domingo, 21 de fevereiro de 2010

Texto em versos: Nosso Universo

OBS: O tamanho do texto foi alterado para os versos não serem quebrados, caso necessario o zoom, pode ser feito de três formas. Ctrl + Rodinha do mouse, na ali em cima, onde tem Exibir>Zoom, ou aumentando a resolução do video, no mesmo lugar onde troca o papel de parede do computador, porém, em outro lugar. Ou ainda, podem copiar e colar todo o texto em um bloco de notas. Boa leitura. (Revisado em: 27/02/2010) Texto a seguir:

Nosso Universo

Não havia nada, apenas escuridão.
Não se sabe quando, mas tudo explodiu
Em Rosas, cheirosas e bonitas rosas,
Uma cachoeira de rosas, e eu no meio,
Sentia que podia voar, e estava voando!

Um cheiro diferente me atraia
Me dirigi a ele, sem saber porque
Seguia apenas meu instinto
Encontrei você! Tão linda e delicada
Quanto todas essas rosas.

Te olhei, te senti, te beijei,
Te senti, te senti, te senti,
Venha voar comigo, e voamos!

Nós voamos, rodopiamos, nós voamos
Nos beijamos, e de repente, tudo fazia sentido.
Nos amávamos e nem precisávamos estar voando
Para nos sentir de tal forma.

As rosas explodiram e tudo se tornou um enorme clarão.
Aonde você está?

Acordei e estava tudo escuro
Cadê você, meu amor?
Procurei a luz, talvez você estivesse nela
E estava.

Que bom, te encontrei, tão linda como sempre
Olhando para o céu, o que estava fazendo?
Me procurando? Me encontrou.
Que bom.

Olhei em volta, havia a grama verde
O céu azul, a caverna de onde eu vim
E você, tudo tão simples e você radiante

Tudo tão simples, e aquele buraco lá.
Queremos nos livrar dele,
Da sua lembrança, mas simplesmente não podíamos,
Ele estava lá!

Resolvemos decorá-lo, e decoramos
Com lindas e delicadas rosas
As rosas embelezavam a caverna
Mas não sua lembrança.

O que fazer?

Tentamos esconder, pomos uma floresta ao seu redor
A floresta era densa e bonita, vivemos nela, felizes,
Por algum tempo, mas algo aconteceu nos surpreendeu.
Eu cai de novo naquele mesmo buraco, esquecido...

Estava perdido novamente

Procurava a luz outra vez, não a encontrava
Aonde você está?
Estava difícil reencontrar a luz, penso em desistir.
Lembrei-me de você, ganhei forças para continuar.
Quero te ver, quero você.

E continuei a procurar. Dessa vez escutei sua voz
Distante ecoando pelas paredes dessa caverna, tão humida
Você estava me esperando, sorrindo
Obrigado por não me abandonar

Não quero me perder novamente,
Não quero te perder novamente,
O que fazer com essa caverna?
Temos que fazer algo bom com ela.

E fizemos.

Plantamos uma pequena semente dentro da caverna,
Bem no fundo dela, onde o solo é fértil.
Esperamos que uma árvore cresça dai, e gere bons frutos.
Mas apenas o solo fértil não resolverá... Nós sabemos disso.

Continuamos nossas vidas

Trazíamos água para a semente periodicamente,
Queríamos que ela crescesse e tomasse conta do buraco.

Continuamos nossas vidas

Ainda com aquela lembrança, aquela escuridão por perto.
Não quero me perder, não quero te perder.

Continuamos nossas vidas

E nada nos atrapalhava, tudo estava ficando tão bom...
Mas a semente não crescia, havia alguma coisa errada.

Procuramos o que era necessário ser feito, e descobrimos,
Aquela pequena semente necessitava de mais água,
Sabíamos o que fazer, um enorme lago.
Que inundava a caverna, formando assim um lago subterrâneo.

Mas ainda sim, a semente parecia não germinar.
O que está faltando? O que mais?
Não sabíamos, estávamos perdidos. O que fazer agora?

Não sabíamos...

Tentamos algumas coisas, nada funcionava,
Eu já estava irritado, mas ela me acalmava.
Continuamos a tentar, outras coisas,
Eu continuava a me irritar, e ela a me acalmar.

Mas não foi o suficiente...

Tomado por fúria,
Gritei tencionando todos os meus músculos,
A terra tremeu,
Mas parecia que só era minha raiva, minha fúria.

E no berço do lago, uma montanha apareceu.
Não acreditávamos no que havia se formado,
Uma linda cachoeira, que relaxava com seu som,
E nos encatava com sua beleza.

E assim sem perceber, o lago se transformava em rio,
E a nossa semente crescia, que felicidade nos preenchia.
Era o que faltava, e por isso ela não crescia,
O oxigenio pra ela é preciso, assim como para nós,

Pois todos somos vivos.

Ela começou a crescer, para nossa alegria,
Tomava conta da caverna, estava ficando enorme!
Sabíamos que não teríamos mais problemas com a caverna,
Pois a árvore já a fechou completamente.

Agora a árvore cresce, rapidamente

Parecia que nem buraco existia ali, apenas uma arvore
Que já chegava a grandes proporções.
O tempo foi passando, e para nossa surpresa,
Aquela árvore não parava de crescer, aonde ela chegará?

Estávamos no alto da cachoeira, admirando a floresta,
Paramos para reparar a árvore, coisa que não fazíamos há tempos.
Tornou-se enorme, ganhava destaque a distancia, era incrível.
Podia-se ver em destaque, em meio a toda floresta que criamos
Ao redor daquele buraco, a enorme árvore.

Para nosso espanto, notamos algo que nunca tínhamos visto antes.
Frutos...

Caiam da árvore de tempos em tempos para germinar o chão, pareciam gostosos.
O vermelho brilhante de suas cascas só faziam confirmar esse parecer,
Tinham o triplo de tamanho de um punho fechado, são suculentos.

Os frutos ficavam caídos, nós não podíamos comer todos
Naquela hora, nos sentíamos sozinhos, entediados
Sentimos isso na floresta também, parecia sem vida, apenas crescia,
Sentimos que aquele modo de vida iria durar para sempre, se nada fosse feito,

Então fizemos. Criamos companhias para nós e para a floresta também
Seres diferentes, cada um bom a seu modo.
A floresta ganha um novo ritmo

O ritmo da vida.

Brincávamos o dia todo com nossos novos companheiros, eles tinham energia,
Notamos que precisamos descansar, mas como descansar com tanta luz?
Precisávamos de algo que regulasse, que controlasse o ritmo da vida,
Deixando-o calmo e sereno, então criamos a noite e o dia.

E com tal criação, um ser ficou responsável por toda a energia do dia,
O poderoso Sol, que se encarregará de iluminar e aquecer,
Todos que ao alcance dele estiver, e a se recolher, todo o entardecer,
Para dar lugar a um anoitecer que logo acalmará toda a floresta.

Na primeira noite, toda floresta estava escura, como era de se esperar,
O sol se recolheu, e presenciamos o espetáculo que é vê-lo se por,
Estávamos na grande árvore, mas com a noite em total escuridão,
Nem mesmo podia ver seu lindo rosto, foi então que decidi fazer algo,

Criei a bela lua, que reflete a luz do sol, criando o Luar, calmo e sereno,
Para a luz do Sol chegar na Lua, eles sempre devem estar se observando,
Pois caso o contrario, a luz do sol não chega a lua e ela perde seu brilhar,
Foi feito assim para a noite ser um equilibrio da luz e da escuridão.

E assim, fui capaz de ver o belo sorriso da minha tão querida amada,
Sobre o luar, que agora ilumina tranquilamente a floresta,
A respondi com um sorriso, e a certeza que fiz a coisa certa.

Eu apenas a observava, continuava linda, meiga e de um sorriso cativante,
Mesmo depois de tanto tempo, sempre juntos, e mais ninguém.
Percebi isso enquanto ela brincava com os seus novos amigos, os animais,
Eles a adoravam. Nunca tinha parado para reparar nossas diferenças,
Mas isso me deixou ainda mais encantado por ela, nos completávamos.

Também gostei das novas companhias, é legal observá-los, cada um tem uma mania.
Uns gostam de nadar, e só vivem na água. Outros pulam pelos galhos velozmente,
Mas não mais veloz que os que gostam de correr pela grama, cortando o vento,
Há ainda outros que preferem só observar, apreciar os bons frutos das árvores.

Contudo, do mesmo jeito que criamos criaturas boas para o bom,
Criamos criaturas boas para o mal, foi o que logo pude observar,
Ao notar, um pouco longe das criaturas boas, criaturas más,
Algumas um tanto violentas, outras ranzinzas, solitárias.

Falei isso para minha amada, que demorou a perceber, ficou chocada.
Tanta preocupação a fez sentar e pensar, aonde isso vai chegar?
Fomos nós que criamos isso, e é nossa a responsabilidade,
O que fazer quando o que se está em jogo, é a vida?

Ficamos perdidos em tamanha dimensão que era essa decisão.
O ritmo da vida foi criado, com suas notas que vibram,
Tanto para o alto, quanto para baixo,
O que aconteceria se nós modificássemos?

Pela primeira vez, escolhemos caminhos diferentes.
Ela escolheu eliminar os maus e só deixar os bons,
Eu decidir deixar as coisas como estão, e fazer a vida seguir seu fluxo normal,
Passamos algum tempo na indecisão, aproveitamos para observar.

E aos poucos, os maus cada vez mais se tornavam mais maus, agressivos, carnívoros,
Os bons se tornavam cada vez melhores, para fugir daqueles que os atacam.
A violência estava tomando conta de nossa floresta, precisávamos tomar uma decisão.
E és que foi a primeira vez, que realmente, tivemos uma briga.

Estava furiosa, eu até a entendia, ela queria salvar os nossos amigos, que tanto ela gostava,
Eliminando os maus, para evitar o tanto de carnificina que os esperava.
Eu por outro lado, preferia que o ritmo continuasse por si só,
Naturalmente, e que os animais, sozinhos, encontrassem uma solução.

Ela lançou um olhar de raiva sobre mim tentando me convencer, a todo custo,
Sobre o que deveria ser feito. Nunca a tinha visto daquele jeito.

Não fui intimidado por seu olhar, por isso fiquei parado, eu a amo e não quero o seu mal.
Lentamente sua raiva a transformou num furioso furacão, eu via apenas o seu contorno,
E seus olhos, que brilhavam de tanta determinação em convencer a qualquer modo,
Diante de tanta ventania, até o céu escureceu, os animais abrigavam-se como podiam,
Dela, que estava com a forma, a força e a fúria de um furacão.

Precisava convencê-la, mas como? Eu sentia, eu sabia que ela não queria me machucar,
Só queria me forçar a querer sua ideia. Mas o que fazer? Ela estava diante de mim,
Todo o tempo enquanto eu pensava, olhando-me fixamente, esperando uma solução.
E tudo ao nosso redor voava, menos eu e as árvores onde me segurava.

Então eu notei os animais fugindo, tanto os bons quanto os ruins, não havia diferença,
Todos eles só queriam uma coisa, proteger o ritmo da vida. Já sei o que fazer.
Levantei-me com tamanha força de certeza, que nem a forte ventania podia me derrubar,
Transformei-me numa enorme pedra, que nem mesmo ela podia arranhar.

E enquanto ela tentava me fazer tomar alguma reação, eu falei alto e claro,
Veja, meu amor, veja como os animais agem. Não tem distinção entre os bons e os maus,
Todos eles só querem uma coisa, proteger o ritmo da vida, e quem somos nós,
Para alterar esse fluxo natural, que por si só, consegue achar a existência?

Ela olhou em volta e diante os fatos, se sentiu convencida das minhas palavras.
O forte furacão que a envolveu logo foi acalmando-se pouco a pouco, junto a ela,
Que estava no centro. E antes de parar de existir, ele a enconstou no chão,
Com delicadeza. No lugar do furacão, agora só existe minha linda amada,
Ainda fraca por tanto esforço.

Ajudei-a levantar e a abracei, e sobre meu ombro, ela começou a chorar,
E o céu também chorou junto, era a primeira vez que viamos água cair do céu.
E ela continuou a chorar, por saber da verdade, da verdade tão cruel,
Relativa a seus sentimentos, tão fortes, de amor por seus amiguinhos.

E a água não parava de cair do céu da mesma forma que ela não parava de chorar,
Tentei convencer-la a parar de chorar, ela não conseguia,
Pois a triste verdade não saia de sua cabeça, mas a verdade, realmente,
É que ela apenas precisava de um tempo,
Para seus sentimentos se acostumarem com a nova realidade.

Mas enquanto ela não se acostumava, ela chorava, e junto com seu choro,
Vinha muita água do céu. A água já estava chegando em minhas pernas,
E rapidamente subindo. Quanta densidade nessa chuva.
Quando percebi de novo, a água já estava em minha cintura,
Preciso fazer alguma coisa.

E fiz, Sentei-a em algum galho da grande árvore, seu lugar preferido,
Eu não podia ajudá-la mais que isso, ela precisava ficar sozinha,
Com seus sentimentos, para se acostumar com a nova realidade.
Fui tratar de um outro assunto mais eminente, a água.

Ela já estava chegando em meus ombros, e subindo em alta velocidade,
Olhei para a floresta, estava ficando alagada, preciso tirá-la daqui,
Então, tentei levantar a terra, com todo o meu esforço,
Mas todo o meu esforço não era o suficiente para tanta terra.

A terra tremeu e começou a se elevar, algumas partes mais que outras,
Buracos enormes foram criados, mas tive um cuidado especial com a floresta,
Para não prejudicá-la. Não consegui levantar toda a terra daquela água,
Mas fiz o meu melhor, e felizmente, foi o suficiente. Ainda bem...

Toda a água que caída do céu agora escoava para os grandes abismos,
A chuva continuou por mais algum tempo, assim como o céu escuro,
o suficiente para nos alagar, se eu não tivesse feito alguma coisa.

Quando a chuva parou, o céu foi se iluminando pouco a pouco,
Corri para ver minha amada, sem ela, minha vida não teria sentido,
Havia parado de chorar.

Subimos no alto da grande árvore e olhamos tudo,
O céu estava se abrindo em grande estilo, foi quando vimos, pela primeira vez,
Um pouco distante de nossa floresta, aquele imenso e encantador mar.

Ela me olhou, sorriu feliz e me disse
Nossa amor, que coisa linda.

Eu a respondi com o mesmo sorriso, e lhe disse
Sim amor, é o que nós criamos, ao acaso,
Pois você é, embora diferente de mim, minha companheira,
E nós nos completamos. Por isso fomos capazes de criar isto.

O que seria de mim sem você? Eu disse
O que seria de mim sem você? Ela disse

Pois saiba que você também me dá motivação de viver,
Você sempre está comigo, me apoiando, e isso me faz feliz.
Tudo o que construímos não foi tão somente ao acaso,
Foi o encontro de nossas duas vidas, que agora,
Transforma-se em um mundo.

Então, minha linda, o que acha de sairmos para descobrir,
O que de novo esse mundo nos espera?

Vamos voar e ver no que ele se tornou,
Vamos voar e juntos, conhecer o que nós falta saber.

E fomos.

Deixamos a floresta seguindo seu ritmo natural,
E voamos pela primeira vez, naquele novo mundo.

