quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Caligula e disturbios comportamentais

Caligula não era doido, apenas mal criado

Olá amiguinhos, mês passado eu não alcancei minha meta de quatro postagens, mas não foi nem por falta de assunto, mas sim por falta de tempo, então acho que esse mês irei passar de cinco e ficarei na média. Não sei se já comentei aqui, mas me mudei, e como minha net é compartilhada, tenho que vim pra casa antiga, que está em construção, pra poder acessar a inerente, isso reduziu drasticamente meu tempo aqui. Além disso, comecei a estagiar hoje, até que foi legal, tirando que eu fiquei meio tímido e tinha pouca coisa pra fazer. Tentarei melhorar amanhã.

Agora vamos a postagem de hoje, que é sobre um dos meus assuntos preferidos atualmente, psicologia. Eu assisti um filme muito interessante esses tempos, chamado Calígula. Conta a história de um imperador de Roma, da Republica, nos tempos antes da Roma ruir, acredito. Tínhamos então um governo corrupto que se diz republica, mas era uma ditadura, que tirava bastante do povo. O imperador, Calígula Cezar, representava o poder Maximo da republica. Resumidamente, o cara tinha o poder de fazer o que quisesse, e era, inclusive, considerado ditador final da justiça e da execução, o que ele decidisse deveria ser feito.

Imaginem um cara, com todo o poder do mundo e com a liberdade de fazer o que quiser. Eram os Cezars, segundo o filme. Os outros Cerzars já eram bem complicados, mas Calígula, pelo que se pôde perceber no filme, chegou aos extremos. Muitos o consideraram louco, mas eu não o consideraria assim, mas sim com vários distúrbios mentais decorridos de uma má filosofia misturado a ter tudo o que quer. Sua irmã é a única coisa que ele respeita, além de alguns amigos, mas o resto, ele se considera deus e tem direito de fazer tudo o que quer.

Tem uma parte do filme, que ele escolhe uma mulher pra se casar, mas sua irmã pede-o para ele não a querê-la, porque ela já vai se casar com um homem do exercito muito honrado e ela era virgem. Ele, pra não contrariar a irmã, deixou isso pra lá, mas escolheu, só por pirraça, a mulher mais safada do império. Depois, só pra mostrar que ele tem poder e não escolheu a mulher do cara pra se casar porque não quis, tirou a virgindade dela na festa de aniversario e ainda tirou a virgindade anal do cara, com a mão. Só pra mostrar seu poder de Deus.

Claro, ele fazia tudo isso porque ele não lutou pra ser o que foi, ele simplesmente recebeu, e isso o fez pensar que ele é especial, e mais especial que as outras pessoas, e isso o dá direito a fazer o que quiser, então ele se tornou egoísta. Acredito que esse comportamento de achar que é melhor que as outras pessoas dá mais chance de sobreviver, porque faz você agir de maneira melhor que as outras, não aceita o que normalmente a maioria das pessoas aceitaria, mas sim o mais especial. Embora, esse comportamento faça a pessoa ter muitas tendências egoístas, é bom ter o equilíbrio em se por no lugar das outras pessoas e ver que si próprio não é tão especial assim. Mas isso não acontecia com Calígula, já que todos o tratavam como um deus.

Outra coisa interessante de se notar é os distúrbios sexuais que se apresentam, não muito em Calígula, mas sim no imperador anterior. Ele mantinha uma sala cheio de gente bizarra e deformada, todas fazendo sexo. Esse distúrbio se apresenta, muito provavelmente, pelo fato do outro imperador enfatizar mais o sexo em sua vida, por algum motivo, seja porque gosta, por influencias ou porque é bom, e sempre alcança um limite e passa, e passa de novo, aquele limite que antes era emocionante, acaba ficando sem graça, e outro limite maior ainda é criado. Isso é um distúrbio muito grande e que acontece com muitas pessoas, e acontece devido ao fato de, quanto mais a evolução humana evolui, mais fácil se torna ultrapassar barreiras, e ultrapassar barreiras melhora as chances de sobrevivência porque torna a pessoa mais especial e diferente das demais, porque ela teve condições de ultrapassar. Bem, isso a muito tempo atrás, porque hoje se torna distúrbios sexuais que a sociedade repudia.

Já o Calígula não teve esses distúrbios sexuais tão graves, pelo menos foi o que eu percebi no filme. Ele já se preocupava com outras coisas, como manter a popularidade com o povo e mostrar poder para todo o mundo, e nisso ele teve distúrbios, e esses distúrbios, inclusive, foi o que fez o senado não agüentar mais ele e matá-lo. Eles não o mataram antes só porque tinham medo da reação do povo, pois ele era muito popular, mas preferiram matar ele e ter a reação do povo do que deixá-lo vivo. O mais legal que ele fez foi o bordel imperial, assistam o filme que vocês vão ver que legal que é, mas já aviso, o filme tem cenas de sexo explicito muito melhores que muitos filmes pornô que tem por ai.

Eu considero distúrbio comportamental tudo aquilo que o ser humano faz e que não necessariamente o dá maiores chances de sobreviver/reproduzir. Distúrbios comportamentais normalmente são causados pela mistura de falta de razão, ou razão, egoísmo e busca interminável por prazer, que pode ser gerada por alguma carência em outra parte de sua vida, e esses distúrbios comportamentais não necessariamente significam melhorias nas suas chances de sobreviver e reproduzir, e até ao contrario, pelo fato de as vezes prejudicar as outras pessoas e ser repudiado pela sociedade. Por isso, é aconselhável sempre a manter hábitos saudáveis e variados, que faça bem aos outros e a si mesmo.

Outros distúrbios que Calígula tem é a de ser apaixonado pela própria irmã, má formação filosófica, tudo isso se explica pelo fato dele ter crescido com a irmã e muito sozinho, eu acho, então eles se envolveram sexualmente e ele não teve como pensar no poder que ia receber porque não teve instrução pra isso. Acho que ele cresceu sem os pais, provavelmente. No Wikipédia tem mais coisas falando sobre ele, tudo isso que eu falei foi em relação ao filme, e acredito ser tudo verídico. O filme também é uma boa aula de história. Com isso amiguinhos, vou me despedindo. Abraços pra todos e até aproxima.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Relação entre as sociedades e seus bons humanos

Sociedade é que forma o humano

Olá amiguinhos, hoje eu vim aqui falar sobre um assunto que eu estava querendo falar já a algum tempo, mas como ele era uma única besteirinha pra tanta explicação, deu preguiça de falar sobre ele, mas agora eu já achei outro assunto para complementá-lo, e é sobre isso que irei falar hoje. Sobre as novidades, estou sem nenhuma, mas tenho três temas pra falar, mas não lembro muito bem deles agora, mas acho que lembrarei no futuro e postarei aqui. Agora vamos ao que interessa. Hoje irei falar sobre a sociedade formação de seus humanos.

Anteriormente eu falei sobre as características de um bom humano em relação à sociedade, mas um bom humano em relação a sociedade não pode ser um bom humano em relação as ciências, por exemplo, mas isso é só um detalhe, o que eu quero falar hoje é sobre a sociedade em si e como um bom humano pode variar de acordo de sociedade pra sociedade, pelo motivo que, já que um bom ser humano é considerado aquele que tem mais chances de sobreviver e reproduzir na sua sociedade, em diferentes sociedades, a característica de um bom ser humano pode variar, mas não sei exatamente o quanto.

Todo o mundo hoje em dia praticamente é capitalista, e todo regime capitalista é parecido. Porém, há uma grande diferença se levarmos em conta as condições sócio-econômicas de cada pais, e economia está diretamente ligada a social. Temos então três grandes grupos de países, os países desenvolvidos, os países em desenvolvimento e o resto dos países. Não fui eu quem criou esses termos e não sei o conceito exato sobre eles, mas vou utilizar só a idéia para ilustrar o que eu quero falar aqui hoje.

Considerando que países desenvolvidos são aqueles em que a sociedade já tem um nível alto de educação em geral, onde há industrias e tecnologia a evoluindo a todo o vapor e a maioria da população não tem carências de educação, lazer e emprego, a tendência é que toda essa população seja bem estruturada e as pessoas nela sejam mais educadas, menos egoístas, menos violentas e menos foras-da-lei. Em contrapartida, em desenvolvimento, a maioria do povo tem carência de lazer, educação e emprego, o que faz elas serem menos educadas, mais egoístas, mais violentas e mais foras-da-lei. Eu vou dar exemplos e detalhar nos próximos parágrafos.

Primeiro irei começar com as pessoas em um país subdesenvolvido. Imaginem então uma sociedade onde a educação, a saúde e o lazer são caros, pois o público não presta muito. Os pais então irão trabalhar para conseguir dinheiro principalmente pra educação, pois é isso o que faz, de um modo geral, a tecnologia crescer e conseqüentemente, o pais. Entretanto, esses pais terão pouco tempo para cuidar de seus filhos e pensar em seus problemas familiares, o que fará com que eles tomem decisões sem pensar e assim, seus filhos irão sofrer e desenvolver certa personalidade meio distorcida do que considerado “um bom humano para sociedade”.

Obviamente, não é apenas por uma má educação que uma pessoa vai virar uma delinqüente, mas essa pessoa que teve uma má educação tem uma grande chances de cometer os mesmos erros com o seu filho, ou tentar evitar errar de uma forma, mas entretanto, errando de outra forma, isso vai fazer com que as gerações degredam-se. Isso ainda piora se botarmos as diferenças sociais dos países, já que como a maioria do povo não tem educação, os empresários podem explorar a vontade essas pessoas. Essas pessoas vão ser sempre exploradas, nunca crescendo, e tendem a fazer favelas ou esses tipos de coisa.

Então teremos o seguinte quadro, os que exploram, cheio do dinheiro, e os explorados, incapazes de fazer dinheiro. Porém, nenhum desses dois tem uma boa educação, os cheio de dinheiro vão querer mais dinheiro para continuar evoluindo instintivamente e os explorados vão querer continuar vivos. Isso vai ficar nessa situação até o governo consegui se estabilizar, porque as vezes, a economia do pais é monopólica ou ainda está se desenvolvendo, quando o pais termina de se desenvolver, o próprio governo, além das pessoas, vão começar a compreender melhor as coisas, já que elas terão que trabalhar menos para se preocupar mais consigo mesmas. Essa preocupação também é gerada porque o ritmo das grandes cidades ficam frenéticos.

Já os países desenvolvidos, a maioria das pessoas, acredito eu, são bem estudadas e a política do pais já está bem organizada, assim como a tecnologia e as fontes de renda do pais, o que faz as pessoas se preocuparem menos em sobreviver, e então elas pensam mais em suas vidas e são mais educadas e coisa e tal. Acredito também que haja uma competição de reprodução maior nesses lugares, mas não tenho total certeza, pelo fato de que, já que os pais já tem dinheiro, os filhos fazem suas obrigações mas tem como curtir e expressar suas personalidade de uma forma muito significativa, com a ajuda do dinheiro. Eu já ouvi falar que em um pais desenvolvido, a media de suicido é alta em comparação a outros países, e acredito que isso seja verdade porque os adultos não tem muita coisa pra fazer na vida, e os adultos que não conseguem se enquadrar num circulo reprodutivo bom, acabam não vendo nada de bom na vida e se matando, não esquecendo que na sociedade desenvolvida.

A religião entra quando tem condições de vida ruins e pouco conhecimento. A religião é meio que uma coisa que ajuda a equilibrar as pessoas de uma sociedade, por isso que em regiões pobres tem muita religião e em lugares ricos tem pouquíssima. Quanto mais forte a religião, pior é o lugar e condições de vida. O tipo de religião também diz sobre as condições em que as pessoas estão envolvidas.

Acredito eu que bons humanos sejam um resultado de equilíbrio entre vários fatores, pode haver bons humanos tanto em sociedade em desenvolvimento quanto em sociedades desenvolvidas, o que define isso é se esse bom humano nascer em uma situação equilibrada ou não. Nenhum dos extremos é bom, porque sempre que é extremo e muito firmado no seu lado, o que gera pouco aprendizado do outro lado e por conseqüência, sobre si mesmo. Por exemplo, uma mulher muito bonita tem chances de não ser boa humana se não for bem instruída, da mesma forma que alguém com acesso a muito conhecimento mas com pouca socialização. Temos também exemplos de pessoas com uma vida difícil e com poucas recompensas ou vidas fácies o que as torna egoísta, entre outras coisas. Pessoas feias de mais também tendem a suprir com conhecimento, educação, culturas alternativas ou caridade, assim como as outras pessoas que não conseguem se enquadrar na cultura geral da sociedade.

Ser um bom humano em relação a sociedade ou não, não faz você ter uma vida melhor ou pior. Tudo é relativo e você pode ser feliz de diferentes formas. Um bom humano tem mais chances de sobreviver e reproduzir que as outras pessoas, mas isso não significa necessariamente que você não seja bom, até porque, você é bom ou ruim em relação a alguma coisa ou a alguém, e isso muda dependendo de quem esteja se falando. Eu mesmo não sou um bom humano. Com isso amiguinhos, estou terminando esta postagem, até a próxima e em breve, se eu lembrar os temas que eu pensei ontem a noite antes de ir dormir. Abraços.

sábado, 5 de setembro de 2009

Reflexão sobre o que é um bom humano segundo meus conceitos

Caracteristicas de um bom humano

Olá amiguinhos, eu me mudei, por isso o tempo que eu fico no computador poderá diminuir drasticamente. Além dessas novidades, eu não tenho nenhuma. Ao terminar de escrever, eu vou voltar pra outra casa, pois essa aqui passará por reformas e lá não tem internet. Ao final de tudo, irei voltar ao normal. Acho que uns três meses assim.

O assunto a que eu vim tratar hoje é algo que eu estive pensando há algum tempo. Ao notar a variedade enorme de tipos de pessoas, com diferentes comportamentos e pensamentos, entre esses, alguns bem opostos a outros. Então eu fiquei me perguntando, qual o melhor tipo de comportamento?

É uma pergunta complicada, pois na maioria dos casos, todas as pessoas têm um comportamento que lhe garantem melhor chance de sobrevivência de acordo com seu conhecimento e sua situação, e isso é nosso sentimento que garante. Entretanto, em alguns casos, e isto se torna cada vez mais comum com a evolução da sociedade, alguns tipos de traumas, complexos ou hábitos adquiridos devido a uma sociedade má formada fazem com que você trave seus sentimentos, e por isso, pare de evoluir e buscar as melhores chances de sobrevivência, mas de um modo geral, você sempre tem um comportamento adequado a sua situação e conhecimento.

E por algum tempo, essa resposta me satisfez. Contudo, eu sempre via umas pessoas bem egoístas ou sacanas, e outras, amáveis e que ajudam a todo mundo, e considerar as duas como melhores em relação às pessoas a quem pertencem, tudo bem, mas elas são diferentes, e em relação a outra coisa, eles há diferenças, e a intenção desse estudo era saber qual tipo de comportamento eu devo tomar na minha vida, enquanto não deixo meus sentimentos fluírem.

Então eu decidir saber pra que eu quero um comportamento pra depois escolher o melhor que supra esse objetivo, e descobrir esse objetivo não foi tão difícil. Pra que eu quero aprender a me comportar? Para viver na sociedade em conjunto para aumentar minhas chances de sobreviver e reproduzir. Bem simples. Então, qual o melhor comportamento para viver na sociedade aumentando as chances de sobreviver e evoluir? Ajudando ela a sobreviver e a evoluir também, mas tendo com o que ajudar individualmente, ou seja, ter um equilíbrio entre ajudar a si próprio e ajudar a sociedade evoluir.

O principal inspirador dessa teoria foi meu professor de português e filosofia, Vanildo. Além de ter cursado filosofia, ele tem curso de teologia e sua própria visão de Deus e um curso de psicologia incompleto. Pelos cursos, a opinião dele vale bastante, porém, além dele ter esses cursos todos, ele parece ser uma ótima pessoa e todos os respeitam. Numa escola de ginásio, ninguém quer saber de curso, querem saber se o professor tem ou não tem coisas importantes a falar, segundo a consideração deles. E esse professor, todos respeitam, e ele foi a minha principal peça pra formar essa teoria.

Ele tem uma evolução individual muito grande, além de ajudar todo mundo no que pode, cumprir o papel dele. Ele cria uma ótima imagem em torno de si mesmo, coisa que ainda vou estudar, e além disso, não confundi o lado emocional com o racional, consegue estabilizar os dois bem. Contudo, ele tem potencial pra crescer racionalmente, acredito, por esse equilíbrio que ele tem. Mas, se ele crescer racionalmente, ele perde o equilíbrio, de certa forma, vai acabar que nem eu, pensa muito, não vive nada. Em uma de nossas conversas, ele disse pra mim que os sentimentos dele, ele não analisa, ele vive, e isso é algo de certa forma, certo.

Ele tem suas paixões e pessoas que ele odeia, tal coisa que eu não consigo ter por causa da minha racionalidade. Se ele fosse estudar psicologicamente a si próprio, veria que não há motivos pra ele ter paixão ou ódio, contudo, ele prefere ficar como está, pois está bem. Em uma visão geral, ele evolui a sociedade ensinando e dançando quadrilha e evoluí a si próprio, criando sua própria filosofia com uma base bem fundada em fazer bem as outras pessoas mas buscando o bem de si próprio. Um belo equilíbrio humano.

Ou seja, eu o classifiquei como um bom humano. Eu mesmo não sou um bom humano e conheço poucas pessoas que o são devido a sociedade estar muito traumatizada. Vou listar agora as características, segundo a minha teoria, de um bom humano.

- Se preocupar com seus sentimentos e com os sentimentos dos outros.
Como eu já disse, sentimento é o que faz as pessoas evoluírem, se preocupar apenas com o seu sentimento faz apenas você evoluir, mas vivemos em sociedade, e se as pessoas ao redor de você evoluírem também, você evolui mais rápido e menos solitário. Se preocupar apenas com as outras pessoas também não é bom, porque você esquece de si próprio, os outros evoluem e você continua lá, parado no canto. Por isso, é preferível que você mantenha o equilíbrio.

- Produzir algo a oferecer a sociedade tanto racional quanto emocional.
De um modo geral, é o esforço gerado para que você tenha com o que trabalhar para que possa ganhar dinheiro, use o sentimento para saber no que você é bom, pois, acredito eu, que as pessoas tem diferenças genéticas entre si, tendências, as quais a torna mais capacitada para determinado tempo de trabalho ou não. E tem também o lado emocional, você ter com o que divertir as pessoas, empolgá-las, entreter-las, ensiná-las, você fazer algo e produzir algo que ajude ao próximo, isso é importante pois garante que as pessoas se aproximem de você, e você pode pedir a ajuda delas também.

- Saber do que é capaz mesmo não tendo feito.
Ou seja, ter auto-confiança. Criar uma auto-confiança em torno de si é importante, tanto para se relacionar pessoalmente, como racionalmente com as pessoas. Criar auto-confiança não é mentir, é apenas antecipar os resultados em alguma coisa que você sabe que pode fazer, ou sabe que pode se esforçar para conseguir. Ter auto-confiança para uma coisa que você sabe que não pode fazer já é mentir, e isso não é bom, além de se confiar apenas na auto-confiança e se esquecer de evoluir.

- Lidar com competição e outras coisas sempre com romantismo.
Eu já disse aqui que romantismo é a proteção contra sentimentos ruins, e é muito necessário fazer isso. Acho que o sentimento romântico mais importante é a humildade, pois quando você é humilde, você permite que as outras pessoas saibam que você está onde está por merecer, não forçado, e fazem elas aceitarem isso e menos pessoas irão ter sentimentos ruins contra você, e caso você esteja onde está e não merece estar lá, você será humilde o suficiente para reconhecer isso e tentar, ou melhorar, ou buscar outro caminho para crescer. Ser humilde significa escutar as pessoas, seja ela qual for, e escutar e tratar todas igualmente, sem se achar superior a ninguém, mesmo você tendo uma posição superior, você sabe que é igual a todo mundo e o motivo pelo qual está ali, que se você não procurar melhorar, uma pessoa buscando o melhoramento sempre pode superar você e você perder o cargo. Ou seja, ser humilde é o que mais melhora as chances de sobrevivência e reprodução. Ter afeto com as pessoas também é importante, pois você tem mais chances de sobrevivência confiando em uma pessoa meio ruim, mas que é seu amigo a anos do que a uma pessoa que pareça super boa, mas que você acabou de conhecer.

- Querer curtir a vida.
Essa é a parte boa de se evoluir, poder curtir depois. Quando se evolui racionalmente e emocionalmente, curtir a vida fica fácil, embora que sobre menos tempo, pois evoluir já toma algum tempo em ambas as partes. Acho que o momento certo é quando você não tem nada pra fazer, e se continuar na mesmice, acabará caindo em rotina e se acostumando a não evoluir. É sempre bom conhecer coisas, pessoas e fazer coisas novas, porque isso te garante que você sempre conheça as coisas que te dêem melhor chance de sobrevivência sempre. Mudar de hábito faz você não cair no conformismo. O conformismo é até que bom, se você já achou algo que te complete e mesmo conhecendo outras coisas, não ache nada melhor que aquilo. Eu não aconselho muito que você seja apaixonado por algo e apenas este algo, como esportes. Porém, se você faz isso um meio de vida satisfatório pra você, continue em frente. Muito provavelmente eu me apegarei bastante a ciência quando eu crescer, se eu for cientista.

- Saber ir equilibrando.
Equilíbrio é algo importante, e talvez a falta disso seja o fator que muitas pessoas no mundo sejam desequilibradas e não sejam bons humanos, mas ter equilíbrio é importante, não dar valor de mais a qualquer uma das coisas citadas a cima. Não dar valor de mais a seu trabalho, a sua família, a si mesmo, a seus amigos, a sua diversão, a sua evolução, ao em vez disso, fazer tudo no equilíbrio. Embora ser equilibrado as vezes necessite de alguns desequilíbrios, dependendo da situação, pois o mundo não é equilibrado, é dinâmico, o humano é um equilíbrio entre o animal e o racional, por isso ele tem a capacidade de equilibrar o racional com o emocional. Nesse tópico, estamos no meio da evolução, pois antes tinham os animais, e só faziam ter instintos, e futuramente teremos os robôs, que só tem raciocínio. Este é mais um argumento que me convence que é possível esse equilíbrio do qual eu falo, mas isso também depende da situação de vida que você tem.

Enfim, esses itens a cima citados são as principais características que eu acredito que qualifiquem alguém a um bom humano, de acordo com meus conceitos. Lembrando que, em nossa sociedade, muito provavelmente seja impossível todas as pessoas serem boas humanas, embora o nosso atual estado de desequilíbrio forçado e desnecessário faça com que muitas delas sejam. Com isso amiguinhos, vou terminar esta postagem, uma boa noite para todos e abraços, até a próxima.

-------------------------- Só uma edição -------------------------
Não é a pessoa que si faz boa humana, mas sim a sociedade que a torna desse jeito, pois tem gente que não tem estrutura para ser boa humana, mesmo querendo. Outra coisa também é se eu considero bom humano, considero bom humano em relação a sociedade, mas em relação a outra coisa, esse bom humano possivelmente é ruim, como por exemplo, a ciência, e não é necessário ser um bom humano para ser feliz, já que felicidade é um grau de satisfação pessoal, embora também seja moldado por suas condições. Dalhe determinismo.
Neste link há mais informações relacionadas:
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/09/relacao-entre-as-sociedades-e-seus-bons.html

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Quase largada no C. Claw e analise sobre a inveja na psicologia evolucionista

Inveja segundo a psicologia evolucionista

Boa noite amiguinhos, nesta madrugada fia de terça-feira, vos escrevo pois estou inspirado. Passei maior tempão ouvindo música, isso deixou meus ouvidos agitados e o resto do corpo calmo, mais o silencio que está lá fora e nada para fazer, condições favoráveis para eu escrever mais alguma coisa hoje. Estou fazendo curso de administração e antes de vim aqui escrever, estava olhando as coisas de economia no Wikipédia, é bastante interessante essa área. Ler a Wikipédia e ver como ele é útil me fez pensar em traduzir páginas do inglês para o português com o intuito de treinar o inglês e aumentar o número de páginas, acho que isso seria um bom passa tempo, além de aumentar meus conhecimentos gerais, é uma idéia.

Eu quase parei de jogar Capitain Claw por causa de um mestre difícil, eu desisto muito fácil, admito, eu tive que ver o spoil pra não desistir completamente. Digamos que isso seja uma ajuda social, fazer tudo sozinho é muito mais sacrificante, além do mais, de um modo geral, não ganho muita coisa perdendo tempo recolhendo informações se outra pessoa já o fez, até mesmo num pondo de vista de psicologia evolucionista. Agora fazendo referencia ao assunto de hoje, estive visitando uns sites e blogs tentando fazer da minha noite informativa e encontrei um blog cujo o autor falava sobre a inveja, e a algum tempo atrás eu fiz um conceito em relação aos meus estudos sobre a inveja e não publiquei aqui, mas é o que eu farei hoje.

Para descobrir como classificar um invejoso num ponto de vista da psicologia evolutiva, primeiro eu me perguntei, como ser invejoso melhora suas chances de sobreviver e reproduzir? Bem, levando em consideração que os instintos se desenvolveram, não para nossa sociedade atual, mas sim para uma sociedade primitiva onde não haviam palavras para serem ditas, eu simulei mentalmente uma situação entre três pessoas, sendo uma dessas invejosa. Imaginem comigo.

Há um homem bonito, um homem não muito bonito e duas mulheres bonitas, é bem comum inveja acontecer entre mulheres pois elas lidam com poderes de beleza, os mais fácies de serem notados, pelo o que saiba, por isso o exemplo. Uma das mulheres bonitas tem como namorado o homem bonito. A outra mulher, por instinto, deseja o homem bonito e vê ele com uma mulher tão bonita quanto ela, então ela logo associa que quem poderia estar ali é ela, não a outra, e logo surge um sentimento de ciúmes como resposta para a situação e estímulo para que algo deva-se ser feito por parte da mulher solteira.

Logo ela se move e tenta mostrar ao homem que é tão boa quanto a mulher que ele está. Ela pode fazer isso ou mostrando seu valor para o homem ou desvalorizando a tal mulher, sendo este ultimo talvez só possível em sociedade desenvolvida. Se a outra fêmea se sentir ameaçada, vai rolar um sentimento de ciúmes nela, se não, é porque a fêmea que está tentando se exibir não tem poderes o suficiente para roubar o macho dela, e então ela fica tranqüila. O macho então compara e fica com aquela que ele julgou a melhor, pode ser tanto uma quanto a outra, ou seja, inveja aumenta as chances de reprodução.

Mas vamos continuar a história. Imaginem agora a perdedora, ela verá o macho com a fêmea que ele escolheu. Se ela analisar e perceber que pode conseguir estar naquele lugar se si esforçar ou que aquela fêmea não merece estar lá, então rola ciúmes de novo, mas, se ela perceber que a fêmea que está lá merece estar lá mais que ela por ser mais bonita ou poderosa, então ela vai se contentar com sua posição. Muito provavelmente ela vai tentar um relacionamento com o macho não tão bonito assim, e ambos vão se relacionar bem. Lembrando duas coisas, primeira que em vez das mulheres poderiam ser os homens, mas o homem desse tempo mostra poder com força física, hoje em dia, tradicionalmente, com poder social e cada vez mais comum, poder de beleza. Segunda coisa, quando eu digo bonito, quer dizer também que a pessoa tem maiores chances de ter uma formação genética melhor, por isso beleza atrai tanto.

Atualmente, muitas pessoas não observam esse “ou poderosa”. Uma menina não pode ser tão bonita assim mas saber agradar o cara de um jeito que uma menina muito bonita não saiba, de tal forma que, se a menina bonita desejar estar no lugar da não tão bonita assim, e se achando merecedora de estar lá só por sua beleza superior, coisa que a outra não tem, vai rolar um sentimento de inveja, muito provavelmente. Os poderes podem ser inúmeros, pois o ser humano é muito adaptável. Acredito que cada pessoa possa achar um modo de expressar poder, mas isso significa filosofias totalmente diferentes de tal forma que o mundo nunca será padronizado, com igualdade social entre outras coisas, só mesmo com a manipulação genética.

Às vezes também, inveja pode ser causada por cobranças sociais. Se uma pessoa é cobrada por estar em certo nível elevado e não consegue, e outra consegue estar nesse nível elevado, a inveja poderá ocorrer. A pessoa se compara aquela outra de um modo muito superficial, e superficialmente, todos somos parecidos, de tal forma que aquela pessoa chega naquela conclusão e pensa consigo mesma, se ele está lá e é parecido comigo, eu também mereço. E rola o ciúmes, e então pode acontecer aquelas duas coisas que eu citei a cima, ou a pessoa procurar mostrar o seu valor e até mesmo inventar que tem valores nela mesma onde não tem ou tentará diminuir o valor da pessoa que ela sente ciúmes, seja por mentiras ou qualquer outro modo. Por isso que invejoso tem fama de mentiroso, traiçoeiro, entre outras coisas.

Até mesmo essas duas pessoas podem viver no mesmo meio social, tendo até laços de relação afetiva, mas as condições da situação fazem só que uma tenha tal poder, embora a outra seja cobrada também a ter, então o sentimento de inveja e a relação afetiva se misturará, ocorrendo assim, grandes confusões e até o rompimento dessa relação afetiva. Talvez nem sempre ocorra assim, há muitas outras saídas que as condições e o sentimento determinarão para as melhores chances de sobrevivência de todo mundo. Ser humano é parecido com Xadrez, assim como administração financeira, tem que se pensar as condições e o se que pode ser feito para melhor sair de uma situação.

Pois é amiguinhos, agora vou tomar banho pra possivelmente ir dormir. Gostei de escrever esse texto a cima, fluiu bem, a idéia também já é meio antiga e eu deveria ter posto-a a mais tempo aqui já, por isso essa maior satisfação, além do tema interessante. E além do mais, pela primeira vez, usei um dicionário on-line para achar um sinônimo para o titulo desse blog, olha eu evoluindo ai gente. Acho que irei usar de novo ainda hoje pra saber o que é "Insumos" exatamente. Enfim, boa noite para todos, abraços e até a próxima.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dúvidas quanto ao ser e analises sobre a personalidades

O que ser?

Olá amiguinhos, faz esse mês realmente eu escrevi pouquíssimo, eu já previa isso, manter o ritmo não é uma coisa fácil e meus pensamentos parecem estar se acalmando, entretanto, eles ainda não estão calmos, e eu espero nunca estarem para sempre escrever nesse blog. Como eu sempre começo o primeiro parágrafo com novidades, de boa, eu só tenho que eu achei dois jogos que eu vi na minha infância e agora estou jogando-os, eu escrevi a história em outra postagem pra não ficar muito grande nessa, no fim deste parágrafo mandarei o link, agora vamos ao assunto principal.
http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/08/capitain-claw-gruntz-o-agora-e-minha.html

Esses tempos tem sido de grande aprendizado para mim devido ao contato próximo de uma amiguinha bastante humana, a Raabe, ela me ensinou bastante sobre a essência humana a qual eu perdi. Quando eu era criança, eu sempre quis como todas as coisas iriam acontecer apenas com a força do pensamento, e antes de entrar na adolescência, eu realmente me apeguei a essa idéia, por isso, eu desisti de certa forma de ter muito agitada, cheia de emoções, e me ocupei de filosofar e descobrir a ciência.

Contudo, a quanto mais o tempo passava, mais eu entrava no campo da psicologia e mais eu me apegava aos valores racionais e excluía os valores sentimentais, pois pra mim, eles valiam de pouca utilidade. Porém, em certo momento do caminho, eu notei que sentimento era a única coisa que me fazia estar vivo, pois nenhuma razão racional o faria, e então eu notei que eu muito distante para voltar ao mundo dos sentimentos, pois a racionalidade já tinha se tornado parte da minha personalidade e, por isso, comecei a estudar o propósito dos sentimentos do ser que compõe a personalidade, pois neste tempo, eu já tinha uma certa noção de como cada sentimento agia isoladamente, mas não em conjunto numa personalidade.

Comecei então a descobrir que cada pessoa era aquilo que melhor ela fazia, e que o sentimento estava era meio que um guia que mostrava a ela, o que ela faz de melhor. Se ela gosta de jogar futebol, é porque ela nota que tem um “dom” natural e isso a satisfaz, pois seu cérebro nota que ela tem grande capacidade de jogar futebol e com isso, ganhar fama, dinheiro e mulheres, e por isso, a pessoa acaba se envolvendo com o futebol por muito. Ou seja, seguir os sentimentos significa necessariamente evoluir. O romantismo, digamos assim, é a proteção contra os sentimentos ruins, pois se você é romântico a ponto de não ser egoísta, você não vai concentrar toda a evolução em você e não fará coisas que prejudiquem a evolução de outra pessoa em nome da sua, fazendo você ficar isolado em seu próprio ego, com medo que as pessoas façam isso com você também.

Porém, aqui estou eu, seguindo a racionalidade, tentando saber o porquê de todas as coisas, e descobrindo que, de certa forma, isso é inútil. Filosoficamente falando, existem infinitas possibilidades de explicar o porquê tudo é como é, isso nos força a ir para o campo da ciência, esse campo já está extremamente avançado, com capacidade de fazer cálculos modernos e elaborar coisas supimpas, enquanto eu estou aqui, redescobrindo as coisas básicas por meu próprio esforço, pior ainda, utilizando a sombra das grandes idéias já formadas a qual eu tive contato por internet. Ou seja, onde eu estou evoluindo? Evoluindo as idéias?

Meu amigo Thaylo, me dizia antigamente, “Cara, você quer redescobrir a roda”. Eu achava isso bom, significa que eu estou evoluindo. Porém, uma evolução desnecessária, já que a sociedade já descobriu a roda. O esforço que eu estou fazendo para descobrir algo, eu poderia estar aplicando para descobrir algo que a sociedade ainda não descobriu. Além de esforço, evoluir no campo da ciência se exige tempo, é muito mais complexo do que simplesmente ter a idéia e ser considerado um gênio.

Na verdade ninguém é gênio, é como a frase de Galileu diz, “Se enxerguei longe foi porque me apoiei no ombro de gigantes, Galileu”, e sem estes ombros, ou seja, a evolução das idéias anteriores, ele não poderia ter enxergado além, melhorando aquelas teorias, e assim, ninguém poderia ter se apoiado no ombro dele pra melhorar a teoria dele ainda mais, e é assim que funciona. Tem gente com tendência a descobrir mais porque se envolve mais, as diferenças entre um humano e outro são poucas, acredito, apenas tendências genéticas e estética.

