam como uma teia onde
opiniões emitidas apenas para conhecidos podem chegar ao conhecimento de
muitos desconhecidos. Além disto, outro motivo que o sustenta é que com
este conhecimento humano adicional, se tornam maiores às possibilidades
de encontrar comportamentos saudáveis bem como também ajude na
convivência e na dinâmica em grupo, valores que, de modo geral, melhoram
a comunicação, o autoconhecimento e o entrosamento familiar e social, e
isto colabora no aumento de qualidade de vida.
Etapa quatro: Princípio de envolvimento com os sistemas evolutivos:
Após
entender como a realidade universal e humana funcionam, é preciso
iniciar um processo de evolução adaptado a realidade já que se assume,
através dos conhecimentos da psicologia evolutiva, que é necessário que o
humano estabeleça uma boa evolução para se sentir bem. Porém, é preciso
observar que ter uma boa evolução não significa ter uma vida fácil.
Isso porque por mais que o humano se esforce pra entender todos os
aspectos teóricos da realidade, há uma forte tendência de que a prática
não seja igual a teoria. Isto acontece porque ele não nasce conhecendo a
realidade, e sim a descobre ou se adapta a ela. A descoberta se refere à
realidade universal, que são as leis e propriedades da natureza, e o
humano geralmente precisa estudar a ciência envolvida com aquele ramo de
conhecimento e se esforçar para desenvolver métodos para descobri-la,
mas uma vez feito isto, dificilmente irá mudar, apenas aperfeiçoar. A
adaptação se refere à realidade humana, que é formada por sistemas
humanos. Estes sistemas mudam constantemente devido a dinâmica trazida
pela descoberta de novas tecnologias ou comportamentos, e se o humano
não tiver sempre a preocupação de conhecer e acompanhar suas mudanças, é
possível que ele se torne obsoleto ou usufrua menos dos benefícios que
isto pode trazer. Portanto, é possível perceber que se envolver com os
sistemas de adaptação ou descoberta da realidade está intimamente ligado
com se esforçar para alcançar os resultados desejados, sendo a função
dos princípios anteriores fazer com que este esforço seja corretamente
direcionado.
Considerações finais sobre o processo de adaptação a realidade:
Após
valorizar a realidade, entendê-la tanto do ponto de vista
científico/universal e humano e aprender a aplicar o esforço de modo que
ele produza alguma evolução, os conhecimentos da psicologia evolutiva
são úteis apenas para organizar os setores da vida de modo geral e
evidenciar as propriedades humanas, como mostrado no gráfico do bem-estar evolutivo.
Contudo, como cada aspecto social, político, cultural, econômico e
geográfico dos países é diferentes, cada sociedade desenvolverá sua
própria configuração, e isto fará com que cada pessoa encontre seu modo
específico de se adaptar a isto e desenvolver sua boa evolução. O
impasse demonstrado no exemplo da introdução seria resolvido através do
conhecimento sobre as duas realidades, já que haveria a percepção do por
que determinada pessoa considera algo bom ou ruim. A metodologia
científica também ajudará no impasse ensinando que, para se julgar algo,
é preciso estabelecer critério de julgamento, pois como tudo tem um por
que, se não for estabelecido nenhum critério, o julgamento acabará
sendo feito pelo inconsciente das pessoas, que é fortemente movido por
sentimentos que podem induzir o instinto a desejar a mentira.
Encerramento:
Enfim amigos, finalmente
termino esta que foi uma das postagens mais longas que eu lembro ter
feito. Comecei no sábado e só terminei no domingo. Abordei dois assuntos
importantíssimos para a psicologia evolutiva de forma técnica e clara,
espero. Novamente ficarei devendo a revisão, e olhe que esperava falar
sobre outros temas. Já está dando hora de ir dormir, amanhã irei
estudar. Esse horário de sono está me dando bastantes problemas. É
difícil resolver isso. Também vou tentar reorganizar meu método de
estudo para não acontecer de novo o que aconteceu na sexta-feira, fiquei
um pouco chateado com aquilo. Finalizando o encerramento, boa noite a
todos e até a próxima postagem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário