Cap. III
Um novo dia nasce. O despertador completa sua função novamente, manhã fria e agradável. Com pouca vontade de ir para a escola, me levanto lentamente da minha confortável e desarrumada cama. Dirijo-me a cozinha e encontro o meu café da manhã pronto, feito por minha mãe. Sento-me à mesa como todos os dias e começo a comer. Naquele momento eu comecei a pensar na escola e no clã, e logo depois começo a pensar naquela garota. Tão cedo, e eu já pensando nela, coisa estranha. Talvez isso seja causado devido à inigualável presença dela, tão forte e sutil que eu nunca senti antes em nenhuma garota. Termino o café da manhã, troco de roupa e sigo pra escola. No meio do caminho, ouço a voz do meu amigo que tinha jogando videogame no dia anterior comigo. Era o Junior, ele mandava que eu o esperasse, então foi o que eu fiz. Ele atravessou a rua e começamos a andar, comentando sobre a manhã, que estava muito fria. Chegamos à escola, algumas garotas vieram falar com o Junior, que era popular entre as garotas da escola, talvez pelo seu jeito extrovertido e sistemático, sistema esse constituído por regras e mais regras de joguinhos de sedução, dos quais todas as garotas se interessam. Ao terminar de falar com as garotas, Junior sugere que fossemos direto para sala de aula, então fomos. Chegando lá, sentamos nas ultimas cadeiras da sala, que era nossas cadeiras preferidas. A sala estava quase vazia, se não fosse por nós e mais três alunos, que estavam sentados na frente. O Junior comentava sobre as garotas que ele havia pegado nas férias, quando o sinal bate. Nós preparamos para a chegada do professor. Todos os alunos que antes estavam pela escola, começam a entrar para suas respectivas salas de aula, isso causava típico barulho nos corredores. De pouco em pouco, em poucos minutos todos os alunos se encontravam na sala de aula, e o professor chegava dando bom dia. Era o primeiro dia de aula depois das férias. Alguns alunos novos, e aquele velho clima de rever os amigos depois das férias, e de entusiasmo pra voltar a estudar, que logo depois acabaria assim que as provas começassem. O professor da primeira aula era extrovertido e alegre, resolveu fazer uma dinâmica de socialização entre os alunos. Percebi que havia algumas cadeiras vazias, isso significava que alguns alunos ainda não chegaram ou faltaram ao primeiro dia de aula, o que era bem comum a primeiros dias de aula. A dinâmica era simples, deveríamos apenas escrever uma pergunta num papel, trocar os papeis entre os alunos da sala e responder o papel. Depois, ele escolheria o aluno, o aluno se levantava, dizia seu nome e de onde veio e respondia a pergunta e fazia a resposta, para outro aluno responder com o que tinha no seu papel. E assim, passamos a primeira aula com varias risadas. Havia poucos alunos novos, a maioria dos alunos do ano passado continuavam lá. Eu estava um pouco curioso para saber quais alunos haviam faltado. A dinâmica estava rolando, enquanto eu segurava o papel na mão e pensava sobre quais seriam aqueles alunos, se seriam alunos novos ou os alunos veteranos ,quando de repente, me passa à cabeça o breve pensamento daquela garota, um breve pensamento que se prolonga, e de repente, me encontro em desnorteantes pensamentos referentes a aquela inigualável garota que ainda não tinha deixado minha cabeça, pensamentos estes dela estudando na mesma sala que eu, fiquei imaginando se conseguiria me concentrar na aula com a presença dela. O sinal toca e eu volto a mim. O professor se despede dos alunos enquanto virava na porta da sala e a fechava, ninguém ligava muito. Os alunos que faltavam começaram a entrar, primeiro, entrou umas duas garotas, e depois entrou um garoto, meio nerd, usando óculos e tímido. Faltavam ainda duas pessoas, dentre elas, Juliana. O professor da segunda aula demorava a chegar, eu e os alunos antigos conversávamos sobre as férias. A porta se abria novamente, dessa vez era o professor, acompanhado por duas lindas garotas, uma delas era a Juliana, simpática e educada como sempre, e do lado dela ninguém menos que a garota que eu venho pensado desde o dia em que eu a encontrei, Amanda. Ela entrou junto com o professor e Juliana, sentou nas bancas vazias, junto com Juliana. Juliana parecia ser uma grande amiga delas, pois elas mostravam certa intimidade. Fiquei lá, na minha, chamei Junior e mostrei a garota pra ele, disse que ela parecia ser comum. Não concordei, e fiquei conversando com ele lá no fundo, sobre isso. O professor começou a aula, todos da sala começavam a dar atenção ao professor, e estava acontecendo tudo exatamente do jeito que eu imaginei. Eu não tava conseguindo me concentrar, tinha mais vontade de ficar olhando para ela do que assistir a aula do professor, mesmo sabendo que era importante. Fiquei um bom tempo apenas olhando para ela, com apenas a preocupação que ninguém percebesse, acho que o único que percebeu foi o Junior, já que eu havia contado pra ele. O tempo passou, a aula terminou, os alunos voltaram à conversa no pouco tempo que os professores trocavam de sala. Eu comentei ao Junior que não estava conseguindo me concentrar, que quase sempre me perdia em meio aos desejos calorosos que eu tinha de ter aquela garota em meus braços. Ele respondeu pra min que eu estava simplesmente ficando louco. Fiquei pensando se não estava, mas eu ainda tinha capacidade de capacidade de tomar uma decisão consciente, então não estava louco, por mais que parecesse. O recreio toca, todos saem para se destruírem e lancharem. Eu me juntei com alguns amigos e foi também. Ficamos lá no canto da quadra, sentados e conversando sobre as férias. Um certo tumulto começou no meio do recreio, no outro lado da quadra onde eu e os meus amigos estávamos sentados. Levantamos e fomos ver o que era rapidamente. Era o diretor da escola dando boas vindas para todos os alunos com uma noticia empolgante. – Sejam bem vindos todos os presentes novatos e a aqueles que voltaram de férias. Somos o colégio Spitfire, e também queremos anunciar que o torneio de clãs locais está Spitfire está aberto, organizem-se e treinem, pois irão precisar disso para conseguir uma boa colocação. As premiações serão decididas de acordo com a quantidade de clãs que se escreverem. Teremos belos combates aqui senhores, e conto com vocês no meio. Bom dia a todos, e aproveitem tudo o que poderem! Antes mesmo do diretor termina de falar, podia-se ver a euforia em muitas pessoas ali presentes. O torneio de clãs locais estava dali a alguns meses, e todos esperam pelos dias de competição. Pouco tempo depois do pronunciamento, o sinal toca, eu caminho até a sala e me separo dos outros. Ao entrar, vejo umas meninas dançando sedutoramente no meio da sala, com um aparelho de som na cadeira, ligado na tomada da parede. Eu entro e sento na minha banca, e fico olhando, calado, aquela imprópria cena. Logo mais chega Junior, Juliana e Amanda entram conversando, e, ao me ver, Junior vem direto pra cadeira do meu lado. Ele senta todo espalhado, e se inclina pro meu lado e fala – gostosas não? Eu, ao escutar aquilo dou um pequeno sorriso, e digo num tom de quem está gostando – São sim cara. Juliana começa a dançar junto com as outras, e chama Amanda pra ir, que aceita sem hesitar. As duas dançando sedutoramente, eu e o Junior ficamos com olhares vidrados nelas. Eu preferia Amanda, mas com certeza Juliana não ficava atrás. Enquanto elas dançavam, Junior se inclina um pouco pra mim e diz – Cara, eu pego a Juliana e você a Amanda ok? Eu levo um susto ao escutar aquilo, e fico com uma fisionomia um pouco assustada e respondo pra ele – Cara, a Amanda é muito linda, mas não sei se consigo ficar com ela. Junior olhou para mim espantado e também como quem não estivesse entendendo. – Como não? Ela é linda cara, e gay você não é que eu sei. Aquela outra guria que você deu um trato um dia desses até hoje não se esqueceu de você. – Pode ter certeza cara, gay não sou. Mas não me sinto à-vontade ficando com ela. Não sei explicar, mas só sei que é assim. Ele olha pra mim com uma cara feia e fica calado, e depois volta sua atenção para as meninas de novo. Nesse momento, a professora chega, dando um animado bom dia, e bastante disposta pra começar a aula. As meninas recolhem o som e arrumas as coisas. A professora fez um pequeno comentário sobre a animação das meninas. E logo depois começou a aula de inglês. Dessa vez, tentei me concentrar mais na aula, em vez de ficar apenas olhando pra ela, como eu havia fazendo nas aulas passadas. O tempo passava, às vezes eu olhava para Amanda, sem saber o porquê. Eu apenas olhava, mas gostava daquilo. Isso é de longe, a coisa mais estranha que eu já senti. O tempo continuava a passar, o sinal demorava a tocar, a professora tava dando um assunto meio chato, e fácil. Pouco antes de tocar o sinal, todos já estavam arrumando suas bolsas, para quando o sinal tocar, saírem disparados para onde tiverem que ir, isso é até engraçado. O sinal toca, e todos pegam suas bolsas e saem disparados para a porta, como sempre fazem. Isso já vem dos anos anteriores. Pego minha bolsa, e saio também, vou em direção a saída. Lá, por acaso, encontro Junior conversando com alguns caras que eu não conhecia. Ele me viu, e fez sinal para que eu o esperasse. Sentei num banco que tinha lá e fiquei esperando ele. Não demorou muito, já vinha ele, dizendo “vambora” e começando a andar. No meio do caminho, nós viemos conversando sobre varias coisas, mas nada muito importante. No meio do caminho nós nos separamos, ele pegou o caminho dele, e eu o meu, e o resto do caminho foi rápido, e eu também já estava apresando os passos, pois estava com fome. A primeira coisa que eu fiz quando cheguei em casa foi ir direto pra cozinha, pegar meu almoço. No meio da sala, eu encontrei minha mãe, um braço cruzado e com a outra mão na boca, roendo unha. Ela parecia meio preocupada com a noticia na televisão, mas eu estava com tanta fome que passei direto pra cozinha, sem nem perguntar muita coisa.
Um novo dia nasce. O despertador completa sua função novamente, manhã fria e agradável. Com pouca vontade de ir para a escola, me levanto lentamente da minha confortável e desarrumada cama. Dirijo-me a cozinha e encontro o meu café da manhã pronto, feito por minha mãe. Sento-me à mesa como todos os dias e começo a comer. Naquele momento eu comecei a pensar na escola e no clã, e logo depois começo a pensar naquela garota. Tão cedo, e eu já pensando nela, coisa estranha. Talvez isso seja causado devido à inigualável presença dela, tão forte e sutil que eu nunca senti antes em nenhuma garota. Termino o café da manhã, troco de roupa e sigo pra escola. No meio do caminho, ouço a voz do meu amigo que tinha jogando videogame no dia anterior comigo. Era o Junior, ele mandava que eu o esperasse, então foi o que eu fiz. Ele atravessou a rua e começamos a andar, comentando sobre a manhã, que estava muito fria. Chegamos à escola, algumas garotas vieram falar com o Junior, que era popular entre as garotas da escola, talvez pelo seu jeito extrovertido e sistemático, sistema esse constituído por regras e mais regras de joguinhos de sedução, dos quais todas as garotas se interessam. Ao terminar de falar com as garotas, Junior sugere que fossemos direto para sala de aula, então fomos. Chegando lá, sentamos nas ultimas cadeiras da sala, que era nossas cadeiras preferidas. A sala estava quase vazia, se não fosse por nós e mais três alunos, que estavam sentados na frente. O Junior comentava sobre as garotas que ele havia pegado nas férias, quando o sinal bate. Nós preparamos para a chegada do professor. Todos os alunos que antes estavam pela escola, começam a entrar para suas respectivas salas de aula, isso causava típico barulho nos corredores. De pouco em pouco, em poucos minutos todos os alunos se encontravam na sala de aula, e o professor chegava dando bom dia. Era o primeiro dia de aula depois das férias. Alguns alunos novos, e aquele velho clima de rever os amigos depois das férias, e de entusiasmo pra voltar a estudar, que logo depois acabaria assim que as provas começassem. O professor da primeira aula era extrovertido e alegre, resolveu fazer uma dinâmica de socialização entre os alunos. Percebi que havia algumas cadeiras vazias, isso significava que alguns alunos ainda não chegaram ou faltaram ao primeiro dia de aula, o que era bem comum a primeiros dias de aula. A dinâmica era simples, deveríamos apenas escrever uma pergunta num papel, trocar os papeis entre os alunos da sala e responder o papel. Depois, ele escolheria o aluno, o aluno se levantava, dizia seu nome e de onde veio e respondia a pergunta e fazia a resposta, para outro aluno responder com o que tinha no seu papel. E assim, passamos a primeira aula com varias risadas. Havia poucos alunos novos, a maioria dos alunos do ano passado continuavam lá. Eu estava um pouco curioso para saber quais alunos haviam faltado. A dinâmica estava rolando, enquanto eu segurava o papel na mão e pensava sobre quais seriam aqueles alunos, se seriam alunos novos ou os alunos veteranos ,quando de repente, me passa à cabeça o breve pensamento daquela garota, um breve pensamento que se prolonga, e de repente, me encontro em desnorteantes pensamentos referentes a aquela inigualável garota que ainda não tinha deixado minha cabeça, pensamentos estes dela estudando na mesma sala que eu, fiquei imaginando se conseguiria me concentrar na aula com a presença dela. O sinal toca e eu volto a mim. O professor se despede dos alunos enquanto virava na porta da sala e a fechava, ninguém ligava muito. Os alunos que faltavam começaram a entrar, primeiro, entrou umas duas garotas, e depois entrou um garoto, meio nerd, usando óculos e tímido. Faltavam ainda duas pessoas, dentre elas, Juliana. O professor da segunda aula demorava a chegar, eu e os alunos antigos conversávamos sobre as férias. A porta se abria novamente, dessa vez era o professor, acompanhado por duas lindas garotas, uma delas era a Juliana, simpática e educada como sempre, e do lado dela ninguém menos que a garota que eu venho pensado desde o dia em que eu a encontrei, Amanda. Ela entrou junto com o professor e Juliana, sentou nas bancas vazias, junto com Juliana. Juliana parecia ser uma grande amiga delas, pois elas mostravam certa intimidade. Fiquei lá, na minha, chamei Junior e mostrei a garota pra ele, disse que ela parecia ser comum. Não concordei, e fiquei conversando com ele lá no fundo, sobre isso. O professor começou a aula, todos da sala começavam a dar atenção ao professor, e estava acontecendo tudo exatamente do jeito que eu imaginei. Eu não tava conseguindo me concentrar, tinha mais vontade de ficar olhando para ela do que assistir a aula do professor, mesmo sabendo que era importante. Fiquei um bom tempo apenas olhando para ela, com apenas a preocupação que ninguém percebesse, acho que o único que percebeu foi o Junior, já que eu havia contado pra ele. O tempo passou, a aula terminou, os alunos voltaram à conversa no pouco tempo que os professores trocavam de sala. Eu comentei ao Junior que não estava conseguindo me concentrar, que quase sempre me perdia em meio aos desejos calorosos que eu tinha de ter aquela garota em meus braços. Ele respondeu pra min que eu estava simplesmente ficando louco. Fiquei pensando se não estava, mas eu ainda tinha capacidade de capacidade de tomar uma decisão consciente, então não estava louco, por mais que parecesse. O recreio toca, todos saem para se destruírem e lancharem. Eu me juntei com alguns amigos e foi também. Ficamos lá no canto da quadra, sentados e conversando sobre as férias. Um certo tumulto começou no meio do recreio, no outro lado da quadra onde eu e os meus amigos estávamos sentados. Levantamos e fomos ver o que era rapidamente. Era o diretor da escola dando boas vindas para todos os alunos com uma noticia empolgante. – Sejam bem vindos todos os presentes novatos e a aqueles que voltaram de férias. Somos o colégio Spitfire, e também queremos anunciar que o torneio de clãs locais está Spitfire está aberto, organizem-se e treinem, pois irão precisar disso para conseguir uma boa colocação. As premiações serão decididas de acordo com a quantidade de clãs que se escreverem. Teremos belos combates aqui senhores, e conto com vocês no meio. Bom dia a todos, e aproveitem tudo o que poderem! Antes mesmo do diretor termina de falar, podia-se ver a euforia em muitas pessoas ali presentes. O torneio de clãs locais estava dali a alguns meses, e todos esperam pelos dias de competição. Pouco tempo depois do pronunciamento, o sinal toca, eu caminho até a sala e me separo dos outros. Ao entrar, vejo umas meninas dançando sedutoramente no meio da sala, com um aparelho de som na cadeira, ligado na tomada da parede. Eu entro e sento na minha banca, e fico olhando, calado, aquela imprópria cena. Logo mais chega Junior, Juliana e Amanda entram conversando, e, ao me ver, Junior vem direto pra cadeira do meu lado. Ele senta todo espalhado, e se inclina pro meu lado e fala – gostosas não? Eu, ao escutar aquilo dou um pequeno sorriso, e digo num tom de quem está gostando – São sim cara. Juliana começa a dançar junto com as outras, e chama Amanda pra ir, que aceita sem hesitar. As duas dançando sedutoramente, eu e o Junior ficamos com olhares vidrados nelas. Eu preferia Amanda, mas com certeza Juliana não ficava atrás. Enquanto elas dançavam, Junior se inclina um pouco pra mim e diz – Cara, eu pego a Juliana e você a Amanda ok? Eu levo um susto ao escutar aquilo, e fico com uma fisionomia um pouco assustada e respondo pra ele – Cara, a Amanda é muito linda, mas não sei se consigo ficar com ela. Junior olhou para mim espantado e também como quem não estivesse entendendo. – Como não? Ela é linda cara, e gay você não é que eu sei. Aquela outra guria que você deu um trato um dia desses até hoje não se esqueceu de você. – Pode ter certeza cara, gay não sou. Mas não me sinto à-vontade ficando com ela. Não sei explicar, mas só sei que é assim. Ele olha pra mim com uma cara feia e fica calado, e depois volta sua atenção para as meninas de novo. Nesse momento, a professora chega, dando um animado bom dia, e bastante disposta pra começar a aula. As meninas recolhem o som e arrumas as coisas. A professora fez um pequeno comentário sobre a animação das meninas. E logo depois começou a aula de inglês. Dessa vez, tentei me concentrar mais na aula, em vez de ficar apenas olhando pra ela, como eu havia fazendo nas aulas passadas. O tempo passava, às vezes eu olhava para Amanda, sem saber o porquê. Eu apenas olhava, mas gostava daquilo. Isso é de longe, a coisa mais estranha que eu já senti. O tempo continuava a passar, o sinal demorava a tocar, a professora tava dando um assunto meio chato, e fácil. Pouco antes de tocar o sinal, todos já estavam arrumando suas bolsas, para quando o sinal tocar, saírem disparados para onde tiverem que ir, isso é até engraçado. O sinal toca, e todos pegam suas bolsas e saem disparados para a porta, como sempre fazem. Isso já vem dos anos anteriores. Pego minha bolsa, e saio também, vou em direção a saída. Lá, por acaso, encontro Junior conversando com alguns caras que eu não conhecia. Ele me viu, e fez sinal para que eu o esperasse. Sentei num banco que tinha lá e fiquei esperando ele. Não demorou muito, já vinha ele, dizendo “vambora” e começando a andar. No meio do caminho, nós viemos conversando sobre varias coisas, mas nada muito importante. No meio do caminho nós nos separamos, ele pegou o caminho dele, e eu o meu, e o resto do caminho foi rápido, e eu também já estava apresando os passos, pois estava com fome. A primeira coisa que eu fiz quando cheguei em casa foi ir direto pra cozinha, pegar meu almoço. No meio da sala, eu encontrei minha mãe, um braço cruzado e com a outra mão na boca, roendo unha. Ela parecia meio preocupada com a noticia na televisão, mas eu estava com tanta fome que passei direto pra cozinha, sem nem perguntar muita coisa.
By: Leandro Moura
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