Cá estou eu, escutando Ludov, com perturbantes pausas na música, por algum maldito defeito no meu computador que, ultimamente, vem dando defeito de novo, o pior de tudo é que eu não sei o que está havendo. Está um calor desgraçado, e a única coisa que eu consigo fazer é reclamar, mas a voz da Vanessa me acalma. Estou escrevendo e baixando supa-supa, jogo da mesma empresa de skyblade, que, definitivamente parei de jogar. Acabei de alterar meu nick, pois só “Leandro”, estou fazendo isso para depois rir de mim mesmo, se eu ler isso aqui. Vou lembrar-me desse exato momento que eu estou escrevendo, quando acabou “estrelas” e começou a tocar “O dia em que seremos felizes”, duas ótimas músicas da banda Ludov.
Sim, hoje é sábado. Não faço a mínima idéia do que fazer hoje ou amanhã, por isso estou escrevendo qualquer coisa aqui, esperando o tempo passar logo. Eu considero viver uma perca de tempo, afinal, iremos morrer. Sempre estamos ou felizes, ou tristes. Normalmente os momentos de felicidade não compensam os de tristeza, mas não é sempre nessa ordem. Ruim saber que a tristeza ou felicidade são provocadas apenas por nossos corpos, que o motivo de tanto sofrimento é apenas a química que nossos corpos lançam, assim como a felicidade. Não há mágica.
Lembrei de uma parte da teoria do caos, que dizia que, para inteligência que possuísse toda a sabedora do mundo, não haveria passado presente ou futuro. Pra quem não sabe, a teoria do caos é a teoria que diz que todos os grandes resultados são resultados de pequenos resultados resultantes de resultados menores ainda, e assim por diante e que qualquer alteração desses pequenos resultados alteraria drasticamente o grande resultado. Essa teoria do caos faz parte do estudo da física e ainda está sendo estudada. Eu acredito que ela seja verdadeira, que no mundo, não há mágica, há apenas variáveis de mais para a mente humana. É por causa dessa teoria e de eu gostar de matemática que, talvez, eu vá estudar física no futuro.
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