Seguimos pelo mar, e lá continuamos por algum tempo,
Ele era gigante, e lindo. Quando suas águas se agitavam,
Parávamos para contemplar e nos deslumbrar com sua majestosidade.

Quando se acalmava, continuávamos a viajem, para nossa surpresa,
Não estávamos sós. Criaturas nos seguiam, de onde elas eram?
Andavam pelo mar, rápidas, mas mesmo assim, pareciam dançar.

Olhávamos para o céu, que tão lindo quanto o mar, impressionava,
Principalmente quando se enchia de nuvens e se pusera a chover, relampiar,
Viamos algumas criaturas voando, será que eles já dominaram os céus?

Descobrimos então que eram alguns dos nossos companheiros,
O que faziam tão longe? Será que eles já dominaram os mares?
Mergulhamos e descobrimos um enorme mundo novo,
Cheio de mistério e belezas, tudo de baixo d'água.

O mar e o céu já haviam sido dominados pelo ritmo da vida,
Como será que estão nossos companheiros em terra?
Continuamos a viajar, e logo chegamos a outras terras.
Terras que nem nós sabíamos a existência, terras diferentes da nossa.

Terras geladas, secas, úmidas, altas e baixas, com vários tipos de vegetações,
O ritmo da vida chegou aqui também, e de uma forma que nós não conhecíamos,
Tão diferente. Mas não tivemos tempo para observar, queríamos voltar ao nosso lar.
Porém, tínhamos nos distraído, perdemos a direção.

Resolvemos parar, descansar da viagem, pensar o que fazer.
Anoiteceu, nos recolhemos para dormir em uma árvore qualquer,
Enquanto ela estava em meus braços, pensava em uma forma de retornar ao caminho certo,

Nesse momento eu percebi que todo aquele mundo por onde nós percorríamos,
Na verdade, é muito mais do que pensávamos ser, fugia do nosso controle,
Não era mais o que criamos, era diferente, seguia seu próprio rumo,
Determinado por tais causas que não conhecemos, que são um mistério.

Adormeci. Acordei, olhei em volta.
Procurei o lugar mais alto para olhar, então olhei,
E do alto daquela montanha, eu percebi uma coisa familiar,
Uma árvore, a distancia, se destacava, só podia ser uma, mas como?

Chamei minha amada e nos dirigimos a ela, e para a nossa surpresa, era o nosso lar.

Tudo estava diferente, os animais seguiam o seu rumo, agora não havia mais bons ou maus,
Todos buscavam apenas sobreviver e reproduzir.
As coisas evoluíam sozinhas, e nós não queríamos interferi-las,
Até mesmo o mundo parecia que agora, parecia agir por conta própria.

Vimos formas de vidas incríveis, das mais variadas formas, mas todas em equilibrio,
Algumas se destacavam por sua beleza, outras por sua habilidade,
Da mesma forma que no começo, porém, desta vez, não há bons nem ruins,
Apenas há a o ritmo da vida, que cada vez se tornava mais complexo... Mais bonito.

Até a onde o ritmo da vida vai chegar?
Até onde ele vai evoluir?
Nós não sabemos.

O sabemos é que da mesma forma que tudo começou, tudo pode acabar,
Mas enquanto não acabar, vamos nos amar e criar novos mundos,
Um diferente do outro, sempre melhorando, com cuidado, até cansar.

Embora gostemos desse mundo, ele já quer fazer o seu caminho, não vamos interferir,
Venha comigo meu amor, e vamos conhecer o céu, vamos conhecer o nosso universo,
Pois já que existimos, porque não fazer algo da nossa existência?
Algo que aqueles não tiveram a chance de existir nunca poderão fazer?

E quando nos cansarmos, podemos observar tudo o que criamos,
Tudo o que fizemos, para assim recuperar alguma energia,
E continuar a amar e a criar, até tudo acabar.

Feito por: Leandro de Andrade Moura

2 comentários:

Looy'z disse...

texto grande heim x)

Devir Social disse...

Sim, demorei quase um mês... e nem revisei :S