domingo, 20 de março de 2011

Psicologia na matemática e nova propriedade (re) descoberta por mim

Humanos: Instinto influencia o raciocínio e vice-versa.

Olá amiguinhos, novamente inicio esta postagem começando a refletir sobre esta saudação de inicio, mas eu não quero falar sobre isso hoje, porque ao invés disso, eu quero falar sobre umas coisas que me vieram a cabeça essa semana no horário escolar, e que para não escrever, tratei de fazer notas, as quais eu li para relembrar e começar essa postagem. Começando com a primeira, que será terminada ainda neste parágrafo, eu ultimamente tenho notado um excesso de ingenuidade em mim, o que eu quero dizer é que, devido aos estudos da psicologia evolutiva, que diz que todo humano tende a ser bom, já que a bondade, de forma indireta, significa evolução, e é isto o que todo humano busca, eu acabo esperando o melhor dos humanos, e quando um comportamento ruim aparece, eu simplesmente tento investigar qual é a fonte daquele comportamento, contudo, o problema é que eu acabei ponto esta visão na interpretação histórica do livro, onde eu mostro um mundo com uma sistemática muito mais simples e com menos distúrbios. Não sei exatamente se isso foi um erro, ou se foi falta de aprofundamento, ou falta de dados, enfim, o que importa é que eu anotei no meu caderno que eu deveria revisar toda a interpretação da história que escrevi no meu livro, contudo, não vou fazer isso, pelo menos não enquanto isto não me traga nenhum tipo de reconhecimento social. Mas os distúrbios sociais são um fato interessante a parte pois nascem, assim como a evolução, do acidente, e por algum motivo continuam a se multiplicar por não haver fatores que os filtre, mesmo eles prejudicando a evolução, um exemplo bem comum disto são pessoas com a filosofia totalmente individualista e com a falta de percepção sobre a evolução, ligadas somente ao resultado. A propósito, eu tenho sempre que me preocupar em não perder minha essência que me levou ao estado atual, ou esquecê-la para sempre e mudar para melhor! Agora vamos ao assunto principal.

Essa semana meu amigo me apresentou uma questão matemática com um aspecto realmente interessante, que eu nunca tinha visto em lugar algum. Me apego muito aos fatores que compõe um número na hora de pensar na sua natureza, e nesta questão, havia a mistura do fator dois com o fator cinco, resultado como resposta, apenas um fator dois, vou escrever a questão aqui, e quem quiser visualizá-la, é só copiar aqui, ir no wolframalpha.com e colar lá, a questão é: ((2^28+2^30)/10)^1/3 [obs.: adoro resolver equações no teclado]. O resultado, que para mim a princípio pareceu bastante estranho, era 2^9, eliminando completamente o fator do cinco, localizado no divisor dez. Nunca havia notado este comportamento antes, e por isso, deduzi logo de cara que havia algum erro ou transcrição da questão que meu amigo me fez, ou no próprio gabarito, e para agravar a situação, este mesmo amigo, responsável pela transcrição, corrigiu a primeira equação dada por ele, sendo a equação a cima a já corrigida. Isto me fez pensar que a questão realmente havia erros de transcrição, pois já que ele havia errado a primeira vez, por padrão ou indução, há a possibilidade da segunda correção, a correta, também estar errada. Dediquei pouquíssimo esforço tentando resolver esta equação, e ainda por cima, acabei utilizando a técnica de forma errada da primeira vez, dando um resultado muito diferente do gabarito. Devido a desconfiança que eu já nutria, ao errar a técnica, juntamente com meu amigo que também estava tentando resolver essa questão, supus que minha dedução sobre o erro realmente ser da transcrição estava correta, encerrei a questão e falei para o meu amigo me trazer o caderno de exercícios onde estava contida esta questão. Dois dias se passaram até que ele me trouxesse o tal caderno de exercícios, e para a minha surpresa, a questão estava corretamente transcrita. Eu fiquei um tanto surpreso e incrédulo, imaginando as várias possibilidades, mas diante a testes anteriores, realmente havia me agarrado a idéia que a questão estava mal escrita no gabarito, talvez por erro de impressão, mesmo meu amigo tendo dito pra mim que a resolveu. Outra coisa que eu devo ressaltar é que eu dou pouca credibilidade a este mesmo amigo, ele me parece ser um tanto simplista e materialista, que chega ao ponto de mentir levemente para defender seu ponto de vista, ou, utilizando um termo mais adequado, distorcer a realidade ao seu favor com certa freqüência, embora ele seja uma pessoa legal, é o que eu sinto vindo dele, e imaginei que fosse o caso, por isso dei pouca credibilidade quando ele disse que tinha conseguido resolver, sem contar a primeira solução que ele me deu continha um erro matemático grave, ele meio que forçou a resposta, pois não sabia, mas nesta hora eu mostrei-o seu erro e a propriedade, foi quando ele admitiu ter forçado, lá fui eu novamente aos cálculos para tentar achar novas informações sobre a questão.
Obs. Pra falar a verdade, agora eu to meio em dúvida se ele realmente errou ou se tinha feito a mesma metodologia, mas de modo diferente, de qualquer forma, ele não teve firmeza racional em sua técnica para provar-me que ele estava certo, mesmo estando, e por isso, independente dele ter errado ou não, não mudaria o que eu senti na hora.

