Existem duas maneiras extremistas que um maratonista pode usar para
crescer dentro do projeto da maratona. A primeira é tentar entender tudo
sobre cada questão e evitar o máximo receber ajuda exterior que não
seja informações essenciais à resolução da questão. Assim, ele irá
explorar todas as formas de combinar as poucas informações que ele tem e
entenderá o máximo potencial de cada uma, tendo um crescimento, embora
lento, seguro e consistente. A segunda é tentar conseguir o máximo de
ajuda possível exterior, como ver a solução da net sem nem mesmo ter
tentado ou perguntar a alguém como se faz, além das informações
essenciais à resolução da questão. Desta maneira, ele irá conhecer
muitas formas de resolução numa quantidade pequena de tempo, e assim que
se deparar com uma questão nova, estará armado com experiência o
suficiente para resolvê-la. Na visão daqueles que seguem este caminho,
esta é uma maneira rápida e de consistência o suficiente para aprender.
Destas duas maneiras, qual realmente tem uma melhor eficiência no aprendizado do maratonista? Ignorando as individualidades de cada pessoa, pois afinal, ninguém é igual e cada um pode se adequar melhor a um ou a outro estilo por fatores e argumentos que este texto não compreende, vamos analisar uma resposta para isto de modo a fazer cada maratonista refletir sobre si mesmo e sobre como ele poderá se tornar melhor dentro do projeto da maratona. Acredito que para a maioria das pessoas é possível afirmar que quanto mais tempo envolvido com algo, mais elas vão memorizá-los, e que a quantidade de questões envolvidas na maratona é enorme, de modo que é impossível decorar como resolve cada estilo de questão, afinal, cada questão é uma conexão única entre as técnicas de programação e seus conhecimentos associados, como grafos ou matemática. É por este último fato que iremos começar nossa análise.
Quanto mais se conhece as conexões entre os assuntos, mais conexão se é capaz de fazer, será que esta é uma informação sempre válida? Se for, é possível assumir que o segundo modo extremista de aprendizado é mais eficiente. Porém, é possível afirmar que a experiência de copiar uma conexão é a mesma de descobrir uma conexão? Eu acredito que não são as mesmas experiências. Uma pessoa que é acostumada, sempre que se depara com o desconhecido, a somente procurar uma forma externa de resolver sem buscar dentro de si a resposta pode ficar insegura caso seja privada de sua fonte externa, o que resultará numa má maratonista, embora ela tenha resolvido muitos problemas no upsolving. Afinal, seres humanos não são simples máquinas justamente por sua capacidade de lidar com o desconhecido, e ter experiência sobre como lidar com o desconhecido é o que separa aqueles que simplesmente copiam daqueles que realmente descobrem e se envolvem com aquilo que estão fazendo.
Quanto mais tempo se passa com algo, mais se aprende sobre ele. Será que esta informação é válida também para todo o caso? Eu acredito que sim, mas a cima disto, passar muito tempo em algo não significa estar no caminho correto para este algo. O caminho correto, neste caso, levará a conexão desejada para a solução da questão. Passar muito tempo trabalhando numa hipótese que não levará à solução da questão pode ser um desperdício de tempo que, dado o universo enorme de conhecimento da maratona, um maratonista não pode se dar ao luxo de perder. Além disto, é preciso lembrar que muitas pessoas antes de nós já quebraram a cabeça para desvendar o desconhecido ao qual nós estamos nos deparando agora, portanto, temos sim uma fonte de informação externa preciosa a ser usada, que não deve ser ignorada quando a frente o desconhecido nos cerca.
A intenção disto é uma mistura entre os dois estilos de aprendizados muito bem combinados. Tanto é preciso ter a experiência sobre como enfrentar o desconhecido como também ter uma boa variedade de conhecimento para usar. Não adianta ser corajoso sem ter a bagagem, e não adianta ter a bagagem sem ter a coragem. Uma coisa complementa a outra. Utilizemos, portanto, nossos recursos de modo a maximizar nosso aumento, tanto de experiências quanto de conhecimentos, para assim obtermos os resultados desejados dentro da competição da maratona, e também nos tornarmos bons profissionais. Enquanto somos aprendizes, a tendência é termos mais ajuda, mas a partir do momento que formos pegando questões mais difíceis, será menor a quantidade de ajuda que teremos a disposição. Será então que precisaremos de experiência para enfrentar o desconhecido e construir um novo conhecimento. Que tenhamos isso em mente a cada nova questão que nos depararmos e a cada vez que peçamos ajuda a alguém, que como nós também não sabia.
Deste ponto de vista, mais valiosa é a pergunta “estou no caminho correto?” do que a pergunta “como resolver isto”, embora uma coisa complemente a outra também. Afinal, descobrir qual caso de teste é o erro pode ser o suficiente para transformar um W.A. num accepted, como também ter o código da solução para gerar casos de teste aleatórios pode auxiliar a encontrar o erro de uma determinada linha de raciocínio, antes oculto, e isto tornará a pessoa mais experiente e confiante naquilo que ela constrói e em como encontrar os erros de determinado raciocínio lógico. Embora a maratona seja uma competição de pequenos projetos, estes conhecimentos são valiosos também para projetos grandes, que um dia podemos enfrentar em nossas vidas profissionais.