E então me vem um outro problema, eu quero evoluir no campo da ciência, mas ainda estou no ensino médio. E o que fazer neste meio tempo pra lá? Grande problema para mim. Eu sempre me dediquei ao meu pensamento, e isso fez com que eu me afastasse da sociedade e dos meus sentimentos, se fosse pelo menos o pensamento da sociedade, mas não, eram apenas os meus, de certa forma, um egocentrismo da minha parte e eu nunca percebi que isso de fato, era isso, apenas agora. E o que fazer agora?

Os sentimentos tem uma grande capacidade de te enquadrar no lugar onde você é bom, o problema é que eu estou todo fora de lugar. Teoricamente, eu sou um adolescente e devia fazer coisas de adolescente. Eu sempre achei que eles equilibravam-se enchendo seus egos de coisas fúteis e sem muita profundidade de conhecimento ou sentimento, ou entre outros estereótipos, mas agora eu notei que todos esses estereótipos são os adolescentes evoluindo a cultura e a individualidade de cada meio onde eles vivem, nos tempo livres, o que é bastante para alguns, que geralmente não tem a pressão de estudar.

Na verdade, evoluir a cultura e a individualidade é apenas uma conseqüência de cada ser humano procurar algum lugar onde realmente seja bom. Acho que eu já postei aqui algo falando sobre isso, que se o jovem está em determinado grupo e neste grupo ele não é bom, e tem outro a qual ele é bom, a tendência dele passar para o outro grupo é altíssima, o que faz ele ter chances de sobrevivência e reprodução, e criar esses grupos é uma conseqüência de aberturas na sociedade, eu acredito.

É como se a sociedade fosse viva e estivesse evoluindo, e na verdade, eu considero que está. Bem, não sei o que fazer, vou pensar, procurar mais informações e etc até achar uma solução. Acho que quando eu entrar no meio cientifico, se eu entrar, as coisas vão se encaixarem direitinho, porém, como não estou ainda, e como eu tenho muito tempo livre pois não participo de nenhum movimento evolucionista, eu perco meu tempo jogando jogos antigos, até porque, eu não tenho condições de participar da evolução dos novos jogos, já que meu computador não é lá essas coisas.

Com isso amiguinhos, eu me despeço de vocês, boa noite, abraços e até a próxima postagem.

Capitain Claw, Gruntz, o agora e minha infância

Jogos da minha memória dos tempos de infância

Olá amiguinhos, eu estava escrevendo uma postagem, mas no primeiro paragráfo, eu sempre tento contar as novidades, e dessa vez veio uma história de dois paragráfos, então eu resolvi contá-la em outra postagem pra não ficar tão desorganizado lá. Link da postagem que eu ia por na história: http://barnabasspenser.blogspot.com/2009/08/duvidas-quanto-ao-ser-e-analises-sobre.html

Aqui segue a história: Quando eu era menor, uns doze anos, não lembro ao certo, eu tinha uma vizinha legal e eu sempre freqüentava sua casa para jogar SNES ou computador, eu até fiquei amigo do pai dela, tanto que as vezes, eu ia lá só pra jogar com ele ou com os dois. Contudo, ela tinha um jogo chamado Gruntz, eu a vi jogando apenas uma vez e o colorido do jogo, as vozes e os personagens cômicos fizeram o jogo não sair da minha memória. Ao escutar uma musico, eu tive um desencadeamento de pensamentos que me levaram ao dia desse jogo, e como eu sou um admirador de jogos antigos, eu tive a idéia de baixá-lo pra ver como é.

Ao procurar o link no blog, eu tive uma surpresa, eu entrei em um fórum onde se estava discutindo os jogos que o fazem lembrar-se da sua infância, e lá, houve vários comentários, e entre eles, comentários relatando sobre Gruntz e um outro jogo que eu joguei o demo quando era criança, Capitain Claws. Desse ultimo eu não estava lembrado e foi uma enorme surpresa e alegria ter achado ele, pois ele é um jogo de plataforma muito bom e com belos gráficos. Eu descobri também que o Capitão Claws tem seguidores que o jogam até hoje, e dá pra jogar ele online. Eu já baixei os dois jogos citados à cima e amanhã tentarei testar Capitain Claw online.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Reflexão sobre a discussão do confisco do Xadrez

Respeito as patentes

Olá amiguinhos, quase um mês que eu não posto nada, provável culpa da minha vida sem novidades e rotineira aliada a eu ter começado a virar um game maníaco de novo, por puro tédio em minhas tardes. Por enquanto, talvez eu tenha desanimado um pouco do mundo cientifico e filosófico, e ao entrar na vida social, tenha notado que estou em péssima situação, o que me fez recorrer aos games. Porém, não é sobre isso que eu vim falar hoje, mas sim em relação a uma experiência que eu tive a uns tempos atrás e que eu ainda não relatei.

Vou fazer uma pequena narração de como se desenvolveu a história agora. Eu, novamente, no tédio, procurando algo que agradasse meu tempo nas aulas em que o professor escreve muito, levei um xadrez e comecei a jogar com meu amigo em plena aula, como eu fazia na outra escola no primário. Entretanto, o professor, em vez de emitir um aviso que não estava gostando do ato, resolveu logo ir confiscando o tabuleiro e expulsar eu e meu amigo de sala. Eu não fiquei nada satisfeito, mas, vendo que ele tinha a razão, sai de sala sem reclamar.

Pensei eu, no final da aula eu pego o tabuleiro novamente pra jogar no recreio, só pedir a explicação que ele as vezes dá no final da aula, mas tudo bem. Seria bom se fosse assim, mas não foi. O diretor da minha escola confiscou meu tabuleiro e disse que só entregaria no final da aula, eu, não gostando nada da idéia, resolvi protestar e me enchi de auto-confiança em meus argumentos, e fui lá falar com ele.

Pensei que seria uma coisa fácil, reconhecer meu erro, ele me devolver o tabuleiro e eu prometer que não iria mais jogar em sala de aula, sob a pena de ter meu tabuleiro confiscado seriamente da próxima vez. Seria um bom plano, se não fosse pela falta de capacidade do diretor de manifestar racionalmente os argumentos pelos quais ele queria confiscar meu tabuleiro.

Ele queria me castigar, mas não tinha motivos racionais para fazer isso, e eu, sem tais motivos, na hora, não aceitei e continuei a protestar. O clima foi ficando sério, eu cada vez mais sem acreditar que ele realmente queria continuar com o tabuleiro em mãos sem necessidade, não via motivo nenhum para tal ato. Meus amigos estavam perto de mim, aconselhavam-me a desistir da idéia de recuperar o tabuleiro antes do recreio, entretanto, eu continuava nela. Ora essa, eu tendo motivos racionais para querer meu tabuleiro de volta e prometendo que não iria mais errar novamente, ele não tem motivos pra ficar com meu tabuleiro. Pensava.

Uma hora, ele viu meus amigos me aconselhando a me retirar e disse: ta vendo? Até seus amigos estão dizendo para você desistir da idéia. Mas na verdade, eles estavam era com medo dele aplicar alguma punição maior a mim por causa do meu insistente protesto. Deixa isso pra lá, mais tarde tu pega o tabuleiro. Diziam eles, como se fosse uma besteira esse ocorrido. Talvez tenha sido, mas não mais do que a besteira do diretor confiscar meu tabuleiro sem necessidade.

Não consegui pegar meu tabuleiro de forma alguma, o diretor começou a dizer que tinha uma estima muito grande por mim, e que ele não queria que essa estima fosse ameaçada e que por essa estima ele não iria confiscar meu tabuleiro e entregar apenas a minha mãe. E qual relação tem haver a estima que ele sentia comigo e o caso? Ele teria que fazer o que certo, ou não? És a grande complicação de se envolver sentimentos, e pra mim, o que era certo, de fato, é ele entregar logo o tabuleiro sob as condições que eu já falei a cima.

Se era pra ele ter estima por mim por eu ser constantemente certinho, então a estima dele vale tanto quanto a minha constância em ser certinho, e se algum dia essa constância quebrar, a estima dele também quebrará, e culpa nenhuma eu terei caso ele alimentar outro tipo de sentimento por mim. Talvez a estima dele também venha pelo fato dele conhecer minha mãe e ela ser muito ligada a mim e isso comover ele, entretanto, eu ainda acho que a estima de nada deveria valer nesse caso, mas sim o ato de se fazer ou não o que é certo.

Engraçado, cá estou eu, falando como se tivesse feito uma coisa certa. Não fiz e reconheço, mas acredito que a expulsão da aula já tenha sido castigo o suficiente. Embora eu saiba que foi uma falta de respeito com o professor, o primeiro aviso verbal que ele desse, eu prontamente recolheria o xadrez. Depois de algumas reflexões, eu também passei a entender o lado do meu diretor que não soube se expressar.

Recolher o xadrez não foi uma resposta para eu estar jogando xadrez em sala de aula, pois eu jogando xadrez em aula demonstro que não quero aprender, e me retirar da sala já foi o suficiente para responder a tal ato. Mas sim por ter desrespeitado o professor. Eu não me dei conta de quão o professor poderia se sentir desrespeitado ao me ver jogando xadrez e isso, para mim, seria argumento o suficiente para recolher o xadrez como punição.

Ou seja, o diretor estava certo, só não soube expressar o porquê estava certo. Bem, eu não sei se foi por esse motivo que ele não me devolveu o xadrez ou se foi por outro, mas não explicar o motivo pra mim foi o que me deixou mais irritado. Meu amigo ficou me dizendo que ele teve motivo de me suspender por meu protesto, mas eu não concordo, porque eu estava querendo saber o porquê um objeto meu foi recolhido.

Mas, de uma coisa eu não me dei conta. Ele é o diretor, é como se fosse um superior no exercito, ele toma as decisões, ele tem a responsabilidade de administrar a escola e ele sabe de coisas que eu não sei, por isso, eu deveria ter respeitado a decisão dele e não ter insistido tanto como eu fiz. As vezes eu penso que se eu não erro, eu não vivo, eu não aprendo, mas errar é complicado e viver também, isso é assunto para outra postagem.

Só para encerrar o assunto da escola, eu sempre critiquei comigo mesmo algumas atitudes que os superiores da escola tomavam em relação aos alunos, uma certa intolerância misturada com aproximação, algo confuso. Porém, começo a imaginar se essa não seria a melhor forma de administrar a escola, de fato. Eu realmente não sei, há muitas coisas para se analisar ao se falar isso, não sei se faria melhor se estivesse no lugar daqueles diretores, embora eu acho que as vezes, eles pecam em algumas decisões.

Comprometimento com a verdade é a melhor forma de evoluir, eu acho. Com meu professor de filosofia, vou falar isso, pra ele ensinar as pessoas a evoluírem seu pensamento com a verdade, estou escrevendo aqui principalmente para lembrar a próxima vez que eu ver isso, saber o “porque” das coisas e ser verdadeiro, e após ter esses dados, raciocinar e achar uma solução, é a melhor forma de evoluir, eu acho, devido a experiências próprias, mas isso no lado racional, não sei muito bem no humano ainda.

A história a cima foi narrada com base da minha memória, ou seja, poucos detalhes e confusas, a ordem de tempo e as falas talvez estejam meio alterados, mas foi mais ou menos isso que aconteceu. Com isso amiguinhos, vou dormir, acho que ainda esse mês escreverei de novo, talvez um poema que estou afim de fazer, além dos contos do livro que eu estava fazendo, resolvi dividi-lo em contos e depois juntar, mas ainda não comecei nada e nem sei quando começarei, enfim, boa noite pra todos, até a próxima.