Na segunda tentativa eu estava mais atento a mesma propriedade que eu errei antes, e que ele também errou, e fiz utilizando o método certo e cheguei a um dado momento da questão que o resultado ainda não parecia visível, quando deveria ser, porém, como resposta a estranheza que eu sentia na questão, a qual eu não havia a mínima idéia de como ocorria, e também não me puis a pensar, acabei me convencendo que tal questão se baseava em alguma propriedade ou técnica ainda desconhecida por mim, isto tudo me fez simplesmente desistir da questão ao invés de continuar fazendo tentativas entre as várias técnicas que eu conheço, e eu nem a menos havia depositado uns cinco minutos de tentativas. Pedi ajuda para este tal amigo, que me explicou como resolvia a questão passo a passo, da maneira correta, foi quando eu percebi que eu estava simplesmente a duas operações algébricas da resposta, uma de soma e outra de divisão, que me levariam ao resultado final da questão. Simplesmente fiquei abalado, primeiramente por minha falta empenho em resolver um desafio matemático, senti um vazio por dentro ao ser me revelado a questão tão facilmente, pois eu havia conhecimentos o suficiente para resolvê-la, só faltou-me tentar mais e errar mais, lembrei-me neste momento a quantidade de horas que eu dedicava a apenas uma equação, nos princípios dos meus estudos com matemática, ainda quando eu sétima serie, motivado pelo desafio de redescobrir os conhecimentos do nosso mundo, coisa que eu estava perdendo pela obrigação de ser rápido e preciso nas técnicas, e segundamente, eu não entendi o porquê eu desisti tão rápido a princípio, coisa que após reflexão, eu entendi e escrevi tais fatores aqui, que foram a incerteza sobre a transcrição e gabarito da questão, e a estranheza dela própria juntamente com o monstro que eu fiz desse aspecto, que me levou a me agarrar a idéia de que eu não tinha técnicas o suficiente para resolve-la, e ainda há um terceiro fator ainda não dito aqui, eu ultimamente tenho monitorado o tempo que eu levo para resolver uma questão, já pensando no vestibular, com o objetivo de me deixar mais confiante na técnica e parar de revisar sempre as mesmas e seus princípios, a propósito, foi este mesmo fator que me fez não responder a outra questão, juntamente com o orgulho de não utilizar um artifício que só poderia ser usado caso eu já soubesse a questão, que era retirar parte da resposta, da própria resposta, exemplificando: a multiplicação de dois números dá tal resposta, e aqui está as equações contidas em tais números e cinco alternativas de respostas, todas apresentando como fator comum o cinco, ou seja, o cinco é um dos números da multiplicação e da resposta.

Neste mesmo dia, eu tive uma séria reflexão sobre minha bagagem de conhecimentos e a quantidade de tempo que eu perdia me dedicando a outras evoluções não relacionadas ao conhecimento, e imaginei a quantidade de pessoas que dedicam somente sua evolução ao conhecimento, e senti que meu nível é baixo, se comparado a tais pessoas, e isto significa que eu não vou passar no vestibular. Esta questão é complicada, merece ser refletida e é tema para uma próxima postagem, contudo, para terminar esta, eu irei mostrar a resolução da questão transcrita a cima em equações representadas na linguagem computacional, que é a linguagem com símbolos matemáticos mais acessíveis ao teclado, e esta equação poderá ser conferida no mesmo site citado anteriormente, o wolframalpha.com, vamos a questão: ((2^28+2^30)/10)^1/3 >- (próximo passo: fator comum) -> (((2^28(1+2^2))/10)^1/3 >-(resolução da potenciação (1+2^2)=> (1+4)) -> (((2^28)5)/10)^1/3 >- (cortando o cinco resultado da soma com o cinco do divisor dez) -> ((2^28)/2)^1/3 >- (agora será cortado um dois da potenciação no numerador com o dois da divisão, resultado no elemento neutro, um) -> (2^27)^1/3 > - (como o 2 está sendo por 27, e isto tudo está sendo elevado por 1/3, a técnica nos diz que potencia elevada por potencia deve haver a multiplicação, mas eu não irei explicar os princípios desta técnica nesta postagem, embora eu já tenha pesquisado por isso antes, como resultado temos: 27.1/3 => 27/3=> 9, passando isto para a equação) -> 2^9 -> (este já é um resultado bastante simplificado, mas pode ser simplificado ainda mais) -> 512 Fim da questão. O momento que eu não continuei foi justamente na soma do (1+2^2), e como podemos perceber, as técnicas utilizadas nesta questão são as da potenciação e divisão, bastante conhecidas por mim, pois eu já fiz muitas pesquisas nestes campos dos fatores, não é a toa que a fatoração e os números primos me fascinam. Oh sim, quase ia me esquecendo da nova propriedade que esta expressão numérica nos mostra, a da soma de fatores. Vou apenas fazer um resumo aqui, pois nem mesmo eu pensei profundamente sobre isso até agora: Notamos que na soma de dois fatores com mesma base, poderá surgir uma base diferente, que pode ser prevista com a técnica a cima, o fator comum. Esta propriedade é importante para mim, pois a tempos eu venho buscando saber o que ocorre na soma de dois fatores de mesma base, e ela nos dá uma pista sobre isso.

Numa curta despedida, é interessante que nesta postagem de hoje eu tenha arrumado temas para duas possíveis postagens: explicação sobre os fatores e reflexão sobre níveis gerais de evoluções individuais na sociedade, já fica registrado aqui para caso haja outro momento de tédio como o de hoje ou a necessidade de atualizar o blog para a meta de quatro postagens por dia, e é interessante também notarmos a quantidade de aprendizado sobre nós mesmos e sobre a psicologia humana que temos através da boa reflexão de uma experiência de vida como esta. No mais, encerro aqui, um abraço a todos e até a próxima.

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