Como resultado, teremos sempre boas pessoas sendo formadas. Pessoas capazes de lidar com o desconhecido e com uma boa quantidade de conhecimento. Teremos um bom conteúdo interno, pois os mais velhos ajudam os mais novos, para os mais novos ampliarem aquilo que os mais velhos já conquistaram. A cima de tudo, além da competição, produziremos bons profissionais e boas pessoas, e teremos capacidade de nos destacar no cenário internacional, como antes já nos destacamos. Este texto é acima de tudo um convite a cada um refletir o que significa ser um maratonista e se dedicar a este projeto, e como encontrar maneiras de tornar a si mesmo melhor através do projeto e como tornar o projeto melhor através de si mesmo. Um abraço a todos.
Destas duas maneiras, qual realmente tem uma melhor eficiência no aprendizado do maratonista? Ignorando as individualidades de cada pessoa, pois afinal, ninguém é igual e cada um pode se adequar melhor a um ou a outro estilo por fatores e argumentos que este texto não compreende, vamos analisar uma resposta para isto de modo a fazer cada maratonista refletir sobre si mesmo e sobre como ele poderá se tornar melhor dentro do projeto da maratona. Acredito que para a maioria das pessoas é possível afirmar que quanto mais tempo envolvido com algo, mais elas vão memorizá-los, e que a quantidade de questões envolvidas na maratona é enorme, de modo que é impossível decorar como resolve cada estilo de questão, afinal, cada questão é uma conexão única entre as técnicas de programação e seus conhecimentos associados, como grafos ou matemática. É por este último fato que iremos começar nossa análise.
Quanto mais se conhece as conexões entre os assuntos, mais conexão se é capaz de fazer, será que esta é uma informação sempre válida? Se for, é possível assumir que o segundo modo extremista de aprendizado é mais eficiente. Porém, é possível afirmar que a experiência de copiar uma conexão é a mesma de descobrir uma conexão? Eu acredito que não são as mesmas experiências. Uma pessoa que é acostumada, sempre que se depara com o desconhecido, a somente procurar uma forma externa de resolver sem buscar dentro de si a resposta pode ficar insegura caso seja privada de sua fonte externa, o que resultará numa má maratonista, embora ela tenha resolvido muitos problemas no upsolving. Afinal, seres humanos não são simples máquinas justamente por sua capacidade de lidar com o desconhecido, e ter experiência sobre como lidar com o desconhecido é o que separa aqueles que simplesmente copiam daqueles que realmente descobrem e se envolvem com aquilo que estão fazendo.
Quanto mais tempo se passa com algo, mais se aprende sobre ele. Será que esta informação é válida também para todo o caso? Eu acredito que sim, mas a cima disto, passar muito tempo em algo não significa estar no caminho correto para este algo. O caminho correto, neste caso, levará a conexão desejada para a solução da questão. Passar muito tempo trabalhando numa hipótese que não levará à solução da questão pode ser um desperdício de tempo que, dado o universo enorme de conhecimento da maratona, um maratonista não pode se dar ao luxo de perder. Além disto, é preciso lembrar que muitas pessoas antes de nós já quebraram a cabeça para desvendar o desconhecido ao qual nós estamos nos deparando agora, portanto, temos sim uma fonte de informação externa preciosa a ser usada, que não deve ser ignorada quando a frente o desconhecido nos cerca.
A intenção disto é uma mistura entre os dois estilos de aprendizados muito bem combinados. Tanto é preciso ter a experiência sobre como enfrentar o desconhecido como também ter uma boa variedade de conhecimento para usar. Não adianta ser corajoso sem ter a bagagem, e não adianta ter a bagagem sem ter a coragem. Uma coisa complementa a outra. Utilizemos, portanto, nossos recursos de modo a maximizar nosso aumento, tanto de experiências quanto de conhecimentos, para assim obtermos os resultados desejados dentro da competição da maratona, e também nos tornarmos bons profissionais. Enquanto somos aprendizes, a tendência é termos mais ajuda, mas a partir do momento que formos pegando questões mais difíceis, será menor a quantidade de ajuda que teremos a disposição. Será então que precisaremos de experiência para enfrentar o desconhecido e construir um novo conhecimento. Que tenhamos isso em mente a cada nova questão que nos depararmos e a cada vez que peçamos ajuda a alguém, que como nós também não sabia.
Deste ponto de vista, mais valiosa é a pergunta “estou no caminho correto?” do que a pergunta “como resolver isto”, embora uma coisa complemente a outra também. Afinal, descobrir qual caso de teste é o erro pode ser o suficiente para transformar um W.A. num accepted, como também ter o código da solução para gerar casos de teste aleatórios pode auxiliar a encontrar o erro de uma determinada linha de raciocínio, antes oculto, e isto tornará a pessoa mais experiente e confiante naquilo que ela constrói e em como encontrar os erros de determinado raciocínio lógico. Embora a maratona seja uma competição de pequenos projetos, estes conhecimentos são valiosos também para projetos grandes, que um dia podemos enfrentar em nossas vidas profissionais.
Como resultado, teremos sempre boas pessoas sendo formadas. Pessoas capazes de lidar com o desconhecido e com uma boa quantidade de conhecimento. Teremos um bom conteúdo interno, pois os mais velhos ajudam os mais novos, para os mais novos ampliarem aquilo que os mais velhos já conquistaram. A cima de tudo, além da competição, produziremos bons profissionais e boas pessoas, e teremos capacidade de nos destacar no cenário internacional, como antes já nos destacamos. Este texto é acima de tudo um convite a cada um refletir o que significa ser um maratonista e se dedicar a este projeto, e como encontrar maneiras de tornar a si mesmo melhor através do projeto e como tornar o projeto melhor através de si mesmo. Um abraço a todos.
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